Política

Pesquisa XP/Ipespe: Bolsonaro volta aos 30% de aprovação, enquanto 24% consideram regular e 45% desaprovam; avaliação no Nordeste apresenta melhora relevante

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) experimentou, nos últimos dias, uma melhora em seus níveis de aprovação junto ao eleitorado, a despeito do quadro ainda grave da pandemia do novo coronavírus e de seus impactos econômicos observados. É o que mostra a mais recente edição da pesquisa XP/Ipespe, feita entre os dias 13 e 15 de julho.

Segundo o levantamento, após atingir a mínima de 25% de avaliações positivas em maio, o mandatário viu o indicador crescer gradativamente até atuais 30%. É a melhor marca desde 24 de abril, quando 31% dos eleitores classificavam o governo como ótimo ou bom, e o mesmo patamar visto em março deste ano ou setembro de 2019. A margem de erro da pesquisa é de 3,2 pontos percentuais.

As avaliações negativas, por sua vez, atingiram 45%, em uma queda de 5 pontos percentuais em relação à máxima de meados de maio. Apesar da melhora, o saldo das avaliações positivas e negativas do presidente – hoje de -15 p.p. – ainda é significativamente pior do que o registrado antes da covid-19 ser declarada pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em 11 de março.

Em fevereiro, o grupo de eleitores que classificavam o governo como ruim ou péssimo superava em 2 p.p. o grupo dos que avaliavam a gestão como ótima ou boa. No segundo mês de gestão, Bolsonaro contava com vantagem de 23 p.p. das avaliações positivas sobre as negativas. O saldo foi diminuindo a cada nova pesquisa até se tornar negativo em maio de 2019.

Os dados abertos mostram que cresceu a participação da população com renda de até dois salários mínimos sobre o grupo que avalia positivamente a atual gestão. Antes da pandemia, o eleitorado mais pobre respondia por cerca de 46% de toda a base que avalia o governo como ótimo ou bom. Esse número passou para em média 48% e agora atingiu praticamente 50%.

A melhora no desempenho do presidente junto aos mais pobres coincide com a concessão do auxílio emergencial de R$ 600, pago a trabalhadores informais, desempregados e beneficiários de programas sociais como o Bolsa Família durante a crise da covid-19. Inicialmente, foram aprovadas três parcelas, mas o governo prorrogou o benefício por mais dois meses.

A ideia agora é criar um programa permanente de renda mínima a partir da unificação de programas sociais já existentes. Com isso, o governo pretende ampliar a base de contemplados pelo Bolsa Família e os valores repassados, sem que isso implique em impacto fiscal adicional. Analistas observam potenciais dividendos políticos com o movimento.

Segundo a pesquisa XP/Ipespe, também houve melhora relevante na avaliação do presidente junto ao eleitorado do Nordeste, que responde por 27% da amostra da pesquisa. Deste grupo, 27% classificam a gestão como ótimo ou boa – melhor marca desde fevereiro, antes da crise sanitária. O presidente também melhorou seu desempenho, mesmo que dentro da margem de erro, em todas as demais regiões.

No recorte por gênero, a recuperação de Bolsonaro se deu entre os homens, ampliando o abismo observado desde a corrida presidencial. Hoje, o governo é avaliado positivamente por 36% dos homens e 24% das mulheres. Em maio, essa diferença chegou a ser de 15 pontos percentuais.

Recuperação

O levantamento também mostra uma melhora na percepção da população sobre os rumos da economia. Em dois meses, o percentual de eleitores que acreditam que o país está no caminho certo nesta área saltou de 27% para 33%. De igual modo, as avaliações de que Bolsonaro é o maior responsável pela situação atual foram de 24%, em junho, para atuais 19%.

O movimento coincide com uma avaliação mais otimista do eleitorado sobre a manutenção do emprego e das perspectivas com relação às próprias dívidas – embora, no segundo caso, o grupo dos que esperam um aumento do próprio endividamento continue sendo maioria.

Segundo a pesquisa, em dois meses, caiu de 54% para 46% o grupo de respondentes que acredita ser pequena ou muito pequena a chance de manter o emprego atual nos próximos seis meses. No mesmo período, cresceu de 39% para 46% o grupo dos que acreditam que essa possibilidade é alta.

De acordo com o levantamento, o medo da população com o coronavírus tem diminuído, a despeito da persistência do Brasil em registros de mais de 1.000 mortes diárias. Ainda assim, a preocupação com a doença continua sendo a tônica da maioria. Questionados sobre o momento em que o país se encontra na crise, 53% acreditam que o pior ainda está por vir, ao passo que 39% entendem que o pior já passou. Em maio, esses grupos correspondiam a 68% e 22% da população, respectivamente.

Ainda sobre a pandemia, saltou de 52% para 58% o percentual de entrevistados que concordam com as medidas de flexibilização do isolamento social adotadas por diversos governadores e prefeitos, a despeito de algumas localidades do país estarem enfrentando um crescimento na curva de contágios e óbitos.

Tal percepção também se refletiu em uma leve melhora na avaliação sobre a atuação de Bolsonaro no enfrentamento ao novo coronavírus. Em maio, 58% adotavam postura crítica e 21% avaliavam positivamente. Hoje, 52% classificam a posição do presidente como ruim ou péssima e 25%, como boa ou ótima.

Por outro lado, a percepção sobre a atuação dos governadores, antagonistas do presidente nesta crise sanitária, piorou e atingiu a pior marca desde o início da pandemia ao registrar 39% de avaliações positivas e 28% negativas.

O movimento se refletiu em uma perda de apoio dos governadores em quase todas as regiões do país. No Sudeste, as avaliações negativas voltaram a superar numericamente as positivas – o que não acontecia desde março. Apenas a região Sul apresentou comportamento estável.

Modelo “paz e amor” aprovado

A melhora na popularidade de Bolsonaro coloca o presidente, em termos de aprovação, próximo aos patamares de antes da saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça e Segurança Pública. À época, o ex-juiz da Lava Jato acusou o mandatário de tentar interferir politicamente na Polícia Federal. O caso deu origem a um inquérito ainda em fase de apuração na Procuradoria Geral da República.

A pesquisa XP/Ipespe deste mês mostra uma recuperação do governo federal quanto à percepção dos eleitores sobre a política de combate à corrupção, mas os números seguem distantes do que se observou no início da gestão ou mesmo no último mês com Sérgio Moro no comando da pasta.

Segundo o levantamento, de junho pra cá, caiu de 47% para 43% o grupo de eleitores que acreditam que a corrupção terá aumentado nos próximos seis meses. No mesmo período, se manteve em 21% o percentual daqueles que entendem que os crimes de colarinho terão diminuído. Em março, os grupos correspondiam, respectivamente, a 30% e 27%. Já no primeiro mês de governo, eram 16% e 54%.

De acordo com o levantamento, 77% dos entrevistados tomaram conhecimento da investigação envolvendo o ex-policial militar Fabrício Queiroz, amigo da família presidencial e ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), e 76% souberam que ele e a esposa, Márcia Aguiar, tiveram suas prisões transformadas em domiciliares.

Queiroz é apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como operador financeiro de um suposto esquema de “rachadinhas” no gabinete de Flávio Bolsonaro à época em que o atual senador era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A pesquisa mostra que 68% dos entrevistados discordam da prisão domiciliar concedida ao casal amigo do clã-Bolsonaro. Questionados sobre quem está mais envolvido com Queiroz, 61% dos eleitores acreditam ser o próprio senador Flávio Bolsonaro. Outros 8% apontam o presidente Jair Bolsonaro e 4% dizem que o caso é restrito ao ex-assessor.

Para 35%, a continuidade das investigações sobre Queiroz e o esquema de “rachadinhas” no gabinete do filho do presidente pode afetar muito o governo Jair Bolsonaro. Outros 54% acreditam que o caso afetará um pouco ou não terá efeito sobre a atual gestão.

Questionados sobre como Bolsonaro deve agir em relação ao Congresso Nacional, apenas 22% defendem o endurecimento de posições e o discurso contra a política tradicional, ainda que isso signifique dificuldades na relação. Outros 40% apoiam uma flexibilização para aprovar sua agenda, ainda que isso signifique um afastamento do discurso inicial. E 25% entendem que o mandatário deve manter a relação com o parlamento como está.

Desde o agravamento da crise do coronavírus, Bolsonaro aprofundou uma investida em direção a lideranças do chamado “centrão”. O movimento coincidia com uma perda de popularidade e com o aumento de pedidos de impeachment contra o presidente protocolados junto à Câmara dos Deputados, além do próprio avanço de investigações contra o mandatário e seu entorno.

O flerte de Bolsonaro com o bloco contou com uma bateria de reuniões com lideranças partidárias e com a oferta de cargos cobiçados na administração pública, tendo a recriação do Ministério das Comunicações e sua oferta ao deputado Fábio Farial (PSD-RN) seu exemplo mais eloquente.

Antes deste movimento, porém, indicados do “centrão” já haviam ocupado posições como a diretoria de ações educacionais do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), a direção do Dnocs (Departamento Nacional de Obras contra Secas) e a secretaria de Mobilidade do Ministério de Desenvolvimento Regional.

O movimento, no entanto, parece não ter abalado a reputação de Bolsonaro junto ao eleitorado. Segundo a pesquisa XP/Ipespe, 49% dos entrevistados acreditam que o presidente está com o mesmo comportamento de sempre em relação aos demais Poderes. O que pode aumentar o nível de segurança para que novos acenos sejam feitos ao “centrão” quando necessário.

Infomoney

 

Opinião dos leitores

  1. MITO 2022. Esses que acham péssimo devem tá com saudades das boquinhas das Estatais, do pão com mortadela, de invadir terras, casas e da vida fácil que levavam.

  2. e eu acho massa os comentários dos esquerdistas, kkkkkkk, eles piram com essa notícia, 30% de votos pra um candidato com certeza ele é eleito , teria que os outros 70% votar em outro candidato único, o que não é o caso , e ainfa faltam 2 anos , chora esquerda , mito 2022.

    1. Você até que é bom em matemática, mas é péssimo em análise. Nota zero!

  3. Quando acabar o auxílio emergencial, quero saber se vai manter essa ligeira alta… presidente fake

    1. Era uma vez um pais que tinha tudo para ser rico, mas os vagabundos roubaram durante 33 anos da saúde, educação, segurança, saneamento básico e habitação. Ai o povo se revoltou e elegeu uma cara honesto. Então agora querem tirar ele de lá, dizendo que ele nao gosta de marciano, saturniano, mercuriano, uraniano kkkkkkk! Vão arrumar um quintal para limpar no sol do meio dia, cambada de ladroes da nação!

    2. Mas Marcelo, o cara "honesto" era deputado há uns 35 anos e nunca produziu nada, aliás produziu: rachadinhas e enricou a família uma 1000 x.
      Estranho né?

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Geral

Zanin nega liminar para obrigar Senado a abrir CPI sobre ministros e caso Master

Foto: Ton Molina/STF

O ministro Cristiano Zanin, do STF, negou pedido de liminar do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) para obrigar a presidência do Senado a abrir uma CPI sobre possíveis relações de ministros da Corte com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

Zanin entendeu que não há, neste momento, elementos suficientes para justificar uma intervenção urgente do Supremo. O ministro também apontou que o requerimento seria um desdobramento de um pedido anterior de CPI relacionado ao Banco Master, e não um fato novo e independente.

Apesar de negar a liminar, Zanin manteve o processo em andamento e determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), preste informações. Depois, poderão se manifestar a AGU e a PGR antes de o caso seguir para julgamento do colegiado.

A CPI pedida por Vieira pretende investigar possíveis relações pessoais, financeiras ou funcionais de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes com Vorcaro e se esses vínculos tiveram influência na atuação dos ministros no STF. Segundo o senador, o requerimento recebeu 41 assinaturas e está parado há quase seis meses no Senado.

Com informações da CNN Brasil

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Eleições 2026

ATLAS/BLOOMBERG: Crise no STF prejudica mais Lula para 52,3% dos eleitores; 20,8% apontam Flávio

Foto: Reprodução

A crise envolvendo ministros do STF prejudica mais a campanha do presidente Lula (PT) do que a do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg. Para 52,3% dos entrevistados, Lula é o mais prejudicado pelo episódio, enquanto 20,8% apontam Flávio.

Outros 15,5% avaliam que a crise prejudica os dois candidatos igualmente. Já 7,5% dizem que nenhum dos dois sofre prejuízo e 3,9% não souberam responder.

A AtlasIntel ouviu 5.015 eleitores entre os dias 17 e 22 de setembro por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi financiado pela Bloomberg e registrado no TSE sob o protocolo BR-04739/2026.

Com informações da CNN Brasil

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Geral

Corpo do cantor Rick será velado e enterrado em Sorocaba nesta quinta-feira

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O corpo do cantor Rick Sollo, da dupla sertaneja Rick & Renner, será velado e enterrado em Sorocaba (SP). O artista, de 59 anos, foi uma das cinco vítimas da queda de um helicóptero em Urubici, na Serra de Santa Catarina.

Os corpos foram resgatados na tarde de terça-feira (22) e levados ao Instituto Médico Legal de Florianópolis. Nesta quarta-feira (23), foram liberados para as famílias. O corpo de Rick será transportado de táxi aéreo para Sorocaba, onde o velório para familiares e amigos está previsto para quinta-feira (24). Local e horário ainda não foram divulgados.

O helicóptero desapareceu na segunda-feira (21), depois de decolar de Porto Belo com destino a São Joaquim. Os destroços foram encontrados após 13 horas de buscas em uma área de mata de difícil acesso.

Mortos em queda de helicóptero: cantor Rick, empresário Bruno Avelar, videomaker Paulo Soares, piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e copiloto Leopoldo Barros Teixeira (Fotos: Reprodução)

Além de Rick, morreram o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira. Rick ficou conhecido nacionalmente pela parceria com Renner, com quem formou uma das duplas sertanejas de destaque do país.

Com informações do g1

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Eleições 2026

ELEIÇÕES: Pesquisas internas de Lula apontam tendência de voto útil para petista e Flávio

Foto:  Reprodução

Pesquisas internas da campanha do presidente Lula (PT) começaram a indicar uma tendência de concentração de votos em Lula e em Flávio Bolsonaro (PL) na reta final da eleição. A avaliação de dirigentes petistas é de que eleitores de candidatos com percentuais menores podem estar migrando para os dois primeiros colocados.

O movimento também aparece na última pesquisa Quaest, embora as variações estejam dentro da margem de erro. Lula chegou a 37% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio alcançou 33%. Na rodada anterior, eles tinham 36% e 31%, respectivamente.

No mesmo período, Augusto Cury (Avante) passou de 7% para 6% e Renan Santos (Missão), de 4% para 3%. Ronaldo Caiado (PSD) permaneceu com 4% e Romeu Zema (Novo), com 1%.

A Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 17 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Com informações do Metrópoles

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Geral

ATLAS/BLOOMBERG: Novo empate técnico no 2° turno traz Lula com 47,7% e Flávio Bolsonaro com 47,4%


Arte: Metrópoles

A corrida pelo Palácio do Planalto segue disputada por margem mínima de intenções de voto de acordo com as pesquisas eleitorais. Uma nova rodada da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (23), mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) segue em forte viés de alta e empata tecnicamente na margem de erro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tanto na simulação de segundo turno quanto na disputa do primeiro turno.

No cenário de segundo turno, Lula aparece numericamente com 47,7%, enquanto Flávio registra 47,4%. Como a margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos, os dois candidatos configuram um nítido empate técnico, separados por apenas 0,3 ponto percentual. Na sondagem anterior, de 17 de setembro, Lula tinha 46,8% e Flávio, 47,2%.

Acirramento no Primeiro Turno

Na disputa de primeiro turno, o cenário reflete a mesma competitividade. Lula lidera com 45,8% das intenções de voto, seguido de perto por Flávio Bolsonaro, que marca 43,4%. Ambos registraram crescimento idêntico de 1,7 ponto percentual em relação ao levantamento do dia 16 de setembro. Com isso, o petista atinge seu patamar mais alto desde junho, enquanto o senador do PL alcança sua maior marca desde abril.

Atrás dos líderes, a pesquisa aponta Renan Santos (Missão) com 4,5%; Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD) empatados com 1,3%; e Romeu Zema (Novo) com 0,9%. Eleitores que votariam em branco ou nulo somam 0,7%, e os que não sabem totalizam 0,5%. Além disso, o instituto testou outros quatro cenários de segundo turno, todos apontando forte polarização.

Metodologia

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.015 entrevistados entre os dias 17 e 22 de setembro de 2026. O nível de confiança estimado é de 95%, e o levantamento está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-04739/2026.

Com informações do Metrópoles

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Geral

Projeção do Estadão aponta que PL pode ampliar bancada com até 6 novas cadeiras no Senado


Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

Caso as projeções baseadas nas pesquisas de intenção de voto mais recentes se confirmem nas urnas no próximo dia 4 de outubro, o PL de Jair e Flávio Bolsonaro poderá registrar o maior ganho de cadeiras no Senado Federal a partir de 2027. Em contrapartida, legendas do centro político figuram como as que sofreriam as maiores baixas na composição da Casa.

Os dados integram uma nova ferramenta lançada pelo jornal O Estado de S. Paulo para simular a futura configuração do Senado com base nos levantamentos do instituto Quaest em 26 unidades da Federação. No caso do Piauí, onde a Quaest não registrou pesquisas recentes, foram incorporados os dados do Datafolha.

De acordo com o modelo, o PL pode ganhar até cinco novos senadores, elevando sua bancada atual de 15 para pelo menos 20 parlamentares na próxima legislatura, número que pode chegar a 21 dependendo de desempates regionais. Em paralelo, as siglas de esquerda tendem a registrar avanços discretos, enquanto partidos de centro demonstram tendência de retração.

A simulação considerou os candidatos numericamente melhor posicionados em cada região. Nos estados de Rondônia e do Rio Grande do Sul, onde houve empate técnico percentual na disputa pela segunda vaga, ambos os nomes foram contabilizados. Os organizadores ressaltam que o levantamento é uma projeção analítica guiada por dados demoscópicos, e não uma previsão definitiva do resultado eleitoral.

Neste pleito, 54 das 81 cadeiras do Senado estão em disputa, renovando dois terços da Casa (duas vagas por estado).

Atualmente, o PL conta com 15 assentos. Desses, nove mandatos seguem válidos até 2031, uma vez que não entram na disputa deste ano. Outros quatro atuais senadores da legenda, Efraim Filho, Sergio Moro, Wellington Fagundes e Wilder Morais decidiram concorrer aos governos de seus respectivos estados.

Com informações do Estadão

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Geral

Campanha de Flávio protocola 14ª representação no TSE contra Lula por uso da máquina pública


Foto: Thiago Miyashiro/Estadão Conteúdo

A equipe jurídica da chapa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e de seu vice, Alfredo Gaspar (PL), protocolou nessa terça-feira (22) uma nova representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ação também aponta como corresponsáveis o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva.

O documento questiona a legalidade de dois eventos institucionais realizados na semana anterior: uma visita de Lula ao complexo industrial da Eurofarma, em Montes Claros (MG), e uma agenda voltada à segurança pública no complexo da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no Rio de Janeiro.

De acordo com a petição, as solenidades teriam sido desvirtuadas para promover a imagem e a campanha de reeleição de Lula, com posterior veiculação de propaganda em canais oficiais do governo federal. No episódio na PRF, a coligação opositora ainda contesta declarações de cunho político feitas pelo presidente contra Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio.

Segundo os advogados, essa é a 14ª representação ajuizada pela campanha do PL ao longo de pouco mais de cinco meses, todas centradas no suposto uso irregular de recursos, eventos e canais oficiais da administração federal.

A defesa aproveitou para criticar o andamento processual, alegando que a demora na análise dos casos diminui a eficácia das medidas cautelares.

Pedidos ao TSE

A ação protocola requer uma série de medidas em caráter de urgência, entre as quais, estão: a imediata suspensão e retirada de todas as publicações institucionais contestadas dos canais oficiais do governo; a preservação integral de registros e arquivos digitais relativos às matérias para fins probatórios e a aplicação de multas aos envolvidos por infração à legislação eleitoral.

Com informações da CNN Brasil

Opinião dos leitores

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Geral

Caravana 22 percorre o Seridó e encerra agenda com grande carreata em Currais Novos


Foto: Divulgação/Campanha Álvaro Dias

A Caravana 22 percorreu nesta terça-feira (22) municípios do Seridó em uma agenda marcada por carreatas, encontros com lideranças e contato direto com a população. O roteiro passou por São José do Seridó, Parelhas e Acari e terminou em Currais Novos, onde uma grande carreata movimentou a cidade e reuniu moradores, apoiadores e lideranças em torno da candidatura de Álvaro Dias (PL) ao Governo do Rio Grande do Norte.

Ao lado de Álvaro, o candidato ao Senado Coronel Hélio participou da mobilização, que reuniu lideranças de diferentes municípios. Entre elas, o vice-prefeito de São José do Seridó, Ricardo Medeiros; o prefeito de Acari, Fernandinho; a prefeita de Jardim do Seridó, Silvana de Lalá; o ex-prefeito de Timbaúba dos Batistas, Chilon Batista; e os ex-prefeitos Dr. Antônio Petronilo e Alexandre Petronilo, de Parelhas, e Roberto Germano, de Caicó. Também acompanharam a Caravana os candidatos a deputado estadual Expedito Ferreira, Bibi Costa e Coronel Azevedo; o deputado estadual e candidato à reeleição Adjuto Dias; e os candidatos a deputado federal Coronel Brilhante, General Girão e Sargento Gonçalves.

Em São José do Seridó, Álvaro também visitou fábricas de bonés e vestuário e oficinas de costura. Em Acari, percorreu a cidade ao lado do prefeito Fernandinho e do ex-prefeito Isaías Cabral. Em Parelhas, a caravana reuniu apoiadores e lideranças políticas locais.

A agenda terminou em Currais Novos, onde uma grande carreata percorreu as principais vias da cidade. Participaram ainda o ex-prefeito Zé Lins, o advogado Carlson Gomes e o prefeito de Lagoa Nova, Iranildo Aciole e apoiadores.

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Geral

TSE manda Lula retirar do ar vídeo gravado no Alvorada sobre o caso Banco Master


Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou em caráter liminar que a chapa de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice Geraldo Alckmin (PSB) remova das redes sociais, no prazo de 24 horas, um vídeo gravado no Palácio da Alvorada no qual Lula aborda o caso do Banco Master.

A decisão atende a uma representação apresentada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), opositor na corrida presidencial. A acusação aponta conduta vedada pela legislação eleitoral, devido ao suposto uso de bem público em favor de uma candidatura, conforme o artigo 73 da Lei das Eleições.

Gravado em 3 de setembro, o conteúdo foi veiculado no YouTube, Instagram, Facebook e X, canais devidamente informados à Justiça Eleitoral como oficiais da campanha petista.

Embora a regulamentação do TSE permita que detentores de mandatos executivos utilizem dependências de residências oficiais para fins eleitorais, a norma estabelece exigências rígidas, como a manutenção de um ambiente neutro e desprovido de símbolos associados ao cargo.

No entendimento do ministro Nunes Marques, a gravação não cumpriu essas exigências. O magistrado apontou que as imagens exibem Lula tendo ao fundo a bandeira nacional, o estandarte presidencial e outros elementos institucionais característicos da Presidência da República.

Além de ordenar a exclusão nas redes sociais, o ministro proibiu a veiculação do vídeo de forma integral ou em trechos no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão, cujos responsáveis pelas plataformas também foram intimados a cumprir a remoção. Lula e Geraldo Alckmin disporão de cinco dias para apresentar defesa formal após a citação.

Com informações da CNN Brasil

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Geral

TRE-DF revoga suspensão e autoriza Michelle a usar imagem de Jair Bolsonaro na propaganda eleitoral


Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

O juiz auxiliar Rafael Moreira Mota, do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), revogou nesta terça-feira (22) a decisão liminar que havia suspendido a propaganda eleitoral da candidata ao Senado Michelle Bolsonaro (PL). A peça publicitária continha referências e imagens de seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Com a nova determinação, o magistrado julgou improcedente a representação ajuizada pela também candidata ao Senado Erika Kokay (PT). Na avaliação do juiz, as falas contidas no material foram proferidas pela própria candidata, sem indícios de que ela estaria atuando como pessoa interposta de Jair Bolsonaro.

A defesa de Michelle recorreu da medida inicial argumentando que restrições penais impostas ao ex-presidente não podem ser estendidas de forma automática a terceiros, sob pena de violação à liberdade de expressão.

Na decisão, o magistrado destacou que o trecho citado na propaganda possui caráter político, mas não apresenta conotação eleitoral indisfarçável ou elementos temporais precisos em relação às medidas cautelares do Supremo Tribunal Federal (STF).

A representação apresentada por Erika Kokay sustentava que a propaganda buscava realizar transferência de votos e apelo eleitoral irregular, violando restrições impostas pelo STF a manifestações políticas de Bolsonaro.

Em resposta à polêmica e à suspensão anterior, Michelle divulgou um vídeo na segunda-feira (21) segurando uma foto do marido junto ao peito com o rosto oculto. “Hoje, ele está preso, isolado e com a voz silenciada. Como esposa, dói esconder o rosto do meu marido. Mas uma sentença não mudará o que vivemos juntos nem o que ele fez pelo país. Por mais que tentem apagar a nossa história, jamais conseguirão”, declarou a candidata ao Senado em postagem nas redes sociais.

Com informações do Metrópoles

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