O Rio Grande do Norte deverá ficar com as forças policiais paralisadas até pelo menos o dia 8 de janeiro em razão de decisão do Tribunal de Justiça considerar mais relevante detalhes processuais do que o direito da coletividade.
A Procuradoria Geral do Estado juntou ao processo em que pede ao Tribunal de Justiça que obrigue as forças policiais a voltar a seu trabalho novas provas indicando que o movimento de PMs, bombeiros e policiais civis se trata de greve disfarçada.
A juntada de provas se deu por ocasião do desembargador Dilermando Mota determinar que o Estado precisava provar a tese que estava sustentando. A PGE juntou, então, eventos de insegurança, indicando que a falta de PMs nas ruas tem por consequência o aumento da violência e que isso se caracteriza uma greve.
Por operar em regime de plantão, o Tribunal de Justiça recebeu as provas com um novo plantonista atendendo, o desembargador Amílca Maia, que decidiu ignorar as provas juntadas sob o seguinte argumento: quem deveria analisar o assunto deveria ser o colega do dia anterior, Dilermando Mota, que só volta agora às atividades quando o recesso for encerrado, a partir de 8 de janeiro.
Provas
Além de ter juntado notícias da imprensa indicando aumento da violência, a PGE juntou ofício da secretária de Segurança Pública, Sheila Freitas, em que é mapeado o movimento dos oficiais. O ofício reforça que a paralisação está ligada a questões salariais, o que reforça, evidentemente, a tese de que se trata de greve.
Agora a Procuradoria Geral do Estado estuda qual medida deverá ser tomada para que não seja preciso esperar até o dia 8 para que o conjunto de provas seja analisado. Uma das alternativas é impetrar um mandado de segurança, remédio a que se recorrer para garantia de algum direito violado.
Quem ainda não recebeu salário na PM foram os marajás , porque os soldados já receberam, não tem viaturas para trabalhar mais para apanhar os superiores em casa e lavar para o quartel para ficar lá sem fazer nada tem viatutras
O interessante é que você a super inteligentes só olham para a polícia, esqueceram dos funcionários da saúde do Walfredo e do Tarcísio Maia, esqueceram dos professores da UERN muitos deles são mestres com dois meses de salários atrasados, sociedade hipócrita
muito interessante esse Poder Judiciário.
mordomias, super salários, férias sem fim, feriados prolongados, recessos.
sei não …
mas os ciclos passam!!!!
Todo mundo sabe que é greve.
Inclusive as falas.
Se o problema for colete vencido o governador poderia pegar esses 650 milhões que pode ser usado para a segurança e saúde, mas não para pagar salários, e comprar 20 mil coletes…
Porque se o problema for só esse deve ser problema antigo.
A verdade é que a população está refém.
Sem polícia não tem segurança.
Sem segurança o cidadão e o comércio é assaltado.
Sem comércio cai o ICMS e os salários vão se atrasar ainda mais.
Esse negócio de não trabalhar porque está atrasado só faria sentido se não trabalhasse e não recebesse.
Nem em dia nem depois.
O judiciário tem plantão judiciário.
Vai esperar a cidade virar um caos para tomarem providência?
O estado está quebrado.
Sem dinheiro não tem como pagar em dia.
Quando vão entender isso?
É melhor receber atrasado do que não receber nada.
Quem recebe até 3 mil reais está em dia.
Não é tanto atraso…
É ruim mas greve não vai fazer aparecer dinheiro, pelo contrário vai reduzir comércio e turismo e vai cair a arrecadação e talvez atrase muito mais.
Pelo jeito o dinheiro federal não vem mais.
O ministério público deu parecer contrário.
Estado que está com gastos de folha acima do limite não pode receber financiamento.
Interessante que a PM coíbe duramente e com violencia manifestaçoes de servidores outros por atrasos de salários. E agora? e o que enfraquece o movimento é que o Bope,policia de transito,Rocam nao aderiram ao movimento deixando clara a falta de uniao e desorganização total da classe o que fortalece o Governo na sua omissao. Na verdade o maior prejudicado é quem paga altos impostos
Nós comerciantes está lucrando mais pois não mais pedintes querendo quentinha de graça. Agora eu vou mandar eles pedirem lá no quartel onde tão de greve.
Fico imaginando como alguém pode trabalhar sem receber salário e ainda ser obrigado a fazer esse mesmo trabalho sem condições de segurança, isso deve ser muito razoável não acham intelectuais de plantão? Algumas pessoas estão passando necessidades básicas como alimentação, será que os senhores defensores dessa forma de trabalho, sem salário e sem estrutura, não enxergariam algo de errado se fossem os senhores? Quando o policial se forma ele faz um compromisso de defender a sociedade com o RISCO da própria vida, não com a CERTEZA da morte. Lembremos que antes de termos qualquer profissão somos seres humanos com necessidades básicas, o homem vem antes da profissão, ninguém tem condições de realizar um trabalho complexo como o de polícia sabendo que em casa seu filho não vai ter um Natal digno ou mesmo o que comer.
Por que o estado não dá condições de trabalho aos policiais?
É só colocar em dia as viaturas, comprar os materiais necessários que o movimento acaba.
O estado além de não pagar os salários ainda quer que os policiais comprem material para usar durante o serviço, pagar para trabalhar não dá!
Greve é quando os servidores se recusam a trabalhar, reinvindicando algo, o que nao é o caso. Os policiais estão tão somente reivindicando condições de trabalho dignas; viaturas em condições de uso, equipamentos também em condições de uso; e o principal, o seu sustento e o da sua família, no entanto os policiais estão indo trabalhar, contudo o problema sao as condições precárias em que se encontra a segurança pública. Mas daí vem uma cambada de gente hipócrita, que muito provavelmente mama nas tetas do governo, dizer que os policiais devem trabalhar mesmo com as piores condições possíveis e sem previsão de receber seus salários, querem pagar de bom samaritano perante a sociedade. Deveriam era criar vergonha na cara e cobrar do governador que pague os salários dos servidores em dia. Isso sim seria uma atitude louvável.
Porque não juntaram comprovante de pagamento dos salários?
Ahhhhh, é mesmo.
O Estado não paga aos policiais e estes como são escravos devem continuar trabalhando de qualquer jeito.
as pessoas não fazem ideia do do que é entrar janeiro tendo recebido em outubro
As provas são:
Servidores sem salários
Sem décimo
Batalhoes sem viaturas, sem munições,sem fardamento,sem coturnos,sem cinto n/a.
Se o governo tivesse feito a parte dele certamente o judiciário teria acatado o retorno dos PMs as ruas!!! Que incompetência governador
Sendo ou não greve disfarçada, quero ver qual Desembargador vai obrigar os policiais a saírem dos batalhões sem condições de segurança para a atividade. Imagina um PM morrendo em um tiroteio e descobrem que o colete tava vencido e este havia sido obrigado a trabalhar deste jeito.
a PGE deveria também mostrar o verdadeiro crime que o governo estadual e políticos de plantão vêm praticando contra os servidores do executivo estadual. Não há greve alguma, apenas um movimento em busca do que é de pleno direito dos trabalhadores.
Isso só ocorre porque o Estado disponibiliza policiais para garantir a segurança dessa classe não fosse isso e eles tivessem correndo os mesmos riscos que nós pobres mortais ele jamais trataria um caso de tamanha relevania com o desdem com que está tratando no momento.
A PGR deveria mostrar alguma viatura que tenha condições de rodar, se tivessem provado isso o próprio efetivo tomaria essa decisão de retornar ao serviço!
Isso só ocorre por que o Estado disponibiliza policiais para garantir a segurança dessa classe, garanto a todos que se o que ocorreu com Osvaldo Cruz que já esta aposentado fosse ele na ativa e eles tivessem correndo os mesmos riscos que nós pobres mortais ele jamais trataria um caso de tamanha relevania com o desdem com que está tratando no momento.
A Procuradoria Geral do Estado devia era se preocupar em fazer com que o governo pagasse a todo mundo,eles já estão com seus salários no bolso então não estão nem aí para população
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal identificaram Marcos Antônio Bezerra de Medeiros como o “ponto de contato” entre a distribuidora de medicamentos Dismed e a Prefeitura de Mossoró no esquema investigado pela Operação Mederi. Gravações captadas em escuta ambiental no escritório da empresa, em Serra do Mel, registraram os sócios da Dismed discutindo o pagamento de propina ao então vice-prefeito e o planejamento de financiar sua campanha eleitoral com dinheiro desviado de contratos públicos de saúde. Marcos Medeiros é prefeito de Mossoró desde o dia 27 de março de 2026, quando Allyson Bezerra renunciou para disputar o governo do estado.
Foto: Reprodução
Se os indícios levantados pela investigação federal se confirmarem, Marcos Medeiros pode responder por corrupção passiva — pena de dois a doze anos de reclusão — e por integrar organização criminosa, conforme a Lei 12.850/2013. Nas peças em que PF e MPF ajuízam perante o Tribunal Regional Federal da 5ª Região, lista-se o seu nome entre os 28 investigados alvejados nos mandados de busca e apreensão cumpridos em 27 de janeiro de 2026.
O Blog do Dina apurou o conteúdo da representação criminal, documento que ainda não havia sido analisado publicamente com foco no papel de Marcos Medeiros no esquema.
A defesa de Marcos Medeiros foi procurada para comentar essa reportagem. O Blog do Dina enviou perguntas a partir das dúvidas abertas com o papel descrito pelos investigadores sobre Marcos. Em resposta, a defesa enviou a seguinte nota:
Marcos Medeiros, por sua defesa, reafirma que não praticou qualquer irregularidade no exercício de suas funções e confia que, ao final, os fatos serão devidamente esclarecidos pela Justiça.
Antes de ser eleito vice-prefeito de Mossoró em outubro de 2024, Marcos Medeiros ocupou cargos no coração administrativo da saúde municipal. Foi secretário substituto da Secretaria Municipal de Saúde e secretário interino do Fundo Municipal de Saúde — os postos que, segundo o MPF, eram a engrenagem central do esquema investigado.
A Dismed, distribuidora de medicamentos com sede em Mossoró, recebeu R$ 13,6 milhões da Prefeitura de Mossoró entre 2021 e 2025. O pico foi em 2024: R$ 5,86 milhões em um único ano.
Dismed recebeu R$ 5,86 mi de Mossoró em 2024 — o maior volume da série
Valores pagos pela Prefeitura de Mossoró à Dismed Distribuidora de Medicamentos, por período. O pico de 2024 ocorreu enquanto o inquérito policial da Operação Mederi já corria há quase um ano.
IPL Inquérito aberto em 24/11/2023 → contratos em 2024 atingem o pico histórico → Marcos Medeiros é escolhido como vice de Allyson
Fonte: Representação Criminal nº 0006371-27.2025.4.05.0000 (TRF-5), com base em dados do TCE-RN. Valor de 2025 refere-se ao período até mai/2025 (data das escutas ambientais). Período 2021–2023 representa valor agregado (R$ 4,82 mi total; breakdown anual pendente de confirmação via TCE-RN).
A representação criminal de que Marcos e outros envolvidos são alvos descreve o papel do atual prefeito de Mossoró nesses contratos sem meias palavras:
“Mencionado como ponto de contato com os sócios da Dismed, circunstância confirmada pelos registros de mensagens e ligações de WhatsApp.”
A Polícia Federal abriu o inquérito em 24 de novembro de 2023. Investigava uma distribuidora de medicamentos que havia movimentado dezenas de milhões de reais junto a prefeituras do Rio Grande do Norte — e cujos sócios mantinham contato com o servidor que controlava os contratos dentro da Secretaria de Saúde de Mossoró.
Em 2024, enquanto o inquérito corria, a Dismed recebeu o maior volume de recursos de sua história junto à prefeitura: R$ 5,86 milhões em um único ano — o pico de uma série que somaria R$ 13,6 milhões entre 2021 e 2025.
Foi nesse mesmo ano que Allyson Bezerra escolheu Marcos Medeiros como seu candidato a vice-prefeito.
Marcos venceu as eleições de outubro de 2024. A investigação seguia em sigilo. Os contratos com a Dismed continuaram.
A rede de conexões da Operação Mederi — núcleo de Mossoró
Relações documentadas entre investigados, empresa e órgão público, conforme Representação Criminal nº 0006371-27.2025.4.05.0000 (TRF-5).
Passe o cursor sobre os nós para ver detalhes. Arraste para reorganizar.
Fonte: RepNotCrim 0006371 (pgs. 36, 98, 100, 307, 309, 311) + IPL Parte 2 (pgs. 703–705). Conexões baseadas em evidências documentais: escutas ambientais, registros de WhatsApp, análise financeira do TCE-RN e COAF.
Em 6 de maio de 2025, os sócios da Dismed, Oseas Monthalggan Fernandes Costa e José Moabe Zacarias Soares, estavam no escritório da empresa em Serra do Mel. Conversavam sobre os contratos de Mossoró — um milhão e meio de reais que a prefeitura havia pago à distribuidora — e simulavam, em voz alta, o que diriam a Marcos em um encontro que planejavam ter com ele.
A transcrição da escuta ambiental registra Oseas narrando o que diria ao então vice-prefeito:
“MARCOS, eu queria combinar com você duas coisas: do jeito que tá não tá ganhando eu nem você! Desse aqui eu fui em cima, fui abaixo, fui em cima, fui abaixo e deu pra arrumar cem conto pra vocês, tá certo? Tô tirando do meu lucro! Agora, MARCOS, eu queria que… tá aqui, um milhão e meio se fosse como a gente trabalhava antes você botava duzentos e tantos no bolso, meu filho!”
O MPF não deixou a frase passar sem interpretação. Na análise de prova, o órgão registra: “A referência a ‘como a gente trabalhava antes’ sugere claramente um relacionamento pretérito entre as partes, presumivelmente quando MARCOS ANTÔNIO ocupava função na Secretaria de Saúde. A menção a valores que ‘você botava duzentos e tantos no bolso’ indica que havia recebimento de valores por parte de MARCOS ANTÔNIO BEZERRA DE MEDEIROS em período anterior.”
O que as escutas registraram sobre Marcos Medeiros
Trechos das gravações ambientais no escritório da Dismed em Serra do Mel (mai/2025), reproduzidos na Representação Criminal nº 0006371-27.2025.4.05.0000.
MARCOS, eu queria combinar com você duas coisas: do jeito que tá não tá ganhando eu nem você! Desse aqui eu fui em cima, fui abaixo, fui em cima, fui abaixo e deu pra arrumar cem conto pra vocês, tá certo? Tô tirando do meu lucro! Agora, MARCOS, eu queria que… tá aqui, um milhão e meio se fosse como a gente trabalhava antes você botava duzentos e tantos no bolso, meu filho!
Contexto: Oseas Monthalggan simula o que diria a Marcos em reunião planejada. A frase “como a gente trabalhava antes” levou o MPF a concluir que havia repasse anterior, quando Marcos estava na Secretaria de Saúde.
Ele vai cobrar o valor. Eu tenho que dar aqui a você duzentos mil de PROPINA hoje. Aí eu pago cem (R$ 100.000,00) você está entendendo e cem… você guardando pra sua CAMPANHA.
Quem fala: José Moabe. O MPF classificou esta fala como não deixando “muita margem a outras interpretações”.
Vai tirando esse dinheiro e guardando. Quando for no final, quando for pra começar tá aqui MARCO, aqui é um extra pra você.
Plano total: acumular R$ 500 mil ao longo de um ano para a campanha de Marcos. Quando Moabe mencionou a campanha de Allyson ao governo do estado, Oseas respondeu: “Pra dele, homi!” — distinguindo os dois destinatários.
Transcrições reproduzidas a partir da Informação Policial nº 99/2025, incorporada à Representação Criminal nº 0006371-27.2025.4.05.0000 (TRF-5, págs. 36, 100, 307). Escuta ambiental autorizada judicialmente no escritório da Dismed em Serra do Mel/RN.
Dias depois, os mesmos interlocutores voltaram ao tema. Em uma sequência de três gravações, Oseas e Moabe discutiram a estratégia para financiar a campanha eleitoral de Marcos — que, naquele momento, exercia o cargo de vice-prefeito de Mossoró há quatro meses e era apontado como o sucessor natural de Allyson Bezerra na prefeitura.
Moabe propôs uma conta que, segundo o MPF, “não deixa muita margem a outras interpretações”:
“Ele vai cobrar o valor. Eu tenho que dar aqui a você duzentos mil de PROPINA hoje. Aí eu pago cem (R$ 100.000,00) você está entendendo e cem… você guardando pra sua CAMPANHA.”
E mais adiante, na mesma conversa:
“Vai tirando esse dinheiro e guardando. Quando for no final, quando for pra começar tá aqui MARCO, aqui é um extra pra você.”
Oseas confirmou: “Pra campanha!”
O plano total era acumular R$ 500 mil ao longo de um ano — dinheiro reservado para a campanha de Marcos. Quando Moabe mencionou a campanha de Allyson ao governo do estado, Oseas foi direto: “Pra dele, homi!” — distinguindo os dois destinos.
A PF, ao analisar as gravações, identificou “MARCO” como “provavelmente o atual vice-prefeito da cidade de Mossoró/RN, Marcos Antônio Bezerra de Medeiros, futuro candidato a cargo eletivo e destinatário de valores a título de propina a ser oferecida pelos representantes da Dismed Distribuidora.”
O que tornaria o caso de Marcos Medeiros distinto dos demais é uma linha registrada nos autos: os contatos entre ele e Oseas não cessaram quando ele deixou a Secretaria de Saúde.
Os autos da investigação revelam a troca de mensagens e ligações pelo WhatsApp entre o sócio da Dismed e o então vice-prefeito. “Tais diálogos”, registra o documento, “ocorreram já no ano de 2025, quando Marcos Antônio já havia assumido como vice-prefeito e não ocupava mais nenhuma função na Secretaria de Saúde.”
O MPF avalia: “A manutenção do contato, mesmo após a mudança de função administrativa, sugere que o relacionamento transcende questões meramente administrativas ou profissionais.”
A representação criminal descreve o papel estrutural de Marcos Medeiros no esquema com uma precisão que vai além das escutas:
“A contribuição de Marcos Antônio Bezerra de Medeiros na estrutura seria a de servir como ponto de contato e interlocução entre as empresas fornecedoras e a administração municipal. Durante o período em que ocupou cargos na Secretaria de Saúde, teria facilitado as contratações e mantido o fluxo de pagamentos que beneficiava o esquema. Após assumir como vice-prefeito, teria continuado, conforme referido naqueles diálogos, como interlocutor relevante, o que sugere manutenção de sua influência sobre as decisões relacionadas aos contratos.”
Em 27 de janeiro de 2026, quando a Polícia Federal cumpriu os mandados da fase ostensiva da Operação Mederi, dois endereços em Mossoró foram alvos de busca e apreensão vinculados ao nome de Marcos Medeiros. Um mandado de busca pessoal também foi expedido em seu nome.
Cinquenta e nove dias depois, Marcos Bezerra de Medeiros tomava posse como prefeito de Mossoró.
O Governo do RN realizou a abertura dos envelopes da licitação de publicidade no dia 30 de março de 2026, ou seja, há quase 40 dias, e até hoje não julgou as propostas das agências participantes.
Diversas agências do RN e de todo o Brasil participaram do certame, entregaram suas propostas e aguardam o julgamento. Já são quase quarenta dias e o julgamento das propostas sequer se iniciou. Serão escolhidas 5 agências para atender às demandas do Governo, uma outra para o Detran e mais uma para o Idema.
Uma licitação deste porte exige meses de trabalho por parte das agências, que mobilizam suas equipes e investem pesado para apresentar um trabalho de excelência na concorrência.
O Governo do RN, além de não julgar as propostas e nem dar sequência ao certame, sequer deu uma satisfação oficial às quinze agências participantes, deixando todo mundo no escuro.
O que está acontecendo? Tem alguma carta marcada? Estão querendo anular a licitação? Por qual motivo? Alguém que deveria entrar ficou de fora? A sociedade (
e os órgãos de controle quer saber.
Fica só a pergunta, será que o publicitário Bruno Oliveira está no meio?
Levantamento da Meia/Ideia divulgado nesta 4ª feira (6.mai.2026) mostra que o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 45,3% das intenções de voto em um eventual 2º turno. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pontua 44,7%. Os 2 estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa entrevistou 1.500 pessoas em todo o Brasil de 1º a 5 de maio de 2026. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-05356/2026. Custou R$ 27.600 e foi pago pelo Canal Meio. Leia a íntegra (PDF – 4,47mB).
A pesquisa testou um cenário de 1º turno. A Meia/Ideia perguntou: “Em qual desses candidatos você votaria para presidente da República se a eleição fosse hoje?”. Eis como os entrevistados responderam:
O vereador de Extremoz, Rafael Correia, apresentou ao Poder Executivo Municipal uma importante proposição legislativa solicitando a realização de um censo populacional de animais de pequeno e grande porte em todo o município.
A proposta, encaminhada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e ao Centro de Zoonoses, visa mapear com precisão a realidade da população animal na cidade, incluindo cães, gatos, cavalos, bovinos e outros animais de relevância.
De acordo com o parlamentar, a iniciativa é essencial para garantir a formulação de políticas públicas eficazes e direcionadas. “Não se consegue fazer políticas públicas sérias sem dados concretos. Precisamos conhecer a realidade do município para agir com responsabilidade e eficiência”, destacou Rafael Correia.
O levantamento também prevê a identificação específica dos chamados “pets comunitários” animais em situação de rua bem como sua distribuição territorial dentro do município.
A proposta ainda sugere que, caso o município não disponha de equipe técnica suficiente, seja realizada a contratação de empresa especializada para a execução do estudo, assegurando qualidade e precisão nos dados coletados.
A indicação reforça a necessidade de transparência, recomendando que os dados obtidos sejam amplamente divulgados à população, servindo de base para ações estratégicas nas áreas de saúde pública, controle de zoonoses, campanhas de castração e programas permanentes de bem-estar animal.
Rafael Correia tem se destacado pela atuação firme em defesa da causa animal no município. Ao longo de seus mandatos, o parlamentar já foi autor de diversas iniciativas legislativas voltadas ao tema, como a lei que proíbe o uso de fogos de artifício com estampido, protegendo animais e pessoas sensíveis ao barulho, além de pleitos importantes como a solicitação de implantação de um hospital veterinário municipal.
A proposta do censo animal surge como mais um passo estruturante para consolidar políticas públicas modernas e eficazes, alinhadas às necessidades da população e ao respeito aos animais.
Um homem morreu após sofrer um choque elétrico enquanto manuseava uma bomba d’água na zona rural do município de Ouro Branco, no Seridó Potiguar. O caso aconteceu nessa terça-feira (5). A vítima foi identificada inicialmente como Joaquim Silva.
Segundo as informações, ele havia saído de casa para o local onde costumeiramente fazia esse manuseio. Com a demora dele para voltar, familiares decidiram ir atrás e encontraram o homem já sem vida.
A próxima indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao STF (Supremo Tribunal Federal) deveria ser de um nome técnico e sem ligação com o governo, segundo 39,4% dos brasileiros. Os dados são da pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (6).
O levantamento aponta também que 37% dos brasileiros defendem que o presidente mantenha uma indicação de cunho político e ligações com o governo.
Para 13,2% dos brasileiros, a vaga aberta do STF deve ser negociada com o Senado. Outros 5% acreditam que uma mulher deve ser indicada. Do total de entrevistados, 5,4% não souberam responder.
Metodologia
A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 1 e 5 de maio. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. O código de registro no TSE é BR-05356/2026
A cantora Daniela Mercury se tornou ré em uma ação judicial que investiga o uso de recursos públicos em um show realizado no Dia do Trabalhador de 2022, em São Paulo. O caso envolve o pagamento de cachê de R$ 100 mil à artista e apura se houve irregularidades na contratação e no contexto da apresentação, conforme informações do Diário do Poder.
De acordo com informações do processo, o evento ocorreu em 1º de maio de 2022, na Praça Charles Miller, e teria custado cerca de R$ 170 mil aos cofres públicos, sendo R$ 100 mil destinados à cantora. Outros artistas e a produtora responsável também são citados na ação.
Segundo os autos, a investigação busca esclarecer se houve uso indevido de recursos públicos em um evento que, conforme alegações apresentadas no processo, teria assumido caráter político fora do período eleitoral.
A ação foi movida pelo deputado estadual Gil Diniz, que aponta possíveis irregularidades e classifica o caso como um “showmício”. O processo segue em tramitação na Justiça paulista.
Em manifestação no processo, a defesa da produtora responsável pela contratação afirma que não houve ilegalidade e sustenta que eventuais posicionamentos da artista durante a apresentação estão amparados pela liberdade de expressão.
O deputado federal Alencar Santana (PT) chamou a deputada Érika Hilton de “deputado” durante uma fala no Congresso Nacional, o que gerou repercussão nas redes sociais nesta semana.
De acordo com registros da sessão, o parlamentar citava integrantes da base quando se referiu a “deputado Reginaldo Lopes e deputado Érika Hilton”, chamando atenção pelo uso do termo no masculino, segundo informações do Portal do Paulo Mathias.
A fala repercutiu rapidamente nas redes sociais, onde usuários criticaram a forma de tratamento direcionada à deputada, que é uma mulher trans. Segundo comentários publicados online, apoiadores de Érika Hilton apontaram falta de respeito na referência feita durante o discurso.
O presidente Lula (PT) vetou o aumento de pena para casos de roubo com resultado de lesão grave, previsto em projeto aprovado pelo Congresso. A decisão foi justificada pelo governo com base na necessidade de manter proporcionalidade entre os crimes previstos na legislação penal.
De acordo com o texto analisado, o trecho vetado previa elevar a pena atual, que varia de 7 a 18 anos, para um intervalo de 16 a 24 anos nos casos em que a vítima sofresse lesões graves durante o assalto.
Em justificativa oficial, o governo argumentou que o aumento poderia gerar distorções no sistema penal, especialmente em comparação com crimes como o homicídio qualificado.
A decisão provocou reação de parlamentares e especialistas em segurança pública, conforme informações do Diário360. Segundo críticos, o veto pode ser interpretado como um sinal de enfraquecimento no combate à criminalidade violenta.
Por outro lado, há quem defenda que o sistema penal deve manter coerência e proporcionalidade entre as penas, evitando desequilíbrios legais.
O CEO da LATAM Airlines Brasil, Jerome Cadier, afirmou que o possível fim da escala de trabalho 6×1, em discussão no Congresso, pode inviabilizar voos internacionais no Brasil. Segundo ele, mudanças que incluam pilotos e tripulantes podem impedir operações com duração superior a oito horas.
De acordo com Jerome, parte dos projetos prevê a inclusão de aeronautas nas novas regras de jornada, o que limitaria o tempo de trabalho e afetaria diretamente voos intercontinentais.
Segundo ele, a maioria das rotas internacionais operadas no país ultrapassa esse limite, o que poderia comprometer a operação das companhias aéreas.
Em nota e entrevistas, o CEO defendeu que pilotos e comissários fiquem fora das mudanças, por questões operacionais ligadas à segurança e à duração das viagens.
Dados da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo indicam que mais da metade dos trabalhadores do setor atua hoje no modelo 6×1, e a mudança para 5×2 poderia elevar custos operacionais em cerca de 20%.
E não há plantão? Ou fica só no papel???
Quem ainda não recebeu salário na PM foram os marajás , porque os soldados já receberam, não tem viaturas para trabalhar mais para apanhar os superiores em casa e lavar para o quartel para ficar lá sem fazer nada tem viatutras
O interessante é que você a super inteligentes só olham para a polícia, esqueceram dos funcionários da saúde do Walfredo e do Tarcísio Maia, esqueceram dos professores da UERN muitos deles são mestres com dois meses de salários atrasados, sociedade hipócrita
Qdo lembro que desloquei-me 80 km para votar no Sr Robinson!!!
Kelps e Bolsonaro 2018, eis a solução para esse canjerê!!!
muito interessante esse Poder Judiciário.
mordomias, super salários, férias sem fim, feriados prolongados, recessos.
sei não …
mas os ciclos passam!!!!
Todo mundo sabe que é greve.
Inclusive as falas.
Se o problema for colete vencido o governador poderia pegar esses 650 milhões que pode ser usado para a segurança e saúde, mas não para pagar salários, e comprar 20 mil coletes…
Porque se o problema for só esse deve ser problema antigo.
A verdade é que a população está refém.
Sem polícia não tem segurança.
Sem segurança o cidadão e o comércio é assaltado.
Sem comércio cai o ICMS e os salários vão se atrasar ainda mais.
Esse negócio de não trabalhar porque está atrasado só faria sentido se não trabalhasse e não recebesse.
Nem em dia nem depois.
O judiciário tem plantão judiciário.
Vai esperar a cidade virar um caos para tomarem providência?
O estado está quebrado.
Sem dinheiro não tem como pagar em dia.
Quando vão entender isso?
É melhor receber atrasado do que não receber nada.
Quem recebe até 3 mil reais está em dia.
Não é tanto atraso…
É ruim mas greve não vai fazer aparecer dinheiro, pelo contrário vai reduzir comércio e turismo e vai cair a arrecadação e talvez atrase muito mais.
Pelo jeito o dinheiro federal não vem mais.
O ministério público deu parecer contrário.
Estado que está com gastos de folha acima do limite não pode receber financiamento.
Interessante que a PM coíbe duramente e com violencia manifestaçoes de servidores outros por atrasos de salários. E agora? e o que enfraquece o movimento é que o Bope,policia de transito,Rocam nao aderiram ao movimento deixando clara a falta de uniao e desorganização total da classe o que fortalece o Governo na sua omissao. Na verdade o maior prejudicado é quem paga altos impostos
Nós comerciantes está lucrando mais pois não mais pedintes querendo quentinha de graça. Agora eu vou mandar eles pedirem lá no quartel onde tão de greve.
Fico imaginando como alguém pode trabalhar sem receber salário e ainda ser obrigado a fazer esse mesmo trabalho sem condições de segurança, isso deve ser muito razoável não acham intelectuais de plantão? Algumas pessoas estão passando necessidades básicas como alimentação, será que os senhores defensores dessa forma de trabalho, sem salário e sem estrutura, não enxergariam algo de errado se fossem os senhores? Quando o policial se forma ele faz um compromisso de defender a sociedade com o RISCO da própria vida, não com a CERTEZA da morte. Lembremos que antes de termos qualquer profissão somos seres humanos com necessidades básicas, o homem vem antes da profissão, ninguém tem condições de realizar um trabalho complexo como o de polícia sabendo que em casa seu filho não vai ter um Natal digno ou mesmo o que comer.
Não tem plantão??????
Por que o estado não dá condições de trabalho aos policiais?
É só colocar em dia as viaturas, comprar os materiais necessários que o movimento acaba.
O estado além de não pagar os salários ainda quer que os policiais comprem material para usar durante o serviço, pagar para trabalhar não dá!
Greve é quando os servidores se recusam a trabalhar, reinvindicando algo, o que nao é o caso. Os policiais estão tão somente reivindicando condições de trabalho dignas; viaturas em condições de uso, equipamentos também em condições de uso; e o principal, o seu sustento e o da sua família, no entanto os policiais estão indo trabalhar, contudo o problema sao as condições precárias em que se encontra a segurança pública. Mas daí vem uma cambada de gente hipócrita, que muito provavelmente mama nas tetas do governo, dizer que os policiais devem trabalhar mesmo com as piores condições possíveis e sem previsão de receber seus salários, querem pagar de bom samaritano perante a sociedade. Deveriam era criar vergonha na cara e cobrar do governador que pague os salários dos servidores em dia. Isso sim seria uma atitude louvável.
Porque não juntaram comprovante de pagamento dos salários?
Ahhhhh, é mesmo.
O Estado não paga aos policiais e estes como são escravos devem continuar trabalhando de qualquer jeito.
seria uma otima juntada 🙂
Questões salariais parece exigência de aumento. Nao é. É apenas exigência de salario em dia.
as pessoas não fazem ideia do do que é entrar janeiro tendo recebido em outubro
As provas são:
Servidores sem salários
Sem décimo
Batalhoes sem viaturas, sem munições,sem fardamento,sem coturnos,sem cinto n/a.
Se o governo tivesse feito a parte dele certamente o judiciário teria acatado o retorno dos PMs as ruas!!! Que incompetência governador
Unica prova vista por mim tambem
Sendo ou não greve disfarçada, quero ver qual Desembargador vai obrigar os policiais a saírem dos batalhões sem condições de segurança para a atividade. Imagina um PM morrendo em um tiroteio e descobrem que o colete tava vencido e este havia sido obrigado a trabalhar deste jeito.
a PGE deveria também mostrar o verdadeiro crime que o governo estadual e políticos de plantão vêm praticando contra os servidores do executivo estadual. Não há greve alguma, apenas um movimento em busca do que é de pleno direito dos trabalhadores.
PGE cambada de sem futuro !! Só babão.
Isso só ocorre porque o Estado disponibiliza policiais para garantir a segurança dessa classe não fosse isso e eles tivessem correndo os mesmos riscos que nós pobres mortais ele jamais trataria um caso de tamanha relevania com o desdem com que está tratando no momento.
A PGR deveria mostrar alguma viatura que tenha condições de rodar, se tivessem provado isso o próprio efetivo tomaria essa decisão de retornar ao serviço!
Isso só ocorre por que o Estado disponibiliza policiais para garantir a segurança dessa classe, garanto a todos que se o que ocorreu com Osvaldo Cruz que já esta aposentado fosse ele na ativa e eles tivessem correndo os mesmos riscos que nós pobres mortais ele jamais trataria um caso de tamanha relevania com o desdem com que está tratando no momento.
Enquanto no judiciário sobra pra pagar o imoral auxílio moradia de 5mil aos marajas que ja ganham 33mil, falta nos outros poderes…
A Procuradoria Geral do Estado devia era se preocupar em fazer com que o governo pagasse a todo mundo,eles já estão com seus salários no bolso então não estão nem aí para população
Não, os Procuradores do Estado estão sem receber tb. O senhor está totalmente enganado.
Os Procuradores do estado também não receberam salário de novembro nem o décimo. Como os demais. Procure se informar.
vamos ser sinceros, que provas sem futuro…