Instituto Paraná: pesquisa aponta que 57% dos paulistas aprovam Bolsonaro

Perguntado pelo Instituto Paraná se aprovam ou desaprovam, simplesmente, a administração de Jair Bolsonaro, os paulistas responderam o seguinte:

57% aprovam;

36,8% desaprovam.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sandro disse:

    37% desaprovam. Continue assim, coitado era melhor ter continuado deputado.

    • Neto disse:

      O choro é livre, Sandro! Pode chorar!

    • Ceará-Mundão disse:

      É melhor vc se preocupar com o governo do RN. E rezar para o governo Bolsonaro dar certo. Adivinha quem serão os primeiros a se f… se o Brasil não deslanchar? Cria juízo, "cumpanhero".

GANGORRA DAS PESQUISAS EM CENÁRIO PARA PRESIDENTE: Instituto Paraná, BTG, Ibope, Datafolha e cia sob questionamento dos eleitores

No que se desenha um “plebiscito” entre Jair Bolsonaro x Fernando Haddad no cenário presidencial, o sobe e desce de números transformaram o embate entre os dois candidatos mais citados pelas pesquisas numa verdadeira gangorra de emoções. Da parte dos eleitores, os questionamentos, desconfiança e ainda otimismo, quando os números são favoráveis ao seu candidato.

Enquanto a BTG/Pactual e o Instituto Paraná apresentam um cenário com o candidato Jair Bolsonaro(PSL) com média de 31 a 33 pontos, por outro lado, os tradicionais Ibope e Datafolha apresentam uma corrida mais equilibrada, e com o petista Fernando Haddad em crescimento. Afinal, quem aplica a metodologia correta? A resposta, no dia 07 de outubro.

Como exemplos, abaixo seguem os links das últimas pesquisas, divulgadas nesta quarta-feira(26).

Pesquisa Crusoé/Instituto Paraná: Bolsonaro tem 31,2% contra 20,2% de Haddad; Ciro 10,1% e Alckmin 7,6%

Pesquisa Ibope/CNI: para presidente: Bolsonaro, 27%; Haddad, 21%; Ciro, 12%; Alckmin, 8%; Marina, 6%

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. greg disse:

    Paraná Pesquisa, aquela q faz pesquisa por telefone? há tá…a pessoa com pressa pra apertar umas 30 opções, não da pra acreditar nisso.

  2. Jussier disse:

    Vai dá PT vai dá?

  3. jota disse:

    Bené, eu prefiro alimentar mercado. É só você procurar estudar um pouco e entenderás. É lamentável eu ter que rebater pessoas com visão pequena, visão de petistas.

  4. realmadriddepiumgenerico disse:

    As pesquisas deveriam ser para consumo interno e proibidas a sua divulgação. São instrumentos manipuladores, enganadores e com preços estabelecidos. Tem para todos os gostos e contam sempre com a história da "metodologia" para explicar os desatinos.

  5. joao disse:

    Fico com a Paraná pesquisa.. afinal ate o mercado e bancos reconhecem que o PT seria um desastre para o País e para a democracia.. o dolar caiu e a bolsa subiu.. O PT faz mal para os trabalhadores.

    • patrick disse:

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk fica com quem te favorece né bobinho kkkk grande argumento

    • Bené Brito disse:

      O negócio do João é o "mercado. Querido João, o mundo é feito por pessoas e não por "mercados". Você prefere alimentar pessoas ou o "mercado?

    • joao disse:

      Bene e Patrick… vcs vivem do Estado que é sustentado pelo povo. O mercado alimenta o povo quando cria riqueza, o estado suga a riqueza e o povo, atraves de impostos altos e mal aplicados. Mercado sao feitos de pessoas, aprendeu aonde essa sua teoria que mercado esta isolado da distribuicao de riqueza? Com o PT? Acho que na sua mente, quem produz explora.. mas o que sabemos é que quem explora é o Estado. Ou vc crer que 27% de ICMS sobre produtos de consumo nao atinge o pobre? ou 5% de iSS nao atinge o pobre? Ou 6% CONFINS e IPI nao atinge o pobre? Vc crer que so o imposto de renda resolve o problema do povo? kkkk. Pergunte ao pobre se ele pudesse comprar comida sem pagar um terço de impostos o que ele pensaria… Acabe com os mercados e veja no tipo de país que se transforma.. pergunte aos venezuelanos.

    • Ceará-Mundão disse:

      João, é praticamente impossível uma pessoa de bom senso e de forma intelectualmente honesta conseguir trocar ideias com essa turma de esquerda. Vc falou certo. Essa mentalidade rasteira dessa gente é totalmente incompatível com o progresso de um país, com o verdadeiro bem estar de um povo. O nosso Brasil precisa experimentar o verdadeiro capitalismo, precisa saber como funciona uma liberal democracia de fato. Nosso país, infelizmente, vive um socialismo disfarçado. Temos um Estado que tudo pode, que governa as nossas vidas nos seus mínimos detalhes, pagamos altíssimos impostos, sustentamos uma máquina estatal enorme e desnecessária, que origina um déficit público insustentável e não recebemos serviços públicos minimamente decentes. O Estado desperdiça seus limitados recursos enquanto não nos fornece educação, saúde, segurança, investimentos no setor econômico… As ideias socialistas não deram certo em lugar algum do mundo. Mas tem muita gente por aqui que insiste nessa ideologia patrocinadora do atraso, da fome e de muita perseguição àqueles que dela discordam. É uma pena.

Pesquisa Crusoé/Instituto Paraná – eventual 2º turno: Bolsonaro 44,3% contra 39,4% de Haddad

Na gangorra dos institutos de pesquisa

No segundo turno, Jair Bolsonaro está 5 pontos à frente de Fernando Haddad, segundo a pesquisa nacional da Crusoé/Instituto Paraná. Ele tem 44,3% dos votos contra 39,4% do petista.

A pesquisa nacional, divulgada nesta quarta-feira(26) foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral(TSE) com o código BR-0352/2018, e foi realizada entre os dias 23 e 25 de setembro. 2020 pessoas foram entrevistadas.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de dois pontos.

Com informações de Crusoé e O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cícero disse:

    Instituto "CRUSOÉ"? Quem é o diretor desse instituto? O SEXTA FEIRA? Kkkkkk

    • Alquin-min disse:

      Bestêra, omi. O importante é que o mito vai ser Presidente do Brasil

  2. Marco Polo disse:

    Omi, esses institutos tem vergonha não…, já empatou….PORRA!, VAI CHEGAR A 100%, SE DEIXAREM KKKK

    • Deca disse:

      Não se preocupem com pesquisa, o voto já está decidido pelo povo, tá fácil de constatar andando pelas ruas e, através da expotaneidade da campanha.