Desde a semana passada, quando o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, que o Governo do Estado se articula para mostrar que as obras da Arena das Dunas seguem em ritmo acelerado e obedecendo rigidamente o cronograma de obras. Já teve coletiva, visita ao canteiro de obras, de tudo um pouco.
Hoje, a governadora Rosalba Ciarlini desembarca em Brasília para prestigiar a posse dos ministros Aluízio Mercadante, que assume a Educação (MEC) no lugar de Fernando Haddad que saiu para viabilizar uma possível candidatura nas eleições 2012, e Marco Antônio Raupp, que assume a vaga de Mercadante na pasta estratégica de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Mas a agenda de Rosalba na capital político-administrativa do país também tem outros compromissos. Ela vai se encontrar com o ministro Aldo Rebelo (Esportes) para dar explicações quanto ao suposto atraso nas obras, que tanto preocuparam Valcke. Rosalba deve mostrar a Rabelo o mesmo cronograma apresentado à imprensa potiguar nesta segunda-feira (23).
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) votou na manhã deste domingo (4), no Rio de Janeiro. Ele chegou às 8h, logo depois da abertura dos portões da Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na Zona Norte. Flávio votou na seção 170.
Após votar, Flávio retorna a Brasília para acompanhar a apuração do 1º turno das eleições.
Aos 45 anos, o senador pelo Rio de Janeiro é o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e foi escolhido como candidato do partido no fim de 2025, após disputas internas.
Começou oficialmente neste domingo (4) o primeiro turno das Eleições 2026 em todo o território nacional. Mais de 158,7 milhões de brasileiros estão aptos a ir às urnas para definir os rumos do país e dos estados a partir de 2027.
Além da disputa pelo Palácio do Planalto e pelos governos estaduais, o pleito deste ano renovará integralmente a Câmara dos Deputados e dois terços do Senado Federal. Ao todo, cada eleitor registrará seis votos na urna eletrônica: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República.
Na corrida presidencial, as principais pesquisas da reta final apontam o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) como os favoritos para concentrar os votos e conduzir a disputa rumo ao segundo turno.
A votação segue aberta até as 17h (horário de Brasília).
Mais de 2,6 milhões de eleitores estão aptos a votar neste domingo (4) no Rio Grande do Norte, no primeiro turno das Eleições 2026. O TRE-RN estima que os resultados do Estado sejam conhecidos até as 21h. Os eleitores escolherão presidente, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual.
A votação ocorre nos 167 municípios potiguares, distribuídos em 60 zonas eleitorais e 8.363 seções. O Estado conta com 8.849 urnas eletrônicas e 41.920 mesários e colaboradores.
Natal concentra o maior número de eleitores, com 570.537, seguida por Mossoró (187.535), Parnamirim (147.021), São Gonçalo do Amarante (77.694) e Ceará-Mirim (60.339).
Para o Governo do Estado, foram registradas nove chapas. Na disputa pelo Senado, são 14 candidaturas. A Câmara dos Deputados tem 111 candidatos, enquanto a Assembleia Legislativa reúne 154 candidaturas.
Mais de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a comparecer às urnas neste domingo (4/10) para o primeiro turno das Eleições 2026. Em disputa estão os cargos de presidente da República, governadores estaduais, além da renovação de dois terços do Senado e de toda a Câmara dos Deputados.
A votação segue aberta das 8h às 17h (horário de Brasília). Para participar, basta apresentar um documento oficial com foto ou o aplicativo e-Título (desde que contenha fotografia). É proibido levar celulares, câmeras ou relógios inteligentes para a cabine de votação.
O que está em jogo nas urnas
Cada eleitor fará seis escolhas na seguinte ordem:
Deputado federal (513 cadeiras em disputa)
Deputado estadual ou distrital (1.035 postos nas assembleias e 24 no DF)
Primeiro senador (duas vagas por estado, totalizando 54 em jogo)
Segundo senador
Governador (26 estados e o Distrito Federal)
Presidente da República
Para vencer no primeiro turno na disputa para o Planalto e para os governos estaduais, o candidato precisa conquistar mais da metade dos votos válidos. Caso contrário, haverá segundo turno em 25 de outubro.
Lula x Flávio Bolsonaro: O novo capítulo da polarização
A corrida presidencial reedita elementos de 2022, mas com uma configuração diferente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) busca um feito inédito: aos 80 anos, tenta ser eleito para o seu quarto mandato presidencial, tendo Geraldo Alckmin (PSB) novamente como vice.
Do outro lado, com Jair Bolsonaro inelegível e cumprindo prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado, o grupo político bolsonarista aposta no filho mais velho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL), que concorre ao lado do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL).
As pesquisas da reta final apontam Lula e Flávio isolados na liderança da disputa presidencial.
Perfil do Eleitorado em 2026
O Brasil ganhou cerca de 2,3 milhões de eleitores em relação a 2022 (passando de 156,4 milhões para mais de 158,7 milhões). As mulheres seguem como maioria, representando cerca de 52% do eleitorado (83,8 milhões).
São Paulo lidera com 34,1 milhões de votantes, seguido por Minas Gerais (16,3 milhões) e Rio de Janeiro (12,8 milhões).
Voto facultativo
Cerca de 1,6 milhão de jovens de 16 e 17 anos e quase 17 milhões de eleitores com mais de 70 anos têm o voto opcional.
A apuração antecipada dos votos no exterior para o primeiro turno das Eleições 2026 segue avançando na Ásia. Com o encerramento das urnas devido à diferença de fuso horário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu vitórias expressivas tanto na Malásia quanto em Singapura.
Malásia
No território malásio, Lula obteve a maioria dos sufrágios entre os eleitores brasileiros cadastrados. Dos 82 votos válidos contabilizados, o petista somou 44 votos, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), que registrou 27.
Lula: 44 votos
Flávio Bolsonaro: 27 votos
Renan Santos: 7 votos
Escritor Augusto Cury: 3 votos
Zema: 1 voto
Ronaldo Caiado: 1 voto
Singapura
Em Singapura, onde o volume de votantes foi maior, Lula também conquistou uma vitória ampla. Dos 348 votos válidos, o atual presidente recebeu 190 votos. Flávio Bolsonaro ficou na segunda colocação com 92 votos. A seção também registrou 16 votos entre brancos e nulos.
Lula: 190 votos
Flávio Bolsonaro: 92 votos
Renan Santos: 22 votos
Escritor Augusto Cury: 21 votos
Zema: 12 votos
Ronaldo Caiado: 6 votos
Rui Costa Pimenta: 2 votos
Samara: 2 votos
Clariana Barão: 1 voto
Brancos e nulos: 16 votos
Panorama geral
Estes dados fazem parte dos primeiros boletins de urna divulgados pelos consulados no exterior. O resultado oficial consolidado de todo o pleito, englobando a votação nacional e internacional, será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).
A apuração dos votos no exterior continua revelando novos cenários para a eleição presidencial de 2026. Nas Filipinas, onde o processo de votação foi encerrado devido à diferença de fuso horário, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) saiu vitorioso.
Do total de 62 votos válidos computados no país asiático, Flávio obteve 33 sufrágios (o equivalente a pouco mais de 53%), enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou 26 votos.
Completando o placar local, Renan Santos ficou na terceira posição com 2 votos, seguido por Ronaldo Caiado, que somou 1 sufrágio.
Resumo da votação nas Filipinas
Flávio Bolsonaro: 33 votos
Lula: 26 votos
Renan Santos: 2 votos
Ronaldo Caiado: 1 voto
Total de votos válidos: 62
Os dados parciais do exterior fazem parte dos boletins de urna antecipados por conta dos fusos horários internacionais. O resultado oficial consolidado de todo o pleito incluindo o Brasil e o restante da rede exterior do TSE, será divulgado após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).
Na véspera do primeiro turno das Eleições 2026, uma série de decisões do ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), acendeu um alerta no meio jurídico e provocou tensão institucional. Juristas ouvidos pelo Estadão avaliam que a atuação do magistrado ao decidir sobre demandas eleitorais em série esvazia a Justiça Eleitoral e personaliza o poder sobre as campanhas.
As decisões de Gilmar foram tomadas entre sexta-feira (2) e sábado (3), menos de 24 horas depois de o presidente do STF, ministro Edson Fachin, assinar uma resolução para impor regras mais rígidas na distribuição de petições na Corte e evitar o direcionamento de casos.
Intervenções em disputas estaduais e presidenciais
Nas decisões recentes, o decano derrubou direitos de resposta concedidos por Tribunais Regionais Eleitorais (TREs): No Paraná, Gilmar cassou decisões do TRE-PR favoráveis a Sergio Moro (PL) e liberou propagandas de Sandro Alex (PSD) sobre aborto. Na Bahia, o ministro afastou direitos de resposta concedidos pelo TRE-BA a Jerônimo Rodrigues (PT) contra publicações de ACM Neto (União Brasil) sobre o programa Pé-de-Meia e a Operação Overclean.
As medidas foram tomadas por meio de pedidos de extensão dentro de uma reclamação já em curso no STF, um processo aberto meses antes para discutir outro tema. Especialistas apontam que usar processos antigos como “atalhos” evita o sorteio de novos relatores, prática criticada por burlar a distribuição regular.
A mesma reclamação já havia sido utilizada na quinta-feira (1º) para obrigar a inclusão de Renan Santos (Missão) no debate presidencial da TV Globo, revertendo decisão do presidente do TSE, Nunes Marques.
Repercussão e críticas de juristas
Para o advogado constitucionalista Marcelo Aith, Gilmar está convertendo seu gabinete em um “TSE paralelo”. Ele diz que “a defesa da liberdade de expressão não pode servir de salvo-conduto para submeter a jurisdição eleitoral à vontade de um único ministro”.
O professor e ex-desembargador Walter Fanganiello Maierovitch aponta que o cenário indica um avanço indevido do Supremo sobre a competência da Justiça Eleitoral, evidenciando uma relação de “morde e assopra” com a presidência de Fachin.
O jurista Marcelo Crespo (ESPM-SP) alerta para o risco de criação de uma instância paralela, na qual derrotados nos TREs recorrem diretamente ao STF sem aguardar a tramitação natural pelo TSE. Já o advogado eleitoral Alberto Rollo critica a prática conhecida como “pescaria de relator” (manipulação de regras processuais para manter processos com um magistrado de preferência) e destaca que a resolução de Fachin tentou justamente coibir essa triagem paralela.
Apesar das críticas e da nova normativa interna do STF para endurecer a triagem de petições de terceiros, a prática de concentrar temas sensíveis em gabinetes específicos tem gerado debates recorrentes na Corte, envolvendo também outros ministros em episódios anteriores. Até o momento, o gabinete de Gilmar Mendes não se manifestou sobre as avaliações dos juristas.
A apuração dos votos no exterior começou a revelar os primeiros panoramas do primeiro turno das Eleições 2026. Na Coreia do Sul, onde a votação já foi encerrada devido à diferença de fuso horário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu a vitória com 56,94% dos votos válidos.
Do total de 216 votos válidos contabilizados no país asiático, Lula somou 123 sufrágios. Flávio Bolsonaro (PL) ficou na segunda posição, com 72 votos (33,33%).
A disputa pelo terceiro lugar registrou um empate triplo: Renan Santos, Ronaldo Caiado e o escritor Augusto Cury alcançaram 6 votos cada (2,78%). Na sequência, Rui Costa Pimenta, Zema e Samara registraram 1 voto cada (0,46%). Ao todo, a seção também contabilizou 10 votos entre brancos e nulos.
Resumo da votação na Coreia do Sul
Lula: 123 votos (56,94%)
Flávio Bolsonaro: 72 votos (33,33%)
Renan Santos: 6 votos (2,78%)
Ronaldo Caiado: 6 votos (2,78%)
Escritor Augusto Cury: 6 votos (2,78%)
Rui Costa Pimenta: 1 voto (0,46%)
Zema: 1 voto (0,46%)
Samara: 1 voto (0,46%)
Brancos e nulos: 10 votos
Apesar da divulgação antecipada desses boletins de urna locais, os resultados oficiais consolidados para todo o exterior e para o Brasil só serão oficializados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).
Com a diferença de fuso horário, os primeiros resultados das Eleições 2026 começaram a ser divulgados pelos consulados brasileiros no exterior. Na Austrália e na Nova Zelândia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu vitorioso com ampla vantagem.
Na Austrália, onde foram computados cerca de 7,1 mil votos, Lula somou 57,4% da preferência do eleitorado, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 30,7%. O desempenho de Flávio superou o percentual registrado por seu pai, Jair Bolsonaro, que marcou 28% no país durante o pleito de 2022, ano em que Lula havia conquistado 54% dos votos locais.
Na Nova Zelândia, a vantagem foi ainda mais expressiva: Lula venceu com cerca de 70% dos votos (234 de um total de 332 sufrágios), seguido por Flávio Bolsonaro, com 19%, e Renan Santos, que registrou um voto.
Crescimento exponencial do eleitorado fora do país
O cenário na Oceania reflete a expansão do voto brasileiro no exterior. Em apenas quatro anos, o número de eleitores aptos a votar fora do Brasil cresceu 32%, alcançando a marca histórica de mais de 918 mil eleitores em 2026.
Para efeito de comparação, o colégio eleitoral brasileiro no exterior já supera o total de eleitores de estados inteiros da federação, como Roraima (401,5 mil), Amapá (577,5 mil) e Acre (614,4 mil).
Ao todo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enviou urnas eletrônicas para 186 cidades em 134 países. Entre os maiores redutos de eleitores brasileiros fora do território nacional destacam-se: os Estados Unidos (liderando o volume geral), Portugal (com 134,8 mil eleitores inscritos) e o Japão, com 88,4 mil eleitores.
Eu sou contra desses votos fora do país, eles não estão aqui pra passar os problemas que o Brasil passa, e tem alguns que nem imposto de renda pagam, então não terinham direito de votar.
é fácil votar em amigo de bandido quando a pessoa não está no Brasil convivendo com a violência né? não era pra ser permitido votar quem não vive aqui!
Vanessa, tem dois grupos principais de brasileiros que saem do Brasil: Jovens doutrinados, normalmente, recém formados; esses, buscam principalmente Canadá, Oceania e Ásia; O outro grupo, são investidores, empreendedores e trabalhadores que fogem da opressão Estatal brasileira. Vou fazer duas sugestões à ti: um livro do professor americano John Taylor Gatto
“Emburrecimento Programado”* no Brasil
Original em inglês: *”Dumbing Us Down: The Hidden Curriculum of Compulsory Schooling” – 1992*
o sistema escolar foi desenhado para *empobrecer intelectualmente* e criar gente dócil
A segunda sugestão: Se Lula vencer, cerca de 5 milhões de brasileiros irão sair do Brasíl, porque será o pior País do Ocidente; por outro lado, se Flávio vencer, seremos im dos melhores Pais para negócios no Mundo.
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