Política

Trump anuncia processos contra Facebook, Twitter e Google; ex-presidente alega que suas visões políticas estão sendo cerceadas pelas plataformas

Foto: OCTAVIO JONES / REUTERS

O ex-presidente americano Donald Trump anunciou que entrou com processos contra as gigantes de tecnologia Twitter, Facebook e Google, assim como contra seus presidentes, alegando que elas estão silenciando vozes que defendem pontos de vista conservadores. Trump foi banido da maior parte das plataformas sob a acusação de incitar a violência durante a invasão do Capitólio, a sede do Congresso americano, em 6 de janeiro, para impedir a certificação da vitória de Joe Biden.

— Hoje, com o Instituto de Políticas America First [plataforma política do ex-presidente], apresento, como seu representante principal, um processo coletivo contra os gigantes da tecnologia, incluindo Facebook, Google e Twitter, assim como contra seus diretores-executivos, Mark Zuckerberg, Sundar Pichai e Jack Dorsey — declarou Trump, em discurso no seu campo de golfe em Nova Jersey. — Queremos um fim ao banimento, ao silenciamento e às “listas negras”, ao banimento e ao cancelamento que conhecem tão bem.

De acordo com o site Axios, o processo vai pedir o retorno imediato de todas suas contas nas plataformas onde hoje está impedido de fazer publicações, além de exigir reparações financeiras — no anúncio, disse que seria algo em torno de “trilhões de dólares”. As empresas citadas não se pronunciaram. O processo corre em um tribunal federal da Flórida, e foi anunciado no momento em que o ex-presidente enfrenta problemas legais com a Justiça de Nova York, que investiga suas empresas.

— Não há melhor evidência de que as empresas de tecnologia estão fora de controle do que o fato de terem banido o presidente dos EUA no começo do ano. Se podem fazer isso comigo, podem fazer com qualquer um — declarou Trump. No processo, ele sugere que as plataformas agiram como “agentes estatais” e em conluio com “funcionários do governo federal, incluindo do CDC” e com a equipe de transição do então presidente eleito Biden.

Na época, Trump ainda era o chefe do Executivo dos Estados Unidos.

Mesmo antes de sua derrota na eleição presidencial de novembro do ano passado, o republicano ataca a política de moderação das plataformas, especialmente depois que publicações suas passaram a ser restritas ou mesmo apagadas, algumas com informações erradas sobre a pandemia do novo coronavírus ou apontadas como incitadoras da violência contra grupos minoritários e opositores.

Em várias ocasiões, ele ameaçou pôr fim a uma regra de 1996 que exime plataformas e serviços digitais de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo ali publicado — a regra também permite que as plataformas removam conteúdos considerados impróprios, ponto atacado por Trump. Nos processos apresentados nesta quarta, ele pede ao juiz que invalide essa regra. Na semana passada, um tribunal da Flórida julgou inconstitucional uma lei que autorizava o estado a aplicar punições contra empresas de tecnologia que suspendessem contas de candidatos a cargos eleitivos.

Ao mesmo tempo, ele usava as mesmas redes sociais como principal ferramenta para chegar a seus quase 89 milhões de seguidores no Twitter e Facebook. Com a derrota, as postagens passaram a espalhar e replicar teorias falsas de que a vitória de Joe Biden havia sido fruto de uma fraude, um discurso visto como agressivo e potencialmente perigoso por analistas e mesmo aliados de Trump.

Mas a invasão do Capitólio no dia 6 de janeiro, quando partidários do ex-presidente tentaram impedir a confirmação dos resultados das urnas, marcou um ponto de virada, ou um ponto final em certos casos. Publicações e vídeos na conta do presidente no Twitter foram declarados incitação à violência, ainda mais quando centenas de apoiadores ameaçavam congressistas e funcionários do Legislativo. A conta foi suspensa inicialmente por 12 horas, e foi banida em definitivo no dia 8 de janeiro. A suspensão foi seguida dias depois pelo Facebook, que recentemente a prolongou por dois anos, e pelo YouTube, plataforma de vídeos controlada pelo Google.

Longe deste importante meio de se comunicar com seus eleitores, Trump recorreu a meios de comunicação tradicionalmente afáveis, como a Fox News, ou ligados à extrema direita, como a America One e o Newsmax, além de redes sociais usadas por seus apoiadores e extremistas, como o Gab e o Parler, que chegou a ser derrubado no começo do ano. No fim de semana, a equipe do presidente lançou sua própria rede social, o Gettr, que tem como linhas principais “lutar contra a cultura do cancelamento” e “garantir a liberdade de expressão”. Apesar de ter conseguido quase meio milhão de inscrições horas depois do lançamento, ela já foi alvo de hackers.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Ditadura do politicamente correto e das narrativas esquedistas, se vc n estiver desse lado, vc esta fora ! N tem direito a opinião, nem ideias, nem pensamentos, nem contraditório e nem de reclamar ! E ainda tem gente que defende isso ! Tudo errado ! Se for p defender ditadura, gostaria que os militares tomassem o poder de vez e mandasse fechar toda essa mídia lixo, e suspendesse que falasse mal deles, num instante a esquerda ia chorar de novo (assim como fizeram em 64). Acredito na liberdade de opinião e ideias total, se vc concorda bem se não, bem tbm. Pode se não concordar, mas deve se defender o direito de fala e expressão!

  2. Esse vagabundo devia estar preso…não pela morte dos idiotas que foram defende-lo no congresso americano, mas pela morte do policial que deu a vida cumprindo seu dever no mesmo episódio…
    Volta pra catatumba, oferenda…

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PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM ADMINISTRAÇÃO: Governo Lula é reprovado por 53 % da população

 

PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM também avaliou com os entrevistados a aprovação da gestão federal.

 

A gestão Lula foi reprovada por 53%, enquanto 18,6% aprovam e 13,4% não sabe dizer.

 

A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de abril, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e registrada no TSE com o número:  RN 00509/2024.

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PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM ADMINISTRAÇÃO: Governo Fátima é reprovado por 68% da população

PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM também avaliou com os entrevistados a aprovação da gestão estadual.

A gestão Fátima foi reprovada por 68%, enquanto 18,6% aprovam e 13,4% não sabe dizer.

A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de abril, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e registrada no TSE com o número:  RN 00509/2024.

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PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM ADMINISTRAÇÃO: Gestão de Taveira é aprovada por 41%

 

PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM também avaliou com os entrevistados a aprovação da gestão municipal.

 

A gestão do prefeito Taveira foi aprovada por 41,8%, já 38,4% reprovam e 19,8% nao sabe dizer.

 

A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de abril, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e registrada no TSE com o número:  RN 00509/2024.

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PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM REJEIÇÃO: Salatiel é rejeitado por 17%, Nilda 12%, Eron e Marciano 8% e Kátia 3%

 

PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM também perguntou em quem os entrevistados não votariam de forma alguma.

 

Salatiel foi o mais rejeitado por 17,4%, Nilda 12,2%, Eron e Marciano Júnior 8,6% e Kátia 3,8%. Já 37,6% não sabe dizer, 10,8% todos e 2,4% nenhum.

 

A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de abril, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e registrada no TSE com o número:  RN 00509/2024.

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PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM CONFRONTO DIRETO: Nilda tem 35% contra 30% de Salatiel

 

PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM simulou confronto direto entre os dois pré-candidatos que mais pontuaram.

 

Neste cenário, Nilda tem 35% contra 30,4% de Salatiel, enquanto 21,8% não sabe dizer e 12,8% nenhum.

 

A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de abril, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e registrada no TSE com o número:  RN 00509/2024.

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PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM ESTIMULADA 3: Em cenário com três nomes mais citados, Nilda e Salatiel têm novo empate

 

PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM simulou um terceiro cenário estimulado somente com os nomes de Nilda, Salatiel e Kátia Pires.

 

Neste cenário há novo empate na margem de erro entre Nilda com 29,6% e Salatiel com 25,2%, já Kátia somou 14,4%, enquanto 19,8% não sabe e 11% nenhum.

 

A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de abril, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e registrada no TSE com o número:  RN 00509/2024.

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PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM ESTIMULADA 2: Nilda e Salatiel empatam tecnicamente no primeiro lugar

PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM simulou um segundo cenário estimulado. Neste cenário professora Nilda teria 29,4% contra 25% de Salatiel, o que configura empate técnico na margem de erro, Em seguida vem Kátia Pires com 13,8% e Eron 0,8%, já 19,2% não sabem dizer e 11,2% nenhum.

 

A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de abril, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e registrada no TSE com o número:  RN 00509/2024.

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PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM ESTIMULADA: Nilda tem 29% contra 23% de Salatiel e 11% de Kátia Pires

 

No cenário estimulado para Prefeitura, a pesquisa CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM apontou os seguintes resultados: Nilda com 29,2%, Salatiel 23,8%, Kátia 11,6%, Marciano Júnior 5,8% e professor Eron 0,4%. Já 18,4% não sabe dizer e 10,8% nenhum.

 

A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de abril, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e registrada no TSE com o número:  RN 00509/2024.

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PESQUISA CONSULT/ BG/ PARNAMIRIM ESPONTÂNEA: Professora Nilda e Salatiel têm empate técnico na liderança

 

O instituto de pesquisa Consult realizou pesquisa de intenção de voto e avaliação administrativa em Parnamirim. A pesquisa foi realizada nos dias 17 e 18 de abril, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e registrada no TSE com o número:  RN 00509/2024.

 

No cenário espontâneo para Prefeitura, há empate técnico entre a professora Nilda com 13,8% e Salatiel de Souza com 11,6%, Kátia Pires tem 3,6% e Marciano Júnior 0,8%. Já 59,2% não sabem dizer, 9,2% nenhum e 1,8% outro.

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Polícia

VÍDEO: “Passei muito mal porque meu remédio acabou há duas semanas”, afirmou suspeito de matar psicóloga

Video: Reprodução

João Batista Carvalho Neto, 41 anos, suspeito de matar a psicóloga Fabiana Maia Veras, foi levado para a Delegacia de Assu após ser preso em flagrante na capital durante a perícia em seu condomínio. A viatura da Polícia Civil chegou por volta de meia-noite desta quarta-feira (24) na unidade policial de Assu.

Populares lotaram a frente da delegacia e gritavam palavras de ordem contra o suspeito. Em um rápido contato com os veículos de imprensa, João Carvalho, fez algumas declarações sobre o crime. João Carvalho afirmou que “passou mal” devido à ausência de medicação

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