Apple, Google, Facebook e outras empresas estão com vagas de emprego no Brasil; veja cargos e faça inscrição

As empresas de tecnologia, como Apple, Google, Facebook, Spotify, entre outras estão com vagas de emprego abertas para seus escritórios no Brasil. Confira os cargos que estão disponíveis e como se inscrever:

Apple
A companhia está com 20 vagas abertas para as áreas de marketing, vendas e para as lojas, como gerente, Genius, analista de operações, engenheiro de soluções, entre outras. Confira as vagas e se inscreva aqui.

Facebook
A rede social está com 24 vagas para o seu escritório em São Paulo. Entre as áreas que estão contratando estão comunicação, marketing, vendas, operação de centro de dados, TI e desenvolvimento. Confira as vagas e se inscreva aqui.

Google
O Google está com 15 vagas para o seu escritório de São Paulo, que envolvem cargos dentro do próprio Google, como também para o YouTube e para o Waze. Confira as vagas e se inscreva aqui.

Netflix
A plataforma está com oito vagas abertas para o escritório de Alphaville, em São Paulo, incluindo áreas de marketing, comunicação, tecnologia, financeiro e tecnologia. Confira as vagas e se inscreva aqui.

Nubank
Ao todo, o Nubank tem sete vagas para o escritório de São Paulo, sendo elas para engenheiro de software, analista de experiência de consumidor, analista de operações, gerente de capital, engenheiro de aprendizado de máquinas, cientista de dados e recrutador. Confira as vagas e se inscreva aqui.

Spotify
A plataforma está com duas vagas para São Paulo, uma de estágio para publicidade e uma de gerente regional de operações de publicidade. Confira as vagas e se inscreva aqui.

Twitter
A empresa também está com duas vagas para o escritório de São Paulo, uma para a área do financeiro e uma para vendas e parcerias. Confira as vagas e se inscreva aqui.

Olhar Digital UOL

Google, Facebook, Uber, Netflix e Nubank estão contratando

size_960_16_9_logo_do_google2Logo do Google (REUTERS/Mark Blinch/)

Para começar, são algumas das primeiras marcas que vêm na memória quando pensamos em inovações disruptivas que mudaram para sempre o mercado em que atuam. Também têm em comum o fato de valerem bilhões – 568 bi de dólares, no caso do Google, a mais valorizada.

Além disso, todas as empresas mencionadas têm escritórios no Brasil e, no momento, estão em busca de novos talentos. Quer fazer parte do time de uma dessas empresas vanguardistas? Leia abaixo sobre as vagas abertas:

Uber

Mesmo com as polêmicas sobre sua regulamentação (ou até impulsionado por elas), o Uber tem expandido rapidamente para grandes cidades brasileiras. Assim, a oferta de vagas também acompanha esse movimento. Hoje, a empresa tem mais de 70 posições abertas para diversos níveis de carreira; embora a maioria das oportunidades seja para o escritório de São Paulo, também existem vagas abertas no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Brasília e Porto Alegre. Veja as vagas aqui!

Google

O Google, uma das empresas mais desejadas pelos jovens do mundo, é assunto praticamente todos os dias: fala-se sobre como passar em seu concorrido processo seletivo, a importância da diversidade e o que é considerado um erro imperdoável no currículo, entre outros temas.

A novidade é que quem quiser conhecê-lo mais de perto pode se inscrever no Google Business Internship, programa de estágio que oferece a universitários brasileiros uma experiência na indústria da tecnologia e no mundo dos negócios. Entre as áreas tipicamente disponíveis para estagiários estão vendas, suporte ao cliente e ao produto e marketing e comunicação – e há chances de efetivação no horizonte.

Também existem vagas efetivas abertas, que vão de analista a gerente e também incluem o programa de contratação de pessoas com deficiências. Confira as vagas aqui.

“Busco brilho no olho antes de mais nada”, disse Fábio Coelho, diretor geral do Google no Brasil, em Bate Papo com o Na Prática. “Busco também liderança, conhecimento, formação acadêmica boa e googliness, que é uma paixão por mudar o mundo e fazer diferente.”

Facebook

Já são 1,6 bilhão de usuários ao redor do mundo na rede social criada por Mark Zuckerberg, sendo 99 milhões o número de brasileiros. Em São Paulo, no bairro do Itaim Bibi, fica o principal escritório da empresa na América Latina. Lá, atualmente são mais de 30 vagas abertas, todas para profissionais formados e em diversos níveis de carreira, em áreas que vão da engenharia de software a vendas. Consulte as vagas aqui.

Netflix

Atualmente com mais de 80 milhões de assinantes e prestes a lançar a sua primeira série original brasileira, ainda não são muitas as vagas abertas no Netflix no país – que mantém um escritório em São Paulo. Há uma oportunidade para trabalhar com estratégias de CDN (Content Delivery Network, ou Rede de Compartilhamento de Conteúdo) e outra para gerente de marketing Latam (ou seja, responsável pela América Latina). Essas vagas, assim como novas que surgirem na empresa, podem ser consultadas aqui.

Nubank

Único brasileira entre as empresas listadas nessa matéria, o Nubank também tem números que impressionam – e não param de crescer. Segundo a empresa, já foram 4,5 milhões de pedido para seu produto principal, o famoso cartão de crédito roxo que não cobra taxas. Em entrevista recente ao Na Prática, o cofundador da empresa David Velez contou que o Nubank conta hoje com 340 funcionários. O escritório – uma sede recém-criada e bastante descolada – fica em São Paulo e as posições abertas atualmente são todas na área de TI (tecnologia da informação). Confira aqui.

*Este artigo foi originalmente publicado pelo Na Prática, portal de carreira da Fundação Estudar

Exame

Rolex, Disney, Google: ranking mostra empresas com melhor reputação

A marca de relógios Rolex é a empresa com melhor reputação entre os consumidores no mundo, segundo ranking elaborado pela consultoria norte-americana Reputation Institute.

O levantamento. divulgado nesta semana, mede a reputação de cem empresas consideradas mais conceituadas em 15 países, entre eles Brasil, Estados Unidos e China. Em segundo lugar na lista, aparece a Disney, seguida do Google.

A pesquisa, realizada no primeiro trimestre de 2016, buscou avaliar a percepção do público sobre as principais empresas em relação a produtos e serviços, inovação, ambiente de trabalho, governança, cidadania, liderança e desempenho.

“As três empresas demonstraram fortes pontuações em cada item, o que significa que os consumidores são mais propensos a comprar e recomendar seus produtos e serviços”, afirma a consultoria, que fez mais de 61 mil entrevistas com consumidores. CONFIRA AQUI

UOL

Na bolsa, Brasil vale menos que o Google

GoogleLogoPor Vera Magalhães, do Radar Online:Somadas, as empresas brasileiras listadas na Bovespa encerraram 2015 valendo menos do que o Google.

Segundo levantamento da consultoria Economática, ao fim do ano passado, o valor de mercado do gigante de buscas era de 528 bilhões de dólares, contra 463 bilhões de dólares da bolsa brasileira.

A queda na capitalização da bolsa foi de expressivos 41,9%. Entre os pares latinoamericanos, ficou atrás apenas da Colômbia, cujo valor das empresas listadas recuou 42,5%.

Com o desempenho, o mercado brasileiro vem perdendo relevância na América Latina. Em 2014, a capitalização das empresas brasileiras representava 42,6%, fatia que caiu a 36,2% em 2015, praticamente empatando o México, que hoje representa 34,16% do valor de mercado das companhais listadas na região.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. E pra acabar mesmo disse:

    Daqui a pouco o Brasil vai valer menos que 1KG de mortandela e tudo isso graças a Lula e Dilma

  2. Observador disse:

    O " valor real" do Brasil sempre foi manipulado pelos petralhas fronteiriços.

Google cria tatuagem que destrava tela inicial ao se aproximar de celular

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A necessidade de digitar uma sequência de números ou ligar pontos para destravar o celular estão com os dias contatos. Isso se o Google conseguir popularizar sua nova tecnologia. Em parceria com a chinesa Vivalnk, a companhia apresentou nesta quarta-feira (23) uma tatuagem eletrônica que desbloqueia os smartphones da linha Moto X ao entrar em contato com o aparelho.

A tatuagem eletrônica foi criada pela área do Google destinada a inovações de tecnologias móveis. Reunindo os projetos de pesquisa e desenvolvimento remanescentes da Motorola Mobility, vendida pela empresa à chinesa Lenovo no começo deste ano, a Projetos e Tecnologia Avançada (ATAP) também é a responsável pelo celular desmontável e pelo tablet que faz mapeamentos tridimensionais instantâneos.

Em novembro de 2013, enquanto ainda era uma companhia pertencente ao Google, a Motorola o registro da patente de uma tatuagem eletrônica que, fixada no pescoço dos usuários, poderia funcionar como microfone de smartphones.

Segundo Deepak Chandra, líder de projetos da ATAP, as pessoas demoram muito para destravar o celular. Um tempo que, embora o executivo estime em 2,3 segundos, faz com que mais da metade dos donos de celulares deixe os aparelhos sem uma sequência de bloqueio específica. Para ele, isso é uma porta aberta para que esses indivíduos tenham seus dados pessoais roubados.

Até agora, o avanço que o Google havia feito nessa área foi a criação de uma broche que destrava o aparelho ao entrar em contato com ele. “O seu celular é pessoal para você. Então o modo que você o acessa deveria ser pessoal também”, afirma.

Segundo o vice-presidente de tecnologia da Vivalnk, Junfeng Mei, a tatuagem eletrônica combina materiais flexíveis em um dispositivo com sensor de RFID, para se comunicar com o Moto X. O dispositivo dura até cinco dias e não sai na água. O pacote com 10 unidades custa US$ 10.

Fonte: G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lulu disse:

    Mais uma armadilha para arrancar dinheiro do usuario, cruzar números ou digitar não paga nada.

  2. O roteirista disse:

    Não é mais fácil destravar com a digital como no iPhone 5s?

  3. Eugênio disse:

    nossa a profecia ta se cumprindo mesmo, coisa do capeta isso !!!

SE VOCÊ ATENDE AOS REQUISITOS: Google, Facebook e Twitter oferecem 40 vagas de emprego no Brasil

DSC_4555Trabalhar em uma das gigantes da tecnologia é o sonho de muitos profissionais. Pois agora é possível tentar realizar esse desejo por aqui mesmo: três das maiores da internet têm vagas abertas no Brasil. Google, Facebook e Twitter estão recrutando profissionais de diferentes áreas. As companhias anunciam em seus sites de carreira sempre que há novas posições abertas. O inglês é fundamental, até mesmo para ler os anúncios das vagas, que são feitos no idioma.

A maioria das ofertas é para São Paulo, onde as três companhias têm seu escritório central no Brasil — o Google também tem uma filial em Belo Horizonte — mas essas empresas são conhecidas por não limitar o recrutamento pela região geográfica, estando abertas a candidaturas de profissionais de todo o país. Veja quais são as oportunidades abertas e saiba como se candidatar:

O Google, que tem um escritório central em São Paulo e outro, menor, em Belo Horizonte, está com 24 oportunidades abertas. Entre elas: responsável por operações financeiras e gestão de projetos; gerente de programa para canal Android; contador sênior; assistente jurídico que fale japonês e engenheiro de software. Em entrevista ao Boa Chance em dezembro de 2013, Fabio Coelho, presidente do Google Brasil, afirmou que busca profissionais que tenham curiosidade e vontade de aprender. Todas as vagas podem ser acessadas aqui.

No Facebook, cuja sede no Brasil também fica em São Paulo, há dez vagas disponíveis. Entre as oportunidades estão: gerente de soluções para clientes; analista de marketing; diretor de comunicação para a América Latina e gerente de segurança. Todas as vagas são anunciadas no site de carreiras do Facebook. Leonardo Tristão, diretor-geral do Facebook Brasil, afirmou, em entrevista ao Boa Chance em abril, que “o candidato ideal é aquele realmente apaixonado pelo Facebook”. Outras características que são valorizadas são o espírito de equipe, não ter medo de errar e saber se divertir, disse ele.

Já no Twitter, outra gigante da internet que, no Brasil, fica localizada em São Paulo, está em busca de seis profissionais. Entre as vagas estão: gerente de conteúdo de marketing; analista de contabilidade sênior e especialista em produtos. As outras oportunidades podem ser consultadas no site do Twitter.

O Globo

Google lança plataforma esportiva; usuários podem formar grupos para prática de diversas modalidades

jogamaisum590O Google Brasil anuncia hoje uma nova ferramenta direcionada a praticantes de atividades esportivas. Integrando a rede social Google+ e o aplicativo Maps, o Joga + Um pretende ajudar usuários a encontrarem em regiões próximas parceiros ou formarem grupos para a prática de diversas modalidades.

Com foco especial no público mais jovem, o Joga+1 é lançado em parceria com várias ONGs da área esportiva, como Atletas pelo Brasil, Fundação Gol de Letra, CUFA, Instituto Bola para Frente e Liga Solidária.

A página principal da plataforma é bastante simples e conta com apenas dois campos. No primeiro, o usuário pode escolher entre 24 modalidades, que vão de skate a jiu-jitsu, passando por futebol e yoga. No segundo, digita a região que quer consultar. A partir desses dados, a ferramenta mostra em um mapa se há outros interessados. Também sugere locais para as atividades, como praças e parques perto do usuário. Embora brasileira, a ferramenta pode ser usada por qualquer pessoa no mundo, já que está baseada no Google Maps.

O Google disse que a plataforma será lançada já com 250 atividades cadastradas, através das ONGs parceiras. O Joga+1 está aberto para iniciativas amadoras, mas também para negócios, segundo a empresa. “Personal trainers e academias, por exemplo, podem usá-lo para anunciar seus serviços”, contou Flavia Simon, Diretora de Marketing para Consumidor do Google Brasil.

Perguntada se a empresa poderá se associar com marcas como Adidas ou Nike no Joga+1, Flávia respondeu que “estaríamos abertos” se isso ajudar a ampliar o alcance do projeto.

Cadastro

Para utilizar a ferramenta, é necessário ter conta no Google, uma vez que as funções sociais do Joga+1, como chat e formação de grupos, são realizadas através do Google+. Como a utilização da rede social do Google é baixa no Brasil em relação, por exemplo, ao Facebook (13 milhões de usuários ativos, segundo a ComScore), o sucesso de um plataforma como o Joga+1 pode ajudar a melhorar seus números. Para a executiva do Google, este não é um dos objetivos do Joga+1, que se vale do Google+ apenas enquanto serviço.

A diretora da empresa afirmou que as intenções por trás da ferramenta são usar a tecnologia para promover a prática de esportes e atividades físicas, “além da inclusão social”. Flavia cita um dado do Ministério da Saúde de que 51% da população brasileira está acima do peso. Com isso, o Google se alinha com uma das tendências mais visíveis da tecnologia em 2013, que é seu uso para atividades de saúde e boa forma (ver matéria ao lado).

O projeto foi totalmente concebido dentro do escritório brasileiro do Google, sendo posteriormente aprovado pela matriz em Mountain View, Califórnia. A filial local tem se mexido para apresentar ideias próprias, aproveitando a atenção que o País tem atraído no período entre Copa e Olimpíadas. “O diálogo está mais fácil”, diz Flávia.

Entre outros projetos criados pelo escritório brasileiro estão o Color+City, lançado que conectava artistas urbanos com pessoas dispostas a ceder um muro ou superfície, e o YouTube Edu, que reúne vídeos educacionais populares na plataforma de vídeos. Para a diretora do Google, essa criação é também reflexo do crescimento da filial brasileira, que em alguns anos cresceu de 100 para 600 funcionários.

Estadão

Google vai liberar e-mails entre desconhecidos no Google+

 14010245Um novo recurso do Gmail do Google terá como resultado alguns usuários recebendo mensagens de pessoas com as quais eles não compartilharam seus endereços de e-mail, gerando preocupações entre alguns defensores de privacidade.

A mudança, que o Google anunciou na quinta-feira, amplia a lista de contatos disponíveis a usuários do Gmail, incluindo tanto o endereço de e-mailde seus contatos existentes como também o nome das pessoas na rede social Google+. Como resultado, uma pessoa pode enviar diretamente um e-mail a amigos, e estranhos, que usam o Google+.

O Google está tentando cada vez mais integrar o Google+, sua rede social que já existe há dois anos e meio e que tem 540 milhões de usuários ativos, com seus outros serviços. Ao se registrarem para o Gmail, os consumidores agora recebem automaticamente uma conta no Google+.

O Google disse que o novo recurso tornará a comunicação com amigos mais fácil para pessoas que usam ambos os serviços.

O Google afirmou também que usuários que não desejam receber mensagens de e-mail de outras pessoas no Google+ podem alterar as configurações para receber mensagens apenas de pessoas que elas adicionaram às suas redes de amigos ou de ninguém.

Alguns defensores de privacidade disseram que o Google deveria ter feito o novo recurso ser “opcional para entrar”, ou seja, que os usuários deveriam concordar explicitamente com o recebimento de mensagens de outros usuários do Google+, ao invés de se exigir que os usuários mudem manualmente a configuração.

Folha

‘Mandela’ foi o termo mais buscado no Google no mundo em 2013; no Brasil, foi BBB 13 e Telexfree

Nelson Mandela”, nome do estadista que livrou a África do Sul do regime do apartheid e morreu no início do mês, foi o termo mais pesquisado no Google este ano, revelou a empresa de internet nesta terça-feira. O líder sul-africano foi seguido de perto nas buscas por outra celebridade que morreu no fim deste ano, o ator Paul Walker, de “Velozes e Furiosos”, que ficou na segunda posição.

Os termos mais populares da ferramenta de buscas aparecem no Zeitgeist, lista elaborada pela Google ao fim de cada ano. Além de Walker, morto em um acidente de carro, o ranking de 2013 destaca outro ator vítima de uma tragédia, Cory Monteith, que aparece na quarta posição. O protagonista da série de TV “Glee” sucumbiu em setembro a uma overdose de heroína, acompanhada da ingestão de grande quantidade de champanhe.

O Zeitgeist também revelou os aparelhos eletrônicos mais desejados pelos consumidores este ano. O mais novo smartphone da Apple, o iPhone 5s, foi o terceiro item mais pesquisado do ano. Já seu maior concorrente, o Galaxy S4, da Samsung, ficou com o oitavo lugar. Para o desapontamento da Microsoft, seu novo console de videogame, o Xbox One, não aparece na lista. Mas o concorrente PlayStation 4, da Sony, ficou na nona colocação. Veja abaixo a lista com os termos mais buscados no Google por internautas do mundo inteiro:

Ranking global

1 – Nelson Mandela

2 – Paul Walker

3 – iPhone 5s

4 – Cory Monteith

5 – Harlem Shake

6 – Maratona de Boston

7 – Bebê real

8 – Samsung Galaxy s4

9 – PlayStation 4

10 – Coreia do Norte

Como costuma fazer, a Google também revelou os termos mais populares em cada país. No Brasil, uma velha mídia, a televisão, demonstrou fazer sucesso entre os internautas: quatro das dez pesquisas mais realizadas na ferramenta são relativas a programas de TV. O reality show “Big Brother Brasil”, da TV Globo, liderou o ranking, enquanto “A Fazenda”, da Rede Record, apareceu na sexta colocação. A novela “Salve Jorge” figurou no terceiro lugar, e “Amor à Vida” ficou com a oitava posição.

Curiosamente, estão na lista os nomes de duas empresas acusadas de serem esquemas de pirâmide financeira: a Telexfree foi a segunda expressão mais pesquisada, enquanto a BBom ficou na décima posição. Veja abaixo a lista completa referente ao Brasil.

Ranking no Brasil

1 – BBB 13

2 – Telexfree

3 – Salve Jorge

4 – Enem 2013

5 – MC Daleste

6 – A Fazenda

7 – Pronatec

8 – Amor à Vida

9 – PEC 37

10 – BBom

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Breno disse:

    Dos dez, apenas três possuem alguma relevância. Brasileiro é bicho aculturado mesmo. Merecem o país que tem!

ATALHO PERIGOSO: Estudo afirma que o Google está destruindo nossa memória

38044.54312-GoogleA expansão da internet, principalmente nos dispositivos móveis, permitiu que mais pessoas tenham acesso rápido e sem complicações ao conhecimento. Hoje é possível fazer pesquisas por vídeos, fotos, artigos e uma infinidade de dados que aumentam nossa capacidade de aprendizado. No entanto, quando transformamos esses aparelhos em extensões do nosso corpo – e o pior: sem perceber isso –, podemos confundir nossa memória e fazer com que ela fique desgastada com tanta informação.

Quem diz isso é um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos, que constatou que o uso excessivo de motores de busca, como o Google, está aumentando os níveis de esquecimento da população. Assim como os computadores e celulares, esses buscadores se tornaram “extensões da nossa inteligência”, em vez de ferramentas separadas. Como consequência, estamos cada vez mais propensos a esquecer dos acontecimentos que não pesquisamos na internet.

Segundo o Telegraph, esse novo comportamento até pode ser efetivo se for considerada a velocidade de procura da informação, mas é prejudicial ao cérebro em longo prazo. Em uma série de testes, cientistas das Universidades de Harvard e de Colorado Boulder descobriram que os participantes tinham uma tendência maior a se lembrar de dados que sabiam terem sido apagados de um computador, já que não existia mais nenhum vínculo entre o usuário e a informação. Por outro lado, o nível de esquecimento foi maior naqueles que sabiam da existência de algum arquivo armazenado na máquina, baseando-se no fato de que poderiam recuperá-lo depois.

Em outra parte do estudo, os pesquisadores realizaram um teste no qual os voluntários foram divididos em dois grupos: um poderia acessar o Google para responder as questões, enquanto a outra equipe só usaria o próprio conhecimento. Ao final das provas, aqueles que usaram a internet como apoio mostraram uma opinião mais elevada da própria inteligência, mais até do que os usuários que responderam sem ajuda da internet.

“A internet pode não só eliminar a necessidade de um parceiro com o qual compartilhamos informações, mas também diminuir a importância que deveríamos dar para o armazenamento de fatos que acabamos de aprender. Nós chamados isso de ‘efeito Google'”, explicam os pesquisadores Daniel Wegner e Adrian Ward ao Daily Mail.

Segundo os cientistas, as pessoas agora confiam mais nos meios digitais do que na própria memória para armazenar informações. Na visão desses usuários, guardar dados eletronicamente, como na nuvem ou em outros mecanismos, é mais seguro, confiável e à prova de falhas do que guardar tudo na própria mente ou na de outra pessoa.

“A internet é diferente de um parceiro de memória humano. Ela sabe mais e pode produzir informação mais rapidamente. Quase todos os dados hoje estão disponíveis ali, na hora, por uma busca rápida na web. Pode ser que ela esteja tomando o lugar não só de outras pessoas como fontes externas de memória, mas também de nossas próprias faculdades cognitivas”, alertam os especialistas.

Canal Tech

Emprego dos sonhos: Google contrata garoto de 12 anos para equipe de programadores

programador-nikos-adam-12concede-entrevista-durante-evento-de-tecnologia-na-grecia-1384967704337_300x420A Google contratou um adolescente grego de 12 anos para a equipe de programadores da empresa, onde trabalhará no projeto de uma nova rede social, um servidor para jogos online e um sistema de segurança.

Nikos Adam, que este ano começou o ensino médio, foi descoberto pela Google durante a Feira Internacional de Salônica, quando realizou uma brilhante exposição sobre ataques cibernéticos.

Após comprovar os conhecimentos de programação de Adam, que já criou dois aplicativos, a Google entrou em contato com seus pais para obter autorização para incorporá-lo à equipe.

Agora Adam desenvolve diferentes programas para a Google, entre eles uma nova rede social, “Tech is Social”.

“Será lançada em janeiro de 2014 e será em grego. Funcionará de modo parecido ao Facebook”, afirmou o menino em uma entrevista ao canal “Skaï”. E ressaltou que a nova rede social dará muita importância à segurança das comunicações.

Adam também trabalha em um sistema de segurança contra ataques de negação de serviço (DoS attack) e em uma plataforma que permitirá aos usuários jogar online sem necessidade de dispor de um servidor próprio.

UOL

Invasão de Privacidade: Google é intimado a revelar dados coletados pelo Street View no Brasil

 13311211Uma decisão da 23ª vara cível de Brasília obriga o Google a apresentar até este sábado (9) os dados coletados pelos carros de seu sistema de mapeamento fotográfico Street View no Brasil, os quais teriam interceptado dados privados por meio de redes wi-fi, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia de desobedecimento.

O processo é movido pelo IBDI (Instituto Brasileiro de Política e Direito da Informática), uma organização privada sediada em Recife, desde julho. O grupo pede R$ 1 milhão.

A decisão, que foi divulgada na segunda-feira (4), diz que a captação de informações como e-mails, senhas e outros por meio de redes sem fio desprotegidas seria indevida e considerada invasão de privacidade (leia sentença).

A acusação diz que há má-fé por parte do Google, apesar de o juíz responsável pelo processo dizer que tanto não pode ser presumido. “Ao contrário, o réu deixou entrever que pretende disponibilizar os dados, até para promoção do necessário debate público”.

A prática foi admitida pela empresa nos EUA.

Consultado, o Google disse que “trata-se apenas de um pedido cautelar para prestação de algumas informações relativas ao Projeto Street View. O Google está avaliando se recorrerá da decisão.”

Nos EUA, o Google pagou US$ 7 milhões (o que hoje equivaleria a R$ 16 milhões) para dar fim a uma das ações judiciais movidas contra a empresa por causa do Street View.

Posteriormente, os EUA decidiram que o Google poderia, sim, ser processado pela prática.

As investigações feitas nos EUA e na Europa desde 2010 motivaram o processo no Brasil.

“O dano resultante daquilo que pode ser mais um episódio de monitoramento e espionagem maciços produzido por organismo estrangeiro contra os brasileiros precisa ser melhor entendido”, disse Sérgio Palomares, advogado que representa o IBDI, por meio de comunicado à imprensa.

“A maioria dos usuários da internet jamais imaginou que um projeto aparentemente inofensivo e vulgar como o Google Street View poderia estar servindo para bisbilhotar e coletar dados pessoais. Precisamos entender a extensão e os verdadeiros propósitos que estão por trás dessa inventiva e surreal forma de invasão da privacidade dos brasileiros.”

O IBDI foi responsável por um processo contra a Apple porque a empresa teria lançado uma geração nova do tablet iPad cedo demais.

Folha

Google lança projeto para acabar com censura na internet

imagem.phpEm uma conferência em Nova York, o Google revelou seu novo projeto para habilitar uma internet mais aberta e global, que se chama uProxy. O sistema, que funciona como uma extensão para o Chrome e o Firefox permite burlar bloqueios de conteúdo por região utilizando conexões internacionais confiáveis.

Por exemplo, se algum iraniano tentar acessar um dos sites bloqueados no país como o YouTube, naturalmente não irá conseguir. Contudo, se ele tiver um amigo no Brasil ou Estados Unidos, ele pode entrar em contato com estas pessoas para que elas habilitem o uProxy. Assim, o iraniano pode se conectar à internet e acessar a rede por meio da internet do amigo.

O sistema funciona como uma VPN personalizado e muito fácil de usar. A intenção é que ele seja acessível ao grande público. “Dois cliques para ultrapassar as barreiras de um regime opressor”, afirma Yasmin Green, diretora do Google Ideas. Ela também lembra que o uProxy não anonimiza o tráfego tal qual faz o Tor.

Obviamente o serviço não seria restrito apenas a pessoas em países onde a internet é censura. O uProxy também poderia ser usado para fins mais triviais como burlar o bloqueio de região de um vídeo no YouTube, ou driblar o firewall da empresa em que você trabalha (embora isso não seja recomendado).

Por enquanto, o serviço ainda não foi lançado, mas seus desenvolvedores (a Universidade de Washington e a empresa Brave New Software) já abriram um beta restrito para que usuários possam testá-lo e aprimorá-lo ao máximo.

Para se registrar e tentar fazer parte da fase beta, basta se registrar no site oficial do serviço.

Olhar Digital – UOL

Google anuncia empresa de saúde para aumentar expectativa de vida

30203.45543-idososO Google anunciou nesta quarta-feira (18) que vai lançar uma empresa no segmento de saúde chamada Calico, com o objetivo de criar tecnologias para tratar questões do envelhecimento e prolongar a vida dos seres humanos. A Calico será liderada pela Apple e pelo presidente do conselho da companhia de biotecnologia Genentech, Art Levinson.

O anúncio foi feito pelo presidente-executivo do Google, Larry Page, em seu perfil no Google +. Ele disse para os internautas não ficarem surpresos se eles investirem em projetos que “parecem estranhos ou especulativos comparados ao nosso negócio de internet”.”E, por favor, lembre-se que novos investimentos como este são muito pequenos perto de nosso negócio principal”, afirmou Page.

“Para muitos de nossos amigos e familiares, a vida foi interrompida ou a sua qualidade de vida é muitas vezes inexistente. Art é um dos loucos que acha que não tem que ser dessa maneira”, disse Tim Cook, CEO da Apple, no comunicado oficial do lançamento da Calico.

Em entrevista para a Time, Page disse que “em alguns setores, leva dez ou 20 anos para ir de uma ideia para algo tornar-se real. Saúde é certamente um deles (…) Talvez devêssemos focar nas coisas que são realmente importantes para os próximos dez ou 20 anos a partir de agora para termos essas coisas o quanto antes”.

Em junho deste ano, o diretor de engenharia do Google, Ray Kurzwell, – conhecido por previsões ousadas –  afirmou que, nos próximos 20 anos, a tecnologia nos permitirá viver para sempre. Ele acredita que será possível “reprogramar” as células para recuperar o organismo de doenças e até mesmo gerar novos tecidos vivos por meio de impressoras 3D.

Além disso, outras empresas em todo o mundo desenvolvem tecnologias para identificar doenças e monitorar a saúde dos seres humanos. Alguns exemplos são a pulseira que mede o consumo de calorias, chamada Bitbit Flex, vendida por US$ 100 nos EUA, e o projeto da NASA, chamado Scanadu. Este último tem o objetivo de criar, no mundo real, algo parecido com o Tricoder da série Star Trek – um dispositivo aparentemente simples, mas que tem a capacidade de identificar e antever doenças para tratá-las antes mesmo que elas se tornem realidade.

O Canaltech viajou para os Estados Unidos para conhecer melhor essa iniciativa. Confira abaixo o nosso vídeo.

Canal Tech

Após buscas 'suspeitas' no Google, mulher recebe visita da Polícia

 Uma mulher de Nova York diz que o interesse de sua família pela compra de panelas de pressão e mochilas levou seis investigadores à sua casa. Os policiais exigiam informações sobre o emprego dela, os ancestrais de seu marido e a preparação de quinoa.

Michele Catalano, que vive em Long Island, Nova York, diz que suas buscas na internet por panelas de pressão, a procura de mochilas pelo marido e o apetite do filho, “maníaco por notícias”, pelos detalhes do atentado de Boston de alguma maneira se combinaram criando “perfis de terrorismo”.

A busca provocou uma visita de “uma força-tarefa integrada de combate ao terrorismo” à casa da família Catalano, na quarta-feira. Catalano, jornalista da revista independente de música e política “Death and Taxes”, relatou as experiência em um posto na Medium.com, quinta-feira.

“Por volta das 9h, meu marido, que por acaso estava em casa ontem, sentado na sala com nossos dois cachorros, ouviu dois carros parando diante da casa. Seis cavalheiros usando trajes casuais saíram dos veículos e se espalharam para caminhar até a casa –dois caminhando para o quintal, de um lado, dois tomando o lado oposto e dois se dirigindo à porta da frente. Um milhão de coisas passaram pela cabeça de meu marido. Nenhuma delas era a resposta certa”.

Os agentes do Serviço Federal de Investigações (FBI) perguntaram a Catalano se ele tinha uma panela de pressão; “meu marido disse que não, mas que tínhamos uma panela elétrica de arroz. E é possível fazer uma bomba com ela? Não, minha mulher usa a panela para fazer quinua. Eles perguntaram que diabos era quinoa”.

“A essa altura haviam compreendido que não estavam lidando com terroristas”, disse Catalano.

Um porta-voz do FBI disse ao jornal britânico “Guardian” na quinta-feira que investigadores da agência não estavam envolvidos na visita, mas que Catalano “havia sido visitada pelo departamento de polícia do condado de Nassau”, cujos agentes estavam “trabalhando em cooperação com o departamento de polícia do condado de Suffolk”.

O “Guardian” contatou os departamentos de polícia dos condados de Suffolk e Nassau em busca de comentários.

Folha

Google resiste em instalar datacenteres no Brasil

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, recebeu hoje (23) o apoio do presidente da Google Brasil, Fábio Coelho, para a aprovação do Marco Civil da Internet. A matéria tramita no Congresso Nacional. Segundo o ministro, o único ponto que preocupa a Google é relativo à exigência de construção de datacenters, o que a obrigaria a armazenar dados no Brasil. “Essa parte da conversa foi um pouco mais seca”, informou Paulo Bernardo.

Entre os argumentos apresentados pelo ministro para estimular a empresa a fazer o investimento, está o de que a Google é a segunda empresa em receita publicitária no Brasil e que, levando isso em consideração, ficaria “difícil acreditar” que venha reclamar deste tipo de gasto. Segundo Paulo Bernardo, a Google diz que o problema “não é só a questão financeira, mas de arquitetura da rede”.

Paulo Bernardo sugeriu que a empresa aproveite algumas tecnologias que dispõe para investir também no provimento de internet na Região Amazônica. “Eles têm balões que podem prover internet na Amazônia. Tanto com balões fixos, como com os que voam a mais de 30 quilômetros de altitude. Eles sugeriram que eu visite a empresa nos Estados Unidos para dizer isso pessoalmente a seus chefes”. A previsão é de que a viagem ocorra no segundo semestre deste ano.

Paulo Bernardo avalia que as recentes denúncias feitas pelo ex-consultor Edward Snowden sobre espionagem promovida pelo governo dos Estados Unidos alterou, no Congresso Nacional, a atenção dos parlamentares sobre o assunto, e que, por isso, o governo estuda a possibilidade de pedir urgência à tramitação do marco civil.

Segundo o ministro, algumas divergências pontuais persistem, mas há uma avaliação de que o projeto é importante e precisa ser votado. “A situação mudou, e há melhores condições para a votação. Por isso, sugerimos à Casa Civil e à Secretaria de Relações Institucionais que o governo peça urgência constitucional ao projeto. Se for acatado, mandaremos uma mensagem e, então, se estabelecerá o prazo de 45 dias para a votação em cada uma das casas”, disse.

“Há possibilidade de aprovar, mas temos de trabalhar. Vamos conversar com os parlamentares e discutir com eles os pontos que ainda têm divergências mas que, na minha opinião, podem ser resolvidos com poucos ajustes, sem mudanças radicais”, acrescentou Paulo Bernardo.

Ao sair da reunião com o ministro, o presidente da Google se recusou a responder perguntas dos jornalistas, limitando-se a apresentar a posição de apoio ao Marco Civil da Internet e informar sobre o convite feito ao ministro para que visite a sede da empresa nos Estados Unidos.

Agência Brasil