Comportamento

“PRIMEIRO TESTE, DEPOIS MOTEL”: Pesquisa diz que mesmo com pandemia, ‘passar do tempo’ foi crucial para que os infiéis voltassem à pista da traição

Foto: iStock

Se a vida dos solteiros já ficou mais complicada em 2020, imagine a de quem é casado, mas adora uma escapada casual. Em meio ao isolamento social e convivendo por mais tempo com o cônjuge, ficou mais difícil sair de casa sem uma boa justificativa — e quase impossível conhecer pessoas novas sem correr o risco de adoecer ou colocar os demais membros da residência em perigo.

Porém, de acordo com dados da plataforma Eveeda, voltada para mulheres e homens que buscam envolvimentos extraconjugais, o passar do tempo foi crucial para que os infiéis voltassem à pista da traição: em junho a empresa realizou uma pesquisa entre os usuários brasileiros e constatou que 76% deles haviam parado de procurar por novos parceiros desde o início da pandemia. Cinco meses depois, em novembro, o número caiu para apenas 27%.

Ou seja: ainda que as mortes causadas pelo coronavírus estejam aumentando no país, muitos consideraram que vale a pena correr o risco.

Duplamente perigoso é mais gostoso?

A pesquisa conduzida pelo site revelou que uma das principais motivações para as puladas de cerca é o frio na barriga: 87% dos usuários responderam que ter um caso na pandemia desperta neles a sensação de adrenalina.

É o caso de Carolina*, de 44 anos, que tem dois filhos. Ela sente que tem uma família feliz, mas que não pode dizer o mesmo do seu casamento. “Tenho certeza de que fui e continuo sendo traída, mas preferi não me divorciar. Não gostaria que meus filhos tivessem os pais separados e temos uma vida financeira estável”, conta.

Ela afirma ainda que começou a trair há sete anos, quando percebeu as evidências da infidelidade do companheiro. No início, conhecia outros homens em bares e na academia, mas hoje seu principal recurso é a internet, por onde já conheceu três parceiros.

Quando a quarentena começou, escolhi apenas um deles para continuar tendo encontros casuais. Não temos nada sério, mas acabamos nos tornando fixos. Quando temos algo marcado, digo ao meu marido que vou participar de um happy hour com as colegas de trabalho ou que vou ficar até mais tarde por lá, já que minhas atividades estão acontecendo presencialmente”.

Apesar disso, Carolina confessa que está ansiosa para que a vida volte ao normal, pois assim poderá variar os amantes como costumava fazer, sem se preocupar em adoecer.

Sede de aproveitar a vida

Quem também decidiu arriscar foi Joana*, que é casada há 20 anos e tem um filho. “Geralmente, quem casa acredita que vai ficar só com aquela pessoa para o resto da vida. Mas o passar dos anos nos torna solitários, carentes”, opina. Ela relembra que o primeiro encontro que teve através da plataforma foi agradável. “Fomos a um restaurante, pedimos um vinho e, depois de algum tempo de conversa, decidimos ir para um motel. Foi maravilhoso”.

A quarentena não a impediu de seguir traindo: reduziu o número de saídas, mas depois de um tempo de conversa com um dos pretendentes, marcaram de se conhecer pessoalmente.

Cada um de nós fez um teste de farmácia e mostrou o resultado para o outro. Só então fomos para um motel”, conta.

Mesmo o teste de farmácia não sendo o mais indicado para esse tipo de situação, uma vez que mostra apenas se a pessoa já desenvolveu anticorpos ao coronavírus — e não se ela está infectada e transmitindo a doença naquele momento — ela garante que se sentiu mais segura. “No fim, temos que aproveitar as oportunidades da vida. Ela passa muito rápido”, justifica.

Quem escolheu esperar

Mônica* tem 32 anos e é psicanalista. É casada há 2 anos, mas está em uma relação séria com seu marido há 15. Ela se considera feliz. “Estou com uma pessoa a quem admiro e amo. Tenho conversas agradáveis com ele e consigo imaginar nós dois envelhecendo juntos”, garante. Ela questiona, no entanto, a monogamia. “Conversamos muito sobre sexo e formatos de relação, mas ainda não conseguimos nos rotular como um casal aberto. Não acredito que ele tenha uma amante fixa, mas sei que não deixaria uma aventura escapar, assim como eu”, reflete.

Monica saiu com outros homens enquanto namorava. “Desenvolvi relações amigáveis, mas sempre tentei evitar o clima de romance”, diz. Ela experimentou o site depois depois de se casar, mas ainda não conseguiu se encontrar com alguém.

“Iniciei algumas conversas, mas não tive coragem de um encontro presencial. Provavelmente só aceitaria fazer isso se já tivesse intimidade com a pessoa e soubesse que ela está adotando o isolamento social e tomando as medidas necessárias para se prevenir. Como não conheço alguém com esse perfil, decidi esperar mais alguns meses”, afirma.

*Os nomes foram trocados a pedido das entrevistadas.

Universa – UOL

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    1. Pra acabar de completar, Obama disse que ele é ladrão.
      Rsrsrs

  1. Respeito e consideração começa em casa, na família. Se um dos cônjuges traí o outro como pode ter moral para falar de políticos desonestos. A família deveria ser uma entidade sagrada, se pensassemos assim teríamos um Mundo melhor de se viver.

  2. O molusco de 9 dedos levava a amante no avião presidencial nas viagens, inclusive as internacionais.

    1. Que irônico! O gado já tem "gáias" por natureza! Múuuuu!

    1. Kkkkkkkkk
      E tem muitos outros bolsonaristas que estão fazendo o mesmo.

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Comportamento

FOTO: Mulher descobre traição de namorado pelo reflexo dos óculos dele em selfie

Foto: : Reprodução/TikTok

Uma mulher resolveu expor publicamente a traição do namorado após descobri-la de uma forma inusitada: ela enxergou as pernas de uma outra mulher refletidas nos óculos usados pelo homem, em uma selfie que ele mesmo enviou para ela.

Sydney Kinsch compartilhou a foto em um vídeo do TikTok, explicando que foi por meio dela que ela descobriu a traição do homem com quem mantinha um relacionamento havia quatro anos.

O vídeo, que foi assistido mais de 1.5 milhão de vezes, mostra Sydney, com a foto do parceiro ao fundo. Em uma legenda, ela escreve: “Aquela vez em que meu namorado há quatro anos me mandou uma foto no Snapchat me traindo”. (ASSISTA AQUI em matéria na íntegra).

A imagem mostra o homem dentro de um carro, usando óculos de sol. Enquanto uma das lentes reflete o volante, com um das mãos do rapaz quando o veículo, a outra reflete pernas de uma mulher sentada no banco do passageiro.

“Verifique os reflexos nos óculos dos seus namorados, moças”, adverte Sydney. Nos comentários, várias pessoas questionaram a mulher sobre a certeza da traição partir do que era apenas uma foto, mas ela explicou.

“Eu liguei para ele e perguntei se ele percebeu que me mandou a foto de uma vadia no Snapchat, mas ele não tinha ideia, então me chamou de louca e tal”, ela disse. “Ele disse que era a namorada de um amigo e que ele estava em um grupo, mas eu descobri uma semana depois que ele vinha me traindo havia um mês”.

Já outros espectadores do vídeo preferiram só elogiar as habilidades investigativas de Sydney, com um deles afirmando que “homem sempre pensam que podem se safar” e outro, ironizando: “Não sei para que usar os óculos, ele não é muito brilhante”.

UOL

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Em debate em Porto Alegre, ex de Manuela d’Ávila a acusa de traição

Foto: Reprodução/Instagram

Na noite da última quinta-feira, dia 1º de outubro, candidatos à prefeitura de diversas cidades se enfrentaram nos primeiros debates das Eleições 2020, que foram promovidos pela Band. Em Porto Alegre, Manuela d’Ávila, (PCdoB) que lidera as pesquisas de intenção de voto, foi alvo de acusações de traição de seu ex-noivo, Rodrigo Maroni (Podemos) – que também concorre ao cargo – logo no começo do debate.

A candidata, que foi chamada à frente para fazer uma pergunta, o questionou sobre suas propostas para o período pós-pandemia. Rodrigo passou rapidamente pelo tema e logo começou uma série de ataques a ela, dizendo, por exemplo, que Manuela criou um “gabinete de ódio” dentro de seu partido que obrigava as pessoas a falarem bem dela. Em seguida, afirmou que ela traía outros políticos e, inclusive, ele mesmo: “A Manuela trai. E eu dou nome e sobrenome. Traiu a Rosane Bordignon, traiu seu primeiro chefe de gabinete, a Soninha Correia, André Machado, Beto Albuquerque… E a mim, óbvio”.

Diante das acusações, Manuela rebateu: “Como vocês podem ver, tem gente que vem para a eleição apenas para faltar com a verdade, mentir e tentar desestabilizar o debate de ideias”. Em seguida, mudou de assunto, apresentando suas propostas para a cidade de Porto Alegre.

Com Universa – UOL

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Comportamento

Brasil é o 2° país com mais inscritos em site de traição desde o início da pandemia

Foto: Pond5

A Ashley Madison registrou um aumento diário de 19 mil novos usuários desde o início do isolamento social, devido à pandemia do coronavírus. O site de traição é conhecido por ajudar pessoas comprometidas a marcarem encontros casuais e já conta com mais de 65 milhões de usuários no mundo inteiro. Aqui, no Brasil, a plataforma também tem feito sucesso e conseguiu mais de 4.226 inscritos no período de março a junho deste ano, atrás apenas dos Estados Unidos no número de novos cadastros.

Com um passado polêmico, que envolve até mesmo um grande vazamento de dados em 2015, o site de relacionamentos extraconjugais atualmente propõe uma experiência discreta e honesta. A Ashley Madison pode ser acessada por meio de aplicativos para celulares Android e iPhone (iOS) e pelo site, na versão web. O TechTudo conversou com Paul Keable, diretor de estratégia da rede social, que falou sobre o bom momento da empresa durante a quarentena e quais são as perspectivas para o futuro.

Novos usuários na Ashley Madison durante a quarentena

Durante a quarentena causada pela pandemia de Covid-19, a Ashley Madison experimentou um aumento no número de novos usuários. Se em fevereiro eram realizados 15 mil novos cadastros por dia, agora, a plataforma recebe cerca de 19 mil pessoas diariamente. Além disso, chama atenção o fato de que o Brasil é o segundo país em números de novos assinantes no mundo todo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Embora o grande número de novos usuários possa surpreender, a Ashley Madison já esperava um aumento nos cadastros durante a pandemia. O diretor de estratégia Paul Keable explica que o comportamento dos assinantes foi semelhante ao que é observado no início de todos os anos. Ele acredita que a quarentena, assim como costuma acontecer nos feriados de final do ano, acabou expondo problemas de convivência em muitos relacionamentos e, a partir daí, algumas pessoas tomaram a decisão de ir em busca da sua felicidade.

“Quando as pessoas passam as festas de fim de ano com suas famílias, diversos problemas de convivência acabam sendo expostos ou ficam mais evidentes. Assim, no início do ano, muitos decidem fazer mudanças em suas vidas para serem mais felizes. Nas primeiras semanas de quarentena, houve uma queda no número de novos usuários, como uma reação às mudanças profundas e sem precedentes que aconteceram no mundo. No entanto, conforme o tempo passou, a convivência direta com os parceiros fez muitas pessoas perceberem que suas necessidades já não combinavam mais. Por isso, elas fizeram escolhas que as deixassem mais felizes”, explica o executivo.

Nesse sentido, a rede social se apresenta como uma alternativa segura para conhecer outras pessoas sem sair de casa ou, caso queiram, ao mesmo tempo, continuar com seus parceiros. Por conta disso, o site acredita que o número de novos cadastros vai continuar crescendo entre os próximos seis e dez meses, devido ao isolamento social provocado pela pandemia.

Outra percepção baseada no comportamento dos usuários da Ashley Madison é que a maioria das pessoas está satisfeita com seus parceiros e não deseja se divorciar, mas busca no app algo que está faltando em seu relacionamento. Pesquisas feitas pelo site em parceria com a Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, apontam que mais de 80% das mulheres presentes na plataforma estão insatisfeitas com os seus parceiros e desejam movimentar a vida sexual com outras pessoas. Já os homens são motivados pela falta de intimidade física na relação e pela busca da satisfação emocional.

Especialmente nessa época de pandemia, Paul Keable acredita que os usuários procuram por uma forma de fazerem novas conexões, embora nem sempre possam se ver pessoalmente por conta do isolamento social. “Alguns dos membros encontram pessoas em situações semelhantes para discutir seus problemas e aliviar a tensão. Outros planejam eventos futuros para quando as pessoas puderem se ver novamente, algo que já vem acontecendo em algumas regiões do mundo”, conta o diretor de estratégia da empresa.

Como funciona a Ashley Madison

A plataforma, criada em 2001, tem o objetivo de proporcionar uma experiência mais discreta e honesta na busca por um relacionamento, por isso, é bastante procurada por quem deseja ter um caso extraconjugal. Para fazer o cadastro, não é necessário nenhum vínculo com outras redes sociais como Facebook ou Twitter. Inclusive, por questões de segurança, é recomendado que a inscrição seja feita com uma conta de e-mail pessoal. Além disso, também é possível adicionar fotos com o rosto embaçado ou até mesmo classificá-las como privadas, assim, apenas algumas pessoas selecionadas poderão visualizá-las.

De acordo com o site da Ashley Madison, a assinatura para mulheres que estão a procura de homens é gratuita e sem restrições. Já homens interessados em mulheres e outras mulheres que buscam uma relação com o mesmo sexo começam como “membros convidados”. Nesse caso, eles podem apenas visualizar perfis, enviar e receber fotos ou enviar “piscadas”. Caso queiram iniciar uma conversa, é preciso pagar uma taxa para ter acesso a todos os recursos disponíveis, assim como para usar o aplicativo para celulares. O serviço oferece uma degustação durante 30 dias. Após esse prazo, o pagamento pode ser feito por meio de um cartão de crédito ou PayPal.

No plano mais barato, é feito uma compra de créditos que só serão gastos caso o homem inicie uma conversa, sendo possível ler e responder mensagens enviadas por mulheres gratuitamente. O pacote também permite continuar conversas com outros membros já contatados antes por 30 dias sem cobranças adicionais.

Caso opte pela assinatura premium, o usuário terá acesso a recursos extras, como ter o perfil em destaque nos resultados de busca e enviar mensagens classificadas como “prioritárias”, que aparecerão no topo da caixa de entrada do destinatário. Além disso, se a pessoa tiver uma viagem marcada, pode visualizar perfis de moradores do local, função similar ao Passaporte, do rival Tinder.

Para Paul Keable, o diferencial do Ashley Madison em relação a outros serviços de paquera é a possibilidade de ser honesto e ser você mesmo, já que os usuários não acessam o serviço procurando por relacionamentos sérios. Até mesmo os solteiros que entram na rede social sabem que as pessoas ali presentes estão em busca de algo mais casual. Além disso, elas não precisam fingir que são solteiras quando, na verdade, estão comprometidas.

“Quando você vai a um site tradicional de relacionamentos, você tenta apresentar sua melhor versão para encontrar um parceiro. No Ashley Madison, as pessoas não fazem isso. Elas chegam e falam: ‘Isso é o que eu sou e isso é o que eu estou procurando. Se você não tem essa característica específica, não significa que você não é uma boa pessoa, só não tem a coisa certa para mim’. Elas tentam preencher algo que está faltando”, opina o executivo sobre o perfil dos usuários.

Polêmicas e vazamento de dados

Em 2015, a Ashley Madison esteve no centro de uma grande polêmica. O “site de traição” foi vítima de um grande vazamento de senhas obtidas por hackers que expuseram perfis de 11 milhões de usuários na Internet. Além disso, a plataforma foi acusada de cadastrar perfis femininos falsos para atrair novos membros.

Recuperar a confiança dos usuários foi difícil e exigiu algumas mudanças na empresa. “Quando você perde a confiança de alguém, leva muito tempo para recuperar a parceria. Atualmente, nós vemos a segurança como um trabalho diário e que não pertence apenas a um time. Os funcionários entendem que a segurança é um trabalho de todos. Então, hoje nós temos melhores tecnologias e processos, além de uma melhor percepção sobre como entregamos segurança e privacidade para os membros”, explica Paul Keable.

Apesar da crise no passado, a empresa acredita que os investimentos em novos recursos e segurança vêm dando certo, visto o crescente número de pessoas inscritas na Ashley Madison e as boas previsões para o futuro.

Globo, via Techtudo

 

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Comportamento

Pandemia e isolamento social causam aumento nas buscas por amantes virtuais, indica pesquisa de portal de relacionamentos extraconjugais

Foto: shutterstock

Com o isolamento social como medida para conter o novo coronavírus (Sars-Cov-2), muitos casais acabam juntos 24 horas por dia, mas isso nem sempre é algo bom. Quem vive relacionamentos desgastados e sem sexo está procurando cada vez mais amantes virtuais.

É o que indica pesquisa recentemente feita pelo site Ashley Madison e divulgada pelo New York Post . O portal, voltado para quem busca um caso extraconjugal , afirma que notou aumento notável em seus usuários nesses tempos de quarentena.

Em 2019, o número de novos usuários por dia estava na casa dos 15,5 mil. Agora, com o isolamento, já bateu os 17 mil.

A razão? Paul Keable, diretor de estratégia da Ashley Madison, afirma que ao conversar com membros, o principal motivo é que “estão usando o site como uma válvula de escape para a tensão que se acumula em casa durante a pandemia”.

Segundo a pesquisa, muitos procuram conversar com alguém que não seja um cônjuge, enquanto outros buscam validação emocional ou a fantasia de seguir uma vida sexual secreta.

“Agora, com o auto-isolamento, casos virtuais estão sendo utilizados para preencher a lacuna amorosa”, diz Keable. Até o slogan do site mudou: A vida é curta, tenha um caso.

E em outro estudo recente, o site descobriu que 30% das usuárias estão praticando sexo cibernético com parceiros de negócios e 14% dos usuários homens estão fazendo sexo virtual com parceiros de negócios.

IG

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  1. Pandemia CHIFRONIANA, essa vai dar o que falar. O nome do vírus CHIFRE, o vírus é bem definido na sua anatomia e forma, geralmente é uma dupla protuberância que nasce na parte occiptal, na testa mesmo, em caso mais grave se transforma numa "gaiada" não tem cura ou cachaça que de jeito, é bem antigo, o "cabôco" adquire e as vezes ainda vem com o(s) kit(s), tem uns colegas meus que vivem normalmente, só choram muito e bebem feito a gota serena, sim o caba adquire também uma certa "imunidade" depois que pega o "mardito(a)" o elemento se acostuma!

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Comportamento

Inscrições em sites de traição aumentam durante isolamento social

shutterstock

Uma pesquisa aponta que, desde o início do isolamento social, sites voltados para procura de relacionamentos extraconjugais receberam mais inscritos. Isso se intensificou depois do início da crise do novo coronavírus , já que casais tendem a passar mais tempo juntos. Para “fugir do tédio” de seus relacionamentos, alguns cônjuges recorrem à traição online.

Com a quarentena , a página IllicitEncounters.com teve 18% de aumento em suas atividades no último mês de membros homens, segundo reportagem do Daily Mail . Para mulheres, este número cai para 12%. Dos homens, 74% dizem estar procurando por uma “aventura escondida” porque estão “entediados” de viver sob as regras de suas esposas.

Enquanto isso, dois terços das mulheres dizem que quanto mais tempo passam com os maridos, mais percebem as fraquezas dentro do próprio casamento .

Usuários contam ao jornal que conseguem iniciar os casos enviando fotos provocantes aos novos parceiros. Além disso, apps como FaceTime e Skype são muito usados para dates virtuais, já que ambos não podem se encontrar pessoalmente.

Uma das usuárias chamada Sarah, casada há 12 anos com Paul, diz que começou a usar o site para ter alguns caso. Ela explica que a maior questão entre os dois é a falta de sexo. “Eu sempre quis mais contato físico. Se eu pudesse avaliar nossos apetites sexuais, eu seria um nove e ele seria um cinco”, diz.

Sarah ainda fala que a ansiedade sobre a crise do coronavírus afetou ainda mais o desejo sexual do marido. Há pelo menos um mês que não transam. “Eu não quero deixá-lo, mas não consigo continuar sem fazer sexo regularmente”, explica.

No último ano, ela chegou a cometer traição duas vezes. Sarah teve encontros discretos com esses homens para conseguir “satisfazer seu desejo por contato físico”. O primeiro era um gerente de bar que, assim como ela, estava casado com alguém que não queria transar. Ele tinha um filho pequeno e, apesar de querer fazer sexo, não quer conturbar a situação com a família.

Desde o início da crise do coronavírus , a mulher fez contato com este segundo homem. “Ele estava entediado em casa e queria encontrar uma mulher que vivesse próximo dele, porque não quer deixar a esposa”, diz. Eles têm conversado por FaceTime, flertando e trocando nudes. “Mal posso esperar para encontrar com ele”, diz, animada.

Enquanto isso, Sean, 49, está traindo sua parceira Rebecca, com quem está há 18 anos. Ela também é mãe de seus dois filhos adolescentes. O par está junto desde a escola. “Eu me casei com o amor da minha infância e percebi que só havia dormido com ela”, explica o homem.

Apesar de não querer acabar com o casamento, ele começou a se perguntar como seria transar com outra pessoa. Assim, entendeu que a traição poderia ser a melhor saída. “Procurei por alguém que também estivesse com outra pessoa e que fosse discreta”, diz. Ele teve dois casos com mulheres de Manchester e diz que foi “bem excitante”.

Desde o início do isolamento, Sean encontrou uma terceira mulher que mora perto de sua casa. Os dois vivem conversando via FaceTime e já planejam um encontro em um hotel logo depois que a situação se resolver.

IG

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“Ficou mais fácil comprovar traição”, diz detetive particular

ESPIÃ – Daniele: ela usa hoje ferramentas como aplicativos especiais para descobrir nudes enviados a amante Jefferson Coppola/.

Como a tecnologia mudou o ofício do detetive? Ficou mais fácil comprovar a traição. Existe um aplicativo espião que, instalado no celular do companheiro, mostra em tempo real todas as mensagens de WhatsApp e Messenger que o homem ou a mulher receberem. Mas tem um detalhe importante: esse app só pode ser instalado no sistema Android. O iPhone é mais seguro para quem pula a cerca.

Não se trata de uma medida ilegal? Sim, então eu faço um contrato com o cliente dizendo que toda a responsabilidade do material é por conta e risco dele. Não pode divulgar nada na internet e, se o fizer, eu não tenho nada com isso. O material coletado pelo aplicativo espião não pode ser usado nos tribunais. Também utilizamos câmeras em botões de camisa e canetas para fazer flagras dentro de restaurantes chiques.

Então o detetive que vai às ruas e segue o marido ou a esposa infiel não existe mais? Existe. Posso falar uma coisa? Tem gente que, mesmo vendo um nude do marido e a troca de mensagens pelo WhatsApp, ainda quer ver foto do carro entrando no motel, de jantar romântico, de troca de beijos.

Toda pessoa traída decide se separar? Nem sempre a pessoa traída opta pela separação. Dos 75 casos que atendo por mês, 70% resultam em comprovação de traição. Dentro desse grupo, apenas 30% se divorciam. Sou responsável por umas 300 separações por ano. A mulher perdoa mais. Tem cliente que me procura a cada seis meses, está acostumada com o hábito do marido de traí-­la.

A senhora atende famosos? Muitos, de cantores a empresários. Recentemente, pegamos uma socialite conhecidíssima. Ela ia até o shopping, onde deixava seu carro estacionado e entrava no veículo do amante para passar a tarde no motel. Aliás, o pico de amantes em motel é do horário de almoço até o fim da tarde.

Veja

https://veja.abril.com.br/brasil/ficou-mais-facil-comprovar-traicao-diz-detetive-daniele-martins/

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Comportamento

JUÍZO PASSA LONGE: Pesquisa diz que pessoas se sentem atraídas por outras no carnaval, aponta “motivos” para traição, e revela que maioria não quer separação

Foto: Ilustrativa

O carnaval está aí é o clima é de folia e pegação até para os comprometidos. Pelo menos é isso que indica pesquisa do site Second Love, dedicado a pessoas que desejam ter relações extraconjugais, que mostra que a infidelidade aumenta nesse período.

De acordo com o site, isso acontece porque muitos homens e mulheres encontram nos bloquinhos ou nas festas de carnaval uma oportunidade de fugir de uma relação que pode ter caído na monotonia. Os motivos para cometer uma traição , segundo os 2400 entrevistados na pesquisa, não param por aí:

cerca de 50% sentem-se atraídos por outras pessoas;

68% das mulheres confessam a necessidade de sentirem desejadas novamente;

25% das mulheres referem-se à necessidade de uma aventura por viverem um relacionamento sem sexo;

mais de 80% dos homens traem devido à falta de sexo com a justificativa de ter mais frequência e variedade

Ainda assim, a ideia é trair nos dias de folia e seguir o relacionamento , já que 70% dos entrevistados afirmam que não querem se divorciar. Eles dizem que ainda amam seus parceiros, valorizam a família ou que apenas buscam uma diversão, não um novo namorado (a). Para eles, trair no carnaval é uma oportunidade para experimentar momentos de fantasia e exaltação, além de viver níveis altos de adrenalina.

IG

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  1. Em um relacionamento verdadeiro não há traição. Afastem se dessa degradação chamada Carnaval que só potencializa a traição!

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Comportamento

Aventura ou insegurança? Pesquisa aponta motivos para traição no carnaval

Foto: Ilustrativa

Todo início de ano o carnaval levanta as seguintes questões nos relacionamentos: Por que trair no carnaval , quando existe a opção de terminar o relacionamento? Por que mentir para curtir o carnaval, se existe a possibilidade de abrir o coração outra vez e mudar o rumo da sua vida? Encontrar essas respostas levam para outra pergunta: Por que terminar com o parceiro, quando tudo que a pessoa deseja é apenas um amor de carnaval, ou seja, passageiro?

As condutas morais não passam de regras éticas que visam orientar o comportamento coletivo, e que ignoram a felicidade e as particularidades de cada um. O desejo de trair dentro de um relacionamento e, principalmente, casamento, é algo que pesa.

Segundo pesquisa da Second Love, 6 em cada 10 mulheres que procuram um amante durante o período carnavalesco, não querem se divorciar; mas querem ter uma aventura, sentir emoções, ou seja, uma diversão passageira e não um compromisso com alguém.

Em outro cenário, em um relacionamento estável e duradouro, por exemplo, regendo uma família feliz e cumprindo inúmeros papéis exigidos – mulheres e homens apaixonados, mães e pais cuidadosos -, a diversão acaba sendo deixada ‘de lado’.

Caso juntarmos tudo isto com a rotina e a monotonia das relações monogâmicas de longa duração, a vontade de ir em um bloquinho de carnaval ou dar uma fugidinha de casa acaba surgindo inevitavelmente.

A Second Love realizou uma consulta com os usuários e listou alguns motivos que alimentam o desejo de trair durante o carnaval e outros pelas quais o término da relação não é desejado, mesmo com o desejo de se divertir livremente durante esse período.

Durante o carnaval, a traição ocorre, pois:

– Cerca de 50% que são infiéis, sentem-se atraídos por outras pessoas;
– 68% das mulheres confessam a necessidade de sentirem desejadas novamente;
– 25% das mulheres referem-se à necessidade de uma aventura por viverem um relacionamento sem sexo;
– Mais de 80% dos homens traem devido à falta de sexo com a justificativa de ter mais frequência e variedade;
– Nos relacionamentos a longo prazo, corpo e sexo acabam se tornando secundários;
– É uma oportunidade para experimentar momentos de fantasia e exaltação;
– Sentem necessidade de correr riscos e experimentar níveis altos de adrenalina.

Mais de 70% dos usuários confessam que não planejam terminar o relacionamento para curtir o carnaval, pois:

– Ainda amam seus parceiros;
– Valorizam a harmonia familiar;
– Muitos casais mantêm um acordo para se relacionar abertamente;
– Não querem outro parceiro, apenas uma diversão durante o período de carnaval .

IG

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Diversos

VÍDEO: Homem descobre traição na PB e envia mensagem de término de namoro por pizza

É destaque na TV Manaíra – afiliada Band na Paraíba um caso de descoberta de traição, que levou um homem a ligar para uma pizzaria de João Pessoa e fazer um pedido “bem especial” para entregar a sua  então namorada: “quero terminar com você”. Como se não bastasse, ainda pediu que desenhasse um boi na embalagem. Reportagem detalha o “criativo” caso.

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Diversos

Amigo de Lula há quase três décadas diz que caso do ex-presidente com Janja começou quando Marisa era viva

Foto: Luiz Antônia Lacerda/EFE

O fazendeiro Valter Sâmara, amigo íntimo de Lula durante 25 anos, disse à Crusoé que o relacionamento do ex-presidente com Rosângela da Silva, a Janja, é antigo.

Segundo Sâmara, Marisa Letícia foi traída.

“O Lula tinha um caso com ela. Quando a gente viajava para diversos lugares, ela sempre ficava com o Lula.”

Ainda de acordo com o fazendeiro, no final do governo Lula, um ex-assessor pessoal do então presidente lhe pediu que fosse fiador de Janja em um apartamento que ela alugava em Curitiba.

“Aceitei porque o Lula pediu, mas não imaginava que ela não ia entregar a chave, que ia esculhambar o apartamento e deixar todos os compromissos para eu ir lá acertar.”

O Antagonista

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  1. Esse energúmeno traiu a vendedora da Avon quando a envolveu na corrupção transformando-a em testa de ferro, quando jogou a culpa nela pelo "tripéqui" do Guarujá e quando fez um comício em cima do caixão da defunta que morreu de tristeza.
    Me admira os vagabundos dos filhos saberem disso é ainda babam esse peste. Aliás, é só um cofre cachaceiro.

  2. Essa de ser galante é antiga, começou com Mirim, outras, Marisa Leticia, outras, Rosemeyre, Janja. Veio tesudo e fedorento, O vampiro de Pernambuco sabe, Fatao G. Duro sabe, narizinho sabe, os petistas sabem…kkkk mais isso não é o pior, danado é ele ser tudo isso e ladrão, por isso tanta sabida atrás dele, dele nao, da fortuna dele. Queria ver ele sujo ter alguma dessas por perto…kkkkkkk.

  3. O Bozo já foi casado três vezes! Será que os casamentos acabaram por causa da sua infidelidade?! Quem sabe, né? Vamos deixar de hipocrisia!

  4. Tem também a Rosemeire que viajava clandestina nos aviões presidenciais, contra todas as normas da aviação e ética.

    1. Aí ia dá cacete, literalmente. Kkkkkkkk
      Segundo ele, era um tubo de desodorante. Nunca vi nenhum petista reclamar do chefe da quadrilha. Kkkkkk

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Tecnologia

Mulher descobre traição do namorado graças a Fitbit, que detectou “pico” de atividade física na madrugada

Foto: Digital Trends

Jane Slater, repórter da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano, nos EUA) contou no Twitter a história inusitada de como descobriu a traição de um ex-namorado graças a um FitBit.

Ela conta que o FitBit foi presente de natal do próprio namorado e a princípio ela adorou a ideia. O objetivo era que ambos pudessem acompanhar as metas de atividade física do outro, como forma de se motivar.

Para isso, as contas foram sincronizadas. Tudo ia bem até que um dia Jane notou que, em uma noite em que o namorado não estava com ela, o FitBit dele registrou um “pico” de atividade física às 4 da manhã. Some 2 + 2…

O nome do rapaz não foi divulgado, mas a repórter depois voltou ao Twitter para inocentar um outro ex-namorado, que estava sendo inundado por mensagens de amigos tentando descobrir quem era o culpado.

Olhar Digital, com On Air with Ryan Seacrest

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Comportamento

Casais que não se comunicam sexualmente são mais propensos à traição, alerta pesquisa, sobre “procura que não tem em casa”

Pesquisa aponta que a falta de comunicação entre os casais pode levar à busca por relacionamentos extraconjugais; veja os detalhes e entenda. Foto: shutterstock

Você tem o hábito de conversar sobre sexo com o seu parceiro? Falar sobre o que gostam e se atingem ou não o prazer é fundamental para manter uma relação saudável. A comunicação é tão importante que, segundo uma pesquisa recente do site de relacionamentos extraconjugais Ashley Madison, casais que não se comunicam são mais propensos à traição.

A pesquisa indica que apenas 37% dos usuários atingem o orgasmo toda vez que fazem sexo com o parceiro. No entanto, 93% conseguem chegar ao clímax com o amante com certa regularidade. Os números mostram que, quando não se tem prazer dentro de casa, a traição é a solução encontrada.

De acordo com os dados, os parceiros até tentam conversar e indicar que o sexo não vai bem, mas não são bem recebidos. Quando avisam que não estão conseguindo sentir orgasmos , 39% são ignorados. Outros 28% enfrentaram um parceiro magoado e 21% até tiveram um cônjuge mais atento por um tempo, mas depois tudo voltou como era antes.

Apenas 9% dos parceiros tentaram deixar o sexo mais empolgante, 8% ficou mais tento às necessidades e somente 3% encontrou uma melhora no sexo. Isso mostra que não apenas a conversa é importante, mas também estar aberto às sugestões do outro. Assim, a relação fica mais prazerosa para ambos.

“Todo mundo tem suas maneiras próprias de chegar ao clímax e deveriam poder comunicá-las a seus parceiros sexuais”, aponta Isabella Mise, diretora de comunicações da Ashley Madison. “Nossos dados estão dizendo que os cônjuges de nossos membros estão relutantes ou não querem tentar ou até mesmo melhorar suas vidas sexuais, então eles recorrem a casos extraconjugais para que essas necessidades sejam atendidas”, fala.

Sexo melhor na traição?

Alguns fatores deixam no sexo com o amante mais excitante e ajudam a “chegar lá” com mais facilidade. De acordo com a pesquisa, a empolgação e o segredo da traição é a principal razão pela qual as pessoas se excitam, além de encontrarem no outro o que não tem em casa.

Os dados também mostram o que dificulta chegar ao orgasmo e contribui para a traição. Para a maioria, a comodidade e a falta de entusiasmo é o principal fator. De acordo com a terapeuta sexual Tammy Nelson, alguns casais podem enfrentar a ‘fadiga do casamento’, o que leva à busca por amante.

“Fazer sexo da mesma maneira antiga significa sempre ficas nas mesmas posições, porque você sabe o que fazer e quando fazê-lo. É bom, mas pode ser previsível. Para algumas pessoas que traem, a luta para encontrar maneiras novas e diferentes de fazer sexo pode ser empolgante”, explica.

A dica para driblar essa situação é conversar, estar aberto a sugestões e buscar formas de sair da rotina, seja com brinquedos sexuais, novas posições ou até ambientes diferentes para fazer sexo.

IG

Opinião dos leitores

  1. Tá na bíblia, quem falou recentemente no assunto, foi ninguém mais, ninguém menos que Patrícia Abravanel.
    Por tanto mulherada, não neguem fogo aos maridos, se não o caba procura fora, pula a cerca.

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Comportamento

VÍDEO: Mulher descobre traição e leva roupas do marido para a amante em agência bancária no AC

Foto: Reprodução/Record TV

Uma mulher descobriu que seu marido havia a traído com uma colega de trabalho e resolveu levar as roupas do homem para a amante. A mulher colocou toda a roupa do marido em sacos plástico e levou até agência bancária em que o marido e a amante trabalham. O caso registrado no Acre viralizou.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a esposa aparece tranquila na porta do banco e explica a situação para os presentes. Ela diz que o marido, com quem está casada há 15 anos, a traiu com uma funcionária da agência.

A esposa afirma também que já havia conversado com a amante e que, como tinha dito que iria levar as roupas do marido, estava ali para cumprir com sua promessa. “A partir de hoje, ele é dela, ele não é meu” afirma a dona de casa.

R7

 

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Comportamento

Especialista em comportamento humano revela como descobrir uma traição pela linguagem corporal

Fotos: Shutterstock

Acredita que o parceiro não está sendo fiel? Conseguir interpretar a linguagem corporal ajuda a saber quando alguém não está falando a verdade

Já imaginou se, só de olhar para o parceiro, você soubesse se ele está sendo verdadeiro? Apesar da confiança e da lealdade serem pontos importantes para um relacionamento saudável, algumas atitudes do par podem indicar que há mentiras envolvidas. Para descobrir a verdade – e até uma possível traição – alguns sinais do dia a dia podem ajudar.

Apesar de muita gente ainda não saber, a linguagem corporal pode ajudar a identificar uma traição . Segundo Luciano Alves, neuropsicólogo e especialista em comportamento humano, nem tudo o que é dito está nas palavras – e os gestos, expressões e posições do corpo têm muito mais a revelar do que apenas a boca.

Entender o movimento dos braços, mãos, olhos, pés e até das sobrancelhas é fundamental para conseguir saber o que a pessoa realmente quer dizer. “Essa percepção é importante para o desenvolvimento pessoal, mas, também, para os relacionamentos interpessoais, em que muito do que está acontecendo não é dito e, sim, percebido”, diz o profissional.

Como saber se a pessoa está mentindo?

Alves afirma que há diversos detalhes mostrados pelo corpo que passam despercebidos pelas pessoas, que não sabem como fazer uma leitura correta. “Quando uma pessoa não está falando a verdade, ela costuma tapar a própria boca; ou passar a mãos nos lábios, tocar o queixo; ou até colocar objetos na frente da boca”, ressalta.

Outro ato que merece atenção e indica uma linguagem corporal negativa é quando o parceiro passa a comprimir os lábios. Isso demonstra que ele está tentando evitar dizer o que realmente pensa ou que não deseja responder alguma pergunta. Diante disso, vale a pena ficar de olho nesse sinal.

Além disso, alguns indícios ainda podem ser demonstrados nas palmas da mãos. “Quando a pessoa está sendo sincera, ela tende a expor as palmas das mãos para o outro. Quando mentimos, somos inclinados a nos fechar e esconder as mãos, seja no bolso, nas costas ou cruzando os braços”, explica Alves.

Outra dica de como saber se a pessoa está mentindo é, em uma conversa com o parceiro, observar, além dos gestos corporais, também o olhar. Isso porque, quando ele olha para baixo está dizendo “não” com o corpo para a outra pessoa ou, ainda, demonstrando que sente vergonha de como está a relação ou encontro naquele exato momento.

“Se uma pessoa coloca mão direita no ombro esquerdo da outra, durante a conversa, está gerando um movimento de não quero nada com você e eu não sinto mais nada por você. Quando está mentindo, ela apresenta movimentos rígidos, tensos, repetitivos com mãos, braços ou pernas. Esses membros também tendem a ficar encolhidos”, expõe o neuropsicólogo.

Mais sinais para prestar atenção

Outra linguagem corporal que pode caracterizar que está escondendo uma traição é o ato de coçar ou tocar nariz repetidamente. Isso mostra ansiedade ou, provavelmente, que a pessoa está contando uma mentira. O aumento na pressão arterial leva ao aumento do fluxo sanguíneo no nariz. As células, então, liberam histamina, o que faz com que ele coce.

Quando alguém está escondendo algo que não quer revelar, ela costuma “afundar” a cabeça dentro dos ombros ao conversar sobre o assunto em questão. “Além disso, os braços cruzados são sinais claros de que uma pessoa está na defensiva naquele assunto, com a necessidade de se auto proteger de uma situação, que pode ser uma traição”, aponta Alves.

O piscar diferente do normal também traz algumas informações. Piscar rapidamente dá sinais que há um desconforto ou angústia com a situação que está ocorrendo. Da mesma forma, realizar a ação muito raramente pode ser uma maneira de tentar esconder algo que está acontecendo.

Indo além, a traição pode ser descoberta não apenas por meio de gestos e expressões. Vale também prestar atenção tom de voz. Isso porque, quando há mentiras, ele costuma mudar, uma vez que o músculo das cordas vocais fica enrijecido quando se está sob pressão.

O olhar também é importante. “No ato de mentir que está tendo outra relação, por exemplo, a pessoa fica com dificuldade de manter o contato ocular com a outra. Além disso, ao ouvir uma pergunta qualquer, se olhar para o lado esquerdo é sinal que está criando uma resposta. Olhar para o direito, por outro lado, é sinal que busca a informação na memória”, destaca Alves.

Segundo o especialista, há muitos detalhes mostrados pelo corpo que acabam passando despercebidos por quem não sabe fazer uma leitura correta. “Ao entender melhor a linguagem corporal, as pessoas melhoraram a percepção das próprias emoções e passam a reconhecer em pequenos gestos o que os outros dizem”, afirma.

Além disso, consegue-se diferenciar pelas microexpressões do rosto as sete principais emoções (raiva, medo, surpresa, alegria, tristeza, nojo e desprezo). Também aprimoram a capacidade em prever o comportamento dos outros, melhorando as suas decisões pessoais e no campo profissional.

“Aprender a perceber sinais de emoções antes mesmo que a pessoa tenha consciência de que está com esse sentimento é algo que irá ajudar muito na vida e na convivência com os outros, tanto no aspecto pessoal, em um relacionamento, como também no ambiente de trabalho”, destaca o neuropsicólogo.

Ele reforça que esse conhecimento faz com que a pessoa tome atitudes mais assertivas, por exemplo, em uma conversa, seja ela de negócios, relacionamento afetivo ou familiar. “Ao ter esse entendimento pleno e amplamente trabalhado, ela tomará a decisão correta no que diz respeito à abordagem, pois fará a leitura correta do que está sendo sinalizado pela outra pessoa”, aponta.

IG

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  1. Isso é muito relativo. o que pode-se afirmar é que quando em ameaça o sistema "Luta-fuga" age e de fato muda o comportamento. porém, alguns gestos apontados no estudo podem ser desencadeados diante de outras situações. por exemplo: a mentira pode desencadear medo de ser descoberto no indivíduo e esse MEDO desencadear o gesto apontado como mentira. o Importante não é a Mentira, mas o sentimento desencadeado por ela. o que é certo é que com a convivência percebe-se como o seu interlocutor se comporta. não se pode padronizar gestos, pois um "falso positivo" pode ter consequências importantes ou até graves. prova do que estou falando é que quando as pessoas se conhecem, ate pelo Whats-up percebe-se quando algo está diferente. Tenho anos de Estudo em programação neurolinguística e posso afirmar com segurança o que lhes digo.

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Comportamento

Sem dor na consciência: 87% dos adúlteros não se arrependem de traição, diz pesquisa

Fotos: shutterstock

Se você pudesse voltar no tempo, o que faria? Se tivesse a chance de conversar com você mesma no passado, o que diria? Quais seriam seus arrependimentos? Um site especialista em relações extraconjugais questionou seus usuários sobre o passado deles e revelou que o principal arrependimento dessas pessoas não é a traição e, sim, o casamento.

A pesquisa do portal Ashley Madison foi feita com mais de 1.600 adúlteros e o resultado apontou que 87% não se arrependem de cometer a traição . Quando se trata de casamento, 63% afirmam que não se casariam com o cônjuge, enquanto 25% declaram que investiria no matrimônio e trairia novamente. Os que não trairiam, mas casariam de novo somam 12%.

Os organizadores do estudo destacam que a culpa não é do parceiro atual. Os entrevistados deram respostas quase iguais, mesmo se eles fossem casados com outra pessoa, levando a acreditar que a traição aconteceria independentemente do companheiro ou da situação vivida.

Entre os respondentes, 21% trairiam pelo fato de gostarem de estar com outras pessoas, e 56% não descartam a possibilidade de cometer adultério de novo dependendo da forma como estaria o relacionamento.

Há ainda os arrependidos, que totalizam 63%, admitindo lamentar a decisão de se casar, e apenas 13% sentem muito por terem um caso.

Monogamia é um desafio?

Entre os participantes, 68% revelaram que o relacionamento que tinham começou bem, mas passou a se desgastar com o tempo. De acordo com a terapeuta Tammy Nelson, a monogamia, para algumas pessoas, é uma verdadeira dificuldade.

“Para alguns é um desafio, não porque é uma questão moral, ou porque você não tem o conjunto de habilidades para ela, mas pode ser porque você sente que não está preparado para isso”, diz ela.

“Existem teorias que dizem que a monogamia pode não estar em nosso DNA, embora eu não tenha certeza se isso é verdade, mas essa situação é uma escolha que não é apenas feita uma vez. É uma escolha que você tem que fazer todos os dias”, complementa a terapeuta.

O site afirma que a traição não é questão somente de envolvimento íntimo. O adultério está relacionado ao fato das pessoas quererem mais aventura e agir de modo diferente ao que agem perto de seus parceiros.

Em 59% dos casos, ter um relacionamento extraconjugal afetou positivamente o matrimônio, e os usuários do portal garantiram que, com isso, perceberam como podem assegurar a própria felicidade.

IG

 

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