Judiciário

Prejuízo na Saúde do RJ com irregularidades pode chegar a R$ 1 bilhão

CGE detectou redução dos serviços oferecidos para a população após unidades de saúde começarem a ser geridas por OSs. — Foto: Reprodução

O Relatório de Auditoria 51/2019 da Controladoria Geral do Estado do Rio de Janeiro apontou 45 irregularidades encontradas na Secretaria de Estado de Saúde (SES). O prejuízo aos cofres públicos, segundo o documento, pode chegar a R$ 1,016 bilhão. Veja a lista no fim do texto.

O documento, elaborado entre 17 de fevereiro e 7 de agosto do ano passado, foi feito a pedido do então secretário de Saúde na época – Edmar Santos – e tinha como principal alvo de investigação a gestão das chamadas Organizações Sociais (OSs).

No levantamento, os auditores constataram que, entre 2012 e 2019, a passagem da gestão de unidades de saúde para as OSSs resultou na diminuição dos serviços prestados à população.

Nas palavras dos próprios auditores: “A extensão dos exames se enquadrou desde o início da publicização do serviço público de saúde até os dias atuais (2012 a 2019) e observou-se que a transferência da gestão das unidades de saúde resultou na redução do volume assistencial do serviço público de saúde ofertado, quando comparado ao anteriormente praticado pela SES, juntamente com o aumento dos valores envolvidos na operacionalização das unidades”.

Além disso, o estudo encontrou fragilidades e inconsistências no que se refere aos trabalhos de fiscalização do repasse de verbas públicas e efetivo trabalho feito por essas organizações.

De acordo com o texto do relatório, o setor de fiscalização também funciona de forma precária.

Segundo o relatório, apesar da relevância dos valores empregados com a contratação das OSSs representar 56% do orçamento da SES apenas entre janeiro e julho, os técnicos constataram graves problemas no que se refere à fiscalização e inexistência de sistemas informatizados que prestem auxílio no âmbito da prestação de contas e do controle dos gastos, além de falta de critérios de fiscalização.

Entre os pontos ressaltados pelo relatório, os auditores também apontam irregularidades como:

Falta de acompanhamento para o cumprimento da proposta econômica contratada;

Servidores com carga horária inferior a 40 horas semanais;

Inércia quanto à imputação de glosas (notas explicativas), descontos de produtividade e eventuais infrações pelo descumprimento de cláusulas contratuais ou legais;

Registro de dívidas em desconformidade aos mandamentos legais e contratuais;

Canal de Transparência deficiente;

Ouvidorias que não concluem as demandas nos prazos legais.

A avaliação feita pelos auditores da CGE detectou a presença de servidores que não cumprem a carga horária semanal de 40 horas:

Na Secretaria de Saúde há funcionários que não cumprem as 40 horas de trabalho semanal. — Foto: Reprodução

Outro problema é, nos termos do relatório da CGE, a inércia da Secretaria de Saúde no que se refere às infrações cometidas pelo descumprimento de cláusulas contratuais ou legais:

O estudo aponta que a secretaria se mostra inerte quanto ao descumprimento de cláusulas contratuais. — Foto: Reprodução

Os auditores concluem o relatório fazendo recomendações e mencionando o prejuízo que as irregularidades encontradas na SES podem causar ao Estado do Rio:

“Por todo exposto, são necessárias ações propositivas da Administração, em observância às Recomendações emitidas, no sentido de estruturar formalmente os fluxos e as rotinas a serem adotadas, que possibilitem a produção de informações tempestivas a serem utilizadas pela gestão oportunamente, evitando o acúmulo de irregularidades e o recorrente dano ao erário, que no âmbito do presente trabalho pode alcançar a marca de R$ 1,016 bilhões”.

Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) afirmou que tem tomado diversas medidas com o objetivo de adequar procedimentos administrativos e financeiros, conforme orientações de órgãos de controle.

As 45 irregularidades encontradas no relatório da CGE:

Organograma e Regimento Interno desatualizados e não compatíveis com a estrutura organizacional da secretaria;

Estudos realizados nas diversas contratações quanto vantajosidade da publicização não são conclusivos;

Ausência de estudo técnico preliminar para estabelecimento das metas – quantitativas e qualitativas e do valor máximo para custeio das unidades de saúde nos Contratos de Gestão;

Redução do volume de serviço público de saúde ofertado para a – população com majoração dos valores de custeio para manutenção das unidades de saúde;

A Lei n.º 6.043/2011, que disciplina a celebração entre contratos entre órgãos de saúde e OSSs, não define que as contratações ocorrerão pelo tipo “técnica e preço”;

Fragilidade de avaliação da técnica pela falta de transparência dos – critérios de pontuação no edital, conferindo subjetividade à avaliação;

Contratação de OSS não selecionada;

Ausência de normatização para as glosas (notas explicativas) das Comissões de Acompanhamento e Fiscalização (CAF);

Atrasos nos pareceres trimestrais e semestrais das Comissões de Acompanhamento e Fiscalização;

Fragilidade decorrente da avaliação financeira das Prestações de Contas ser realizada apenas pelo Regime de Caixa;

Realização de repactuações dos Contratos de Gestão de forma intempestiva;

Fragilidades na fiscalização de cunho assistencial;

Fragilidades nos controles de materiais em almoxarifado;

Descumprimento legal em relação à comunicação de irregularidades e ilegalidades pelos fiscais;

Omissão da Comissão de Avaliação;

Aumento dos repasses nos primeiros termos aditivos acima do permitido no contrato;

Ausência de normatização para aplicação e cobrança de sanções, paralisando a execução das multas na SES;

Inconsistência entre os valores demonstrados no Relatório de Atividades da Secretaria de Controles Internos e Compliance e aqueles constantes nos controles internos do setor responsável pelos processos sancionatórios;

Ausência de pagamento, pelas OSSs, das multas aplicadas pela SES;

Não há registros contábeis para o acompanhamento dos pagamentos das multas aplicadas;

Atraso no envio de processos para julgamento em instância recursal;

Ausência de apuração dos indícios de dano ao erário apontados pelas Comissões de Fiscalização;

Aquisição de medicamentos acima do valor permitido;

Contratações e aquisições de bens que não realizam cotação prévia de preços no mercado;

Despesas de rateio da sede irregulares;

Subcontratação de serviços de saúde;

Não foram encaminhadas as prestações de contas anuais aos órgãos de controle externo e controle social;

Gastos irregulares com repasses de investimento;

Benfeitorias em imóveis privados com recursos públicos;

Fragilidades no controle de bens móveis;

Repasse de recurso sem vinculação de meta;

Ausência de normativo para o repasse dos recursos;

Dívida superestimada para com organizações sociais;

Não imputação de glosas (notas explicativas) sugeridas nem de descontos de produtividades identificados pela fiscalização;

Restos a pagar super-avaliados;

Ausência de controle constante e tempestivo da Secretaria de Saúde referente ao cumprimento, por parte das OSS, da transparência estabelecida pela Resolução 1.556/2017 da própria secretaria;

Ausência de controle constante e tempestivo da SES referente ao cumprimento, por parte das OSS, da transparência estabelecida pela Resolução SES n.º 1.556/2017

Ausência de divulgação dos comparativos de valores entre as contratações das OSS e aquelas praticadas pela Secretaria de Saúde;

Demandas relacionadas às OSS não respondidas dentro do prazo legal;

Necessidade de fiscalização da divulgação da Ouvidoria e da Pesquisa de Satisfação dos Usuários em Unidades geridas por OSS;

Redução no número de atendimentos por telefone a partir de 2015 na Ouvidoria sem a tomada de providências por parte da SES;

Contratações de funcionários nas Ouvidorias Descentralizadas em desacordo com Resolução 207/2011 da própria SES;

Ausência de tratamento para as impropriedades apontadas em relatórios de auditoria interna;

Irregularidades apontadas pela Auditoria Interna da SES no que se refere aos contratos de gestão firmados com as OSS;

Inconformidade na atuação do Componente Estadual RJ do Sistema Nacional de Auditoria do SUS em relação aos termos definidos pelo acórdão Tribunal de Contas da União 1.246/2017.

G1

Opinião dos leitores

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Geral

Justiça Eleitoral manda Lula e governo apagarem post com críticas à família Bolsonaro

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, determinou que o presidente Lula (PT) e o governo federal retirem das redes sociais uma publicação com críticas à família Bolsonaro. A decisão estabelece prazo de 24 horas para a remoção.

A decisão atende a um pedido do Novo, que questionou a publicação feita em período de restrições eleitorais à publicidade institucional. O post, assinado pela Secretaria de Comunicação Social do governo, chamava integrantes da família Bolsonaro de “falsos patriotas” e fazia referência ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos.

Nunes Marques considerou que a publicação ultrapassou o caráter meramente informativo ao apresentar ataques a adversários políticos e conteúdo de natureza político-eleitoral. As regras do TSE estabelecem restrições à publicidade institucional nos três meses anteriores à eleição.

A ordem determina a retirada da publicação do perfil do governo federal no Instagram e da conta de Lula no X. O ministro também determinou que Lula e o ministro da Comunicação, Sidônio Pereira, não voltem a divulgar o mesmo conteúdo em canais ou perfis sob seu controle.

A publicação havia sido feita em 16 de julho, durante a repercussão das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Segundo o Metrópoles, o conteúdo já havia sido retirado do Instagram do governo, mas permanecia na conta de Lula no X até a atualização da reportagem.

Com informações do Metrópoles

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Geral

Guamaré reúne multidão em grande ato de apoio a Benes Leocádio e Zenaide Maia

Fotos: Divulgação

Uma multidão tomou conta de Guamaré na noite desta quarta-feira (23), em um grande ato político coordenado pelo prefeito Hélio do Povo e em apoio ao deputado federal e candidato à reeleição Benes Leocádio e a senadora e candidata à reeleição Zenaide Maia. O encontro reuniu vereadores, ex-prefeitos e importantes lideranças políticas do município, que integram a base do prefeito e declararam apoio à candidatura de Benes.

O evento contou com a participação de sete vereadores, incluindo o presidente da Câmara Municipal, Eudes Miranda, além de Dedezinho, Carlos Câmara, Eliane Guedes, Miranda Júnior, Genilson Gomes e Gustavo Santiago e a vice-prefeita Marciclecia Santiago.

Também estiveram presentes quatro ex-prefeitos de Guamaré: Lula, Dedé Câmara, Arthur Teixeira e Auricélio Teixeira. A presença conjunta de lideranças que passaram pela Prefeitura e de representantes da atual Câmara reforçou a dimensão política do encontro.

A senadora Zenaide Maia foi representada no encontro pela suplente Odete Lopes, ex-presidente da Câmara Municipal de Macau. Para Benes, a mobilização em Guamaré representa a consolidação de uma base política que reúne diferentes gerações de lideranças do município.

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[VÍDEO] FORA DE SINTONIA: Operação prende seis suspeitos ligados a organização criminosa no Oeste potiguar; dois estão foragidos

Seis suspeitos foram presos nesta quinta-feira (24) durante a Operação Fora de Sintonia, deflagrada pela Polícia Civil para desarticular uma célula de organização criminosa com atuação em Baraúna e outras localidades do Oeste potiguar. Um dos presos foi localizado no Ceará.

A ação cumpriu sete mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão, expedidos pela Unidade Judiciária de Delitos de Organizações Criminosas (UJUDOCrim).

Segundo as investigações, os alvos integravam uma célula criminosa que atuava em Baraúna e também em outras cidades, inclusive fora do Rio Grande do Norte.

Dois suspeitos permanecem foragidos. A Polícia Civil segue com as diligências para localizá-los e cumprir os mandados de prisão.

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IP SENSUS: Allyson tem 29%, Álvaro Dias 26,1% e Cadu de Lula 22,9% na disputa pelo Governo do RN

Fotos: Fiern/Agora RN/João Gilberto/ALRN

Pesquisa IP Sensus divulgada sobre a disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte mostra Allyson Bezerra (União Brasil) com 29% das intenções de voto no cenário estimulado. Álvaro Dias (PL) aparece com 26,1% e Cadu de Lula (PT), com 22,9%.

Os eleitores que não sabem ou não responderam somam 9,2%, enquanto 8,2% afirmaram que votariam em branco ou nulo. Os demais candidatos incluídos no levantamento registraram menos de 2% cada.

A pesquisa ouviu 1.200 eleitores entre os dias 18 e 22 de setembro. A margem de erro é de 2,83 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RN-07423/2026.

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[VÍDEO] “MATEMÁTICA DE MOSSORÓ”: Gravação da PF mostra empresários citando suposto repasse de 15% para Allyson

Um vídeo obtido pelo Diário do RN mostra dois sócios da Dismed Distribuidora detalhando o que um deles chama de “matemática de Mossoró” ao falar sobre a divisão de valores de contratos de medicamentos com a Prefeitura. Na conversa, os empresários citam supostos repasses de 15% para Allyson Bezerra e 10% para uma mulher identificada como “Fátima”.

A gravação integra o material da Operação Mederi, investigação da Polícia Federal sobre suspeitas de irregularidades em contratos da saúde durante a gestão de Allyson na Prefeitura de Mossoró. O atual candidato ao Governo do RN está entre os investigados.

No vídeo, um dos empresários usa como exemplo uma ordem de compra de R$ 400 mil. Segundo o cálculo apresentado na conversa, R$ 100 mil seriam destinados a Allyson e “Fátima”, sendo 15% para o então prefeito e 10% para ela.

As imagens foram obtidas por meio de escuta ambiental instalada pela Polícia Federal no escritório da Dismed. De acordo com o relatório da PF citado pelo Diário do RN, os homens que aparecem na gravação são os sócios Oseas Monthalggan Fernandes Costa e José Moabe Zacarias Soares.

O material foi incorporado ao conjunto de provas reunidas pela Operação Mederi, que investiga supostas irregularidades em contratos firmados pela Prefeitura de Mossoró na área da saúde.

Com informações do Diário do RN

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[VÍDEO] OPERAÇÃO PONTO DE RUPTURA: Força-tarefa apreende armas e munições e prende suspeito em ação no RN e PB

Armas de fogo, munições, celulares e outros materiais foram apreendidos nesta quinta-feira (24) durante uma operação contra o comércio ilegal de armamentos no Rio Grande do Norte e na Paraíba. Uma pessoa foi presa em flagrante.

A Operação Ponto de Ruptura cumpriu 15 mandados de busca e apreensão em Mossoró, Tibau e Lucrécia, no RN, e Belém do Brejo do Cruz, na Paraíba.

A ação foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Rio Grande do Norte (FICCO/RN), que reúne Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal Federal e Polícia Penal Estadual.

O material apreendido será submetido à perícia.

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Moraes arquiva investigação contra ex-superintendente da PRF-RN acusado de dificultar deslocamento de eleitores em 2022

Foto: Luciana Nassar/ALMS

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento da investigação contra Djairlon Henrique Moura, ex-superintendente da Polícia Rodoviária Federal no Rio Grande do Norte e ex-diretor de Operações da corporação, e outros dois ex-diretores da PRF.

Os três haviam sido indiciados pela Polícia Federal em janeiro de 2025 sob suspeita de participação nas ações que teriam dificultado ou impedido o deslocamento de eleitores no segundo turno das eleições de 2022.

Além de Djairlon, a decisão beneficia Luis Carlos Reischak Junior e Rodrigo Cardozo Hoppe. A PF apontou indícios de crimes como desobediência, prevaricação, restrição ao exercício do direito de voto e participação, por omissão, em tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.

A Procuradoria-Geral da República (PGR), no entanto, concluiu que não havia elementos contra os três ex-diretores. Diante da manifestação da PGR, Moraes determinou o arquivamento da investigação.

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Partido Novo pede que USP abra processo disciplinar contra Moraes

Foto: Gustavo Moreno/STF

O Novo pediu à Universidade de São Paulo (USP) a abertura de um processo administrativo disciplinar contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que também é professor da Faculdade de Direito da instituição. O partido também quer o afastamento preventivo do ministro das atividades na universidade.

O pedido foi protocolado por Christian Lohbauer, um dos fundadores do Novo e candidato a deputado federal por São Paulo. Segundo ele, cabe à USP apurar a conduta do professor diante dos fatos que vêm sendo divulgados envolvendo Moraes.

O documento cita mensagens atribuídas ao ministro e a Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, além do contrato de R$ 131 milhões firmado pelo banco com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro.

O Novo sustenta que os fatos devem ser apurados em processo disciplinar, com garantia de contraditório e ampla defesa. O presidente da legenda, Eduardo Ribeiro, afirmou que não cabe à USP julgar Moraes como ministro do STF, mas analisar sua conduta como professor.

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PF EM NATAL: Operações contra abuso sexual infantil na internet cumprem mandados em Mãe Luiza e Planalto

Foto: Cedida/PF

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (24), as operações Uiraçu 41 e Uiraçu 42 para combater crimes relacionados ao abuso sexual de crianças e adolescentes praticados pela internet.

Os agentes cumprem dois mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em endereços nos bairros de Mãe Luiza e Planalto, em Natal.

Até o momento, a Polícia Federal não informou detalhes das condutas apuradas ou se houve prisões durante o cumprimento das medidas judiciais.

A PF também alertou pais e responsáveis para a importância de acompanhar as atividades de crianças e adolescentes nos ambientes virtual e físico como forma de prevenir situações de abuso e exploração sexual.

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REAL TIME: Flávio chega a 45% e Lula tem 44% em cenário de 2º turno

Foto: Reprodução

Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (24) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o presidente Lula (PT), que registra 44%. A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos.

Na comparação com a pesquisa anterior do instituto, divulgada no início de setembro, Flávio passou de 44% para 45%, enquanto Lula permaneceu com 44%. Em julho, Lula tinha 45% e Flávio, 42%.

O Real Time Big Data também simulou outros confrontos. Lula e Ronaldo Caiado (PSD) aparecem com 44% cada. Contra Romeu Zema (Novo), Lula tem 45% a 39%; diante de Renan Santos (Missão), 44% a 38%; e contra Augusto Cury (Avante), o placar é de 44% a 43%.

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre 19 e 23 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o levantamento está registrado no TSE sob o número BR-04202/2026.

Com informações do Metrópoles

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