Tecnologia

Samsung ultrapassa Apple e se torna a maior fabricante de smartphones do mundo

Foto: Jorge Duenes/Reuters

A Samsung tomou de volta da Apple a coroa de maior fabricante de smartphones do mundo, respondendo por um quinto das vendas globais no primeiro trimestre, disse a empresa de pesquisa de mercado Canalys.

A chinesa Xiaomi teve seu melhor desempenho trimestral de sua história: as remessas subiram 62%, para 49 milhões de celulares, e a fatia de mercado para 14%, levando-a para a terceira posição – atrás apenas de Samsung e Apple.

No geral, as vendas globais aumentaram 27%, para 347 milhões de unidades no primeiro trimestre, com a economia chinesa se abrindo após a pandemia e o rápido lançamento da vacina nos Estados Unidos elevando as esperanças de recuperação econômica.

A sul-coreana Samsung vendeu 76,5 milhões de smartphones no trimestre, e abocanhou 22% do mercado, disse a Canalys. A empresa divulgou nesta quinta-feira (29) um aumento de 66% no lucro trimestral em seu negócio de dispositivos móveis, graças às vendas robustas de sua linha de smartphones Galaxy S21.

A Canalys afirmou que a Apple vendeu 52,4 milhões de iPhones de janeiro a março, caindo para a segunda posição, com 15% de participação no mercado.

Esse resultado veio após a empresa impressionar os consumidores chineses no trimestre de dezembro com seu novo iPhone 12 5G. A Apple afirmou na última quarta-feira (28) que as vendas totais para a China quase dobraram.

As vendas de smartphones no trimestre de março para as marcas chinesas Oppo e Vivo também aumentaram, disse a Canalys.

A Huawei, ex-número 1 e que segue acorrentada pelas sanções dos EUA, ficou em sétimo lugar, com 18,6 milhões de unidades, depois de vender sua marca Honor no ano passado.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Só besta mesmo para pagar absurdo em Iphones

    Os últimos lançamentos da Samsung são superiores aos concorrentes da Apple.

    Faz tempo que a maçã ta sendo amassada ….kkkkk

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Economia

Saque do auxílio emergencial 2021 começa nesta sexta (30); confira as regras e calendário

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nesta sexta-feira (30), a Caixa libera o saque da primeira parcela do auxílio emergencial 2021 para beneficiários nascidos em janeiro, que não estão inscritos no Bolsa Família. A ordem de liberação obedece o mês de nascimento do trabalhador. A cada dia há novas autorizações para saques em dinheiro, com exceção de sábados e domingos.

Como a conta digital não tem cartão, o beneficiário vai precisar usar o aplicativo Caixa Tem para liberar o resgate da grana. O processo é exatamente igual ao do ano passado. Ao acessar o Caixa Tem, é preciso clicar em “saque sem cartão” e digitar o valor desejado. Será informado um código, necessário para retirar o dinheiro no banco.

Com o código, o beneficiário vai a uma lotérica, terminal de autoatendimento da Caixa (caixas eletrônicos) ou nos correspondentes Caixa Aqui e informa o número para efetuar o saque. Segundo a Caixa, o beneficiário também pode comparecer em uma agência para a geração desse código.

O saque da primeira parcela foi antecipado. Antes, a operação só seria possível no dia 4 de maio. A Caixa avalia antecipar também a data de saque das próximas parcelas do auxílio. De acordo com o presidente do banco, Pedro Guimarães, a antecipação vai depender da dinâmica do primeiro pagamento.

Na mesma data em que o saque é liberado, o beneficiário também poderá transferir o valor para outra conta bancária pelo Caixa Tem (por meio de TED, DOC e Pix) . É uma opção para quem quiser fugir das filas nas agências e do risco de contaminação do coronavírus. A outra conta pode ser de qualquer banco e estar no nome de outra pessoa.

Confira o calendário completo

A transferência é feita pelo aplicativo Caixa Tem, sem o pagamento de tarifa. Segundo a Caixa, após o trabalhador pedir a transferência, o dinheiro normalmente entra na conta indicada no dia seguinte de manhã, que é o tempo para a compensação bancária.

  1. Acesse o aplicativo Caixa Tem
  2. Selecione a opção “Saque sem Cartão”. Essa opção só estará disponível a partir do dia em que o saque for liberado para o trabalhador
  3. Escolha a opção “Saque Auxílio Emergencial”
  4. Clique em “Gerar Código para Saque”
  5. Digite a senha para acesso ao Caixa Tem
  6. Como não há cartão para esta conta digital, será gerado um código autorizador para o saque nos caixas eletrônicos e nas casas lotéricas. Anote o número. Este código terá validade de 2 horas. Se ele expirar, pode ser gerado novamente
  7. No caixa eletrônico, digite o código autorizador no campo específico
  8. Na lotérica, informe o número para o atendente

Atenção! Será preciso informar o código autorizador emitido pelo aplicativo Caixa Tem para fazer o saque

Horário das agências

  • As agências da Caixa abrem das 8h às 13h
  • Para sacar o auxílio emergencial não é necessário ir à agência durante o horário do expediente
  • Como o saque pode ser feito no caixa eletrônico, é possível optar por horários alternativos e evitar filas

1 – Não saia de casa sem máscara de proteção

  • Nunca coloque a mão diretamente na máscara
  • Use os elásticos ou as tiras de amarrar para colocá-la e tirá-la
  • Certifique-se que a máscara está cobrindo nariz e queixo

2 – Mantenha distância social

  • Se precisar esperar na fila, procure ficar a mais de um metro e meio das outras pessoas
  • Dentro das agências, respeite o controle de acesso estipulado pelo banco
  • Haverá sinalização no chão, determinando a distância adequada entre as pessoas na calçada da agência

3 – No caixa eletrônico

  • Após usar o caixa eletrônico, higienize as mãos com álcool em gel
  • Mantenha as mãos longe do rosto

4 – Quando chegar em casa

  • Limpe o celular, a bolsa e a carteira com álcool 70%
  • Coloque a roupa do corpo para lavar e tome um banho
  • Fique atento ao que acontece ao seu redor para evitar assaltos
  • Não saque se tiver receio de alguém que está por perto
  • Não aceite ajuda de outras pessoas, exceto de funcionários da Caixa, identificados com uniforme e crachá
  • Se o caixa eletrônico parecer violado, não o utilize
  • Ao sacar o dinheiro, seja discreto e só conte o valor sacado em lugar reservado
  • Antes de deixar o caixa eletrônico, certifique-se de que a tela não ficou aberta para outros verem os seus dados

Agora São Paulo

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Saúde

Chega ao Brasil o primeiro lote de vacinas da Pfizer com 1 milhão de doses


Imagem: reprodução/TV Brasil

O primeiro lote de 1 milhão de doses de vacinas da Pfizer chegou hoje (29) no aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas (SP), por volta das 19h30. Segundo o Ministério da Saúde (MS), as doses deverão ser usadas prioritariamente nas capitais em razão das condições específicas de armazenamento, que precisa ocorrer em temperaturas muito baixas.

De acordo com o Ministério da Ssaúde, os entes federados receberão as doses de forma proporcional e igualitária. Os frascos serão entregues em temperaturas entre -25ºC e -15ºC. A conservação, nessa faixa de temperatura, pode ser feita apenas durante 14 dias. Se mantidas em temperaturas de armazenamento entre 2ºC e 8ºC, da rede frio dos estados, o prazo para aplicação das doses diminuiu para cinco dias.

Em razão das especificidades dessa vacina, o ministério informou que enviará ao estados as doses em duas etapas. Cada uma delas terá 500 mil doses e será referente, respectivamente, à primeira e segunda doses que cada cidadão deverá receber. Até serem despachadas aos entes da federação, as doses ficarão a -85ºC em 16 super geladeiras do Centro de Distribuição Logístico do Ministério da Saúde, em São Paulo.

“É uma logística específica para essa vacina por conta da cadeia de frio. Mas o Sistema Único de Saúde do Brasil está preparado para distribuir a vacina da Pfizer e todas as outras que forem aprovadas pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, destacou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nas redes sociais do ministério.

O governo brasileiro comprou 100 milhões de doses do imunizante da Pfizer. Em março, em reunião com a farmacêutica, o MS apresentou a previsão de que até junho seriam entregues 13,5 milhões.

Agência Brasil

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Geral

Anvisa trata acusações da Sputnik como ‘ataque a um país’ e expõe diálogos

Foto: divulgação

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) manteve o tom de confronto hoje com os desenvolvedores da vacina contra a covid-19 Sputnik V após negar a importação e o uso emergencial do imunizante russo no Brasil. O diretor-presidente da agência, Antônio Barra Torres, disse que as alegações dos russos de que a Anvisa mentiu são um “ataque feito a um país e a um Estado”.

Em resposta às críticas do Instituto Gamaleya e do Fundo de Investimento Direto da Rússia, responsáveis pela produção da Sputnik V, a Anvisa fez uma transmissão ao vivo nas redes públicas de TV e rádio do governo federal. A agência federal mostrou documentos da vacina e apoiou seus argumentos em diálogos com representantes do imunizante, expostos em trechos de vídeo mostrados na transmissão.

Barra Torres afirmou que o órgão não “mentiu” nem atuou de maneira “antiética” para negar a autorização para a importação e uso da vacina. Após a transmissão ao vivo, o diretor da Anvisa ainda deu uma entrevista coletiva em que criticou os ataques à agência e disse esperar uma resposta com “argumento científico” dos russos.

“Esperamos que esse problema seja solucionado com ciência, com argumento científico”, disse Barra Torres, reforçando que os problemas apontados pela Anvisa estão diretamente ligados à segurança do imunizante. “Ninguém vai ser vacinado com documento, as pessoas vão ser vacinadas com vacinas”, afirmou sobre a possibilidade de correção da documentação.

Anvisa mostrou documentos que embasaram veto à importação da Sputnik V. Segundo agência, números que mostram a presença de adenovírus replicante no imunizante deviam estar zerados – Imagem: reprodução

Já o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, reforçou que a documentação da vacina não provou ser segura quanto à presença do adenovírus replicante. “Uma vacina tem de proteger. Uma vacina não pode causar dano”, disse.

Mendes também afirmou que a fabricante da Sputnik V justificou a não replicação de apenas um dos componentes do tipo no imunizante, apesar de a vacina conter dois.

Para comprovar a tese, a agência apresentou diálogos com os desenvolvedores russos em que fez os apontamentos que justificaram o veto à importação. No entanto, a Anvisa afirma que não recebeu explicações suficientes que justificassem o aval para o imunizante.

Anvisa também mostrou trechos em vídeo de diálogos com representantes da vacina russa, em que eles tomam ciência das questões apontadas pela agência brasileira – Imagem: reprodução

Apesar do tom crítico em relação aos russos, Barra Torres tentou mediar o conflito e afirmou que o órgão “está sempre receptivo para avaliar novos estudos e informações que podem ser enviadas pelo desenvolvedor de vacina no processo de autorização de uso emergencial ou no pedido de importação”.

Diálogos

Nos trechos selecionados pela Anvisa da reunião virtual com representantes do Instituto Gamaleya, funcionários da agência brasileira expõem seus questionamentos sobre a presença do adenovírus replicante na produção do imunizante. A agência não identificou quem eram em específico os interlocutores. Confira o diálogo:

Representante da Anvisa 1
— Eu acho que fiz isso antes, mas, de qualquer forma, precisamos entender por que, uma vez que vocês detectaram a presença de adenovírus replicante na produção, por que vocês não voltaram ao desenvolvimento e escolheram um outro substrato celular que tivesse plasmídeos celulares construídos de uma forma que tivesse muitos poucos sites homólogos, que geralmente não permitem uma recombinação do adenovírus com as células.

Representante da Anvisa 2
— Eu ia dizer, quando vocês continuaram com esse desenvolvimento, qual foi a avaliação de risco conduzida para realmente avaliar o risco da presença dessas partículas na vacina? Porque será administrada em pessoas saudáveis. Então, qual a justificativa que vocês têm para seguir com esse desenvolvimento de uma vacina que será usada em pessoas saudáveis? Isso é algo que deveria ser considerado na avaliação de risco e nós querermos ter detalhes sobre isso.

Representante do laboratório russo interpretado por tradutora contratada pelo Instituto Gamaleya
– Então talvez eu vou traduzir um pouquinho aquilo que acabam de dizer os representantes da Gamaleya. Eles disseram que para a produção da vacina usaram uma linha de células caracterizada, o que pode ter seus defeitos e claro que vocês têm razão que talvez possamos ter ido atrás, fazer um passo atrás, e começar usando uma nova substância, mas dizem que esse processo devia ter ocupado muito tempo, assim nós optamos por outra, por a mesma substância que usamos no 
início.

A Anvisa afirma que as pausas dos russos chegaram a quatro minutos enquanto discutiam os questionamentos feitos pela agência brasileira, mas que a tradutora contratada por eles não traduziu esses momentos. Por fim, a Anvisa mostrou um trecho em que os russos dão a entender que têm consciência da solicitação feita pela agência brasileira.

Representante do laboratório russo
— Nós recebemos a questão e talvez depois dessa reunião nós podemos receber novas questões depois da reunião, seria de muita ajuda para 
nós.

Decisão polêmica

A decisão que impediu a importação do imunizante foi tomada na última segunda-feira (26), quando a diretoria da entidade proferiu um voto unânime contra a vacina. Para basear sua posição, o relator do caso, o diretor Alex Machado Campos, pediu que três técnicos explanassem sobre os possíveis problemas que teriam encontrado nos documentos russos.

Ao falar, Gustavo Mendes, informou que a Sputnik V poderia ser “prejudicial à saúde humana”. Isso porque, segundo a Anvisa, a vacina usa um tipo de vírus que naturalmente se replica.

“Isso significa que o vírus que deve ser utilizado apenas para carregar material genético do coronavírus para as células humanas e, assim, promover a resposta imune, ele mesmo se replica, e isso é uma não conformidade grave”, disse à época.

O colegiado da agência tinha se reunido de forma extraordinária para cumprir decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski, que havia concedido um prazo de 30 dias para que o órgão regulador decidisse sobre o uso do imunizante.

Ontem (28), o Consórcio Nordeste solicitou à agência “o acesso integral” dos documentos que embasaram a decisão da Anvisa. Os governadores avaliam acionar o STF (Supremo Tribunal Federal) para a aprovação do imunizante russo.

O pedido de uso emergencial da Sputnik V foi protocolado pela União Química, responsável pela vacina no Brasil, no dia 25 de março. O UOL questionou o laboratório brasileiro sobre os argumentos da Anvisa e aguarda uma resposta.

UOL

Opinião dos leitores

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Economia

BNDES suspende cobrança de empréstimos de micro e pequenas empresas


Foto: PAULO VITOR/AGÊNCIA ESTADO

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou, nesta quinta-feira (29/4), nova rodada de suspensão temporária da cobrança de empréstimos.

Desta vez, o foco serão os micro e pequenos empresas de diversos setores econômicos que contrataram empréstimos por meio de instituições financeiras credenciadas.

O período de pausa nos pagamentos será de até seis meses e também há a possibilidade de prorrogação do prazo total de financiamento em até 18 meses, o que não estava previsto na suspensão oferecida no ano passado.

O BNDES estima que mais de 100 mil empresas possam ter pagamentos suspensos, em valor potencial de R$ 2,9 bilhões, em operações contratadas com base na Taxa de Longo Prazo (TLP).

Uma solução similar já foi disponibilizada em 2020. A prática de suspensão de pagamentos, conhecida no mercado como “standstill”, contou com duas rodadas no ano passado, totalizando R$ 3,1 bilhões em pagamentos de financiamentos indiretos automáticos suspensos, beneficiando quase 29 mil empresas com 2,5 milhões de trabalhadores.

A suspensão das prestações deverá ser negociada pelo empreendedor diretamente com o agente financeiro que concedeu o financiamento original. Os pedidos podem ser feitos a partir desta quinta.

Não estão incluídos nesta suspensão os empréstimos tomados na modalidade do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (PEAC) ou quaisquer outros que contam com algum fundo garantidor ou subvenção econômica; aqueles tomados para negócios envolvendo comércio exterior ou contratados pela administração pública; e dívidas agrícolas já renegociadas.

Metrópoles

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Judiciário

Lewandowski, do STF, mantém Renan Calheiros como relator da CPI da Covid

Foto: EDILSON RODRIGUES/AGÊNCIA SENADO – 29.04.2021

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou, nesta quinta-feira (29), liminar e manteve o senador Renan Calheiros (MDB-AL) como relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da covid-19.

A CPI, que tem o objetivo de investigar possíveis omissões do governo federal na pandemia de covid-19 e repasses de verbas federais aos Estados e Municípios, foi instalada no Senado Federal na última terça-feira (27). Na ocasião, foram eleitos presidente e vice-presidente: Omar Aziz (PSD-AM) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), respectivamente. Aziz, por sua vez, designou Calheiros para a relatoria.

Calheiros é oposição ao governo de Jair Bolsonaro, o que provocou ofensiva de senadores governistas, que judicializaram a questão. Na última quarta-feira (29), Eduardo Girão (Podemos-CE), Marcos Rogério (DEM-RO) e Jorginho Mello (PL-SC) acionaram a Suprema Corte para barrar o alagoano na relatoria.

O argumento usado é de que o relator é pai do governador de Alagoas, Renan Filho, e fere, portanto, os princípios da moralidade e da impessoalidade. Calheiros, contudo, já havia se declarado parcial para analisar qualquer tema que envolva o Estado na CPI. Nesse caso, a ideia é que a área seja analisada por um sub-relator.

Na decisão, Lewandowski afirma que “tudo indica cingir-se o ato impugnado nesta ação mandamental a um conflito interpretação de normas regimentais do Congresso Nacional e de atos de natureza política, os quais, por constituírem matéria de cunho interna corporis, escapa à apreciação do Judiciário”.

O ministro do STF avalia ainda que seria necessário “examinar as normas internas do Senado Federal, bem assim os atos até aqui praticados pelo Presidente da CPI e demais parlamentares que a integram, especialmente quanto ao escopo e alcance da CPI em comento” – matéria incubida ao Legislativo, e não ao crivo do Judiciário.

R7

Opinião dos leitores

  1. Como disse em alto e bom tom o MINISTRO JOAQUIM BARBOSA, como lhe era peculiar, esse rapaz é um reles chicaneiro, por sinal, como é do conhecimento de todos, essa é a pior composição do plenário do STF de todos os tempos. A nação devia exigir a mudança nas indicações desses príncipes de Maquiavel.

  2. Nesse momento, Bozo grita de dentro do banheiro: “Tragam mais papel higiênico…os três rolos acabaram’…kkkkkkkk

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Saúde

COVID: Brasil registra 3.001 óbitos e 69 mil novos casos nas últimas 24h; Número de mortes passa de 400 mil

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quarta-feira (28):

– O país registrou 3.001 óbitos nas últimas 24h, totalizando 401.186 mortes;

– Foram 69.389 novos casos de coronavírus registrados, no total 14.590.678 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 13.152.118, com o registro de mais 59.404 pacientes curados. Outros 1.097.374 pacientes estão em acompanhamento.

Opinião dos leitores

  1. Isso é surreal..pra muita gente é só um número…mas há 400 mil pessoas enterradas e milhares de famílias em luto…pessoas que JAMAIS tornarão a ver seus pais, mães, filhos, etc…
    Pessoas que tiveram a vida destruída por essa doença maldita…😔😔😔😔

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Saúde

Ministério da Saúde enviará lote extra exclusivo para 2ª dose da Coronavac; Serão entregues 420 mil doses aos estados


Foto: SERGEY DOLZHENKO/EFE/EPA – 20.04.2021

O Ministério da Saúde entregará aos estados mais 420 mil doses da Coronavac no fim de semana. O novo lote produzido pelo Instituto Butantã será exclusivo para a 2ª dose. A informação foi divulgada pela governadora Fátima Bezerra, nas redes sociais, nesta quinta-feira (29).

“Acabo de receber a informação de que o Instituto @butantanoficial estará fazendo a entrega de 420 mil doses ao @minsaude, destinadas exatamente às pessoas que aguardam para a 2ª dose. A previsão é que o Ministério distribua aos Estados nesse fim de semana”, escreveu Fátima em seu perfil no Twitter.

O Instituto Butantan, que produz a vacina no Brasil, anunciou na quarta (28) o envio de 600 mil doses ao Ministério da Saúde na próxima sexta (30).

No RN, cerca de 56 mil pessoas estão com a 2ª dose da Coronavac atrasada.

 

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Saúde

Embora não previna, vacina pneumocócica age contra complicações da Covid-19, e tem sido recomenda por médicos

Foto: HVesna/Pixabay

Como forma de prevenir casos de pneumonia bacteriana (doença pneumocócica), que podem se somar às complicações causadas pela Covid-19, médicos têm recomendado a adultos a vacina pneumocócica 13-valente –conjugada (VPC13).

Embora não previna contra o novo coronavírus, a ideia é proteger o organismo de agravamentos causados por outras doenças responsáveis por pneumonias. Especialistas consultados pela CNN Brasil recomendam que o imunizante seja usado principalmente por pessoas dos grupos de risco preconizados pelo Ministério da Saúde.

A vacina pneumocócica 13-valente – conjugada (VPC13) previne infecções causadas pela bactéria Streptococcos pneumoniae. O microrganismo conhecido como pneumococo é responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, bacteremia, septicemia e otite.

Além da VPC13, existem outros dois tipos de vacinas pneumocócicas registradas no Brasil: a vacina pneumocócica 10-valente – conjugada (VPC10) e a vacina pneumocócica 23-valente –polissacarídica (VPP23), que apresentam pequenas variações na composição, mas têm o mesmo objetivo de proteger contra doenças graves causadas por pneumococos.

Recomendações

O Ministério da Saúde recomenda o uso da VPC13 em esquema de três doses durante o primeiro ano de vida, com início a partir dos 2 meses de idade, além de uma quarta dose entre 12 e 15 meses e, no mínimo, dois meses após a terceira dose.

As crianças entre 1 e 2 anos ainda não vacinadas devem receber duas doses, sem necessidade de reforço. Crianças entre 2 e 5 anos de idade recebem dose única. Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a VPC13 previne cerca de 90% das doenças graves (pneumonia, meningite, otite) em crianças.

Crianças maiores de seis anos, adolescentes e adultos e idosos com doenças crônicas que justifiquem a vacinação, que não tenham sido imunizados na infância, devem tomar uma dose única. (veja quadro abaixo)

(Foto: Reprodução/CNN Brasil)

Uso da vacina em relação à Covid-19 é questionado

A pneumonia bacteriana está entre as complicações causadas pelo uso prolongado de ventilação mecânica, recurso que vem sendo utilizado com frequência em pacientes graves de Covid-19. No entanto, não há uma relação direta entre a doença pneumocócica e a Covid-19, segundo a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai.

“O pneumococo não é uma bactéria que comumente causa infecção nos pacientes com Covid-19. Portanto, não há a recomendação técnica da vacinação contra o pneumococo para uma população que a gente não considera de risco por conta da Covid-19”, afirma Isabella.

Ela explica que a pneumonia causada por pneumococos é uma das complicações mais comuns da gripe, outra infecção respiratória, mas causada por vírus do tipo influenza. E que a gripe aumenta a susceptibilidade do indivíduo e facilita a infecção pelo pneumococo.

Oferta pelo SUS

A vice-presidente da SBIm reforça que as pessoas que fazem parte dos grupos recomendados pelo Ministério da Saúde devem buscar a vacinação junto à rede pública, nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs), disponíveis em todas as regiões do Brasil. “A vacina disponível nos CRIEs está sobrando. Muitas vezes, médicos e a população em geral desconhecem a disponibilidade dos CRIEs”, afirma.

A especialista destacou, ainda, a importância da imunização entre as crianças menores de seis anos. A vacina pneumocócica 10-valente – conjugada (VPC10) é oferecida de forma gratuita para esse público nos postos de saúde. “A cobertura vacinal está em torno de 60 a 70%, essas crianças precisam ser vacinadas. Para quem tem condições, uma opção é a vacina pneumocócica 13 na rede privada, também indicada para menores de 6 anos”, ressaltou.

A médica infectologista Rosana Richtmann, do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, afirma que a vacina oferece uma proteção a mais contra a pneumonia bacteriana, mas não deve ser alvo de corrida às clínicas pela população. “A indicação mais formal seria para a população acima de 50 anos, que teria maior risco de ter esse tipo de pneumonia”, afirmou Rosana.

A infectologista também reforçou a importância da imunização dos grupos prioritários. “As pessoas que fazem parte deles devem procurar a imunização o quanto antes. É um direito, e elas não precisam pagar para receber essa vacina”, ressaltou.

Sobre a bactéria pneumococo

O pneumococo (Streptococcus pneumoniae) é uma bactéria encontrada nas mucosas da orofaringe (parte da garganta localizada atrás da boca) e nasofaringe (parte superior das vias aéreas que serve de passagem a partir do nariz à garganta).

O microrganismo pode levar a infecções graves nos pulmões (pneumonia), no sangue (bacteremia, sepse) e na membrana que reveste o cérebro (meningite). As infecções mais invasivas, como a sepse e a meningite podem provocar quadros clínicos graves, levando à hospitalização e à morte. Segundo os especialistas, as vacinas são a melhor forma de proteção contra o pneumococo.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Os “coronalovers”, os verdadeiros negacionistas, que negam os efeitos benéficos de quaisquer remédios que possam ajudar no combate ao vírus, logo iniciarão uma campanha para impedir o uso dessa vacina. São incrivelmente previsíveis para o mal.

    1. A direita honesta do Brasil gosta tanto desses remédios infalíveis que se vacina escondido. Para os outros cloroquina para mim vacina ( por baixo do pano)

  2. BG, fala da pressão que vocês fizeram para o governo do RN usar todas as vacinas. Agora que tá faltando tão tudo calado.

    1. Vacinas estão chegando ao RN a todo momento. Não há falta de vacinas. No máximo, pode haver pequeno atraso, haja vista a enorme demanda e a grande velocidade de vacinação no Brasil. Mas, vacina é mesmo para ser aplicada, não traz qualquer benefício se permanecer estocada, sem uso.

    2. Tá pedindo demais Rivanaldo… Os Minions são infalíveis…eles não erram…e jamais reconheceriam um erro.
      Esqueça!

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Clima

Grande volume de chuvas foi registrado na região Oeste nas últimas 24 horas; no RN, pelo menos 47 cidades foram “banhadas”

Foto: Emparn

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) registrou chuvas em pelo menos 47 municípios potiguares nas últimas 24 horas. O período monitorado ocorreu entre 07h dessa quarta-feira(28) e 07 desta quinta-feira(29). Destaque para o bom volume na região Oeste, especialmente, em Rodolfo Fernandes(102mm), Viçosa(102 mm), Portalegre(88 mm), Pau dos Ferros(75 mm), Riacho da Cruz(74,7 mm) e Serrinha dos Pintos(70 mm).

Veja o volume de chuvas pelas cidade, por regiões:

OESTE POTIGUAR

Rodolfo Fernandes(Prefeitura) 102,0
Viçosa(Prefeitura) 102,0
Portalegre(Particular) 88,8
Pau Dos Ferros(Particular) 75,0
Riacho Da Cruz(Emater) 74,7
Serrinha Dos Pintos(Prefeitura) 70,0
Antônio Martins(Emater) 65,0
Francisco Dantas(Emater) 60,0
Martins(Particular) 59,5
Apodi(Base Fisica Emparn) 52,8
Campo Grande(Particular 2) 52,8
São Francisco Do Oeste(Prefeitura) 49,0
Campo Grande(Particular) 43,6
Caraúbas(Particular) 43,5
Felipe Guerra(Prefeitura) 42,0
Paraná(Emater) 37,0
Água Nova(Prefeitura) 35,0
João Dias(Emater) 29,6
Tenente Ananias(Emater-st Mororo) 28,3
Coronel João Pessoa(Emater) 23,9
Severiano Melo(Prefeitura) 23,0
José Da Penha(Emater) 22,9
Assu(Emater/st. Casa Forte) 20,6
Ipanguaçu(Base Fisica Da Emparn) 20,1
Itajá(Emater) 20,0
Olho D’agua Dos Borges(Particular) 18,0
Areia Branca(Emater) 17,7
Major Sales(Prefeitura) 17,5
Riacho De Santana(Emater) 17,0
Rafael Fernandes(Emater) 12,5
Porto Do Mangue(Prefeitura) 11,0
São Rafael(Emater) 10,0
Ipanguaçu(Emater) 9,6
São Rafael(Particular Ii) 7,7
Janduís(Emater) 7,0
Jucurutu(Emater-pedra do Navio) 2,5
Tibau(Prefeitura) 1,0

CENTRAL POTIGUAR

Florânia(Sitio Jucuri) 58,5
São Fernando(Emater) 27,0
Macau(Defesa Civil (ex-emater)) 12,5
Timbaúba Dos Batistas(Prefeitura-fz. Timbauba) 11,0
São João Do Sabugi(Emater) 7,5
Fernando Pedroza(Emater) 4,3

AGRESTE POTIGUAR

Boa Saúde(Emater) 31,2
Serrinha(Emater) 15,9
Lagoa De Pedras(Prefeitura) 10,5
Monte Alegre(Emater) 10,0
Monte Das Gameleiras(Emater) 8,2
São Pedro(Emater) 3,0

LESTE POTIGUAR

Montanhas(Prefeitura) 1,1

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Saúde

CONMEBOL COM 50 MIL DOSES: Seleções da Copa América e times da Liberta e Sula serão vacinados contra a Covid; restante para times da elite de cada país

Foto: Reprodução/Twitter

A Conmebol anunciou nesta sexta-feira o início da distribuição das doses de vacina contra a Covid-19, recebidas como doação da fabricante Sinovac. A confederação enviará os lotes às federações nacionais, que terão a responsabilidade de fiscalizar o uso correto das doses destinadas a atletas e membros de comissão técnica e prestarão contas depois à confederação.

De acordo com a Conmebol, os primeiros a serem vacinados serão os membros das equipes que participarão da Copa América, que começará em junho, e dos times que disputam os torneios internacionais do continente – a Copa Libertadores e a Copa Sul-Americana. Depois, equipes masculinas e femininas da primeira divisão de cada país-membro também receberão doses, assim como árbitros e outros envolvidos na organização dos jogos.

A confederação sul-americana afirma que elaborou um protocolo que “praticamente garante que cada dose tem um nome e sobrenome”, não podendo ser desviada para pessoas que não fazem parte do público-alvo. As doses utilizadas serão registradas junto ao Ministério da Saúde de cada país, para manter o controle relacionado aos programas nacionais de vacinação. E o Departamento de Ética da Conmebol vai monitorar a prestação de contas.

Caso haja sobra, as próprias federações deverão destinar as doses outras pessoas, com aprovação prévia da Conmebol e devida identificação de quem for as utilizar.

Em comunicado divulgado no último dia 22, a Conmebol ressaltou que o lote foi “fabricado especialmente para o futebol sul-americano e que, de nenhum modo, são vacinas destinadas a qualquer outro fim”. A entidade reiterou que “o processo de distribuição dos imunizantes começará nos diferentes países, em estrito cumprimento das normas legais e sanitárias em vigor em cada um deles”. A legislação brasileira veda o uso de vacinas contra coronavírus por entidades privadas.

A CBF precisa de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para receber as doses. O órgão informou que ainda não foi consultado pela Confederação Brasileira de Futebol sobre o tema.

A CBF ainda não se manifestou publicamente sobre a doação de doses pela Sinovac à Conmebol. No entanto, o presidente da entidade brasileira, Rogério Caboclo, já demonstrou interesse em adquirir vacinas, desde que o Congresso libere. A aquisição de imunizantes pela iniciativa privada está em discussão na Câmara dos Deputados.

A doação das 50 mil doses pela Sinovac faz parte de um acordo de exposição do laboratório chinês, que se anuncia como “parceiro oficial de saúde” da Copa América. A Conmebol, porém, reitera que não há uma transação comercial. Como os grandes fabricantes de vacina não negociam com empresas privadas, mas apenas com Estados, a solução encontrada foi uma intermediação do governo do Uruguai, que recebeu as 50 mil doses.

Globo Esporte

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