Tecnologia

Vermelho hackeou até Galvão Bueno

Até Galvão Bueno estava na lista do hacker “verdevaldiano”. Diz O Globo:

“As investigações da PF mostraram que Walter Delgatti, responsável por realizar os ataques cibernéticos, tinha em suas mãos centenas de contatos de peso. Os nomes vão do narrador esportivo Galvão Bueno ao ministro da Educação Abraham Weintraub.

Delgatti também detinha os contatos de quase toda cúpula das Forças Armadas do governo, como o general Heleno e o vice-presidente, Hamilton Mourão.”

O Antagonista e O Globo

Opinião dos leitores

  1. Interessante e saber por que não bloqueiam os telefones do pessoal da oposição, de Lula, José Dirceu…assim estão preso, e preso não usa telefone

  2. Olha como a esquerda é bem preparada, não conseguiram de jeito nenhum haquear Lula, Zé Diceu, Gleisi e outros ptralhas.

  3. kkkkkkk…Moro trouxe os arquivos das conversas da CIA quando foi de "férias" aos EUA…a CIA sim, tem todas as conversas…ele só foi "esquentar" as "provas"…

  4. Aquele BOSTA do Grenbosta…está sendo pago , só mostra texto de conversas que interessa a quadrilha PTRALHA

  5. NÃO ADIANTA ELES SÃO FERAS NO QUE FAZEM VOÇE BLOQUEIA E ELES ACHAM OUTRO CAMINHO E FODAAA!!! TEM QUE PRENDER ESSA GALERA DE HACKER SACOOOOO!!!!

  6. Do jeito que esse cara fez, deve ser fácil entrar no celular de uma autoridade. Acredito que depois desse episódio, os nossos líderes devem analisar um bloqueio melhor para esse pessoal.

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Judiciário

Deltan foi alvo do mesmo grupo que hackeou Moro

Foto: (Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Embora Deltan Dallagnol não seja mencionado na ordem de Vallisney de Souza Oliveira para prender 4 suspeitos de invadir o celular de Sergio Moro, a Polícia Federal constatou que o grupo também atacou o aparelho do chefe da força-tarefa da Lava Jato, apurou O Antagonista.

A investigação sobre os celulares de procuradores de Curitiba, porém, é conduzida pelo Ministério Público Federal no Paraná, sob supervisão da Procuradoria Geral da República.

O Antagonista

 

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Segurança

FRAGILIDADE CADA VEZ MAIS ESCANCARADA: Empresa que hackeou WhatsApp diz poder atacar Google e Facebook

Segurança digital: empresa que causou falha no WhatsApp diz conseguir fazer o mesmo em outras plataformas (Kacper Pempel/Reuters)

Em maio, o WhatsApp sofreu uma falha que afetou o seu servidor. A empresa por trás do ataque é a companhia israelense de segurança NSO Group, que utiliza o malware Pegasus para hackear telefones através de uma ligação no aplicativo. Agora, ela diz poder causar danos similares em plataformas como Google e Facebook.

O Pegasus atua como um vírus que consegue acesso ao celular do usuário mesmo que ele rejeite a ligação. A NSO diz que a tecnologia foi desenvolvida com a intenção de monitorar serviços em nuvem para acessar todo o histórico de um indivíduo. De acordo com o jornal Financial Times, a companhia tem afirmado aos seus clientes em potencial de que é capaz de hackear empresas como Amazon, Apple, Facebook, Google e Microsoft.

Ao ter acesso aos documentos de vendas, o jornal Financial Times relatou que a empresa duplica as chaves de autenticação para garantir ao cliente acesso ao Google Drive, Facebook Messenger e iCloud a partir de um celular-alvo. Dessa forma, o proprietário não é notificado de que sua conta está sendo utilizada em outro dispositivo, porque foi feita uma cópia desse.

Ao ser contatada pelo jornal, uma porta-voz da NSO disse que os produtos da empresa são voltados para a investigação de grupos terroristas e criminosos, que utilizam serviços criptografados. “Nossos produtos são licenciados em pequena escala para legitimar a inteligência do governo e agências de aplicação da lei com o único propósito de prevenir ou investigar crimes graves, incluindo o terrorismo”, disse ao Financial Times.

Rebatendo as alegações de que a empresa poderia acessar facilmente seus serviços de nuvem, a Amazon, o Facebook, a Microsoft e a Apple afirmaram que não existem evidências que isso vem ocorrendo de fato, e que a segurança das plataformas está em constante evolução.

A Apple disse acreditar que a tecnologia utilizada no Pegasus não seja direcionada para pequenas invasões. “Embora possam existir algumas ferramentas para realizar ataques direcionados a um número muito pequeno de dispositivos, não acreditamos que sejam úteis para ataques generalizados contra consumidores”, relatou a empresa ao Financial Times.

Quando o Pegasus afetou o WhatsApp, foi descoberto que a intenção era monitorar as atividades de ativistas dos direitos humanos, portanto, não há notícia sobre vazamento de informações dos usuários. Logo após o caso, o aplicativo recomendou que todos estivessem com o sistema operacional atualizado, bem como com a última versão do app instalada.

Exame

 

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