Política

TCE condena ex-prefeito a devolver R$ 434 mil aos cofres públicos

As contas são de 2004, mas o julgamento só ocorreu agora. O ex-prefeito de Caiçara do Norte, José Edílson Alves de Meneses, teve as contas relacionadas ao exercício de 2004 consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Com a irregularidade, ele terminou sendo condenado a devolver exatos R$ 434,937,78 para os cofres públicos e ainda arcar com os gastos que o Ministério Público teve na puração de possíveis atos de improbidade e/ou ilícitos penais.

Além dele, outros três políticos de outros municípios do interior também oram condenados a ressarcir os cofres públicos. Juntas, as condenações chegam a aproximadamente R$ 45 mil.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

PESQUISA MEDIA/GOVERNO/ ESPONTÂNEA: Allyson Bezerra (15,5%) e Álvaro Dias (15,4%) empatam tecnicamente; Cadu Xavier tem 6,6%

Levantamento do instituto Media Inteligência em Pesquisa questionou os eleitores do RN em quem eles votariam para o Governo do Estado se as eleições fossem hoje.

No cenário espontâneo, Allyson Bezerra (15,5%) e Álvaro Dias (15,4%) empatam tecnicamente. Na sequência aparece Cadu Xavier com 6,6%.

Também foram citados espontaneamente mesmo não sendo pré-candidatos ao cargo: Styvenson Valentim (3,4%), Ezequiel Ferreira (1,3%) e Walter Alves (0,6%).

Branco e nulo somam 7,4%, enquanto 49,8% não sabem ou não responderam.

A pesquisa foi realizada de 23 a 26 de março de 2026 e ouviu 2.000 eleitores, possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, com o seguinte regitro no TSE: RN-07240/2026.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

VÍDEO: Parlamentares governistas comemoram rejeição ao relatório final da CPI do INSS

Vídeo: reprodução/Deputado Coronel Chrisóstomo/X

Parlamentares da base aliada do governo comemoraram a rejeição do relatório final da CPMI do INSS, considerada uma vitória política do Palácio do Planalto.

O parecer previa o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva e de outras 215 pessoas por suspeitas de fraudes na Previdência. A proposta, no entanto, foi derrubada após articulação dos governistas.

Nos bastidores, deputados e senadores celebraram o resultado e destacaram a mobilização da base, que intensificou negociações nos dias anteriores à votação para garantir votos contra o texto.

Aliados do governo também reforçaram o argumento de que o relatório tinha viés político e não apresentava provas conclusivas.

Com a rejeição, governistas avaliam que evitaram desgastes políticos e esvaziaram o principal desfecho da comissão.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Bancos encomendam pesquisas com Haddad no lugar de Lula e resultado surpreende

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

As pesquisas mostrando queda ou estagnação de Lula na corrida eleitoral levaram a pelo menos uma consequência. Há bancos na Faria Lima que, como teste, encomendaram pesquisas com Fernando Haddad no lugar de Lula.

O resultado foi para o ex-ministro. Uma das conclusões é que o tema corrupção não gruda nele como em Lula.

A propósito, diante do cenário eleitoral, um ministro próximo de Lula defende nos bastidores que o presidente, que completa 81 anos de idade em outubro, desista de tentar a reeleição.

Lauro Jardim – O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

VÍDEOS: Dois acidentes com motoristas derrubando postes são registrados na manhã deste domingo (29) em Natal

Imagens: reprodução/Via Certa Natal

Dois acidentes com motoristas derrubando postes foram registrados no início da manhã deste domingo (29), em Natal.

O primeiro deles acontedeu na descida do viaduto da Urbana, sentido Zona Norte, por volta das 5h. O condutor de um Celta preto atingiu um poste. O motorista vinha com mais duas pessoas no veículo. Populares ouvidos pela equipe do Via Certa informaram que o motorista teria cochilado ao volante. As três pessoas que estavam no carro tiveram ferimentos leves e foram socorridas.

Em um outro acidente, registrado na Av. Salgado Filho, o motorista de uma TR4 derrubou dois postes, em frente à UnP. Fios pendurados acabaram bloqueando o acesso à rua lateral da universidade. O condutor do veículo foi socorrido ao Hospital Walfredo Gurgel, não há detalhes sobre o estado de saúde dele.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Brasil tem a 3ª maior dívida em relação ao PIB da América do Sul, atrás apenas de Venezuela e Bolívia

Foto: Shutterstock

O Brasil tem a terceira maior dívida pública da América do Sul em relação ao PIB, com 91,4%, segundo o Fundo Monetário Internacional. O país fica atrás apenas da Venezuela (138,5%) e da Bolívia (93,7%).

Levantamento mostra que 5 dos 12 países analisados da região já operam com dívidas acima de 75% do PIB, com tendência de alta desde a pandemia.

Dívida Pública em Relação ao PIB:

  1. Venezuela – 138,5%
  2. Bolívia – 93,7%
  3. Brasil – 91,4%
  4. Suriname – 89,1%
  5. Argentina – 78,8%
  6. Uruguai – 66,6%
  7. Colômbia – 58,9%
  8. Equador – 53%
  9. Chile – 42,7%
  10. Paraguai – 41,7%
  11. Peru – 32,1%
  12. Guiana – 25,1%

Os dados variam conforme a metodologia. O FMI adota um critério mais amplo, incluindo todos os títulos do Tesouro, enquanto o Banco Central do Brasil usa um cálculo mais restrito.

Para o economista Luciano Nakabashi, o avanço da dívida indica desequilíbrio fiscal. Segundo ele, quando o governo gasta mais do que arrecada, reduz a poupança e pressiona juros e investimentos.

O alto endividamento limita o crescimento, já que aumenta o gasto com juros e reduz recursos para áreas como infraestrutura e educação. Fatores estruturais, como juros elevados e baixo crescimento econômico, agravam o cenário.

Com informações de Poder 360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Decisão de Moraes sobre Bolsonaro tem erros de português e chama atenção

Foto: Rosinei Coutinho/STF

Uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, virou alvo de críticas após a identificação de erros ortográficos e gramaticais no documento. O despacho trata de medidas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Entre os problemas apontados, estão uma data digitada de forma incorreta, falhas de concordância e erros de conjugação verbal. Também foram identificados termos escritos de maneira equivocada, além de inconsistências na padronização de siglas e formatação do texto.

Foto: Reprodução

Outro ponto que chamou atenção foi o uso inadequado de palavras em decisões anteriores, como a troca de “mas” por “mais”, além de falhas no uso da crase em trechos do documento. Especialistas avaliam que esse tipo de deslize indica ausência de revisão mais cuidadosa.

Os erros repercutiram nas redes sociais e ampliaram críticas à qualidade formal de decisões judiciais, sobretudo em casos de grande repercussão política. O episódio também reacende o debate sobre o rigor técnico esperado em documentos oficiais do Judiciário.

Foto: Reprodução

Apesar das falhas apontadas, a decisão segue válida juridicamente, já que erros de redação não costumam comprometer o conteúdo ou os efeitos legais das determinações.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Inadimplência dispara no Brasil e já atinge mais de 81 milhões de pessoas

Foto: Marcos Santos/USP Images

O número de brasileiros inadimplentes cresceu de forma expressiva na última década, com um aumento de 22,7 milhões de pessoas. Segundo dados da Serasa Experian, o total saltou de 59 milhões em 2016 para 81,7 milhões em 2026, um avanço de 38,4%, bem acima do crescimento da população no mesmo período.

O levantamento aponta que as dívidas estão concentradas principalmente em bancos e financeiras, responsáveis por 47,1% dos débitos. Em seguida aparecem contas básicas, como água e energia, com 21,4%, além de serviços, varejo e telefonia. O estudo também mostra que 42% dos inadimplentes já enfrentavam restrições há dez anos, indicando um ciclo persistente de endividamento.

Dados do Banco Central do Brasil reforçam o cenário preocupante. O endividamento das famílias chegou a 49,7% em 2025, enquanto o comprometimento da renda atingiu 29,2%. O presidente da instituição, Gabriel Galípolo, destacou o peso do cartão de crédito, especialmente do rotativo, que pode ter juros extremamente elevados.

O avanço da inadimplência também entrou no radar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem tratado o tema com frequência. O petista apontou uma contradição entre o baixo desemprego e o aumento das dívidas, afirmando que o governo busca alternativas para reduzir a pressão sobre as famílias.

Especialistas indicam que o problema é estrutural e envolve fatores como juros altos, custo de vida e acesso ao crédito. A tendência, segundo analistas, é que o tema ganhe ainda mais peso no debate econômico e político nos próximos meses.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

RN perde 46 agências bancárias em 10 anos e quase 900 mil ficam sem atendimento presencial

Foto: Adriano Abreu

O Rio Grande do Norte registrou o fechamento de 46 agências bancárias na última década, passando de 208 unidades em 2015 para 162 em 2025 — uma queda de 22,1%. O impacto é direto: cerca de 899 mil potiguares, o equivalente a 27,4% da população, vivem hoje em cidades sem acesso a atendimento presencial.

Ao todo, 138 municípios do estado não possuem nenhuma agência bancária. Apesar disso, a maior parte da população ainda é atendida presencialmente, já que as unidades restantes estão concentradas em apenas 38 cidades mais populosas, como Natal e Mossoró, que também lideram o ranking de fechamentos no período.

A redução está ligada principalmente à digitalização dos serviços bancários e à busca por redução de custos. Segundo representantes do setor, o processo se intensificou após a pandemia, com a migração forçada de clientes para aplicativos e canais digitais, deixando principalmente cidades menores desassistidas.

Além da dificuldade de acesso, o fechamento das agências tem gerado efeitos econômicos e sociais, como deslocamentos maiores para atendimento, sobrecarga em unidades ativas e perda de circulação de dinheiro nos municípios. Há ainda impactos no mercado de trabalho, com redução de vagas e aumento da pressão sobre os funcionários remanescentes.

O cenário no estado acompanha uma tendência nacional. Em todo o Brasil, quase metade das cidades já não conta com agências bancárias, refletindo a mudança no modelo de atendimento das instituições financeiras e o avanço acelerado dos serviços digitais.

Com informações da Tribuna do Norte

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

VÍDEO: Flávio acusa Lula de ‘fazer lobby’ nos EUA para proteger facções criminosas

Vídeo: Reprodução/X

O senador Flávio Bolsonaro afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria atuado junto ao governo dos Estados Unidos para evitar que facções criminosas brasileiras fossem classificadas como organizações terroristas. A declaração foi feita durante discurso na Conservative Political Action Conference, realizada no Texas.

Segundo Flávio, Lula teria feito um “forte lobby” para proteger grupos que, segundo ele, atuam no tráfico de drogas e armas. O parlamentar citou uma reportagem do The New York Times, embora o próprio texto mencionado aponte que a articulação junto a autoridades americanas partiu dele e de aliados.

A publicação relata que há uma discussão em andamento nos Estados Unidos sobre classificar organizações criminosas brasileiras como terroristas, o que poderia ter impactos diplomáticos e econômicos. O governo brasileiro acompanha o tema com preocupação, avaliando possíveis interferências no cenário político e até riscos de sanções.

Durante o discurso, o senador também criticou a política externa do governo, classificando-a como “anti-norte-americana” e associando a gestão a problemas econômicos e de segurança pública. Ele ainda citou o avanço de facções criminosas e alegou a existência de escândalos envolvendo o entorno do presidente.

As declarações ampliam o tom de confronto político em meio ao cenário pré-eleitoral, com troca de acusações e disputas de narrativa tanto no Brasil quanto no exterior.

Com informações do Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

STF barra CPMI do INSS, mas mantém inquérito das fake news e levanta debate sobre coerência

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A decisão do Supremo Tribunal Federal de impedir a prorrogação da CPMI do INSS reacendeu críticas e comparações com o inquérito das fake news, conduzido pela própria Corte desde 2019. Enquanto a comissão parlamentar teve seu prazo encerrado, a investigação no STF segue ativa há anos, o que levantou questionamentos sobre possível falta de uniformidade nos critérios.

Durante o julgamento, ministros defenderam limites mais rígidos para CPIs, especialmente quanto ao prazo e ao foco das investigações. O ministro Flávio Dino alertou para o risco de “pescaria probatória” em investigações prolongadas, enquanto Alexandre de Moraes destacou a necessidade de respeito ao chamado “fato determinado”.

Na mesma linha, o ministro Gilmar Mendes reforçou que ampliar o escopo de uma investigação pode indicar desvio do objetivo original da comissão. O entendimento majoritário foi de que a prorrogação da CPMI não é automática e que cabe ao Congresso deliberar sobre o tema, sem interferência direta do Judiciário.

Apesar disso, a comparação com o inquérito das fake news ganhou força no debate público. Críticos apontam que a investigação no STF possui duração prolongada e escopo amplo, argumentos semelhantes aos usados para barrar a continuidade da CPMI, o que alimenta a percepção de incoerência.

Especialistas avaliam que, embora haja diferenças jurídicas entre os instrumentos — CPIs têm prazo definido, enquanto inquéritos judiciais seguem regras próprias — o impacto político é inevitável. A situação reforça questionamentos sobre equilíbrio entre os Poderes e pode afetar a confiança institucional, especialmente em um cenário já marcado por forte polarização.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *