Os senadores paranaenses Gleisi Hoffmann (PT) e Alvaro Dias (PODE) trocaram farpas em entrevistas na manhã desta sexta-feira (24) em frente à Polícia Federal (PF), em Curitiba. O candidato à Presidência declarou que os índices do candidato petista à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato, nas pesquisas eleitorais se parecem com “apologia ao crime”. A petista rebateu dizendo que o companheiro de Senado não entende o recado do povo e “está do lado errado da história”.
Dias esteve reunido pela manhã com dirigentes da PF um pouco antes de Gleisi, que foi visitar Lula. “Há pessoas que aqui comparecem para visitar o político preso, portanto a pessoa errada, eu vim na instituição certa para assumir um compromisso com o Brasil: fazer da Operação Lava Jato política de Estado no combate a corrupção”, declarou o candidato do Podemos na saída.
Dentre as propostas que enumerou para a Polícia Federal está a “autonomia plena para exercício da sua atividade com eficácia, com orçamento próprio e com liberdade para realizar as operações, sem interferência política”. Dias também afirmou que, se eleito, acolherá as propostas do Ministério Público Federal de combate a corrupção.
Questionado sobre os altos índices que Lula tem alcançado nas pesquisas eleitorais, o senador afirmou que esse resultado “não se consumará nas urnas”. “Ele não é um preso político, mas um político preso, esse já seria motivo para rejeição alta e absoluta, porque esse não é um país de ladrões. Esses índices até se parecem com apologia ao crime e revelam a indiferença da vítima diante do seu algoz. […] Chegará o momento da reflexão, da inteligência e da lucidez e as pessoas entenderão que é preciso fazer muito pelo país, mas fazer sem roubar”, disse.
Pouco depois, Gleisi confrontou as afirmações de Dias. “Ele está desautorizando o povo? O povo está fazendo apologia ao crime? Ele tem que explicar os índices de voto dele. Ele não consegue estar na frente no Paraná. O ‘presidente’ Lula é quem está na frente. Quem não está entendendo o recado popular é o Alvaro Dias. Ele está do lado errado da história”, disse.
A presidente do PT afirmou ainda que Lula, condenado em segunda instância na Lava Jato e preso na Superintendência da PF desde abril, requereu o direito de votar nestas eleições, caso ainda esteja preso até outubro. Também disse que o político estará estrelando o programa eleitoral petista a partir de 1º de setembro. “Levará uma mensagem ao povo brasileiro”, disse.
Como nordestino,anseio pela chegada da civilização a nossa imensa aldeia, quem sabe assim essa massa se brocoiós năo aprende a votar em quem não rouba.
Com o judiciário parcial, passional e partidário que temos, além de verdadeiros absurdos como o famigerado e imoral "Auxílio Moradia" para quem possui residência fixa própria e já ganha muito acima de todas as categorias, tendo ainda privilégios inigualáveis em relação aos demais mortais; a realidade é que temos muita gente presa que deveria está solta, e muita gente solta que deveria está presa.
Os exemplos mais clássicos e conhecidos são os de Lula e Aécio , ou Mic$ell Temer.
Henrique Alves e a mulher de Cunha deveriam está soltos ou presos?
Porém, na velocidade de andamento dos processos e na interpretação dos fatos com ou sem provas concretas cabais, é que os esquemas do sistema se expressam, sendo rápidos e rigorosos ao extrema com uns, e lentos e flexíveis com outros.
A Santa Prescrição, com o arquivamento de processos que ficam anos engavetados, tem livrado a cara de centenas de políticos corruptos e Gilmar Mendes, o Santo protetor dos Tucanos tem livrado o resto.
Quem pode dizer que temos uma justiça completamente isenta nesse país?
Não Álvaro, é lembrança do povo pobre do melhor período pra vida deles de todos os tempos.
E o Nordeste foi a região que mais cresceu e se desenvolveu.
Nada e nem ninguém consegue apagar essa memória.
O ideal para o país seria o misto de Bolsonaro/Amoedo/Álvaro Dias, o país teria uma redução das inconcebíveis mordomias públicas, avanços nos mecanismos macro econômicos, mais rigidez na aplicação das leis combinado com respostas efetivas no combate a violência e mudanças nas diretrizes filosóficas da educação, hoje tão ineficazes. Esses fatores são os que mais comprometem o desenvolvimento do país.
Os bicudos estão tentando se beijar mas não estão conseguindo no palanque do candidato do PDT ao governo do Estado, Carlos Eduardo Alves.
As vontades e projetos não estão se acomodando. As promessas dadas, não estão sendo cumpridas.
A maior expressão desse problema é o senadorável Antônio Jácome.
De acordo com os relatos de quem frequenta a cozinha da campanha de Carlos Eduardo, Jácome já ameaçou retirar sua candidatura, por se sentir, digamos, ‘candidato laranja’.
Ao tomar conhecimento que há esforços dentro do palanque para apoiar outras postulações ao Senado, Jácome se exasperou.
Questiona-se por que Carlos Eduardo não age para solucionar os conflitos.
Sentindo-se usado, Jácome, que abriu mão de uma reeleição fácil em nome de um projeto ousado, agora se vê abandonado pelos aliados.
Nem o desempenho do senador nas pesquisas, que vem subindo, tem sido suficiente para os aliados demonstrarem união ao seu projeto.
Do jeito que está, o beijo dos bicudos tende a mudar para outro ditado popular, o do abraço dos afogados.
Kkkkkk o Jaba prometido de 7 dígitos não chegou O prefeito cabeção já não cumpria promessas como prefeito imagina agora sem a máquina na mão ! O Crente vai ficar só chupando dedo kkkkk
É muito bem empregado. Quem mandou ser insaciável, a pança desses políticos nunca enche, que de todas as formas da política uma profissão. Muito bom, é mais um profissional fora.
Alguns amigos de Jácome aconselhe ele sair dessa barca furada há tempo de poder registrar a candidatura dele a deputado federal, porque pra senador já tá visto que nessa chapa ele não tem a mínima chance de se eleger, então os amigos aconselhe enquanto há tempo.
Os sete militantes de movimentos sociais que faziam greve de fome pela liberdade de Lula anunciam hoje o fim do protesto.
Depois de 26 dias sem comer –alguns já se mostravam debilitados–, uma das grevistas chegou a ir para o hospital. Nesse período, eles foram recebidos pessoalmente por dois ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski e Rosa Weber. Foram atendidos também nos gabinetes de Luís Roberto Barroso e de Gilmar Mendes.
Os grevistas, que na sexta (24) receberam uma carta de agradecimento de Lula, acreditam que seus objetivos foram cumpridos: denunciar o “golpe”, como se referem ao impeachment de Dilma Rousseff, e a prisão do ex-presidente, que dizem ter ocorrido sem provas.
Confira a carta na íntegra
MANIFESTO DA GREVE DE FOME POR JUSTIÇA NO STF À MILITÂNCIA POPULAR E AO POVO BRASILEIRO
No dia 31 de julho, iniciamos a Greve de Fome por Justiça no STF –Supremo Tribunal Federal, com um manifesto à sociedade que foi protocolado no próprio STF, num ato político que resultou em repressão absurda e descabida aos militantes grevistas. Mas não conseguiram calar as nossas vozes: resistimos e ainda mais fortes e indignados, deflagramos o processo da greve de fome.
Nosso objetivo com a greve é contribuir na luta pelo enfrentamento ao golpe que sob o contexto de crise profunda do capital, amplia os processos de exploração do trabalho e dos nossos bens naturais, causando aumento da desigualdade, da fome, da miséria, do desemprego e da violência social. A greve de fome luta por soberania popular, pelo controle de nossos bens estratégicos do petróleo e da energia, pelo direito do povo de participar do poder e decidir os rumos do país. Por isso lutamos pela libertação do presidente Lula, que está encarcerado desde o dia 7 de abril, sem crime e sem prova. Portanto Lula é inocente e sua prisão tem caráter político.
Denunciamos com a greve de fome a ditadura do judiciário, principalmente do STF que de forma arbitrária tomou o lugar do povo, rasgando a Constituição brasileira e fragilizando ainda mais a democracia, construída na dura disputa da luta de classes.
Sabemos que a greve de fome é um ato extremo, mas o praticamos de forma consciente, inspirados na revolucionária resistência ativa, historicamente forjada pelos povos que não baixaram a cabeça diante das elites dominantes.
E após 26 dias de Greve de Fome, decidimos por sua suspensão, por entender que ela cumpriu com seu sentido provocador dos objetivos que propusemos desde o início desta ação politica. Nos sentimos vitoriosos, pois assim se sentem os povos que lutam e tivemos acúmulos importantes para o conjunto da luta popular.
Conhecemos melhor quem são os chamados operadores do direito, ministros e asseclas do poder judiciário. Vimos como se movem por um teatro fantasioso, guiados pela mídia burguesa, com pouca sensibilidade pelo povo, e nenhum respeito pela constituição. Como opera o governo dos golpistas, seus interesses explícitos de estar a serviço do capital estrangeiro, das empresas transnacionais, dos bancos e do seu próprio bolso.
Conhecemos melhor como funciona a mídia burguesa, mentirosa, que se pauta apenas pelos interesses de seus patrões e da manutenção do poder aos privilegiados. Como age o poder legislativo, peça fundamental do golpe e seu total distanciamento dos problemas reais do povo.
Nestes 26 dias de greve, ocupamos o STF com nossos atos políticos e inter-religiosos, através de audiências com diversos ministros, pautando a necessidade de votar as ADCs – Ações Declaratórias de Constitucionalidade, assegurando a presunção de inocência.
Denunciamos o não cumprimento da Resolução da Comissão de Direitos Humanos da ONU pelo Brasil, que determina o direito de Lula ser candidato nas eleições de 2018.
Seguimos firmes na luta e dispostos a contribuir com as tarefas históricas e os desafios que estão colocados para os movimentos e organizações do campo popular. Lutaremos de forma incansável pelo respeito à justiça, garantindo Lula Livre e pelo seu direito de disputar as eleições. Pela construção soberana de um Projeto Popular para o Brasil.
Nossas principais tarefas políticas são trabalho de base, formação política e retomada das lutas da massa. Precisamos ouvir o povo, estar inserido na sua luta cotidiana de resistência e provocar processos de lutas contundentes. As formas de trabalho de base são variadas, e devem envolver as visitas nas casas, as reuniões de pequenos grupos, assembleias populares, a construção dos Congressos do Povo e da Frente Brasil Popular.
Devemos travar a batalha das ideias na disputa da comunicação popular, enfrentando o poder ideológico da grande mídia.
Teremos ainda muitas batalhas coletivas pela frente, mas temos a certeza que “se calarmos, as pedras gritarão!” Nosso desafio é que a luta atual, se transforme em força social capaz de virar o mundo e destruir privilégios. Não pagaremos a conta do fracasso desse modelo de sociedade. Por isso a luta vale a pena e a vida vale a luta! Essa luta é nossa! Essa luta é do povo!!
Esses sem futuro desses grevistas deviam ter continuado a greve de fome, pois só assim quando lula saísse da cadeia iria visitamos no cemitério. Pense num mangote de imbecis.
Mas já. Homi só faltavam 11 anos para luladrão ser solto, logicamente, fora os outros 200 anos que o bandido luladrão vai pegar nos outros 6 processos.??
Se esse pessoal do PT acha que foi um GOPI em Dilma porque não lançaram ela para presidente nessas eleições? O PT também queria se livrar da Presidenta? kkkkkkkkk
Que greve de fome é essa, tão todos mais gordos do que quando entraram na greve. Mesma filosofia de lula, enganar, mentir, deturpar, zombar. São uns pilantras, isso sim!
Palhaçada. Esses baitolas, tem peito pra fazer greve de fome coisa nenhuma. Só acredito se passar os 12 anos sem comer. Igual ele deixou o país todinho, passando fome.
ACABOU? QUE PENA NÃO MORREU NINGUÉM, TEVE GREVE MESMO OU FOI MAIS UM TEATRO DOS MILITONTOS. RECEBERAM QUANTO? O DINHEIRO DA PETROBRAS ESTAR RENDENDO AINDA
CHEGA A SER UMA PIADA FAZER GREVE DE FOME POR CAUSA DE UM BANDIDO CONDENADO
Kkkkkkkkkkkkk, poderia fazer greve de fome quando Lula deixou as facções CV e PCC se ramificarem no Brasil, ao mesmo tempo que abandonou a educação básica deixando os adolescentes fortalecer o exército das facções.
A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, afirmou a jornalistas na tarde desta sexta-feira (24), em Curitiba (PR), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso na Superintendência da Polícia Federal desde abril, requereu o direito de votar nestas eleições, caso ainda esteja preso até outubro.
Gleisi também afirmou que Lula entende que as pesquisas eleitorais mostram a confiança popular nele e no PT e que continuará firme da disputa até o final. Segundo ela, o petista afirmou que no dia 1° de setembro estará no programa eleitoral com uma mensagem ao povo brasileiro.
A senadora falou, ainda, sobre convite feito ao presidente do PSB, Carlos Siqueira, para que o partido ajude na coordenação da campanha de Lula. De acordo com ela, Siqueira ficou de consultar a direção da legenda para checar se o PSB tem interesse em participar e indicar um nome.
Mais cedo, o senador Alvaro Dias (Podemos) também esteve na Polícia Federal para uma audiência e disse a jornalistas que Lula não é um preso político, mas um político preso. Ele afirmou que os índices de voto no ex-presidente se parecem com uma “apologia ao crime”.
Questionada sobre a fala do senador, Gleisi ressaltou a modesta intenção de voto em Dias, que alcançou 3% na última pesquisa Datafolha. “Ele que tem que explicar o índice de voto dele. Não consegue estar na frente no Paraná, o presidente Lula está na frente dele. Quem não está entendendo o recado popular é o Alvaro Dias. Ele está do lado errado da história”, disse.
Se sua vida tá ruim, não queira destruir a vida de todos os potiguares.
Fatão não. Chega de analfabetismo político.
Lembrando que o prazo de votar fora do domicilio eleitoral acabou quinta feira! mais uma palhaçada em vista. ou terá urna na sede da Policia Federal! e quem é inteligível vota onde?
Lula também frequentava os melhores hotéis e degustava os melhores vinhos, já bebum destilação o falso veneno sobre as zelites, e ao mesmo tempo usufruindo das benesses da corrupção e do desvio de dinheiro público praticado por essa mesmas zelites. Bandido!
Deixa de falar da alheia vá trabalhar,,,,,inveja mata.
O Luladrão quer isso, quer aquilo, quer aquilo outro, mas temos leis que proíbem um ficha suja e condenado em 2ª instância de ser votado e votar. Ele tem o dever de cumprir a pena dele.
Candidato do PSL ao Palácio do Planalto, o deputado federal Jair Bolsonaro declarou nesta sexta-feira (24) que o Brasil poderia procurar a ONU (Organização das Nações Unidas) para criar campos de refugiados no país, perto da fronteira, e abrigar venezuelanos.
Isso porque, segundo ele, o problema da crise migratória não pode ficar sob a responsabilidade do governo de Roraima, estado brasileiro que mais recebe pessoas que deixaram o país vizinho.
“Eu sou humano, eu respeito os direitos humanos de quem está numa situação crítica, como eles estão, mas não podemos deixar nas mãos do governo de Roraima resolver esse problema”, disse Bolsonaro.
O presidenciável já havia aventado a ideia em entrevista concedida em março ao jornal “O Estado de São Paulo”, mas falou hoje pela primeira vez na eventual participação da Nações Unidas, durante entrevista coletiva em São José do Rio Preto (SP). Ele está em campanha pelo interior de São Paulo.
A declaração ocorre quase uma semana antes de ele ter dito que, se for eleito, o Brasil sairá da ONU, que “não serve para nada”. Dias depois, ele disse ter cometido um ato falho e que se referia ao Conselho de Direitos Humanos da entidade.
Bolsonaro também aproveitou para criticar a atual lei de migração, cujo autor foi o senador licenciado e ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB).
“O Brasil não pode ser um país de fronteiras abertas. A questão de acolhimento de venezuelanos é uma coisa. Acredito que você poderia buscar a ONU para que crie campos de refugiados para atenuar esse problema deles e da população, não só de Boa Vista como de Pacaraima (RR)”, explicou.
Na semana passada, houve conflitos entre brasileiros e venezuelanos em Pacaraima, com pedradas, ataques com bombas de gás improvisadas, incineração de pertences de refugiados e vandalização de carros dos moradores locais.
“Não acho que deve haver nada de violência lá, mas foi uma reação do povo. E o governo continua de costas para esse problema”, comentou o presidenciável. “O venezuelano não está saindo de lá porque quer, está fugindo da fome e da ditadura”, completou.
Para ele, o Brasil não pode “continuar flertando com o perigo”. “Não podemos deixar que o Brasil cada vez mais se aproxime do regime que existe na Venezuela”, disse. O candidato afirmou ainda que esteve duas vezes em Roraima nos últimos dois anos.
“Comuniquei na época ao ministro da Saúde os problemas que eles enfrentavam lá e conversei com algumas pessoas do que realmente deveria ser feito. Não fizeram nada e chega um ponto em que explodiu essa situação lá”, declarou Bolsonaro.
Campo de refugiados presidiário luladrão, seria adequado, já que ele fez várias campanhas pra eleger chaves e o maduro na Venezuela. Eles eram a irmandade pela revolução bolivariana. Taí o resultado, no Brasil desemprego e miséria, na Venezuela caos generalizado!
Apesar de estar patinando nas pesquisas, Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB, mostra otimismo com a vitória nas eleições.
“Temos 27 milhões de pessoas sem trabalho e contas públicas destruídas. Quero ser presidente para corrigir os erros e recuperar a confiança no país. Sabemos como fazer”, afirmou em sua conta no Twitter.
O candidato tucano ainda externou um grande otimismo. “Vamos ganhar a eleição e o Brasil vai voltar a crescer, com empregos e oportunidades para todos!”
Temos 27 milhões de pessoas sem trabalho e contas públicas destruídas. Quero ser presidente para corrigir os erros e recuperar a confiança no país. Sabemos como fazer. Vamos ganhar a eleição e o Brasil vai voltar a crescer, com empregos e oportunidades para todos!
A pauta feminina passou a ser predominante na agenda imediata e nas redes sociais de Marina Silva, candidata da Rede à Presidência nas eleições 2018. Única representante das mulheres entre os principais candidatos ao Palácio do Planalto, Marina intensificou a abordagem desses temas após o último debate entre os presidenciáveis na TV, quando confrontou Jair Bolsonaro (PSL).
Durante a primeira semana da campanha eleitoral, a candidata participou de eventos em que mulheres estão presentes ou tornam-se o foco de sua fala. Segundo um interlocutor da campanha, agendas com o público feminino serão prioritárias nas viagens da ex-ministra.
Nesta segunda-feira, 20, Marina esteve no Instituto Maria da Penha, em Fortaleza, onde disse que “compromisso de vida” é o combate às diferentes violências contra a mulher. Neste sábado, 25, ela faz agenda de rua em Mauá com a militância feminina da Rede.
O posicionamento de Marina, mais assertivo quanto a pautas femininas, já vinha sendo desenhado – na revisão final das diretrizes do seu programa, ela fez questão de que políticas para mulheres, como crédito e creches, fossem destacadas em um capítulo próprio.
Com poucos recursos e 21 segundos de tempo no rádio e na TV, Marina encontrou um nicho de eleitores. A estratégia está alinhada com a mais recente pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, que mostra que cerca dois terços do eleitorado da candidata da Rede é feminino, no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além disso, é uma forma de a candidata mirar no eleitorado indeciso, que também é predominantemente feminino – 64% – e de baixa renda – metade ganha menos de dois salários mínimos.
A ex-ministra, contudo, nega o rótulo de feminista e se diz “defensora dos direitos das mulheres e contra qualquer forma de discriminação”.
“A gente tem focado cada vez mais no público feminino também nas redes sociais. Além de elas representarem a maior parte dos indecisos, são as que mais têm a perder com retrocessos e Marina é a única candidata na eleição”, disse o coordenador da campanha Lucas Brandão. A mobilização tem focado em treinar voluntárias para engajar grupos nas cidades.
O título parece contraditório, mas pode ser elucidado quando o analisamos à luz do processo histórico recente. Vivenciamos, no Ocidente Moderno, a emergência e o empoderamento de grupos identitários, especialmente a partir da década de 1960. Negros. Mulheres. Homossexuais. Transsexuais. Pobres. Grupos que conquistaram espaço, simpatia social e midiática com sua defesa por direitos e igualdades. Gradualmente, organizam-se e se profissionalizam em torno de uma ideologia política mais à esquerda. Ganham força e recursos financeiros provindos das mais diversas fontes, desde a governamental até a sociedade civil organizada. Esses grupos ocuparam de tal maneira a cena social que as “minorias” mais parecem ter se tornado a maioria. Estão na TV, nos jornais, nas revistas e mesmo na política.
O status quo foi, enfim, colocado de ponta cabeça. Mas, se podemos parcialmente celebrar o avanço no combate a preconceitos indefensáveis, por outro cria-se uma nova forma de preconceito. Ser branco ou branca, de uma classe abastada (ou mesmo de classe média), conservador nos costumes, católico ou evangélico não pega bem em uma sociedade cujo pertencimento a um grupo, engajado em uma causa social identitária, é a única via da nova redenção social e pessoal. De subversivos, os rebeldes tornam-se os novos donos do poder, e as ideias revolucionárias são naturalizadas como o novo politicamente correto. O casamento gay, o banheiro unissex, o aprendizado das sexualidades e o engajamento social atrelado às ideologias políticas de esquerda nas escolas e fora delas são, agora, a norma.
Se isso foi, por um lado, um grande avanço − visto que há uma inegável humanização geral da sociedade e mais respeito às escolhas afetivas − por outro, essas conquistas criaram novos problemas para a democracia. É importante problematizar como fica o direito das pessoas que pensam diferente? Que são conservadoras, católicas, evangélicas? Se a escolha religiosa e mesmo pessoal é um direito individual, como lidar também com uma garantia avessa ao liberalismo identitário? Seria democrático impor um modelo de comportamento social se ele não é pactuado socialmente, com o necessário consenso socialmente construído?
Em um lúcido (e corajoso) artigo, publicado no New York Times, o professor Mark Lilla, da Universidade de Columbia, que estará no Brasil no Fronteiras do Pensamento, critica o que chama de “fixação na diversidade em nossas escolas e na imprensa”, produzindo, segundo ele, “uma geração de liberais e progressistas narcisisticamente inconscientes de condições fora de seus grupos autodefinidos e indiferentes à tarefa de alcançar as pessoas em todas as esferas da vida. Em uma idade muito jovem, nossos filhos estão sendo encorajados a falar sobre suas identidades individuais, mesmo antes de tê-las. Quando chegam à faculdade, muitos supõem que o discurso da diversidade esgota o discurso político e, surpreendentemente, têm pouco a dizer sobre questões perenes como classe, guerra, economia e bem comum”[1].
A chamada onda conservadora, que tem na eleição de Trump sua evidência histórica, pode ser explicada, segundo Lilla, exatamente pela “própria obsessão da diversidade dos liberais, que têm incentivado os americanos brancos, rurais e religiosos a pensar em si mesmos como um grupo desfavorecido cuja identidade está sendo ameaçada ou ignorada. Tais pessoas não estão realmente reagindo contra a realidade de nossa América diversificada. Mas eles estão reagindo contra a onipresente retórica da identidade”. No final do artigo, ao constatar a vitória da estratégia de Trump sobre a de Hillary, o sociólogo conclui: “aqueles que jogam o jogo da identidade devem estar preparados para perdê-lo”[2].
Nessa direção, ‘o efeito social Trump’, é emblemático para compreender o atual momento pré-eleitoral no Brasil. O crescimento do candidato à presidência Jair Bolsonaro, como o único capaz de contrapor-se ao mito do ex-presidente Lula, é sintomático. Diz dessa “maioria excluída” que encontrou no discurso do combate as bandeiras identitárias o seu porta-voz. Repete-se, como nos Estados Unidos, o aparecimento de seguidores fiéis ao candidato − que não serão convencidos pelos ataques dos adversários políticos e da mídia. Muito pelo contrário. Tendem a simpatizar cada vez mais com Bolsonaro à medida que percebem o isolamento do candidato em relação aos políticos tradicionais e aos jornalistas. Por isso, erram (novamente) os adversários ao atacarem o novo mito, quando deveriam preocupar-se em firmar os próprios pés de barro no chão. Erram os jornalistas, ao praticarem um jornalismo claramente de tendência liberal nos costumes, incapaz de compreender, como mediadores, a complexidade da sociedade brasileira.
Mais inteligente seria fazer como reza o bom e velho jornalismo em períodos eleitorais. Buscar a mediação, a imparcialidade e (por que não?) a verdade. As duas últimas − ainda que impossíveis de serem apreendidas em sua totalidade − podem, sim, ser perseguidas por aproximação. Quanto mais aberto à diversidade de posições for o mediador ou a mediadora melhor será o conteúdo levado ao espectador. Esse, sim, é quem deve formar opinião sobre os candidatos. De outra forma, ganha Bolsonaro diante de jornalistas tendenciosos, mas perdemos todos por não nos ser oferecida a oportunidade de escutar suas propostas, independentemente das preferências de quem pergunta.
Tal desacordo que favorece Bolsonaro associa-se à má experiência de insegurança da população que tem basicamente duas fontes: a social e a política. A violência das ruas amalgama-se a uma instabilidade governamental desde os (legítimos) movimentos sociais de 2013. O avanço das investigações do Ministério Público e da Polícia Federal e o impeachment de Dilma − ainda que desejados pela maioria da população − têm criado a sensação de falta de rumos e opções políticas. A substituição de Dilma por Temer não alterou, por exemplo, os índices de apoio ao presidenciável.
É nesse cenário nebuloso que parte da população confunde a necessidade de ordem com autoritarismo. Ainda que seja uma parcela menor, o pedido da volta da ditadura militar e mesmo o apoio a uma visão militarista de Jair Bolsonaro são sintomas dessa confusão. É preciso, sim, recuperar a ordem democrática − abalada, diga-se, pela generalizada corrupção governamental − mas é importante compreender que ela só é possível (e desejável) por meio da democracia. Do contrário, colocamos desnecessariamente em risco nossas liberdades individuais.
Entre o preto e o branco: o cinza. A matiz, que amálgama o melhor, exclui os excessos e consegue consensos, ainda que difíceis. Em minha pesquisa de doutoramento, busco uma saída para esses extremos, a qual chamei de individumanismo. Se, por um lado, não é possível negar o importante processo de individualização e de reconhecimento das igualdades promovidos pelos grupos identitários, não se pode, por outro, cairmos em um revanchismo igualmente preconceituoso que, para exaltar a vítima, precisa criar algozes.
Seria preciso ultrapassar tais marcadores sociais de diferenças em prol da análise de critérios simultaneamente mais individualizados e universais. Em outras palavras, a correta tradução da diversidade deveria ser o humanismo; pois, para romper os estereótipos sociais, é preciso ampliar o frame e não retornar dissimuladamente ao mesmo lugar pelo avesso.
Considerável é o que cada candidato e o que cada um de nós se tornou, seus atos, como realizou sua trajetória (independentemente da cor, etnia, sexo e classe), aliando-se a esse entendimento o respeito humano. Assim, mais do que municiar uma guerra sem fim e sem vencedores, o importante é compor um novo lugar de identificação fora desse sistema binário em prol de um entendimento social ampliado do outro, que une, iguala e pacifica sem homogeneizar. A humanidade composta de indivíduos: o individumano; quando, enfim, pudermos nos engajar na vida em comum para além das estereotipias que nos separam.
É nesse cenário nebuloso que parte da população confunde a necessidade de ordem com autoritarismo. Ainda que seja uma parcela menor, o pedido da volta da ditadura militar e mesmo o apoio a uma visão militarista de Jair Bolsonaro são sintomas dessa confusão. É preciso, sim, recuperar a ordem democrática − abalada, diga-se, pela generalizada corrupção governamental − mas é importante compreender que ela só é possível (e desejável) por meio da democracia. Do contrário, colocamos desnecessariamente em risco nossas liberdades individuais.
Entender o esporte como instrumento para o desenvolvimento humano e da sociedade é o objetivo do 8º Seminário de Gestão Esportiva que a Fundação Getulio Vargas promove hoje (25), no Rio de Janeiro. O coordenador acadêmico do curso de Aperfeiçoamento em Gestão de Esportes da FGV, Pedro Trengrouse, destacou a necessidade de haver mais investimento público em esporte no Brasil, a exemplo do que houve na Islândia que, em 20 anos, reduziu dos índices de criminalidade, álcool, drogas e violência na juventude.
“A Islândia tinha os maiores índices de criminalidade da Europa e, hoje, tem os menores”, salientou Trengrouse, em entrevista à Agência Brasil. “E, de quebra, ainda classificou a seleção para a Copa do Mundo da Rússia”, completou o professor.
O curso de Aperfeiçoamento em Gestão de Esportes é realizado pela FGV em parceria com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) e o Centro Internacional de Estudos do Esporte (CIES).
Esporte escolar
Trengrouse destacou que nos últimos 20 anos, o Brasil investiu R$ 100 bilhões em eventos esportivos e em esporte de alto rendimento. Segundo o professor da FGV, o retorno desses investimentos não foi tão grande quanto se ele tivesse investido no esporte escolar, como a Constituição determina.
“Há 30 anos, a Constituição diz que o dinheiro público deve ser prioritariamente colocado no esporte escolar. E até hoje isso não ocorreu. O investimento na base gera frutos no alto rendimento, mas o investimento só em alto rendimento não necessariamente gera frutos na base”.
Pedro Trengrouse sugeriu que o Brasil deve repensar a política de investimento público no esporte, de modo a integrar o esporte em políticas públicas de saúde, de educação. “Nós não podemos tratar o esporte como algo isolado das políticas públicas, que precisam aproveitar o esporte como política de transformação”.
Trengrouse afirmou que construir hospital não é investir em saúde. “Lá só tem doente. Investir em saúde é investir em qualidade de vida, em saneamento básico e em esporte. Porque, quando se pratica esporte, se evita doenças coronarianas, obesidade, diabetes”.
Segundo ele, para cada dólar investido em esporte, se economiza US$ 3,20 com gasto em saúde. “Isso é investimento inteligente, é aproveitar o potencial de transformação social do esporte”.
A Meia Maratona do Sol será dia 15 de setembro, mas quem ainda não está inscrito é bom ficar atento porque as inscrições se encerram neste domingo, dia 26. Os interessados devem acessar o site www.meiamaratonadosol.com.br que tem todo o passo a passo.
A corrida é a maior do Rio Grande do Norte e este ano vai receber 8 mil atletas vindos de todos os Estados do Brasil e também de outras nacionalidades. A Meia do Sol se consolidou como uma das principais do Nordeste e é tida como umas das mais desafiadoras e atrativas do país. Os motivos são simples. A junção de altimetria dura devido às muitas ladeiras, clima quente principalmente no começo, fortes ventos contra no trecho da Via Costeira para quem faz os 21 quilômetros, aliados ao contraponto das encantadoras belezas naturais da nossa cidade. Todos esses fatores dão o charme e o diferencial da prova.
Vale lembrar que a além da meia maratona e seus 21 quilômetros, a corrida tem ainda percursos de 10 e 5 quilômetros. Tanto a largada, quanto a chegada dos três roteiros são no entorno da Arena das Dunas. Os percursos também já estão disponíveis no site.
A Operação Cronos, deflagrada ontem (24) para combater homicídios e feminicídios, prendeu mais de 2,6 mil pessoas em todo o país. No total 2.968 pessoas foram detidas, incluindo 341 adolescentes apreendidos. A ação aconteceu de forma integrada entre o Ministério da Segurança Pública e o Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil.
De acordo com o conselho, 42 pessoas foram presas por feminicídio; 404 por homicídio; 289 presos por crimes relacionados à Lei Maria da Penha; 640 foram autuados em flagrante por posse ou porte irregular de arma de fogo, tráfico de drogas e outros crimes; e outras 1.252 pessoas foram detidas em decorrência de mandados de prisão expedidos por outros crimes.
Ainda, foram apreendidas 146 armas de fogo e aproximadamente 383 quilos de entorpecentes, como maconha, cocaína e crack. Mais de 7,8 mil policiais civis de todo o país participaram das ações.
A Operação Cronos foi definida em maio pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil. Em nota, o presidente da entidade, delegado Emerson Wendt, disse que esse é o trabalho prioritário das polícias civis. Ele defende a importância operacional da investigação criminal e o quanto ela pode ser efetiva no combate à criminalidade.
Para o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, a operação integrada é um exemplo de como funcionará o Sistema Único de Segurança Pública, em vigor desde junho, após a sanção da Lei nº 13.675/2018. “O que nos importa é a proteção e a garantia da vida, sobretudo combater o feminicídio, esse crime covarde e inaceitável. Todos são, mas alguns são mais graves e repulsivos, sobretudo contra mulheres”, afirmou Jungmann, também em nota.
Cronos é o grande deus do tempo, na mitologia grega. O nome da operação está relacionado com a redução do tempo de vida da vítima de homicídio ou feminicídio. Ao mesmo tempo, com a prisão do autor do crime, também lhe é retirado do tempo para a prática de novos delitos.
O papa Francisco reconheceu neste sábado (25), em Dublin, na Irlanda, o fracasso da Igreja Católica irlandesa para enfrentar adequadamente o que denominou de “crimes repugnantes de abusos” a menores e pediu um esforço para a adoção de normas severas para que os abusos não voltem a se repetir.
Francisco fez a afirmação no discurso às autoridades no início de sua visita de dois dias à Irlanda, aonde chegou hoje para participar do Encontro Mundial das Famílias
“Não posso deixar de reconhecer o grave escândalo causado na Irlanda pelos abusos a menores por parte de membros da Igreja encarregados de protegê-los e educá-los”, assinalou o pontífice.
Encontro Mundial
O papa Francisco iniciou neste sábado uma viagem de dois dias à Irlanda, onde participará do 9º Encontro Mundial das Famílias na capital Dublin, além de também se reunir com o primeiro-ministro, o democrata-cristão Leo Varadkar, para abordar os abusos cometidos pelo clero no país, entre outros assuntos.
Símbolo tradicionalmente associado ao Partido dos Trabalhadores (PT), uma estrela tem sido usada na campanha do candidato ao governo de Pernambuco Armando Monteiro (PTB) nas eleições 2018. Apesar de lulista declarado, porém, o postulante petebista ao Palácio do Campo das Princesas é o principal aliado de Geraldo Alckmin (PSDB) no Nordeste e garante palanque ao candidato tucano à Presidência em seu Estado.
De cor laranja e com o número 14 gravado, a estrela de Armando Monteiro está presente em todas as peças de propaganda eleitoral do candidato petebista.
Monteiro se viu pressionado a apoiar Alckmin para evitar uma debandada dos tucanos do seu grupo político, que tem o presidente do PSDB pernambucano, Bruno Araújo, como candidato ao Senado na chapa deste ano. O petebista declarou apoio ao PSDB no dia 27 de julho, uma semana depois de ter visitado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Lava Jato, na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, e reafirmar seu apoio ao petista.
O episódio causou mal-estar dentro da aliança de Monteiro e uma ameaça do desembarque do PSDB da coligação, o que foi resolvido com a manifestação formal de apoio aos tucanos.
Em 2014, quando o petebista se candidatou a governador pela primeira vez, a estrela escolhida por sua equipe era amarela e aparecia pequena, apenas como um detalhe dentro da logo azul utilizada na campanha daquele ano.
Em e-mail ao Estado, Monteiro – que foi ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio Exterior e Serviços do governo Dilma Rousseff (PT) – negou que tenha se inspirado no PT para a escolha da estrela que, na verdade, o símbolo remete à bandeira de Pernambuco, que tem uma estrela amarela. O candidato afirmou ainda que a estrela de sua campanha não remete ao PT na cabeça dos eleitores, porque o símbolo petista é vermelho, não laranja.
O cientista político e professor do Centro Universitário Guararapes Isaac Luna lembrou que, em campanha eleitoral, nenhuma escolha é por acaso.Para o analista, o uso da estrela pela campanha de Monteiro faz parte de uma tática para manter sua imagem “de alguma forma vinculada a Lula”, que lidera com folga a preferência dos eleitores pernambucanos, sobretudo no interior, e se afastar do rótulo de “chapa do Temer” cunhado pelos adversários.
“Com certeza essa estratégia está muito bem traçada pela equipe de marketing eleitoral que toma as decisões a partir de pesquisas internas. Faz parte candidatos copiarem símbolos, frases de efeito e outras coisas que remetam a políticos aliados ou bem avaliados para capturar esses votos”, afirmou Luna.
Michel Temer está animado. Amargava uma taxa de reprovação de 82%. Mas o Datafolha informou há três dias que a desaprovação caiu para 73%. Mal comparando, o presidente passou a se comportar como se fosse um ovo frito fazendo o caminho de volta. Ficou tão animado com a perspectiva de se tornar um galeto, que ignorou o fato de ter apenas trocado a frigideira pelo espeto. A menos que ocorra um epidemia nacional de amnésia, chegará ao final do mandato bem passado.
Temer recuperou a autoestima. Voltou a se dar bem consigo mesmo. Considera-se “injustiçado” pela imprensa, relatou um auxiliar. Queixa-se de Henrique Meirelles, que não o defende na campanha. Mas declara-se convencido de que a história se congratulará com ele, reconhecendo-lhe os méritos. Herdou de Dilma o caos, realçou o assessor. Poderia ter optado pela resignação. Mas encarou a conjuntura, impedindo que as coisas piorassem.
Temer contabiliza como grandes feitos algumas providências que os adversários criticam na campanha eleitoral —o teto dos gastos públicos, a reforma trabalhista, a troca do modelo de exploração do óleo do pré-sal, a reformulação do ensino médio… Acha que há tempo para aprovar uma reforma da Previdência antes do final do ano, entre a abertura das urnas e o Natal.
A maioria dos brasileiros gostaria muito de viver no país que o presidente descreve com tanto entusiasmo, seja ele onde for. É como se no Brasil de Temer o presidente da República não carregasse duas denúncias criminais nas costas. É como se o inquilino do Planalto não respondesse a um par de inquéritos por corrupção. É como se os 13 milhões de desempregados tivessem tomado chá de sumiço.
No Brasil de Temer, a única coisa a lamentar é que os jornalistas não terão mais um Temer para chutar depois que ele for embora, em 1º de janeiro de 2019.
A imprensa brasileira juntamente com a ESQUERDA prestam um desserviço ao BRASIL não reconhecendo a necessidade das reformas corajosamente implementadas por TEMER além de serem injusta para com o presidente iludem o povo
O ministro Sérgio Banhos, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu na noite desta sexta-feira (24) negar um pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que emissoras de TV “incluam” em suas coberturas jornalísticas a campanha presidencial do petista e sua coligação, intitulada “O Povo Feliz de Novo”.
Lula, que tem Fernando Haddad como vice na chapa, está preso em Curitiba (PR) após ser condenado em segunda instância por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá.
“No caso em exame, ao menos em juízo de cognição sumária, não se extraem dos autos elementos suficientes para configuração da transgressão ao dever de conceder tratamento isonômico aos candidatos a cargo de presidente da República, ante a ausência de quaisquer provas sobre o alegado”, ponderou o ministro Sérgio Banhos.
“Ademais, diante da contraposição de valores constitucionais de inegável relevo, no caso, liberdade jornalística e isonomia entre candidatos, entendo que a matéria apresenta complexidade que exige análise verticalizada a demandar a oitiva das representadas e a manifestação do Ministério Público Eleitoral”, concluiu o ministro.
Banhos ainda pediu que as emissoras de televisão apresentem uma manifestação dentro de dois dias e, posteriormente, vai aguardar uma manifestação do Ministério Público Eleitoral.
Esse fdp tava louco pra transformar o Brasil numa Venezuela, estaríamos aos milhões cruzando fronteira e os militontos petralhas juntos com os do bolsa famílias rindo, como fazem os capangas e capachos do maduro.
Dos 380.101 trabalhadores de Rio Grande do Norte que têm direito a receber o Abono Salarial PIS/Pasep 2018-2019, ano-base 2017, 28.367 já sacaram o benefício, o equivalente a 7,46% dos participantes. Estão disponíveis para os trabalhadores do estado R$ 275,7 milhões – R$ 22,2 milhões já foram pagos. Na região Nordeste, o benefício alcança R$ 4 bilhões para mais de 5,4 milhões de pessoas.
Os pagamentos são escalonados conforme definido em calendário. Para os nascidos em julho, por exemplo, o prazo começou a contar no dia 26 do mês passado; para os trabalhadores que fazem aniversário em agosto, no dia 16 deste mês. Mas para todos os beneficiários o prazo final é 30 de junho de 2019.
Para ter direito ao benefício é necessário ter trabalhado formalmente durante pelo menos 30 dias no ano-base (neste caso, 2017), com renda mensal média de até dois salários mínimos (R$ 1.908). Além disso, é necessário estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter seus dados declarados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).
A quantia a receber é proporcional ao tempo trabalhado no ano-base. Quem trabalhou durante todo o ano receberá o valor cheio, que corresponde a um salário mínimo (R$ 954). Já quem trabalhou durante um mês receberá o equivalente a 1/12 desse valor, e assim sucessivamente.
Pagamentos serão feitos até o dia 28 de junho de 2019
Como nordestino,anseio pela chegada da civilização a nossa imensa aldeia, quem sabe assim essa massa se brocoiós năo aprende a votar em quem não rouba.
Com o judiciário parcial, passional e partidário que temos, além de verdadeiros absurdos como o famigerado e imoral "Auxílio Moradia" para quem possui residência fixa própria e já ganha muito acima de todas as categorias, tendo ainda privilégios inigualáveis em relação aos demais mortais; a realidade é que temos muita gente presa que deveria está solta, e muita gente solta que deveria está presa.
Os exemplos mais clássicos e conhecidos são os de Lula e Aécio , ou Mic$ell Temer.
Henrique Alves e a mulher de Cunha deveriam está soltos ou presos?
Porém, na velocidade de andamento dos processos e na interpretação dos fatos com ou sem provas concretas cabais, é que os esquemas do sistema se expressam, sendo rápidos e rigorosos ao extrema com uns, e lentos e flexíveis com outros.
A Santa Prescrição, com o arquivamento de processos que ficam anos engavetados, tem livrado a cara de centenas de políticos corruptos e Gilmar Mendes, o Santo protetor dos Tucanos tem livrado o resto.
Quem pode dizer que temos uma justiça completamente isenta nesse país?
Crime e Álvaro Dias não estar preso
Meu candidato é Almoedo, mas como ele não decola, eu vou de Lula s deixarem. Não tem melhor.
Não Álvaro, é lembrança do povo pobre do melhor período pra vida deles de todos os tempos.
E o Nordeste foi a região que mais cresceu e se desenvolveu.
Nada e nem ninguém consegue apagar essa memória.
Melhor opção para Presidente… Experiente, coerente, denuncia o sistema há anos! Infelizmente vem pregando no deserto…
Se ele conseguir de candidatar, o crime está liberado no país.
O ideal para o país seria o misto de Bolsonaro/Amoedo/Álvaro Dias, o país teria uma redução das inconcebíveis mordomias públicas, avanços nos mecanismos macro econômicos, mais rigidez na aplicação das leis combinado com respostas efetivas no combate a violência e mudanças nas diretrizes filosóficas da educação, hoje tão ineficazes. Esses fatores são os que mais comprometem o desenvolvimento do país.
Sim! Bolsonaro eleito presidente e os dois ministros. Seria excepcional.
Concordo plenamente com o Álvaro dias.