Judiciário

Delegado algema as mãos e os pés de advogado ‘que não calou a boca’ no DF

Prisão e algemas | Arquivo Google

A OAB no Distrito Federal está indignada com o tratamento dado por um delegado de Polícia Civil a um advogado.

Por alegação de desacato à autoridade — no caso, o próprio delegado —, um advogado do DF que atuava na cidade de Planaltina foi preso na semana passada por “não calar a boca”. Colocado em uma cela junto com outro detido, teve os pés e as mãos algemados enquanto estava encarcerado.

As algemas só foram retiradas após a chegada de representantes da OAB-DF à delegacia, mas o advogado foi solto apenas depois de registrada a ocorrência.

Segundo a OAB, os moldes da prisão afrontam as prerrogativas constitucionais da advocacia e atentam contra os direitos de qualquer cidadão brasileiro.

Advogados do DF farão, nesta sexta-feira, um protesto contra a ação do delegado no caso.

Lauro Jardim – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Wassef que o diga!! Mas tem ignorantes e arrogantes em todas as áreas e classes sociais. Sendo que tratar o outro com tolerância e humildade é coisa de quem sabe da vida!

  2. Tudo é questão de bom senso e respeito entre as classes.
    Ambos merecem respeito e também têm que respeitar, sem dar carteira ou abusar da autoridade que tem.
    E nas relações humanas uma boa conversa é sempre melhor do que uma boa briga.

  3. Um adv que se auto intitula Autoridade Máxima em qualquer q seja a situação, merece ser amarrado com uma corda. Tem uns que só aprendem assim. Nunca vi uma classe pra se achar tão mais do que realmente são.

  4. Tem advogado que acredita ser a autoridade máxima aqui na terra. Tem delegado que acredita ser a autoridade máxima aqui na terra. Essas duas classes têm bons e educados profissionais, todavia tem uma parcela de advogados e delegados que são verdadeiras bestas feras. Via de regra, desequilibrados, quase loucos!

  5. Sou advogado, mas essa OAB e nada é a mesma coisa. Agora Del. Se fosse comigo. Eu mostraria que sua função é arrogância terminava em nada.

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Saúde

MERCADO FETICHISTA: Mulheres ganham dinheiro vendendo fotos de pés

Foto: Pixabay/Reprodução

A podolatria é um fetiche bastante conhecido em que as pessoas se excitam com pés, mesmo sem tocá-los ou fora de um contexto sexual. Por isso, não é difícil encontrar pelas redes sociais homens buscando uma forma de alimentar o fetiche e soltando frases do tipo “tem foto do pézinho?” para mulheres.

Assim, com a demanda criada, a oferta logo se estabeleceu, criando um novo nicho no mercado fetichista: a venda de pack de pés. A questão é que, em algum momento, essa informação saiu do submundo fetichista das redes sociais e emergiu para a superfície, dando origem a diversos memes sobre a prática.

“Na internet a gente vê várias piadinhas sobre vender pack do pézinho né? Acabei ficando curiosa se fazer isso rendia um dinheiro mesmo. Até porque não tinha nada a perder, sequer preciso mostrar o meu rosto”, conta Venus (nome fantasia usado nas redes sociais para venda dos packs).

Venus tem 20 anos e entrou nessa há pouco mais de um mês, como uma experimentação, e conta que hoje já consegue um dinheiro bom para comprar umas cervejas no fim de semana e algumas roupas.

Já para algumas pessoas mais familiarizadas com o meio fetichista, como Paula, de 30 anos, a venda de packs veio de forma espontânea, quando ela utilizava o perfil para compartilhar as fotos que gostava. “Percebi que a venda era uma possibilidade quando os seguidores começaram a pedir fotos personalizadas e exclusivas — unha de uma cor, um tipo de calçado, um tipo de pose etc — e me pagavam para isso, em troca eu enviava packs de fotos e vídeos”, relata.

“Confesso que não dou muita prioridade ao perfil e acabo deixando de atender muitos desejos dos seguidores em relação a compras, mas sei que pessoas que se dedicam e têm um bom conteúdo, lucram muito bem”, continua.

Os tabus ainda existem e nem todos lidam com naturalidade ao saber que alguém ganha dinheiro vendendo fotos de partes do corpo para estranhos na internet, mesmo que não sejam as partes íntimas. “Meus familiares não sabem que vendo fotos, mas meus amigos mais próximos, sim, inclusive eles quem me deram a ideia de começar pra ver o que rolava, é a nossa piada interna”, assume Venus.

Para Paula, que já tem o perfil criado para o público fetichista há bastante tempo e começou a vender as fotos há três anos, é mais fácil tratar isso com naturalidade. Segundo ela, a família e amigos não apenas sabem da prática como a ajudam a tirar as fotos. “Mas quando eu conto para as pessoas no geral, elas geralmente não acreditam, sempre perguntam se estou falando sério”.

Os preços variam bastante, para fotos e vídeos personalizados o valor fica mais alto, podendo chegar a R$ 100 o pacote com três fotos, mas Venus faz preços mais baixos para os seguidores e vende packs de dez vídeos e três fotos a R$ 50 e, o mais barato, por R$ 25 com três vídeos.

IG

Opinião dos leitores

  1. Nem uma novidade, tem gente para tudo, inclusive os que acreditam na inocência do corrupto Lula, e até quem masca fumo.

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