Pesquisa aponta que pessoas traem mais quando os filhos saem de casa; especialistas culpam “síndrome do ninho vazio” e “segunda adolescência”

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É comum os pais passarem pela síndrome do ninho vazio, aquela sensação psicológica de solidão, quando os filhos saem de casa pela primeira vez. Em muitos casos, quando isso acontece, o casamento pode ficar abalado e a saída ser uma traição para uma das partes.

Quem comprova isso é uma pesquisa feita pelo Ashley Madison, site de encontros extraconjugal em todo o mundo. Os usuários foram questionados se a saída dos filhos de casa impactou na escolha deles pela traição.

Mais de um terço dos entrevistados afirma que sim. Segundo eles, foi apenas após os filhos saírem de casa que eles pensaram em trair o parceiro. Dessa forma, a pesquisa afirma que a” pode levar à infidelidade.

“Quando analisamos os nossos usuários, notamos alguns períodos diferentes na vida em que as pessoas se tornam mais suscetíveis a trair ”, afirma Isabella Mise, diretora de comunicações da Ashley Madison. Segundo ele, esses períodos são: logo após se casar ou dar à luz e anos após o filho sair de casa.

“Essas fases da vida têm um impacto sobre o casamento”, completa. Nesse sentido, buscar um relacionamento extraconjugal seria um sintoma da instabilidade do relacionamento que, para muitos, começa a se tornar aparente quando a saída de casa de um filho ocorre.

Por que a traição só aconteceu quando os filhos saíram de casa?

Os usuários da rede social ainda foram questionados sobre o motivo de esperar os filhos saírem de casa para então trair. A maioria (28%) afirma que só percebeu que não tinha muito em comum com seu cônjuge quando os filhos se foram.

Logo em seguida, 24% disseram que seus filhos os mantinham ocupados o suficiente para não se importarem com o fato de não estarem tendo relações íntimas. Por fim, 10% falaram que não queriam se arriscar para não serem flagrados por seus filhos.

“Pais mais velhos podem fazer mais escolhas na vida com menos pressão para criar seus filhos e se preocupar com responsabilidades de pais. Nessa idade, muitas pessoas passam pelo que eu chamo de ‘segunda adolescência’”, aponta a terapeuta Tammy Nelson.

A profissional completa dizendo que os pais podem sentir mais energia e, nesse sentido, passar a buscar novas aventuras. Para alguns, isso significa viver uma traição.

IG

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Severino disse:

    Discordo.
    Traí porque quer.

  2. Pedro Melo disse:

    Eu sou um eterno adolescente , mas não fico piscando não. Oxi?!

Instituto Paraná: pesquisa aponta que 57% dos paulistas aprovam Bolsonaro

Perguntado pelo Instituto Paraná se aprovam ou desaprovam, simplesmente, a administração de Jair Bolsonaro, os paulistas responderam o seguinte:

57% aprovam;

36,8% desaprovam.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sandro disse:

    37% desaprovam. Continue assim, coitado era melhor ter continuado deputado.

    • Neto disse:

      O choro é livre, Sandro! Pode chorar!

    • Ceará-Mundão disse:

      É melhor vc se preocupar com o governo do RN. E rezar para o governo Bolsonaro dar certo. Adivinha quem serão os primeiros a se f… se o Brasil não deslanchar? Cria juízo, "cumpanhero".

Pesquisa aponta que a diversão é a principal motivação para a traição

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É nas primeiras semanas do ano que se costuma parar para refletir sobre antigos hábitos e pensar o que se quer ou não manter na vida. Uma pesquisa realizada pelo site “Ashley Madison” , principal site de relacionamentos extraconjugais do mundo, revelou que as pessoas andaram analisando sobre manter ou não a traição em suas vidas.

O levantamento aponta que a traição não sairá tão cedo da vida das pessoas. Após entrevistar 2.584 usuários, entre os dias 2 e 4 de janeiro, os números revelam que mais da metade dos membros da plataforma desejam não apenas continuar traindo, como também encontrar mais parceiros extraconjugais em 2019. Por outro lado, 27% querem manter o mesmo parceiro, mas aumentar as experiências que têm com eles. Além disso, 17% desejam passar mais tempo com seu amante neste ano.

A “Ashley Madison” ainda procurou descobrir a razão pela qual os seus usuários não colocaram “parar de trair ” como uma resolução de Ano Novo. A diversão que têm com seus parceiros extraconjugais é o principal motivo pelo qual 27% dos usuários vão continuar traindo seus cônjuges em 2019. Seguido, 13% estão “viciados” em trair, outros 13% estão vivendo a melhor fase de sua vida e 8% acreditam que trair é algo que torna o casamento mais forte.

De acordo com Isabella Mise, diretora de comunicação da “Ashley Madison” , as pessoas buscam relacionamentos extraconjugais , pois a monogamia não é algo inato a elas. “As pessoas crescem, mudam e buscam continuamente novas e diferentes experiências, e a monogamia frequentemente age como uma restrição contra nossos desejos naturais”, fala em entrevista ao Delas .

Traição no Brasil

O Brasil é o principal mercado internacional da rede social, logo atrás da América do Norte. Além disso, São Paulo é a cidade com o maior número de usuários que buscam relacionamentos extraconjugais em todo o mundo, com mais de 1,6 milhão de membros.

Aqui, quem mais busca a traição são as mulheres. Isabella Mise explica que o Brasil tem quase o dobro de mulheres o usando o site do que os homens. “Nossa plataforma tem uma proporção de gêneros de 1,9 mulheres ativas para cada 1 homem ativo pago”, fala. Aparentemente, esses números tendem a se manter em 2019, já que continuar traindo está no plano da maioria dos usuários que participaram da pesquisa.

IG

 

Pesquisa aponta que 30% dos mais ricos querem que Temer permaneça

Foto: Mateus Bonomi/Agif/Folhapress

Uma pesquisa sobre a possibilidade de permanência de Michel Temer no cargo surpreendeu lideranças de partidos que ainda estão na base do governo. Ela mostra que parte do “andar de cima”, apesar de rejeitar o presidente, prefere que ele fique no cargo. Entre os que ganham mais de dez salários mínimos, o percentual chega a 30%.

PIOR SEM ELE

Quando se considera o total dos entrevistados, de todas as classes sociais, a taxa cai para 17%.

Mônica Bergamo, Folha de São Paulo