Apple é alvo de ação em que é acusada de armazenar dados no iPhone sem aval de usuários

Fabricante dos iPhone é responsável por um em cada quatro smartphones vendidos na Europa, de acordo com a Counterpoint Research Foto: Reuters

Um grupo liderado pelo ativista de privacidade Max Schrems abriu um processo nesta segunda-feira junto às autoridades de proteção de dados da Alemanha e da Espanha sobre a ferramenta de rastreamento on-line da Apple, alegando que ela viola a lei europeia ao permitir que iPhones armazenem dados de usuários sem seu consentimento.

É a primeira ação importante contra a empresa americana relacionada às regras de privacidade da União Europeia.

Noyb, o grupo de direitos digitais comandado por Schrems, teve sucesso em dois julgamentos históricos sobre privacidade contra o Facebook.

Procurada, a Apple disse que não estava em posição de comentar no momento.

A empresa disse anteriormente que fornecia aos usuários um nível superior de proteção de privacidade. A gigante de tecnologia com sede na Califórnia disse que iria apertar ainda mais suas regras com o lançamento de seu sistema operacional iOS 14, mas em setembro disse que iria atrasar o plano até o início do próximo ano.

As queixas do Noyb foram feitas contra o uso de um código de rastreamento pela Apple, que é gerado automaticamente em cada iPhone quando o aparelho é configurado, o chamado Identifier for Advertisers (IDFA).

O código, armazenado no dispositivo, permite que a Apple e terceiros rastreiem o comportamento on-line e as preferências de consumo de um usuário — vital para que empresas como o Facebook possam enviar anúncios direcionados que interessem ao cliente.

— A Apple coloca códigos que são comparáveis a um cookie em seus telefones sem qualquer consentimento do usuário. Esta é uma violação clara das leis de privacidade da União Europeia — disse o advogado do Noyb, Stefano Rossetti.

As novas regras planejadas da Apple não mudariam isso, pois restringiriam o acesso de terceiros, mas não o da Apple. A fabricante dos iPhones é responsável por um em cada quatro smartphones vendidos na Europa, de acordo com a Counterpoint Research.

As queixas foram feitas em nome de consumidores individuais na Alemanha e na Espanha, e foram entregues para a autoridade de proteção de dados espanhola e para sua contraparte em Berlim, disse o grupo Noyb.

A agência de proteção de privacidade da Espanha confirmou que recebeu uma reclamação de Noyb contra a Apple, mas não quis comentar. A agência de Berlim não fez comentários. Na Alemanha, cada estado federal tem sua própria autoridade de proteção de dados.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Observando. disse:

    Essa empresa é chinesa?

PARNAMIRIM: Pastor Alex alvo de operação do MP

Fotos: Divulgação

Operação eleitoral em Parnamirim do Ministério Público na manhã desta segunda-feira(09) , com apoio da Polícia Militar, que tem como alvo o vereador pastor Alex.

Ação na casa do vereador, do seu pai e na sede de um projeto social que mantém em Parnamirim. Segundo informações que chegam ao Blog do BG, objetivo é colher elementos para concluir se o vereador e ainda um pré-candidato no município incorreram em abuso de poder político ou econômico pelo envolvimento da entrega de kits alimentares para moradores da cidade no período pré-eleitoral.

 

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. . disse:

    Foi queimado por fazer o bem? Enfim, a sociedade.

  2. cesar disse:

    pastor alex, danilo e Sandoval…vocês não são de deus e a verdade virá a tona
    investiguem mais, porque não tem só isso não

  3. Rodrigo disse:

    A boca esquentou pro vereador

  4. Jarbas disse:

    Bg o MP, POLICIA FEDERAL DEVERIAM FAZER VARREDURAS NA CALADA DA NOITE, TEM LIDERANCAS EM NATAL ENTREGANDO CESTAS BASICAS NAS COMUNIDADES MAIS DISTANTES …EM NOME DE CANDIDATOS A VEREADOR ….QUE O DIGA QUEM ESTA NA LIDERANÇA ….AFINAL SAO OITO MESES DE PANDEMIA..E AS CRIANÇAS SO RECEBERAM UMA CESTA BASICA…E AI PREFEITO E GOVERNADORA…CADE AS CESTAS BÁSICAS DAS CRIANCAS ….TEM SECRETARIA NO MUNICIPIO DE NATAL COM CANDIDATOS ESCOLHIDOS …TERCEIRIZADOS ESTAO SENDO CHAMADOS….NA PRÓXIMA VAMOS CITANDO NOMES DOS CHEFINHOS DE SETORES E SEUS ESCOLHIDOS…VERGONHOSO….

  5. Bruno disse:

    Pastor ? Kkkkkkk esse povo anda queimado e se tornando mais.

  6. Lula é o maior ladrão do mundo disse:

    A Prefeitura Municipal de Parnamirim foi literalmente loteada entre os amigos do "Rei".

  7. FAL$OS ME$$IAS disse:

    Conheceremos a verdade e a verdade nos libertará dos falsos messias.

Governador de SC é alvo de buscas da PF e MP em investigação sobre suposta fraude na compra de respiradores

Governador Carlos Moisés é alvo de investigação por causa da compra de respiradores e de processo de impeachment — Foto: Cristiano Estrela/Secom

A Polícia Federal e a Ministério Público Federal (MPF) cumprem na manhã desta quarta-feira (30) mandado de busca e apreensão na Casa da Agronômica, onde mora o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), em Florianópolis. Ele é alvo de uma operação que investiga a compra de 200 respiradores por R$ 33 milhões pagos antecipadamente pelo governo. O G1 procurou a defesa de Moisés e aguardava retorno até a última atualização. O Governo do estado informou à NSC TV que por enquanto não vai se manifestar.

Segundo a PF, cinco mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no estado e dois ex-integrantes do governo, que não tiveram os nomes divulgados, também são alvo da operação.

O mandado foi expedido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e é necessário, segundo o Ministério Público Federal, para apurar a relação de Carlos Moisés com empresários que venderam aparelhos ao estado.

O governador de Santa Catarina é alvo de dois processos de impeachment, um relacionado à compra dos respiradores, em um pedido entregue por 16 pessoas entre advogados e empresários, e outro relacionado ao aumento dado aos procuradores do estado em 2019.

Há ainda um terceiro pedido, também relacionado à compra dos respiradores, que é avaliado pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Este processo, da questão salarial está sendo julgado por um tribunal mistro entre deputados e desembargadores. O segundo pedido é analisado por uma comissão especial de deputados.

Os respiradores foram comprados em março pelo Governo e não foram entregues. Apenas 50 dos 200 respiradores chegaram ao estado, mas foram apreendidos. Eles também não atendiam à necessidade do estado, segundo o próprio secretário de Estado da Saúde.

A compra foi alvo de investigação da Polícia Civil e Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). A investigação foi enviada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) ao STF, que em agosto determinou que a Polícia Federal investigasse a compra.

Além disso, uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Santa Catarina também investigou a compra e o relatório dos deputados pediu o impeachment do governador, apontando que ele foi omisso. O pedido é analisado pela Alesc e não foi votado.

As viaturas saíram descaracterizadas da Polícia Federal e do MPF logo no início da manhã em direção à Casa da Agronômica, que fica na Avenida Beira-mar Norte, na região central da capital catarinense, a poucos metros das sedes da PF e MPF.

De acordo com o MPF, as investigações sobre a compra desses respiradores apontaram indícios da participação do governador na contratação da empresa Veigamed para fornecimento de 200 respiradores. Segundo a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo, o mandado de busca e apreensão foi pedido para averiguar se a ordem de compra partiu do chefe do executivo.

“Há elementos que demonstram a constituição de um esquema criminoso de desvio de dinheiro público”, informou o MPF, que investiga se ocorreu fraude à licitação, peculato, corrupção, concussão, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Está faltando uma voltinha do pessoal da PF aqui no estado, muitas coisas estranhas tem acontecido, principalmente a nível de governo e na SESAP, tem que ir na redinha, favela do mosquito, casas de marmita, etc. Vão descobrir muita coisa.

  2. Marquito disse:

    Como que o gado é engraçado o cara é do PSL , kkkkk , aí querem dizer que ele é PT ,vão chupar à kid bolsonarsta sem futuro

  3. natal sofrida disse:

    Vermes petistas, a diferença é grande, o Mito não age a favor dos ladrões, seu guru além de agir a favor, queria a parte dele. Corja de fdp!!!!!

  4. LEO disse:

    E no Consórcio Nordeste,qdo a PF vem Visita-lo ????

  5. Jailson disse:

    Bolsonarista e militar vale ressaltar

Escritório do deputado Ricardo Barros, líder do governo na Câmara, é alvo de operação do MP no PR

Foto: CNN

O escritório do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) em Maringá, no Paraná, foi alvo de um mandado de busca e apreensão nesta quarta-feira (16) em operação do Ministério Público do Paraná. Barros é líder do governo na Câmara dos Deputados.

Segundo o analista da CNN Igor Gadelha, Barros não está em Brasília nesta quarta-feira. O parlamentar disse ao analista estar no Paraná acompanhando as convenções partidárias de aliados para escolha de candidatos a prefeitos nas eleições deste ano.

A ação, batizada de operação Volt, também cumpriu mandado de busca e apreensão de documentos, eletrônicos, telefones celulares e eventuais valores em São Paulo, com apoio de policiais do Departamento de Operações Estratégicas (Dope).

Os policiais foram ao escritório de um empresário que é investigado por fraude em licitação. Os investigadores querem saber a relação dele com Barros. Ao todo, são cumpridos oito mandados de buscas com ajuda da Polícia Civil.

As investigações começaram em 2019 e apuram a compra de usinas eolicas, entre 2011 e 2014, em contratos firmados pelo deputado com uma empresa do setor de energia e que teriam facilitado o desvio de verbas públicas.

Em nota, o deputado Ricardo Barros afirmou que está “tranquilo e em total colaboração com as investigações”.

“O parlamentar reafirma a sua conduta ilibada e informa que solicitou acesso aos autos do processo para poder prestar mais esclarecimentos à sociedade e iniciar sua defesa. Ricardo Barros, relator da Lei de Abuso de Autoridade, repudia o ativismo político do judiciário”, diz a nota.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. MUSEU DE GRANDES NOVIDADES disse:

    Conhecemos as verdades e a verdades nos libertará dos falsos messias.

  2. Papa Jerry Moon disse:

    Esse também faz parte da "Direita Honesta"?

  3. Valter disse:

    Não basta parecer ser honesto, precisa ser honesto !!!

    • Minion alienado disse:

      Para estar ligado ao Messias, só precisa parecer honesto, falar alguns jargões conservadores e liberais e ter laranjas por aí.

Crivella é alvo de buscas e tem celular apreendido em investigação sobre suposto ‘QG da Propina’ na Prefeitura do Rio

Carro da Polícia Civil na porta da sede da Prefeitura do Rio, alvo de buscas nesta quinta-feira — Foto: Reprodução/TV Globo

O Ministério Público e a Polícia Civil do RJ fizeram buscas na manhã desta quinta-feira (10) na Prefeitura do Rio, na casa do prefeito, Marcelo Crivella (Republicanos), e no Palácio da Cidade, onde ele despacha. A TV Globo apurou que agentes apreenderam um telefone celular de Crivella.

É um desdobramento da Operação Hades, que investiga um suposto ‘QG da Propina’ na Prefeitura do Rio.

O 1º Grupo de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Rio expediu ao todo 22 mandados de busca e apreensão, pedidos pelo Grupo de Atuação Originária Criminal (Gaocrim) — que investiga agentes públicos com foro privilegiado. Não há mandados de prisão.

A Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro da Polícia Civil apoiava a operação.

O G1 entrou em contato com a assessoria do prefeito, mas não teve resposta até a última atualização desta reportagem. O advogado de Crivella esteve no apartamento dele e disse que o prefeito estava “tranquilo”, mas não quis gravar entrevista.

Outros alvos

Outros alvos da operação desta quinta eram Eduardo Lopes, Mauro Macedo e Rafael Alves.

Eduardo Lopes foi senador do Rio pelo Republicanos, ao herdar o cargo de Crivella, e foi secretário de Pecuária, Pesca e Abastecimento de Wilson Witzel.

Mauro Macedo foi tesoureiro da campanha de Crivella ao Senado, em 2008, e foi citado em delação sobre o esquema de propina envolvendo a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do estado, a Fetranspor.

Rafael Alves, irmão do ex-presidente da Riotur Marcelo Alves, é empresário e foi citado em delações como suposto pagador de propina para a prefeitura, embora não tivesse cargo na administração.

O ‘QG da Propina’

Em 10 de março, a Polícia Civil e o MPRJ cumpriram 17 mandados de busca e apreensão. Agentes estiveram na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, e em endereços de Marcelo Alves, então presidente da Riotur, do irmão dele, Rafael Alves, e Lemuel Gonçalves, ex-assessor de Crivella.

Um inquérito foi aberto no início de dezembro pelo MPRJ, com base na delação do doleiro Sérgio Mizrahy. Ele foi preso na Operação Câmbio Desligo, um desdobramento da Lava Jato no Rio.

No depoimento, Mizrahy chama um escritório da prefeitura de “QG da Propina”. O doleiro não soube dizer se o prefeito Marcelo Crivella sabia da existência da estrutura.

Segundo a delação, o operador do esquema era Rafael Alves. Rafael não possui cargo na prefeitura, mas tornou-se um dos homens de confiança de Crivella por ajudá-lo a viabilizar a doação de recursos na campanha de 2016.

Depois da eleição, o empresário emplacou o irmão na Riotur e, segundo o doleiro, montou um “QG da Propina”.

Mizrahy afirma que empresas que tinham interesse em fechar contratos ou tinham dinheiro para receber do município procuravam Rafael, com quem deixavam cheques. Em troca, ele intermediaria o fechamento de contratos ou o pagamento de valores que o poder municipal devia a elas.

Marcelo Alves foi exonerado da Riotur dias depois da operação, em 25 de março.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Pastor, volta pra tua igreja quê é melhor, lá dá mais dividendos

  2. Acorda Brasil disse:

    Mexer com a Globo é mexer com um vespeiro. As vésperas das eleições municipais acho meio estranha essa medida tão drástica. Como sociedade esperamos justiça, se errou tem que pagar, mas ninguém aceita ver instituições sendo usadas como instrumento de perseguição.

  3. Anti-Político de Estimação disse:

    A corrupção é o grande câncer do País, e está entranhada na esquerda, na direita e no centrão. Negar esse fato por simples birra ou preferência por esse ou aquele político, ou "ideologia", significa fazer parte desse jogo sujo.

  4. Roberto disse:

    Defitivamente esse país não há mais solução. A corrupção está nas veias daqueles que se propoen a representar o povo. Detalhe sem exceção. Triste desse País

Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio, é alvo de busca e apreensão e vira réu em investigação sobre corrupção

Eduardo Paes — Foto: Reprodução

A casa do ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (DEM) foi alvo de um mandado de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (8). O imóvel fica em São Conrado, Zona Sul da cidade.

A ordem foi expedida pelo juiz Flavio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 204ª Zona Eleitoral. Itabaiana também aceitou uma denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e tornou Paes e outros quatro investigados réus por crimes de corrupção, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

A aceitação da denúncia não impede Paes de concorrer à Prefeitura do Rio nas eleições deste ano – a candidatura do ex-prefeito foi oficializada na semana passada.

Crime eleitoral

O mandado foi expedido pelo juiz Flávio Itabaiana Nicolau. Paes foi denunciado pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc), junto à 204ª Zona Eleitoral.

Agentes do MPRJ estiveram na casa de Paes e, por volta das 7h30, saíram com documentos.

A assessoria do ex-prefeito disse ao G1 às 10h35 que se manifestaria oportunamente.

Candidatura lançada

Na semana passada, o partido Democratas oficializou a candidatura de Paes à Prefeitura do Rio.

“É com muita alegria que recebi a indicação do Democratas a oficialização da minha candidatura à Prefeitura do Rio. Agradeço a confiança do partido e de suas lideranças”, afirmou Eduardo Paes.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. BEL disse:

    Esse era pra está PRESO como tb o Cachaceiro Luladrão,sao Comparsas!!!!

  2. João Juca Jr disse:

    Mais um envolvido com as obras das olimpíadas da roubalheira sendo investigado. Tomara que pegue uma cadeia em Bangu 1. E os do RN vão ficar impunes?

  3. Pixuleco disse:

    Mais um amiguinho do Ladrão Mor Lularapio.

  4. Roberto disse:

    Demorou demais pra chegar nesse bandido, é igual ou pior quê Cabral.

  5. Anti-Político de Estimação disse:

    Corrupção, como sempre, espalhada à esquerda, à direita ( como o caso acima) e no CENTRÃO. Um câncer nacional.

    • Paulo disse:

      Falou o seguidor de Maduro.
      Esse aí não é de direita. Amiguinho de Lula…

STF investiga repasse de R$ 51,8 mil de deputado general Girão a empresas acusadas de convocar atos contra a democracia; parlamentar nega e fala em prestação de serviços

Foto: Claudio Andrade/Câmara dos Deputados

Alvo de uma ação de busca e apreensão em operação da Polícia Federal nesta semana que investiga a organização, financiamento e divulgação de manifestações antidemocráticas, o publicitário Sérgio Lima recebeu ao menos R$ 87.700 da cota parlamentar de quatro deputados da base de apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Câmara nos últimos seis meses.

Todos esses parlamentares tiveram o sigilo bancário quebrado nesta terça-feira (16) pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), ao lado de outros seis deputados e um senador.

De acordo com a prestação de contas e notas fiscais apresentadas pelos parlamentares e disponíveis no portal de transparência da Casa, Bia Kicis (PSL-DF), General Girão (PSL-RN), Aline Sleutjes (PSL-PR) e Guiga Peixoto (PSL-SP) contrataram os serviços de empresas do publicitário para cuidar de suas redes sociais. Os gastos foram declarados como “divulgação de mandato parlamentar” e são legais, permitidos pelo regimento interno da Câmara.

Os quatro são investigados no mesmo inquérito de Lima, que é o criador da identidade visual e articulador da “Aliança pelo Brasil”, partido político que o presidente Bolsonaro pretende fundar. Todos negam qualquer irregularidade ou participação em atos contra a democracia.

Cada parlamentar tem direito a uma cota mensal independente dos salários, incluindo o dos funcionários do gabinete, que varia entre R$ 30.788,66, no Distrito Federal, e R$ 45.612,53, em Roraima. O valor é destinado a despesas do mandato, como passagens aéreas, conta de celular e divulgação de mandato.

Segundo um policial que atua no caso, os deputados são suspeitos de ajudar a financiar e divulgar as manifestações antidemocráticas. O publicitário, por sua vez, é suspeito de atuar na divulgação das manifestações.

A investigação sobre manifestações de rua que pedem o fechamento do Congresso Nacional, do STF, intervenção militar e um AI-5 — ato institucional mais duro da ditadura brasileira (1964-1985)— é conduzida pela PF, depois de aberta pela PGR (Procuradoria-geral da República).

Segundo a PGR, uma das linhas de apuração busca esclarecer se parte dos investigados, entre eles influenciadores e ativistas, articulou-se com parlamentares e outras autoridades com prerrogativa de foro no STF para financiar e promover atos que se enquadram em práticas tipificadas como crime pela Lei de Segurança Nacional.

“Arbitrariedade e totalitarismo”

Quem mais gastou com os serviços de redes sociais prestados por empresas do publicitário com a cota parlamentar foi o deputado General Girão, com R$ 51.800 desde dezembro do ano passado, quando virou cliente de Lima. Naquele mês, o deputado pagou R$ 10.800 à S8 Sampa Agência de Propaganda —o publicitário afirma ao UOL que deixou a agência em dezembro, mas na Receita Federal, porém, ele ainda consta como sócio.

Em janeiro e fevereiro, os serviços da S8 custaram ao gabinete de Girão R$ 11.400 e R$ 7.400, respectivamente. De março a maio, último mês com a prestação de contas disponível no portal, o gabinete do deputado pagou R$ 7.400 à Inclutech Tecnologia da Informação, outra firma da qual Lima aparece como sócio.

Em resposta à reportagem, tanto Girão quanto Lima confirmam a prestação dos serviços nas redes sociais e negam qualquer envolvimento com os protestos antidemocráticos.

De acordo com a assessoria de imprensa de Girão, os serviços de Lima são referentes “a acompanhamento e análise de pautas políticas, elaboração e manutenção do site do deputado, relatórios diários de notícias (clipping) e atualização mensal de SEO no site”, com relatórios diários, e seguem em curso.

Sobre a quebra de sigilo e as investigações da PGR, Girão afirma que não foi notificado e “buscará todas as medidas cabíveis para se contrapor a um ato que configura mais uma atitude de arbitrariedade e totalitarismo”.

Em conversa por WhatsApp com a reportagem, o publicitário afirma que respeita as instituições brasileiras, confia na Justiça e tem a tranquilidade de dizer que possui uma relação comercial entre clientes e prestador de serviços com os deputados. “Nego peremptoriamente qualquer financiamento, divulgação ou organização de atos que sejam antidemocráticos”, afirma ele sobre as investigações. Lima diz que está a disposição das autoridades para esclarecimentos.

Com informações do UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Geidon disse:

    Policia federal investiga essa entidade que promove atos em Natal!

  2. Justus disse:

    Ah, quem dera o STF tivesse prestado atenção nos repasses de tantos políticos a ONGs esquisitas, movimentos sociais estranhos, empresas suspeitas. De repente acordaram. Será assim sempre ou voltarão a ignorar o que não lhe interessa?

  3. Icaro disse:

    Triste de quem votou neste Deputado, achando que beneficiaria o RN, pelo contrário essa "Exª" não traz nada de bom pro nosso Estado tão necessitado.

  4. Carlúcio disse:

    É nisso que dá elegermos pessoas alheias as necessidades do nosso estado.

  5. Santos disse:

    Deixando de lado a questão que está sendo investigada, vamos lá:
    Será que o RN não tem empresa de publicidade? O RN elege políticos que escolhem empresas de outros estados para realizar seus serviços. Sem falar nem nonque está sendo investigado.
    Estamos muito bem representados.

  6. Ricardo disse:

    Investiguem até o FINAL! Quem for podre que se quebre.

Helder Barbalho, governador do Pará, é alvo da PF em operação sobre compra de respiradores

Foto: Marcos Santos/Ag Pará

A Polícia Federal realiza na manhã desta quarta-feira (10) uma operação com o objetivo de apurar fraudes na compra de respiradores pulmonares pelo Governo do Pará.

Estão sendo cumpridos 23 mandados de busca e apreensão no Pará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo e Distrito Federal, após decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça). O governador paraense, Helder Barbalho (MDB), é um dos alvos.

Em 26 de maio, a coluna de Monica Bergamo, adiantou que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) estava prestes a determinar também no Pará uma operação nos moldes da que atingiu o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ), que sofreu busca e apreensão em sua residência oficial.

As buscas estão sendo realizadas no Palácio dos Despachos, sede do governo, secretarias de Saúde, Fazenda e Casa Civil, além de residências dos investigados e empresas.

A compra dos respiradores custou aos cofres públicos R$ 50,4 milhões. Dentre os suspeitos estão servidores públicos estaduais e sócios de uma empresa investigada.

A operação foi batizada de Para Bellum, do latim e que significa “preparar-se para a guerra”, uma referência ao combate que a PF tem realizado contra o desvio de recursos públicos destinado ao combate ao coronavírus.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    Estou preocupado mesmo é com o rombo de mais 3 bilhões que sacaram indevidamente agora nessa ajuda Sá pandemia e vocês tudo fazendo vista grossa.

  2. Antonio Turci disse:

    Jovem e inteligentíssimo o Governador do Pará parece que escorregou no tomate.

  3. Rainel Pereira Filho disse:

    Tal pai tal filho.

  4. Sem palavras disse:

    O povo merece …o pai ladrao por anos , se aposentou dos roubos e colocou o filho , os IDIOTAS vão e elegem 👏🏼👏🏼👏🏼, aqui não é diferente , só muda a mosca , a MERDA É A MESMA

  5. Paulo disse:

    BG
    Tal o Pai, Tal o filho. O Povo Brasileiro em grande parte adora LADRÕES, no PARA NÃO É DIFERENTE.

Empresa alvo de ação em compra de respiradores têm negócios no RN; empresário preso anunciou parque eólico em encontro com governadora em 2019, destaca reportagem

A operação que resultou na prisão de três pessoas envolvidas na compra de respiradores para estados do Nordeste tem entre os detidos um representante de empresa que tem negócios no Rio Grande do Norte.

Deflagrada na segunda-feira (1º), a Operação Ragnarok alvejou Cristiana Prestes e Luiz Henrique Ramos, da Hempcare Pharma, e Paulo de Tarso Carlos, da Biogeoenergy.

A Hempcare compraria respiradores da China e recebeu antecipado por isso R$ 48,7 milhoes. Após não conseguir, tentou com a Biogeoenergy, que desenvolveu respirador nacional, mas que ainda não tem autorização para comercializar. Na ação policial, todos foram apontados como grupo de estelionatários.

Paulo de Tarso, da Biogeoenergy, esteve em reunião com a governadora Fátima Bezerra em dezembro de 2019, quando um negócio de R$ 3,5 bilhões em energia eólica foi anunciado. O grupo já tem um parque eólico em Ceará-Mirim, a partir de tratativas deflagradas no governo Robinson.

O registro foi localizado pelo Blog do Dina ao investigar o histórico da empresa, que tem experiência em infraestrutura e logística e desenvolveu posteriormente projeto para fabricar respiradores pulmonares.

Leia todos os detalhes AQUI em texto completo.

VÍDEO – Alvo da PF em inquérito das Fake News, humorista se revolta com Alexandre de Moraes, fala em tentativa de coagi-lo, e diz que “não foi advogado do PCC”

“A Polícia Federal esteve agora na minha casa! Por ordem do ministro do STF, Alexandre de Moraes! Querem me calar? Não sou o Lula e não tenho medo de policiais, sou homem honesto e Íntegro. Espalhem esse vídeo para todos!”. Essas foram as palavras do humorista Reynaldo Bianchi, um dos alvos da operação da Polícia Federal desta quarta-feira (27) no inquérito das fake news do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em vídeo, o apoiador do governo dirigiu as suas palavras ao ministro Alexandre de Moraes:

“Não sou vítima de nada. Pagador de impostos, não fui indicado por ninguém. Agora o STF vem investigar a minha vida. Qual vida que deveria ser investigada? Eu não fui advogado do PCC”, disse.

Em outra mensagem publicada na mesma rede, ele afirmou que a operação era uma tentativa de coagi-lo.“Sou honrado, íntegro e a Verdade está ao meu lado”, escreveu no Twitter.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ben disse:

    Parabéns Alexandre de Moraes. Rapidinho tornaram-se inocentes. STF, como deve fazer, agindo como ultima trincheira do povo. Minha solidariedade ao STF.

  2. Rogério Rocha disse:

    Estou com peninha….

  3. Azevedo disse:

    Alguns ministros do STF estão abusando da autoridade, estão judicializando em causa própria, está na hora das forças armadas mandarem um recado mais eloquente, pois a justiça tem ser feita com critérios e sem perseguição seja lá de quem ou para quem.

  4. Tarcísio Eimar disse:

    Tem a q aparecer um salvador da pátria, exterminar essa classe. Matar mesmo, porque a injustiça q essa justiça brasileira vem fazendo está acabando com a ótica da coerência. Como dizem por aí, essa cabeça de p*** nunca parou pra ver o que ele já fez antes de estar dando canetada agora.

  5. Ítalo disse:

    Como acreditar em uma corte que tem um advogado que defendeu o PCC?? Esse corpo do supre o de hje e uma vergonha estamos vivendo uma ditadura do judiciário pois eles não prestam contas a ninguém!!

  6. ForaCanalhas disse:

    Esse Alexandre de Moraes está sapateando sobre o povo e a constituição Brasileira. Herança maldita!!!!

  7. Xicu disse:

    Esse palhaço ainda se acha na razão , está certo o STF, tem que tomar algumas medidas contra esses bandido.

  8. natalsofrida disse:

    Estão querendo calar o povo. Que país é essr3
    ?

  9. Jose disse:

    É só nao cometer crime, não caluniar, não difamar, que a PF não vai pô! Acabou! E daí? Tem mais é que se fuder, pô!

  10. QUEIROZ 2022 disse:

    PCC é da turma de SP. A turma do RJ é do CV.

Bia Kicis e Zambelli são alvo de operação em inquérito de fake news

A Polícia Federal cumpre 29 mandados de busca e apreensão, na manhã desta quarta-feira (27), referentes à investigação sobre notícias falsas conduzida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que apura ameaças a ministros. As ordens judiciais estão sendo cumpridas no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina.

O inquérito, que corre em sigilo, foi aberto no dia 14 de março de 2019 pelo presidente do STF, Dias Toffoli, com a intenção de investigar a existência de uma rede de produção e propagação de fake news.

Alguns dos alvos são o ex-deputado federal Roberto Jefferson; a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP); a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF); o deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP); o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan; o blogueiro Allan dos Santos, próximo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido); o músico e humorista Rey Biannchi; o youtuber Enzo Leonardo Suzin Momenti; a ativista bolsonarista Sara Winter; Edgard Corona, presidente da rede de academias Smart Fit; e o comandante Winston Rodrigues Lima, coordenador do Bloco Movimento Brasil. Eles tiveram computadores, celulares, tablets e outros dispositivos eletrônicos apreendidos. Ninguém foi preso, mas eles terão que prestar depoimento.

‘Milícias digitais’

O relator do caso é o ministro Alexandre de Moraes. No domingo (24), ele condenou as “milícias digitais” e afirmou que o Poder Judiciário atuará com firmeza para responsabilizar usuários que espalham notícias falsas na internet.

Moraes desmentiu uma conversa de Whatsapp, atribuída a ele, na qual pede a ação de um atirador de elite durante uma manifestação de apoio a Bolsonaro no Palácio do Planalto.

“Lamentável que milícias digitais, criminosamente, inventem mensagens e perfis falsos e mentirosos, como esse anexo, para desgastar a Democracia e o Estado de Direito. O Poder Judiciário atuará com firmeza para responsabilizar esses marginais”, escreveu o ministro no Twitter.

Inquérito das fake news

Desde que foi aberto, o chamado “inquérito das fake news” sofreu forte oposição do Ministério Público Federal por ter sido iniciado de ofício (sem provocação de outro órgão) por Dias Toffoli.

Com a mudança do titular da Procuradoria-Geral da República (PGR), em setembro, foi alterada também a postura da instituição em relação ao inquérito. O procurador-geral Augusto Aras disse que Toffoli, ao determinar a abertura da apuração, “exerceu regularmente as atribuições que lhe foram concedidas” pelo Regimento Interno do Supremo.

O inquérito já identificou empresários bolsonaristas que estariam financiando um “bombardeio” virtual contra os ministros do STF. O custo dos ataques nas redes sociais pode chegar a R$ 5 milhões por mês.

As apurações indicam que esses empresários bancam despesas com robôs – programas de computador que podem ser usados para fazer postagens automáticas nas redes – e produção de material destinado a insultar e constranger opositores de Bolsonaro nas mídias digitais.

Com CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alex disse:

    Isso é fake? Ou não.

  2. Luiz disse:

    Se fosse do PT era quadrilha, Como não é é um Quadrlhão 17

  3. Zé Ninguém disse:

    CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ.
    A verdade tarda mais não falha. Os falsos cristãos seguidores do falso messias estão doentes. Não conseguem enxergar, nem raciocinar. Mas, há esperança. Já conheço pessoas totalmente curadas.

  4. E DAÍ??? disse:

    Cuidado para não serem mitralhados pela milícia digital e real. Chamem o nosso herói CAPETÃO MICO MILICIANO e ele vai provar que os culpados são Lula e o PT. Tá ok???

Witzel é alvo de ação da PF sobre desvio de verbas contra a Covid

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

A Polícia Federal (PF) iniciou na manhã desta terça-feira (26) a Operação Placebo, sobre suspeitas de desvios na Saúde do RJ para ações na pandemia de coronavírus. São 12 mandados de busca e apreensão — um deles no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador Wilson Witzel (PSC).

Resumo:

Witzel e sua mulher, Helena, são alvos de mandados de busca e apreensão autorizados pelo STJ;

Governo do RJ não se pronunciou sobre a operação até as 8h30;

Outra operação da PF há duas semanas prendeu cinco pessoas, entre elas o empresário Mário Peixoto, que tem contratos de R$ 129 milhões com o governo do RJ;

Após essa operação, a Lava Jato no Rio enviou citações a Witzel para a Procuradoria-Geral da República.

Às 8h40, agentes saíram do Palácio Laranjeiras com um malote com documentos.

Equipes da PF também foram mobilizadas para a casa onde Witzel morava antes de ser eleito, no Grajaú, e no escritório de advocacia do governador, que é ex-juiz federal.

O G1 entrou em contato com o governo do estado, mas, até a última atualização desta reportagem, ainda não havia resposta.

A deputada Carla Zambelli (PSL), aliada de Jair Bolsonaro, disse nesta segunda em uma entrevista à Rádio Gaúcha que a PF “ia investigar irregularidades cometidas por governadores durante a pandemia”, mas não citou nomes.

O presidente Bolsonaro tem criticado Witzel — de quem foi aliado durante a campanha –, a quem chamou de ‘estrume’ em uma reunião ministerial em 22 de abril, por conta das medidas de isolamento para conter o coronavírus.

Perguntado sobre a operação nesta terça, Bolsonaro respondeu: “Parabéns à Polícia Federal. Fiquei sabendo agora pela mídia. Parabéns à Polícia Federal, tá ok?”

Questionado sobre se Zambelli sabia, emendou: “Pergunta para ela.”

Gabriell Neves e Iabas também são alvo

Outros alvos da ação desta terça são Gabriell Neves, ex-subsecretário de Saúde de Witzel preso na Operação Mercadores do Caos, e o Iabas (Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde), organização social (OS) contratada pelo governo do RJ para a construção de sete hospitais de campanha no estado.

Equipes foram para a casa de Gabriell, no Leblon, e nos escritórios da Iabas no Centro do Rio e em São Paulo, onde fica a sede da OS.

A assessoria do Iabas informou por volta das 8h20 que ainda não tem informações e que se posicionará depois.

O G1 também tentou contato com a defesa de Gabriell.

Aonde a PF foi

Palácio Laranjeiras: residência oficial do governador e da família;

Rua Professor Valadares, Grajaú: residência onde morava Wilson Witzel;

Rua Dezenove de Fevereiro, Botafogo: residência de Edmar Santos, ex-secretário de Saúde;

Avenida Ataulfo de Paiva, Leblon: residência de Gabriell Neves;

Rua da Assembleia, Centro: escritório do Iabas;

Rua México, Centro: sede da Secretaria Estadual de Saúde.

Atrasos e suspeitas

O governo do estado anunciou R$ 1 bilhão para o combate à Covid-19. A maior parte desse orçamento — R$ 836 milhões — foi destinada para o Iabas em contratos emergenciais, sem licitação, para hospitais de campanha.

Foram prometidas sete unidades em pleno funcionamento até o dia 30 de abril, mas nenhuma foi aberta no prazo.

Maracanã: aberto parcialmente dia 9, e uma ala foi ‘inaugurada’ na última sexta (22);

São Gonçalo: uma inauguração foi anunciada para o dia 17, mas a unidade só deve abrir nesta quarta (27);

Nova Iguaçu: deve abrir na sexta (29)

Duque de Caxias: agendado para segunda (1);

Nova Friburgo: prometido para 7 de junho;

Campos dos Goytacazes: deve abrir em 12 de junho

Casemiro de Abreu: o mais atrasado, programado para abrir dia 18 de junho.

Desse montante — e antes de ter recebido o primeiro leito dos sete hospitais contratados —, o estado já tinha adiantado R$ 256 milhões, em três levas:

Uma de R$ 60 milhões, paga em duas vezes, nos dias 13 e 15 de abril, sem especificação de onde seria o usado o dinheiro;

Uma de R$ 68 milhões, para pagar respiradores e finalização da montagem dos hospitais;

E outra parcela, no valor de R$ 128,5 milhões.

Suspeitas de irregularidades nesses contratos emergenciais tinham motivado duas operações até então.

Mercadores do Caos, da Polícia Civil do RJ e do Ministério Público do RJ, sobre respiradores;

Favorito, da PF, sobre tentativa de fraudar mais contratos.

Mercadores do Caos

Na primeira, investigada pelo estado, foram presas cinco pessoas, em duas etapas.

Gabriell Neves, subsecretário de Saúde do estado, exonerado antes da prisão;

Gustavo Borges, que sucedeu Gabriell na pasta, exonerado depois da operação;

Aurino Filho, dono da A2A, uma empresa de informática que ganhou contrato para fornecer respiradores ao estado;

Cinthya Silva Neumann, sócia da Arc Fontoura;

Maurício Fontoura, controlador da Arc Fontoura e marido de Cinthya.

Três empresas — a Arc Fontoura, a A2A e a MHS Produtos — são investigadas por suposta fraude na compra de mil respiradores. Somente 52 foram entregues, mas com especificações diferentes.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Nessa guerra entre a familia bozo e o Witzel, o melhor seria que ninguém sobrevivesse.

  2. PITANGA disse:

    Como diz o velho jargão: todos não passam de farinhas do mesmo saco.

    • Keynesianista disse:

      Menos o "Mito" & CIA; eles não são farinha, são veneno mesmo!

  3. Direita-Honesta disse:

    É se o Ministro da Justiça ainda fosse o anterior e o Diretor da PF ainda fosse o seu "protegido"? Será que essa operação teria sido deflagrada? Duvido muito.

  4. Direita-Honesta disse:

    Muito fácil separar o joio do trigo no Brasil. De um lado, o presidente Bolsonaro, de "boca suja" mas ficha limpíssima. Do outro lado, seus opositores, pessoas "finas e educadas" (nem todos, é verdade) mas corruptos, inimigos do Brasil.

  5. Véi de Rui disse:

    É visível o desejo da informação em envolver o PR ou alguém ligado a ele, mas é melhor ler a informação direito, quem pediu foi o STF.

    • Direita-Honesta disse:

      Só uma pequena correção, amigo, a operação foi autorizada pelo STJ. Mas o sentido do seu comentário permanece correto.

    • Véio de Rui disse:

      Perdão, o STJ, isso mesmo

  6. Novo Brasil disse:

    Vejo que mesmo diante de tanta suspeita do governo Witzel ainda tem gente criticando o Presidente. Eita POVINHO PRA DEFENDER E GOSTAR DE BANDIDOS.

  7. Zé Ninguém disse:

    A direita está sendo uma grande decepção. Esperávamos uma nova política, mas o que estamos vendo é uma nova quadrilha. É farinha do mesmo saco, estando à direita ou à esquerda. Falsos messias e moralistas.

  8. Bezerra disse:

    Quem em sã consciência não saberia, ou pelo menos deveria saber, que, com toda essa farra de dinheiro liberado sem limites, os urubus estariam à espreita? Corretíssima a operação.
    Não precisa ter relação com o governo pra saber.

  9. paulo disse:

    BG
    Que vergonha hein seu ex-juiz. Patife iguais aos outros. O Rio de Janeiro está numa situação critica com os seus administradores. Sai ladrão entra ladrão.

  10. Ricardo disse:

    Quantas perguntas após Carla Zambelli ter antecipado que a PF iria agir contra governadores…

    Por exemplo, podemos deduzir que a saída do Valeixo começa a cumprir seu propósito e que, portanto, Moro estava certo sobre a intenção de Bolsonaro de interferir na instituição?

    • Js disse:

      O próximo alvo já dá pra imaginar ou melhor ter certeza de quem será, aguardem os próximos dias… Alô São Paulo aquele abraço!

    • ForaCanalhas disse:

      Interessante, com Moro e Valeixo o governador Witzel estava avontade pra roubar. Saiu Moro a verdade começou a aparecer.🤔👍

    • Zé Ninguém disse:

      O Deputado Glauber Braga do PSOL do Rio já havia alertado que Moro era um juiz ladrão. Roubou para o time que ganhou, e agora foi dispensado. Não está mais apitando nem jogo de biloca.

    • Manoel disse:

      Ou o presado e cego ou se finge que não ver acho que você nem sabe o que significa a siglas STJ a polícia federal está cumprindo ordens do STJ que afinal não e nada a favor de Bolsonaro aí fica a pergunta quem realmente interferia na polícia federal era Bolsonaro ou Sérgio moro a resposta está aí bem clara.

Deputado do Centrão que indicou novo diretor do Dnocs é alvo da PF

O deputado Sebastião Oliveira, do PL de Pernambuco, foi alvo de uma operação da Polícia Federal nesta sexta-feira. Ele é suspeito de fazer parte de um esquema ilegal no setor de infraestrutura no período em que era secretário de Transportes do estado.

Foi de Oliveira a indicação do nome do novo diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).

Os agentes da PF cumpriram mandado de busca e apreensão no apartamento funcional do parlamentar, em Brasília, e em dois de seus imóveis, em Pernambuco.

Fernando Marcondes de Araújo Leão foi nomeado para o comando do Dnocs em substituição a José Rosilônio Magalhães, que havia sido indicado em dezembro pelo deputado federal Genecias Noronha, do Solidariedade.

Apesar de a nomeação ter sido costurada pelo líder do PP na Câmara, Arthur Lira, o nome do novo diretor do órgão foi indicado inicialmente por Oliveira.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. humbabomber disse:

    PQP!!
    Como é que o povo continua elegendo esse povo????
    Ah cambada de jumentos!

  2. Dilson disse:

    Pessoal, alguém viu o Ceará Mundão? Cadê o Raimundo? O pessoal anda meio sumido… Olhe, vou começar a achar que vocês também se tornaram traidores da pátria. Que fase…

    • Acorda Brasil disse:

      Você está medindo o brasileiro de bem pela sua régua. A régua de quem defende bandido e ladrão. O brasileiro de caráter não vai ficar defendendo essa aproximação escusa de Bolsonaro ao 'Centrão'.
      Graças a Deus o caráter do brasileiro médio é mais elevado do que o dos petistas.

  3. CARLOS SAMPAIO disse:

    Muito difícil encontrar um político deste país que não tenha algo obscuro em sua vida política pregressa! Se todos trouxessem algum dispositivo na testa identificasse quem é ou não honesto seria uma maravilha! Os tentáculos da corrupção no Brasil vem de 500 anos! Não se esqueçam que fomos colonizados pelos portugueses que trouxeram para cá uma corja de bandidos de toda espécie! Infelizmente a eugenia ainda não surtiu efeito no sentido de eliminar da nossa genética está semente da corrupção!

  4. WellingtonB disse:

    Notícias como essa serão corriqueiras. O centrão agora é governo.

  5. AVELINO disse:

    É TRISTE NOSSOS POLÍTICOS NÃO EXISTE UM QUE NÃO TENHA A FICHA COM PROBLEMAS?

  6. Rick disse:

    Eeeita que Bolsonaro e Rodrigo maia não conseguem parar o excelente trabalho da PF, luladrão também tentou, mas não conseguiu. Infelizmente perdemos o único e excelente juíz que conseguia enorme baixas nas quadrilha de CORRUPTOS que saqueiam o dinheiro público. Nessa pandemia ele iria proteger nosso dinheiro, e colocar um bocado de canalha na cadeia.

  7. Observando disse:

    Lula e Bolsonaro conhecem bem o Centrao.

  8. Marcelo disse:

    É o que acontece quando se negocia com o centrão….PF neles….

Apartamento do prefeito de Ielmo Marinho é alvo de busca e apreensão em Operação do MP

Foto: Divulgação

O prefeito de Ielmo Marinho,Cássio Castro, o Dr. Cassio, foi alvo da Operação Lamaçal deflagrada pelo Ministério Público na manhã desta sexta-feira, 14, para combater fraudes.

Segundo informações apuradas pelo Justiça Potiguar, o apartamento do prefeito localizado no condomínio Andorra, em Nova Parnamirim, foi alvo de mandados de busca e apreensão. Matéria completa aqui.

Alvo de operação da PF, ex-ministro do Trabalho é exonerado da presidência da Funasa

Foto: Reprodução/TV Globo

O governo federal exonerou o ex-ministro do Trabalho e ex-deputado federal Ronaldo Nogueira da função de presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

A exoneração foi publicada na edição desta quarta-feira (12) do “Diário Oficial da União” (DOU) e assinada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Segundo a publicação, a demissão foi a “pedido” de Nogueira.

Filiado ao PTB e ministro do Trabalho no governo de Michel Temer, Nogueira foi alvo de busca e apreensão na Operação Gaveteiro, deflagrada pela Polícia Federal na semana passada para investigar a suspeita de desvio de R$ 50 milhões no antigo Ministério do Trabalho.

De acordo com a PF, as irregularidades ocorreram de 2016 a 2018. Nogueira foi alvo de busca e apreensão. Em nota, Nogueira afirmou na oportunidade:

“Em relação à notícia divulgada no dia de hoje, envolvendo meu nome, informo não ter receio algum da apuração dos fatos. Meu advogado está tomando ciência do processo com toda a serenidade que o momento exige. Tenho o maior interesse no esclarecimento dos fatos e, desde já, coloco-me à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários às autoridades responsáveis”.

A operação da PF investiga uma organização criminosa que, de acordo com as apurações, fez uma contratação de fachada de uma empresa para fornecer serviços de tecnologia ao ministério.

Nogueira assumiu a Funasa em fevereiro de 2019, após encerrar o mandato de deputado federal pelo Rio Grande do Sul. Na Câmara, ele fazia parte da bancada evangélica. O ex-parlamentar tentou a reeleição em 2018, porém ficou entre os suplentes de sua coligação.

Vinculada ao Ministério da Saúde, a Funasa tem entre suas competências a missão de “promover a inclusão social por meio de ações de saneamento para prevenção e controle de doenças”.

Nogueira foi ministro do Trabalho durante parte do governo de Michel Temer. A pasta foi extinta pelo presidente Jair Bolsonaro, que reduziu o número de ministérios de 29 para 22.

A gestão de Nogueira como ministro foi de maio de 2016 a dezembro de 2017. Ao pedir demissão, ele justificou que desejava se dedicar à campanha de reeleição como deputado.

Durante a gestão de Nogueira foi aprovada a reforma trabalhista pelo Congresso Nacional. As alterações mexeram em diversos pontos da legislação, como férias, jornada, remuneração e plano de carreira.

Em nota publicada na terça-feira (11) no site da Funasa, Nogueira informou que “tomou a decisão individual” de pedir demissão por “entender ser o melhor a ser feito no momento”, já que terá “mais tempo” para se defender.

(mais…)

Alvo de Operação do MP, ex-prefeito no RN emite nota e diz querer colaborar

O ex-prefeito de Jucurutu, George Queiroz, enviou nota sobre a Operação do Ministério Público Eleitoral desta segunda-feira, 9, que cumpri mandados de busca e apreensão para apurar irregularidades em doações de terrenos da Prefeitura, em um esquema que causou prejuízo de R$ 4,5 milhões à Prefeitura.

Confira aqui no Justiça Potiguar a  “NOTA DE ESCLARECIMENTO DO EX-PREFEITO GEORGE QUEIROZ AO RN E AO POVO DE JUCURUTU”..