O instituto Certus também fez um comparativo dos votos válidos da primeira pesquisa divulgada há cerca de 15 dias e dessa pesquisa divulgada hoje. Nela, os candidatos ao cargo de chefe do Governo do Estado praticamente não tiveram variação, já que a oscilação aconteceu em casas decimais diante de uma margem de erro de 3%. Fátima Berra se manteve na casa dos 53% e Carlos Eduardo Alves na casa dos 46%.
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.
As atitudes de Carlos Eduardo, contra os Servidores Públicos, durante os quatro anos de mandatos dele, antes da crise, sem dar aumento de salário, e ainda ter feito diante da justiça o TAG da maldade, que foi aquele ter
O de ajustamento de Gestão, alegando a crise. O envolvimento no desvio de dinheiro público, as mentiras com cara de pau pela tv. A não devolução do dinheiro dos empréstimos consignados para os bancos que eram descontados no contracheque do funcionário e outras atitudes negativas contra o servidor. Tirou dele, mais de 30 mil votos. Se no município que é menor, ele praticou tudo isso, como Governador, ia ser pior, então, é 13 e 17.
O que você prefere: receber menos mas receber para pagar suas obrigações, ou receber mais e não receber deixando de honrar seus compromissos? Recebo pelo Estado e meu salário é 2 meses atrasado e ainda não recebi 13º de 2017, muito menos as férias. Ele é prudente, só faz o que pode. Experimente fazer o mesmo na sua casa e você verá as graves consequências dessa atitude em breve. Mais um que não sabe justificar o erro.
Não acredito que qualquer governo.seja pior que esse
Enquanto isso na Terrinha, os Servidores Estaduais, em grande número, ainda não receberam o Décimo Terceiro de 2017 e o Ilustre Governador mostrando obras,para se projetar, que está fazendo pelo interior e na Capital e os servidores que se lasquem com suas dividas. Uma vergonha isso tudo e não vemos ninguém dos outros poderes constituídos se somar aos servidores para cobrar um pagamento que é de direito de todos nós. Mas os outros poderes já receberam 2017 na integralidade e já pagaram parcela do décimo de 2018. Até quando iremos suportar ser tratados como servidores de segunda categoria,pois trabalhamos e não recebemos o que nos é de direito.
BG procure saber para nos informar, o 13º de 2017, ficaram de terminar nesse final de outubro e até agora nada. e a imprensa calou de vez, e nós ficamos sem nada de informação. procure o governo por nós.
Se o PT ganhar somente bolsa famiia professores com salario o resto no fundo do poço.
A pesquisa também avaliou a percepção de vitória dos eleitores nas eleições para o Governo do Estado. Eles foram perguntados sobre, independente de quem iriam vai votar, quem eles achavam que ganhar a eleição. Nesse quesito, 58,79% do eleitorado disse acreditar na vitória de Fátima Bezerra. E 26,38% disseram acreditar na vitória de Carlos Eduardo Alves.
Os resultados completos foram
Fátima Bezerra 58,79%
Carlos Eduardo 26,38%
Não Sabe 14,68%
Não Respondeu 0,14%
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.
Acho pouco provável que Carlos Eduardo ganhe , pois não é só uma pesquisa mas todas , isso é o reflexo do desgaste que essas oligarquias fizeram com o RN , hoje se nosso estado está desse jeito não é só culpa do atual governo , mas de uma sucessão de governos , bem como de nossa bancada federal , que tem feito muito pouco por décadas
A Pesquisa FIERN/Certus apurou também o voto casado para governador e presidente da República: 78,76% dos que afirmaram preferir o presidenciável Jair Bolsonaro optam por Carlos Eduardo e 12,42% por Fátima; e 82,72% dos que preferem o presidenciável Fernando Haddad optam por Fátima Bezerra e 14,97% por Carlos Eduardo.
A sondagem eleitoral quis saber se “o fato do novo governador eleito do RN ser ou não politicamente alinhado com o novo presidente eleito, é muito importante ou pouco importante”? 74,33% dos entrevistados afirmaram que é “muito importante”, enquanto 10,43% consideraram “pouco importante”.
A pesquisa Certus também avaliou a rejeição de cada um dos candidatos com base em uma pergunta estimulada, com opções pré-definidas para que os eleitores escolhessem a que melhor define cada um dos nomes postos. Na corrida pelo Governo do Estado, Fátima Bezerra teve a rejeição de 42,41% e Carlos Eduardo Alves de 41,42%
Os resultados completos foram
Com relação à Fátima Bezerra, o que você diria:
Não votaria nela de jeito nenhum 42,41%
Votaria nela com certeza 41,91%
Poderia votar nela 14,68%
Não respondeu 0,92%%
Não sabe 0,07%
Com relação a Carlos Eduardo, o que você diria:
Não votaria nele de jeito nenhum 41,42%
Votaria nele com certeza 36,60%
Poderia votar nele 20,85%
Não respondeu 0,99%
Não sabe 0,14%
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.
E UMA VERGONHA A FIERN GASTAR DINHEIRO COM UMA PESQUISA TOTALMENTE ENGANOSA COMO ESSA. PARA LEMBRAR AOS LEITORES QUE ESSE MESMO INSTITUTO, O CERTUS, APONTOU UM EMPATE TECNICO ENTRE GARIBALDI FILHO, ZENAIDE MAIA E GERALDO MELO. ABERTAS AS URNAS ZENAIDE DEU UM PASSEIO, CONQUISTANDO A SEGUNDA VAGA PARA O SENADO E GARIBALDI FILHO FJCOU EM QUARTO LUGAR.
OS PROPRIETÁRIOS DA CERTUS TEM A OBRIGAÇÃO DE DIVULGAR OS CRITERIOS UTILIZADOS PARA APONTAR ESSE EMPATE TÉCNICO, QUE APENAS ELES LEVANTARAM NAS ÚLTIMAS PESQUISAS. E FSTIMA 13 NA CABECA.
O instituto Certus diviulgou a segunda rodada de pesquisas do segundo turno. E, na corrida para o Governo do Estado, analisando somente os votos válidos, ou seja, excluindo-se os brancos, nulos e indecisos, a candidata Fátima Bezerra aparece na liderança com a margem semelhante a todas as últimas pesquisas divulgadas. Esse cenário é o mesmo utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para definir o vencedor das eleições.
Os resultados foram
Fátima Bezerra 53,50%
Carlos Eduardo 46,50%
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.
Amiga Luciana, pelo respeito que tenho pela parceria de tantos anos sua aqui nesse espaço vou responder. Eu nao faço pesquisa, só publico. Essa da CERTUS nem encomendada foi pelo Blog. Sobre a TV Assembleia tenho muito orgulho de ser o diretor, realizo lá um belo trabalho inclusive gerando economia. Para finalizar, não estou lá pelo dinheiro e sim pelo reconhecimento já que vai me engrandecer no currículo. A grana não compensa o desgaste. Abraço.
O instituto Certus diviulgou a segunda rodada de pesquisas do segundo turno. E na análise para o Governo do Estado, de forma estimulada, ou seja, apresentando os nomes dos candidatos para os eleitores, Fátima Bezerra aparece cerca de 6 pontos na frente de Carlos Eduardo Alves.
Os resutlados foram
Fátima Bezerra 46,45%
Carlos Eduardo 40,35%
Nenhum 9,50%
Não sabe 3,55%
Não respondeu 0,14%
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.
Ontem o instituto Ibope divulgou os números da corrida eleitoral no Rio Grande do Norte para Governo do Estado. Hoje, foi divulgado o resultado para a Presidência da República. No cenário analisando apenas os votos válidos, o candidato Fernando Haddad cresceu e chegou a 61%. Jair Bolsonaro caiu e ficou com 39%.
No levantamento passado divulgado no dia 17 de outubro, Fernando Haddad tinha 57% dos votos válidos contra 43% de Jair Bolsonaro. A oscilação em comparação com a pesquisa de hoje foi fora da margem de erro de 3%.
O cenário com votos válidos é o mesmo que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) usa para dar o resultado das eleições. Nele são excluídos os votos brancos, nulos e abstenções.
Sobre a pesquisa
A pesquisa Ibope foi contratada pela Inter TV Costa Branca e registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN‐04531/2018 e BR-05542/2018. O levantamento entrevistou 812 pessoas em 38 cidades de todo o estado entre os dias 24 e 26 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 3% para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
Boa tarde, BG! CASO Fátima, for eleita governadora, quem será a primeira dama?….
pois, ainda não foi apresentada aos eleitores, preciso decidir meu voto, mas, tá essa pendencia.
Pq as pesquisas só são verdadeiras quando agrada ?
Eu acho que as pesquisas são objetos de manipulação infelizmente.
Neste domingo vou de
12 Carlos Eduardo
13 Haddad
O instituto Certus também fez um comparativo dos votos válidos da primeira pesquisa divulgada há cerca de 15 dias e dessa pesquisa divulgada hoje. Nela, os candidatos praticamente não tiveram variação, já que a oscilação aconteceu em casas decimais diante de uma margem de erro de 3%. Fernando Haddad se manteve na casa dos 56% e Jair Bolsonaro se manteve na casa dos 43%.
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.
No Rio Grande do Norte domingo vai dá Fátima Bezerra 13 e Haddad 13… já foi assim no primeiro turno e será assim no 2 turno também …… nunca acreditei em virada para Carlos Eduardo ALVES…. isso não existe, é conversa pra boi dormir…….O povo do RN está com nojo dessas oligarquias , um bando de anciãos que fazem 60 anos que estão no poder e só pensam em enriquecer cada vez mais e nós ( o povo ) continuamos na mesma …….Acorda RN !!!…… Amanhã é dia de dá outra cacetada nas urnas no outro Alves …. e assim concluímos a limpeza … Alves nunca mais !!! Xô!!!!!
Por acaso você sabe quem Fátima representa e defendeu vergonhosamente, a maior quadrilha de ladrões de dinheiro público do povo brasileiro, nunca na história mundial se viu algo assim. Você acha que uma pessoa que participou dessa rapinagem tem a menor condição de contribuir pra melhorar esse estado? Só se for um abilolado achar que sim.
Gonçalo é um retrato da educação do nosso país! Lê um pequeno texto e não consegue interpretar corretamente! Pobre Brasil!
Iludido ou desinformado, o nordeste é a região com mais miseráveis e com mais desempregados, isso graça a sequência de votos totalmente errado, onde os eleitos sempre pintaram uma ilusão pra esses povo, por saber que são os mais fáceis do Brasil pra se enganar. Como resultado, aqui se mantem um povo totalmente dependentes de esmola governamental e se encontram uns currais eleitorais onde a decisão de votar em bandidos, só depende de quem tem as chaves dos respectivos currais. Triste isso, mas é a realidade.
Oxente!!!!!
Esses números estão invertidos ou acordei em outro país?
É um erro grosseiro ou é intencional?
Isso não é mais uma virada. É um descarrilamento, uma capotada ou uma enorme barrigada do blog.
Vou voltar a dormir e mais tarde lerei novamente.
Calma, Gonçalo! Isso é só no RN. No Brasil, o Capitão continua liderando! Esperar o que do RN e Nordeste?
O Nordeste mais uma vez vai salvar o Brasil do FASCISMO. Aqui é povo de Zumbi de António Conselhoeiro de Lampiao de Emanuel Bezerra dos Santos dos bravos lutadores do povo da DEMOCRACIA. Hoje vcs incautos estão tendo o direito de votar mesmo errado graças a todos esses homens e mulheres que deram sua vida.
Amanhã vou votar assim:
12 Carlos Eduardo
13 Haddad
A pesquisa Certus também avaliou a rejeição de cada um dos candidatos com base em uma pergunta estimulada, com opções pré-definidas para que os eleitores escolhessem a que melhor define cada um dos nomes postos. Na corrida presidencial, Jair Bolsonaro teve a rejeição de 54,61% e Fernando Haddad de 44,47%
Os resultados
Com relação a Fernando Haddad você diria que:
Não votaria nele de jeito nenhum 44,47%
Votaria nele com certeza 40,71%
Poderia vir a votar nele 12,91%
Não respondeu 1,77%
Não sabe 0,14%
Com relação a Jair Bolsonaro você diria que:
Não votaria nele de jeito nenhum 54,61%
Votaria nele com certeza 33,48%
Poderia vir a votar nele 10,14%
Não respondeu 1,77%
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.
O instituto Certus diviulgou a segunda rodada de pesquisas do segundo turno. E, na corrida presidencial, analisando somente os votos válidos, ou seja, excluindo-se os brancos, nulos e indecisos, o candidato Fernando Haddad tem uma boa vantagem em relação a Jair Bolsonaro. Esse cenário é o mesmo utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para definir o vencedor das eleições.
Os números
Fernando Haddad 56,50%
Bolsonaro 43,50%
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.
O instituto Certus diviulgou a segunda rodada de pesquisas do segundo turno. E na análise para presidente da República, de forma estimulada, ou seja, apresentando os nomes dos candidatos para os eleitores, o candidato Fernando Haddad aparece cerca de 10 pontos na frente de Jair Bolsonaro.
Os resultados
Fernando Haddad 45,96%
Bolsonaro 35,39%
Nenhum 13,76%
Não sabe 4,61%
Não respondeu 0,28%
Sobre a pesquisa
A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.
As três pesquisas publicadas nesta sexta-feira aqui no RN apontam uma vitoria da Senadora Fátima Bezerra sobre o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves de no minimo 90 mil votos de diferença.
Se considerarmos 1 milhão e seiscentos mil votos validos para a votação no segundo turno no RN, praticamente o mesmo número do primeiro tudo a vitoria da Senadora Fátima Bezerra sequer corre risco. A discussão fica para saber quanto vai ser a diferença.
O IBOPE trouxe uma diferença de 10% de votos validos, equivalente a 160 mil votos. A margem de erro é de 3%.
A BIG DATA trouxe uma diferença de 8% de votos validos, equivalente a 128 mil votos. A margem de erro é de 3%.
A CONSULT trouxe uma diferença de 5,4% de votos validos, equivalente a 87 mil votos. A margem de erro é de 2.3%.
Pense na credibilidade que tem o IBOPE… em Minas Dilma estava eleita, em primeiro lugar… Perdeu feio… Pela margem de erro, estamos hj comemorando o Natal…. ???
O candidato do PT à Presidência da República nas eleições 2018,Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira, 26, ao cumprir agenda em Salvador, que sua candidatura “vai ganhar uns três ou quatro pontos com o apoio do Ciro”, em referência a um vídeo que o candidato do PDTCiro Gomes, derrotado no primeiro turno da corrida presidencial, deverá gravar declarando apoio ao petista na reta final do segundo turno.
O vídeo foi prometido a Haddad pelo presidente do PDT, Carlos Lupi. Haddad afirmou ainda que não conversou com Ciro, que chegou de viagem na noite desta sexta-feira, após passar quase todo o segundo turno em férias pela Europa. “Conversei com o Lupi”, disse o ex-prefeito de São Paulo a jornalistas, pouco antes de desfilar em carro aberto. Ele não confirmou, contudo, se terá um encontro com o presidenciável pedetista.
Na capital baiana, o petista realizou seu último ato de campanha no Nordeste – ele ainda participa de caminhada em São Paulo no sábado, 27. Simpatizantes de Haddad, entre eles militantes do PT, PCdoB, PSB, PSOL, PDT, PSTU, CUT, CTB, organizações do movimento negro, da comunidade LGBTQI+, lotaram a orla marítima de Salvador na tarde e na noite desta sexta-feira. O evento, batizado de ‘Caminhada da Virada, pela Paz e pela Democracia’, percorreu o circuito inverso do Carnaval, entre Ondina e o Farol da Barra, um dos principais pontos turísticos locais.
A organização estimou o público em mais de 100 mil pessoas – a Polícia Militar não divulgou contagem dos presentes. A multidão ocupou todas as faixas da via que corta a orla da capital baiana.
Ônibus e vans com militantes, que chegaram à Ondina no final da tarde, ajudaram a encher o último ato político do petista no Nordeste. O evento também recebeu muitos eleitores não petistas vestindo camisas com frases como “Em defesa da democracia, voto até no PT”.
Aos gritos de “Brasil pra frente, Haddad presidente” e “Ô, vamos virar ê ô”, o presidenciável petista desfilou em cima de uma caminhonete, próximo ao público, ao lado da esposa, Ana Estela, da presidente do PT Gleisi Hoffmann, de um dos vice-presidentes da legenda, Márcio Macedo, do governador reeleito da Bahia, Rui Costa, e do ex-ministro, ex-governador da Bahia e senador eleito nas eleições 2018 Jaques Wagner.
Com uma bandeira do Brasil a tira-colo, que balançava o tempo inteiro, e sem poder discursar, já que a legislação eleitoral veda falas públicas de candidatos 48h antes do pleito, Haddad tirou selfies, abraçou e beijou militantes e eleitores. Também ensaiou dancinhas no ritmo de jingles de campanha e puxou coros em crítica ao seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), que lidera as pesquisas.
“Ô, Bolsonaro arregou”, puxou, em certo momento, dando a senha para a gritaria da multidão. O grito de ‘Ele não’, que marcou manifestação de mulheres contra Bolsonaro no primeiro turno, foi substituído por gritos de ‘Haddad sim’, repetido durante a caminhada.
‘Está tendo uma grande reviravolta nessa eleição’, diz petista
“Na verdade, está tendo uma grande reviravolta nessa eleição”, afirmou Haddad a jornalistas antes de subir no carro em que percorreu o caminho até o Farol da Barra. “Começou na verdade por São Paulo, minha cidade, cidade que eu governei. Isso está acontecendo em todas as capitais e tenho certeza que vamos chegar à vitória no domingo”, disse o petista, chamando Bolsonaro de “atraso”, “frouxo” e “mentiroso”.
Ele ainda comentou o crescimento dele nas pesquisas. “O nosso crescimento tem duas razões. Primeiro, o povo descobriu que ele mente. Depois, descobriu que ele foge. Ninguém gosta de homem frouxo e mentiroso. As pessoas querem evitar o pior, que é a eleição de uma pessoa que enaltece ditador, desrespeita nordestino, desrespeita as mulheres e os negros desse País”, afirmou o candidato do PT ao Palácio do Planalto.
Haddad criticou também a ausência de Bolsonaro nos debates. Nesta sexta-feira, um encontro entre os dois aconteceria na TV Globo, mas foi cancelado porque o capitão da reserva recusou-se a participar alegando que foi ameaçado de um novo atentado.
“Acho triste que meu adversário tenha se recusado a participar do debate de hoje a noite na Rede Globo, foi um grande desrespeito ao povo brasileiro, isso nunca aconteceu num segundo turno. Eu espero que o povo brasileiro se faça respeitar contra uma pessoa que desrespeitou a democracia e o confronto de ideias. A gente quer é que os argumentos possam ser apresentados e as pessoas possam, de livre e espontânea vontade, julgar qual o melhor projeto para o País. Na base da violência, não vamos chegar a lugar nenhum”, disse.
Já os BOLSONARIANOS acha que domingo dia 28 as 17 horas, nós vamos com certeza cravar 61% . É o que o Paraná pesquisa tá dizendo. Foi o instituto que acertou no primeiro turno e vem acertando desde a eleição presidencial passada. O PT já admite a derrota, agora tá querendo perder a baixo de 10% chamando isso de vitoria politica. Só que não vai ser assim, é de lapada mesmo.
Por determinação da Justiça Eleitoral, policiais cumpriram no início da noite desta sexta-feira (26) mandados de busca e apreensão nos comitês de campanha de Carlos Eduardo Alves e do PSL em Natal. Ao todo, cinco locais foram alvos da determinação judicial.
O objetivo era apreender todo o material de campanha ilegal que vinha sendo distribuído com mentiras acerca da candidata Fátima Bezerra, ao Governo do Estado. Ao determinar a busca e apreensão, o juiz Ricardo Tinoco de Góes reforçou que ele contém “afirmações inverídicas” e que descumpre o que determina a lei.
“Decerto, verifica-se que o material gráfico, na configuração em que é apresentado, além de descumprir determinação judicial, carrega o potencial de confundir o eleitorado ao divulgar afirmações sabidamente inverídicas em relação à candidatura de Fátima”, disse.
O Blog não conseguiu confirmar se nas buscas realizadas pela polícia militar com os oficiais de justiças foram encontrados materiais irregular.
O PSL também soltou nota dizendo que todo material irregular já tinha sido recolhido e retirado de circulação.
Sessenta anos que essas famílias domina o RN, o vejo o RN quebrado, olho vejo a Paraíba dando um exemplo de administração meu povo temos mudar se você gosta do nosso RN vamos mudar eu voto na Fátima por que quero mudança se o Robinson estivesse no segundo turno contra os Alves e Rosado votaria nele, eu não voto em partido eu quero e varer do RN essas famílias .
Marquinhos chora não BEBÉ a burrinha da felicidade nunca se atrasa aparti de amanhã o brasil vai ser melhor pra todo mundo, portanto vote 17
Ontem os verdadeiros fascistas amanheceram nas principais paradas de ônibus distribuindo um jornalzinho pouco democrático. Dá capa a o último ponto, um verdadeiro fake news e uma apologia ao crime do colarinho branco. Quem idólatra corrupto é fascista!
Vocês deveriam virar o disco, quem não é do PT ou outros partidos de esquerda e facista. Então quem não for de esquerda pode chamar os petistas de seguidores de corrupto Lula. Vamos parar com isso é pensar em nosso povo.
A família Alves, como sempre , fazendo política enganando o povo do RN! Por isso q agora todo mundo é Fátima 13!
As mudanças de tom na campanha do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que por vezes tem tentado moderar o discurso radical para conquistar mais seguidores, têm influenciado em suas promessas eleitorais.
O candidato já recuou em diversas propostas que o colocaram no centro de controvérsias desde o início da campanha eleitoral.
Mais recentemente, após reuniões com representantes do agronegócio e da indústria, ele disse que irá repensar sua ideia de unir os Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e os Ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e da Fazenda.
Bolsonaro também disse nesta quinta-feira (25) que não vai tirar o Brasil do Acordo de Paris caso seja eleito. Ele já havia criticado o tratado para conter o aquecimento global e tinha afirmado que poderia deixar o acordo assinado por 195 países.
O candidato também conteve os ímpetos de aliados, que divulgaram planos que repercutiram mal e foram então negados por Bolsonaro.
As ideias do vice, general Hamilton Mourão (PRTB), de convocar uma Constituinte de notáveis e de alterar o 13º salário foram criticados pelo presidenciável, que também colocou panos quentes na ideia do economista Paulo Guedes de criar um novo imposto aos moldes da CPMF.
O VAIVÉM DE BOLSONARO
Fusão de Ministérios
A proposta de reduzir de 29 para 15 pastas incluía a junção dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e dos Ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e da Fazenda. Após pressão de representantes do agronegócio e da indústria, Bolsonaro diz que deve rever as medidas e manter os Ministérios separados
Saída do Acordo de Paris
Depois de dizer que tiraria o Brasil do Acordo de Paris, assinado por 195 países em 2015 com o compromisso de limitar o aquecimento global, Bolsonaro voltou atrás e disse que o Brasil continuará a respeitar o tratado caso tenha garantias de que não será criado um corredor ecológico na Amazônia
Nova CPMF
Reportagem da Folha revelou que o economista Paulo Guedes vinha falando em reuniões fechadas com empresários que pensava em criar um novo imposto aos moldes da CPMF. Bolsonaro, então, disse que não ressuscitaria o imposto e pediu mais discrição a Guedes. O guru econômico do presidenciável então cancelou quase todos os compromissos públicos que havia marcado
Constituição de notáveis
Vice de Bolsonaro, o general Hamilton Mourão (PRTB) defendeu uma nova Constituição feita por notáveis, e não por parlamentares, e referendada por plebiscito. Bolsonaro então desautorizou o general e disse que não convocará nova Constituinte
Direitos trabalhistas
Mourão criticou o 13º salário e o adicional de férias em reuniões, dizendo que são “jabuticabas brasileiras” e “mochilas” nas costas dos empresários. Bolsonaro então afirmou que são direitos garantidos em Constituição e criticou duramente o vice, falando que ele “não apita nada, mas atrapalha muito”
Redução da maioridade penal
Em seu plano de governo, Bolsonaro fala em reduzir a maioridade penal para 16 anos de idade. No entanto, mais recentemente ele tem falado em diminuir para 17 anos, para, segundo ele, diminuir os protestos e fazer uma mudança gradual, que seria complementada pelo próximo mandatário
Ataques ao STF
Bolsonaro defendeu ampliar o número de integrantes do Supremo Tribunal Federal de 11 para 21 para que ele possa nomear, caso eleito, a maioria dos magistrados. Seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, falou em fechar o STF. Mais recentemente, o presidenciável tem argumentado que foram declarações no calor do momento e diz que quer “prestigiar” o STF, “guardião da Constituição”
Bom mesmo é tentar esconder a bandeira vermelha marcada pela corrupção atrás da pobre e sofrida bandeira do Brasisileira.
O Brasil não suporta mais ser roubado pelo PT, após 14 anos de fraudes e roubalheiras a população vai dar um basta e mandar todos os corruptos pra cadeia local onde deveriam estar a tempos, não queremos mais políticos sujos e nem imprensa vendida a consciência política nos levará a novos tempos onde esse tipo de sujeira não será admitida é melhor os políticos e "jornalistas" se adaptarem a essa realidade.
Sim, só pra lembrar "Lula tá preso babaca"
Quando chegou ao Brasil em 2009, o WhatsApp custava US$ 1 (R$ 3,67) por ano. O aplicativo era uma atraente alternativa ao SMS, que caminhava para o declínio com a popularização do iPhone e seu sistema de torpedos.
Criado como plataforma de interação privada, a ferramenta ganhou novos contornos nas eleições de 2018.
Embora 90% das conversas ainda sejam entre duas pessoas, segundo depôs representante da empresa ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os grupos com lotação máxima de 256 integrantes funcionam como uma máquina de boataria, ódio e desinformação.
Em seus nove anos de operação no Brasil, a reputação do WhatsApp passou por altos e baixo e por tentativas de interceptação da Justiça na investigação de crimes. Foi de mensageiro preferido, o “zap”, a rede vilã das eleições —tudo sem ter escritório ou funcionário algum no país.
Fundada pelo americano Brian Acton e pelo ucraniano Jan Koum, ex-funcionários do Yahoo!, a empresa costumava incomodar as operadoras de telecomunicação no Brasil.
Elas consideravam desleal a existência de “uma operadora sem licença”, como argumentou Amos Genish, presidente da Vivo, em 2015. “Pirataria pura”, disse na época.
O sucesso do aplicativo, usado por cerca 90% das pessoas que têm acesso à internet no país, deve-se em parte à parceria com as mesmas operadoras que o criticavam.
Em vez de manter o embate, as operadoras se aliaram à plataforma e passaram a oferecer planos pré-pagos com WhatsApp de graça, prática chamada de “zero rating”.
Para alguns especialistas em direito na internet, esse tipo de oferta quebra o princípio de neutralidade da rede. Usuários de planos mais baratos têm seu acesso à web restrito a informações que circulam apenas em aplicativos determinados pelas operadoras.
Há quem discorde e defenda que é melhor acessar o WhatsApp do que nada. E assim o aplicativo começou a chegar de graça a regiões remotas.
“Embora não seja o único fator, a estratégia de pré-instalar o aplicativo em celulares pré-pagos contribuiu para a escala do WhatsApp no Brasil, assim como na Índia, que é o mercado mais importante para eles”, diz Yasodara Córdova, pesquisadora na Digital Harvard Kennedy School.
Brasil e Índia são líderes em usuários do aplicativo, com 120 milhões e 200 milhões de pessoas, respectivamente.
Adquirido pelo Facebook por US$ 19 bilhões (R$ 68,4 bilhões no câmbio de hoje) em fevereiro de 2014, o app cresceu mais rápido do que a própria rede social. Cresceu tanto que seus cofundadores decidiram sair do Facebook por não concordarem com os modelos de monetização.
No mundo, há 1,5 bilhão de usuários ativos que enviam mais de 55 bilhões de mensagens, 4,5 bilhões de fotos e 1 bilhão de vídeos por dia.
Os planos de Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, são ambiciosos, a julgar pelo preço da compra.
Pelo Instagram, grande gerador de receita, ele pagou muito menos em 2012, US$ 2 bilhões (R$ 7,2 bilhões).
Como é comum em conglomerados de tecnologia, um dos motivos da aquisição foi a diversificação dos negócios.
O Facebook tem aplicativo de compartilhamento de fotos, empresa de realidade virtual e planeja comprar uma de cibersegurança. Com o WhatsApp, amplia sua imensa base de usuários e pode usufruir de informações como telefones, nomes e contatos —falando apenas das que estão explícitas na política de privacidade.
Além disso, há uma série de projetos de monetização como possível inclusão de anúncios, o crescimento do WhastApp Business (dedicada a negócios) e a implementação de um sistema de pagamentos, o WhatsApp Payments.
Ao longo dos anos, o WhatsApp implementou áudio, a função Status (uma cópia do Snapchat), chamadas de voz, chamadas em grupo e compartilhamento de localização.
Mas a habilidade de resolver conflitos em países que não os Estados Unidos não acompanhou essa evolução.
No Brasil, o serviço foi alvo de quatro bloqueios da Justiça, em 2015 e 2016, em decorrência da negativa da empresa em fornecer informações das conversas de seus usuários para investigações ou da falta de provas de que não conseguiria fazer a interceptação.
A atitude do WhatsApp, que respondia às autoridades brasileiras em inglês, contribuiu para a antipatia de juízes.
“O WhatsApp não tinha representante comercial e administrativo no Brasil. Embora pertença ao Facebook, era o mesmo que solicitar ao Burger King informações da Heinz”, diz Marcelo Crespo, advogado de direito digital da Peck Advogados.
As ordens de suspensão foram criticadas por entidades de defesa de usuários na internet e pela sociedade civil.
O entendimento predominante era que os bloqueios eram desproporcionais e feriam o Marco Civil da Internet —interpretação contrária à dos juízes em questão.
O WhatsApp no Brasil já não era só uma ferramenta social, mas comercial e usada inclusive por governos.
Os competidores, como Telegram e Signal, registram picos de adesão no Brasil somente quando o WhatsApp enfrenta alguma crise.
Em um dos bloqueios, o russo Telegram ganhou mais de 2.000 usuários brasileiros em 20 horas. No entanto, o competidor expressivo é só o Facebook Messenger, do mesmo grupo.
Depois dos bloqueios, o WhatsApp implementou a criptografia de ponta a ponta nas conversas, técnica de segurança que restringe o acesso à mensagem apenas ao remetente e ao destinatário.
Menos de um mês depois do anúncio, a polícia prendeu por um dia o vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Jordem Dzodan, em São Paulo, alegando que ele não colaborou com provas para uma investigação sobre crime organizado.
Aos poucos, o aplicativo melhorou sua relação com autoridades brasileiras. Participou de reuniões para explicar o funcionamento da criptografia, abriu-se ao diálogo para mitigar problemas nas eleições de 2018 e contratou um escritório de advocacia e uma assessoria de comunicação externas no Brasil.
Apesar do diálogo com o TSE, o esforço dos setores público e privado foi insuficiente para evitar a propaganda e da contrapropaganda digital. O WhatsApp foi central na corrida eleitoral e mudou a forma de fazer campanha.
“O Twitter já foi considerado um vilão e hoje é usado como uma das principais plataformas para a discussão eleitoral. É a onda de popularidade. Ao TSE, o WhatsApp disse que 40 representações políticas lidavam com notícias falsas, o que é antagônico à percepção generalizada de que tudo é fake news”, diz André Giacchetta, advogado do escritório Pinheiro Neto.
Alguns pesquisadores e a ONG Safernet propuseram mudanças à plataforma. Solicitaram que ela adotasse medidas como fez na Índia, onde os grupos só podem ter cinco pessoas. A empresa, entretanto, afirmou que a atualização levaria meses e que os resultados não seriam vistos a tempo desta eleição.
As ações se mostraram tardias. “A pressão chegou tarde, e ninguém anteviu a dimensão do problema.
Vimos cenários semelhantes, mas estamos nos dando conta do efeito disso agora”, diz Jacqueline Abreu, pesquisadora da USP e advogada especialista em tecnologia.
Apesar de o WhatsApp argumentar que tomou medidas para as eleições, como diminuir o número de mensagens que podem ser encaminhadas, especialistas lembram que o aplicativo aumenta, de forma gradativa, o número de pessoas permitidas em grupo desde 2016: de 50 a 100 e a 250.
Mesmo depois das eleições americanas de 2016, quando o Facebook se tornou o pivô de uma crise de desinformação com possível influência russa —o que é alvo de investigação—, o WhatsApp implementou o convite de link para grupos, uma função que compromete a privacidade das pessoas ao deixar seus números expostos na internet.
“Com um número de telefone no Brasil, você pode fazer muita coisa. Se fosse na Europa, a empresa tomaria uma multa do tamanho do Brasil”, diz Yasodara.
Para o WhatsApp, antes de ser um mercado recompensador, o Brasil é um laboratório para testes de políticas e tecnologias do Facebook, que raramente prevê os estragos.
O candidato que disputou o governo do RN pela Rede, Freitas Júnior, emitiu nota em que negou ingerências dentro do partido.
Confira:
NOTA A SOCIEDADE
Sobre a notícia de um suposto “manifesto público da REDE”:
Primeiro é preciso esclarecer que a REDE não teve qualquer reunião do Elo (diretório), do qual sou porta-voz (presidente), para deliberar sobre qualquer assunto.
Sobre a candidatura de Styvenson trabalhei desde o início para a viabilizá-la pela REDE por entender a importância da oxigenação e renovação da política, inclusive derrotando as oligarquias que estavam a 73 anos no senado, estratégia que se provou correta. Um grupo da REDE criou uma guerra de narrativas na imprensa numa investida dentro do partido, posição que embora estivesse na delicada situação de candidato e não podendo ficar a disposição de agendas partidárias, que me posicionei contrário por entender que favoreceria um candidato das oligarquias e em nada ajudaria o Rio Grande do Norte.
Quem presenciou meu encontro com o senador Styvenson e nossos apoiadores em Caicó, em almoço alguns dias antes das eleições, pode ver que como sempre nos tratamos com todo diálogo, hombridade e respeito. Sendo a única pessoa na REDE com tal relação.
Novamente as mesmas pessoas tentaram evitar o apoio a Fátima, o que favoreceria novamente o candidato das oligarquias, sequestram nossa página e publicam documento em nome do elo (diretório) que legalmente somente os porta-vozes e/ou a Comissão Executiva Estadual possui atribuição de convocar, coincidentemente após a REDE aprovar resolução nacional visando expulsar todos os filiados/as que não estejam de acordo com a orientação partidária. Ou seja, continuam novamente utilizando de subterfúgios reptícios evitando o debate interno para a guerra virtual e o fakenews.
Por fim reafirmo minha gratidão a Marina pela bela campanha, 1% é o retrato do momento e não representa a grandeza da figura que ela é, também reafirmo minha gratidão a Napoleão pela luta travada e a todos os candidatos/as e eleitores/as que de forma digna e honrada confiaram nas nossas propostas.
Domingo venceremos as oligarquias, o ódio e mentira!
Freitas Júnior
Porta-voz estadual da Rede Sustententabilidade do Rio Grande do Norte, dirigente nacional e ex-candidato a governador.
Votei neste cidadão pensando em uma mudança, fiquei muito triste ao ver uma foto dele ao lado de Fatão ainda no domingo dia 7. É o tipo que nunca chegará lá, mal passou o pleito ja mudou de lado, abandonou tudo e passou a para o lado da candidata do PT. Infelizmente votei em um candidato que jamais irá me representar.
As atitudes de Carlos Eduardo, contra os Servidores Públicos, durante os quatro anos de mandatos dele, antes da crise, sem dar aumento de salário, e ainda ter feito diante da justiça o TAG da maldade, que foi aquele ter
O de ajustamento de Gestão, alegando a crise. O envolvimento no desvio de dinheiro público, as mentiras com cara de pau pela tv. A não devolução do dinheiro dos empréstimos consignados para os bancos que eram descontados no contracheque do funcionário e outras atitudes negativas contra o servidor. Tirou dele, mais de 30 mil votos. Se no município que é menor, ele praticou tudo isso, como Governador, ia ser pior, então, é 13 e 17.
O que você prefere: receber menos mas receber para pagar suas obrigações, ou receber mais e não receber deixando de honrar seus compromissos? Recebo pelo Estado e meu salário é 2 meses atrasado e ainda não recebi 13º de 2017, muito menos as férias. Ele é prudente, só faz o que pode. Experimente fazer o mesmo na sua casa e você verá as graves consequências dessa atitude em breve. Mais um que não sabe justificar o erro.
Não acredito que qualquer governo.seja pior que esse
Enquanto isso na Terrinha, os Servidores Estaduais, em grande número, ainda não receberam o Décimo Terceiro de 2017 e o Ilustre Governador mostrando obras,para se projetar, que está fazendo pelo interior e na Capital e os servidores que se lasquem com suas dividas. Uma vergonha isso tudo e não vemos ninguém dos outros poderes constituídos se somar aos servidores para cobrar um pagamento que é de direito de todos nós. Mas os outros poderes já receberam 2017 na integralidade e já pagaram parcela do décimo de 2018. Até quando iremos suportar ser tratados como servidores de segunda categoria,pois trabalhamos e não recebemos o que nos é de direito.
BG procure saber para nos informar, o 13º de 2017, ficaram de terminar nesse final de outubro e até agora nada. e a imprensa calou de vez, e nós ficamos sem nada de informação. procure o governo por nós.
Se o PT ganhar somente bolsa famiia professores com salario o resto no fundo do poço.