Esporte

Galvão Bueno destaca classificação do Flamengo e diz: “O problema agora é do Liverpool”

Foto: REUTERS/Kai Pfaffenbach

O Flamengo saiu perdendo, mas virou e venceu o Al Hilal por 3 a 1, nesta terça-feira, em Doha, no Catar, e se classificou para a final do Mundial de Clubes. Apesar do resultado final, o Rubro-Negro teve dificuldades no primeiro tempo e melhorou depois do intervalo. O narrador Galvão Bueno destacou a classificação da equipe comandada por Jorge Jesus e espera mais torcedores no fim de semana.

– Vá preparando o seu coração, porque o Flamengo está classificado para a grande final. E vem mais gente para sábado. Aviões, aviões e aviões – disse Galvão Bueno, que ainda mandou o recado para o Liverpool.

– O problema agora é do Liverpool, que joga amanha contra o Monterey. O Flamengo já está no jogo de sábado. Problema deles agora – completou.

O Liverpool entra em campo nesta quarta-feira para enfrentar o Monterey, do México, pela semifinal do Mundial, com transmissão do SporTV 2 e do GloboEsporte.com. Se passar, enfrenta o Flamengo no sábado, às 14h30 (de Brasília).

Globo Esporte

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Tecnologia

Vermelho hackeou até Galvão Bueno

Até Galvão Bueno estava na lista do hacker “verdevaldiano”. Diz O Globo:

“As investigações da PF mostraram que Walter Delgatti, responsável por realizar os ataques cibernéticos, tinha em suas mãos centenas de contatos de peso. Os nomes vão do narrador esportivo Galvão Bueno ao ministro da Educação Abraham Weintraub.

Delgatti também detinha os contatos de quase toda cúpula das Forças Armadas do governo, como o general Heleno e o vice-presidente, Hamilton Mourão.”

O Antagonista e O Globo

Opinião dos leitores

  1. Interessante e saber por que não bloqueiam os telefones do pessoal da oposição, de Lula, José Dirceu…assim estão preso, e preso não usa telefone

  2. Olha como a esquerda é bem preparada, não conseguiram de jeito nenhum haquear Lula, Zé Diceu, Gleisi e outros ptralhas.

  3. kkkkkkk…Moro trouxe os arquivos das conversas da CIA quando foi de "férias" aos EUA…a CIA sim, tem todas as conversas…ele só foi "esquentar" as "provas"…

  4. Aquele BOSTA do Grenbosta…está sendo pago , só mostra texto de conversas que interessa a quadrilha PTRALHA

  5. NÃO ADIANTA ELES SÃO FERAS NO QUE FAZEM VOÇE BLOQUEIA E ELES ACHAM OUTRO CAMINHO E FODAAA!!! TEM QUE PRENDER ESSA GALERA DE HACKER SACOOOOO!!!!

  6. Do jeito que esse cara fez, deve ser fácil entrar no celular de uma autoridade. Acredito que depois desse episódio, os nossos líderes devem analisar um bloqueio melhor para esse pessoal.

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Esporte

Galvão Bueno renova contrato com a TV Globo

Galvão Bueno renovou contrato com a TV Globo até 2022, o ano da Copa do Mundo do Catar. O narrador vai também continuar no comando do “Bem, amigos”, no SporTV.

As informações são de Ancelmo Gois – O Globo

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Televisão

Galvão Bueno: 'Sou um vendedor de emoções.' Narrador desistiu de se aposentar e tem contrato com a Globo até 2019

esporte-futebol-globo-galvao-bueno-20140721-002-size-598Desde 1974, o Brasil ouve Galvão Bueno narrar a Copa do Mundo. Foram onze até hoje. E, se depender dele, outras virão. O locutor esportivo chegou a anunciar que não narraria mais Mundiais, mas mudou de ideia e acaba de renovar contrato com a Rede Globo até 2019. Nesta entrevista, ele diz que a derrota épica do Brasil para a Alemanha e a perda do hexa em casa não abalam a mística do país do futebol e que não pode ser acusado de elogiar demais — seja a seleção, o Felipão ou o Neymar. “As pessoas esquecem que estou lá para animar o espetáculo.” Galvão Bueno recebeu VEJA para a conversa que se segue pouco antes de embarcar para a Alemanha, onde vai narrar o Grande Prêmio de Fórmula 1 deste fim de semana.

Derrotado em casa, humilhado pela Alemanha e ultrapassado pela Argentina — o Brasil ainda pode ser chamado de o país do futebol? Não há dúvida de que a derrota para a Alemanha foi humilhante e que fomos ultrapassados pela Argentina. Mas a mística da seleção não sofre impacto. O mundo todo ainda nos ama e nos vê como o país do futebol por tudo o que fizemos nestes quase 100 anos, pela maneira com que sempre jogamos. Quem teve Garrincha e Pelé? O que precisa ser feito é uma revisão de valores, para que se possa retomar o caminho certo. Não se pode confundir o desempenho de um time com a riqueza de uma história.

A reação à derrota para a Alemanha por 7 a 1 foi exagerada? O apresentador Luciano Huck, seu colega, chegou a dizer que aquilo foi o nosso 11 de Setembro. Houve reações exageradas, sim. No caso do Luciano, eu falei na hora para ele: “Pois é, Luciano, são coisas diferentes. Lá as consequências foram outras”. Mas quem não erra na vida? Já falei um monte de bobagem. Nas eliminatórias da Copa de 1990, eu me atrapalhei e narrei um gol errado. E comecei a dar desculpas. No dia seguinte, o Armando Nogueira (jornalista esportivo morto em 2010) me chamou e disse: “Você perdeu a maior chance da sua vida de ter sido simpático com o telespectador e reconhecer o seu erro em vez de ficar dando desculpas”. Daquele dia em diante, cada vez que erro, e sei que errei, reconheço e peço desculpas.

O senhor foi acusado de ter elogiado o técnico Luiz Felipe Scolari durante todo o torneio e passado a criticá-lo para valer só depois do 7 a 1. Isso foi um erro? Desde o primeiro jogo desta Copa, o Casagrande, o Ronaldo e eu sempre fizemos críticas à forma como a seleção estava jogando. Eu disse, em alguns momentos, que o trabalho do Felipão era coerente. Mas em momento algum elogiamos a seleção nem dissemos que era uma maravilha. Entre as muitas coisas que aprendi com o Armando Nogueira é que devemos elogiar sem bajular e criticar sem ofender. Eu pauto a minha vida com base nisso. Nunca fiz uma crítica que carregasse ofensa pessoal. E nunca fiquei babando ovo para ninguém.

Mas no jogo contra Camarões, quando o Ronaldo criticou a seleção, o senhor perguntou se ele não estava sendo “exigente demais”. Você não pode esquecer que eu também tenho o papel de animador da brincadeira. Sou um vendedor de emoções que anda no fio da navalha. De um lado, tem a emoção que você tem de vender e, do outro, a realidade dos fatos. Na Copa do Mundo, mesmo que o time não tenha feito uma grande partida, tem a festa, todo aquele envolvimento das pessoas. Mas em momento algum nós dissemos que a seleção jogou um grande futebol. O que eu disse foi: a comissão técnica tomou um caminho na Copa das Confederações e acertou em cheio. Persistiu nesse caminho na Copa do Mundo e o trabalho não funcionou. O erro, pareceu-me, foi a falta de humildade de reconhecer que a Alemanha era melhor. E acabar jogando com pouca cautela.

Os jogadores brasileiros choram demais? Nunca vi uma seleção que chorasse tanto. Criou-se um clima um pouco exagerado em cima desta Copa no Brasil. Acho que isso tem a ver com essa coisa do hino cantado a capela. Era emocionante mesmo. Nas primeiras vezes que ouvi, fiquei com lágrimas nos olhos. Mas não precisava ser algo levado a um nível tão extremo. Tenho minhas dúvidas se isso não abalou o emocional do time. Houve um exagero na contusão do Neymar também, aquela coisa meio fúnebre, de levar a camisa dele no jogo contra a Alemanha. Tinha visto isso na Copa das Confederações, quando morreu o jogador de Camarões, em 2003. Pode ter prejudicado também. Fala-se muito em time de guerreiros, grupo de guerreiros, mas futebol é um esporte. O Brasil criou a fama do futebol dele com arte, não com um time de guerreiros. É um momento de retomada desse caminho.

Foi a Copa das Copas? Esse termo “Copa das Copas” é fruto de um interesse político que não me interessa nem me agrada. Mas foi uma Copa especial, disputada com intensidade, como poucas vezes eu vi. Teve a Colômbia, os Estados Unidos, a Costa Rica… Foi uma Copa de superações. A de 1982 talvez tenha sido, de todas de que participei, a mais fantástica, pelo time que o Brasil tinha, pelo fato de ter sido batido pela Itália. Esta foi uma Copa de muita emoção. Não vou dizer que tenha sido a mais bela ou a mais técnica.

Agora virou moda dizer que o futebol brasileiro precisa mudar. Quais as mudanças necessárias, na sua opinião? No que diz respeito à seleção, acho que deve existir um gestor, um sujeito com experiência e conhecimento do futebol internacional, que saiba como se trabalha na França, na Itália, na Espanha, no Brasil. É alguém para se preocupar menos com o dia a dia e mais com os caminhos a ser seguidos. Na minha opinião, ninguém está mais bem preparado neste momento para assumir essa tarefa do que o (ex-jogador) Leonardo. É um sujeito que fala cinco idiomas, foi campeão na França e na Itália e tem formação de técnico e gestor.

E, para o técnico, concorda com a tese de que ele deveria ser um estrangeiro? Não sou dessa linha. Primeiro, devemos pensar no caminho a tomar. Veja bem, eu sou um narrador e não tenho de opinar sobre nome de técnico. Cito alguns nomes agora, mas apenas como detentores de certas características, como o perfil adequado para o momento. Como técnico, você tem o Tite, o Muricy, o Abel Braga, o Luxemburgo, grandes nomes do Brasil. Vamos enfrentar uma eliminatória duríssima, talvez a mais difícil do futebol brasileiro, e por isso esse trabalho tem de ser muito bem pensado.

Sem mudanças no comando da CBF, o senhor acha possível darmos um salto como deu a Alemanha a partir da derrota na Eurocopa de 2000? Tem um presidente eleito, não vejo como mudar. Isso é uma coisa muito complicada de discutir e de responder numa frase. Tivemos, todo mundo sabe, uma série de problemas na gestão do Ricardo Teixeira, que foi excessivamente longa e deixou sombras que o obrigaram a renunciar. Mas foi uma gestão com várias conquistas esportivas. Seria muito melhor que elas tivessem acontecido sem as sombras. Está respondido? Não tenho poder de decisão sobre a CBF, mas gostaria, sim, que ela se modernizasse e se modificasse.

Nas redes sociais, o senhor ganhou o apelido de “Neymarzete”. Acha que exagera nos elogios ao jogador? Cada um fala o que quer, mas eu não concordo. Acho até que em certos momentos critiquei excessivamente o Neymar. Casagrande e eu temos a tese de que ele deve prender a bola na área, porque lá não vão cair em cima dele. Quando o Neymar prende a bola lá atrás, toma pancada o tempo todo. Agora, ele é a nossa estrela, é quem mais brilhava, e as pessoas não podem esquecer que eu estou lá para animar o espetáculo, para vender emoções. E, para aqueles que dizem que exagero, gostaria que ouvissem narrações de locutores de outros países. Sou até contido.

A atuação do Ronaldo como comentarista na Copa foi bastante criticada. Como o senhor a avalia? Essa reação é absolutamente normal. Quando o Pelé começou a trabalhar com a gente, nos anos 80, as pessoas esperavam que ele pegasse o microfone e desse o show que dava como jogador. Com o Ronaldo é a mesma coisa. Ele foi um dos maiores atacantes da história do futebol mundial. Daí, as pessoas imaginam que, como comentarista, ele vai pegar o microfone e se sair como Frank Sinatra. Não é assim, são coisas diferentes. No início da Copa, ele foi, entre nós, o primeiro a criticar a seleção de forma mais incisiva.

E a Patricia Poeta, com quem o senhor fez dupla? Ela teve um papel difícil, substituir o que a Fátima Bernardes fez em Mundiais anteriores, quando conseguiu uma empatia forte com jogadores, telespectadores. Ela foi muitíssimo bem. Preparou-se intensamente para ter domínio sobre o assunto e conseguimos fazer um contraponto da notícia com a opinião. Por isso, inclusive, o nosso espaço no telejornal foi aumentando. Ontem fui lá dar um abraço no William Bonner, porque o editor-chefe do jornal, quem pagina o jornal, é ele. E o Bonner nos deu espaço, incentivou-nos o tempo todo.

O senhor está para lançar um livro de memórias… Nestes quarenta anos de carreira convivi com todos os grandes personagens do esporte brasileiro. Então, conto minhas histórias com Pelé, Ayrton Senna, Nelson Piquet, Fittipaldi, Rivellino, Zico.

O senhor vai revelar alguma coisa sobre esses jogadores famosos ou sobre o piloto Ayrton Senna que até hoje ninguém ficou sabendo? O Ayrton tinha aquela cara de bonzinho, mas era muito sacana. Ele tem duas comigo que não se faz. Uma vez, fomos embarcar para Miami e ele prendeu três cadeados nas passadeiras da minha calça, sem que eu percebesse. Evidentemente, eu fui barrado no raio X. E eu dizia: “Mas como vou tirar isso daqui se não tenho a chave?”. E o Ayrton falava para o americano do controle que estava me barrando: “Ele é maluco, não deixa esse louco entrar no avião”. A outra vez foi no avião para o Japão. Tirei o paletó e a camisa, fiquei de camiseta, e deixei lá. Quando fui me vestir, minha camisa estava sem gola, sem botão e sem punho, que ele tinha cortado. Desci num calor danado e todo tapado com o paletó, e o Ayrton dizia para o japonês da imigração: “Manda ele tirar o paletó que você vai perceber que ele não pode entrar no país porque é maluco”.

Um jornalista sueco disse que, em uma entrevista no começo do mês, o senhor teria afirmado que era tão famoso quanto Bono Vox. Acha mesmo isso? Não falei aquilo em hipótese alguma. Esse rapaz escreveu um livro. Eu concordei em dar uma longa entrevista a ele. Foi ele quem ficou impressionado com o assédio em torno de mim. Isso é uma coisa que veio dele. Nem li o livro ainda. Não sou idiota de falar isso, de me comparar com quem quer que seja do tamanho de um Bono Vox. Se tivesse dito isso que ele me atribui, eu mesmo seria o primeiro a me considerar um idiota total.

Em uma entrevista a VEJA em 2010, o senhor disse que a Copa de 2014 seria a sua última. Agora, renovou contrato com a TV Globo até 2019. Desistiu de se aposentar? O que eu disse foi que não me via fazendo outra Copa do Mundo fora do Brasil. E naquele momento não me via mesmo. Mas a vida é dinâmica. Não se esqueça de que nós tivemos uma mudança de gestão na Rede Globo, muito relacionada à minha área. Eu me sinto extremamente feliz hoje trabalhando. É um novo desafio. Fo­ram-me propostas coisas novas. Cheguei à conclusão de que é o que eu gosto de fazer, o que sei fazer, é onde eu realmente me realizo. E tem uma história de quarenta anos. Enquanto me sentir bem, com saúde e em condições de fazer o trabalho, e a Globo entender que eu sou importante nesse trabalho, vou ficar. Tenho contrato até depois da Copa de 2018. Então, respondendo à sua pergunta, voltei atrás, sim. Não tenho motivos para parar agora. Então, por que parar?

Veja

Opinião dos leitores

  1. Cuidado pois essas investidas dos PTralhas vão culminar com a demissão desse profissional exemplar, pois os bandidos adoram mexer no que é bom.

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Diversos

Com R$ 5 milhões mensais, Galvão Bueno é o maior salário da Globo

26_galvão_divA coluna descobriu quem é e quanto ganha o mais afortunado contratado da TV Globo: ele é ninguém menos do que Galvão Bueno — a voz oficial do Brasil na Copa do Mundo — e recebe, por mês, R$ 5 milhões. O narrador esportivo ganha quase o dobro de Fausto Silva, o segundo colocado no ranking de maiores salários da emissora. E, caro leitor, estamos falando só do salário.

O contracheque de Galvão aumenta consideravelmente quando ele empresta sua credibilidade a algum anunciante. O locutor apareceu pela primeira vez na Globo em 1981, durante a narração da partida entre o Flamengo e um clube da Bolívia pela Libertadores da América. Em 1992, deixou a emissora para ir para a CNT. Um ano mais tarde, em 1993, voltou à Globo com o salário na estratosfera.

Blog Léo Dias – IG

Opinião dos leitores

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Esporte

FOTO(Aos que amam ou odeiam): Galvão Bueno renova contrato com a TV Globo por mais cinco anos

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Galvão Bueno renovou contrato com a Globo por mais cinco anos. A informação foi confirmada pela emissora na manhã desta sexta-feira (4).

Opinião dos leitores

  1. Narração de Galvão Bueno: "Bem amigos da Rede Globo, vai começar uma das partidas mais importantes do campeonato, valendo pontuação para a classificação. Dois times se enfrentam buscando a vitória."… depois no meio da partida: "0x0, ninguém fez gol. Se daqui a pouco um não fizer gol o outro faz."… Então, quando um time faz gol: "eu num falei… eu num falei… Eu disse que alguém ia chegar lá."… No final da partida: "o time que saí com vitória teve o maior êxito em campo". É o óbvio do óbvio.

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Esporte

Jornalista que brigou com Galvão no ar se recusou a voltar ao programa

A briga de Galvão Bueno com Renato Mauricio Prado, ao vivo, durante a apresentação do “Conexão SporTV” na última quarta-feira (01), ainda  rende. O jornalista se recusou a participar das duas edições seguintes do programa, no sábado (04) e na segunda-feira (06).

Prado foi a Londres para participar, como integrante fixo, ao lado de Galvão, do “Conexão”, além de escrever para o jornal “O Globo”.

A briga ocorreu depois que ele pediu a Galvão para contar no ar uma “piada” que havia feito nos bastidores – que a seleção masculina de vôlei, em 1984, só foi medalhista por causa do boicote dos países do bloco soviético aos Jogos de Los Angeles.

O narrador se irritou com o comentário e repreendeu o jornalista no ar. Prado chegou a fazer menção de retirar o seu microfone e deixar o estúdio (como dá para ver no minuto 1:39 do vídeo). Mas ficou. Um minuto depois, se recusou a cumprimentar Galvão, deixando-o com a mão no ar.

A situação preocupa a cúpula de esportes da Globo. Galvão é a estrela maior da companhia e saiu com a imagem arranhada do episódio, que foi, em última instância, provocado por Prado.

Apesar do narrador ter pedido desculpas no final do programa, o caso não está, como se vê, encerrado. A eventual participação de Prado no próximo “Conexão” pode sinalizar que os ânimos se acalmaram.

Não se lembra da confusão? O BG noticiou o caso em [Vídeo] Galvão Bueno perde a linha e discute ao vivo com comentarista no Conexão SporTV

Ainda não viu o vídeo? Confira:

* Com informações de Maurício Stycer, do UOL

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Social

Galvão Bueno arma barraco e joga champagne no rosto da mulher

Está no O Dia Online.

Galvão Bueno protagonizou um barraco em público em um dos camarotes do Clube A, em São Paulo, na última quinta-feira, durante um show de Luan Santana. Irritado com a mulher, Desirée Soares, Galvão jogou champagne no rosto dela e a empurrou. Desirée, que estava em pé, caiu sentada no sofá do camarote.

Tudo isso aconteceu diante de várias pessoas que estavam ao redor, inclusive alguns artistas. Ninguém soube explicar ao certo o motivo da briga. O que se sabe apenas é que Desirée havia dado entrevista para a TV Record e isso teria desagradado o locutor da Globo. O casal, que mora  fora do Brasil, saiu do local pouco antes do final do show em que Luan Santana apresentou ao público a dupla sertaneja Conrado & Aleksandro, empresariada pelo cantor.

Opinião dos leitores

  1. Caro Bruno Giovanni,
    Antemão, entendo que esse campo destina-se também à exposição de críticas, motivo pelo qual venho tentar contribuir para a escolha de suas matérias aqui divididas conosco.
    Sendo assim, por pensar que um blog e todos os demais meios de comunicação se caracterizam por aquilo que publicam, sugiro não acolher tanta matéria sensacionalista, digo de pequeno caráter intelectual, opinativo e informativo.
    Sintetizando, opto pela abordagem de matérias mais interessantes, inteligentes, a exemplo do que priorizam RevistaPiaui, SubstantivoPlural e outros.
    Enfim, certo de sua atenção, aqui registro meus votos de sucesso ao Blog.
    Abraço,
    do leitor Matheus Galvão.

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