Diversos

TRT-RN mantém justa causa de atendente de telemarketing que discutiu com cliente

A 2ª Turma de Julgamentos do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) manteve a decisão da 1ª Vara do Trabalho de Natal, que negou reversão de demissão por justa causa de atendente que discutiu com um cliente.

O trabalhador atuava como telemarketing na empresa Teleperformance CRM S/A, prestadora de serviços da Sky Brasil e do Banco Itaucard, quando entrou em conflito com um cliente durante uma ligação telefônica.

Ao ouvir a gravação do atendimento, a empresa constatou que atendente e cliente se xingaram mutuamente: “Cliente: fi de uma rapariga… Atendente: fi de rapariga é você, respeite pra ser respeitado…”

Em outro trecho da gravação ouve-se o cliente chamar o atendente de safado e vagabundo, que devolveu o xingamento ao cliente no mesmo tom: “Seu idiota, imbecil”, dentre outras agressões verbais.

No entendimento da relatora do processo, juíza convocada Simone Medeiros Jalil, nas atividades de telemarketing “é comum encontrar clientes descontentes, exigindo rápida solução de problemas”.

Para ela, em um ou outro caso, os clientes se mostram “agressivos com os atendentes, confundindo-os com a própria empresa”.

Contudo, ponderou a juíza, diante da situação apresentada não há dúvidas de que a conduta do trabalhador tornou impossível a manutenção do vínculo de emprego.

“A atitude do reclamante foi, sem dúvida, inadequada, colocando em risco o nome da empregadora”, considerou Simone Jalil, que manteve a justa causa do atendente, baseada na alínea “b” do artigo 482 da CLT.

Além de manter a demissão por justa causa, a juíza convocada também negou o pedido de adicional de insalubridade e de dano moral, por assédio moral, feito pelo ex-empregado.

Os desembargadores da 2ª Turma de julgamentos acompanharam, por unanimidade, o voto da relatora.

Processo nº 0001044-85.2016.5.21.0001

 

 

Opinião dos leitores

  1. Então é isso mesmo??? O trabalhador pode ser humilhado? Receber todas ofensas de cliente e aceitar calado?? Olhe me desculpe mas não dar pra aceitar de nenhuma forma com isso.
    Creio q se fosse era juíza aí sendo escrachada xingada de tudo quanto é nome caladinha ela não ficava!!! Ahhh mas tenho certeza o direto dela iria reivindicar….

  2. Esses atendimentos são uma bos….Parece que estamos falando com robôs, na maioria das vezes, não resolvem nada, na verdade só se sentem ofendidos quando alguém que já está de saco cheio explode com eles. Se eles for discutir com cada cliente insatisfeito com maus serviços prestados por essas empresas , vão passar toda a jornada de trabalho brigando. Rsrs

  3. Eu acho o seguinte eu concordo plenamente com lutemberg as empresas só querem o melhor pra elas próprias e incentivo pro trabalhador ou seja "money " que é bom nada não tem incentivo moral nem material nas empresas e cada um por si , acho que isso devia mudar nos trabalhadores não podemos de maneira nenhuma ceder essas empresas exploradas que quer bom atendimento e ficar a mercer de qualquer um daqui uns dias clientes vai querer bater na cara do trabalhador " j,Cabral vc com certeza nunca trabalhou em empresa nenhuma não é mesmo pessoas com pensamentos iguais a vc faz o Brasil retroceder na escravidão

  4. Vendedores e atendentes são obrigados a passar por isso aí todos os dias. É filho da puta sem educação irritadinho que ja liga procurando alguém pra xingar pra se sentir melhor. Os clientes fazem isso porque sabem que o trabalhador tem que aguentar calado, é tapete pra cliente pisar.

  5. Interessante, então o pobre trabalhador pode ser ofendido em sua dignidade por alguém estressado ou desaforado, e tem que aguentar caladinho? E se fosse alguém a ofender a meritíssima, ela também seria obrigada a aceitar isso? Brincadeira.

  6. Bom! Segundo meu entendimento, eu na qualidade de atendente não poderei falar apenas ouvir, tudo e todo tipo de palavrão e aguentar calado, pois é um cliente??? Infelizmente estamos com muitos direitos, mas sem nem uma obrigação!!!!!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Receita Federal prepara operação para tributar ganho extra de juízes

Prédio do Supremo Tribunal Federal, em Brasília

A Receita Federal mira o Poder Judiciário e prepara uma operação para cobrar Imposto de Renda de magistrados que receberam indevidamente benefícios como o auxílio-moradia.

Popularmente chamados de “penduricalhos”, esses benefícios são isentos de imposto. Os magistrados que estiverem recebendo a ajuda sem a devida justificativa, no entanto, serão autuados.

A Receita vai avaliar particularmente o uso do auxílio-moradia.

Para os auditores, o que está em jogo é a sua finalidade. Pelas regras tributárias, se o contribuinte não gasta esse valor pagando aluguel, o benefício virou salário —e o fisco cobrará Imposto de Renda e multa sobre ele.

Atualmente, esse auxílio custa cerca de R$ 1 bilhão por ano para os cofres públicos em todo o país e é um dos motivos que fazem os rendimentos no Judiciário ultrapassarem o teto salarial do funcionalismo.

O limite, por lei, equivale ao salário dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), hoje fixado em R$ 33,7 mil.

No alvo dos fiscais também estão procuradores da República, promotores de Justiça e integrantes dos Tribunais de Contas estaduais.

Uma força-tarefa está concluindo um cruzamento de dados para chegar a uma lista de quem recebe o auxílio-moradia indevidamente. Essa fase deve ser concluída até o final deste ano.

Para isso, os auditores estão vasculhando bens de juízes e de seus cônjuges para saber, por exemplo, se recebem auxílio tendo imóvel no local em que atuam.

A cobrança ocorrerá a partir de janeiro, com base nos pagamentos feitos em 2017.

Se todos os magistrados forem enquadrados pelo fisco, a conta da autuação pode chegar a R$ 330 milhões.

A Receita usará como base para as autuações as declarações de renda.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Arrocha o nó nesses cara pq abusam do poder e fazem justiça com as próprias maos!
    Fim das regalias já!
    Que os políticos percebam o clamor da sociedade!

  2. Palhaçada esse imoral auxílio moradia, os falso moralistas moram em baitas residências próprias e usam o auxílio moradia pra pagar outro apartamento e comprar carrões, enquanto os demasiado funcionários sequer recebem em dia seus salários.

  3. Quem vai julgar as eventuais ações dos juízes nesse conflito? kkkkkk……

    1 bilhão reais gastos com auxílio "imoraldia" por ano.
    Enquanto isso, o governo federal já aumentou a alíquota para 14% dos servidores federais e que vai também sobrar os servidores estaduais e municipais, pois expressa determinação constitucional.
    OU SEJA, vamos pagar o auxílio "imoraldia" do juízes, promotores e políticos….

  4. Justiça deve pedir investigação contra o fisco porque só agora que perceberam essa omissão

  5. TIbutar?????!!! Isso, que eu não gosto nem de dizer o nome, pois tenho nojo, deveria ser extinto da cace da terra!!!!!!

  6. A melhor notícia que li hoje, pena que a caneta do magistrado vale mais que a lei, em dois tempos eles revertem isso..

  7. Só zuada… não vai dar em nada! A Receita autua; Quem foi autuado (magistrados) recorrem a Justiça; e a Justiça cumprirá o seu papel aplicando a Lei. Evidentemente sem ser corporativa nesse momento, como lhe é de costume, tratando todos igualmente! #SQN

  8. Eles vão acionar a "justiça," recorrer da multa e, se brincar, ainda pedem um dano moralzinho p compensar o estresse. #selascar

  9. Não vai dar em nada … esses. Deuses são brindados
    Fazem o que querem e não dar em nada… porque pra eles tudo é legal, uma falta de vergonha desses que eram para dar o exemplo.. viva o Brasil é nosso justiça.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Na prisão, Henrique Alves só reclama de ‘banho gelado’, diz filha

POR G1 / MATHEUS BULHÕES

Filha do ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Andressa relata, em conversa interceptada com autorização judicial, que a única coisa que o pai tem reclamado na prisão é do “banho gelado”.

Henrique Eduardo Alves está preso desde 6 de junho e foi um dos alvos de operação da Polícia Federal no Rio Grande do Norte.

Para a PF, o ex-ministro do Turismo comandou um esquema de ocultação de bens e fraude de licitações, por meio de assessores e pessoas ligadas a ele, mesmo após a prisão.

Na conversa, a filha de Henrique Alves diz que o pai está “gordinho”, que está sendo cuidado por uma mulher de nome Rita, que pinta seu cabelo e não deixa a barba crescer.

Também conta que um juiz deixou ele ter uma televisão e que consegue vê-lo sábado e domingo, das 13h às 17h, situação que, na avaliação de Andressa, é melhor que a de outros presos como ele.

O ex-ministro permanece preso na Academia de Polícia Militar do Rio Grande do Norte, desde a deflagração de outra Operação, a Manus, que investiga corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, em Natal.

O diálogo faz parte de uma segunda leva de interceptações telefônicas registrada em relatório da Polícia Federal, à qual o blog teve acesso.

A conversa, entre Andressa, que também é investigada pela PF, com uma mulher não identificada, aconteceu às 19h24 minutos do dia 18 de outubro.

No diálogo, interceptado com autorização judicial, Andressa trata de uma nova estratégia que os advogados de Henrique Eduardo Alves pretendem colocar em andamento com vistas a revogação da sua prisão preventiva.

A PF registra que, para Andressa, com a desfiliação de seu pai do PMDB não mais permaneceriam, de forma oficial, os motivos de sua prisão preventiva, “tais como a influência do investigado no referido partido”.

Na conversa, Andressa, que também é alvo da PF, volta a tratar do julgamento de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Como revelou o blog, a PF suspeita que o senador Garibaldi Alves, primo de Henrique Eduardo Alves, Andressa e outros familiares buscaram ajuda do ex-presidente José Sarney para conseguir uma “soltura antecipada” do peemedebista, influenciando o julgamento de um habeas corpus na corte.

Veja a íntegra do diálogo entre Andressa e a mulher não identificada, que foi interceptado pela PF:

  • MNI: E o resto, tá tudo bem?
  • ANDRESSA: Tá.. tá tudo caminhando, graças a Deus… falta paciência, né
  • MNI: É… haja paciência
  • ANDRESSA: Agora os HC’s já chegaram no STJ… só pautar agora o que faltar
  • MNI: Entendi
  • ANDRESSA: E agora uma notícia boa também… porque o motivo da prisão aqui do Babau… era que meu pai tinha influência no partido… só que dia 20 agora ele vai sair do PMDB, ele não vai ser mais nada, cargo nada, nada que (inaudível), entendeu?
  • MNI: Entendi
  • ANDRESSA: E aí… não vai ter o motivo da prisão, porque a prisão… era que ele influenciava, tinha influência, que ele num sei o quê
  • MNI: Que pode continuar influenciando, né… que eles adoram falar isso
  • ANDRESSA: Pois é… mas ele saindo, não sendo mais do PMDB, não sendo mais nada… não tem motivo para a prisão daqui, entendeu?
  • MNI: Total
  • ANDRESSA: Aí…
  • MNI: Que bom, hein
  • ANDRESSA: É… e a convenção é dia 20… e a convenção é dia 20 agora, que é a convenção do PMDB… aí no caso vai tirar o nome dele de tudo, entendeu?
  • MNI: Entendi
  • ANDRESSA: Aí tirando… manda soltar para o advogado, faz menção na defesa… aí o julgamento no STJ deve ser lá pelo dia 31
  • MNI: Ai, que beleza
  • ANDRESSA: Aí vai pedir prisão domiciliar… Não importa
  • MNI: Ah, claro que não importa
  • ANDRESSA: Porque o motivo dele estar preso é a conta, que não é dele, que ele nunca recebeu nada… nem tem como receber… porque não foi ele… porque ele nunca mexeu… nunca movimentou… não tem cartão de (inaudível)… não tem nada… e a influência que ele exerce, não tem mais influência… saindo do partido, saindo de tudo… pronto, acabou
  • MNI: Entendi
  • ANDRESSA: O motivo de manter preso, entendeu?! Aí…
  • MNI: ah… tomara que dê certo
  • ANDRESSA: É… aí é dia 31… tomara mesmo… vamos ver
  • MNI: Rezo sempre
  • ANDRESSA: É… mas ele tá bem… assim… tá gordinho, a Rita tá cuidando dele… Pinta o cabelo, corta… não deixa a barba crescer… a única coisa que ele reclama é do banho gelado… não tem jeito
  • MNI: Banho gelado… ainda bem que ele não mora em Curitiba
  • ANDRESSA: O banho é gelado… coitado do Eduardo
  • MNI: Banho gelado… não tem jeito de esquentar um pouquinho… com aquele…
  • ANDRESSA: Não… não tem… não tem, mas assim… tem televisão… o juiz deixou ver televisão… eu vejo ele (inaudível)
  • MNI: Pelo menos ele fica a par das coisas, né?!
  • ANDRESSA: Não… o advogado vai lá todo dia, entendeu?
  • MNI: Sei
  • ANDRESSA: E eu vejo ele no final de semana… sábado e domingo de uma às cinco… Laurita veio na quarta-feira o dia inteiro… então… assim… comparado com os outros, entendeu? Tá até bom…
  • MNI: Ah… isso é verdade

Procurado pelo blog, o advogado de Andressa, Erick Pereira, afirma que não pode comentar as informações porque elas estão sob sigilo. Segundo ele, quando o sigilo da investigação for retirado pela Justiça, as explicações serão feitas para a coluna.

O advogado de Henrique Alves, Marcelo Leal, diz que ele se encontra preso sem qualquer regalia e que o uso da televisão foi autorizado pelo juiz, a pedido da defesa, após ele ficar três meses sem contato com o mundo exterior.

Opinião dos leitores

  1. É desde quando aqui a água é gelada? Manda ele ir para a papuda que ele vai sentir o que é água gelada ,o homem tá é um hotel 5 estrelas em relação aos seus parceiros que se encontram presos em celas.

  2. Cabeleireira, televisão, a esposa passou o dia todo lá, isso pode Arnaldo? E os outros presos têm essas regalias? Esqueceu de dizer que a comida dele vem de um famoso restaurante de Natal, todos os dias, assim eu ficará gordinho também kkkk

  3. O mais certo aqui nesse caso, era estabelecer uma multinha milionária pra ele pagar e confisca alguns bems. Depois pode soltar, o cabra liso e sem mandato, não oferece risco a sociedade, no caso do todo poderoso Henrique, vira um cadáver ambulante. Solte o homem!

  4. Só lembrando que ele não está num hotel luxuoso como se acostumou a ficar durante toda a vida dele e por isso que não há banho quente; e até poderia ter, se tivesse olhado para o futuro.
    E digo mais, a grande maioria dos trabalhadores brasileiros, ganham apenas UM SALÁRIO MÍNIMO por mês para comer, se deslocar, pagar energia, água, botar um crédito no celular sem precisar roubar e sem nenhum auxílio moradia, auxílio paletó, auxílio disso ou daquilo e todos tomam banho "gelado" sem nenhum problema, pelo contrário, agradecem por esta dádiva de ter como tomar ao menos um bom banho.

  5. Coitadinho, vá ver o Walfredo como os seus eleitores estão dormindo, vc ainda tem muito privilégio… mais é questão de tempo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Grupo de Sérgio Cabral monta dossiê contra juiz Bretas, aponta investigação

FOLHAPRESS

O grupo do ex-governador Sérgio Cabral, do Rio, estaria montando um dossiê contra o juiz Marcelo Bretas, responsável pela operação Lava Jato no Estado, e sua mulher, que também é juíza, aponta investigação sigilosa feita pela Polícia Federal.

Houve, segundo a polícia, consultas suspeitas a registros de ocorrências contra os dois em ao menos três delegacias no Rio. Os acessos foram feitos após o governador ser preso, em novembro de 2016.

Também houve consultas no sistema da Secretaria de Segurança Pública por um inspetor da Polícia Civil lotado na 22ª Delegacia de Polícia.

A informação foi revelada pelo “Jornal Hoje”, da TV Globo, e confirmada pela Folha. Além dos acessos, uma denúncia que vem de dentro do presídio onde Cabral está preso, na zona norte do Rio, aponta que o ex-governador estaria financiando a montagem desses dossiês.

Além de Bretas e a mulher, seriam devassadas as vidas dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato no Estado.

Essa denúncia é investigada, mas ainda não há evidência de que o ex-governador tenha feito o pedido da montagem dos dossiês.

O advogado de Cabral, Rodrigo Roca, afirmou que o caso “é uma mentira criada com nítido propósito de criar intriga entre o ex-governador e o magistrado, para incitá-lo a determinar nova transferência para um presídio federal”.

“Sérgio Cabral nada tem a ver com a consulta noticiada”, disse Roca.

A Polícia Civil afirmou que vai instaurar procedimento administrativo para investigar suposta participação de agentes na confecção do dossiê.

Marcelo Bretas não quis comentar as investigações.

Em outubro, Bretas decidiu transferir Cabral para um presidio federal porque, durante audiência na Justiça Federal, o ex-governador fez menção à família do magistrado, que trabalha no ramo de bijuterias.

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, contudo, barrou a transferência.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Delegados da Lava-Jato foram surpreendidos com troca no comando da PF

troca no comando da Polícia Federal pegou de surpresa os delegados da antiga força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba. Muitos ficaram sabendo da mudança pela imprensa, mas o fato é que a saída de Leandro Daiello e sua substituição por Fernando Sergóvia, mais alinhado ao grupo político do presidente Michel Temer, já era esperada desde o fim de 2016, quando a PF passou a reduzir verba para a investigação, e o número de delegados à disposição das investigações da Lava-Jato caiu de nove para quatro.

Em julho passado, a PF dissolveu a força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba, e as investigações foram incorporadas pela Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (Delecor).

Na avaliação de um delegado ouvido pelo GLOBO, que não quis se identificar, as principais mudanças ocorrerão mesmo nas equipes que atuam diretamente na sede do órgão, embora não estejam descartadas alterações nos estados. Apesar da ligação política, Fernando Segóvia é bem-visto pela equipe por sua atuação na primeira Lei do Desarmamento, considerada positiva.

Sergóvia era o candidato defendido por políticos para ocupar o posto de Daiello, que está no cargo desde 2011, o primeiro ano de governo de Dilma Rousseff. Entre os políticos que lideraram a campanha para Segóvia estão o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e Augusto Nardes, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), ambos delatados na Operação Lava-Jato. Durante a campanha, o delegado também recebeu o apoio do subchefe de assuntos jurídicos da pasta, e um dos principais conselheiros do presidente, Gustavo Rocha.

O candidato apoiado por Daiello era é diretor-executivo da corporação Rogério Galloro. O nome dele chegou até a mesa do presidente Temer, mas enfrentou forte resistência da classe política que apoiava Segóvia.

O GLOBO

Opinião dos leitores

  1. Acordo de compadres políticos , começando por Lula e indo a corja toda. lamentável !!!! PMDB deu um tiro no pé. População tem que ficar bem atenta quem tiver sido citado em qualquer operação NÂO deverá receber seu voto.

  2. Primeiro a gente tira a Dilma… Kkkkkkk
    Parabéns, parece que você foi enganado!
    Os amigos do MBL estão mais ocupados agora contando dinheiro!

  3. Cadê os patos amarelos defensores fieis da Lava Jato pra protestar e fazer baderna contra isso agora?!

    1. Não se preocupem, tantos os coxinhas como os mortadela, irão se beneficiar. Aécio, Lula,ze Dirceu, e toda a corja de ladrão desse país, vai comemorar com vontade o dia de hoje.

  4. Isso é iqual á técnico de futebol se os jogadores quiser derruba, derruba…. é deixar vazar informações caso esse comandante ficar negando as coisas

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Reforma da Previdência: Governo cede e aceita tempo de contribuição menor

O governo cedeu nesta quarta-feira ao Congresso e, no fim da noite, aceitou manter em 15 anos o tempo mínimo de contribuição previdenciária para que os trabalhadores tenham direito a entrar com pedido de aposentadoria. O texto da reforma aprovado por comissão especial da Câmara em maio aumentava o pedágio para 25 anos. Porém, mesmo disposta a enxugar a reforma da Previdência, a equipe econômica ainda enfrenta uma queda de braço com os parlamentares sobre como deve ser o texto enxuto a ser colocado em votação no plenário. O governo defende que a espinha dorsal da reforma precisa ter quatro pontos, mas a base aliada só endossa dois deles.

A equipe econômica quer manter na proposta a fixação de uma idade mínima para aposentadoria, com regra de transição; a equiparação entre trabalhadores do setor privado e do serviço público; a mudança na regra de cálculo de benefícios e pensões; e a criação de um fundo de previdência complementar nos estados.

O relator da reforma, deputado Arthur Maia (PPS-BA), afirmou ontem que o governo precisará abrir mão do texto mais amplo que foi aprovado em comissão especial da Câmara, porque perdeu força política depois de ter que fazer concessões para barrar no Congresso duas denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer.

— Depois da malfadada delação da JBS, que foi uma armação, o trâmite da reforma foi suspenso. E as condições que existiam há cinco meses para votar a reforma não são mais as mesmas. O governo enfrentou votações que tiveram um custo político para a base aliada — reconheceu Maia.

— O ótimo é inimigo do bom. Se você quer o ótimo e briga até o fim pelo ótimo, pode ficar sem nada. E sem nada é a tragédia para todos nós, do ponto de vista fiscal — afirmou o vice-líder do governo na Câmara, Darcísio Perondi (PMDB-RS), sobre a decisão do governo de desidratar a proposta.

Arthur Maia disse que há um entendimento entre governo e parlamentares de que é preciso haver uma idade mínima e o fim dos privilégios. Ele lembrou que o déficit previdenciário per capita do setor público é de R$ 58 mil, enquanto o do regime geral é de R$ 3.200.

— Hoje, no Brasil, um trabalhador rural se aposenta com 60 anos para receber um salário mínimo. Já um juiz se aposenta com 50 e poucos anos e recebe cerca de R$ 40 mil. Isso não tem lógica. Não é razoável. Acabar com privilégios tem que ser um mantra da reforma — disse o relator, indicando que, agora, a ideia geral é que o teto do INSS, hoje em R$ 5.531, valha para todos os trabalhadores.

O deputado deixou claro, contudo, que nem mesmo as idades e anos de contribuição aprovados na comissão especial estão garantidos. O texto que já recebeu o sinal verde estabelece uma idade mínima de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres, com uma regra de transição. Essa transição começa aos 53 anos (mulher) e 55 anos (homem) no setor privado e 55 anos (mulher) e 60 anos (homem) no setor público.

Nas pensões, a reforma prevê que o benefício deixaria de ser integral e seria de 50% mais 10% por dependente. Mas não está certo se esses serão os números que estarão na emenda aglutinativa que está sendo preparada para mudar a reforma.

— Não sei dizer o que será mudado. Mas posso dizer que a reforma voltou a caminhar — disse Maia.

O relator adiantou apenas que quer manter na emenda o fim da paridade e da integralidade para os servidores públicos que ingressaram até 2003. Esse grupo hoje pode se aposentar recebendo o último salário (mais alto) e com direito aos mesmos reajustes salariais concedidos a quem está na ativa. Já o texto aprovado na comissão especial determina que integralidade e paridade só são obtidos quando o servidor atingir a nova idade mínima.

O GLOBO

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Tasso oficializa candidatura à presidência do PSDB e pede conexão com o povo

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) se lança à presidência do PSDB, em evento no Senado  (Foto: Ailton de Freitas/Agência O Globo)

O Globo

No lançamento de sua candidatura à presidência do PSDB, realizada na manhã desta quarta-feira no Senado, o senador Tasso Jereissati (CE) fez um discurso forte, para fora do partido e com o mote de reconectar com os “ruídos das ruas”. No discurso, Tasso anunciou que irá apresentar na convenção de dezembro o esboço de um programa que será a base do presidenciável do partido na eleição de 2018, elaborado por um conjunto de economistas, entre eles Edmar Bacha, Pérsio Arida e Elena Landau.

Na sua plataforma, anunciou também a reformulação do código de ética para instituir o sistema de “compliance” partidário para entregar a uma empresa externa a fiscalização da legenda em termos de uso de recursos públicos e do cumprimento de programa e regras eleitorais.

Opinião dos leitores

  1. Políticos brasileiros estão inteiramente conectados ao povo como uma carga conectada a uma bateria a sugar energia constante sem nenhum retorno. Isso precisa mudar

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Educação

Novas regras do Fies são aprovadas no Senado e vão para sanção

O plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira, 8, a Medida Provisória (MP) que altera o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O projeto segue para sanção presidencial. Entre as principais mudanças estão o fim da carência de 18 meses para o estudante começar a amortizar o financiamento, a possibilidade de desconto em folha do pagamento e um refinanciamento para os devedores.

A principal mudança no modelo de financiamento é que haverá um desconto automático na folha de pagamento do recém-formado que conseguir emprego formal. O desconto vai variar de 1% a 20%, de acordo com a renda. Quem ficar desempregado pagará uma parcela mínima, similar a que já é paga durante o curso.

Com a aprovação do texto, o programa terá três faixas. A primeira, com previsão de 100 mil vagas em 2018, será destinada para os que tem renda familiar de até três salários mínimos e terá juro zero. A segunda será destinada a estudantes das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste, com juros reduzidos, entre 2,5% e 3,5%, com previsão de 150 mil vagas no próximo ano. A outra poderá ter juros mais altos, ser operada por bancos privados e tem previsão de até 70 mil vagas. Atualmente, os juros são fixados em 6,5% ao ano. Os estudantes que já tem contratos ativos poderão permanecer com seus financiamentos.

Assim como fez na votação da Câmara, o ministro Mendonça Filho (Educação) acompanhou a apreciação da matéria no Senado. O governo argumenta que o objetivo da proposta é fazer com que o programa seja “sustentável” e reduzir os índices de inadimplência.
A oposição, por outro lado, argumenta que as mudanças prejudicarão os estudantes. Para a senadora Fátima Bezerra (PT-RN), embora tenha a justificativa de modernizar a legislação do Fies, a MP inviabiliza o fundo. “Estamos falando de um financiamento aos estudantes brasileiros que possibilitou, antes dessa MP, que milhares de jovens pelo País afora realizassem o sonho de acessar o ensino superior”, defendeu.

O líder do PT, Lindbergh Farias (RJ) considera que a medida representa “um ataque geral à educação pública brasileira”. “Eu desconfio que essas duas outras modalidades, Fies Regional e Fies Desenvolvimento, vão ter uma baixa adesão, porque vão ser juros de mercado na verdade. Então, eu tenho uma preocupação maior com os estudantes. Hoje, quando o estudante sai, ele tem um prazo de carência. Só depois de empregado que ele começa a pagar. Agora, não”, criticou Lindbergh.

O senador José Pimentel (PT-CE) tentou apresentar uma emenda para restabelecer um prazo de 18 meses de carência para o estudante começar a quitar a dívida do Fies, porém o pedido foi rejeitado.
As universidades também serão afetadas pelas novas regras por passarem a arcar com mais recursos no caso de inadimplência. Atualmente, elas só devem pagar por 6,5% do valor do curso. Pelas novas regras, esse porcentual começa em 13% e vai variar entre 10% e 25% de acordo com a evasão de alunos, inadimplência e outros critérios.

Os parlamentares também incluíram na MP uma espécie de “Refis” para os estudantes, para dar melhores condições para que eles possam quitar seus débitos com as universidades, em um modelo parecido com o aprovado recentemente para beneficiar empresas e pessoas físicas. Pelo texto, eles poderão ter descontos de até 50% do valor devido ou parcelar a dívida em até 175 vezes.

 

 

O Tempo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Cabral afirma que empresário deu dinheiro para ‘caixa 2’ para campanha de Pezão

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral voltou a afirmar, em audiência nesta quarta-feira (8), na 7ª Vara Federal Criminal, que o dinheiro recebido por empresários era destinado a “caixa 2” de campanha, no caso, supostamente para a campanha de seu sucessor ao Palácio Guanabara, o atual governador Luiz Fernando Pezão.

A declaração de Cabral, no entanto, foi rebatida no depoimento seguinte ao dele. Indicado pelo Ministério Público Federal (MPF) como operador financeiro do ex-governador, Carlos Miranda disse ao juiz Marcelo Bretas que era sua “função” recolher as “receitas e despesas” de Cabral.

“Eu realmente tinha função de coordenar recolhimentos de receitas e despesas do ex-governador Sérgio Cabral, e orientei o [Luiz Carlos] Bezerra a buscar estes recursos nos diveros lugares combinados. Era título de propina por compra de equipamentos na área da Saúde.”

As revelações de Miranda, a princípio, confirmam denúncia do MPF garantindo que o dinheiro recebido a mando do ex-governador era propina, e não sobra de campanha, como disse Cabral. Antes da fala do ex-assessor, Cabral disse desconhecer outra operação: o pedido de dinheiro do ex-secretário do governo dele, Sérgio Côrtes, ao empresário Miguel Iskin, ambos também presos.

“Foi uma coisa [pedido ao Iskin] de que não participei, mas, em 2013, procurei o Iskin para a campanha de 2014. Para eu coordenar a campanha, fui o coordenador de diversas campanhas. ‘Temos uma parada dura pela frente, majoritária da minha sucessão, vou sair em abril de 2014 e precisamos pagar a pré-campanha’. Não falo com nenhum orgulho”, disse Cabral.

O governador repetiu o que tem sido frisado por sua defesa, que nunca “pedi propina”, mas sim “apoio à campanha”. Para essa finalidade, Cabral disse que Iskin foi receptivo à ideia e “apoiou com alguma coisa em torno de R$ 3 milhões, entre 2013 e 2014”. Segundo o ex-governador eram R$ 2,5 milhões em “caixa 2″ e R$ 500 mil para um dos partidos da coligação da sucessão”.

G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

AquaCoco conquista prêmio na Feira Nacional do Coco, em Fortaleza

A AquaCoco Brasil está participando da Feira Nacional do Coco – Fenacoco -, em Fortaleza. Durante a abertura do evento, que ocorreu nesta quarta-feira (8), a empresa potiguar ganhou o Troféu Coqueiro de Ouro, como reconhecimento do trabalho desenvolvido no setor.

O evento reúne empresários de todo o país que estudam, discutem e promovem o fomento da cadeia produtiva do coco no Brasil. O diretor da AquaCoco, Diogo Gaspar, é um dos palestrantes desta edição do evento que ocorre até a próxima sexta-feira (10).

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Globo afasta William Waack após vídeo vazado na internet

A Globo anunciou nesta quarta-feira que afastou o apresentador do Jornal da Globo William Waack de suas funções por causa do vídeo que circulou nas redes sociais durante a tarde. Em comunicado, a emissora afirma que é “visceralmente contra o racismo” e que Waack diz não se lembrar do que disse no vídeo, mas que pede desculpas “àqueles que se sentiram ultrajados pela situação”.

No clipe, feito minutos antes de o jornalista entrar no ar para tratar das eleições americanas, no ano passado, Waack diz: “Tá buzinando por que, seu m… do c…?”, ao reclamar de uma buzina que soa na rua. Em seguida, ele balbucia: “Você é um, não vou nem falar, eu sei quem é…” E depois continua com um trecho em que parece dizer: “É preto, é coisa de preto”.

Confira abaixo o comunicado enviado pela assessoria de imprensa da Globo:

“A Globo é visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações. Nenhuma circunstância pode servir de atenuante. Diante disso, a Globo está afastando o apresentador William Waack de suas funções em decorrência do vídeo que passou hoje a circular na internet, até que a situação esteja esclarecida.

Nele, minutos antes de ir ao ar num vivo durante a cobertura das eleições americanas do ano passado, alguém na rua dispara a buzina e, Waack, contrariado, faz comentários, ao que tudo indica, de cunho racista. Waack afirma não se lembrar do que disse, já que o áudio não tem clareza, mas pede sinceras desculpas àqueles que se sentiram ultrajados pela situação.

William Waack é um dos mais respeitados profissionais brasileiros, com um extenso currículo de serviços ao jornalismo. A Globo, a partir de amanhã, iniciará conversas com ele  para decidir como se desenrolarão os próximos passos.”

 

 

VEJA

Opinião dos leitores

  1. Pode até ser bom profissional, mas deveria ficar em setor administrativo e nunca como apresentador pois o mesmo eh por muito chato, pernóstico e antipático, e ser assim não se configura seriedade. Agora racista tem que ser punido severamente até porque o tal jornalista não deixar de ser um formador de opinião.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Associações de Praças Policiais e Bombeiros Militares protocolam ofício ao governador do Estado

As Associações Representativas de Praças Policiais e Bombeiros Militares do RN ratificaram ao governador do RN, através de ofício, que todos os militares estaduais, de serviço ou de folga, se reunirão em frente à Governadoria na segunda-feira (13), às 8h – mantendo a decisão tomada pela Assembleia Geral Unificada dos Praças, na segunda-feira (6). No documento, protocolado nesta quarta-feira (8), os Praças argumentam que a mobilização reivindica “o direito mais elementar de qualquer trabalhador, estando ele na iniciativa pública ou privada: o salário”.

O ofício informa que a mobilização pleiteia “o pagamento dos salários conforme prevê a legislação, assim como a publicação de calendário de pagamento do 13° salário e das remunerações correspondentes aos meses de novembro e dezembro, para policiais e bombeiros militares da ativa, reserva e pensionistas”. Na reivindicação, a categoria ressalta o não pagamento de subsídios no mês de novembro à grande parte dos militares – inclusive auxílio transporte a quem recebe por subsídio. Além de atraso das últimas 24 folhas de pagamento, e atraso de salário de quase um mês para uma parcela dos militares.

O subtenente Eliabe Marques, presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN, ressalta que está mantida a atividade, com os policiais e bombeiros fardados e desarmados, em uma ação pacífica e ordeira, mesmo diante da promessa de pagamento dos salários de outubro. “Não vamos aceitar a exclusão dos nossos irmãos da reserva remunerada e pensionistas”, frisa o presidente.

Opinião dos leitores

  1. Quando foi para meter a mão no dinheiro do fundo previdenciário (IPERN), Sua Excelência, robinson faria, foi a imprensa dizer que ía priorizar o pagamento aos inativos e pensionistas, e assim o fez, alegando que os mesmos já tinham dado o seu suor em prol do serviço público estadual, etc. Agora que a justiça não está permitindo mais saques ao fundo previdenciário, os aposentados que dedicaram anis de suas vidas, deixando muitas vezes de usufruir momentos de convivência familiar em prol do cumprimento dos seus afazeres, hoje são relegados ao lixo por esse desgoverno. Triste também foram as declarações da Dra. Sheila, Profissional que tinha a admiração da sociedade potiguar. A justiça humana pode falhar, mas a Justiça Divina, essa não falha. Deus é Pai. Espero que o BG publique.

  2. Passar fome e outras condições extremamente desumanas é possível,mas fazer mobilização por um direito básico e ilegal.
    São 60 dias em atraso quem gostaria de passar por essa situação ?
    Senhor governador a segurança pública não vive de promessas e nem de migalhas paralização será só começo caso não coloque os salário em dia inclusive dos inativos que são os mais afetados….

  3. Porquê essa secretária de segurança não pede melhorias prá polícia civil como em outros governos?

  4. uma alerta a população natalense, não saiam de casa enquanto os policiais que estão de serviços não retornarem aos seus postos, porque natal e grande natal vão ficar por conta dos bandidos que com a polícia sem greve eles dominam e sem polícia o que se espera?

  5. Os babões do governo hoje não dormem. Infelizmente esse governo mentiroso só vai dessa forma. Dinheiro tem, não paga em dia pq não quer. Se coloque no lugar dos militares antes de arrotarem mer…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Prazo para adesão ao REFIS 2017 é prorrogado em Extremoz

A Prefeitura de Extremoz, através da Secretaria Municipal de Tributação prorrogou até 30 de novembro o prazo para adesão ao Programa de Recuperação Fiscal (REFIS 2017), programa que possibilita a renegociação de dívidas com o fisco municipal e oferece descontos de até 90% em juros e multas.

Através da ação a Secretaria estende a oportunidade para o contribuinte ficar em dia com seu imóvel ou quitar quaisquer outros tipos de débitos com o município, recebendo descontos de até 90% em juros e multas de anos anteriores, conforme o Decreto 16/2017.

“O REFIS é uma grande oportunidade que o contribuinte tem para renegociar débitos de anos anteriores, seja de IPTU ou qualquer outra dívida com o fisco municipal. Essa prorrogação é mais uma oportunidade que a população tem para receber descontos de até 90% em juros e multas. É uma ação que beneficia o contribuinte e que traz um retorno para a cidade”, explica o secretário de Tributação Leandro Guimarães.

Para mais informações, os interessados podem procurar a Secretaria de Tributação ou entrar em contato por telefone ou e-mail. A secretaria fica situada à Rua Cap. José da Penha, S/N, Centro. Os telefones para contato são (84) 3279-4902 ou (84) 98110-5186 (WhatsApp) e o e-mail [email protected].

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Novo chefe da PF agrada a políticos e teve apoio de Padilha e Augusto Nardes

O novo chefe da Polícia Federal escolhido pelo presidente Michel Temer, Fernando Segóvia, era o candidato defendido por políticos para ocupar o posto de Leandro Daiello, que está no cargo desde 2011, o primeiro ano de governo de Dilma Rousseff.

Entre os políticos que lideraram a campanha para Segóvia estão o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e Augusto Nardes, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), ambos delatados na Operação Lava-Jato. Durante a campanha, o delegado também recebeu o apoio do subchefe de assuntos jurídicos da pasta, e um dos principais conselheiros do presidente, Gustavo Rocha.

O candidato apoiado por Daiello era é diretor-executivo da corporação Rogério Galloro. O nome dele chegou até a mesa do presidente Temer, mas enfrentou forte resistência da classe política que apoiava Segóvia.

Na avaliação da atual cúpula da PF, Temer não faria nenhuma troca de chefia antes que a segunda denúncia contra ele fosse votada na Câmara dos Deputados. O presidente anuncia a escolha de Segóvia menos de um mês após a votação que enterrou a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República.

Não é só o grupo de Daiello que vê a nomeação de Segóvia como um ato de grande influência política. Nos bastidores, a Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) tem a mesma avaliação.

A associação não apoiava Daiello e chegou a fazer uma lista com nomes de delegados para ocupar o cargo de diretor-chefe da PF. No entanto, passou a apoiar que ele permanecesse à frente da corporação até o fim do governo Temer depois que tomou conhecimento da mobilização dos políticos para nomear Segóvia.

Segóvia foi superintendente da Polícia Federal no Maranhão e tem proximidade com políticos locais como o ex-presidente José Sarney.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Kkkkk esses petista são otarios mesmo
    O Homen nem entrou e já estão falando
    A Dodge está fazendo um ótimo trabalho e os petistas estão puto da vida kkkk

    1. Vc não pode está falando sério Waldemir. Independente de denominação política, o que está acontecendo já saiu de todas as raias do ridículo e das esferas do absurdos. Só n~~ao vê quem não quer ver.
      Essa história de tentar enquadrar todo mundo que critica como petista não funciona mais. Sua ignorância só não é maior do que sua arrogância e fanatismo por defender o que é por natureza indefensável.
      Acorde inocente!

  2. Está na hora na população ir as ruas e mostrar todo o seu descontentamento como tudo o que vem acontecendo, e próximo ano não esqueçam daqueles que foram contra o povo.

  3. Isso já era esperado. Seu objetivo todos sabem. O final da Lava Jato está com os dias contados. Corruptos, alegraivos.

  4. Muito interessante, conversa com a Dodge as escuras e agora essa!!!! Acaba, enterra de vez….e o povo cego, surdo e o que é pior mudo!!!!! Rolo compressor agora no povo! Não tem panelas pra bater mais não é kkkkkkk

  5. Ahhhhh….agora sim.."um acordo, com o supremo, com tudo…
    Felizes trouxinhas???…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Homicídio de promotor de Justiça potiguar completa 20 anos

Oito de novembro de 1997, dia em que o promotor Manoel Alves Pessoa Neto foi assassinado durante o exercício de suas funções. A data, emblemática para todos os integrantes do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), completa 20 anos nesta quarta-feira.

“Sentimos a presença viva dele conosco, nos nossos corações, nas nossas mentes e em tudo o que ele representou enquanto pai e companheiro nas nossas vidas. Ele foi alguém que lutou pelos seus ideais, procurou viver com dignidade com respeito ao próximo. Ele lutou pela garantia de direitos e ao mesmo tempo para que tivéssemos uma vida plena e cheia de momentos de felicidade”, contou Daniel Alves Pessoa, filho de Manoel Alves, destacando que o pai marcou a vida da família e a trajetória do Ministério Público do Rio Grande do Norte e do Brasil.

Daniel Pessoa ainda revelou que o sentimento de injustiça e de indignação também faz parte dessas lembranças todas, sobretudo por causa da forma covarde e cruel com que o promotor foi retirado do convívio familiar e profissional.

“Porém, quando olhamos para trás, ao longo desses 20 anos, percebemos o quão importante foi o trabalho dele e como o fato do homicídio também representou uma mudança muito importante para a instituição e para a forma de trabalho das pessoas que fazem o Ministério Público.”

O advogado e professor universitário afirmou que essa percepção também permeia a vivência da família, a forma como encaram a vida e os conduz sob a perspectiva de buscar melhorar o mundo no qual vivemos. “A gente vai se inserir nos espaços com essa lição de vida que ele nos deixou. Como promotor, foi incansável na busca por justiça através das instituições e dos instrumentos legais e isso de fato é o que permanece. Claro que se estivesse conosco, com sua presença física seria muito melhor. Fica uma saudade saudável”, finalizou.

Avanços institucionais

“O homicídio de Manoel Alves representa a maior tragédia da história do MPRN. Foi uma morte covarde de um promotor extremamente dedicado, que estava no trabalho em pleno sábado. Ele investigava e preparava uma denúncia contra uma organização criminosa que atuava em Pau dos Ferros e na região, infelizmente liderada pelo juiz de Direito da Comarca”, rememorou o procurador-geral de Justiça (PGJ), Eudo Leite Rodrigues.

Para o chefe do Ministério Público potiguar, o ocorrido trouxe a indignação e a necessidade de uma luta institucional para ver a lei aplicada, por meio de uma investigação profunda do crime, que evidentemente não poderia ficar impune. “A instituição deve a uma geração de promotores que estavam no MP nos anos 1990 e ao procurador de Justiça Anísio Marinho, que era o PGJ à época, que se esforçaram para acompanhar a apuração do caso e praticar atos diretos de investigação que descortinassem o crime”, completou.

Como resultado do fato, o PGJ afirmou que houve um avanço no que concerne à segurança institucional. Em 2003 foi criado o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – com a perspectiva da atuação colegiada – e em 2010 o surgimento do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) – a unidade ministerial que veio dar cumprimento aos planos de pensar a segurança dos membros e servidores, da forma mais ampla possível.

“Ao longo desse tempo, a existência do Gaeco se deve primeiro para a resposta social, mas ainda como estratégia de despersonalizar a atuação para que os promotores de Justiça não atuem sozinhos e fiquem isolados nas Promotorias de Justiças”, pontuou Eudo Leite, ressaltando que o GSI, por sua vez, tem evoluído para administrar as crises de segurança e prevenir riscos em situações de vulnerabilidade.

“Nesse sentido a instituição avançou para ter uma atuação investigativa mais aguerrida, sem descuidar da despersonalização da atuação e ao cumprimento de uma doutrina de segurança institucional para mostrar que a atuação é do órgão, não da pessoa”, concluiu.

O presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (Ampern), Fernando Vasconcelos, disse que a morte do colega causou um impacto muito forte naqueles que faziam o MPRN no período, trazendo tristeza e uma série de reflexões: “serviu de ponto de partida, pois Manoel Alves foi exemplo de atuação, de dedicação e de ética, sendo assassinado em razão disso, mas também despertou a instituição para dar uma maior atenção à segurança”.

Fernando Vasconcelos frisou que na data “lembramos com profundo pesar o ocorrido e sabemos que o legado de homem íntegro serve de modelo para como o MPRN deve atuar. “O MP tem uma atuação fortmente fiscalizatória e isso desagrada os fiscalizados. São investigações que envolvem crimes, corrupção, improbidade. A reação de alguns, em vez de se defender, é a de cometer outras ações criminosas, pondo em risco a integridade física dos membros. Manoel Alves não foi o único no país. Mas no nosso caso, tornou a instituição mais unida”, declarou.

Na sede da Procuradoria-Geral de Justiça do MPRN há um memorial em homenagem ao promotor Manoel Alves Pessoa Neto – inaugurado em dezembro de 2012.

Opinião dos leitores

  1. E a punição do juiz que vergonhosamente fez parte dessa história? ???? TÁ preso ou aposentado???? Alguém sabe informar????

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Petrobras garante investimentos e permanência no Rio Grande do Norte

O gerente geral da Unidade Operacional da Petrobras no Rio Grande do Norte e no Ceará, Tuerte Amaral Rolim, garantiu a permanência da companhia no RN e o investimento de R$ 800 milhões previsto para o estado este ano, conforme o Plano de Negócios e Gestão 2017-2021. As afirmações foram proferidas durante audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado, realizada nesta quarta-feira (8), em Brasília, que debateu recentes ajustes internos no processo de gestão da Refinaria Potiguar Clara Camarão (RPCC).

Tuerte também esclareceu que a mudança na refinaria, cuja gestão passou para a área de Exploração e Produção, não acarretará demissões, nem diminuição na capacidade de produção de derivados de óleo e gás. “Nada muda nas instalações da RPCC e na operação da Petrobras no Rio Grande do Norte. O que muda é o modelo de gestão. Trabalhávamos com um processo integrado entre duas áreas. Agora, a Petrobras vai colocar a refinaria sob uma única gestão, otimizando a estrutura, reorganizando os processos e tornando o negócio mais eficiente”, explicou.

O gerente lembrou ainda que a Petrobras mantém robusta e consolidada infraestrutura no estado, responsável pela exploração e produção de petróleo e gás em 66 concessões em terra e 12 no mar, através de 29 plataformas ligadas por dutos submarinos, 5 mil poços e 130 estações de coleta que enviam o óleo e gás para 2 mil quilômetros de oleodutos e gasodutos até o Polo Industrial de Guamaré”, dimensionou.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *