Polícia

PF pede ao STF para investigar o deputado Luis Miranda

Foto: Pedro França/Agência Senado

A Polícia Federal enviou nesta terça-feira (20) ao Supremo Tribunal Federal o pedido do ministro da Justiça, Anderson Torres, para que o deputado Luis Miranda (DEM-DF) seja investigado por possível denunciação caluniosa contra o presidente Jair Bolsonaro.

O pedido de apuração foi feito pelo ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, ao Ministério da Justiça após Miranda ter apontado suposta prevaricação de Bolsonaro no caso Covaxin.

O deputado e o irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, dizem ter se reunido com Bolsonaro no Palácio da Alvorada, em março deste ano, para comunicar supostas irregularidades na compra da vacina do laboratório indiano Bharat Biotech. Bolsonaro não teria tomado providências – o que configura o crime de prevaricação.

Após as declarações dos irmãos Miranda, Bolsonaro passou a ser investigado no Supremo. A PF, agora, quer que o Supremo esclareça se há conexão entre os fatos apontados na denúncia contra Luis Miranda e os fatos apurados no inquérito de Bolsonaro.

Se o tribunal entender que há uma ligação, Jair Bolsonaro e Luis Miranda passariam a ser investigados no mesmo processo.

O caso foi enviado para a ministra Rosa Weber, que é relatora do inquérito que apura a conduta do presidente. A ministra deve encaminhar o pedido contra Miranda para a análise da Procuradoria-Geral da República (PGR).

O que diz a PF

Segundo a PF, os pedidos de investigação tratam do mesmos fatos sobre o processo de compra da vacina e a tomada de providências por parte do presidente da República, mas em vertentes opostas.

Se a omissão realmente ocorreu, estará descartada a hipótese de denunciação caluniosa.

Se o presidente não se omitiu, em tese, ficaria caracterizada a denunciação caluniosa.

“Assim, a prova de uma infração e de suas circunstâncias elementares influi na prova da outra infração, caracterizando a conexão”, afirma a corporação. A PF também defende que a decisão cabe à ministra Rosa Weber por prevenção – ou seja, pelo fato de a magistrada já ser relatora do primeiro inquérito.

O inquérito aberto

O inquérito autorizado pelo STF e aberto no último dia 12, sobre a conduta de Bolsonaro, é conduzido pelo Serviço de Inquéritos Especiais (Sinq) da Polícia Federal. O prazo inicial para conclusão das investigações é de 90 dias, mas pode ser prorrogado.

De acordo com a legislação, prevaricar consiste em “retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”.

O ponto de partida da investigação é o que foi revelado na CPI da Pandemia no dia 25 de junho pelo funcionário do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, chefe de importação do departamento de logística, e pelo irmão dele, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF). Eles afirmaram ter avisado a Bolsonaro, em março, sobre suspeitas de corrupção na negociação para a compra da vacina Covaxin.

Entre as irregularidades apontadas pelos irmãos estão:

invoice (nota fiscal internacional) com previsão de pagamento adiantado de US$ 45 milhões, o que não era previsto no contrato

invoice com previsão de menos doses do que o previsto no contrato

invoice em nome de empresa com sede em Singapura, que não é citada no contrato

A apuração vai esclarecer se houve ou não omissão de Bolsonaro a respeito das supostas irregularidades no processo de contrato da vacina, e também se o presidente, de alguma forma, se beneficiaria pessoalmente com isso.

Por três meses, o governo nada disse publicamente sobre as denúncias em torno da Covaxin. Depois que os irmãos Miranda a tornaram pública, o Palácio do Planalto já apresentou três versões.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Bota Renan pilantra no meio.
    Tem que investigar renanzinho, 18 processos no STF dormindo e não tem um ministro que bote pra frente.
    Renan sabe de mais, boca de siri.
    Se abrir, se gritar pega pega ladrão. Não fica um meu mermão.
    Só do tipo colarinho branco.
    Tá impestado nessa Brasília, tem que nem a gota serena.

    1. Os bolsopetistas são assim: babam “oszovos” do MINTO das rachadinhas e outrora colocavam o de Lulaladrão na boca… KKKKK

    1. Parafrasendo o Rei da Espanha Kkkklk ” por que non te callas”, vc é um dos maiores burrinhos que andam por essas bandas, será que é falta de emprego junto com abstinência de pão com mortadela? coisa ridícula, vc tem família, mulher, filhos, irmãos, pai, mãe, se disser que sim, antecipadamente não acredito. Nem a psiquiatria resolve essa sua máquina de processar besteiras, e lês com certeza, se existirem, não sabem das suas babaquices, vá arranjar uma lavagem de roupa.

    2. Mané, o cara vendeu o celular ou enfiou na tua boca. Vai se atualizar!
      Não tem gravação kkk

    3. Maria (se é que vc é realmente mulher ou só se esconde atrás de um pseudônimo), faz o seguinte:

      1) Diminua a quantidade de capim cloroquinado de sua ração diária, assim quem sabe vc não poderá ter mais argumentos para defender o seu político corrupto de estimação;
      2) Se vc tem todo o tempo para perder falando de minhas postagens, deve ser pq vc deve ter um esquema de rachadinha para lhe bancar, coisa de bolsopetista que segue o que o ídolo fazia;
      3) Depois, sugiro que saia desses grupins de ZAP dos bolsopetistas onde vc se alimenta de tanta asneira e veja se procura outras formas de se informar melhor;
      4) Eu também acho que pessoas como vc não tem família, mulher (ou homem, como prefira), filhos, irmãos, pai, mãe… Se tivesse, talvez não apoiasse o MINTO das rachadinhas que tanto despreza a vida humana e as perdas que tivemos nessa pandemia…

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Política

Cabo Deyvison segue internado após atentado em Mossoró

Foto: Reprodução

O vereador de Mossoró, Cabo Deyvison (PL), segue internado após ter sido vítima de um atentado na noite de segunda-feira (15), em frente a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município.

De acordo com as informações, o parlamentar foi atingido por dois disparos na perna, sofreu fratura na tíbia e permanece com uma bala alojada segundo informações do Ponta Negra News.

Segundo o comandante-geral da Polícia Militar do RN, coronel Alarico Azevedo, o estado de saúde do vereador é considerado estável.

Inicialmente, Cabo Deyvison foi atendido no Hospital Regional Tarcísio Maia e, em seguida, transferido para o Hospital da Polícia Militar, onde continua em observação.

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Polícia

Área da Caern ao lado de parque em Capim Macio é usada como abrigo por usuários de drogas, denuncia morador

Foto: Reprodução

Um morador de Capim Macio, na Zona Sul de Natal, denunciou que uma área usada para abrigar equipamentos da lagoa de captação do bairro estaria sendo usada como abrigo por usuários de drogas. As informações são do Blog Gustavo Negreiros.

Segundo o relato, o espaço fica ao lado do parque ecológico do bairro, local frequentado diariamente por moradores e visitantes, geralmente acompanhados de crianças e idosos. Imagens encaminhadas ao blog mostram colchões, objetos pessoais e outros materiais no interior da estrutura.

Ainda de acordo com o denunciante, a situação já teria sido comunicada à Polícia Militar, mas, até o momento, o problema permaneceria sem solução.

A lagoa de captação e a respectiva estrutura de bombeamento são de responsabilidade da Caern. Moradores da região relatam preocupação com a ocupação do local e afirmam que a situação tem impactado o uso da área pública no entorno.

 

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Polícia

CERCO AO CAIXA DO SINDICATO DO CRIME: MPRN cumpre mandados contra investigados em Natal

Foto: Divulgação/MPRN

Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Natal na manhã desta quarta-feira (17) durante a operação Convergência Nacional – RN, deflagrada pelo Ministério Público do RN para investigar a estrutura financeira da organização criminosa conhecida como Sindicato do Crime.

Segundo o MPRN, a ação teve como alvo pessoas ligadas ao núcleo financeiro e logístico da facção. A operação integra uma mobilização nacional coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), que reúne Ministérios Públicos de diversos estados.

De acordo com as investigações, o grupo é suspeito de atuar em um esquema de lavagem de dinheiro, cobrança de dívidas por meio de extorsão e gerenciamento de recursos da organização criminosa. Ainda segundo o órgão, a estrutura utilizaria “laranjas” e empresas de fachada para ocultar a origem e a movimentação dos valores.

As apurações também apontam que a esposa de um dos líderes da facção, atualmente foragido, teria desempenhado papel estratégico na comunicação e na movimentação financeira do grupo. Conforme o Ministério Público, ela atuaria como intermediária entre o líder e outros integrantes da organização.

A investigação teve origem na análise de dados extraídos de um celular apreendido em uma operação anterior. O material recolhido nesta quarta-feira passará por perícia e poderá contribuir para o aprofundamento das investigações sobre a atuação da facção no RN.

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Geral

Decisão do STF torna Eduardo Bolsonaro inelegível por até 12 anos

Foto: Reprodução

A Primeira Turma do STF condenou por unanimidade o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo relacionado à investigação da tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Com a condenação por órgão colegiado, os ministros reconheceram a incidência da Lei da Ficha Limpa. Pela decisão, Eduardo fica inelegível desde a condenação até oito anos após o cumprimento integral da pena, conforme informações da CNN.

O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que a inelegibilidade não depende do trânsito em julgado da ação. A Primeira Turma também determinou a comunicação imediata ao TSE para registro da restrição eleitoral.

Além da inelegibilidade, o STF decretou a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal e aplicou a pena de 50 dias-multa, fixados em dois salários mínimos por dia.

Segundo o entendimento da maioria dos ministros, Eduardo Bolsonaro atuou junto a autoridades dos Estados Unidos para pressionar integrantes da Corte e tentar influenciar processos relacionados à investigação da trama golpista.

Em nota, Eduardo Bolsonaro afirmou que o julgamento não tem “pé nem cabeça” e declarou considerar qualquer condenação “nula”, alegando que não foi oficialmente notificado sobre o processo. A defesa ainda poderá apresentar recursos ao próprio Supremo.

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Economia

Fim da escala 6×1 pode acabar com 18 milhões de empregos no Brasil, aponta estudo

Foto: Getty Images

O debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1 voltou a ganhar força no Congresso Nacional, enquanto especialistas e entidades do setor produtivo discutem os possíveis impactos da medida sobre a economia e o mercado de trabalho.

Um estudo da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) estima que a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas poderá provocar, ao longo de dez anos, uma queda de até 16% no Produto Interno Bruto (PIB) e a eliminação de 18 milhões de postos de trabalho.

A proposta é discutida por meio de projetos que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado.

Em entrevista à CNN Money, a gerente trabalhista da Fiemg, Fernanda Ribas, afirmou que empresas intensivas em mão de obra teriam de ampliar suas equipes para manter o mesmo nível de operação.

Segundo ela, o aumento dos custos poderia ser repassado aos consumidores por meio de reajustes de preços. Ribas também argumenta que os efeitos alcançariam serviços públicos que dependem de escalas contínuas de trabalho.

Na mesma linha, o pesquisador associado do FGV Ibre, Daniel Duque, avaliou que o aumento dos custos trabalhistas e a menor flexibilidade na distribuição das jornadas podem pressionar o mercado formal de trabalho.

Entre as alternativas que poderiam ser adotadas pelas empresas, ele cita redução de quadros, investimentos em automação e a ampliação de modalidades mais flexíveis de contratação.

A proposta de redução da jornada tem sido defendida por seus apoiadores sob o argumento de que pode ampliar a qualidade de vida dos trabalhadores e incentivar ganhos de produtividade.

Já críticos da medida alertam para possíveis efeitos sobre custos, emprego e competitividade.

Enquanto o debate segue em andamento, o governo federal retirou o pedido de urgência para a tramitação da proposta, atendendo a uma solicitação do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Com isso, a pauta da Casa foi destravada e o tema passará a seguir o rito normal de discussão no Congresso Nacional.

Opinião dos leitores

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Judiciário

ANÁLISE DIÁRIO360: Moraes atropela jurisprudência e condena Eduardo Bolsonaro sem citação

Foto: Reprodução

O portal Diário360 publicou nesta terça-feira (16) uma análise crítica sobre a decisão da Primeira Turma do STF relacionada ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL).

No texto, o veículo sustenta que a decisão do colegiado, formado pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, teria desconsiderado entendimentos consolidados sobre citação de réus que se encontram no exterior.

Segundo a análise, a ausência de citação pessoal por carta rogatória deveria ter sido considerada antes do prosseguimento do caso. O portal argumenta que o entendimento adotado pelo relator diverge de interpretações defendidas por parte da doutrina e da jurisprudência sobre o tema.

O Diário360 também afirma que a decisão levanta debates sobre devido processo legal, ampla defesa e contraditório. Na avaliação apresentada pelo site, o julgamento pode reforçar críticas de setores que apontam excesso de ativismo judicial por parte do Supremo.

O conteúdo reproduz a interpretação jurídica e política do Diário360 sobre o caso e não representa decisão adicional do STF além daquela já registrada nos autos.

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Política

[VIDEO] “Vou matar ele”, diz PM antes de atirar em autista em São Paulo

Imagens: Reprodução/Metrópoles SP

Imagens de câmeras corporais obtidas pela imprensa colocaram em dúvida a versão apresentada por dois policiais militares sobre a morte do eletricista Igor Eduardo Hyppolito Rodrigues, de 45 anos, em São Paulo.

Os registros mostram que o cabo Cauan Alencar Bastos e o soldado José Otávio Ribeiro efetuaram disparos contra Igor durante a ocorrência. Segundo a reportagem, as imagens indicam que a vítima não teria apresentado ameaça aos agentes no momento da abordagem.

Antes de deixar a viatura, o cabo Cauan aparece afirmando que iria atirar contra o eletricista. Na sequência, as imagens mostram o policial desembarcando já efetuando disparos. O vídeo também registra tiros realizados pelo soldado José Otávio.

De acordo com a ocorrência, os policiais foram acionados após um motoboy relatar um desentendimento de trânsito com Igor e afirmar que ele estaria portando uma faca. Já em depoimento à Polícia Civil, os militares sustentaram que a vítima teria avançado contra a equipe, versão utilizada para justificar os disparos.

A divergência entre os relatos prestados pelos policiais e as imagens captadas pelas câmeras corporais passou a integrar a apuração do caso. Familiares informaram que Igor era neurodivergente. O caso segue sob investigação das autoridades competentes.

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Polícia

[VÍDEO] Revoltado com suposta gasolina adulterada, motociclista ateia fogo em posto no Rio

Imagens: Reprodução/Metrópoles

Um motociclista provocou um incêndio em um posto de combustíveis no bairro da Freguesia, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, após reclamar da suposta qualidade da gasolina utilizada para abastecer seu veículo. Toda a ação foi registrada por testemunhas.

Nas imagens, o homem aparece discutindo com um funcionário enquanto segura um galão com líquido inflamável. Em seguida, ele espalha o combustível pelo pátio do estabelecimento e afirma que colocaria fogo no local. Apesar dos apelos de pessoas que acompanhavam a cena, o suspeito usou um isqueiro e iniciou o incêndio.

As chamas se espalharam rapidamente pelo chão do posto, provocando correria entre funcionários e clientes. Após o episódio, o motociclista fugiu e ainda não foi identificado.

Segundo o Corpo de Bombeiros, equipes foram acionadas às 16h10 e conseguiram controlar o fogo rapidamente. A ocorrência foi encerrada às 16h40 e ninguém ficou ferido.

A Polícia Civil informou que não havia registro formal do caso até aquele momento, mas a 41ª DP (Tanque) abriu investigação após tomar conhecimento das imagens. Diligências estão em andamento para apurar as circunstâncias do crime e identificar os envolvidos.

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Polícia

TENTATIVAS E HOMICÍDIOS: Atentado a Cabo Deyvison relembra série de ataques a políticos no RN

Foto: Reprodução

O atentado que deixou ferido o vereador de Mossoró e pré-candidato a deputado federal Cabo Deyvison (PL) voltou a chamar atenção para os casos de violência envolvendo agentes políticos no RN, conforme informações do Diário do RN.

Apesar da repercussão do episódio, a Secretaria Estadual de Segurança Pública informou que, até o momento, não há elementos que indiquem motivação política para o crime.

Nos últimos anos, prefeitos, vereadores, ex-prefeitos e candidatos foram vítimas de assassinatos ou atentados no estado.

Entre os casos de maior repercussão estão as mortes do então prefeito de São José de Campestre, Neném Borges, em 2023; do prefeito de João Dias, Marcelo Oliveira, durante a campanha eleitoral de 2024; e do ex-prefeito de São Pedro, Miguel Cabral, em 2025.

Também ganhou destaque a tentativa de homicídio contra Wendel Lagartixa e Sargento Gonçalves durante as eleições de 2022.

O caso mais recente ocorreu na noite desta segunda-feira (15), em Mossoró. Cabo Deyvison realizava uma transmissão ao vivo em frente à UPA do Alto de São Manoel quando homens armados efetuaram disparos.

O vereador foi atingido nas pernas e permanece internado em estado estável. Já o assessor Alyson Dyego de Oliveira, que o acompanhava durante a fiscalização, foi baleado e morreu.

Horas após o atentado, dois suspeitos foram presos em Fortaleza, no Ceará. Segundo a Polícia Militar, José Antônio da Costa e Vinícius Gabriel confessaram participação na ação criminosa durante a abordagem.

O veículo usado no crime também foi localizado pelas forças de segurança.

Entre os casos que marcaram os últimos anos estão ainda o assassinato do vereador Fábio Vicente (PL), morto dentro de casa em Extremoz, em março deste ano, e o homicídio do ex-prefeito Miguel Cabral, executado em fevereiro de 2025 no Largo do Atheneu, em Natal.

No caso de João Dias, a Polícia Civil concluiu que o assassinato do prefeito Marcelo Oliveira teve relação com disputas políticas locais. Já as investigações sobre o atentado contra Cabo Deyvison seguem em andamento.

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Polícia

Polícia confirma PIX de R$ 10 mil em celular de suspeito preso por atentado contra Cabo Deyvison em Mossoró

Foto: Reprodução

A investigação sobre o atentado que feriu o vereador de Mossoró e pré-candidato a deputado federal Cabo Deyvison (PL) ganhou um novo desdobramento nesta terça-feira (16).

Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), um PIX de R$ 10 mil foi identificado em um dos celulares apreendidos com suspeitos presos no Ceará. A Polícia Civil apura se a transferência tem relação com o crime. As informações são do Diário do RN.

O atentado ocorreu na noite de segunda (15), durante uma transmissão ao vivo feita pelo parlamentar em frente à UPA do Alto de São Manoel, em Mossoró.

Cabo Deyvison foi baleado nas pernas, passou por cirurgia e segue internado. Já o assessor Alyson Dyego de Oliveira morreu após ser atingido pelos disparos.

Nesta terça, as forças de segurança anunciaram a prisão de José Antônio da Costa e Vinícius Gabriel da Silva Freitas, detidos em Beberibe, no Ceará.

De acordo com a investigação, ambos confessaram participação no atentado. Os celulares apreendidos com os suspeitos serão submetidos à perícia para aprofundar as apurações.

Ao confirmar a existência do PIX, o secretário de Segurança Pública do RN, coronel Francisco Araújo, informou que a transferência foi localizada em um dos aparelhos apreendidos.

Já o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alarico Azevedo, afirmou que a informação poderá auxiliar os investigadores a rastrear a origem dos recursos eventualmente utilizados na ação criminosa.

Segundo as autoridades, ainda não há conclusão sobre a finalidade da transferência nem confirmação de que o valor tenha ligação direta com o atentado.

A Polícia Civil segue analisando o material apreendido e investigando a possível participação de outros envolvidos no crime.

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