Política

PESQUISA CERTUS/FIERN GOVERNO VOTOS VÁLIDOS: Fátima tem 53,5%; Carlos Eduardo, 46,5%

O instituto Certus diviulgou a segunda rodada de pesquisas do segundo turno. E, na corrida para o Governo do Estado, analisando somente os votos válidos, ou seja, excluindo-se os brancos, nulos e indecisos, a candidata Fátima Bezerra aparece na liderança com a margem semelhante a todas as últimas pesquisas divulgadas. Esse cenário é o mesmo utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para definir o vencedor das eleições.

Os resultados foram

Fátima Bezerra 53,50%
Carlos Eduardo 46,50%

Sobre a pesquisa

A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.

Opinião dos leitores

    1. Amiga Luciana, pelo respeito que tenho pela parceria de tantos anos sua aqui nesse espaço vou responder. Eu nao faço pesquisa, só publico. Essa da CERTUS nem encomendada foi pelo Blog. Sobre a TV Assembleia tenho muito orgulho de ser o diretor, realizo lá um belo trabalho inclusive gerando economia. Para finalizar, não estou lá pelo dinheiro e sim pelo reconhecimento já que vai me engrandecer no currículo. A grana não compensa o desgaste. Abraço.

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Política

PESQUISA CERTUS/FIERN GOVERNO ESTIMULADA: Fátima tem 46,45%; Carlos Eduardo, 40,35%

O instituto Certus diviulgou a segunda rodada de pesquisas do segundo turno. E na análise para o Governo do Estado, de forma estimulada, ou seja, apresentando os nomes dos candidatos para os eleitores, Fátima Bezerra aparece cerca de 6 pontos na frente de Carlos Eduardo Alves.

Os resutlados foram

Fátima Bezerra 46,45%
Carlos Eduardo 40,35%
Nenhum 9,50%
Não sabe 3,55%
Não respondeu 0,14%

Sobre a pesquisa

A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.

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Política

PESQUISA IBOPE/INTERTV PRESIDENTE VOTOS VÁLIDOS: Haddad tem 61%; Bolsonaro, 39%

Ontem o instituto Ibope divulgou os números da corrida eleitoral no Rio Grande do Norte para Governo do Estado. Hoje, foi divulgado o resultado para a Presidência da República. No cenário analisando apenas os votos válidos, o candidato Fernando Haddad cresceu e chegou a 61%. Jair Bolsonaro caiu e ficou com 39%.

No levantamento passado divulgado no dia 17 de outubro, Fernando Haddad tinha 57% dos votos válidos contra 43% de Jair Bolsonaro. A oscilação em comparação com a pesquisa de hoje foi fora da margem de erro de 3%.

O cenário com votos válidos é o mesmo que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) usa para dar o resultado das eleições. Nele são excluídos os votos brancos, nulos e abstenções.

Sobre a pesquisa

A pesquisa Ibope foi contratada pela Inter TV Costa Branca e registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN‐04531/2018 e BR-05542/2018. O levantamento entrevistou 812 pessoas em 38 cidades de todo o estado entre os dias 24 e 26 de outubro. A pesquisa tem margem de erro de 3% para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

Opinião dos leitores

  1. Boa tarde, BG! CASO Fátima, for eleita governadora, quem será a primeira dama?….
    pois, ainda não foi apresentada aos eleitores, preciso decidir meu voto, mas, tá essa pendencia.

    1. Pq as pesquisas só são verdadeiras quando agrada ?
      Eu acho que as pesquisas são objetos de manipulação infelizmente.
      Neste domingo vou de
      12 Carlos Eduardo
      13 Haddad

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Política

PESQUISA CERTUS/FIERN PRESIDENTE EVOLUÇÃO: Candidatos praticamente não tiveram variação de voto

O instituto Certus também fez um comparativo dos votos válidos da primeira pesquisa divulgada há cerca de 15 dias e dessa pesquisa divulgada hoje. Nela, os candidatos praticamente não tiveram variação, já que a oscilação aconteceu em casas decimais diante de uma margem de erro de 3%. Fernando Haddad se manteve na casa dos 56% e Jair Bolsonaro se manteve na casa dos 43%.

Sobre a pesquisa

A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.

Opinião dos leitores

  1. João Gabriel. insinuar que Lampão , Zumbi, Antonio Conselheiro etc foram lutadores por democracia, é piada de mau gosto…
    Estudou com Fátima, foi?

  2. No Rio Grande do Norte domingo vai dá Fátima Bezerra 13 e Haddad 13… já foi assim no primeiro turno e será assim no 2 turno também …… nunca acreditei em virada para Carlos Eduardo ALVES…. isso não existe, é conversa pra boi dormir…….O povo do RN está com nojo dessas oligarquias , um bando de anciãos que fazem 60 anos que estão no poder e só pensam em enriquecer cada vez mais e nós ( o povo ) continuamos na mesma …….Acorda RN !!!…… Amanhã é dia de dá outra cacetada nas urnas no outro Alves …. e assim concluímos a limpeza … Alves nunca mais !!! Xô!!!!!

    1. Por acaso você sabe quem Fátima representa e defendeu vergonhosamente, a maior quadrilha de ladrões de dinheiro público do povo brasileiro, nunca na história mundial se viu algo assim. Você acha que uma pessoa que participou dessa rapinagem tem a menor condição de contribuir pra melhorar esse estado? Só se for um abilolado achar que sim.

  3. Gonçalo é um retrato da educação do nosso país! Lê um pequeno texto e não consegue interpretar corretamente! Pobre Brasil!

    1. Iludido ou desinformado, o nordeste é a região com mais miseráveis e com mais desempregados, isso graça a sequência de votos totalmente errado, onde os eleitos sempre pintaram uma ilusão pra esses povo, por saber que são os mais fáceis do Brasil pra se enganar. Como resultado, aqui se mantem um povo totalmente dependentes de esmola governamental e se encontram uns currais eleitorais onde a decisão de votar em bandidos, só depende de quem tem as chaves dos respectivos currais. Triste isso, mas é a realidade.

  4. Oxente!!!!!
    Esses números estão invertidos ou acordei em outro país?
    É um erro grosseiro ou é intencional?
    Isso não é mais uma virada. É um descarrilamento, uma capotada ou uma enorme barrigada do blog.
    Vou voltar a dormir e mais tarde lerei novamente.

    1. Calma, Gonçalo! Isso é só no RN. No Brasil, o Capitão continua liderando! Esperar o que do RN e Nordeste?

    2. O Nordeste mais uma vez vai salvar o Brasil do FASCISMO. Aqui é povo de Zumbi de António Conselhoeiro de Lampiao de Emanuel Bezerra dos Santos dos bravos lutadores do povo da DEMOCRACIA. Hoje vcs incautos estão tendo o direito de votar mesmo errado graças a todos esses homens e mulheres que deram sua vida.
      Amanhã vou votar assim:
      12 Carlos Eduardo
      13 Haddad

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Política

PESQUISA CERTUS/FIERN PRESIDENTE REJEIÇÃO: Bolsonaro tem 54,61%; Haddad, 44,47%

A pesquisa Certus também avaliou a rejeição de cada um dos candidatos com base em uma pergunta estimulada, com opções pré-definidas para que os eleitores escolhessem a que melhor define cada um dos nomes postos. Na corrida presidencial, Jair Bolsonaro teve a rejeição de 54,61% e Fernando Haddad de 44,47%

Os resultados

Com relação a Fernando Haddad você diria que:
Não votaria nele de jeito nenhum 44,47%
Votaria nele com certeza 40,71%
Poderia vir a votar nele 12,91%
Não respondeu 1,77%
Não sabe 0,14%

Com relação a Jair Bolsonaro você diria que:
Não votaria nele de jeito nenhum 54,61%
Votaria nele com certeza 33,48%
Poderia vir a votar nele 10,14%
Não respondeu 1,77%

Sobre a pesquisa

A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.

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Política

PESQUISA CERTUS/FIERN PRESIDENTE VOTOS VÁLIDOS: Haddad tem 56,50%; Bolsonaro, 43,50%

O instituto Certus diviulgou a segunda rodada de pesquisas do segundo turno. E, na corrida presidencial, analisando somente os votos válidos, ou seja, excluindo-se os brancos, nulos e indecisos, o candidato Fernando Haddad tem uma boa vantagem em relação a Jair Bolsonaro. Esse cenário é o mesmo utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para definir o vencedor das eleições.

Os números

Fernando Haddad 56,50%
Bolsonaro 43,50%

Sobre a pesquisa

A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.

Opinião dos leitores

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Política

PESQUISA CERTUS/FIERN PRESIDENTE ESTIMULADA: Haddad tem 45,96%; Bolsonaro, 35,39%

O instituto Certus diviulgou a segunda rodada de pesquisas do segundo turno. E na análise para presidente da República, de forma estimulada, ou seja, apresentando os nomes dos candidatos para os eleitores, o candidato Fernando Haddad aparece cerca de 10 pontos na frente de Jair Bolsonaro.

Os resultados

Fernando Haddad 45,96%
Bolsonaro 35,39%
Nenhum 13,76%
Não sabe 4,61%
Não respondeu 0,28%

Sobre a pesquisa

A pesquisa do instituto Certus sobre o segundo turno das eleições 2018 foi encomendado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-05145/2018 e RN-04070/2018. A coleta das informações aconteceu entre os dias 22 e 25 de outubro com 1410 eleitores de 40 municípios do RN. Os resultados foram calculados com margem de erro 3% para mais ou para menos e com um intervalo de confiança de 95%.

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Política

Pesquisas IBOPE, BIG DATA e CONSULT publicadas nesta sexta apontam que a vitória de Fátima Bezerra será entre 80 e 160 mil votos sobre Carlos Eduardo

As três pesquisas publicadas nesta sexta-feira aqui no RN apontam uma vitoria da Senadora Fátima Bezerra sobre o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves de no minimo 90 mil votos de diferença.

Se considerarmos 1 milhão e seiscentos mil votos validos para a votação no segundo turno no RN, praticamente o mesmo número do primeiro tudo a vitoria da Senadora Fátima Bezerra sequer corre risco. A discussão fica para saber quanto vai ser a diferença.

O IBOPE trouxe uma diferença de 10% de votos validos, equivalente a 160 mil votos. A margem de erro é de 3%.

A BIG DATA trouxe uma diferença de 8% de votos validos, equivalente a 128 mil votos. A margem de erro é de 3%.

A CONSULT trouxe uma diferença de 5,4% de votos validos, equivalente a 87 mil votos. A margem de erro é de 2.3%.

 

Opinião dos leitores

  1. Pense na credibilidade que tem o IBOPE… em Minas Dilma estava eleita, em primeiro lugar… Perdeu feio… Pela margem de erro, estamos hj comemorando o Natal…. ???

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Política

Haddad diz que apoio de Ciro lhe dará ‘três ou quatro pontos’ até domingo

O candidato do PT à Presidência da República nas eleições 2018,Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira, 26, ao cumprir agenda em Salvador, que sua candidatura “vai ganhar uns três ou quatro pontos com o apoio do Ciro”, em referência a um vídeo que o candidato do PDT Ciro Gomes, derrotado no primeiro turno da corrida presidencial, deverá gravar declarando apoio ao petista na reta final do segundo turno.

O vídeo foi prometido a Haddad pelo presidente do PDT, Carlos Lupi. Haddad afirmou ainda que não conversou com Ciro, que chegou de viagem na noite desta sexta-feira, após passar quase todo o segundo turno em férias pela Europa. “Conversei com o Lupi”, disse o ex-prefeito de São Paulo a jornalistas, pouco antes de desfilar em carro aberto. Ele não confirmou, contudo, se terá um encontro com o presidenciável pedetista.

Na capital baiana, o petista realizou seu último ato de campanha no Nordeste – ele ainda participa de caminhada em São Paulo no sábado, 27. Simpatizantes de Haddad, entre eles militantes do PT, PCdoB, PSB, PSOL, PDT, PSTU, CUT, CTB, organizações do movimento negro, da comunidade LGBTQI+, lotaram a orla marítima de Salvador na tarde e na noite desta sexta-feira. O evento, batizado de ‘Caminhada da Virada, pela Paz e pela Democracia’, percorreu o circuito inverso do Carnaval, entre Ondina e o Farol da Barra, um dos principais pontos turísticos locais.

A organização estimou o público em mais de 100 mil pessoas – a Polícia Militar não divulgou contagem dos presentes. A multidão ocupou todas as faixas da via que corta a orla da capital baiana.

Ônibus e vans com militantes, que chegaram à Ondina no final da tarde, ajudaram a encher o último ato político do petista no Nordeste. O evento também recebeu muitos eleitores não petistas vestindo camisas com frases como “Em defesa da democracia, voto até no PT”.

Aos gritos de “Brasil pra frente, Haddad presidente” e “Ô, vamos virar ê ô”, o presidenciável petista desfilou em cima de uma caminhonete, próximo ao público, ao lado da esposa, Ana Estela, da presidente do PT Gleisi Hoffmann, de um dos vice-presidentes da legenda, Márcio Macedo, do governador reeleito da Bahia, Rui Costa, e do ex-ministro, ex-governador da Bahia e senador eleito nas eleições 2018 Jaques Wagner.

Com uma bandeira do Brasil a tira-colo, que balançava o tempo inteiro, e sem poder discursar, já que a legislação eleitoral veda falas públicas de candidatos 48h antes do pleito, Haddad tirou selfies, abraçou e beijou militantes e eleitores. Também ensaiou dancinhas no ritmo de jingles de campanha e puxou coros em crítica ao seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), que lidera as pesquisas.

“Ô, Bolsonaro arregou”, puxou, em certo momento, dando a senha para a gritaria da multidão. O grito de ‘Ele não’, que marcou manifestação de mulheres contra Bolsonaro no primeiro turno, foi substituído por gritos de ‘Haddad sim’, repetido durante a caminhada.

‘Está tendo uma grande reviravolta nessa eleição’, diz petista

“Na verdade, está tendo uma grande reviravolta nessa eleição”, afirmou Haddad a jornalistas antes de subir no carro em que percorreu o caminho até o Farol da Barra. “Começou na verdade por São Paulo, minha cidade, cidade que eu governei. Isso está acontecendo em todas as capitais e tenho certeza que vamos chegar à vitória no domingo”, disse o petista, chamando Bolsonaro de “atraso”, “frouxo” e “mentiroso”.

Ele ainda comentou o crescimento dele nas pesquisas. “O nosso crescimento tem duas razões. Primeiro, o povo descobriu que ele mente. Depois, descobriu que ele foge. Ninguém gosta de homem frouxo e mentiroso. As pessoas querem evitar o pior, que é a eleição de uma pessoa que enaltece ditador, desrespeita nordestino, desrespeita as mulheres e os negros desse País”, afirmou o candidato do PT ao Palácio do Planalto.

Haddad criticou também a ausência de Bolsonaro nos debates. Nesta sexta-feira, um encontro entre os dois aconteceria na TV Globo, mas foi cancelado porque o capitão da reserva recusou-se a participar alegando que foi ameaçado de um novo atentado.

“Acho triste que meu adversário tenha se recusado a participar do debate de hoje a noite na Rede Globo, foi um grande desrespeito ao povo brasileiro, isso nunca aconteceu num segundo turno. Eu espero que o povo brasileiro se faça respeitar contra uma pessoa que desrespeitou a democracia e o confronto de ideias. A gente quer é que os argumentos possam ser apresentados e as pessoas possam, de livre e espontânea vontade, julgar qual o melhor projeto para o País. Na base da violência, não vamos chegar a lugar nenhum”, disse.

ESTADÃO CONTEÚDO

Opinião dos leitores

  1. Já os BOLSONARIANOS acha que domingo dia 28 as 17 horas, nós vamos com certeza cravar 61% . É o que o Paraná pesquisa tá dizendo. Foi o instituto que acertou no primeiro turno e vem acertando desde a eleição presidencial passada. O PT já admite a derrota, agora tá querendo perder a baixo de 10% chamando isso de vitoria politica. Só que não vai ser assim, é de lapada mesmo.

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Política

Polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em comitês de Carlos Eduardo e do PSL em Natal

Por determinação da Justiça Eleitoral, policiais cumpriram no início da noite desta sexta-feira (26) mandados de busca e apreensão nos comitês de campanha de Carlos Eduardo Alves e do PSL em Natal. Ao todo, cinco locais foram alvos da determinação judicial.

O objetivo era apreender todo o material de campanha ilegal que vinha sendo distribuído com mentiras acerca da candidata Fátima Bezerra, ao Governo do Estado. Ao determinar a busca e apreensão, o juiz Ricardo Tinoco de Góes reforçou que ele contém “afirmações inverídicas” e que descumpre o que determina a lei.

“Decerto, verifica-se que o material gráfico, na configuração em que é apresentado, além de descumprir determinação judicial, carrega o potencial de confundir o eleitorado ao divulgar afirmações sabidamente inverídicas em relação à candidatura de Fátima”, disse.

O Blog não conseguiu confirmar se nas buscas realizadas pela polícia militar com os oficiais de justiças foram encontrados materiais irregular.

O PSL também soltou nota dizendo que todo material irregular já tinha sido recolhido e retirado de circulação.

Opinião dos leitores

  1. Sessenta anos que essas famílias domina o RN, o vejo o RN quebrado, olho vejo a Paraíba dando um exemplo de administração meu povo temos mudar se você gosta do nosso RN vamos mudar eu voto na Fátima por que quero mudança se o Robinson estivesse no segundo turno contra os Alves e Rosado votaria nele, eu não voto em partido eu quero e varer do RN essas famílias .

    1. Marquinhos chora não BEBÉ a burrinha da felicidade nunca se atrasa aparti de amanhã o brasil vai ser melhor pra todo mundo, portanto vote 17

  2. Ontem os verdadeiros fascistas amanheceram nas principais paradas de ônibus distribuindo um jornalzinho pouco democrático. Dá capa a o último ponto, um verdadeiro fake news e uma apologia ao crime do colarinho branco. Quem idólatra corrupto é fascista!

    1. Vocês deveriam virar o disco, quem não é do PT ou outros partidos de esquerda e facista. Então quem não for de esquerda pode chamar os petistas de seguidores de corrupto Lula. Vamos parar com isso é pensar em nosso povo.

  3. A família Alves, como sempre , fazendo política enganando o povo do RN! Por isso q agora todo mundo é Fátima 13!

    1. Os PTralhas são anjos ….o maior roubo da história da humanidade que se tem notícia

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Política

Bolsonaro modera discurso e recua de promessas polêmicas

As mudanças de tom na campanha do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que por vezes tem tentado moderar o discurso radical para conquistar mais seguidores, têm influenciado em suas promessas eleitorais.

O candidato já recuou em diversas propostas que o colocaram no centro de controvérsias desde o início da campanha eleitoral.

Mais recentemente, após reuniões com representantes do agronegócio e da indústria, ele disse que irá repensar sua ideia de unir os Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e os Ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e da Fazenda.

Bolsonaro também disse nesta quinta-feira (25) que não vai tirar o Brasil do Acordo de Paris caso seja eleito. Ele já havia criticado o tratado para conter o aquecimento global e tinha afirmado que poderia deixar o acordo assinado por 195 países.

O candidato também conteve os ímpetos de aliados, que divulgaram planos que repercutiram mal e foram então negados por Bolsonaro.

As ideias do vice, general Hamilton Mourão (PRTB), de convocar uma Constituinte de notáveis e de alterar o 13º salário foram criticados pelo presidenciável, que também colocou panos quentes na ideia do economista Paulo Guedes de criar um novo imposto aos moldes da CPMF.

O VAIVÉM DE BOLSONARO

Fusão de Ministérios
A proposta de reduzir de 29 para 15 pastas incluía a junção dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e dos Ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e da Fazenda. Após pressão de representantes do agronegócio e da indústria, Bolsonaro diz que deve rever as medidas e manter os Ministérios separados

Saída do Acordo de Paris
Depois de dizer que tiraria o Brasil do Acordo de Paris, assinado por 195 países em 2015 com o compromisso de limitar o aquecimento global, Bolsonaro voltou atrás e disse que o Brasil continuará a respeitar o tratado caso tenha garantias de que não será criado um corredor ecológico na Amazônia

Nova CPMF
Reportagem da Folha revelou que o economista Paulo Guedes vinha falando em reuniões fechadas com empresários que pensava em criar um novo imposto aos moldes da CPMF. Bolsonaro, então, disse que não ressuscitaria o imposto e pediu mais discrição a Guedes. O guru econômico do presidenciável então cancelou quase todos os compromissos públicos que havia marcado

Constituição de notáveis
Vice de Bolsonaro, o general Hamilton Mourão (PRTB) defendeu uma nova Constituição feita por notáveis, e não por parlamentares, e referendada por plebiscito. Bolsonaro então desautorizou o general e disse que não convocará nova Constituinte

Direitos trabalhistas
Mourão criticou o 13º salário e o adicional de férias em reuniões, dizendo que são “jabuticabas brasileiras” e “mochilas” nas costas dos empresários. Bolsonaro então afirmou que são direitos garantidos em Constituição e criticou duramente o vice, falando que ele “não apita nada, mas atrapalha muito”

Redução da maioridade penal
Em seu plano de governo, Bolsonaro fala em reduzir a maioridade penal para 16 anos de idade. No entanto, mais recentemente ele tem falado em diminuir para 17 anos, para, segundo ele, diminuir os protestos e fazer uma mudança gradual, que seria complementada pelo próximo mandatário

Ataques ao STF
Bolsonaro defendeu ampliar o número de integrantes do Supremo Tribunal Federal de 11 para 21 para que ele possa nomear, caso eleito, a maioria dos magistrados. Seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, falou em fechar o STF. Mais recentemente, o presidenciável tem argumentado que foram declarações no calor do momento e diz que quer “prestigiar” o STF, “guardião da Constituição”

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Bom mesmo é tentar esconder a bandeira vermelha marcada pela corrupção atrás da pobre e sofrida bandeira do Brasisileira.
    O Brasil não suporta mais ser roubado pelo PT, após 14 anos de fraudes e roubalheiras a população vai dar um basta e mandar todos os corruptos pra cadeia local onde deveriam estar a tempos, não queremos mais políticos sujos e nem imprensa vendida a consciência política nos levará a novos tempos onde esse tipo de sujeira não será admitida é melhor os políticos e "jornalistas" se adaptarem a essa realidade.
    Sim, só pra lembrar "Lula tá preso babaca"

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Política

WhatsApp foi de alternativa a SMS a máquina de fake news

WhatsApp

Quando chegou ao Brasil em 2009, o WhatsApp custava US$ 1 (R$ 3,67) por ano. O aplicativo era uma atraente alternativa ao SMS, que caminhava para o declínio com a popularização do iPhone e seu sistema de torpedos.

Criado como plataforma de interação privada, a ferramenta ganhou novos contornos nas eleições de 2018.

Embora 90% das conversas ainda sejam entre duas pessoas, segundo depôs representante da empresa ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os grupos com lotação máxima de 256 integrantes funcionam como uma máquina de boataria, ódio e desinformação.

Em seus nove anos de operação no Brasil, a reputação do WhatsApp passou por altos e baixo e por tentativas de interceptação da Justiça na investigação de crimes. Foi de mensageiro preferido, o “zap”, a rede vilã das eleições —tudo sem ter escritório ou funcionário algum no país.

Fundada pelo americano Brian Acton e pelo ucraniano Jan Koum, ex-funcionários do Yahoo!, a empresa costumava incomodar as operadoras de telecomunicação no Brasil.

Elas consideravam desleal a existência de “uma operadora sem licença”, como argumentou Amos Genish, presidente da Vivo, em 2015. “Pirataria pura”, disse na época.

O sucesso do aplicativo, usado por cerca 90% das pessoas que têm acesso à internet no país, deve-se em parte à parceria com as mesmas operadoras que o criticavam.

Em vez de manter o embate, as operadoras se aliaram à plataforma e passaram a oferecer planos pré-pagos com  WhatsApp de graça, prática chamada de “zero rating”.

Para alguns especialistas em direito na internet, esse tipo de oferta quebra o princípio de neutralidade da rede. Usuários de planos mais baratos têm seu acesso à web restrito a informações que circulam apenas em aplicativos determinados pelas operadoras.

Há quem discorde e defenda que é melhor acessar o WhatsApp do que nada. E assim o aplicativo começou a chegar de graça a regiões remotas.

“Embora não seja o único fator, a estratégia de pré-instalar o aplicativo em celulares pré-pagos contribuiu para a escala do WhatsApp no Brasil, assim como na Índia, que é o mercado mais importante para eles”, diz Yasodara Córdova, pesquisadora na Digital Harvard Kennedy School.

Brasil e Índia são líderes em usuários do aplicativo, com 120 milhões e 200 milhões de pessoas, respectivamente.

Adquirido pelo Facebook por US$ 19 bilhões (R$ 68,4 bilhões no câmbio de hoje) em fevereiro de 2014, o app cresceu mais rápido do que a própria rede social. Cresceu tanto que seus cofundadores decidiram sair do Facebook por não concordarem com os modelos de monetização.

No mundo, há 1,5 bilhão de usuários ativos que enviam mais de 55 bilhões de mensagens, 4,5 bilhões de fotos e 1 bilhão de vídeos por dia.

Os planos de Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, são ambiciosos, a julgar pelo preço da compra.

Pelo Instagram, grande gerador de receita, ele pagou muito menos em 2012, US$ 2 bilhões (R$ 7,2 bilhões).

Como é comum em conglomerados de tecnologia, um dos motivos da aquisição foi a diversificação dos negócios.

O Facebook tem aplicativo de compartilhamento de fotos, empresa de realidade virtual e planeja comprar uma de cibersegurança. Com o WhatsApp, amplia sua imensa base de usuários e pode usufruir de informações como telefones, nomes e contatos —falando apenas das que estão explícitas na política de privacidade.

Além disso, há uma série de projetos de monetização como possível inclusão de anúncios, o crescimento do WhastApp Business (dedicada a negócios) e a implementação de um sistema de pagamentos, o WhatsApp Payments.

Ao longo dos anos, o WhatsApp implementou áudio, a função Status (uma cópia do Snapchat), chamadas de voz, chamadas em grupo e compartilhamento de localização.

Mas a habilidade de resolver conflitos em países que não os Estados Unidos não acompanhou essa evolução.

No Brasil, o serviço foi alvo de quatro bloqueios da Justiça, em 2015 e 2016, em decorrência da negativa da empresa em fornecer informações das conversas de seus usuários para investigações ou da falta de provas de que não conseguiria fazer a interceptação.

A atitude do WhatsApp, que respondia às autoridades brasileiras em inglês, contribuiu para a antipatia de juízes.

“O WhatsApp não tinha representante comercial e administrativo no Brasil. Embora pertença ao Facebook, era o mesmo que solicitar ao Burger King informações da Heinz”, diz Marcelo Crespo, advogado de direito digital da Peck Advogados.

As ordens de suspensão foram criticadas por entidades de defesa de usuários na internet e pela sociedade civil.

O entendimento predominante era que os bloqueios eram desproporcionais e feriam o Marco Civil da Internet —interpretação contrária à dos juízes em questão.

O WhatsApp no Brasil já não era só uma ferramenta social, mas comercial e usada inclusive por governos.

Os competidores, como Telegram e Signal, registram picos de adesão no Brasil somente quando o WhatsApp enfrenta alguma crise.

Em um dos bloqueios, o russo Telegram ganhou mais de 2.000 usuários brasileiros em 20 horas. No entanto, o competidor expressivo é só o Facebook Messenger, do mesmo grupo.

Depois dos bloqueios, o WhatsApp implementou a criptografia de ponta a ponta nas conversas, técnica de segurança que restringe o acesso à mensagem apenas ao remetente e ao destinatário.

Menos de um mês depois do anúncio, a polícia prendeu por um dia o vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Jordem Dzodan, em São Paulo, alegando que ele não colaborou com provas para uma investigação sobre crime organizado.

Aos poucos, o aplicativo melhorou sua relação com autoridades brasileiras. Participou de reuniões para explicar o funcionamento da criptografia, abriu-se ao diálogo para mitigar problemas nas eleições de 2018 e contratou um escritório de advocacia e uma assessoria de comunicação externas no Brasil.

Apesar do diálogo com o TSE, o esforço dos setores público e privado foi insuficiente para evitar a propaganda e da contrapropaganda digital. O WhatsApp foi central na corrida eleitoral e mudou a forma de fazer campanha.

Além da disseminação de notícias falsas, empresas usaram a plataforma para fazer disparos de mensagens em massa contra o PTcom bases de dados compradas, como noticiou a Folha —o que é ilegal pela legislação eleitoral.

“O Twitter já foi considerado um vilão e hoje é usado como uma das principais plataformas para a discussão eleitoral. É a onda de popularidade. Ao TSE, o WhatsApp disse que 40 representações políticas lidavam com notícias falsas, o que é antagônico à percepção generalizada de que tudo é fake news”, diz André Giacchetta, advogado do escritório Pinheiro Neto.

Alguns pesquisadores e a ONG Safernet propuseram mudanças à plataforma. Solicitaram que ela adotasse medidas como fez na Índia, onde os grupos só podem ter cinco pessoas. A empresa, entretanto, afirmou que a atualização levaria meses e que os resultados não seriam vistos a tempo desta eleição.

As ações se mostraram tardias. “A pressão chegou tarde, e ninguém anteviu a dimensão do problema.

Vimos cenários semelhantes, mas estamos nos dando conta do efeito disso agora”, diz Jacqueline Abreu, pesquisadora da USP e advogada especialista em tecnologia.

Apesar de o WhatsApp argumentar que tomou medidas para as eleições, como diminuir o número de mensagens que podem ser encaminhadas, especialistas lembram que o aplicativo aumenta, de forma gradativa, o número de pessoas permitidas em grupo desde 2016: de 50 a 100 e a 250.

Mesmo depois das eleições americanas de 2016, quando o Facebook se tornou o pivô de uma crise de desinformação com possível influência russa —o que é alvo de investigação—, o WhatsApp implementou o convite de link para grupos, uma função que compromete a privacidade das pessoas ao deixar seus números expostos na internet.

“Com um número de telefone no Brasil, você pode fazer muita coisa. Se fosse na Europa, a empresa tomaria uma multa do tamanho do Brasil”, diz Yasodara.

Para o WhatsApp, antes de ser um mercado recompensador, o Brasil é um laboratório para testes de políticas e tecnologias do Facebook, que raramente prevê os estragos.

FOLHAPRESS

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Política

Freitas Júnior nega tumulto na Rede e fala em vencer oligarquias

O candidato que disputou o governo do RN pela Rede, Freitas Júnior, emitiu nota em que negou ingerências dentro do partido.

Confira:

NOTA A SOCIEDADE

Sobre a notícia de um suposto “manifesto público da REDE”:

Primeiro é preciso esclarecer que a REDE não teve qualquer reunião do Elo (diretório), do qual sou porta-voz (presidente), para deliberar sobre qualquer assunto.

Sobre a candidatura de Styvenson trabalhei desde o início para a viabilizá-la pela REDE por entender a importância da oxigenação e renovação da política, inclusive derrotando as oligarquias que estavam a 73 anos no senado, estratégia que se provou correta. Um grupo da REDE criou uma guerra de narrativas na imprensa numa investida dentro do partido, posição que embora estivesse na delicada situação de candidato e não podendo ficar a disposição de agendas partidárias, que me posicionei contrário por entender que favoreceria um candidato das oligarquias e em nada ajudaria o Rio Grande do Norte.

Quem presenciou meu encontro com o senador Styvenson e nossos apoiadores em Caicó, em almoço alguns dias antes das eleições, pode ver que como sempre nos tratamos com todo diálogo, hombridade e respeito. Sendo a única pessoa na REDE com tal relação.

Novamente as mesmas pessoas tentaram evitar o apoio a Fátima, o que favoreceria novamente o candidato das oligarquias, sequestram nossa página e publicam documento em nome do elo (diretório) que legalmente somente os porta-vozes e/ou a Comissão Executiva Estadual possui atribuição de convocar, coincidentemente após a REDE aprovar resolução nacional visando expulsar todos os filiados/as que não estejam de acordo com a orientação partidária. Ou seja, continuam novamente utilizando de subterfúgios reptícios evitando o debate interno para a guerra virtual e o fakenews.

Por fim reafirmo minha gratidão a Marina pela bela campanha, 1% é o retrato do momento e não representa a grandeza da figura que ela é, também reafirmo minha gratidão a Napoleão pela luta travada e a todos os candidatos/as e eleitores/as que de forma digna e honrada confiaram nas nossas propostas.

Domingo venceremos as oligarquias, o ódio e mentira!

Freitas Júnior
Porta-voz estadual da Rede Sustententabilidade do Rio Grande do Norte, dirigente nacional e ex-candidato a governador.

Opinião dos leitores

  1. Votei neste cidadão pensando em uma mudança, fiquei muito triste ao ver uma foto dele ao lado de Fatão ainda no domingo dia 7. É o tipo que nunca chegará lá, mal passou o pleito ja mudou de lado, abandonou tudo e passou a para o lado da candidata do PT. Infelizmente votei em um candidato que jamais irá me representar.

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Televisão

Daliana Cascudo, neta de Câmara Cascudo, é a entrevistada do Cara a Cara com BG deste sábado

A psicóloga Daliana Cascudo, neta do folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo, é a convidada deste sábado do programa Cara a Cara com BG. Um bate-papo saudoso sobre a convivência com um dos maiores antropólogos e historiadores do Brasil. ➡ Cara a Cara com BG, neste sábado, às 18h50, e reprise aos domingos, às 9h, na Band Natal, canais: 3.1 na TV aberta; 16 Cabo Natal; e 522 na Net Digital.

Opinião dos leitores

  1. Daliana é gente do bem, é quem cuida com muito carinho o maior acervo da cultura, da história e do folclore brasileiro deixado pelo Mestre Câmara Cascudo a quem sou fã desde do meu tempo de estudante vindo do interior morar na casa do estudante.
    Parabéns Daliana e meus aplausos para o Instituto LUDOVICUS.

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Economia

Dólar encerra semana em queda cotado a R$ 3,65

O dólar fechou a semana em queda de 1,39% cotado a R$ 3,6518 para venda. A moeda norte-americana manteve a mesma tendência de baixa registrada ontem, quando encerrou o pregão em queda de 1,15% após dois dias seguidos em alta.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), encerrou esta sexta-feira em alta de 1,95%, com 86.719 pontos. O último pregão da semana fechou com valorização das ações das empresas de grande porte, chamadas de blue chips. Petrobras encerrou com alta de 4,76%, Vale teve crescimento de 1,54%, Itaú se valorizou 1,33% e Bradesco, alta de 1,19%. O índice B3 segue positivo no acumulado de outubro, com valorização até hoje de 8%.

Opinião dos leitores

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Economia

Não há ajuste fiscal sem reforma da Previdência, diz secretário

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Qualquer ajuste nas contas públicas requer a aprovação de alguma reforma da Previdência Social, disse hoje (26) o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida. Ao comentar o resultado das contas do Governo Central em setembro, ele defendeu a prioridade na discussão da proposta em tramitação no Congresso para que outros pontos possam ser discutidos depois.

“Há alguma chance de ajuste fiscal no Brasil sem a reforma da Previdência? Não. A tendência das contas da União e dos estados é piorar se não tiver nenhuma reforma”, disse Almeida. “A atual proposta introduz idade mínima, cronograma de transição e regras para acúmulo de pensões que são medidas importantes para conter o crescimento dos gastos com a Previdência”.

Segundo o secretário, uma eventual reforma complementar que introduza a capitalização na Previdência Social é viável, desde que haja uma transição gradual. “Se for implementar [a capitalização] imediatamente, haverá um custo de transição que aumentaria a gravidade das contas fiscais. Isso traz, de fato, um custo brutal, mas, pelas propostas que tenho visto de vários economistas, muitos não ligados a campanhas eleitorais, preveem algo gradual que começará daqui a 10, 15 ou 20 anos”, disse.

No sistema atual de Previdência Social, o pagamento dos benefícios baseia-se no regime de repartição, onde os trabalhadores da ativa contribuem para a Previdência pagar as aposentadorias, auxílios e pensões atuais. No regime de capitalização, o trabalhador contribui durante a idade ativa para uma poupança individual, que financiará a aposentadoria de cada beneficiário no futuro.

No caso de uma mudança de sistema, o Tesouro Nacional teria de complementar o pagamento das aposentadorias do regime de repartição, que deixariam de receber as contribuições dos trabalhadores atuais.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. tá aí como deveria ter sido sempre a aposentadoria. Destaco a frase do texto acima: "No regime de capitalização, o trabalhador contribui durante a idade ativa para uma poupança individual, que financiará a aposentadoria de cada beneficiário no futuro." Tá na hora de ser assim e logo. Nada mais justo que na aposentadoria o cara receber aquilo que ele passou a vida juntando. Injusto é como é hoje. Os que ja estao aposentados recebendo bem mais do que os que ainda vao se aposentar e o pior usando o dinheiro dos que contribuem e ainda nao sao aposentados.

  2. Não tem né seu FDP, porque não cortam mordomias como: passagens aéreas, cartão corporativo, auxilio moradia, cargos comissionados, gratificaçoes, reformas de gabinetes, mudança e carros de representação, extrapolam tetos, número de senadores, deputados, vereadores, municipios ineficiêntes. Se intervissem nesses descalabro, não necessitariam mexer com salários e benefícios de quem já está realmente sacrificado.

    1. Interessante que não vi essa reação quando da reforma trabalhista que lascou o trabalhador. Creio que deva ser empresário.

    2. Não precisa ser empresário, basta usar o juízo. A vida inteira é de sacrifício para o trabalhador, seja na ativa ou aposentado. Agora se resolvessem realizar esses cortes propostos pelo Roger,com certeza a distribuição salarial seria bem mais equitativa, do contrário ficaremos sempre na lesma lerda, e eles sorrindo e cantando da nossa idiotisse.

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