Relator pede que TCU aprove contas do governo Temer, com ressalvas

Ministro Vital do Rêgo pede aprovação das contas do presidente com ressalvas (Arquivo/Agência Brasil)

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo, relator do processo das contas do presidente da República, Michel Temer, pediu, em seu parecer prévio, a aprovação, com ressalvas, das contas do presidente referentes ao ano de 2017. A aprovação, no entanto, faz quatro alertas e 22 recomendações.

“Voto para que o tribunal aprove as minutas de acórdão e parecer prévio”, disse o ministro, após ter alertado que, caso medidas estruturantes não sejam efetivadas, os recursos governamentais ficarão comprometidos com o pagamento de despesas previdenciárias e com custeio.

Ele enfatizou a necessidade de o teto de gastos, que limita o crescimento das despesas governamentais ao índice inflacionário do ano anterior, ser cumprido. Caso isso não ocorra, alertou, faltará ao governo recursos para o pagamento de suas despesas.

“Caso as medidas estruturantes não sejam efetivadas, em poucos anos só seria possível pagar despesas previdenciárias e de custeio. Um cenário em que, no futuro, [o governo] terá de recorrer a crédito para seus gastos de manutenção”, acrescentou.

Se aprovado pelo plenário do TCU, o parecer será encaminhado para avaliação da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) do Congresso Nacional, que elaborará novo parecer. Tendo em mãos os pareceres do TCU e da CMO, senadores e deputados julgarão as contas do presidente.

A análise do relatório de contas do governo é feita anualmente e abrange tanto o orçamento como a atuação governamental, a partir da consolidação de dados obtidos em diversos órgãos do governo.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Beto disse:

    Corrupções e desvios de verbas rolando soltos e esses TCU e TCE não vêem nada, pega só peixe pequeno, tbm colocados p indicação de governo e presidente. Cada um defende o seu, a filosofia é não ataque o meu que deixo o seu pra lá. Um dia a casa cai.

Pesquisa CNT/MDA: 10,3% aprovam governo Temer, 38,9% consideram regular e 44,1% reprovam

Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) com o instituto MDA divulgada nesta quarta-feira (15) mostra que 10,3% dos brasileiros entrevistados consideram positivo o governo do presidente Michel Temer, 44,1% avaliaram de forma negativa. Para 38,9%, o governo é regular e 6,7% não responderam ou não souberam opinar.

Na pesquisa divulgada em outubro passado, 14,6% avaliaram positivamente o governo e 36,7%, negativamente. Os que consideravam o governo regular somaram 36,1% e 12,6% não souberam opinar.

Desempenho pessoal

Sobre o desempenho pessoal do presidente, 24,4% aprovam, 62,4% desaprovam e 13,2% não souberam opinar.

O levantamento anterior indicava 31,7% de aprovação do desempenho pessoal de Temer e 51,4% de desaprovação.

Expectativa

Os entrevistados também foram questionados sobre a expectativa, para os próximos seis meses, em relação a emprego, saúde e educação.

De acordo com a pesquisa, 31,3% acreditam que o nível de emprego vai melhorar; 30,6%, que vai piorar; e 35,9%, que a situação vai se manter como está.

Sobre saúde, 25,7% dos entrevistados acreditam que a situação na área vai melhorar; 34,8%, que vai piorar; e 38%, que vai se manter como está.

Em educação, 28,9% dos entrevistados afirmaram que o setor vai melhorar; 28%, que vai piorar; e 40,8%, que vai se manter igual.

No quesito segurança pública, 20,4% acreditam em melhora; 46,6% avaliaram que haverá uma piora; e 31,6% avaliaram que a situação permanecerá no mesmo patamar.

Corrupção

Em relação ao combate à corrupção, 40,1% dos entrevistados avaliam que o combate é igual nos governos Temer e Dilma, 27,3% consideram que é maior no governo Temer e 24,2% que era maior no governo Dilma.

Sobre o registro de casos de corrupção nos três níveis de Poder, a maior parte dos entrevistados (33,3%) considera que o índice se mantém igual entre eles. Para 23,7%, a maior ocorrência se dá no Legislativo, seguido do Executivo (19,4%) e do Judiciário (10,2%).

Em relação às investigações no âmbito da Operação Lava Jato, 89,3% têm acompanhado ou já ouviram falar. Entre eles, 39,6% acham que a estratégia vai diminuir pouco a corrupção no país e 28,5%, que vai diminuir muito a corrupção. Para 23,6%, a corrupção deve se manter igual mesmo com a Lava Jato e 4,9% consideram que a operação vai acabar com a corrupção.

A pesquisa divulgada hoje ouviu, de 7 a 11 deste mês, 2.002 pessoas em 138 municípios de 25 unidades federativas das cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eduardo Cosme. disse:

    Fora Golpista! !!!

  2. Paulo Cardoso disse:

    Difícil acreditar que haja tanta aprovação com este governo ou anteriores diante do caos vivido no país e do descaso por parte dos governantes com os interesses públicos. Sem dúvida, pesquisa tendenciosa e manipuladora

  3. observador disse:

    o resto da pesquisa, que mostra LULA na LIDERANÇA pra 2018, não vai divulgar?

    • Oraculo disse:

      Boa Observador.. to esperando tbm:)

    • Ceará Mundão disse:

      O eleitorado cativo do canalha mor tá alegre, né. Os 25% que ele guarda no bolso do colete. O curral eleitoral do Lula. E vão conseguir ganhar eleição sem fazer aliança com o PMDB? Vão chamar o PCdoB prá voce? Caiam na real, "cumpanhero". Essas pesquisas fajutas só mostram o que todo mundo já sabe. Daí não passa. E tem a Justiça nos calos do chefão da ORCRIM. Não esqueçam disso. Ele próprio não esquece. kkkkkk

IBOPE: Governo Temer é aprovado por 14%; acham regular 34% e desaprovam 39%

size_810_16_9_michel-temerPesquisa Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostra que 14% dos brasileiros consideram o governo do presidente Michel Temer (PMDB) como ótimo ou bom, ante 13% em junho. O percentual de brasileiros que consideram o governo ruim ou péssimo é de 39%. Na última pesquisa, divulgada em julho, os mesmos 39% dos brasileiros avaliavam o governo do presidente como ruim ou péssimo. À época, Temer ainda ocupava o cargo interinamente — o processo de impeachment só foi concluído em 31 de agosto.

O percentual de brasileiros que considera o governo regular é de 34%, contra 36% em junho.

A pesquisa foi realizada entre 20 e 25 de setembro e ouviu com 2.002 pessoas em 143 municípios. Esta é a primeira pesquisa Ibope sobre o governo após a efetivação de Temer como presidente. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Maneira de governar

O Ibope diz que 28% dos brasileiros aprovam a maneira de governar de Temer, ante 31% em junho. O percentual dos que desaprovam é de 55%, contra 53% em junho.

Comparação com Dilma

A pesquisa também ouviu os brasileiros sobre a comparação entre os governos de Temer e da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Para 38% da população, o governo Temer está sendo igual ao de Dilma (44% pensavam o mesmo em julho); para 24%, o governo Temer é melhor do que o de Dilma.

Os pesquisadores também questionaram a expectativa dos brasileiros sobre o governo Temer. Para 38%, ele será ruim ou péssimo; para 24%, será ótimo ou bom e para 30% será regular.

UOL

Quem é quem na nova equipe econômica do governo Temer

Por interino

Marcelo Abi-Ramia Caetano é economista e trabalhava no Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) desde 1997. Caetano é formado pela UFRJ, com doutorado pela PUC do Rio de Janeiro. Desde o início de sua atuação no IPEA, ele se dedicou à área de Previdência Social.

A partir de 2012, passou a exercer o cargo de coordenador de Previdência do instituto. Na época em que o petista Márcio Pochman assumiu o Ipea, em 2007, ele rebaixou a posição e o salário de Caetano, que detinha um cargo de confiança no instituto. Caetano é afinado com o pensamento liberal e autor de estudos que defendem reformas na previdência.

SECRETÁRIO DE ACOMPANHAMENTO ECONÔMICO

Mansueto Facundo de Almeida Jr. é economista pela Universidade Federal do Ceará, mestre em economia pela USP. Curou doutoradp em políticas públicas no MIT, mas não defendeu tese. É técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea. Já trabalhou como assessor econômico do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) e foi colaborador do programa de governo do tucano Aécio Neves durante sua candidatura à presidência, em 2014.

Almeida ficou conhecido por seu blog, no qual costumava criticar a política econômica do governo Dilma. Segundo ele, era preciso manter o fiscal sob controle, para evitar aumento de impostos e ajudar no combate à inflação. Dentro do Ipea, ele se opunha à linha de pensamento imposta pelo ex-presidente Marcio Pochman.

SECRETÁRIO DE POLÍTICA ECONÔMICA

Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo é doutor e mestre em economia pela FGV e engenheiro civil pela Universidade Federal do Ceará. Trabalhou no Banco do Estado do Ceará entre 1984 e 1990. Posteriormente passou pela Secretaria do Tesouro Nacional e estava no Banco Central desde 2000. A partir de 2010, assumiu a diretoria de Política Econômica do BC.

Dentro do Banco Central, Araújo teve diversos atritos internos por conta da política de redução da taxa básica de juros, promovida a partir de 2011, que foi uma das políticas do início do governo Dilma. Por muitas vezes foi voto vencido no Comitê de Política Econômica (Copom). Araújo deixou o BC em 2015 e foi trabalhar no grupo J&F, holding que controla o frigorífico JBS entre outras empresas, junto de Henrique Meirelles, atual ministro da Fazenda.

SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL

Jorge Antônio Deher Rachid é formado em administração pela Faculdade Cândido Mendes. Entrou na Receita Federal como auditor fiscal em 1986. Antes, foi agente-fiscal da cidade de Vila Velha (ES). Em 2003, passou a ser secretário da Receita e, em 2005, acumulou o cargo da Receita Previdenciária, órgão ligado ao extinto Ministério da Previdência Social.

Rachid deixou a secretaria em 2008, na época do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, e foi trazido de volta por Joaquim Levy. Sua posição levou a Receita novamente para o centro de decisões sobre benefícios tributários. Ele é réu em um processo movido pelo Ministério Público, que o acusou, em 2005, de obstruir investigação da Corregedoria da Receita na qual ele era um dos suspeitos de supostas irregularidades na autuação da construtora OAS em 1994.

SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL

Otavio Ladeira de Medeiros é analista de finanças com mestrado em ciências econômicas pela UNB. Possui MBA de finanças pelo Ibmec e extensão na área pela George Washington University. Ladeira é servidor da secretaria desde 1994 e chegou ao posto de secretário na gestão Nelson Barbosa. Por vezes, ainda que de maneira extraoficial, manifestou-se contrário às políticas do ex-secretário Arno Augustin, que é acusado de maquiar contas públicas.

Folha Press

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. FALANDO SéRIO disse:

    Só tem fera.

Os ministros do governo Temer

Gilberto Kassab, ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

Raul Jungmann, ministro da Defesa

Romero Jucá, Planejamento, Desenvolvimento e Gestão

Geddel Vieira Lima, ministro-chefe da Secretaria de Governo

Sérgio Etchegoyen, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional

Bruno Araújo, ministro das Cidades

Blairo Maggi, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Henrique Meirelles, ministro da Fazenda

Mendonça Filho, ministro da Educação e Cultura

Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil

Osmar Terra, ministro do Desenvolvimento Social e Agrário

Leonardo Picciani, ministro do Esporte

Ricardo Barros, ministro da Saúde

José Sarney Filho, ministro do Meio Ambiente

Henrique Alves, ministro do Turismo

José Serra, ministro das Relações Exteriores

Ronaldo Nogueira de Oliveira, ministro do Trabalho

Alexandre de Moraes, ministro da Justiça e Cidadania

Mauricio Quintella, ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil

Fabiano Augusto Martins Silveira, ministro da Fiscalização, Transparência e Controle (ex-CGU)

Fábio Osório Medina, AGU

Folha Press

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. araujo disse:

    Esqueceram o da industria, comercio e desemvolvimento, Marcos pereira.

  2. Armando Camara disse:

    Eram contra a corrupcao e nomeiam corruptos?
    A fome nao era de justiça e sim de poder!!!

  3. Ricardo disse:

    Interessante: Lula é investigado na Lavajato e o acovardado STF diz que ele não pode ser Ministro para não ter o fôro privilegiado. Henrique Eduardo Alves é investigado na Lavajato, passa a ter fôro privilegiado e o acovardado STF não diz nada. Dois pesos e duas medidas. É assim que funciona nossa Justiça. E ainda dizem que ela é cega. kkkkkkkkk

    • Falando Sério disse:

      Não pode comparar o chefão com o outro que não se prova nada, quanto ao chefão tá tudo gravado.

    • Joao disse:

      Não estou aqui defendendo o Alves, no entanto, respondendo ao seu questionamento, a diferença é que o Henrique Alves já era ministro muito antes de sua investigação na lava-jato, pois ele já era ministro no governo Dilma, enquanto que o Lula não era ministro, e este só foi cogitado a se tornar ministro de Dilma quando as investigações chegaram ao encalço dele.
      Pois caso o Juiz Federal Sergio Moro fosse emitir uma prisão preventiva para o Lula, a Dilma o nomearia como ministro para que ele tivesse foro privilegiado, e se ele tivesse foro privilegiado, somente o STF poderia emitir um pedido de prisão preventiva do Lula, o que todos nós sabemos que o STF jamais faria isso.

  4. Falando Sério disse:

    Equipe se monta com pessoas de sua confiança. Todos merecem um voto de confiança. Se acontecer desvios de comportamento providências com certeza serão tomadas.

  5. Pereira disse:

    Outro erro, Romero Jucá, que como mostra duas reportagens abaixo desta:

    "[…] Em 2005, no mês de julho, chegou ao auge o escândalo envolvendo o ministro Roméro Jucá (Previdência) que fez empréstimos de R$ 18 milhões de bancos públicos usando como garantia sete fazendas que não existiam. Na mesma época, estourou o esquema de corrupção apurado na CPI dos Bingos, que detectou um desvio superior a R$ 7 milhões de dinheiro público para políticos e empresários."

    Fonte: Blog do BG: http://blogdobg.com.br/#ixzz48Su6BA2k

  6. MARIA JOSÉ KUMMER HORA disse:

    Um erro grave: Picciane. O Sarney Filho e o Henrique Alves, erros estratégicos do ponto de vista do pedido nas ruas. TEMER O POVO COLOCOU VOCÊ AÍ, CUIDADO!

    • Joao disse:

      Aí é o que tá. O Brasil é um país muito grande, a única forma de governar com estabilidade é por meio de alianças, as nomeações não são nada mais que isso, uma aliança para que o executivo tenha uma governabilidade estável.
      A sra Dilma também fazia isso, colocou como ministro da justiça o advogado do PT José Eduardo Cardoso, depois o colocou na Advocacia Geral da União (AGU), sabe o juiz Barroso do STF? Pois é, ele era advogado do PT.
      Enfim, o problema da Dilma foi que ela não dividiu o poder, centrou somente em si mesma, e este foi o começo para sua ruína, pois ninguém tem condições de gerenciar o Brasil sem apoio, ainda mais com essa política brasileira que é cruel, na qual os estrangeiros costumeiramente se referem como sendo a política sanguinária brasileira.

  7. LUTA disse:

    Henrique vai continuar fazendo o que mais sabe: TURISMO!!