Coronavírus Sars-CoV-2, que provoca a Covid-19 — Foto: Amanda Georgia/G1
O Rio Grande do Norte atualizou em 463 os casos confirmados por Covid-19, com 2.184 suspeitos, 2.310 descartados e 23 óbitos. No boletim desta sexta-feira(17), a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte(Sesap) informou também um dado positivo: são 124 recuperados por coronavírus (em 12 municípios).
O Ministério Público Eleitoral (MPE) defendeu, na sexta-feira (23), o encerramento do processo que trata da divulgação dos sigilos de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), sem analisar o conteúdo do pedido. Para o órgão, a Justiça Eleitoral não precisa intervir no caso, pois o assunto não é de sua competência específica.
O parecer do vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa contraria o pedido da campanha de Lula, que solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atuação como mediador na abertura dos dados. Na quinta-feira (22), o ministro André Mendonça já havia afirmado que os candidatos podem divulgar espontaneamente as informações, sem necessidade de autorização judicial.
A disputa começou no debate da Band, no domingo (18), quando Lula propôs abrir seus sigilos dos últimos oito anos, desde que Flávio fizesse o mesmo. O senador aceitou discutir a proposta sob outras condições. Representantes das duas campanhas entregaram as procurações necessárias ao TSE, mas os dados ainda não foram divulgados publicamente e não há previsão oficial para a publicação.
O padre Francisco de Assis viralizou nas redes sociais ao fazer uma paródia da música Homem com H, eternizada na voz de Ney Matogrosso, para criticar a situação econômica do Brasil governado pelo presidente Lula. O sacerdote é pároco da Paróquia Santa Bernadete, em Brasília.
O vídeo publicado há apenas dois 2 dias já havia ultrapassado a marca de 1,3 milhão de visualizações até a manhã deste sábado (24).
Na versão adaptada, o religioso ironiza a carga tributária e a inflação com o trecho: “Se correr, o imposto pega; se ficar, a inflação come”. No refrão, ele modifica a letra original para fazer um alerta sobre as dificuldades financeiras enfrentadas pelos brasileiros: “Você vai passar fome”.
O presidente eleito neste domingo (25) poderá indicar 45 dirigentes para agências reguladoras e órgãos públicos e 12 integrantes para tribunais superiores até o fim de 2027. As nomeações podem influenciar o funcionamento dessas instituições por anos.
Parte das vagas está aberta ou segue sem indicação devido a impasses entre o governo Lula (PT) e o Senado. Caso Flávio Bolsonaro (PL) vença a eleição, poderá assumir o controle dessas escolhas, caso os cargos permaneçam disponíveis.
Tribunais superiores
Nos tribunais superiores, 12 vagas devem ser abertas até o fim de 2027. O principal foco é o Supremo Tribunal Federal (STF), onde a indicação de Jorge Messias, feita por Lula, foi rejeitada. Aliados do presidente negociam a possibilidade de indicar Rodrigo Pacheco para a vaga, o que evitaria que o próximo presidente escolhesse mais um ministro da Corte.
Também há vagas previstas no Superior Tribunal de Justiça (STJ), no Tribunal Superior do Trabalho (TST), no Superior Tribunal Militar (STM) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As nomeações dependem, em diferentes casos, de listas elaboradas pelos próprios tribunais e de aprovação do Senado.
Além dessas 12 vagas até o fim de 2027, o presidente eleito poderá fazer outras dez nomeações para tribunais superiores ao longo do mandato. Segundo o professor Eduardo Jordão, do Insper, o aumento da influência política sobre as escolhas pode enfraquecer a independência das agências reguladoras e ampliar a ocupação política desses órgãos.
Agências reguladores
Nas agências reguladoras, há 32 indicações previstas até o fim deste ano, seis delas para presidências e diretorias-gerais. Entre os principais postos estão duas diretorias do Banco Central, a presidência e a Superintendência-Geral do Cade, duas vagas na CVM e, em 2027, a direção-geral da Aneel.
No Banco Central, duas diretorias estão vagas desde o fim de 2025 e são ocupadas interinamente. Se Lula não conseguir aprovar seus indicados, Flávio poderá ampliar sua influência sobre o colegiado.
No Cade, os cargos de presidente e de superintendente-geral também seguem sem preenchimento. Já na CVM, uma indicação de Lula aguarda aprovação do Senado.
O ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, está entre os presos provisórios aptos a votar neste domingo (25), no segundo turno das eleições. Ele votará na seção eleitoral instalada no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde participou do primeiro turno.
Além dele, cerca de 13 mil presos provisórios estão habilitados a votar no país. São Paulo concentra o maior número, com 3.502 eleitores, seguido pela Bahia, com 1.663, e pelo Maranhão, com 1.271, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A legislação permite o voto de presos provisórios, que ainda não têm condenação criminal definitiva, e de adolescentes internados que atendam aos critérios eleitorais. Pessoas condenadas por sentença transitada em julgado têm os direitos políticos suspensos até o cumprimento da pena imposta pela Justça.
Flávio Bolsonaro (PL) foi avaliado como melhor que Lula (PT) no debate da Band, realizado no último domingo (18), nas sabatinas e nos programas eleitorais de televisão, segundo pesquisa nacional do Instituto Real Time Big Data divulgada na sexta-feira (23).
Entre os que assistiram ao debate da Band, 51% apontaram Flávio como o melhor, contra 45% que escolheram Lula.
Nas sabatinas promovidas por emissoras, Flávio teve 50% das avaliações positivas, enquanto Lula registrou 49%, resultado de empate técnico.
Já nos programas eleitorais de TV, o senador foi considerado melhor por 50% dos entrevistados, ante 48% que apontaram o presidente.
A pesquisa Real Time Big Data está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo BR-09670/2026. E obteve os dados junto a 2.000 pessoas entrevistadas por telefone entre os dias 19 e 22 deste mês de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.
Pesquisa do Instituto França, divulgada neste sábado (24), aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51,4% dos votos válidos no segundo turno presidencial, contra 48,6% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A pesquisa ouviu 1.537 eleitores brasileiros de 21 a 23 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. O grau de confiança é de 95%. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04863/2026.
O vice-secretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, declarou na última quinta-feira (22) que a Argentina é, atualmente, o país que possui o maior nível de alinhamento com os Estados Unidos em todo o mundo. A declaração foi feita em Buenos Aires, que marcou a última parada de sua viagem oficial pela América do Sul.
“Acredito que não há outro país em todo o mundo com o qual estejamos tão alinhados quanto com o governo da Argentina”, afirmou Landau durante uma coletiva de imprensa na sede do Ministério das Relações Exteriores argentino, após se reunir com o chanceler Pablo Quirno, representante da gestão de Javier Milei.
O número dois da diplomacia americana — pasta comandada por Marco Rubio — também destacou que a Argentina detém recursos suficientes para se consolidar como uma “superpotência econômica”. Na ocasião, o funcionário do governo de Donald Trump reforçou o apoio à gestão atual: “Somos muito gratos ao governo atual e esperamos que possamos continuar neste caminho de mais investimento, mais prosperidade e de criação de um ciclo muito positivo”.
[VÍDEO] “SE TE OFENDI, PEÇO DESCULPAS”: Merval avalia que retratação de Flávio a Lula reduz desgaste de fala sobre ‘nove dedos’ https://t.co/LehGBRo7KU https://t.co/gUDnzKqdYm
O jornalista e comentarista político Merval Pereira avaliou que o pedido de retratação feito pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alterou significativamente a repercussão de um dos momentos mais tensos do confronto promovido pela TV Globo.
O episódio ocorreu durante o debate exibido na noite de sexta-feira (23), quando o parlamentar utilizou o termo “nove dedos” ao se referir ao petista. Após ser cobrado publicamente por Lula no palco, o senador recuou e declarou: “Se eu te ofendi, eu te peço desculpas de verdade”. Para Merval, a atitude de Flávio suavizou o impacto negativo da provocação inicial e mudou o desdobramento do embate na avaliação do público e da imprensa.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) foi melhor do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último debate da Globo e venceu por 9 a 1. A avaliação é do comentarista do portal Metrópoles, Tiago Pavinatto, que analisou o desempenho dos presidenciáveis no confronto televisivo desta sexta-feira (23).
O desempenho de Flávio Bolsonaro: Nota 9
A avaliação positiva do desempenho de Flávio Bolsonaro divide-se em dois principais aspectos:
Oratória (7 pontos): Destacou-se pela correção gramatical, linguagem acessível, vocabulário respeitoso, fluidez, dicção, tom de voz adequado, pertinência temática e boa organização cronológica.
Postura (2 pontos): Atribuídos à conduta paciente e pacífica adotada ao longo do confronto.
A nota máxima não foi alcançada devido ao uso recorrente de promessas, expressão comum em debates de segundo turno, mas vista como um excesso. A análise aponta que, embora tenha começado de forma desfavorável, o senador corrigiu o tom rapidamente, abandonando o estilo de preleção inicial inspirado na oratória de Tarcísio de Freitas.
O desempenho de Lula: Nota 1
Por outro lado, a avaliação da performance do presidente Lula foi severamente criticada, recebendo nota mínima quase exclusiva pelo vigor físico demonstrado aos 81 anos, o que evidenciaria plena aptidão física e mental para a disputa.
Fora o aspecto físico, o desempenho foi classificado como deficitário. Entre as críticas apontadas estão a má administração do tempo de fala, recurso que dominava em 2022, o descumprimento de regras de regionalidade no primeiro bloco (com o uso de menções genéricas a regiões como o Sudeste e o Rio Grande do Sul), além de interferências na tréplica do adversário com novas indagações e o uso repetitivo da frase “ele não respondeu”.
O texto crítico também aponta falhas gramaticais, o uso de ofensas em tom agressivo e um discurso considerado fragmentado e hesitante.
O deputado federal André Janones (Rede-MG) dormiu no chão do estúdio após cerca de cinco horas seguidas de transmissão ao vivo em apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para que o parlamentar pudesse descansar, o humorista Marcelo Adnet assumiu o comando da live por volta das 4h da manhã, momento em que a transmissão ainda registrava um público de cerca de 300 mil pessoas conectadas simultaneamente.
Ao ver o deputado descansando, Adnet recusou um sino oferecido pela equipe de produção para despertá-lo: “Um soldado, um guerreiro, um general descansando, e você achando que você que estava enlouquecido. Não, é Janones. Não vou bater a sineta porque não quero prejudicar o camarada”, brincou o humorista. Durante o momento, Janones chegou a acordar brevemente, mas voltou a dormir no chão.
Anunciada por Janones no canal “Exército do Lula”, canal criado pelo parlamentar que reúne mais de 10 milhões de inscritos, a live maratona de 24 horas teve início logo após o encerramento do debate na TV Globo, na noite de sexta-feira (23).
Participação de Lula e personalidades
Ao longo da madrugada, a transmissão contou com a presença de diversas personalidades políticas e artísticas. O próprio presidente Lula esteve presente e deixou uma mensagem de agradecimento ao deputado.
“Quero te agradecer por ter a ideia da gente criar o maior exército democrático da história da humanidade. Você não tem noção do que isso significa para mim. A guerra vai ser ganha por nós. E você vai subir de patente, viu? Vai subir de patente. Se prepare que você vai ter uma patente muito grande, porque você é um general vitorioso”, declarou Lula a Janones durante a live.
A transmissão também recebeu participações de figuras como o humorista Gregório Duvivier, a médica Ludhmila Hajjar, o cineasta Kleber Mendonça Filho, o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) e a ex-deputada Joice Hasselmann (Podemos).
Por que nunca falam o medicamento que o curado tomou? A quem interessa essa omissão?
esses recuperados usaram a cloroquina? ou qual medicamento?
não acredito que o corpo combata esse vírus 100%