PF desmente reportagem e diz que não há inquérito sobre milicianos

A PF do Rio de Janeiro desmentiu a reportagem do Valor, segundo a qual haveria um inquérito envolvendo o achaque de milicianos a doleiros investigados por lavagem de dinheiro.

Com o título de “Investigação sobre milícia teria motivado troca de chefe da PF do Rio”, o jornal do grupo Globo diz que “um inquérito sobre lavagem de dinheiro que pôs milicianos do Rio no radar da PF, há cerca de dois meses, teria chegado ao conhecimento do presidente Jair Bolsonaro e alimentado a crise com o ministro da Justiça, Sergio Moro“.

“O fato também teria desencadeado a exoneração do chefe da corporação fluminense, Ricardo Saadi, e poderá, ainda, levar à queda do diretor -geral do órgão, Maurício Valeixo, segundo disseram fontes a par do caso”, acrescenta o texto.

Apesar do posicionamento da PF do Rio, o boato propagado pelo Valor já está repercutindo em vários sites alinhados ao Partido dos Trabalhadores (PT).

Com acréscimo de informações de O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sérgio Servantes disse:

    Vivem da MENTIRA;
    Se alimentam das MENTIRAS;
    Consomem MENTIRAS;
    Divulgam MENTIRAS;
    Enfim, precisam criar um mundo fictício, paralelo, SÓ COM MENTIRAS, para tentar sobreviver a DURA REALIDADE QUE A VERDADE vem impondo aos corruptos, aqueles que se apropriaram do estado e seus apoiadores amestrados.
    Isso é apenas MAIS UM CAPÍTULO nessa novela MENTIROSA que vem sendo narrada pela esquerda a tantos anos.

Ministro de Minas e Energia diz que não há barragem segura no Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro de Minas e Energia, Beto Albuquerque, disse nesta quinta-feira (23), que não há barragem segura no país. Em depoimento na Comissão de Meio Ambiente do Senado, sobre segurança de barragens, o ministro disse que “não tem barragem segura. Esse conceito não existe”.

Albuquerque explicou que a probabilidade de rompimento de barragens construídas à montante, como foi o caso de Mariana, Brumadinho e agora de Gongo Soco, todas em Minas Gerais, é muito superior às demais. “O monitoramento é diuturno e ininterrupto. Tudo está sendo monitorado minuto a minuto e as informações estão sendo passadas às pessoas que têm responsabilidade, competência para tomar as ações e medidas, especialmente para não perdermos vidas humanas”, destacou.

Bento Albuquerque disse que em razão do grande número de barragens, cerca de 2 mil, entre elas as que não são só de rejeitos de mineração, o ministério faz pareceria com a Agência Nacional de Águas (ANA) para a fiscalização.

O ministro disse aos senadores que até 2021 todas as barragens serão descomissionadas (esvaziamento das barragens de rejeitos). “O descomissionamento também é uma atividade de risco, que tem que ter planejamento bastante apurado”.

Congresso

Bento Albuquerque destacou importância do papel do Congresso para que haja segurança jurídica não só para os empreendedores exercerem suas atividades na mineração, mas também para as autoridades exercerem seu poder de polícia ou de regulação do setor. Segundo ele, o Brasil é o terceiro país em produção mineral do mundo, atrás de Austrália e Canadá, e responde por três milhões de empregos diretos e indiretos, contribuindo com 4% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços do país).

Medidas

O ministro de Minas e Energia garantiu que até o fim de 2019, todas as barragens do país serão fiscalizadas. “Temos cerca de 500 barragens de rejeitos, 150 delas já foram vistoriadas esse ano, e todas serão vistoriadas este ano”.

Diligência

Nesta sexta-feira (24), senadores da Comissão do Meio Ambiente irão até a região da mina de Gongo Soco, em Barão de Cocais (MG), para uma diligência. De responsabilidade da mineradora Vale, a barragem da mina está, desde a semana passada, em alerta máximo, com risco de rompimento. Os senadores querem verificar os riscos e as iniciativas do Poder Público para minimizar a situação.

“Em razão da gravidade, não podemos esperar. Não podemos deixar que o ocorrido em Mariana e Brumadinho se repita. Precisamos dar uma resposta, afirmou o presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (Rede-ES). Ele lembrou ainda que o talude da barragem está se movendo entre 6 e 8 centímetros por dia e que se a barragem se romper, os rejeitos poderão se espalhar por até 75 quilômetros, atingindo os municípios de Barão de Cocais, Santa Bárbara e São Gonçalo, que desde fevereiro foram totalmente evacuados.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciana Morais Gama disse:

    Todas as licenças ambientais foram tiradas nos governos do PT. Precisa dizer mais alguma coisa??

  2. Dilson disse:

    Hmmm… Devemos então privatizar? Ah… Mas já são empresas privadas!