Está confirmado para o próximo sábado, dia 03, às 10 horas, na loja do Armazém Pará, localizada na Avenida Roberto Freire, o workshop “Organização, Por Onde começar?”, que terá como palestrante a consultora e “personal organizer”, Carolina Lopes, especialista em organização profissional desde 2013. O evento, que é destinado para o público leigo e também para profissionais da área de ambientação, é aberto ao público e faz parte do Festival Casa Completa que o Armazém Pará está realizando desde o início do mês de Maio.
O Workshop abordará temas como organização de espaços residenciais, planejamento e organização de ambientes (closet, rouparia, sala, banheiro, cozinha, área de serviço, despensa, home office, biblioteca, garagem, ateliê, brinquedos, etc.), processo e encaminhamento de objetos para doação, reciclagem ou venda, organização de pequenos eventos em casa, organização de espaços empresariais, entre outros assuntos.
Com vagas limitadas, as inscrições para o evento podem ser feitas diretamente na loja da Roberto Freire ou através do Facebook do Armazém Pará.
Brasil ocupa posição 61 em ranking de competitividade de 63 anos Foto: Marcos Arcoverde_estadao
A competitividade da economia brasileira acaba de atingir o “fundo do poço”. Ranking anual elaborado pelo instituto IMD, com parceria da Fundação Dom Cabral (FDC) no Brasil, mostrou que o País perdeu mais quatro posições entre 2016 e 2017, chegando ao 61.º lugar e ficando à frente somente de Mongólia e Venezuela na lista de 63 nações.
Entre os países que ficaram mais atrativos para o investidor do que o Brasil no último ano estão Ucrânia e Croácia. Desde o ano passado, o Brasil já havia sido ultrapassado por nações que têm problemas crônicos, como a superendividada Grécia e a vizinha Argentina.
Dois fatores ajudaram a empurrar o Brasil para a pior posição já registrada na pesquisa – que é realizada desde 2009 seguindo os padrões atuais, mas existe há mais de duas décadas.
Segundo Ana Burcharth, professora da FDC que ajudou na elaboração do estudo, o primeiro ponto que pesou negativamente foi o desempenho da economia. Em 2016, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro recuou 3,6%, um dos piores desempenhos do mundo. Além disso, o País também perdeu posições nos quesitos eficiência do governo e legislação para negócios. Em ambos os casos, fica em um nada honroso penúltimo lugar entre todos os avaliados.
“Estamos caindo no buraco, igual em Alice no País das Maravilhas”, diz a professora da FDC. Isso ocorre porque o País não consegue melhorar seu ambiente de negócios mesmo em questões relativamente simples, como a desburocratização da abertura de empresas. “O problema não é só que nós estamos ficando no mesmo lugar. A questão é que, enquanto isso, outras nações estão evoluindo.”
‘Paralisia’. Diante da instabilidade política, vários outros indicadores estruturais passaram a ter resultados ruins, de acordo com a professora. O Brasil, ao longo do último ano, reduziu o investimento em pesquisa em desenvolvimento e teve uma avaliação mais baixa no quesito educação. De uma maneira geral, o estudo mostra uma paralisia do País, segundo Ana Burcharth.
Os dados ruins brasileiro vieram mesmo com a pesquisa não contemplando a recente crise política causada pela delação dos donos da JBS, que colocou o mandato do presidente Michel Temer em risco. As entrevistas com homens de negócio brasileiros foram feitas em fevereiro e março, justamente quando um cenário mais positivo começava a se desenhar, especialmente por causa da expectativa da aprovação das reformas previdenciária e trabalhista.
“As reformas, sem dúvida, são necessárias. Está claro que não temos capacidade de financiar as contas da nossa Previdência no longo prazo”, diz a professora. “E o marco regulatório trabalhista é antigo. Não dá para acreditar que o funcionário moderno tenha as mesmas necessidades do que há 50 ou 60 anos atrás.”
Outras nações. No topo do ranking, Hong Kong e Suíça continuaram em 1º e 2º lugar, respectivamente. Luxemburgo e Emirados Árabes Unidos entraram no top 10, em 8º e 10º, respectivamente, substituindo Noruega e Canadá. O restante das dez economias mais competitivas do mundo é formado por Cingapura (3º), EUA (4º), Holanda (5º), Irlanda (6º), Dinamarca (7º) e Suécia (9º).
Se é tão bom ser empresário aqui no Brasil
E bom todos empregados virarem empresários assim acaba com o problema no país
Que maravilha um Brasil só com empresário já que as leis são tão a favor aos empresários
Aí está a prova de que o que falta aos empresários brasileiros é COMPETÊNCIA, e não leis trabalhista que os beneficiem e nem reforma previdenciária. Ganhar apenas da Mongólia, um país localizado "onde o vento faz a curva", e a Venezuela, um país em guerra, destroçado, atualmente, sem indústrias. Eu acho que o Brasil teve uma ajudazinha para não ficar em último.
Perfeita colocação Rosaldo. A mídia, jornais, revistas, blog, tvs etc todos os dias noticiam que o país precisa das reformas trabalhista e previdenciária para que "os mercados" possam investir. Pura balela, o que se quer mesmo é ganhar dinheiro com a retirada de direitos dos trabalhadores.
Não Rosaldo
Aí está a prova que precisa o governo mudar as leis dar mais infra estrutura para que os empresários possam fazer sua parte
E tem que acabar com essa palhaçada de ter o TRT nos o Brasil e o único país que possui esse tribunal
O Cei Mirassol acaba de se tornar o mais novo patrocinador da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte. De acordo com a Diretora Pedagógica Maria Célia Lopes de Andrade: “Apoiar uma instituição tão importante é contribuir com um relevante trabalho educativo e de formação de novas plateias, ajudando a difundir a música de qualidade, seja ela erudita ou popular; valores que são alicerces, em nosso fazer pedagógico, há mais de 45 anos”.
O patrocínio faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas pela Criola Propaganda para o planejamento do cliente. A agência enxergou a oportunidade, aproximou as partes e com sensibilidade, conduziu o processo para viabilização da parceria.
O primeiro concerto com o apoio do novo patrocinador acontece hoje no Teatro Riachuelo no projeto “Quartas Clássicas”. Sob a regência do maestro Dr. Linus Lerner, a apresentação contará com a participação do premiadíssimo violinista coreano Edwin E.S. KIM. O espetáculo está marcado para iniciar às 20:00h, com entrada gratuita mediante retirada prévia de ingressos.
Plenário do Senado – Givaldo Barbosa / Agência O Globo
O Senado aprovou nesta quarta-feira a medida provisória que autoriza desconto na compra de bens e serviços com pagamento à vista, proibindo os comerciantes de excluírem essa possibilidade conforme a forma de pagamento (dinheiro, cartão de crédito, cheque). A MP perderia validade amanhã, se não fosse votada pelos senadores. O texto agora vai para sanção presidencial.
Sem nenhuma obstrução da oposição, a medida foi aprovada de forma simbólica. O governo editou a medida com o objetivo de estimular a competição entre os diversos meios de pagamento e reduzir os juros do cartão de crédito.
O texto aprovado pelo Senado determina que o lojista informe, em local e formato visíveis ao consumidor, eventuais descontos oferecidos em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado.
Na prática, a medida provisória legaliza os descontos nas compras à vista ou pagas com dinheiro em espécie. Apesar de já ser adotada em parte do varejo brasileiro, a oferta de desconto em compras à vista era proibida pela legislação. Por isso, muitas lojas cobravam o mesmo preço nas compras com pagamento em dinheiro ou em cartão de crédito.
Essa nova regra foi um dos pontos do pacote de medidas microeconômicas anunciado pelo governo para melhorar o ambiente de negócios e facilitar a retomada do crescimento econômico. Além da redução de preços nas compras em dinheiro, espera-se a corte nas taxas cobradas pelas empresas de cartão, que estão entre as mais altas do mundo.
O lavrador Aydes conseguiu mudar seu nome para Adilson. A decisão é da juíza de Direito substituta Marianna de Queiroz Gomes, da comarca de Mozarlândia/GO, que considerou válido o pedido do autor, uma vez que a alteração visa a evitar humilhações, preservar a autoestima e facilitar o convívio em sociedade.
“A causa legal de alteração, que é o constrangimento social, está documentalmente provada. Alguém cujo nome remete tão claramente a uma das doenças mais graves da atualidade, de certo, enfrenta constrangimentos, se não diários, ao menos extremamente frequentes.”
Sem constrangimento
Prevista na lei 6.015/73, art. 109, a retificação dos dados no registro civil cabe em situações em que o nome expõe a pessoa ao ridículo, há erros de grafia ou, ainda, para substituição por apelidos públicos notórios, homonímia, mudança de sexo, adoção e para proteger vítimas e testemunhas ameaçadas. “A alteração de nome visa a preservar a própria dignidade da pessoa, facilitando sua inserção social”, elucidou a magistrada.
Na petição, o autor, nascido na década de 1970, alegou que os pais o batizaram como Aydes antes do surgimento da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, Aids, na sigla em inglês, cujos primeiros casos notórios datam da década de 80. Curiosamente, a moléstia é conhecida como Sida nos países de língua portuguesa e espanhola, mas, no Brasil, foi adotada a grafia inglesa pela semelhança com o apelido Cida, diminutivo de Aparecida, nome muito comum no país.
Desde a infância, quando a repercussão sobre o vírus se tornou internacional, o autor relatou ter sofrido com apelidos e gozações com seu nome. Adulto, ele passou a adotar informalmente o nome de Adilson, pela semelhança sonora, mas as confusões continuaram: ele sempre precisava explicar que não era doente, nas ocasiões que seu verdadeiro nome aparecia, ou que não houve erro em sua documentação.
Para deferir a retificação, Marianna de Queiroz verificou as certidões negativas apresentadas junto aos autos e observou que “não há suspeita de fraude que justifique a abertura da instrução”. A juíza também frisou que “descabe produção de prova neste caso. O constrangimento a que se submete o requerente é aferível de plano, pela simples grafia de seu nome, prova documental idônea”.
Justiça americana permitiu que um estudante transgênero americano que está no último ano do Ensino Médio frequente o banheiro masculino da Kenosha’s Tremper High School, no estado de Wisconsin, faltando apenas uma semana para a formatura. Ashton Whitaker se identifica com o gênero masculino e fez o pedido enquanto ainda estava estava no segundo ano, marcando uma batalha na Justiça que durou quase um ano contra o distrito escolar.
A juíza Pamela Pepper concedeu a Whitaker permissão de usar o banheiro masculino na escola em setembro do ano passado. No entanto, foi somente nesta terça-feira, nas vésperas da formatura, que o tribunal homologou a sua decisão.
“Eu estou emocionado que o tribunal reconheceu meu direito de ser tratado como o garoto que sou na escola”, disse Whitaker em uma declaração divulgada pelo “Transgender Law Center” (Centro Jurídico Transgênero, em português). “Enquanto estou ansioso para a faculdade no próximo ano, espero que meu caso ajude outros estudantes transgêneros em Kenosha e em outros lugares a serem tratados da mesma forma que todos os outros sem passar por discriminação e perseguição da administração da escola”, completou.
De acordo com Ilona Turner, diretora do Centro e advogada do estudante, ainda que a permissão seja apenas para Whitaker, ela estabelece um precedente de que uma lei federal seja aprovada, proibindo discriminação de gênero nas escolas públicas para proteger as pessoas transgêneros.
“Esta situação é apenas um bloco na construção de um número crescente de tribunais que reafirmam que a discriminação contra pessoas transgênero é ilegal”, afirmou.
O distrito escolar argumentou que a lei federal não se aplica a pessoas transgênero como um grupo e que o dano que outros estudantes teriam pelo fato de Whitaker frequentar o banheiro masculino supera o dano que ele sofreria por não ter a permissão concedida.
Também pediu que o tribunal reconsiderasse, mas a juíza Ann Claire Williams declinou o pedido e rejeitou os argumentos, dizendo que os danos a terceiros são especulativos enquanto os de Whitaker são documentados. Entre eles, houve pensamentos suicidas e problemas de saúde por evitar entrar no banheiro feminino.
De acordo com o processo, quando Whitaker pediu para usar o banheiro masculino pela primeira vez, a escola disse que ele podia usar um banheiro neutro na sala da direção ou o banheiro feminino. No entanto, ele usou o masculino por seis meses, até que um professor o viu lavando as mãos e o delatou para a administração.
Turner afirmou que a vitória de Whitaker poderia impactar um caso de outro tribunal americano envolvendo outro estudante transgênero da Virginia que processou sua escola pela mesma razão. A Suprema Corte seguiria com o caso dele, mas o processo voltou para a instância anterior depois que o presidente Donald Trump revogou a orientação do governo Obama que presava a permissão nas escolas públicas para que estudantes transgêneros usassem banheiros alinhados com suas identidades de gênero.
Integrantes da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) prenderam, nessa terça-feira (30), dois homens suspeitos de assaltos na zona Norte de Natal. Além disso, dois veículos com registro de roubo também foram recuperados.
A equipe da FNSP foi informada via rádio sobre ações criminosas que estavam ocorrendo na região. Diante disso, começou a fazer patrulhamento pelas ruas e se encontrou com uma das vítimas, que estava monitorando a localização, através de um aplicativo, de sua motocicleta que havia sido tomada de assalto há pouco tempo.
Chegando no Golandim, em São Gonçalo do Amarante, a FNSP se deparou com duas pessoas em duas motos, ambas com registro de roubo, inclusive a do homem que a equipe da Força estava mantendo contato.
Kyrie Matheus Silva de Melo, de 18 anos, e Erick Jonathan Venâncio, de 21, foram levados para a delegacia para os procedimentos cabíveis e reconhecidos pelas vítimas.
E muito dinheiro mesmo, só complementando o comentário do Igor. Cada policial dessa Farsa Nacional recebe diária em torno de R$ 600,00. Imagine o custo de tudo isso, ao final de um mês. Melhor seria prover recursos para o Estado contratar policiais efetivos, ao invés dessa turma que vem passar apenas uma temporada, encher a burra de dinheiro, fazer turismo e vai embora.
O BG visitou a Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no município de Nísia Floresta, na região metropolitana de Natal, para acompanhar o processo de reestruturação das alas dos presos.
Nesta quarta-feira (31), o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura – SIN, entregou a obra de reestruturação do segundo pavilhão da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta.
O secretário de Infraestrutura, Jader Torres, acompanhado da secretária-Chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha, do secretário de Justiça e Cidadania, Mauro Albuquerque, vistoriaram a obra do Pavilhão 2 e na presença da imprensa fizeram a entrega oficial ao Sistema Penitenciário. A equipe também vistoriou as obras do Pavilhão 1.
Segundo pavilhão a ser entregue, os serviços de recuperação foram iniciados em abril. Dividido em duas alas, A e B, cada uma com sete celas, o pavilhão foi recuperado e recebeu os serviços de pintura, substituição das grades, todo o telhado foi substituído, construção de uma guarita para supervisionar o pátio, construção de banheiros na quadra, construção de parlatórios, construção de dois consultórios para atendimento médico, construção de alojamento para os agentes penitenciários, instalação de diversas grades no hall de entrada, nas circulações (a cada duas celas uma nova grade no corredor) e no acesso da quadra, novas instalações elétricas e hidros sanitárias.
Em março, foram iniciadas as obras de reconstrução dos pavilhões 1, 2 e 3, da Penitenciária de Alcaçuz. No último dia 02 de maio, foi entregue o Pavilhão 3, que já está habitado pelos internos.
Inicialmente o valor total dos serviços nos três pavilhões é de R$ 1.968.956,45. A obra consiste na recuperação dos pavilhões que foram extremamente danificados em janeiro deste ano.
Como podemos ver em vídeo abaixo, os presos deixam de ter contato com os agentes, e não tem mais possibilidade de achar trancas que fecham as grades.
No novo sistema de celas, não existem mais tomadas. As, lâmpadas, por exemplo, estão protegidas por caixas blindadas. Quando a ventilação, ela chega através de cobogós. Por consequência, diminui a visão de presos de dentro da cela para fora.
As celas, para seu acesso, funcionam através do sistema de bate e tranca. Assim, a abertura funciona somente por liberação em chave. E ainda tem a tranca do cadeado que fica longe do acesso.
Mentalidade Tupiniquim…Antes disseram que o presidio iria ser desativado, depois seria reformado e voltaria a funcionar. E um erro aquele presidio estar naquela região de dunas. É so visitar qq cidade de algum pais de primeiro mundo e ver como o Brasil é atrasado, não existe planejamento para nada, é tudo feito nas coxas.
O estado realmente ia fechar a penitenciária, mas demorou a tomar a decisão e então chegou verba federal carimbada, e ele se viu obrigado a enterrar mais alguns milhões de reais nas dunas de Alcaçuz.
Nem sinal de câmeras para vídeo monitoramento, assim podem destruir a vontade num rebelião e ninguém vai ser responsabilizado.
Ficou muito bom mesmo. Mas e o pessoal pra administrar isso? O agente penitenciário do RN é o mais mal pago do país, e, consequentemente, o mais desmotivado. O concurso está aberto com um salário que não condiz com a periculosidade e com as dificuldades a serem enfrentadas no desempenho da função. O governador quer empenho dos agentes, sem se empenhar em valoriza-los. Esse é o retrato desse governo: fala que valorizou o servidor da segurança, mas tudo não passa de mentiras.
Tudo bonitinho! Mas sem logística não resiste aos santos que estão lå dentro! Era para mandar todos para uma Ilha no meio do oceano com O PESSOAL DE DIREITOS HUMANOS para tomar de conta. Aí sim funcionará o sistema prisional. O resto é esperar a próxima desses bandidos que vão quebrar tudo de novo e a gente se ferrando de pagar impostos pra essa cambada de vagabundos que estupram, roubam, matam e torturam.
Aposte na dieta para uma temporada livre de doenças. Veja abaixo uma lista de alimentos que ajudam a blindar sua imunidade, elaborada por Larissa Santana, nutricionista do Kurotel – Centro Médico de Longevidade e Spa, em Gramado (RS).
Goji berry
Fonte de antioxidantes que reforçam o sistema imunológico e atuam na prevenção de doenças inflamatórias, entre outras.
Couve
Possui ácido fólico, entre outros nutrientes, que auxilia na maturação das células do sistema imune e melhora a resistência a infecções.
Alho
O selênio e o zinco presentes no alimento previnem gripes, resfriados e outras infecções ligadas ao trato respiratório. Já a alicina, substância líquida que aparece quando o alho é esmagado ou cortado, tem ação anti-inflamatória, antiviral e bactericida.
Cebola
Possui uma substância chamada quercitina, importante na melhora do sistema imunológico, além das vitaminas A e C, que também ajudam na prevenção de doenças virais e alérgicas.
Confira programa desta quarta-feira(31). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, teve como entrevistado o padre Francisco Mota, pároco da igreja matriz de São Pedro, no Alecrim. Clique abaixo e ouça.
A Coreia do Norte afirmou nesta quarta-feira (31) que está pronta para realizar um teste de um míssil balístico intercontinental (ICBM) “a qualquer momento”. A informação é da agência de notícias EFE.
As forças armadas norte-coreanas “estão prontas para a realização de um teste real de um ICBM a qualquer momento e em qualquer lugar, apenas aguardando uma ordem do líder supremo” Kim Jong-un, segundo informa um artigo do jornal Rodong Sinmun, órgão oficial do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte.
O próprio Kim Jong-un disse em seu anúncio de Ano Novo que o país estava na fase final do desenvolvimento de um míssil deste tipo, que, no futuro, pode alcançar o território americano com uma arma nuclear, o que daria ao regime recurso importante para a sua sobrevivência.
No texto divulgado pela agência estatal KCNA e em que o regime de Pyongyang analisa o teste americano, os norte-coreanos afirmam que nenhuma força estrangeira poderá parar os avanços do país asiático, “uma potência nuclear e de mísseis no Oriente”.
A Coreia do Norte disse que seguirá fortalecendo sua capacidade de “autodefesa” diante da “política hostil” dos Estados Unidos e advertiu que o governo do presidente Donald Trump tome “a decisão correta” já que se encontra “entre a vida e a morte”.
A mensagem de Pyongyang chega um dia depois de Washington ter realizado, com sucesso, em sua costa ocidental, um teste de intercepção de um míssil balístico intercontinental, no meio da crescente tensão militar com a Coreia do Norte.
Relator, o senador Hélio José (PMDB-DF) apresentou substitutivo, promovendo mudanças como a troca da expressão “polícia penitenciária” para “polícia penal”. Foto: Pedro França/Agência Senado
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (31), proposta para criação das polícias penais federal, estaduais e distrital, atribuindo aos agentes penitenciários os direitos inerentes à carreira policial. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/2016 segue para análise do Plenário.
Do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), a PEC acrescenta essas polícias ao rol dos órgãos do sistema de segurança pública, e determina como competência dessas novas instâncias a segurança dos estabelecimentos penais e a escolta de presos. A intenção do autor, além de igualar os direitos de agentes penitenciários e policiais, é liberar as polícias civis e militares das atividades de guarda e escolta de presos.
O relator na CCJ, senador Hélio José (PMDB-DF), apresentou substitutivo em que promove alterações no texto original, como a troca da expressão “polícia penitenciária” para “polícia penal”. Na avaliação do senador, a expressão anterior limitaria seu âmbito a uma das espécies de unidade prisional, as penitenciárias, e seria incompatível com a fiscalização do cumprimento da pena nos casos de liberdade condicional ou penas alternativas.
“A criação de órgãos com atribuição de vigilância penitenciária justifica-se pela especificidade dessa atividade, que nada tem a ver com o policiamento ostensivo, a cargo das polícias militares, ou com a apuração da autoria e materialidade de infrações penais, a cargo das polícias civis”, justificou Hélio José.
O substitutivo também vincula cada polícia penal ao respectivo órgão administrador do sistema penal da unidade federativa a que pertencerem e estabelece que as polícias penais serão formadas pelos atuais agentes penitenciários e por novos servidores admitidos por concurso público.
Na defesa da aprovação da PEC, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) frisou a necessidade de o Estado se responsabilizar pela segurança no interior de presídios e cadeias públicas, já que a tentativa de terceirização dessa atividade se mostrou falha.
– Chegou a hora de o poder público ser responsável pela gestão dentro das cadeias – disse.
Lídice da Mata (PSB-BA) lembrou que os agentes penitenciários vivem um limbo, ficando à mercê da boa vontade dos governos, já que quando se trata de discutir aumento salarial e vantagens, não são considerados de segurança pública, mas se tentam fazer uma paralisação, por exemplo, são enquadrados como policiais, sendo impedidos de se manifestar.
O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) também se manifestou sobre a proposta.
– Vamos ver se, dando essa segurança, os graduando em uma hierarquia maior, possamos ter maior controle das nossas cadeias e penitenciárias – disse Caiado.
No passado a área de alimentação nos shoppings era sinônimo de fast-food, hoje encontramos desde cafés aconchegantes à restaurantes renomados, com comodidade e segurança. De fato, a gastronomia está em alta, e o Shopping Cidade Jardim tem apostado em operações de peso para atrair mais clientes.
O shopping Cidade Jardim foi um dos pioneiros na aposta de grandes operações de alimentação, quando abriu o Real Botequim há dez anos. Hoje, são quase 20 empreendimentos gastronômicos, acomodados como quiosques ou restaurantes: São Braz Coffee Shop, Sorveteria Preciosa, Loucos Por Coxinha, Nemo Sushi, Pé de Moleque, Açaí Prime, Bella Natal, Bob’s, Cacau Show, Churiot Churros Gourmet, Empório do Sabor, Pittsburg, Pé de Café, Ster Bom, Subway, Tropicana e Adega São Cristóvão e o já citado Real Botequim. Até o final do mês de maio, chegará ao mall a creperia Creperie 84.
“Nossos bares e restaurantes são bem frequentados, pois oferecem qualidade conforto e segurança, além da praticidade de estar em um shopping”, comenta a gerente de marketing, Amélia Dutra. O Real Botequim, por exemplo é famoso pelas bebidas e petiscos, mas também está sendo reconhecido na cidade como restaurante, impulsionado principalmente pela feijoada aos sábados. Mas, uma novidade também está atraindo novos clientes, é o Festival Tio Armênio, que é do mesmo grupo detentor da marca Real Botequim (Recife-PE). O estabelecimento preparou um menu executivo para ser servido no almoço com preços bastante convidativos. Destaque para um bacalhau grelhado com legumes, ovo cozido e arroz de brócolis. Ao lado do Real, está o Nemo Sushi uma opção para quem aprecia a culinária japonesa.
Outro destaque da área da alimentação é o São Braz Coffee Shop que chama atenção pelo projeto arrojado. Elaborado pelo renomado arquiteto Eric Perman, a cafeteria tem um conceito diferenciado no Cidade Jardim, para tornar o ambiente mais aconchegante. Em uma área de livre circulação, foi possível criar um ambiente climatizado, com adaptações acústicas e de iluminação que proporcionam muito conforto. A São Braz, empresa genuinamente nordestina, possui uma das mais completas linhas de cafés do Brasil, com oito blends diferentes, em 16 pesos e tipos de embalagens, para atender as exigências de cada perfil de paladar. Destaque também para os alimentos à base de milho, naturalmente sem glúten.
O shopping tem outras opções de cafeteria como o Pé de Café onde é ponto de encontro de pessoas a fim de bater um bom papo e provar o cappuccino especial casa. Já a Pé de Moleque, marca de tradição em Natal, oferece tortas especiais como a mais pedida dos clientes: chocolate com morango. Ainda falando em sobremesas, a Gelateria Preciosa, que é parada obrigatória de quem visita a praia da Pipa no litoral sul do Estado, oferece o verdadeiro gelato italiano com exclusividade no mall. A intensidade dos sabores dos sorvetes deriva da correta e generosa dosagem dos melhores ingredientes italianos sem adição de gordura hidrogenada e trans, conservantes e aromas artificiais, corantes e anti-oxidantes sintéticos. O resultado é um sorvete cremoso, aveludado e com sabores típicos tanto italianos quanto brasileiros.
Essas são algumas operações em destaque na gastronomia do shopping Cidade Jardim, um segmento que está em alta e atrai um grande fluxo de consumidores. Fundado há quase 33 anos, no início da Av. Engenheiro Roberto Freire, recebe cerca de 15 mil clientes circulando por dia. O empreendimento surgiu de um projeto audacioso para a época, construído pelo grupo VERÍSSIMO & Filhos, e mantém-se até hoje como um dos pilares do setor do comércio da cidade.
Já está em vigor, no Rio de Janeiro, uma lei que obriga bares e restaurantes a venderem a cachaça que é produzida no estado. O Rio é um dos maiores consumidores da bebida.
Na Assembleia Legislativa do Rio, projetos importantes para a recuperação econômica do estado cheio de dívidas aguardam votação. Mas tem um setor já ganhou uma lei só para ele: a lei da cachaça! A intenção é estimular o consumo das aguardentes produzidas nos alambiques fluminenses.
Bares e restaurantes que vendem bebidas destiladas, como vodka e whiskey, devem ter no cardápio pelo menos quatro tipos de pinga produzidas no estado, informando o município de origem.
“Esse projeto, o sentido dele é isso… Primeiro: valorizar o produto que é nosso. Segundo, nessa valorização significa uma contribuição efetiva para a economia do estado do Rio de Janeiro”, diz o deputado estadual Eliomar Coelho (PSOL).
E quem for flagrado numa fiscalização desobedecendo a lei da cachaça no Rio será punido. O dono do estabelecimento vai ficar sem benefícios concedidos pelo governo como anistia de dívidas, empréstimos e renúncia fiscal.
Sindicato discorda da lei
Nem todo mundo está gostando desta nova lei. “É um momento em que os estabelecimentos estão lutando para manter os empregos, suas atividades, e eu acho que os alambiques do estado do Rio de Janeiro já têm altíssima qualidade, tem reconhecimento, vários bares têm cartas de mais de 100 cachaças artesanais, do Brasil inteiro, muitas delas do estado do Rio, então a gente acha esse tipo de proposta desnecessária e vem num péssimo momento”, diz Leo Feijó, diretor do Sindicato de bares e restaurantes do Rio de Janeiro (Sindrio).
Os donos de bares e restaurantes acham que a nova lei não vai incentivar o aumento das vendas. É o caso de Giani Eroni. “Você vai pegar um barzinho pequeno, um boteco, que tenha a cachaça dele de venda, ele botar outras cachaças com certeza vai ficar na prateleira lá e não vai vender. Não é isso que vai fazer a cachaça vender”.
Muito justo. Seria bom que os nossos vereadores fizessem leis desse tipo ao inves de ficar dando titulo a politico. Uma branquinha não faz mal a ninguem.
WhatsApp possui 120 milhões de usuários brasileiros (Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo)
O WhatsApp concluiu o processo de criptografar todas as mensagens, iniciado em abril de 2016. Um ano depois, o mensageiro alcançou a marca de 100% das mensagens com codificação, uma maneira que, segundo a empresa, impede que bisbilhoteiros tenham acesso ao conteúdo e o teor do que é trocado pelo aplicativo.
“Ninguém tem acesso às suas mensagens, nem mesmo o WhatsApp”, afirma o engenheiro de segurança Ehren Kret. O especialista cita dados do Instituto Datafolha, de que 94% dos brasileiros consideram a criptografia como um fator importante de segurança, enquanto 71% dos entrevistados admitem enviar dados sigilosos por meio do aplicativo.
Os responsáveis pelo mensageiro revelaram hoje (31), em São Paulo, que atualmente 120 milhões de brasileiros têm o WhatsApp instalado e o utilizam mensalmente. Mais da metade dos habitantes do país – 206 milhões, segundo índice do IBGE no ano passado – estão no programa, uma propriedade do Facebook na internet.
O processo de criptografia codifica as mensagens para que somente o autor e o destinatário saibam o que estava escrito. Ainda segundo Kret, seriam necessários “milhões de anos” e um poder computacional astronômico para quebrar a segurança de apenas uma mensagem, e por isso é praticamente impossível derrubar a segurança do mensageiro.
Questões referentes ao uso policial do WhatsApp vêm à tona porque, na próxima sexta-feira (1º de junho), o Supremo Tribunal Federal começará as discussões sobre a constitucionalidade do bloqueio do mensageiro, como já aconteceu em outras ocasiões no país.
Os representantes do mensageiro não comentam quais serão as providências do mensageiro caso o STF determine a instalação de uma back door, espécie de porta dos fundos que permita a agentes policiais ler as conversas das pessoas. “A última coisa que queremos é um novo bloqueio”, responde o encarregado jurídico Mark Khan. Ao mesmo tempo, ele lembra que o WhatsApp é uma organização americana e que “nem nos Estados Unidos nos sujeitamos à criação de uma back door”.
Apesar de não conseguir acessar o conteúdo das conversas – sejam elas individuais ou em grupos –, o WhatsApp registra informações que se mostraram úteis para investigações policiais no passado. Khan explica que é possível saber o dia e horário em que um usuário esteve online pela última vez, informação importante quando há uma suspeita de sequestro ou desaparecimento de uma criança.
Além disso, os criadores do mensageiro sabem a partir de qual dispositivo o acesso foi feito (se foi um celular Android, um iPhone ou um dispositivo com Windows, por exemplo) e a lista de contatos, que fica salva no smartphone mas é replicada também na nuvem.
No mundo, aproximadamente 1,2 bilhão de pessoas utilizam o mensageiro a cada mês.
Joesley Batista, da empresa JBS, fez acordo de delação premiada. Foto: Danilo Verpa/Folhapress
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou na manhã desta quarta-feira (31) proposta de fiscalização que mira a JBS e pede a revisão da delação premiada firmada pelos executivos da empresa com a Procuradoria-Geral da República.
A aprovação se deu por unanimidade.
Líderes do governo de Michel Temer e de 17 partidos políticos assinam a proposta, o que representa 87% do tamanho total da Câmara. Congressistas e integrantes do Executivo são os principais alvos da delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista, que controlam a J&F, dona da JBS.
Ao todo, a JBS diz ter pago propina a 1.829 políticos nos últimos anos-entre eles Temer, que desde então viu seu cargo ficar sob ameaça.
“A população está revoltada com o tratamento dado aos sócios e executivos do grupo. Mesmo tendo confessado crimes em série, e considerando a possibilidade de terem cometido crimes pós-delação, tiveram perdão judicial e vivem confortavelmente no exterior”, escreveu o deputado Carlos Melles (DEM-MG), relator da proposta na comissão.
O colegiado afirma que irá tratar da compra de dólares pelo grupo antes de a delação vir à tona, o que resultou em um salto na cotação da moeda norte-americana, além da suspeita de irregularidades em operações de crédito do grupo com bancos oficiais. Para isso, afirma que irá convocar pessoas e entidades, requerer informações e documentos, inclusive sigilosos, realizar diligências e perícias, além de solicitar providências a outras autoridades.
“Não podemos permitir que tal ‘crime perfeito’ se concretize. (…) Há que se rever a colaboração premiada negociada junto à Procuradoria-Geral da República e homologada pelo Supremo Tribunal Federal, além das bases do acordo de leniência ainda em andamento”, diz o requerimento aprovado pela comissão. A J&F fechou acordo de leniência em que se compromete a pagar R$ 10,3 bilhões ao longo de 25 anos.
A expressão “crime perfeito” é a mesma utilizada por Temer ao atacar Joesley em seu segundo pronunciamento sobre a crise.
A proposta pede que a Câmara realize o ato de fiscalização com o Tribunal de Contas da União e, se necessário, com outros órgãos, como Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários, Ministério da Transparência e AGU (Advocacia-Geral da União).
Técnicos da Câmara dizem que os efeitos da proposta são mais políticos do que práticos, já que a delação da JBS foi homologada pela mais alta corte do Poder Judiciário.
No ano passado, o Congresso tentou sem sucesso aprovar uma anistia aos alvos da Lava Jato em meio às notícias sobre a delação da Odebrecht, que também atingiu em cheio o mundo político.
Mesmo que essa delação, tenha sido mal feita tá mostrando ao país e ao mundo quê nossos políticos são corruptos, o povo Brasileiro tá vendo quê quem quer anular a delação são os políticos corruptos e bandidos, ainda existe gente honesta no STF, aguardem mensagem políticos marginais.
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