Indicador Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra crescimento de 1% nos investimentos em julho

O indicador mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) registrou alta de 1% em julho em relação a junho deste ano, na série com ajuste sazonal, informou nesta quinta-feira (5) o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No trimestre móvel terminado em julho, o indicador teve alta de 3,1% na comparação com o trimestre anterior. Na comparação com o julho do ano passado, o indicador cresceu 0,4%. No acumulado em 12 meses, os investimentos desaceleraram, passando de 4,3% para 3,1%.

Composto por três segmentos: máquinas e equipamentos, construção civil e outros ativos fixos, o FBCF apura investimentos em aumento da capacidade produtiva da economia e na reposição da depreciação de seu estoque de capital fixo.

De acordo com o Ipea, em julho, o investimento em máquinas e equipamentos cresceu 1,2% em julho. O segmento da construção civil teve variação positiva de 1,1% em julho. O componente denominado “outros ativos fixos” teve expansão de 1%.

“Na comparação com julho de 2018, o desempenho foi heterogêneo: enquanto máquinas e equipamentos tiveram queda de 2,9% (sendo que o componente nacional de máquinas e equipamentos cresceu 14,9% e a importação caiu 24,7% – neste caso, por conta da importação de plataformas de petróleo em julho do ano passado), a construção civil cresceu 2,4% e os outros ativos fixos avançaram 3,8%”, informou o Ipea.

No acumulado em 12 meses, a construção civil teve variação negativa: queda de 1,2%. O componente nacional de máquinas e equipamentos teve alta de 3,5%, enquanto as importações cresceram 13,6%. Os outros ativos avançaram 5,2%.

Agência Brasil

 

Emprego é recorde no Brasil no trimestre encerrado em julho

Foto: Arquivo Agência Brasil

O mercado de trabalho no Brasil atingiu, no trimestre encerrado em julho deste ano, um volume recorde de pessoas empregadas: 93,6 milhões. É o maior número da série histórica iniciada em 2012 e representa aumentos de 1,3% na comparação com o trimestre encerrado em abril deste ano e de 2,4% na comparação com o trimestre encerrado em julho de 2018.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o crescimento foi puxado pelos empregados sem carteira assinada e pelos trabalhadores por conta própria.

Os trabalhadores sem carteira assinada chegaram a 11,7 milhões em julho, também um recorde na série histórica. A alta chegou a 3,9% em relação a abril (mais 441 mil pessoas) e a 5,6% em relação a julho de 2018 (mais 619 mil pessoas).

Os trabalhadores por conta própria somaram 24,2 milhões e também atingiram um contingente recorde, subindo nas duas comparações: 1,4% (mais 343 mil pessoas) ante abril e 5,2% (mais 1,2 milhão de pessoas) ante julho de 2018.

A taxa de desemprego recuou para 11,8% em julho deste ano, abaixo dos 12,5% de abril deste ano e aos 12,3% de julho do ano passado.

A população fora da força de trabalho, ou seja, as pessoas que não estão nem trabalhando nem procurando emprego, chegou a 64,8 milhões em julho, estável em ambas comparações.

A população subutilizada (ou seja, que está desempregada, que trabalha menos do que poderia, que não procurou emprego mas estava disponível para trabalhar ou que procurou emprego mas não estava disponível para a vaga) ficou em 28,1 milhões de pessoas em julho, estável em relação ao trimestre anterior e 2,6% superior a julho do ano passado.

A taxa de subutilização da força de trabalho chegou a 24,6%, inferior aos 24,9% de abril e aos 24,4% de julho de 2018.

O total de pessoas desalentadas (aquelas que desistiram de procurar emprego) chegou a 4,8 milhões, estável em ambas as comparações. Já o percentual de desalentados chegou a 4,4%, também estável.

O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.286, uma queda de 1% ante o trimestre anterior e não teve variação significativa frente ao mesmo trimestre de 2018. Já a massa de rendimento real habitual (R$ 208,6 bilhões) ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 2,2% (mais R$ 4,5 bilhões) frente ao mesmo período de 2018.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alfredo disse:

    mas….
    Assinado: a extrema imprensa 🤣🤣🤣🤣

  2. Ivan disse:

    Vamos reagir PT!!! Libera um diálogo do Intercept logo!!!

  3. Severino disse:

    Imagine com a economia crescendo a uns 3% ao ano. Isso associado à queda nos índices de criminalidade, a se manterem em queda, é ulgo que deve deixar os petralho-chavistas em desespero.

  4. Nilvan Rodrigues da Silva disse:

    Imagine como são os empregos que foram contabilizados criados.
    Com todas as novidades tipo essa encrenca com Macron realmente esse governo corre sério risco de dar certo.

  5. Arnaldo Franco disse:

    Esse Governo corre o serio risco de dar certo.

  6. Gustavo disse:

    Muito bom. A recuperação deve ser consistente, mesmo que lenta. O estrago do PT foi grande.

IBGE: Desemprego cai para 11,8% em julho e atinge 12,6 milhões; carteira assinada acumula 4ª alta seguida com 43.820 novos empregos no período

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 11,8% no trimestre encerrado em julho, atingindo 12,6 milhões de pessoas, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Trata-se da quarta queda seguida na comparação com o mês anterior, e representa recuo também em relação ao mesmo período de 2018, quando a taxa foi de 12,3%.

Apesar do desemprego ainda elevado no país, o mercado de trabalho tem mostrado sinais de recuperação, ainda que puxada pelo aumento do trabalho informal e da subocupação.

Segundo o IBGE, o número de empregados sem carteira assinada e de trabalhadores por conta própria bateu novo recorde em julho.

O número de empregados no setor privado sem carteira assinada subiu 5,6% em 1 ano, atingindo 11,7 milhões (mais 619 mil pessoas), maior valor já registrado pela pesquisa. Já o número de trabalhadores por conta própria aumentou 5,2% frente ao mesmo período de 2018, atingindo o recorde de 24,2 milhões (mais 1,2 milhão de pessoas).

O número de empregados com carteira assinada ficou praticamente estável em julho, segundo o IBGE, reunindo 33,1 milhões de pessoas.

A economia brasileira criou 43.820 empregos com carteira assinada em julho, segundo números divulgados na semana passada pelo Ministério da Economia. Os números oficiais mostram também que, nos sete primeiros meses deste ano, foram criados 461.411 empregos com carteira assinada – alta de 2,93% frente ao mesmo período do ano passado.

Trabalho informal

O número de brasileiros do setor privado sem carteira assinada bateu recorde da série histórica, que começa em 2012, com 11,7 milhões de pessoas nesta situação.

O aumento foi de 5,6% em comparação ao mesmo trimestre de 2018, com mais 619 mil pessoas no trabalho informal.

O número de trabalhadores por conta própria também bateu recorde, com 24,2 milhões de pessoas. Em relação ao ano anterior, o indicador apresentou elevação (5,2%), um adicional estimado de 1,2 milhão de pessoas.

G1 e R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio disse:

    Notícias boa

  2. Valdir disse:

    Mais uma notícia muito ruim a turma do "quanto pior, melhor para nós".
    Só lembrando que quando o atual governo entrou os desempregados tinham os seguintes números: No final de 2016 eram 13,5 milhões e subiu para 14,5 milhões de desempregados no final de 2018. Não é campanha contra ou a favor, são números reais antes que venham as versões e distorça tudo.

Gastos de brasileiros em viagem ao exterior são os maiores para julho desde 2014

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

As despesas de brasileiros em viagens ao exterior aumentaram em julho. No mês passado, os gastos totalizaram US$ 1,898 bilhão, com crescimento de 9,64% em relação ao mesmo mês de 2018 (US$ 1, 731 bilhões).

É o maior resultado para o mês desde julho de 2014 (US$ 2,408 bilhões). Os dados foram divulgados hoje (26) pelo Banco Central (BC).

Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, o dólar mais barato estimulou as viagens internacionais nos últimos meses. Ele lembrou que a taxa de câmbio média estava em R$ 4, em maio, caiu para R$ 3,86 em junho e para R$ 3,75 em julho. Para agosto, a expectativa é que o aumento de gastos “pode se reverter”.

“Aparentemente o aumento do câmbio em agosto, vai reduzir as despesas com viagens”, destacou.

Dados preliminares deste mês, até o dia 22, mostram que as despesas chegaram a US$ 992 milhões, enquanto que as receitas de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 314 milhões.

Nos sete meses do ano, esses gastos com viagens ao exterior estão menores. Nesse período, as despesas chegaram a US$ 10,705 bilhões, queda de 5,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.

As receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 598 milhões no mês passado e a US$ 3,674 bilhões em sete meses, com crescimento de 43,41% e de 0,46%, respectivamente, na comparação com os mesmos períodos de 2018. Com isso, a conta de viagens, formadas pelas despesas e as receitas, fechou julho negativa em US$ 1,3 bilhão e nos sete meses do ano com déficit de US$ 7,030 bilhões.

Contas externas

As viagens internacionais fazem parte da conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) das transações correntes, que são compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países. No mês passado, a conta de serviço ficou negativa em US$ 2,957 bilhões e no acumulado de janeiro a julho, em US$ 18,977 bilhões.

A balança comercial contribuiu positivamente para o resultado das contas externas ao registrar superávit (exportações maiores que importações de mercadorias) de US$ 1,602 bilhão em julho e de US$ 24,350 bilhões em sete meses.

A conta de renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) registrou déficit de US$ 7,927 bilhões no mês passado e de US$ 28,856 bilhões de janeiro a julho.

A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 247 milhões no mês passado e de US$ 1,8 bilhão nos últimos sete meses.

Com esses resultados, as transações correntes fecharam julho com déficit de US$ 9,035 bilhões e o acumulado de sete meses com saldo negativo de US$ 21,683 bilhões. Nos mesmos períodos de 2018, os resultados negativos eram menores: US$ 4,396 bilhões e US$ 12,261 bilhões, respectivamente.

O BC espera por um déficit em transações correntes menor para julho: US$ 5,3 bilhões. Segundo Rocha, a expectativa foi frustrada devido a “de maior quantidade de importações na última semana e também por uma remessa de lucros e dividendos mais elevadas do que o antecipado pelo Banco Central”.

De acordo com Rocha, o resultado do acumulado do ano até julho é explicado por dois motivos: redução do superávit comercial e aumento do resultado negativo da conta de renda primária.

“O superávit comercial se reduziu US$ 6,8 bilhões [na comparação com janeiro a julho de 2018], devido fundamentalmente à redução das exportações”, disse.

Segundo ele, enquanto as exportações caíram 4,7%, as importações aumentaram 0,4%, de janeiro a julho deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo Rocha, a renda primária foi impactada pelo aumento das remessas de lucros para o exterior. Ele acrescentou que a redução do supérávit comercial é responsável por cerca de 60% do aumento do déficit das transações correntes, enquanto que a conta de renda primária responde por 40%.

Para agosto deste ano, o BC espera que o déficit em transações correntes fique em US$ 4,8 bilhões.

Investimento estrangeiro

Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o investimento direto no país (IDP), porque os recursos são aplicados no setor produtivo. No mês passado, esses investimentos chegaram a US$ 7,658 bilhões, abaixo do déficit em transações correntes. Nos sete meses do ano, entretanto, superaram o saldo negativo das contas externas ao registrarem US$ 44,996 bilhões.

Esses investimentos superaram a previsão do BC para o mês: US$ 6,5 bilhões. Para agosto, a previsão é que o IDP fique em US$ 5,5 bilhões. Neste mês até o último dia 22, o investimento direto no país estava em US$ 4,749 bilhões. “Não obstante seja um resultado de ingressos robustos, se esse resultado de US$ 5,5 bilhões se confirmar, se comparar com agosto de 2018, quando houve um montante de ingressos fora da curva por volta de US$ 11 bilhões, haverá uma redução do IDP em 12 meses”, disse.

Agência Brasil

 

Brasil cria 43 mil vagas de emprego formal em julho

(FOTO: ARQUIVO/AGÊNCIA BRASIL)

A economia brasileira criou 43.820 empregos com carteira assinada em julho, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Ministério da Economia.

O saldo é a diferença entre as contratações e a demissões. Em julho, o país registrou 1.331.189 contratações e 1.287.369 demissões.

Com isso, houve queda no número de vagas formais abertas na comparação com o mesmo mês do ano passado – quando foram criados 47.319 empregos com carteira assinada.

“Consideramos que o mercado de trabalho tem apresentado sinais de recuperação gradual, em consonância com o desempenho da economia. O governo vem adotando medidas de impacto estrutural e esperamos reflexos positivos no mercado de trabalho, na medida do aprofundamento das reformas”, afirmou o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, por meio de nota.

Após três anos seguidos de demissões, a economia brasileira voltou a gerar empregos com carteira assinada em 2018, quando foram abertas 529.554 vagas formais, de acordo com dados oficiais.

Parcial do ano

Os números oficiais do governo mostram também que, nos sete primeiros meses deste ano, foram criados 461.411 empregos com carteira assinada.

Com isso, houve aumento de 2,93% frente ao mesmo período do ano passado – quando foram abertas 448.263 vagas formais. Esse também foi o maior saldo, para o período de janeiro a julho, desde 2014 (632.224 vagas formais abertas).

Os números de criação de empregos formais do primeiros sete meses do ano, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e junho. Os dados de julho ainda são considerados sem ajuste.

Já nos últimos 12 meses, segundo o Ministério do Trabalho, foram criados 521.542 postos de trabalho formais. Já o estoque de empregos formais na economia somou 38,872 milhões no final de julho, contra 38,350 milhões no mesmo mês de 2018.

Por setores

Os números do governo revelam que, em julho, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia.

O maior número de empregos criados aconteceu na construção civil. Já a administração pública foi o único setor que demitiu no período.

Indústria de Transformação: +5.391
Serviços: +8.948
Agropecuária: +4.645
Construção Civil: +18.721
Extrativa Mineral: +1.049
Comércio: +4.887
Administração Pública: -315
Serviços Industriais de Utilidade Pública: +494

Dados regionais

Segundo o governo, houve abertura de vagas formais, ou seja, com carteira assinada, em todas as regiões do país em julho deste ano.

Sudeste: +23.851
Sul: +356
Centro-Oeste: +9.940
Norte: +7.091
Nordeste: +2.582

O governo informou ainda que, das 27 unidades federativas, 20 tiveram saldo positivo (criação de empregos formais) em julho.

Os maiores saldos positivos de emprego ocorreram em São Paulo (+20.204), Minas Gerais (+10.609) e Mato Grosso (+4.169 vagas).

Os maiores volumes de demissões foram registrados no Espírito Santo (-4.117), Rio Grande do Sul (-3.648) e Rio de Janeiro (-2.845).

Trabalho intermitente e parcial

Segundo o Ministério do Trabalho, foram realizadas 12.121 admissões e 6.575 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente em julho deste ano. Como o total de admissões nessa modalidade foi maior que o de demissões, houve um saldo positivo de 5.546 empregos no período.

O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado.

Foram registradas ainda, no mês passado, 6.493 admissões na modalidade de regime de trabalho parcial e 5.753 desligamentos, gerando saldo positivo de 740 empregos.

As novas modalidades de trabalho parcial, definidas pela reforma trabalhista, incluem contratações de até 26 horas semanais com restrições na hora extra ou até 30 horas por semana sem hora extra.

Salário médio de admissão

O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.612,59 em julho. Em termos reais (após a correção pela inflação), houve alta de 0,4% no salário de admissão, ou de R$ 6,50, na comparação com o mesmo mês de 2018.

Em relação a junho de 2019, porém, houve uma alta real de 1,8%, ou de R$ 28,45, no salário médio de admissão, informou o Ministério da Economia.

G1

 

Chuvas em julho: 17,9% abaixo do normal no RN

A análise pluviométrica do RN, elaborada pela equipe da Unidade Instrumental de Meteorologia da Emparn, registra a redução de chuvas no Estado em geral, tanto no interior, quanto na faixa leste, ficando abaixo da média esperada para o mês de julho em 17,9%. “Quando se analisa os índices pluviométricos observados em julho de 2019, observou-se que em praticamente todas as regiões do RN os desvios foram negativos ou próximo disso, isto é, choveu menos do que o normal. Os maiores desvios negativos ocorrem nas Mesorregiões Oeste e Leste, e no Estado como um todo o desvio ficou em -17,9 % abaixo do normal”, explicou o Chefe da Unidade, o meteorologista, Gilmar Bristot.

Bristot explica que a principal causa foi a posição do centro de alta pressão do Atlântico Sul, que além de mais fraco do que o normal, esteve muito próximo do continente sul-americano, produzindo na costa leste do Nordeste, ventos fracos e soprando das direções sul/sudeste. “Essa configuração favoreceu a ocorrência de chuvas somente estados da Bahia, Sergipe e Alagoas”, disse.

Na mesorregião Leste do RN, umas das regiões aonde climatologicamente tem ocorrência maior de chuvas neste mês, a chuva esperada foi de 176,8 mm, enquanto que a observada foi de 123,4mm, representando um desvio negativo de 30,2%. No estado como um todo a chuva esperada era de 78,2 mm e a observada foi de 60,3 mm.

Embora as regiões do Trairi e no Seridó tenham climatologicamente índices pluviométricos baixos neste mês, essas regiões registraram desvios percentuais positivos como Monte das Gameleiras (147,9mm), Santa Cruz (90,5mm), Cruzeta (40,5mm) e São José do Seridó (38,0mm). De acordo com a análise, o município de Canguaretama, da Mesorregião Leste, foi o que registou maior volume de chuvas, com 267,7mm.

Julho de 2019 foi o mês mais quente da história no planeta, diz agência americana

Foto: REUTERS/Peter Nicholls/Direitos Reservados

O mês de julho foi o mais quente no planeta nos últimos 140 anos, informou nessa quinta-feira (15) a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA na sigla em inglês).

Os dados da agência americana confirmam conclusões divulgadas no início do mês pelo serviço europeu Copernicus sobre mudança climática, que também havia apontado julho deste ano como o mês mais quente já registrado.

Segundo os cientistas da instituição americana, durante o mês de julho a média global das temperaturas foi 0,95°C superior à média de todo o século 20, que foi 15,77°C, o que torna julho de 2019 o mês mais quente nos registros da agência, que começaram em 1880.

No relatório, a NOAA lembrou que nove dos dez meses de julho mais quentes da história foram registrados desde 2005, sendo os dos últimos cinco anos os que tiveram as maiores temperaturas.

O calor sem precedentes em julho reduziu o gelo nos Oceanos Ártico e Antártico a mínimos históricos. O gelo do Oceano Ártico atingiu uma baixa recorde em julho, ficando 19,8% abaixo da média – superando a baixa histórica anterior, de julho de 2012. O gelo marinho médio da Antártica, por sua vez, ficou 4,3% abaixo da média de 1981-2010, atingindo seu menor tamanho para julho nos registros de 41 anos.

A NOAA afirmou que 2019 foi o ano com maiores temperaturas até o momento em partes da América do Sul e do Norte, Ásia, Austrália e Nova Zelândia, assim como na metade meridional da África e em porções do oeste do Oceano Pacífico, do oeste do Oceano Índico e no Oceano Atlântico. O Alasca teve seu mês de julho mais quente desde que começou a fazer registros, em 2005.

Recordes de temperatura também foram quebrados em diversos países europeus, como a Alemanha, Bélgica ou Holanda. Em Paris, por exemplo, os termômetros marcaram 42,6°C, a temperatura mais alta já registrada na capital francesa, ultrapassando o recorde anterior de 40,4°C alcançado em 1947.

Nesse sentido, o relatório americano ressaltou que entre janeiro e julho deste ano, a temperatura global esteve 0,95 graus acima da média do século passado, que foi de 13,83 graus centígrados, empatando com 2017 como o segundo ano mais quente até o momento (2016 é considerado até hoje o ano mais quente).

As conclusões confirmaram os dados divulgados pelo Serviço de Mudança Climática Copernicus, da União Europeia, em 5 de agosto, embora a margem do novo recorde em comparação com o último, em julho de 2016, tenha sido maior de acordo com os dados dos Estados Unidos.

O novo recorde é ainda mais notável porque o anterior seguiu um forte El Niño, que aumenta a temperatura média do planeta independentemente do impacto do aquecimento global.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ALEX DE MESQUITA disse:

    SÓ NÃO FOI AQUI EM NATAL….

Inflação em julho é a menor para o mês em 5 anos

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,19% em julho, segundo divulgou nesta quinta-feira (8) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da menor taxa para julho desde 2014, quando ficou em 0,01%.

Com o resultado, o índice acumula alta de 2,42% no ano. Em 12 meses, recuou para 3,22%, ante os 3,37% registrados em junho, permanecendo bem abaixo da meta de 4,25% definida pelo governo para o ano, o que deve reforçar as apostas de novos cortes na taxa básica de juros, atualmente em 6% ao ano.

Queda nos preços de vestuário e combustíveis seguram inflação

O grupo de alimentação e bebidas, que tem o maior peso na composição do indicador, ficou praticamente estável na passagem de junho para julho. A alimentação no domicílio teve queda de 0,06%, enquanto a alimentação fora apresentou alta de 0,15%. Entre os produtos que ficaram mais barato, destaque para tomate (-11,28%), feijão-carioca (-8,86%), hortaliças (-4,98%) e batata-inglesa (-3,68%).

Segundo o IBGE, a queda dos preços de vestuário (-0,52%), transportes (-0,17%) e saúde e cuidados pessoais (-0,20%) ajudaram a segurar a inflação no mês.

“A queda [dos preços] em vestuário é explicada pelas promoções por conta das trocas de coleções. Já o transportes foi puxado pela queda nos preços dos combustíveis (-2,79%), principalmente da gasolina (-2,80%), que teve o maior impacto negativo na composição do índice, de -0,12 pontos percentuais”, afirmou o gerente da pesquisa.

Segundo o IBGE, a gasolina recuou no país 2,80%, em média, em julho. Já os preços do etanol e do diesel caíram 3,13% e 1,76%, respectivamente.

Energia ficou mais cara em julho

Entre os itens que mais pesaram na inflação de julho, destaque para energia elétrica, com as contas de luz ficando em média 4,48% mais caras para o consumidor. Somente este item teve impacto de 0,17 ponto percentual no índice geral.

“A energia representou praticamente toda a inflação do mês”, destacou o gerente da pesquisa.

O IBGE calcula a inflação oficial com base na cesta de consumo das famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos, abrangendo dez regiões metropolitanas, além dos municípios de Aracaju, Brasília, Campo Grande, Goiânia, Rio Branco e São Luís.

Perspectivas e meta de inflação

A meta central de inflação deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância varia de 2,75% a 5,75%. A meta é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic), que foi reduzida na última reunião do Copom para 6% ao ano – o menor valor da série histórica.

Os analistas das instituições financeiras continuam projetando para o ano uma inflação abaixo do centro da meta central do governo, com uma taxa de 3,80% em 2019.

Para 2020, o mercado financeiro manteve a estimativa de inflação em 3,90%. No próximo ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar entre 2,5% e 5,5%.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC indicou, por meio da ata da reunião realizada na semana passada, que a taxa Selic pode recuar novamente nos próximos meses. O mercado financeiro acredita que o BC continuará reduzindo os juros nos próximos meses. A expectativa dos analistas, ouvidos em pesquisa realizada pela instituição na semana passada, é de que a taxa Selic recue para 5,5% ao ano em setembro, e para 5,25% ao ano em dezembro.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão Indignado disse:

    Tanto quanto uma taxa de inflação muito alta, uma taxa de inflação muito baixa é sinal indesejável de distorções e desequilíbrios na economia. Por isso, a inflação muito bem comportada em julho, pode não parecer, mas é uma confirmação de que a situação econômica continua preocupante. Os índices de desemprego são alarmantes. Se preparem para uma convulsão social, principalmente por termo um congresso nacional como esse; só pensam no bem estar deles.

    • djalma disse:

      Caramba, tese econômica violenta. Por este raciocínio o Japão (inflação anual de 0,5), a Alemanha (0,6 a.a.), O Estados Unidos (1% a.a), etc.. deveriam ter virado pó e a Bolivariana Petista Venezuela estaria no auge do crescimento econômico pois tem um inflação de um milhão (1.000.000%) nos primeiros seis meses do ano (em que pese uma retração do PIB de 50% neste ano).

    • Arthur disse:

      Perfeito comentário, há vários fatores que levam a inflação baixa, com certeza os motivos dos EUA, Japão e Alemanha são diferentes do Brasil.

    • Rosi Sampaio disse:

      Está certíssimo! Inflação muito alta ou muito baixa são prejudiciais ao país, cada uma a seu modo, isso significa economia estagnada. As pessoas que tem um mínimo de inteligência e conhecimento sabem disso. Querer comparar o Brasil com países desenvolvidos é no mínimo ignorância e esquecem que estão no país de Bolsonaros e não de Alice.

  2. Ems disse:

    Eu, como esquerdista doente que sou, não aceito essa queda da inflação !!! Viva Lula ! Viva Dilma !

VÍDEO: BG comenta os supersalários de julho no MPRN

Confira o comentário do BG de questão intensamente discutida no estado em trecho direto do programa Meio-Dia RN nesta terça-feira(06).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucinete disse:

    Lamentável e vergonhoso!!!

  2. Mary disse:

    Um verdadeiro absurdo!? E impunginavel…e nogento

  3. Pop disse:

    Alem de indecência BG, é sacanage.

  4. santos disse:

    Boa noite, essa é aquela clássica situação, não faça e que eu faço, e faça o que eu mando, se não não será reeleito seus processos estão aqui com nosco, vale lembrar que a assembleia legislativa do estado do Rio Grande do Norte semanas atrás, garantiu que sobras dos três poderes não seriam devolvidas, trecho da votação onde se dizia está com o senhor Albert Dickison se for as sobras dos poderes vão para o estado, agora se for não não não não as sobras ficam nos poderes, ou seja perdemos o poder de sair dessa situação vergonhosa, onde estão indo cortar a luz e água dos trabalhadores, aluguel atrasado mesmo tendo seu direito reconhecido por está injustiça, onde nosso judiciário por vezes e considerado um dos piores do Brasil, está na imprensa escrita e televiosionada , cadê as explicações quando e pra devolver nunca existe sobra agora pra pagar apareceu rapidinho

  5. Carlos Bastos disse:

    Valeu Bg 👏👏👏👏👏👏👏👏

  6. Josias disse:

    Concordo plenamente com você Bruno. Assino tudo que você disse.

  7. Flávio A disse:

    Perfeito comentário. Isso é uma verdadeira imoralidade, enquanto tem servidores do executivo com 3 folhas em atraso (Novembro, Dezembro e Décimo de 2018). Me pergunto, até quando a sociedade potiguar vai assistir passivamente a essa situação,poucos com muito e muitos sem NADA!!

  8. paulo disse:

    BG
    Isto é um acinte ao Cidadão pagador da maior carga tributaria do mundo para sustentar verdadeiras CASTAS do serviço público, enquanto a maioria da população não tem nenhum emprego de míseros R$900,00 por mês, como salario minimo. Até quando vai continuar esse descalabro destas instituições que descumprem a CONSTITUIÇÃO que diz existir um teto salarial e que ninguém toma providencias ENÉRGICAS contra isso.

  9. Ems disse:

    Comentário perfeito !!!

Produção de veículos no Brasil cresce 8,4% em julho, diz Anfavea

Produção de veículos no Brasil — Foto: Nacho Doce/Reuters

A produção de veículos cresceu 8,4% em julho, de acordo com a associação que representa as montadoras, a Anfavea. A comparação é com o mesmo mês de 2018.

Durante o último mês, o melhor julho desde 2013, foram produzidos 266.371 carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, contra 245.641 em julho do ano passado.

Quando comparado com junho, quando foram produzidas 233.150 unidades, o número é 14,2% maior.

Por enquanto, a entidade mantém as previsões para o ano.

“Estamos com otimismo moderado. Temos que ter certo cuidado, mas existem elementos na economia atual que podem impulsionar um segundo semestre melhor”, explica Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea.

Entre os fatores positivos estão a aprovação da Reforma da Previdência e a redução recente da taxa Selic.

Exportações: sobe e desce

Ainda como reflexo da crise na Argentina, as exportações seguem baixas. Em relação a julho de 2018, o número de unidades de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus exportadas caiu 15,3% – de 49.705 para 42.115.

Nos mesmos períodos, apenas o segmento de ônibus registrou crescimento, mesmo que pequeno: 0,8%. Para veículos e comerciais leves, houve queda de 15,3%, e de 29,7% para caminhões.

“Tivemos um crescimento importante em Colômbia e México, mas ainda são mercados pequenos para nós. Isso não compensa o impacto da Argentina”, afirma Luiz Carlos Moraes.

Por outro lado, a quantidade cresceu 4,2% considerando o mês anterior, junho, quando 40.434 veículos saíram do Brasil.

Caminhões em destaque

Apesar de ser o segmento que mais caiu nas exportações, os caminhões continuam se destacando na produção. Foram 10.918 unidades em julho de 2019, contra 8.855 de julho de 2018, um aumento de 23,3%.

Quando a comparação é com o mês anterior, junho, a categoria teve produção 9,3 maior, com 9.993 unidades.

Licenciamento também cresceu

De acordo com a Anfavea, o número de licenciamentos de veículos aumentou 12% comparando os meses de julho de 2019 e 2018. Mais uma vez, quem mais contribui para a conta são os caminhões, com aumento de 35,7% no período. Os ônibus apresentaram queda de 1,8%.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Said disse:

    O Brasil está melhorando a passos largos só a Midea que não quer admitir que o Brasil já decolou….

Balança comercial tem superávit de US$ 2,293 bilhões em julho

Arquivo/Agência Brasil

A queda nas exportações de commodities (bens primários com cotação internacional), principalmente de petróleo e soja, fez a balança comercial registrar o mais baixo superávit para meses de julho em nove anos. No mês passado, o país exportou US$ 2,293 bilhões a mais do que importou, valor 40,8% inferior a julho de 2018. Desde 2010, o saldo não registrava níveis tão baixos para meses de julho (US$ 1,332 bilhão).

Tanto as exportações como as importações caíram no mês passado. Em julho, o país vendeu US$ 20,054 bilhões para o exterior, com recuo de 14,8% pelo critério da média diária em relação ao mesmo mês do ano passado. As importações somaram US$ 17,761 bilhões, redução de US$ 8,9% também pela média diária.

Com o resultado de julho, a balança comercial acumula superávit de US$ 28,369 bilhões nos sete primeiros meses do ano. O valor é 16,3% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado (US$ 33,891 bilhões). As exportações somam US$ 129,896 bilhões, retração de 4,7% na comparação com o mesmo período de 2018 pela média diária. As importações totalizam US$ 101,527 bilhões, recuo de apenas 0,9% pelo mesmo critério.

Segundo o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Herlon Brandão, a maior parte da queda do saldo em julho é explicada pela soja, cujo valor exportado caiu 34,6% em julho deste ano em relação ao mesmo mês do ano passado, e pelo petróleo, cujas vendas recuaram 61,2% na mesma comparação. “Sozinhos, esses dois produtos responderam por 57% da queda do superávit comercial”, destacou.

Em relação ao petróleo, Brandão disse que a desaceleração da economia mundial está reduzindo a demanda global por combustíveis. Sobre a soja, ele explicou que problemas sanitários estão reduzindo a produção de carne suína na China, impactando a demanda do país asiático pela soja brasileira, usada na alimentação dos porcos.

Outro fator que contribuiu para a queda das vendas externas foi a exportação de uma plataforma de petróleo no valor de US$ 1,2 bilhão ocorrida em julho do ano passado que não se repetiu este ano. Em contrapartida, as importações de plataformas de petróleo também caíram. No mês passado, o país importou duas plataformas no valor de US$ 3,3 bilhões, contra cinco plataformas que entraram no país em julho do ano passado.

Categorias

Todas as categorias de produtos registraram queda nas exportações em julho. As vendas de manufaturados recuaram 12,3% em relação às de julho do ano passado, com destaque para turbinas de aviação (-45,9%), veículos de carga (-33,6%), autopeças (-16,2%). Segundo Brandão, a crise na Argentina, o principal importador de bens industrializados do Brasil, continua a contribuir para a queda.

As exportações de semimanufaturados caíram 4,6% em relação ao mesmo mês do ano passado, com destaque para óleo de soja bruto (-49,1%), catodos de cobre (-26,5%) e semimanufaturados de ferro e aço (-15,5%). A maior retração foi registrada nos produtos básicos, com queda de 16,7%. Além do petróleo e da soja, puxaram o recuo o minério de cobre (-32,7%), a carne de frango (-12,5%) e a carne bovina (-10,4%).

Meta anual

Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2018 em US$ 58,959 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima um superávit menor em 2019, motivado principalmente pela recuperação da economia, que reativa o consumo e as importações.

Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 52 bilhões para este ano. O Ministério da Economia projeta superávit de US$ 56,7 bilhões para o saldo da balança comercial em 2019.

Agência Brasil

 

Fim de semana registrou chuvas em maior volume em Natal e mais quatro municípios no RN; veja boletim pluviométrico

O fim de semana registrou o maior volume de chuvas no município de Canguaretama, na região Leste potiguar. De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn), foram 60 milímetros.

O boletim pluviométrico ainda registro na mesma região, o município de Parnamirim, com 42,6 milímetros, Natal, com 33,3 milímetros, e São Gonçalo do Amarante, com 29,9 mm. Na região Agreste, destaque para Monte Alegre, com 27 milímetros. Veja demais municípios.

OESTE POTIGUAR

Carnaubais(Emater) 16,0
João Dias(Emater) 6,0
Martins(Particular) 4,3
Pau Dos Ferros(Particular) 4,0
Assu(Particular) 3,5
Campo Grande(Particular 2) 1,9
São Rafael(Particular Ii) 1,7
São Rafael(Emater) 1,4
Água Nova(Prefeitura) 1,3
Mossoró(Prefeitura) 0,8

CENTRAL POTIGUAR

São Bento Do Norte(Prefeitura) 4,0
Acari(Particular) 1,7
Caico(Emater) 1,2
Cerro Cora(Emater) 0,8
São Vicente(Emater(ex-particular)) 0,7

AGRESTE POTIGUAR

Monte Alegre(Emater) 27,0
Santo Antonio(Emater) 17,0
Bento Fernandes(Riacho Dos Paus-part.) 12,0
Santa Maria(Sind.trab.rurais) 7,0
Monte Das Gameleiras(Emater) 5,0
Sitio Novo(Prefeitura) 4,5
João Câmara(Centro Saude) 4,1
São Bento Do Trairi(Prefeitura) 4,1
Jacana(Emater) 3,5
Tangara(Emater) 1,4

LESTE POTIGUAR

Canguaretama(Emater/barra De Cunhau) 60,0
Parnamirim(Base Física Da Emparn) 42,6
Natal 33,3
São Gonçalo Do Amarante(Base Física Da Emparn) 29,8
Maxaranguape(Particular) 22,0
Espírito Santo(Prefeitura) 12,6
Montanhas(Prefeitura) 3,5

Confiança do Comércio cresce 2,3 pontos em julho

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/EBC

O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,3 pontos na passagem de junho para julho deste ano. Com o resultado, que é a segunda alta consecutiva, o indicador chegou a 95,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

Em julho, a confiança subiu em nove dos 13 segmentos do comércio pesquisados. A melhora do índice foi puxada principalmente pela confiança no futuro, medida pelo Índice de Expectativas, que avançou 2,7 pontos e chegou a 102,6 pontos. O Índice da Situação Atual, que mede a satisfação com o momento presente, subiu 1,8 ponto, atingindo 88,6 pontos.

Para o pesquisador da FGV Rodoplho Tobler, os empresários percebem alguma evolução no ritmo de vendas do setor. Apesar disso, o patamar da confiança no presente se mantém baixo. Para Tobler, o aumento das expectativas sugere “que o cenário de recuperação do setor deve se manter, mas ainda em ritmo gradual dado a persistência dos níveis altos de desemprego e da dificuldade de recuperação da confiança dos consumidores”.

Agência Brasil

Com queda nos preços dos combustíveis, inflação do IPCA-15 é menor para julho desde 2017

Gasolina pressionou para baixo a prévia da inflação de julho — Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,09% em julho, informou nesta terça-feira (23) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice ficou próximo ao registrado em junho (0,06%). É a menor taxa para o mês desde 2017 (-0,18%). Em julho de 2018, a taxa havia sido de 0,64%.

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,42% e, em 12 meses, de 3,27%, resultado abaixo dos 3,84% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores e dos 4,53% registrados em julho de 2018.

Números do IPCA 15:

Julho de 2019: 0,09%
Junho de 2019: 0,06%
Julho de 2018: 0,64%
Acumulado no ano: 2,42%
Acumulado nos 12 meses: 3,27%

Influências

A queda nos preços dos combustíveis voltou a pressionar o índice para baixo, mesmo com os aumentos das passagens aéreas e da energia elétrica.

A maior influência negativa no índice de julho ficou com o grupo dos transportes, que caiu 0,44% em relação a junho, revertendo a alta de 0,25%.

Os transportes foram responsáveis pelos principais impactos individuais tanto para baixo, devido ao preço da gasolina, com queda de 2,79%, quanto para cima, por conta das passagens aéreas, que cresceram 18,1%.

Os demais combustíveis também tiveram recuo nos preços em julho, com o etanol a -4,55%, o óleo diesel a -1,59% e o gás veicular a -0,49%.

Já o grupo habitação, que subiu 0,43%, foi responsável pela maior influência positiva no IPCA-15, com destaque para a energia elétrica (1,13%), que teve a sexta alta seguida. O aumento deste mês foi devido à entrada em vigor da bandeira amarela, que onera as contas de luz em R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.

Entre os demais grupos que compõem o IPCA-15, alimentação e bebidas apresentou leve alta de 0,03%, após registrar queda de 0,64% em junho. Contribuíram a batata-inglesa (8,30%) e a cebola (12,81%).

O grupo despesas pessoais teve variação de 0,48%, ante 0,11% em junho, com destaque para cabeleireiro (0,82%), empregado doméstico (0,24%), manicure (0,25%) e excursão (4,47%).

Saúde e cuidados pessoais (0,34%) desacelerou em relação ao mês anterior (0,58%), especialmente por conta dos itens de higiene pessoal, cuja alta passou de 1,1% em junho para 0,14% em julho. O maior impacto individual no grupo veio do plano de saúde (0,8%).

Veja a variação de todos os grupos:

Alimentação e bebidas: 0,03
Habitação: 0,43
Artigos de residência: -0,06
Vestuário: -0,19
Transportes: -0,44
Saúde e cuidados pessoais: 0,34
Despesas pessoais: 0,48
Educação: 0,12
Comunicação: 0,14

Por regiões

Duas regiões tiveram deflação em julho: Goiânia e São Paulo. O menor índice foi no município de Goiânia (-0,19%), em função da queda no preço da gasolina (-3,35%). São Paulo teve deflação de 0,06%. Já o maior resultado foi na região metropolitana do Rio de Janeiro (0,26%), devido à alta das passagens aéreas (22,93%). Belém e Brasília vêm em seguida: 0,25% e 0,22%, respectivamente.

O IPCA-15

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados entre 13 de junho e 12 de julho de 2019 (referência) e comparados com aqueles vigentes entre 16 de maio e 12 de junho de 2019 (base).

O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.

O IPCA-15 difere do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apenas no período de coleta, que abrange do dia 16 do mês anterior ao 15 do mês de referência, além da abrangência geográfica.

G1

 

Tremores de terra foram registrados em municípios do RN no sábado e nessa segunda

Nos dias 20 e 22/07 ocorreram novos tremores no RN. No dia 20 ocorreram 3 eventos em Taipu: às 08:38, 09:04 e 21:17 UTC (05:38, 06:04 e 18:17, hora local), sendo todos microtremores, de magnitude menor que 1.5.

No dia 20, às 11:10 UTC (08:10, hora local) ocorreu um outro microtremor em Bento Fernandes.

No dia 22, às 10:07 UTC (07:07, hora local), ocorreu um tremor de magnitude preliminar 1.8 sendo a cidade mais próxima Fernando Pedroza, a aproximadamente 16 km a NW do epicentro.

O mapa de localização dos epicentros está na Figura 1.

Figura 1. Mapa de localização epicentral. A estrela vermelha indica a localização dos eventos em Taipu. A estrela amarela indica a localização do evento em Bento Fernandes. A estrela verde indica a localização do evento de magnitude 1.8. A linha vermelha indica a Falha de Samambaia. O triângulo vermelho indica a localização da estação de Riachuelo (RCBR).

O registro do evento de magnitude 1.8 em RCBR está mostrado na Figura 2.

Figura 2. Registro do evento de magnitude 1.8 na estação RCBR.

Fonte: LabSis/UFRN, RSBR, INCT-ET
Joaquim Ferreira, Eduardo Menezes, Marconi Oliveira

Previsão de pancadas de chuvas entre esta quinta e o fim de semana em Natal e interior; confira

FOTO: WEBDESIGNER/EMPARN

Na análise e previsão do tempo, até o próximo domingo (21), a Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), prevê mais uma semana de céu parcialmente nublado em todas as regiões do Estado. As instabilidades de origem oceânicas, associadas ao sistema de brisa manterão o céu com predominância de parcialmente nublado e ocorrência de pancadas de chuva durante o período noturno e início das manhãs em todos os dias da semana ao longo da faixa litorânea leste podendo atingir alguns municípios do Agreste.

Segundo o meteorologista Gilmar Bristot, para o interior do RN haverá predominância na semana de céu variando entre parcialmente nublado a claro e temperaturas mínimas um pouquinho abaixo do normal nas regiões serranas.

A previsão para esta quinta-feira (18) é deu céu parcialmente nublado com pancadas de chuva no Litoral Leste e Agreste, parcialmente nublado a claro nas demais regiões. Na sexta-feira (19) o céu estará parcialmente nublado a claro em todo o Estado, com pancadas de chuvas fracas ao longo da faixa litorânea leste. O sábado (20) também será de céu parcialmente nublado a claro em todo o Estado, com pancadas de chuvas fracas ao longo da faixa litorânea leste. O domingo (21) também será de céu parcialmente nublado com pancadas de chuvas ao longo da faixa litorânea leste. Claro nas demais regiões do Estado.