A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta sexta-feira(19). Foram mais 690 casos confirmados, totalizando 183.089. Até quarta-feira (17), data da última divulgação, eram 182.399 infectados.
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 4.084 no total, sendo 14 mortes registradas nas últimas 24h, (08 dessas mortes na capital potiguar).
A Sesap ainda registrou 46 óbitos ocorridos em dias ou semanas anteriores, após a confirmação de exames laboratoriais. Até quarta-feira (17), data da última atualização, eram contabilizados 4.024 mortos. Óbitos em investigação são 888.
Casos suspeitos somam 63.688 e descartados 390.084. Recuperados são 133.092.
Poderia fazer uma estatística desse óbitos, descriminando idade, sexo, se existia doença preexistente, região etc. Acredito que seria mais esclarecedor pra a sociedade.
Esses números deveriam ser auditados, pois os outros tipos de mortes simplesmente desapareceram por aqui, nos estados do nordeste, SP e DF.
Os cartórios só registram mortes por covid, de repente, não mais que de repente, outras doenças deixaram de matar. Deve ser coincidência ou consequência de algum programa de saúde dos estados que acabou com todas as outras doenças.
Ora, ora. Temos um Sherlock Holmes aqui!!!
Você seria muito mais útil à sociedade se pegasse essas informações preciosas que tem e denunciasse nas esferas apropriadas. Agora, se for só achismo , é melhor você tomar vergonha na cara antes de escrever qualquer besteira na internet. A troco de quê? Fanatismo doentio correndo seu cérebro.
Bruno, bom dia. Gostaria muito de ler um editorial sobre as diferenças dos números do CRC (https://transparencia.registrocivil.org.br/especial-covid), consórcio de veículos de imprensa e Secretarias de Saúde (que são consolidados pelo SUS). Os cartórios não confirmam esses números da imprensa e das Secretarias de Saúde…
Existe uma diferença enorme entre os números divulgados pela Sec. de Saúde e os cartórios.
Isso já foi noticiado, porém a única desculpa esfarrapada que deram, e temos que aceitar, é que os registros de óbtos nos cartórios são registrados de forma mais lenta. E daí? Se não pode ser consolidado os números dentro do mês, compara 60, 90, 120, 150, 180 dias atrás, ou não pode ser feito o comparativo?
Seria simples, agora em março 2021 comparar os números divulgados pela Sec de Saúde e dos cartórios nos últimos 08 meses até final de janeiro 2021. No final de abril, entraria fevereiro, no final maio fecha março e assim sucessivamente. Tem faltado transparência nessa contagem de fonte única.
Qual a dificuldade nisso? A única informação que podemos ter é a divulgada pela Sec. Saúde?
O que deu acho interessante é que esses óbitos em investigação nunca diminui.
E antes quanto os cofres estavam cheios do dinheiro que bolsonaro mandou não realizava tantos exames laboratoriais como agora.
Porque será?????
Deixa de falar besteira e vai passear nos hospitais e upas para vc ver o desmantelo ou quer que desenhe.
Só faz aumentar né? E o mais estranho ainda, é que no Brasil inteiro, são pouco mais de 3 mil óbitos em investigação. Ou seja, o RN sozinho responde por cerca de 30 % dessas investigações.
Henrique, em momento algum falei que os hospitais estão vazios. O que falei foi que ficam repassando esses óbitos em investigação e do nada começa a sair um monte de resultados de uma vez
[VÍDEO] “ENROLOU MAIS AINDA”: Jornalista do SBT cita crítica de adversário e questiona Lula sobre o Desenrola https://t.co/3v5qzZTzNb https://t.co/u8ouoCqEap
Durante sabatina concedida a jornalistas do SBT na noite desta segunda-feira (19), o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi confrontado sobre as falhas e o baixo impacto prático das etapas anteriores do programa Desenrola. Questionado por uma das jornalistas sobre as críticas da oposição, que apontou que o governo teria “enrolado mais ainda”, Lula rejeitou o argumento.
“Não, senhor, não, não é verdade”, rebateu o presidente, destacando que a primeira etapa do programa auxiliou quase 15 milhões de pessoas. Diante de indagações sobre a eficácia das versões anteriores, o chefe do Executivo explicou o funcionamento do novo modelo.
Segundo Lula, o governo planeja adquirir a dívida dos brasileiros junto aos bancos, estimada em cerca de R$ 300 bilhões por meio de um leilão com deságio projetado entre “92, 93, até 95%”, o que classificou como uma compra a “preço de banana”. Após a quitação do débito, o cidadão contemplado receberá “um Pix de cinco mil reais” para “recomeçar sua vida”, com a ressalva de que o valor “não é empréstimo”.
O presidente também brincou sobre a nomenclatura da iniciativa, afirmando que a medida “poderia ser Recomeçar, mas a gente não pode mudar de nome”.
A entrevista ocorre na reta final da campanha para o segundo turno das eleições presidenciais, que será disputado no próximo domingo (25) entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Durante sabatina realizada no SBT nesta segunda-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, voltou a defender a manutenção das saídas temporárias de detentos, conhecidas popularmente como “saidinhas”. Questionado sobre o tema em meio ao debate de segurança pública e ao clamor popular por rigores maiores contra a criminalidade, Lula argumentou que o benefício está atrelado ao direito fundamental de convivência familiar.
Segundo o presidente, a medida deve ser analisada sob a ótica dos direitos humanos e da ressocialização. Ele pontuou que, caso um cidadão seja detido por um delito de menor gravidade e mantenha vínculos familiares com pais, mães, cônjuges ou filhos, é compreensível que possa ter o induto para visitar os parentes, dependendo do comportamento apresentado na prisão.
“A ‘saidinha’ é uma questão de direito das pessoas com viver em família”, declarou Lula durante a entrevista. O candidato à reeleição acrescentou que o sistema prisional precisa ter como objetivo central a tentativa de recuperar os indivíduos.
Questionado sobre casos em que beneficiados pelo induto voltam a cometer crimes, Lula ponderou que eventuais reincidências de uma minoria não devem justificar a punição generalizada de centenas de milhares de detentos. “Você não pode, por causa de dois ou três, punir centenas ou milhares de pessoas. Nós acreditamos na possibilidade de recuperar”, concluiu Lula.
[VÍDEO] Bloquinho do 22: Flávio Bolsonaro mobiliza multidão no Amazonas ao lado de deputados recordistas de votos https://t.co/XPEjMehzjK https://t.co/iYqhHUrZxb
A seis dias do segundo turno das eleições, marcado para o próximo domingo (25), o candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, participou nesta segunda-feira (19) do ato político “Bloquinho do 22”, realizado na praia da Ponta Negra, zona oeste de Manaus (AM). O evento também contou com a presença dos deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP).
Nikolas e Pavanato chegam ao evento embalados pelos expressivos resultados das eleições de 2026. O parlamentar mineiro fez história ao se tornar o deputado federal mais votado do Brasil, alcançando a marca de 3.119.051 votos. Logo atrás no ranking nacional, o paulista Lucas Pavanato garantiu a segunda colocação com 3.038.438 votos.
A concentração de apoiadores teve início às 18h nas proximidades da Praça dos Cocos, com caminhada a partir das 19h em direção ao Tropical Hotel Amazônia. Registros compartilhados nas redes sociais evidenciaram a mobilização de simpatizantes com bandeiras do Brasil, adereços de campanha e celulares com as lanternas acesas ao longo do percurso.
O ato contou ainda com a presença de lideranças regionais do Partido Liberal, entre elas a candidata ao governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo, o deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM) e o vereador manauara sargento Salazar.
Com a proximidade do pleito, que definirá tanto o comando do Palácio do Planalto entre Flávio e Lula quanto o governo do estado do Amazonas, a campanha intensifica a agenda nas capitais para consolidar bases eleitorais na reta final da disputa.
Na reta final para a definição do segundo turno presidencial, o debate entre os candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi marcado por um tom considerado degradante e, em partes, grotesco. Contudo, na avaliação do jornalista William Waack em análise para a CNN, o confronto televisivo não aparenta ter sido decisivo a ponto de alterar de forma significativa o panorama da disputa eleitoral.
Segundo o levantamento do cenário atual, Flávio Bolsonaro mantém uma vantagem numérica reduzida, mas constante, sobre Lula nas pesquisas de intenção de voto mais recentes. De acordo com a análise, esse quadro não difere substancialmente daquele observado dias antes do primeiro confronto direto entre os candidatos. Embora Lula tenha buscado alguma recuperação em relação aos resultados iniciais do primeiro turno, o saldo final do debate não provocou uma reviravolta nas urnas.
A gente já conta em horas, não mais em dias, o que falta para a decisão do segundo turno,mas 120 do momento em que essa edição do WW está indo para o ar.A vantagem reduzida de Flávio, ela se mantém sobre Lula de acordo com as últimas quatro pesquisas.Essa vantagem, aguenta esse número de horas?Esse quadro deste momento, agora, desse instante, não era muito diferente do quadro de uns dois dias atrás”, comentou.
Para Waack, a explicação para a estabilidade do eleitorado, mesmo diante de um espetáculo político considerado áspero reside em fatores econômicos de grande amplitude que pesam diretamente na percepção popular. Enquanto os debates focam em estratégias e embates de palanque, o cotidiano da população é guiado por três indicadores básicos e concretos: o custo do carrinho de supermercado, o endividamento bancário e a capacidade real de consumo.
Na visão de analistas políticos, quando a inflação corrói o poder de compra e o crédito aperta o orçamento familiar, o desgaste recresce sobre quem está no poder. A fórmula simples explica o clima de tensão, angústias e acusações que dominam os momentos finais da campanha.
Por outro lado, o analista aponta que uma parcela significativa do eleitorado pouco se orienta por conceitos técnicos tradicionais de macroeconomia, como PIB, déficit nominal ou buraco fiscal na hora de definir seu voto. Essa desconexão entre o debate técnico-ideológico e a realidade econômica do dia a ajuda a explicar por que embates altamente esperados acabam gerando forte repercussão retórica, mas geram impacto limitado na correlação de forças nas urnas.
A deputada federal Duda Salabert (PDT-MG) protocolou uma representação no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados contra o deputado federal General Girão (PL-RN). A medida foi motivada pela participação do parlamentar potiguar em um ato político no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal, que culminou em confrontos físicos e agressões entre estudantes e manifestantes.
De acordo com a parlamentar mineira, a presença e a conduta do deputado teriam incentivado o clima de tensão no ambiente universitário. Em publicação nas redes sociais, Duda Salabert classificou o episódio como inaceitável e destacou que instituições de ensino devem ser preservadas de atos de intimidação.
ACIONEI O CONSELHO DE ÉTICA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS CONTRA O DEPUTADO GENERAL GIRÃO (PL)!
É inadmissível que um parlamentar participe de um ato político dentro da UFRN, fomentando agressões físicas entre estudantes.
A universidade é espaço de conhecimento, liberdade e democracia, não de intimidação e violência política!
O Conselho de Ética precisa apurar a conduta do deputado e sua responsabilidade nos acontecimentos.
Mandato parlamentar não é licença para abuso de autoridade
“É inadmissível que um parlamentar participe de um ato político dentro da UFRN, fomentando agressões físicas entre estudantes. A universidade é espaço de conhecimento, liberdade e democracia, não de intimidação e violência política. Mandato parlamentar não é licença para abuso de autoridade”, declarou a deputada.
No pedido encaminhado ao colegiado, Salabert solicita que o Conselho de Ética apure formalmente a responsabilidade de General Girão nos acontecimentos e determine se houve quebra de decoro parlamentar.
Um grave acidente ocorrido nesta segunda-feira (19) resultou na morte de 14 pessoas, entre as quais 12 são mulheres. A tragédia aconteceu no município de Santa Bárbara de Iscuandé, no sudoeste da Colômbia. O desastre foi provocado pelo desabamento de uma mina de ouro que operava clandestinamente, sem os registros e licenças ambientais exigidos pelas autoridades locais.
O colapso das estruturas ocorreu na zona rural da cidade, mobilizando equipes de resgate e moradores da região nas buscas por sobreviventes. A atividade garimpeira não autorizada no local expunha diariamente dezenas de trabalhadores a condições extremas de vulnerabilidade e insegurança.
Diante do impacto do desastre, a Organização das Nações Unidas (ONU) na Colômbia fez um apelo urgente para que os órgãos do Sistema Nacional de Gestão do Risco de Desastres intensifiquem as ações de socorro na área afetada. A prioridade imediata é garantir o resgate e atendimento médico aos feridos, além de prestar assistência humanitária e psicológica às famílias das vítimas fatais.
As autoridades colombianas devem instaurar uma investigação para apurar as responsabilidades pelo funcionamento irregular do garimpo.
A campanha do presidente Lula (PT) apontou que a grande sacada do petista no debate da Band, no domingo (18/10), foi propor ao senador Flávio Bolsonaro (PL) o desafio de abrir seus sigilos bancário e telefônico.
De acordo com o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, Lula lançou o desafio porque sabe que, apesar de criativa, a proposta não teria tanto impacto para ele. Primeiro, pelo óbvio: o atual presidente da República é conhecido nos círculos políticos por sua aversão a celulares.
O petista não tem um aparelho pessoal nem WhatsApp, e só começou a fazer selfies com celular na campanha eleitoral após terminar o primeiro turno numericamente atrás do candidato do PL ao Palácio do Planalto.
Quando precisa acionar uma autoridade, Lula usa o aparelho de seus auxiliares, como fazia com Marco Aurélio Santana, o Marcola, ex-chefe de gabinete da Presidência, que não está incluído no desafio de Lula a Flávio.
Inócuo também é achar que a conta bancária do presidente da República revelará algum ilícito. Longe de acusar o presidente, mas qualquer deputado do baixo clero sabe que não se recebe propina em conta pessoal.
A ideia de que o acesso às contas pessoais revelaria alguma coisa é tão absurda quanto achar que um candidato declararia dinheiro irregular na prestação de contas à Justiça Eleitoral.
Uma movimentação bancária suspeita de uma pessoa politicamente exposta como Lula e seus familiares seria facilmente identificada por órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
O próprio sigilo bancário de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, caiu nas mãos da CPMI do INSS e acabou vazando para a imprensa, sem grandes revelações, como destacou na época o advogado Marco Aurélio de Carvalho.
Mesmo sem grandes novidades em sua conta bancária, Lulinha acabou virando alvo de vários inquéritos no STF por sua relação suspeita com a lobista Roberta Luchsinger, a quem Lula chama de “picareta” e diz não ter conhecido.
Lula deveria abrir sigilos de suas visitas
E é justamente aqui que Lula deveria ser transparente. Enquanto promete abrir o sigilo de seu inexistente celular e de sua conta bancária, mantém fechados registros que, aí sim, poderiam ajudar a comprovar sua idoneidade.
Lula poderia, por exemplo, abrir a lista de visitantes do Palácio da Alvorada ao longo de seu mandato para provar que Luchsinger e outras personalidades, como Daniel Vorcaro, não eram assíduos na residência presidencial.
Também poderia abrir as listas de passageiros que embarcam com ele nos voos da Força Aérea Brasileira (FAB). Afinal, o eleitorado poderia saber quem teve acesso ao mandatário durante as horas de voo em viagens.
O desafio muito mais interessante, portanto, seria Lula cumprir a promessa feita em 2022, quando disse que acabaria com os sigilos de 100 anos impostos pelo governo Bolsonaro e daria mais transparência às suas atividades.
Em meio à reta final da campanha presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL) foi às redes sociais para desmentir narrativas do PT e esclarecer a proposta de modernização dos programas sociais do seu eventual governo. O candidato reiterou que o Bolsa Família não terá cortes e que a transição de dois anos no programa se aplicará exclusivamente aos beneficiários que conquistarem um emprego formal ou abrirem o próprio negócio, garantindo segurança financeira durante a inserção no mercado de trabalho.
A manifestação do senador ocorre em resposta às interpretações da oposição sobre declarações da coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, em entrevista à CBN Bahia na última segunda-feira (19). A ala governista aproveitou o episódio para tentar associar a proposta de ajuste fiscal do candidato do PL, que prevê a redução de R$ 200 bilhões em gastos públicos com foco na eficiência do Estado a eventuais prejuízos aos assistidos pelo programa.
Integrantes do entorno de Flávio ressaltam que o objetivo central das medidas econômicas é enxugar o inchaço da máquina estatal e combater desperdícios, preservando e fortalecendo os investimentos essenciais em assistência social. Segundo aliados, o plano do candidato busca aliar responsabilidade fiscal à valorização da autonomia dos cidadãos, incentivando a geração de empregos como a principal porta de saída da dependência estatal.
Reta final de campanha e preparação para debate
Nesta semana decisiva, Flávio Bolsonaro cumpre uma rotina intensa de compromissos para consolidar o apoio dos eleitores. Na quarta-feira (21), o candidato cumpre agenda em São Paulo e no Ceará, estado onde aliados trabalham para ampliar a votação no Nordeste.
Na sequência, o senador concentrará a agenda no Rio de Janeiro para se preparar para o último debate presidencial, transmitido pela TV Globo na próxima sexta-feira (23). O encerramento da campanha está previsto para o sábado (24), véspera da votação do segundo turno, com eventos estratégicos em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.
Até o fim da disputa, a expectativa da campanha é intensificar o discurso de proteção às famílias de baixa renda, demonstrando que o equilíbrio das contas públicas é o caminho sustentável para manter o amparo social e impulsionar o crescimento do país.
Uma declaração dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate da TV Band repercutiu internacionalmente e gerou dura reação do advogado americano Martin De Luca, que atua na defesa de empresas ligadas ao grupo Trump Media & Technology Group e à plataforma Rumble.
No confronto de domingo (18), Lula afirmou que as investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) poderiam avançar logo após o término do segundo turno, condicionando o andamento das apurações ao resultado das urnas.
De Luca reagiu publicamente e contestou a retórica petista. O jurista apontou que o mandato de Flávio no Senado Federal vai até 2027 independentemente do desfecho eleitoral e lembrou que procedimentos investigativos devem seguir rigorosamente critérios legais e técnicos, sem interferência ou conveniência do Palácio do Planalto.
Em tom irônico e incisivo, o advogado criticou o uso da maquina pública e da Justiça para perseguir opositores: “Entendemos. Prenda seus oponentes se não conseguir vencê-los nas urnas. Prenda os filhos deles também, por via das dúvidas”. De Luca acrescentou ainda que declarações do gênero soam para o mercado e a comunidade internacional como um verdadeiro “recado mafioso”.
Após a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) veicular acusações de que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) pretendia “acabar com o Bolsa Família em dois anos”, o senador do PL e analistas econômicos foram a público para rebater a desinformação.
Em declaração gravada nesta segunda-feira (19), Flávio Bolsonaro negou categoricamente as alegações da chapa adversária e explicou o real funcionamento da proposta elaborada por sua coordenadora econômica, Daniella Marques.
Durante o programa Os Pingos nos Is, o economista Bruno Musa criticou a insistência de parte da imprensa e da oposição em alimentar boatos eleitorais sem checar os fatos.
” Está extremamente cansativo as pessoas adultas continuarem caindo na mesma mentira de que vai acabar o Bolsa Família (…). É infantil, é patético”, afirmou o economista.
Musa reforçou que o plano de governo é público e de fácil acesso para qualquer eleitor e criticou a cobertura midiática tendenciosa.
“Ficou muito claro o que ele falou: mesmo depois de conseguir emprego, você continua com o Bolsa Família por dois anos. A leitura é muito simples “, concluiu.
Poderia fazer uma estatística desse óbitos, descriminando idade, sexo, se existia doença preexistente, região etc. Acredito que seria mais esclarecedor pra a sociedade.
Esses números deveriam ser auditados, pois os outros tipos de mortes simplesmente desapareceram por aqui, nos estados do nordeste, SP e DF.
Os cartórios só registram mortes por covid, de repente, não mais que de repente, outras doenças deixaram de matar. Deve ser coincidência ou consequência de algum programa de saúde dos estados que acabou com todas as outras doenças.
Ora, ora. Temos um Sherlock Holmes aqui!!!
Você seria muito mais útil à sociedade se pegasse essas informações preciosas que tem e denunciasse nas esferas apropriadas. Agora, se for só achismo , é melhor você tomar vergonha na cara antes de escrever qualquer besteira na internet. A troco de quê? Fanatismo doentio correndo seu cérebro.
Bruno, bom dia. Gostaria muito de ler um editorial sobre as diferenças dos números do CRC (https://transparencia.registrocivil.org.br/especial-covid), consórcio de veículos de imprensa e Secretarias de Saúde (que são consolidados pelo SUS). Os cartórios não confirmam esses números da imprensa e das Secretarias de Saúde…
Existe uma diferença enorme entre os números divulgados pela Sec. de Saúde e os cartórios.
Isso já foi noticiado, porém a única desculpa esfarrapada que deram, e temos que aceitar, é que os registros de óbtos nos cartórios são registrados de forma mais lenta. E daí? Se não pode ser consolidado os números dentro do mês, compara 60, 90, 120, 150, 180 dias atrás, ou não pode ser feito o comparativo?
Seria simples, agora em março 2021 comparar os números divulgados pela Sec de Saúde e dos cartórios nos últimos 08 meses até final de janeiro 2021. No final de abril, entraria fevereiro, no final maio fecha março e assim sucessivamente. Tem faltado transparência nessa contagem de fonte única.
Qual a dificuldade nisso? A única informação que podemos ter é a divulgada pela Sec. Saúde?
O que deu acho interessante é que esses óbitos em investigação nunca diminui.
E antes quanto os cofres estavam cheios do dinheiro que bolsonaro mandou não realizava tantos exames laboratoriais como agora.
Porque será?????
Deixa de falar besteira e vai passear nos hospitais e upas para vc ver o desmantelo ou quer que desenhe.
Só faz aumentar né? E o mais estranho ainda, é que no Brasil inteiro, são pouco mais de 3 mil óbitos em investigação. Ou seja, o RN sozinho responde por cerca de 30 % dessas investigações.
Henrique, em momento algum falei que os hospitais estão vazios. O que falei foi que ficam repassando esses óbitos em investigação e do nada começa a sair um monte de resultados de uma vez