Pregando o fim do radicalismo em prol do desenvolvimento do Rio Grande do Norte, a prefeita do município seridoense de Ouro Branco, Fátima Silva (PT), anunciou nesta segunda-feira (04) que leva todo o seu grupo político a apoiar o candidato Henrique Alves (PMDB) na disputa pelo Governo do Estado.
Fátima disse que decidiu pelo apoio ao perceber o desenvolvimento das cidades onde o candidato do PMDB, que é deputado federal, exerce liderança. “Henrique cumpre o compromisso, zela e cuida dos municípios”, afirmou a prefeita. Ela contou que foi procurada pelo candidato, mas precisava do aval do seu grupo para declarar o apoio.
O anúncio foi feito no início da noite desta segunda-feira, no sítio São Roque, de propriedade da família da prefeita, localizado na zona rural de Outro Branco. Além de Henrique, ela também declarou apoio ao deputado estadual Nelter Queiroz (PMDB), candidato à reeleição. Nelter afirmou que a prefeita se une a outros que já trabalham pelo candidato no Seridó. “Cada um de nós vamos tomar conta da eleição de Henrique na região.”
Com a prefeita, apoiam o grupo o presidente da Câmara Municipal, Eurinete dos Santos (PHS), dos vereadores Genildo Medeiros (PDT), Celso Garofa (PSDB), Paulo Dantas (PT), Adriano Silva (PT), além do ex-prefeito Doutor Araújo (PSB), que administrou o município duas vezes.
A prefeita Fátima se uniu ao discurso de Henrique. “Não sou radical. Quando a pessoa está intencionada a ajudar, precisa unir”, disse. Segundo ela, na sua gestão, Henrique trabalhou pela cidade viabilizando obras de abastecimento de água na cidade. “Com Henrique governador, vamos trabalhar para solucionar o problema de saneamento básico da cidade”, completou.
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O governo do presidente Lula (PT) pagou cerca de R$ 33,9 bilhões em emendas parlamentares entre janeiro e 4 de julho de 2026, segundo dados do sistema Siga Brasil, mantido pelo Senado Federal.
O valor é o maior já registrado em um período pré-eleitoral e supera o total pago durante todo o ano de 2022, quando ocorreram as últimas eleições presidenciais.
Os recursos liberados em emendas também ficaram acima dos investimentos do Novo PAC no mesmo intervalo, que somaram R$ 19,65 bilhões, de acordo com o levantamento.
Os pagamentos ocorreram até o início do chamado defeso eleitoral, período que restringe a liberação de determinadas transferências voluntárias da União nos três meses anteriores às eleições.
Do total liberado, R$ 18,55 bilhões foram destinados a emendas individuais de deputados e senadores. Outros R$ 7,68 bilhões correspondem a emendas de comissão e R$ 7,28 bilhões a emendas de bancada estadual.
A Secretaria de Relações Institucionais informou que a execução dos recursos segue a legislação e as determinações do STF, além de depender de análises técnicas e da disponibilidade orçamentária.
Segundo o levantamento, a Comissão de Saúde da Câmara recebeu o maior volume de recursos por meio de emendas em 2026, com R$ 3,6 bilhões destinados à área. Entre os parlamentares, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) aparece com o maior valor individual pago, com R$ 88,85 milhões.
A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, busca o arquivamento do inquérito da Polícia Federal que cita seu nome nas investigações sobre fraudes no INSS envolvendo o lobista conhecido como “Careca do INSS”.
Os advogados alegam que a apuração já ultrapassou o prazo considerado adequado e afirmam que não foram encontradas provas suficientes que justifiquem a continuidade da investigação.
Segundo a defesa, o inquérito não teria reunido elementos que comprovem o envolvimento de Lulinha nos fatos investigados. Com isso, os advogados querem o encerramento do procedimento antes da conclusão das diligências.
A defesa também pretende apresentar seus argumentos ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, em uma tentativa de discutir o andamento da investigação.
Enquanto isso, a Polícia Federal continua analisando materiais recolhidos durante a apuração e pediu ao Supremo Tribunal Federal a ampliação do prazo para concluir as diligências.
Até o momento, não há decisão sobre o pedido de arquivamento. A análise dependerá dos argumentos apresentados pela defesa e do andamento das investigações conduzidas pelas autoridades responsáveis.
O Itamaraty contestou a possibilidade de classificar facções criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
A manifestação foi enviada em resposta a questionamentos da Câmara dos Deputados e afirma que uma eventual mudança poderia gerar impactos nas áreas financeira, migratória e penal.
Segundo o colunista Cláudio Humberto, a posição do Ministério das Relações Exteriores reproduz uma “mentira oficial” ao argumentar contra a medida. A crítica ocorre diante do debate sobre o enquadramento de facções brasileiras em listas internacionais de organizações terroristas.
No documento, o Itamaraty também citou a possibilidade de interpretações envolvendo “uso da força militar dos EUA em território brasileiro” caso grupos criminosos fossem classificados dessa forma.
O texto, assinado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirma ainda que a designação de PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas “não trará benefícios” ao Brasil.
A posição do governo federal tem sido questionada por parlamentares e críticos, que defendem medidas mais duras contra a atuação de facções criminosas no país.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que não reconhece a vitória do presidente eleito Abelardo de la Espriella e declarou que considera o resultado eleitoral ilegítimo. Em publicação nas redes sociais, Petro alegou que houve fraude na eleição e afirmou ter informações sobre uma suposta manipulação do sistema de apuração por algoritmos que teriam favorecido De la Espriella.
O presidente colombiano também disse que teria ocorrido votação irregular em mesas eleitorais no exterior e em diferentes regiões do país. Até o momento, Petro não apresentou provas públicas das acusações.
Na mesma manifestação, Petro citou uma empresa israelense de inteligência privada, a BlackCube, e afirmou que uma empresa de lobby teria atuado para aproximar De la Espriella do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Abelardo não ganhou as eleições”, escreveu Petro, ao afirmar que não reconhece a legitimidade do próximo governo.
O colombiano ainda convocou manifestações para o dia 20 de julho, data da Independência da Colômbia, pedindo que apoiadores ocupem praças públicas.
Eleições
De la Espriella teve a vitória confirmada após a autoridade eleitoral concluir a verificação da apuração dos votos. O candidato de direita venceu o esquerdista Iván Cepeda por cerca de 250 mil votos.
Após o resultado, o presidente eleito afirmou que a vitória representou uma derrota do governo Petro e prometeu ampliar ações contra o crime organizado e fortalecer relações com países como Estados Unidos e Israel.
Servidores da Presidência da República participaram de cursos e viagens ao exterior custeados com recursos públicos, segundo informações publicadas pela Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder, nesta terça-feira (7). Os gastos incluem mensalidades, passagens aéreas e diárias para capacitações no Brasil e fora do país.
De acordo com a coluna, no mês passado 11 servidores fizeram um curso de Gestão de Cerimonial, com mensalidade de R$ 3,9 mil por participante. A lista também inclui cursos de preparação para a aposentadoria e aulas de idiomas para 522 servidores do Palácio do Planalto.
Ainda segundo a publicação, a Presidência desembolsou mais de R$ 6,2 mil em um curso sobre Governança, Riscos e Compliance. Em maio, um servidor participou de um congresso sobre zoológicos e aquários, com custo de R$ 1,2 mil pela inscrição, além de R$ 843 em passagens e R$ 3,3 mil em diárias.
A coluna também informa que uma servidora viajou ao exterior, entre 13 e 17 de abril, para participar de um curso. As passagens custaram R$ 14,8 mil e as diárias somaram R$ 16,1 mil.
Em outro caso citado pela publicação, outra servidora participou de curso na mesma instituição no exterior. A viagem, classificada como “urgente”, teve custo de R$ 32,8 mil entre passagens e diárias, conforme a Coluna Cláudio Humberto.
Segundo os advogados, os exames indicam que Buzzi sofre de disfunção erétil de origem multifatorial, hipogonadismo, ausência de ejaculação anterógrada e outras doenças, como diabetes e hipertensão, além de ter passado por cirurgia de próstata. A defesa afirma que esse quadro seria incompatível com o relato da denunciante.
A jovem, de 18 anos, afirmou às autoridades que, durante um banho de mar em Balneário Camboriú (SC), sentiu a genitália do ministro pressionando seu corpo enquanto ele tentava segurá-la. Os advogados sustentam que a condição clínica descrita nos laudos inviabilizaria a situação narrada.
A defesa também apresentou o depoimento de uma testemunha que disse ter visto os dois no mar sem contato físico. Segundo esse relato, eles permaneceram separados por cerca de um metro e meio e o ministro apenas ofereceu a mão para ajudar a jovem ao sair da água.
Marco Buzzi está afastado do STJ desde fevereiro e nega as acusações. Além da denúncia feita pela jovem, uma servidora terceirizada do tribunal também o acusou de importunação sexual. O caso é investigado pelo STF, pelo STJ e pelo CNJ.
O Ministério Público do RN (MPRN) e a Defensoria Pública do Estado (DPE-RN) ajuizaram uma Ação Civil Pública para obrigar o Governo do Estado a retomar a reforma do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Walfredo Gurgel, paralisada há dois anos, apesar de contar com recursos federais já garantidos.
Única unidade de alta complexidade para queimados no RN, o CTQ opera hoje com estrutura reduzida e em condições consideradas inadequadas pelos órgãos de fiscalização.
Segundo a ação, o CTQ funciona com poeira, infiltrações, escombros e fiação exposta. As vistorias também apontam que a capacidade da unidade caiu de 22 para 12 leitos, obrigando pacientes a serem atendidos em setores não especializados, o que aumenta o risco de infecções.
Foto: Reprodução
O MPRN, a DPE-RN e o Conselho Regional de Medicina do RN (Cremern) afirmam que a paralisação compromete diretamente o atendimento aos pacientes. De acordo com a ação, áreas como isolamento, unidade semi-intensiva, sala de balneoterapia e ginásio de reabilitação foram desativadas.
O ambulatório, que antes realizava cerca de 22 mil atendimentos por ano, passou a funcionar apenas dois dias por semana. A ação também aponta déficit de profissionais na unidade.
Os órgãos pedem que a Justiça determine a retomada da obra em até 30 dias, por meio de contratação emergencial ou outro mecanismo legal, além da apresentação de um cronograma para conclusão dos serviços.
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Também solicitam que o Estado conclua a reforma, reative os setores desativados e recomponha a equipe para restabelecer a capacidade plena de atendimento.
Explicação da Sesap
O secretário estadual de Saúde, Alexandre Motta, afirmou que a paralisação ocorreu após problemas com as empresas responsáveis pela obra. Segundo ele, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e a Secretaria de Estado da Infraestrutura já trabalham na preparação de uma nova licitação.
O secretário acrescentou que uma eventual decisão judicial autorizando a contratação emergencial poderá acelerar a retomada da reforma e permitir o uso dos recursos federais disponíveis.
Mais de R$ 100 milhões em repasses constitucionais ainda não chegaram às prefeituras do RN, segundo levantamento da Federação dos Municípios do RN (Femurn).
A entidade afirma que a retenção dos recursos pelo Governo do Estado compromete a prestação de serviços públicos, principalmente nas cidades do interior.
De acordo com a Femurn, o montante é formado por R$ 43 milhões do IPVA, R$ 35 milhões do ICMS e R$ 21 milhões do Fundeb.
A Federação destaca que esses recursos pertencem aos municípios por determinação legal e, por isso, não podem ser retidos nem destinados a outras finalidades pelo Estado.
O presidente da Femurn, José Augusto Rego, afirmou que os atrasos afetam diretamente o funcionamento das prefeituras.
“Quando esses repasses atrasam, quem sofre é o cidadão, especialmente nos municípios de menor porte, que dependem diretamente dessas receitas para manter suas atividades”, declarou.
A entidade também demonstrou preocupação com os novos repasses previstos para os próximos dias e defendeu a regularização imediata dos pagamentos para evitar o aumento da dívida.
Segundo a Federação, a demora reduz a capacidade financeira das prefeituras e dificulta a manutenção de serviços essenciais.
Natal
O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), também criticou os atrasos. Segundo ele, além do impacto financeiro, a falta dos repasses prejudica o planejamento das administrações municipais e compromete a execução de ações voltadas à população.
O prefeito acrescentou que os municípios já recebem uma parcela menor dos recursos do pacto federativo e defendeu o diálogo para resolver o problema.
Tá muito Estranho essa falta de dinheiro expressada pelo governo do estado. o que se está arrecadando nao dar para pagar a folha salarial dos servidores. ONDE ESTAR O DINHEIRO? o que estar sendo feito com o dinheiro? nao tem obras, nao tem pagamento segundo dizem a fornecedores, nao tem repasse dos consignados, nao tem repasse de verbas para as prefeituras e onde mulesta tá o dinheiro?
Não paga não inocentes, tão pagando outras dívidas, inocentes, não paga pq não tem pressão, não acontece nada com os gestores, não tem punição, paga não, não presta conta, se não houver punição exemplar, é disso pra pior, faz tempo q vem nessa pisada e órgão nenhum toma providências, vergonhoso, kd q pagou aos bancos os consignados, faz mais de ano e nada, essa governadora não vai pagar, só se ela quiser, kkkkkkkkkkkk, não paga não ingênuos.
O governo do Piauí, chefiado pelo petista Rafael Fonteles, sancionou uma lei que reserva vagas de emprego para egressos do sistema prisional e condenados que cumprem pena nos regimes aberto e semiaberto em contratos firmados pela administração pública estadual.
A iniciativa provocou forte reação da oposição. Ao Diário do Poder, parlamentares acusam o governo petista de criar uma política que beneficia criminosos em detrimento de trabalhadores sem antecedentes.
Pré-candidato ao Senado, o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), destacou que o PT “prioriza criminosos”:
“Essa legislação, típica do PT e da esquerda, prioriza o criminoso, obrigando o empresário a preterir um trabalhador honesto e desempregado em favor de um condenado. Tempos difíceis!”, disparou.
Também pré-candidato ao Senado, o deputado federal Rodrigo Valadares (PL-SE) afirmou que a iniciativa transmite um sinal equivocado à sociedade.
“Essa medida é um tapa na cara do trabalhador. O governo transformou o cumprimento de pena em um pré-requisito para estabilidade profissional. Na prática, a mensagem oficial é de que o crime compensa no longo prazo, pois garante uma vaga reservada que deveria ser disputada por mérito por quem nunca cometeu um deslize.”
Outro pré-candidato ao Senado, o deputado federal Sanderson (PL-RS) disse que o governo deveria priorizar ações voltadas à segurança pública e às vítimas da criminalidade.
“Em vez de focar em políticas robustas de segurança pública e no apoio às vítimas da violência, o governo escolhe premiar quem violou as leis. Garantir vagas de emprego exclusivas para ex-detentos, sem o mesmo critério para os jovens que lutam pelo primeiro emprego honesto, é um deboche que alimenta a sensação de impunidade.”
Na mesma linha, o deputado Coronel Tadeu (PRD-SP) classificou a política como um “absurdo administrativo”.
“O Governo do Piauí criou o maior absurdo administrativo recente: a cota para quem cometeu crimes. O recado é claro e assustador: cometa um delito, cumpra a pena e garanta o seu emprego na saída. E o cidadão honesto? Esse que continue pagando a conta sem nenhum direito garantido.”
Conheça a lei que premia o criminoso
A Lei nº 9.029/2026, publicada no Diário Oficial do Estado, determina que empresas contratadas pelo governo reservem parte de seus postos de trabalho para esse público. Pelo texto, contratos que empreguem 25 ou mais trabalhadores deverão destinar ao menos 5% das vagas a egressos do sistema prisional e pessoas em cumprimento de pena nos regimes aberto e semiaberto.
Nos contratos com entre seis e 24 funcionários, será obrigatória a reserva de uma vaga.
A própria lei estabelece que os beneficiários serão selecionados pelos Escritórios Sociais, pelas Varas de Execução Penal ou pela Secretaria de Estado da Justiça, e que as empresas deverão comprovar o cumprimento da regra para receber pagamentos do Estado.
O descumprimento poderá gerar sanções previstas na Lei de Licitações.
Entre os objetivos previstos na norma estão a oferta de capacitação profissional, incentivo à educação continuada, regularização documental e fortalecimento dos vínculos familiares dos beneficiários.
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) determinou a remoção de um vídeo que retrata o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como o boneco assassino Chucky. Na decisão liminar, publicada na última quarta-feira (1º) a juíza auxiliar Domitila Manssur alega indícios de propaganda eleitoral negativa e de uso irregular de inteligência artificial.
A liminar foi concedida em representação do diretório estadual do Republicanos contra o deputado estadual Emídio de Souza (PT), coordenador do plano de governo de Fernando Haddad (PT), o Diretório Estadual do PT e a Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV).
Segundo o Republicanos, o vídeo foi publicado por Emídio em seu perfil no Instagram e reproduzido pelo órgão partidário. As imagens que foram anexadas à representação, no entanto, mostram apenas o print do vídeo no perfil do parlamentar. Procurado pela reportagem, Emídio não se manifestou
Já o Diretório Estadual do PT diz que apresentou defesa na representação.
— Por entender que a ação não possui condições para prosperar (…) talvez por isso a ação do Republicanos não tenha anexado em sua petição inicial prints ou provas que vinculem a legenda estadual ao material que, inclusive, tem sua produção desconhecida. (…) [a peça] se enquadra como sátira sem potencial para induzir o público a erro — disse.
Em nota, a pré-campanha de Tarcísio defendeu que a debate de ideias seja limpo, respeitoso e que combata a desinformação.
— Debate eleitoral precisa ser feito com ideias, propostas e comparação de trajetórias, não com peças ofensivas, degradantes ou baseadas em ataques pessoais. (…) A pré-campanha de Tarcísio seguirá acionando os meios legais sempre que adversários tentarem substituir o debate público por desinformação, agressão ou ridicularização pessoal — afirmou.
Na representação, o Republicanos afirma que o vídeo é construído como uma “narrativa de terror político”. Segundo o partido, a peça começa com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em uma coletiva de imprensa entregando ao Estado de São Paulo um “presente”: Tarcísio de Freitas, que é representado no corpo do boneco Chucky.
Na sequência, a imagem do governador fundida ao personagem de filme de terror aparece andando de triciclo diante de uma explosão, que é associada à Sabesp, e quebrando o vidro de um carro. O vídeo também exibe reportagem televisiva sobre a alta de feminicídios no Estado e mostra cenas de São Paulo em chamas.
Ao conceder a liminar, Domitila Manssur disse que a peça extrapola os limites da crítica política ao associar Tarcísio “à violência, ao feminicídio, à destruição e à criminalidade”. Segundo ela, o vídeo não se limita à crítica administrativa ou ao debate sobre políticas públicas e pode caracterizar propaganda eleitoral negativa.
A magistrada também apontou indícios de uso de conteúdo sintético e de inteligência artificial sem identificação ostensiva da manipulação. Ela cita que a Resolução nº 23 610/2019, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), exige a “identificação clara da utilização de conteúdo manipulado ou gerado por inteligência artificial” e proíbe seu uso para “prejudicar ou favorecer candidatura”, inclusive durante a pré-campanha.
— A jurisprudência recente do Tribunal Superior Eleitoral reforça, de forma expressa, os limites da liberdade de expressão na pré-campanha, especialmente quando a comunicação, mediante conteúdo ofensivo ou manipulado, apresenta aptidão para degradar a imagem de pré-candidato ou comprometer a integridade informacional do processo eleitoral — escreveu a magistrada.
Para a juíza auxiliar, o conteúdo do vídeo ultrapassou os limites da crítica política.
— Os elementos de convicção até então reunidos revelam plausibilidade de que a comunicação impugnada extrapole os limites da crítica política constitucionalmente protegida, valendo-se de conteúdo sintético não identificado para construir narrativa potencialmente apta a degradar a imagem do pré-candidato perante o eleitorado — declarou.
Amigo, Tales. É desse jeito!!!! Mas, tomara que o POVO tenha criado consciência, coma o DINHEIRO desse povo!!!! E dê uma bela RESPOSTA em 05 de Outubro, botando Água no Chope desse acórdão…. Vai ter muita gente, querendo pular da "Ponte de Todos" no dia 06 de Outubro depois da Ressaca….. Quem viver, verá!!!!!
A convidaria para sair do PT e urgentemente se juntar com a turma do acordão, do PMDB/DEMO/PSB/PSDB!
Troca de cargos e de favores. Essa é a política brasileira. Quem tem mais dinheiro ganha.