Há pouco mais de um mês no cargo de presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, ex-diretor financeiro da estatal, assumiu o comando com a missão de pisar no acelerador e entregar ao mercado, ainda neste ano, os compromissos de venda de ativos e redução de dívidas. Ao mesmo tempo, o executivo tem pela frente um debate caloroso em torno da política de preços dos combustíveis, que após um ano de reajustes diários serviu de pano de fundo para a greve dos caminhoneiros, em maio, e levou à saída o então presidente, Pedro Parente. Monteiro afirma que a empresa reconhece o impacto que tem sobre a sociedade e que está aberta ao debate, mas alerta: a artificialidade dos preços é incompatível com a missão da empresa de desenvolver o pré-sal. “A Petrobras tem um impacto muito grande para a economia como um todo e tem de estar aberta a ouvir a sociedade. Mas não vamos abrir mão de ter uma política comercial realista”, disse. A seguir, os principais trechos da entrevista concedida ao Valor na sede da empresa.
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