Educação

Dilma sanciona lei que torna obrigatório ensino médio em penitenciárias

A presidente Dilma Rousseff sancionou, com veto, mudanças na Lei de Execução Penal para instituir o ensino médio nas penitenciárias. O texto está publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Entre as determinações, a nova lei estabelece que o ensino médio, regular ou supletivo, com formação geral ou educação profissional de nível médio, será implantado nos presídios, em obediência ao preceito constitucional de sua universalização. O ensino ministrado aos presos será integrado ao sistema estadual e municipal de ensino e será mantido, administrativa e financeiramente, com o apoio da União, não só com os recursos destinados à educação, mas pelo sistema estadual de justiça ou administração penitenciária.

A nova lei ainda fixa que os sistemas de ensino oferecerão aos presos cursos supletivos de educação de jovens e adultos e que a União, os Estados, os municípios e o Distrito Federal incluirão em seus programas de educação a distância e de utilização de novas tecnologias de ensino o atendimento aos presos. Também diz que o censo penitenciário deverá apurar, entre outros dados, o nível de escolaridade dos detentos e a existência de bibliotecas e as condições de seu acervo.

UOL, com Estadão

Opinião dos leitores

  1. SE O ESTADO NÃO SE PREOCUPA NEM COM O ENSINO PÚBLICO OFERECIDO AOS SEUS CIDADÃOS,IMGINEM AOS ENCARCERADOS,PAÍS DA PIADA PRONTA!!!

  2. Prefiro ser analfabeto do que mais um ladrão do dinheiro público como você "O natalense" que além de tudo é covarde e não tem nome. Lugar de bandido é na cadeia e é para lá que todos vocês irão mais cedo ou mais tarde. Fora PT, Fora Lula, Fora Dilma e toda a quadrilha.

  3. ENGRAÇADO ELA SE PREOCUPAR COM ESTUDOS EM PENITENCIARIAS ENQUANTO QUE O PAÍS SE AFUNDA EM CORRUPÇAO E BRIGAS PELO PODER, SERÁ QUE O GOVERNO SÓ QUER AJUDAR A QUEM NAO PRESTA?????

  4. Se o problema fosse escola, nós não tínhamos tantos ignorantes políticos, que são alfabetizados e adestrados, corriqueiramente, pela mídia de massa no país, com "Doutorado" pela grade curricular da Veja, Folha de São Paulo, Rede Globo, Globo News etc, etc. e com facções (unidades escolares em ensino à distância) espalhadas por diversos blogs e jornais especializados em Crtl-C – Crtl-V, que reforçam o conteúdo e aplicam as avaliações diariamente.

  5. Pronto, agora Lula já vai ter onde estudar. Se os companheiros do PT for para a mesma penitenciária já teremos garantido várias turmas.

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Polícia

Dilma sanciona lei que muda carreira de policial federal

A presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 13.047, que modifica as classes da carreira Policial Federal (PF). O texto determina que a Polícia Federal, órgão permanente de Estado, é integrante da estrutura básica do Ministério da Justiça e que os ocupantes do cargo de delegado de Polícia Federal são responsáveis pela direção das atividades do órgão e exercem função de natureza jurídica e policial, essencial e exclusiva de Estado.

A nova lei é resultado da aprovação da Medida Provisória 657, editada em outubro. O conteúdo original da MP previa mudanças apenas na carreira de delegado, reservando a eles os cargos direção na estrutura da Polícia Federal. Mas, durante a tramitação no Congresso, foram inseridas no texto emendas relacionadas às carreiras de perito criminal federal e de delegado da Polícia Civil do Distrito Federal. A nova lei está publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira.

fonte: Estadão Conteúdo

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Finanças

Dilma sanciona lei que altera correção da dívida de Estados e municípios

A presidente Dilma Rousseff sancionou, com dois vetos, a lei que altera o indexador da dívida dos Estados e municípios, o que reduzirá os encargos pagos à União. A lei foi aprovada no começo de novembro pelo Senado e era uma reivindicação antiga de governadores e prefeitos. A sanção foi publicada na edição desta quarta-feira (26) do “Diário Oficial da União”. As informações são da Agência Brasil.

Com a nova lei, as dívidas deixarão de ser corrigidas pelo IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) mais juros de 6% a 9% ao ano, e passarão a ser calculadas com base no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) mais 4% de juros ao ano ou pela taxa básica de juros, a Selic, o que for menor.

A lei garante a aplicação da correção retroativa com os novos índices para dívidas contraídas antes de 1° de janeiro de 2013.

Dilma vetou dois trechos do texto aprovado pelo Senado. Um deles foi o Artigo 1º, que alterava as regras para concessão de benefícios e incentivos tributários. Segunda Dilma, as mudanças da Lei de Responsabilidade Fiscal propostas neste artigo foram sugeridas pelo Executivo “em momento de expansão da arrecadação” e a derrubada agora “justifica-se pela alteração da conjuntura econômica”, segundo o texto que explica o veto.

O outro trecho vetado foi o 4º parágrafo do Artigo 2°, que determinava que os encargos para os títulos federais ficariam limitados à taxa Selic. Na justificativa para esse veto, Dilma argumentou que a medida “levaria ao tratamento não isonômico entre entes”, porque, segundo ela, a maioria dos devedores já pagou a dívida no prazo inicial. “Além disso, a União não é a única credora do refinanciamento objeto da referida lei”.

Folha Press

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Diversos

Dilma sanciona lei com regras rígidas para contratos entre ONGs e a União

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quinta-feira (31) o marco regulatório das Organizações da Sociedade Civil que institui uma série de diretrizes mais rígidas para balizar a relação entre o governo e organizações da sociedade civil, seja por meio de parcerias voluntárias ou por transferências de recursos.

A proposta, que surgiu após uma série de casos de corrupção envolvendo ONGs e ministérios, ainda precisará ser regulamentada e entra em vigor dentro de 90 dias. No entanto, a Casa Civil ainda não informou se haverá vetos à matéria. A íntegra da proposta final será publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (1º).

O projeto determina que para serem contratadas, as ONGs precisarão participar de um processo seletivo por meio de uma chamada pública. O edital deverá especificar o objeto da parceria, datas e prazos para a seleção além da apresentação de propostas e valores previstos.

Além disso, as organizações terão que cumprir uma série de requisitos formais para celebrar os contratos. Elas deverão ter um mínimo de três anos de existência e terão de comprovar experiência prévia e capacidade técnica e operacional na atividade a ser desenvolvida. As entidades terão que provar ainda que não descumpriram obrigações em parcerias anteriores.

“É um novo arcabouço jurídico que traz benefícios a todos e para as organizações, que passam a dispor de um ambiente jurídico pautado por regras claras. […] Vai evitar erros de alguns porque muitas vezes erros de uns poucos contaminam o trabalho de milhares. E vai permitir também um reconhecimento por parte do Estado sobre a importância e relevância destas na vida de milhões de brasileiros”, afirmou Dilma no discurso realizado durante o evento que celebrou a sanção da nova lei.

Apesar de ser tratado dentro do governo como complementar ao polêmico decreto de participação popular, Dilma evitou citá-lo diretamente mas afirmou que o governo também deve atuar para garantir a participação social do cidadão. “Sem sombra de dúvida, a democracia brasileira se fortalece quando o Estado, em todas as suas instâncias, se abre para a participação social. Dar voz ao cidadão e atender às suas demandas é um resultado fundamental de um processo democrático”, disse.

A presidente ainda ressaltou a união que ocorreu entre governo e oposição no Congresso para que a proposta fosse aprovada pelo Legislativo. O autor do projeto que deu origem à lei é o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), candidato à vice-presidência na chapa do tucano Aécio Neves, e o relator da proposta foi o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). Dilma agradeceu aos dois nominalmente em seu discurso.

No início do evento, o mestre de cerimônias do Planalto fez um pedido inédito aos presentes. Ele solicitou que ninguém se manifestasse a favor ou contra qualquer candidatura. “Lembramos que esse é um evento de caráter administrativo”, disse no alto-falante. Além da presidente, participaram do evento também o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), os ministros Aloízio Mercadante (Casa Civil), Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) e Jorge Hage (Controladoria-Geral da União), o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), relator da proposta no Senado, além de deputados.

MARCO REGULATÓRIO

Além do processo seletivo, quando a administração propuser um plano de trabalho na parceria, o chamamento dará origem à assinatura do termo de colaboração, em regime de mútua colaboração com as ONGs. Se uma organização tiver o interesse de propor o plano de trabalho, ainda assim deverá ocorrer o chamamento público, do qual decorrerá um termo de fomento.

A ONG ou até mesmo um cidadão poderá apresentar um projeto por meio do “Procedimento de Manifestação de Interesse Social” que deverá conter a indicação do “interesse público envolvido”, o diagnóstico da realidade que deseja modificar ou aprimorar” e os “custos, prazos e benefícios da ação pretendida”.

Pelo texto, as propostas serão julgadas por uma comissão de seleção previamente designada e que não tenha como integrante pessoa com relação jurídica nos últimos cinco anos com alguma das entidades concorrentes.

Os órgãos públicos terão que publicar em seus meios oficiais o orçamento total para o ano destinado à execução de programas e ações que poderão ser executados por meio de parcerias previstas na lei. Os órgãos também terão que publicar na internet toda a relação de parcerias celebradas, em ordem alfabética, pelo nome da organização, por até cinco anos a partir da prestação de contas final da parceria. As ONGs também deverão manter em seus sites a lista de órgãos com quem mantém parceria.

As regras não valerão, entretanto, para parcerias com recursos vindos de organismos internacionais, que terão de observar os termos de acordo ou convenção da qual o Brasil seja signatário. As exigências só serão dispensadas se a ONG atuar na proteção de pessoas ameaçadas ou em situação que possa comprometer a sua segurança.

Nessas situações, ocorrerá a dispensa do chamamento. Outros casos de dispensa do chamamento público para as parcerias são guerra ou perturbação da ordem pública e paralisação das atividades por outra ONG.

Será considerado inexigível o chamamento se for inviável a competição entre as organizações. Como parte do acordo para viabilizar a aprovação do texto, o governo vetará um dos casos previstos de dispensa (quando o objeto esteja sendo realizado adequadamente por, pelos menos, cinco anos sem problemas).

O marco regulatório das ONGs surgiu no esteio de diversos escândalos envolvendo organizações não-governamentais e órgãos públicos. Em março deste ano, a CGU (Controladoria-Geral da União) anunciou que 28 ONGs que firmaram convênios com o Ministério do Trabalho tinham “indícios graves” de irregularidades e 18 foram consideradas inadimplentes.

Folha Press

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Diversos

Dilma sanciona lei que permite porte de arma para agentes prisionais fora de serviço

A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que permite o porte de arma para agentes e guardas prisionais. O porte de arma fora de serviço, porém, é exclusivo aos servidores que trabalham no regime de dedicação exclusiva. A medida foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira.

A presidente vetou o trecho que estendia o porte de armas fora do serviço também para agentes portuários. Ela justificou que a extensão da medida “ poderia resultar em aumento desnecessário do risco em decorrência do aumento de armas em circulação, em afronta à política nacional de combate à violência e ao Estatuto do Desarmamento.” A proposta foi aprovada pelo Congresso em maio.

Em defesa da liberação do porte para agentes e guardas prisionais, o ministro da Justiça , José Eduardo Cardozo, argumentou no projeto que a medida adéqua a legislação ao reconhecimento da demanda destas categorias.

“A demanda decorre das especificidades das atividades realizadas pelos guardas e agentes prisionais, as quais eventualmente podem tornar o porte de arma necessário”.

O Globo

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Diversos

Dilma sanciona lei de cotas para negros em concursos

088d31518531a397388f505a13345ef1( Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino )

 A presidente Dilma Rousseff sancionou, nesta segunda-feira (9/6), a lei que estabelece cotas para negros e pardos em concursos públicos federais. A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto. “É um momento de grande emoção. A sanção dessa lei representa vitória na luta que travamos contra discriminação social. Iniciamos, com a lei, a mudança na composição racial dos servidores da administração pública e dos servidores federais”, declarou.

A presidente ainda agradeceu a sensibilidade do Congresso Nacional pela rapidez com que a lei tramitou. “Destaco que o sistema que está sendo implantado assegura que o mérito continue a ser condição necessária. Os candidatos negros deverão se aprovados segundo os critérios do edital, passando por todas as etapas e alcançando nota estabelecida em cada uma. A lei altera apensa a classificação dos candidatos”, explica. Em seu discurso, Dilma observou que a reserva de vagas para negros em universidades e institutos federais democratizou o ensino superior e o tornará, em breve, muito mais representativo. “Estou certa que poderemos fazer a mesma avaliação da lei de cotas no serviço publico”, frisou.

A ministra Luiza Helena Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), também presente na cerimônia, destacou que as críticas vêm de setores conservadores que querem tumultuar e desmoralizar o processo de aplicação da lei. “Igualdade racial é um princípio essencial da democracia”, defendeu. A ministra ainda explicou que, apesar da lei não prever uma comissão para analisar se o candidato é negro ou não – basta que ele se autodeclare como tal –, ela prevê que na hipótese de constatação de declaração falsa, o candidato será eliminado do concurso. “Caso haja denúncia, o Ministério Público irá apurar”, esclareceu.

A presidente ainda ressaltou que a lei é sancionada na mesma semana de abertura da Copa do Mundo, momento em que o governo brasileiro está empenhado em fazer um momento histórico de paz. “Queremos uma Copa que afirma, sem duvidas e hesitações, o combate ao racismo e a todo tipo de discriminação. A sanção é mais uma oportunidade de mostrar ao mundo o respeito e orgulho que temos pela diversidade da nossa nação”, propôs.

O texto prevê a reserva de 20% das vagas para negros e pardos nos concursos para provimento de cargos efetivos na administração pública federal, autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela União. A lei tem validade de dez anos, quando será revista para avaliar se a medida continua necessária.

Apresentado pelo poder executivo em novembro de 2013, o Projeto de Lei 6738/13 foi aprovado na Câmara dos Deputados no dia 26 de março deste ano, por 314 votos a 36 e 6 de abstenção. No dia 20 de maio, o projeto foi aprovado pelo Senado Federal. A tramitação no Congresso Nacional durou apenas seis meses.

CorreioWeb

Opinião dos leitores

  1. Só os antagônicos desse governo e os menos esclarecidos alienados a boatos da mídia burguesa e elitista e não embasados na informação honesta e verdadeira produzidos pela mídia isenta do nosso país, podem falar o que esse senhor falou, sobre os escândalos divulgado no governo do PT, e não enxergam os efeitos irreparáveis causados pelas informações irresponsáveis desse imprensa fascista dominante que ainda impera no Brasil
    Sobre escândalo ; Quem foi o ALGOZ DA PETROBRÁS e OS 45 ESCÂNDALOS DE FHC? Vocês só olham o hoje, precisam ler tambem o antes

  2. Eu acho isso muito absurdo "cotas" a cota já é um preconceito, todos nós somos iguais perante Deus e o estado, se chegarmos a qualquer patamar tem que ser por méritos e não por que sou Negro, branco, mulato, hetero, homo sei lá o que. Gostei muito de uma entrevista com o ator americano Morgan Freeman, que fala sobre o dia da conciência negra.

  3. Mais uma lei demagógica da incompetente PTista.
    Será que o PT, além de destruir os valores familiares, quer dividir a sociedade para governar e se manter no poder colocando pobres contra ricos, negros contra brancos, civis contra militares e homossexuais contra heterossexuais?

  4. Essa foto de Dilma parece ser feita sob medida para essa matéria.
    Uma vergonha essa imposição das cotas.
    É o atestado de INCAPACIDADE do PT em fazer as transformações na educação prometidas por anos e mesmo depois de sentar no trono mais alto da nação, NÃO TEVE capacidade de impor qualidade a educação pública brasileira.
    Então como toda e qualquer situação criada pelo PT, em mais uma sem solução, mascaram a questão criando essas “cotas”, que carimbam, oficializam a cor da pele de nossa gente entre os capazes e os incapazes.
    Joaquim Barbosa e muitos outros negros, pardos, índios, mulatos de sucesso no Brasil, e são muitos, espalhados nos quatro cantos, não precisaram ser taxados de incapazes e protegidos por favorecimentos para alcançar o sucesso. Eles foram a luta, estudaram, saíram do comodismo, do padrão inferior do ensino público e trilharam seus caminhos na busca da vitória. Não é assim que se dá chance e vez ao povo, quem fará isso é a educação COM QUALIDADE PARA TODOS.

  5. Só estranho que no pacote de confissão da incompetência de resolver o problema da educação, que faria com que todos pudessem competir em pé de igualdade, não tenham incluído um percentual de 20% de negros para cargos políticos. Ou será que negros não podem representar bem o povo? É isso?

    1. Boa Sergio,

      Gostei da sua ideia. Cargos contra eles jamais votam a favor.

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Diversos

CONCURSOS: Dilma sanciona lei de cotas para negros nesta segunda

O projeto de lei que estabelece cotas para negros e pardos em concursos públicos federais será sancionado pela presidente Dilma Rousseff, nesta segunda-feira (9/6), em cerimônia marcada para as 16h30, no Palácio do Planalto. A sanção deve ser oficializada no Diário Oficial da União desta terça-feira (10/6).

O texto prevê a reserva de 20% das vagas para negros e pardos nos concursos para provimento de cargos efetivos na administração pública federal, autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela União. A lei terá validade de dez anos, quando será revista para avaliar se a medida continua necessária.

Apresentado pelo poder executivo em novembro de 2013, o Projeto de Lei 6738/13 foi aprovado na Câmara dos Deputados no dia 26 de março deste ano, por 314 votos a 36 e 6 de abstenção. No dia 20 de maio, o projeto foi aprovado pelo Senado Federal. A tramitação no Congresso Nacional durou apenas seis meses.

CorreioWeb

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Diversos

Dilma sanciona lei que pune discriminação a portadores de HIV

A presidente Dilma Rousseff sancionou lei que determina multa e prisão para quem discriminar portadores do vírus HIV. A escola que se recusar a aceitar alunos portadores do vírus, e também empregadores que se negarem a contratar essas pessoas ou as demitam serão punidas. A lei foi publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União.

A nova lei prevê pena de prisão, de um a quatro anos, e multa para quem “recusar, procrastinar, cancelar ou segregar a inscrição ou impedir que permaneça como aluno o portador de HIV em creche ou estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado”.

Na mesma pena incorre também quem “negar emprego ou trabalho, exonerar ou demitir de cargo ou emprego, segregar no ambiente de trabalho ou escolar, recusar ou retardar atendimento de saúde e divulgar a condição de portador do HIV ou de doente de Aids com o intuito de ofender-lhe a dignidade”.

A nova lei não estabelece valores para multas. A proposta original previa pena de três a cinco anos de reclusão para quem descumprisse a legislação, mas foi modificada durante a tramitação no Congresso.

O Globo

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Diversos

Dilma sanciona lei que torna hediondo o crime de exploração sexual de crianças

A presidenta Dilma Rousseff sancionou, em cerimônia fechada à imprensa, no final da tarde desta quarta-feira, 21, lei que torna hediondo o crime de exploração sexual de criança, adolescente ou pessoa vulnerável. A apresentadora Xuxa Meneghel e o cantor Sérgio Reis participaram da cerimônia, realizada no Planalto. Na saída do palácio, Xuxa, que é “madrinha” do disque 100, número que pode ser usado para apresentação das denúncias deste tipo de crime, declarou: “agora realmente não tem mais conversa. Fez vai ter de pagar, e por muito tempo”.

A ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, afirmou que o governo federal está conversando com o Judiciário, para que haja uma cooperação entre os dois poderes, a fim de que sejam agilizados os processos deste tipo de crime. O governo federal vai pedir ainda que o Judiciário nomeie um juiz para que fique responsável por este tipo de crime nas 12 cidades-sede.

“Não adianta ter lei se não julgar, processar e prender. Por isso precisamos da cooperação entre os poderes”, declarou a ministra Ideli, após a audiência com a presidente Dilma, depois de lembrar que com a nova lei, “não tem fiança, não tem progressão de pena e não tem indulto”.

A nova lei, segundo a ministra, será um grande instrumento para ajudar a pegar estes criminosos. Ela ressaltou ainda que há também o disque 100, além do aplicativo que foi criado para ajudar a quem quiser fazer as denúncias. O cantor sertanejo Sérgio Reis, por sua vez, está ajudando a divulgar nas estradas com caminhoneiros, uma forma de conscientizá-los a não praticar abuso contra adolescentes e menores.

A nova lei estipula como exploração sexual de criança e adolescentes a utilização deles em atividades sexuais remuneradas, a pornografia infantil e a exibição em espetáculos sexuais públicos ou privados. A proposta diz que o crime ocorre mesmo que não haja ato sexual propriamente dito, mas qualquer outra forma de relação sexual ou atividade erótica que implique proximidade física e sexual entre a vítima e o explorador.

Pela nova legislação, ao classificar estes crimes como hediondos, a pena prevista passa a ser de quatro a dez anos de reclusão, aplicável também a quem facilitar essa prática, impedir ou dificultar o seu abandono pela vítima. Também será punido com a mesma pena quem for pego praticando sexo ou outro ato libidinoso com alguém menor de 18 e maior de 14 anos no contexto da prostituição. A pena imposta terá de ser cumprida inicialmente em regime fechado. Os condenados por esse tipo de crime não poderão pagar fiança e não terão direito a anistia, graça ou indulto natalino. A lei vai estar publicada no Diário oficial da União.

Estadão

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