Com previsão de conclusão para o fim de 2021, obras do ‘Gancho de Igapó’ são iniciadas e interdições no trânsito começam em novembro

Foto: DER-RN

Orçada em cerca de R$ 39 milhões, com recursos federais do Ministério da Infraestrutura, as obras de readequação do ‘Gancho de Igapó’, na Zona Norte de Natal, foram iniciadas e as interdições nas vias que passam pelo local serão iniciadas em novembro. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (11) em uma reunião entre representantes das instituições envolvidas na intervenção urbana.

Estão dentro do pacote a construção de um viaduto, a adequação da rotatória já existente e a construção de um túnel em “Y”, da Avenida das Fronteiras para São Gonçalo do Amarante e Natal. O serviço foi iniciado pelas marginais, no entanto, a partir do mês de novembro, será necessário fazer desvios nas rotas dos veículos que circulam na região. Carros e motos serão desviados pelo binário das ruas Henrique Dias e Santa Luzia.

Os ônibus e vans do transporte alternativo terão faixa exclusiva para circulação. Segundo os representantes, nas próximas semanas outras reuniões como essa serão realizadas para adequar o projeto, com o objetivo de minimizar os transtornos, principalmente para o usuário do transporte público e para os comerciantes da área.

A previsão é de concluir os trabalhos em dezembro de 2021.

Com acréscimo de informações do G1-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. manezinho disse:

    O acesso do aeroporto consegue ficar pior…

  2. Assis disse:

    Essa obra com passos de tartaruga só vai terminar em 2040, isto é uma vergonha.

TJ confirma condenação para que DER pague R$ 2,1 milhões a empreiteira por obras do prolongamento da Avenida Prudente de Morais/Omar O’Grady

Foto: Reprodução

Os desembargadores da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, à unanimidade de votos, negaram recurso interposto pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Rio Grande do Norte (DER) contra sentença que condenou a autarquia estadual a pagar o valor de R$ 2.117.710,21, acrescidos de juros e correção monetária, para a Construtora Queiroz Galvão S/A.

A quantia é referente a uma dívida gerada com a execução das obras de Implantação, Obras d’Artes Correntes, Drenagem, Pavimentação, Obras d’Artes Especiais e Complementares do prolongamento da Avenida Prudente de Morais/Omar O’Grady, entre os Municípios de Natal e Parnamirim, sob o regime de empreitada por preço unitário.

Veja todos os detalhes aqui no Justiça Potiguar.

Trechos das Avenidas Jerônimo Câmara e Miguel Castro sofrerão interdições para obras a partir de segunda-feira

Foto: João Maria Alves

A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) informa que a partir de 02 de setembro a Av. Jerônimo Câmara – entre as ruas Jaguarari e dos Potiguares – a Rua dos Caicós (Av. 07) – entre as avs. Lima e Silva e Miguel Castro – e a Av. Miguel Castro – entre as ruas dos Caicós e Rubens Maris – sofrerão interdições parciais para realização da obra de macrodrenagem da Arena das Dunas, realizada pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura (SEMOV). A previsão é que a obra dure oito meses.

Segundo a STTU, a Av. Jerônimo Câmara, Av. Miguel Castro e Rua dos Caicós sofrerão interdições em uma faixa de cada lado da via, não gerando desvios nas linhas de ônibus que circulam na região. Como rota alternativa as avs. Jerônimo Câmara e Miguel Castro, os motoristas de carros de passeio podem utilizar a avs. Lima e Silva e Nascimento de Castro. Já como escape a Rua dos Caicós, o motorista pode utilizar as avs. Interventor Mário Câmara (Av. 06) e Coronel Estevam (Av. 09).

Em caso de dúvidas os motoristas podem ligar para o Alô STTU – no telefone 156 – ou perguntar pelo Twitter oficial, o @156Natal.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco S J Filho disse:

    P A L H A Ç A D A!!!

  2. Manoel disse:

    Inaugurou pra interditar? Kkk

Prédio da Sesap em obras: sindicato diz que servidores trabalham em ambiente insalubre e Governo do Estado trata com descaso situação

Após seis anos de reivindicações, o prédio da Sesap finalmente está sendo reformado. No entanto, para reduzir custos, o Estado decidiu realizar a reforma sem transferir os servidores para outro prédio. Submetendo os trabalhadores da secretaria a uma situação insalubre e perigosa, fazendo com que trabalhem com barulho, calor e muita poeira.

Além disso, no 3º andar da Sesap, existem duas servidoras grávidas que já passaram mal durante o expediente em decorrência da obra. A obra realizada tem transformado o ambiente de trabalho em um local caótico, causando adoecimento e medo nos trabalhadores.

A reforma no prédio da Sesap está sendo realizada em decorrência de denuncia realizada ainda em 2013 pelo Sindsaúde RN e reiterada, por meio de ação civil pública, pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em 2014, quando a justiça solicitou urgência na realização de reformas no prédio.

Com as obras paradas, ainda em 2016, o juiz Luciano Athayde declarou em sentença judicial: “É de causar espanto a prolongada omissão da Administração Estadual diante do risco a que estão submetidos aqueles que lhes prestam serviços, cujas condições de trabalho são claramente temerárias e indignas”. Mesmo assim, a ordem de serviço para o início da reforma no prédio da Sesap só foi assinada em novembro de 2018.

Diante desse descaso com a obra e com os servidores públicos, o Sindsaúde RN encaminhou um ofício para o Ministério Público do Trabalho e aos órgãos competentes para relatar toda a situação e cobrar providências judiciais.

As informações são da Assessoria de Comunicação do Sindsaúde RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    Ainda bem que temos a média salarial no Estado a melhor do Nordeste.A população que paga imposto que lasque.

  2. Pedro disse:

    Correta a reclamação dos funcionários, o prédio da SESAP, como é de domínio público e do conhecimento de vários orgaos, tais como Governo do estado, promotoria, sindicatos, organizações de classe, corpo de bombeiros, etc.. É uma verdadeira bomba, e submeter o mesmo a uma reforma, com os funcionários dentro, e um herdeiro descalabro e falta de respeito. Com a palavra o ministério público e a própria secretaria. Eita governadora sem respeito aos funcionários, e estranhamente piora quando são fatos que envolvem os funcionários dessa pasta e os que dela precisam.

  3. sabastiao disse:

    uma mulher sem roma, votei mal, só pensa em passeia e viaja, essa é a vedadeira ideologia PTISTA , HOJE O PARTIDO QUE SEMPRE VOTEI NUNCA MAIS VOTO NELE

  4. Jorge disse:

    Comum mesmo. Aqui na secretaria de educação, trabalhamos lado a lado com trabalhadores com lixadeira, marteladas, serra, furadeira…….e ninguém podia dizer nada.

Iniciadas em janeiro, obras de revitalização da Praça Gentil Ferreira, no Alecrim, serão entregues nesta sexta-feira

Foto: Hana Dourado / SEMSUR

A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), entrega as obras de revitalização da Praça Gentil Ferreira, no bairro do Alecrim, nesta sexta-feira (09), às 17h30. O equipamento símbolo do bairro Alecrim foi totalmente recuperado, ganhando um projeto mais moderno e com melhor iluminação.

A reforma da Praça do Relógio, como também é conhecida, contempla paisagismo, novos mobiliários urbanos, nova pavimentação e troca de piso, acessibilidade e pintura. Também foi implantado um novo projeto de iluminação, com 37 postes contendo luminárias de LED, além de iluminação cênica no paisagismo.

Em breve, a praça vai ganhar também uma Base Regional da Guarda Municipal. O prédio, que antes era uma base comunitária simples, vai ganhar nova dimensão para servir de apoio às unidades operacionais da GMN que vão atuar na segurança preventiva dos bairros do Alecrim e Cidade Alta, com foco no comércio popular da região.

A obra foi iniciada em janeiro deste ano e conta com recursos do Tesouro Municipal e da Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip). O serviço teve custo orçado em aproximadamente R$ 400 mil.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arnaldo Franco disse:

    Bote segurança 24 horas, Sr Prefeito, senão de nada adiantará.

Cade abre investigação sobre suposto cartel em obras de estádios da Copa de 2014; Arena das Dunas entre eles

O estádio Mané Garrincha, em Brasília, é uma das sedes da Copa de 2014 suspeitas de terem obras influenciadas por cartel — Foto: Marcela Lemgruber/G1

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu processo para investigar um suposto cartel em obras de construção e reforma de instalações esportivas destinadas à Copa do Mundo de 2014. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (17) pelo órgão de defesa da concorrência.

Segundo o Cade, a investigação começou com o acordo de leniência (espécie de delação premiada para empresas) com a construtora Andrade Gutierrez e executivos e ex-executivos da empreiteira.

No acordo a empresa apresentou informações e documentos que apontavam indícios de conluio entre concorrentes de licitações destinadas a obras em estádios de futebol para realização do mundial de futebol.

As empresas investigadas por suposta participação no cartel em licitações de estádio da Copa do Mundo de 2014 são: Andrade Gutierrez, Carioca Engenharia, Camargo Corrêa, OAS, Queiroz Galvão, Delta, Grupo Odebrecht e Via Engenharia, além de 36 pessoas físicas relacionadas à essas empresas.

Segundo informou o Cade, até o momento, há indícios de que os contatos entre concorrentes teriam se iniciado com a definição do Brasil como sede do mundial pela FIFA, em outubro de 2007, tendo se intensificado no segundo semestre de 2008. “O cartel teria atuado, pelo menos, até meados de 2011, quando foram assinados os contratos referentes às obras públicas dos estádios de futebol para a Copa do Mundo”, informou o órgão.

A investigação apura oito licitações:

Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília;
Arena Amazônia, em Manaus;
Arena Pernambuco, em Recife;
Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro;
Estádio Mineirão, em Belo Horizonte;
Arena Castelão, em Fortaleza;
Arena das Dunas, em Natal e
Arena Fonte Nova, em Salvador.

A superintendência do Cade investiga também licitações complementares aos certames principais, que podem ter sido afetadas pelos acordos ilícitos.

Petrobras

A Superintendência-Geral do Cade também abriu o processo para investigar um suposto cartel em obras de edificações especiais da Petrobras.

Nesse processo, é investigada a participação das empresas Carioca Engenharia, Construbase, Construcap, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Hochtief do Brasil, Mendes Júnior, Racional, Schahin Engenharia, WTorre, além de 23 pessoas físicas ligadas às companhias.

Segundo o Cade, o cartel teria atuado na licitação para construção do Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Novo Cenpes); do Centro Integrado de Processamento de Dados da Tecnologia da Informação (CIPD); ambos no Rio de Janeiro, e da Sede da Petrobras de Vitória, no Espírito Santo.

Esse caso também começou com um acordo de leniência, desta vez com a Carioca Engenharia.

De acordo com o Cade, a superintendência identificou evidências de que as empresas envolvidas trocavam informações sensíveis durante reuniões para a distribuição de obras.

Versões das empresas

Procuradas, a Carioca Engenharia e a Queiroz Galvão informaram que não iriam comentar.

Em nota, a Andrade Gutierrez informou que apoia toda iniciativa de combate à corrupção, e que visa a esclarecer fatos ocorridos no passado. “Cabe ressaltar que os processos abertos agora são fruto da colaboração da empresa” (veja a íntegra da nota mais abaixo).

A Camargo Corrêa informou que foi a primeira grande empresa a firmar acordo de leniência com o Cade e informou que a “não participou de contratos de construção de obras da Copa do Mundo de 2014”.

A Odebrecht informou em nota que os processos “integram a contínua colaboração que a empresa se comprometeu a dar à Justiça e aos órgãos de fiscalização e controle no Brasil” e lembrou que para os temas citados já assinou com o Cade Termos de Cessação de Conduta (TCCs).

O Consórcio Minas Arena divulgou a seguinte nota: “A respeito da notícia de instauração de inquérito administrativo pelo Cade para investigar condutas relacionadas aos estádios da Copa 2014, é importante esclarecer que a apuração não abrange a Minas Arena e seus acionistas, os quais não se encontram nem mesmo relacionados dentre as pessoas notificadas para apresentação de defesa no processo. Importante deixar claro também que a versão pública da nota técnica do Cade que respaldou a abertura do inquérito descreve que o então consórcio Minas Arena não participou de tentativa de cartel.”

Até a última atualização desta reportagem, o G1 tentava contato com a Construbase, Construcap, OAS, Hochtief do Brasil, Racional e Schahin Engenharia.

Íntegra da nota da Andrade Gutierrez:

A Andrade Gutierrez informa que apoia toda iniciativa de combate à corrupção, e que visa a esclarecer fatos ocorridos no passado. A companhia assumiu esse compromisso público em um manifesto veiculado nos principais jornais do país e segue colaborando com as investigações em curso dentro dos acordos de leniência firmados com o Ministério Público Federal (MPF), com a Controladoria Geral da União (CGU), com a Advocacia Geral da União (AGU) e com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Cabe ressaltar que os processos abertos agora são fruto da colaboração da empresa. A Andrade Gutierrez incorporou diferentes iniciativas nas suas operações para garantir a lisura e a transparência de suas relações comerciais, seja com clientes ou fornecedores, e afirma que tudo aquilo que não seguir rígidos padrões éticos será imediatamente rechaçado pela companhia.

Integra da nota da Camargo Corrêa:

A Construtora Camargo Corrêa foi a primeira grande empresa a firmar acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no âmbito da Operação Lava Jato e reafirma seu compromisso de colaboração permanente com as autoridades. A empresa esclarece que não participou de contratos de construção de obras da Copa do Mundo de 2014.

Integra da nota da Odebrecht:

Os referidos processos abertos pelo CADE integram a contínua colaboração que a empresa se comprometeu a dar à Justiça e aos órgãos de fiscalização e controle no Brasil, o que abrange o CADE. Para estes temas em questão a empresa já firmou com o CADE Termos de Cessação de Conduta. A Odebrecht já usa as mais recomendadas normas de conformidade em seus processos internos, inclusive relativos à defesa da concorrência, e segue comprometida com uma atuação ética, íntegra e transparente.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. otavio disse:

    Podiam incluir também nestas investigações o aeroporto Governador Aluisio Alves,em São Gonçalo de Amarante.

  2. junin disse:

    SÓ AGORA…. ??????TAO DE SACANAGEM, ALIÁS CONTINUAM DE SACANAGEM!!!!!AÍ EU PERGUNTO : MUDOU O QUE NESSE PARDIEIRO????

  3. Ana leticia disse:

    Só o CADE não sabia,,pq todo mundo já sabia, porém como envolvia figurões locais e nacionais, todo mundo fazia que não via. Se apertar essa copa e as olimpíadas, foi bilhões e bilhões desviados pelos barões de sempre. CADE, MPF, PF, Justiça arrefecem as mangas porque tem muito trabalho pra fazer e muito corrupto pra prender.

Odebrecht admite corrupção em obras de aeroportos

Ampliação do aeroporto de Congonhas. Foto: Divulgação/Galvão

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) firmou nessa quarta-feira (17) acordo de leniência com a Odebrecht em que a empreiteira denuncia cartéis em obras de aeroportos administrados pela Infraero, incluindo Congonhas e Guarulhos (SP).

O acordo foi assinado no âmbito da Operação Lava Jato. Segundo a Odebrecht, 19 empresas teriam participado do conluio, combinando resultados de licitações para dividir lotes de obras de ampliação e modernização de aeroportos.

Entre eles,Santos Dumont(RJ), Macaé (RJ), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Macapá (AP) e Vitória (ES).

Em troca da colaboração, a Odebrecht deverá se livrar de pagar qualquer valor ao Cade. Já as outras empresas condenadas no processo poderão pagar multa de até 20% do faturamento. Procurada, a empresa não quis se pronunciar.

Como antecipou o Estadão/Broadcast, o Cade tem pelo menos dez acordos de leniência em negociação e deve firmar outros 80 em processos que apuram cartéis relacionados à Lava Jato.

No fim do ano, o órgão fechou 16 termos de compromisso nos quais as principais construtoras investigadas pela operação pagaram R$ 900 milhões e se comprometeram a colaborar com as investigações, elevando para R$ 1,2 bilhão o valor pago por essas empresas ao conselho até agora.

No âmbito da Lava Jato, há outros 15 acordos de leniência já celebrados com o Cade. Somente a Odebrecht já firmou três: para investigações de cartel na construção do Rodoanel Mario Covas, em licitação feita pela Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), em licitações promovidas pela Dersa e a Emurb (Empresa Municipal de Urbanização) para implementação do Programa de Desenvolvimento do Sistema Viário Estratégico Metropolitano de São Paulo e em obras e serviços de infraestrutura de médio e grande porte em Salvador (BA).

Segundo a reportagem apurou, a empresa tem quase uma dezena de outros acordos em negociação com o Cade, de novas denúncias quanto processos já abertos.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silva Araújo disse:

    Se procurar aqui acha.
    Esse aeroporto Internacional Aluízio Alves, pode tranquilamente funcionar, como está funcionando, mas nunca, jamais nós moldes que opera hoje.
    Aí em São Gonçalo era pra está funcionando o que os políticos venderam, passaram pra população, que ia ser para transportes de cargas, vôos para Europa, Ásia e América etc etc…
    Mentira!!!
    Opera com o terminal de passageiros que de jeito nenhum deveria ter saído de Parnamirim.
    Quer fazer aeroporto em São Gonsalo? Pode fazer, sem problemas, agora matar o Augusto Severo, De maneira nenhuma, de jeito nenhum e pronto.
    Parnamirim, não merecia essa enganação. A população tinha que ter gritado e não deixar acontecer.

  2. Pedro disse:

    Menos são Gonçalo ???

Rua São José será fechada nesta sexta-feira para obras do túnel de macrodrenagem

Foto: Google Street View

A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU), informa que a Rua São José será fechada nesta sexta-feira (1º), nas proximidades da Av. Cap.-Mor Gouveia, para a realização das obras do túnel de macrodrenagem realizada pela Secretaria de Obras Públicas e Infraestrutura (SEMOV).

Segundo a pasta, a Av. Cap.-Mor Gouveia não será fechada, ficando livre o trânsito no sentido único da via, que liga a Zona Oeste a Av. Prudente de Morais. A interdição da Rua São José deve seguir até o dia 18 de fevereiro de forma integral, ou seja, sem liberação em nenhum momento do dia.

Em caso de dúvidas, os motoristas podem ligar para o Alô STTU – no telefone 156 – ou perguntar pelo Twitter oficial, o @156Natal.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Só olhando disse:

    Pronto, agora pode acabar com a São José que nunca mais será aberta.

    • Flávio A disse:

      Se for no mesmo ritmo da latada que está entre a São José e Mor Gouveia iremos passar uns cinco anos com a via interditada. No final trânsito e aborrecimentos fica para nós consumidores.

MEC exonera responsável por mudança em edital de livros didáticos que permitia compra de obras com erros e propagandas

O novo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, e o ex-ministro Rossieli Soares, durante solenidade de transmissão de cargo Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, exonerou nesta sexta-feira o chefe de gabinete do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Rogério Fernando Lot, que havia sido responsável por autorizar as polêmicas alterações no edital do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD).

Lot, então presidente interino do FNDE, assinou o aviso de alteração de edital publicado no Diário Oficial da União de 2 de janeiro, que retirava a proibição da presença de publicidade nas obras didáticas. No novo texto, o órgão suprimiu ainda o trecho que exigia que as obras estivessem “isentas de erros” e a determinação de “incluir revisões bibliográficas”. O combate à violência contra a mulher e a promoção da cultura quilombola também não estavam mais no documento.

Após a polêmica causada pelas alterações, o MEC anulou as mudanças e as atribuiu à “gestão anterior”, o que foi negado pelo último ministro da educação do governo Temer, Rossieli Soares Silva. Vélez Rodríguez pediu, então, a abertura de uma sindicância para apurar as responsabilidades. Nesta sexta (11), a exoneração de Lot e de outras nove pessoas que ocupavam cargos comissionados no FNDE foi publicada no Diário Oficial da União.

Procurado para comentar as exonerações, o Ministério da Educação não havia respondido até a conclusão deste texto.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Araújo disse:

    Correto!!!! Põe esses e muitos outros que cometeram absurdos pra arrumarem uma lavagem de roupa. FAXINA GERAL, parabéns.

Ministério do Turismo libera recursos na ordem de R$ 1,7 milhão para obras de enrocamento das praias da Zona Leste de Natal

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, conseguiu a liberação de recursos junto ao Ministério do Turismo, na ordem de R$ 1,7 milhão, para as obras de enrocamento das praias da Zona Leste da capital potiguar. A garantia para o repasse foi dada pelo secretário-executivo da Presidência da República, Carlos Henrique Menezes, em reunião realizada nesta quarta-feira (12), em Brasília, e que contou com as participações do senador Garibaldi Filho e do secretário municipal de Obras, Tomaz Neto. Os serviços de obras de contenção costeira e contra o avanço do mar nas praias dos Artistas e do Meio já atingiram 72% de execução.

Ainda na capital federal, o chefe do Executivo natalense garantiu o aporte de recursos para a execução do projeto de engorda da Praia de Ponta Negra. “Mostramos a necessidade da obra e a importância dos serviços para melhorar a realidade da nossa praia mais famosa e principal cartão postal. O governo federal reconheceu a necessidade do nosso pleito e garantiu a destinação de recursos no orçamento de 2019 para iniciarmos a intervenção”, celebrou o prefeito Álvaro Dias.

Cidade referência em obras, São Gonçalo também é considerada gestão efetiva pelo TCE

No Estado, apenas 8 cidades integram a lista

Foto: Júnior Santos

O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN) divulgou, nessa quarta-feira (5), o Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEGM), referente a 2017. De acordo com os dados, oito municípios são considerados como “gestão efetiva”. Na Região Metropolitana de Natal, apenas São Gonçalo do Amarante tem qualidade em políticas públicas.

Para ser considerada uma gestão efetiva, o município é avaliado pelo investimento de recursos e qualidade de sete áreas da administração pública: Educação, Saúde, Planejamento, Gestão Fiscal, Meio Ambiente, Cidades protegidas e Governança em Tecnologia da Informação. Guamaré, Lajes, Martins, Riacho da Cruz, Rodolfo Fernandes, Santa Cruz e São Paulo do Potengi integram a lista.

“Ano passado o TCE nos apontou como cidade referencia em obras. E, agora, recebemos essa notícia com muita felicidade e, principalmente, com o sentimento de que estamos no caminho certo. O IEGM não verifica apenas os investimentos nas áreas essenciais, mas, como também, e mais fundamental, a eficiência dos serviços prestados à população”, enfatizou prefeito de São Gonçalo, Paulo Emídio (Paulinho).

Investimentos

Mesmo diante da crise financeira que enfrentam os municípios, e, consequentemente, as quedas nos repasses e arrecadações, a Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante/RN conseguiu investir mais de R$ 85 milhões de recursos nas áreas da saúde e educação em 2017. O valor é superior ao exigido pela Constituição Federal.

O investimento total de recursos do município destinado à educação foi de 28,21%, o equivalente a mais de R$ 51 milhões. Já na saúde chegou a 19,66%, correspondendo a R$ 34 milhões de reais. Esses números excedem as exigências constitucionais de 25% e 15%, respectivamente.

 

Crea-RN alerta para falta de manutenção de obras em viadutos, pontes, barragens e rodovias

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (Crea-RN) vem externar preocupação com a falta de manutenção periódica em obras de infraestrutura como viadutos, pontes, barragens e rodovias. No início deste ano, o Crea-RN solicitou aos órgãos responsáveis pela conservação desses equipamentos nas três esferas governamentais (federal, estadual e municipal), o Plano de Manutenção de Obras, porém ainda aguarda resposta dos órgãos competentes.

A ideia é evitar desabamentos, quedas ou possíveis rupturas nesses equipamentos que possam ocasionar danos à população como o que ocorreu em São Paulo e Brasília. O intuito do Crea-RN é que seja feita uma manutenção periódica preventiva e não apenas a corretiva após algum prejuízo.

Segundo a presidente do Crea-RN, Ana Adalgisa Dias, os planos de manutenção são indispensáveis para garantir segurança e oferecer tranquilidade à população. “A engenharia projeta estruturas para durar uma longa vida, desde que haja manutenção. É preciso que o poder público dê prioridade a esse assunto, até porque vivemos em área de praia o que facilita a exposição das ferragens”, destaca a presidente.

FOTOS: Obras do Teatro Alberto Maranhão (TAM) e da Escola de Dança (EDTAM) a todo vapor

Fotos: João Vital

Na manhã desta quinta-feira (25), o governador Robinson Faria esteve vistoriando as obras do Teatro Alberto Maranhão (TAM) e de sua Escola de Dança (EDTAM), que estão sendo reformados para serem reabertos ao público, via acordo de empréstimo com o Banco Mundial. As obras em andamento, que incluem restauro e preservação da arquitetura histórica, vão resgatar um dos mais importantes palcos da cultura no Rio Grande do Norte, bem como um celeiro de dançarinos profissionais, de modo a fortalecer a arte, a cultura e o turismo do estado.

Com um investimento de R$ 7,7 milhões, a reforma do TAM abrange mudançaS de todas as estruturas elétricas, hidráulicas e de acessibilidade do espaço, além de ações de combate a incêndio, esgoto, climatização e paisagismo. Ainda será feita a completa reestruturação do palco, camarins e do espaço mais nobre – caixa cênica (palco, camarins e ribalta).

“É muito gratificante participar desse resgate cultural. Um patrimônio desse não poderia se deteriorar, por isso trabalhamos forte para que essa reforma fosse iniciada para, em meados de 2019, este palco tão importante ser entregue à população norte rio-grandense e toda sua classe artística”, comemorou o governador Robinson Faria.

Segundo o secretário da gestão de projetos e coordenador do Governo Cidadão, Vagner Araújo, as obras do TAM estão dentro do cronograma – que deve durar 10 meses. “Trata-se de uma obra que requer muito cuidado em sua execução, afinal estamos lidando com patrimônio histórico, com elementos arquitetônicos que precisam ser trabalhados com toda cautela para serem preservados. Por isso este prazo”, disse Araújo, destacando que não há o risco de paralisação da obra, uma vez que os recursos para tal já estão disponíveis, reservados especificamente para esse objetivo.

Já a Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão (EDTAM), que funciona num dos belos casarões da Rua Chile, também na Ribeira, conhecida por exportar grandes talentos para todo o mundo, inclusive para o Ballet de Bolshoi, a partir de um investimento de R$ 2,2 milhões, está recebendo sua primeira reforma desde que mudou-se para aquele prédio em 1998.

“Nossos artistas precisam disso: equipamentos bons, em condições de uso. Precisam de espaços para mostrar sua arte. Precisam de valorização. E, é por tudo isso que estamos lutando”, finalizou o diretor da Fundação José Augusto, Amaury Júnior.

Equipamentos Culturais no RN

Ainda por meio do Acordo de Empréstimo com o Banco Mundial, além do TAM e da EDTAM, já foram ou estão sendo reformados outros sete equipamentos culturais, são eles:

· Memorial Câmara Cascudo

· Teatro Adjuto Dias –Caicó

· Teatro Lauro Monte Filho

· Biblioteca Câmara Cascudo

· Museu Café Filho

· Palácio do Governo (Pinacoteca)

· Fortaleza dos Reis Magos

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sérvio Túlio disse:

    Até algum tempo atrás (vinte anos, talvez)as cadeira do TAM eram desencontradas, e você via o espetáculo através do espaço entre as cabeças de quem estava à sua frente. Foi feita uma reforma que colocou as cadeira enfileiradas, ou seja, para você ver o espetáculo, tem que ser muito alto, levar uma almofada para colocar sobre a poltrona, ou, ainda, ficar "torto" para conseguir olhar entre os espectadores à sua frente. Espero que, nessa reforma, esse defeito seja sanado, voltando as cadeira à sua distribuição anterior, pois foi para funcionar assim que o TAM foi projetado.

Túnel de drenagem ‘soterra’ promessas, consome quase R$ 100 milhões e não é entregue quatro anos após a Copa

por Dinarte Assunção

Obras começaram em 2013

 

Quatro anos após a Copa do Mundo, o legado prometido à cidade ainda não saiu do papel e esbarrou na falta da burocracia é marca do serviço público no Brasil.

Se por um lado as intervenções de mobilidade precisaram de adequação de última hora em seus projetos e saíram do papel às pressas, vide o complexo viário no entorno da Arena das Dunas, o equipamento prometido para solucionar diversos alagamentos na cidade, o túnel de drenagem, está soterrado sob os escombros da ineficiência, mas vieram à luz da lembrança por ocasião do desabamento de trecho de obra semelhante na Avenida Prudente de Morais.

Orçado em R$ 143 milhões e já tendo consumido R$ 97 milhões, o túnel de drenagem que tem 4,7 quilômetros de extensão e que levaria águas chuva até o rio Potengi, foi pensado para solucionar de vez os alagamentos nas zonas lestes, sul e oeste de Natal.

A obra foi paralisada depois que um morador do Bom Pastor alegou impacto ambiental. O Idema cassou a licença da obra e exige novos estudos. Nesse meio tempo, os custos foram atualizados em R$ 11 milhões. “E é um dinheiro que caberá à prefeitura pagar, e não há dinheiro”, explicou o secretário de Obras, Tomaz Neto.

Apesar da prefeitura alegar que os entraves são meramente burocráticos, a implicação da Queiroz Galvão na Lava Jato também guarda relação com a demora. Enfraquecida pelas investigações, ela chegou a ameaçar paralisar a obra argumentando dificuldades financeiras  e que os reajustes necessários não estavam sendo pagos. Além disso, reclamou do jet grounting, um assunto cuja dimensão do que significa está exposta na sequência de matérias sobre o assunto.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Milton França disse:

    Secretario Tomaz Neto mentiu quando diz que a obra foi paralisada quando um morador local alertou sobre suposto impacto ambiental. A verdade é que havia não só suspeita mas a comprovação de crime ambiental quando as escavações pra construção da lagoa final do sistema de macrodrenagem afetou mortalmente a nascente do Riacho Bom Pastor, por ter sido feito muito próximo da nascente, desrespeitando a Lei Federal do código florestal. Desde da primeira e única audiência pública feita no CTGas que a prefeitura foi alertada da existência da nascente, que tinha grande importância ecológica, social e até educacional, pois a Escola Municipal Francisca Ferreira, a quase 100m da nascente, a usava como espaço pedagógico e de educação ambiental. O MPE constatou deficiência nos estudos de impacto ambiental e solicitou novo estudo e medidas de mitigação e compensação socioambientais, inclusive, a comunidade local. Intermediado pelo MPE, foi firmado acordo entre SEMOV, Idema, Conselho Comunitário do Bom Pastor e Movimento Mangue Vivo, que haveria ajustes no projeto e compensações socioambientais e, por vingança ao ambientalista local que denunciou o impacto ambiental, o Sec Tomaz Neto não cumpriu nenhuma dos itens acordados e, assim, a obra corre o risco de continuar embargada.

  2. Creso Rabêlo disse:

    Só indignação Com a irresponsabilade dos administradores públicos do nosso estado e do país em geral. Precisamos cair na real e começar a mudarmos esta situação já agora em 2018.

  3. Zinebrino disse:

    Mais um legado maldito da copa. Já não basta a prestação milionária que o governo do estado paga pelo estádio, ainda aparecem esses poços sem fundo para sugar mais ainda os impostos que pagamos.

Salineiros temem perda de recursos para obras no Porto-Ilha, mas Codern garante normalidade

As obras do Terminal Salineiro de Areia Branca, cujos recursos, na ordem de R$ 7 milhões, tiveram liberação anunciada pelo governo federal em maio preocupam o setor produtivo em razão da burocracia.

Empresários do setor ouvidos pelo blog confirmaram o receio da perda de recursos, mas a Codern assegurou que todos os trâmites estão sendo cumpridos.

De acordo com um desses empresários ouvidos reservadamente pela reportagem, Brasília ameaçava suspender os processos referentes às obras em face da demora no envio de projetos pela Codern.

As novas intervenções são de manutenção e vêm se somar à ampliação do terminal concluída recentemente.

Procurado pelo blog, o diretor presidente da Codern, Emerson Fernandes, explicou que todo o rito processual foi seguido e ainda acrescentou:

“Precisamos contratar uma empresa e ainda checar as condições exatas das áreas a serem reparadas. O processo dessa obra passou por toda a equipe técnica e foi enviado para Brasília,  que nos assegurou a disponibilidade de orçamento. A obra deve ser iniciada no próximo ano,  com prazo de conclusão de seis meses”, explicou o diretor presidente da Codern

Desabamento de obra de viaduto mata dois operários em Fortaleza

Dois operários morreram após ficarem soterrados no desabamento da obra do viaduto no cruzamento das Avenidas Raul Barbosa com Murilo Borges, na noite desta segunda-feira (22), no Bairro Aerolândia, em Fortaleza. Os óbitos foram confirmados pelo comandante geral adjunto do Corpo de Bombeiros, coronel Carlos Viana.

O Corpo de Bombeiros informou inicialmente que 10 pessoas ficaram soterradas, mas, depois atualizou o número cinco trabalhadores feridos. Até as 19h40, dois operários já haviam sido retirados dos escombros. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

O Corpo de Bombeiros não soube informar a gravidade dos ferimentos das duas pessoas que foram resgatadas. Um caminhão com estrutura de guindaste foi enviado ao local para tentar resgatar dois corpos que estão embaixo de vigas de concreto.

O Corpo de Bombeiros alertou ainda que o perímetro da obra foi isolado porque ainda está sob risco de desabamento. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram enviadas ao local.

Ainda segundo o coronel do Corpo de Bombeiros Viana, as atividades foram temporariamente suspensas por temor de novos desabamentos. A operação de resgate deve ser retomada após a chegada de um guindaste ao local.

Por telefone, a assessoria de comunicação da prefeitura de Fortaleza informou ao G1 que o secretário de infraestrutura, Samuel Dias, foi ao local e que o órgão deve investigar as causas do desabamento.

O trânsito na Avenida Raul Barbosa está interditado durante a noite desta segunda-feira. A Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) orienta os motoristas que evitem transitar pelo local.

Construção do viaduto
As obras da construção da rotatória e dos viadutos no cruzamento das venidas Raul Barbosa e Murilo Borges começaram em junho de 2015. O investimento da Prefeitura, financiado com recursos da Caixa Econômica Federal, é de R$ 31 milhões.

Além da rotatória de 90 metros de diâmetro – dotada com duas faixas para tráfego e dois viadutos de cerca de 312 metros de extensão fazendo a ligação sertão-praia -, será construída uma nova ponte que operará em sentido inverso ao da existente, da ponte sobre o Canal do Lagamar.

De acordo com o projeto, a interseção de vias conta com seis pontos de travessia para pedestres, iluminação, padronização dos passeios e projeto paisagístico com a plantação de novas mudas e espécies nativas.

Fonte: G1