ABUSO DE PODER: Google é processado pelo Departamento de Justiça dos EUA por monopólio em sistema de buscas

Foto: Reprodução/TV Globo

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e 11 estados norte-americanos entraram com uma ação antitruste contra o Google, nesta terça-feira (20), por supostamente violar a lei ao usar seu poder de mercado para afastar rivais.

A empresa é acusada de pagar a outras companhias, como fabricantes de telefones celulares, operadoras e navegadores, entre elas a Apple, para manter seu sistema de buscas como o padrão.

Segundo reportagem do “The Wall Street Journal”, o processo aponta ainda que esse monopólio seria mantido por meio de uma rede ilegal de acordos comerciais exclusivos e interligados que excluem concorrentes.

A gigante da tecnologia se defendeu, dizendo que o processo é profundamente falho, e que a ação poderia “tornar mais difícil o acesso aos serviços de busca que querem usar”.

“Nossos acordos com a Apple e com outros fabricantes de dispositivos não são diferentes dos acordos que muitas outras empresas tradicionalmente usam para distribuir software”, afirmou Kent Walker, vice-presidente sênior de assuntos globais do Google.

“Outros mecanismos de pesquisa, incluindo o Bing da Microsoft, competem conosco por esses acordos. E nossos contratos passaram por repetidas revisões antitruste”, completou.

“As pessoas usam o Google porque querem – não porque são forçadas ou porque não conseguem encontrar alternativas”, disse a empresa.

Segundo a Reuters, esse é o maior processo antitruste em 20 anos nos EUA. Ele é comparável ao processo contra a Microsoft movido em 1998 e ao processo contra a AT&T, de 1974.

Investigada

A ação foi apresentada mais de um ano depois que o Departamento de Justiça e a Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) começaram as investigações sobre monopólios em quatro grandes empresas de tecnologia: Amazon, Apple, Facebook, além do Google.

Sete anos atrás, a FTC realizou uma investigação envolvendo o Google. O órgão apontava, entre outras coisas, que a função de busca da empresa poderia favorecer os próprios produtos, incluindo resultados privilegiados para o YouTube, por exemplo.

Ao fim da investigação, o presidente da comissão, Jon Leibowitz, disse que o órgão regulador não tinha encontrado nenhuma evidência que sustentasse a acusação de que o Google favorece injustamente seus próprios serviços nos resultados de busca.

No entanto, foi fechado um acordo, que foi contestado por alguns advogados da equipe da FTC. Nele, o Google se comprometia a licenciar certas patentes, consideradas “essenciais” para rivais em telefonia móvel, e a remover restrições no uso de sua plataforma de buscas de publicidade on-line, o AdWords.

“As mudanças que o Google concordou em fazer vão garantir que os consumidores continuem a ter os benefícios da competição na internet”, disse Leibowitz na época.

‘Chefão’ foi interrogado no Congresso

Sundar Pichai, presidente-executivo do Google, em audiência nos EUA — Foto: Reprodução

Em agosto passado, o presidente-executivo da Alphabet (empresa dona do Google), Sundar Pichai, foi interrogado pelo Congresso dos EUA ao lado de Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon) e Tim Cook (Apple).

Pichai e os outros líderes das gigantes da tecnologia se defenderam na audiência, onde foram acusados de abusar de uma posição dominante no mercado.

O presidente do Google foi questionado sobre acusações de que a companhia estaria “roubando conteúdo” de pequenos sites, com o objetivo de manter as pessoas conectadas à plataforma. “Não concordo com a caracterização dessa afirmação”, disse Pichai. “Sempre focamos em fornecer aos usuários as informações mais relevantes”.

Críticas no Senado

Arkansas, Carolina do Sul, Flórida, Geórgia, Indiana, Kentucky, Louisiana, Mississippi, Missouri, Montana e Texas, os 11 estados que aderiram à ação, têm procuradores-gerais republicanos.

Um dos críticos constantes do Google e de outras plataformas digitais, o senador republicano Josh Hawley chamou o processo de “o caso antitruste mais importante em uma geração” e disse acreditar a empresa mantém o poder por “meios ilegais”.

Mas a gigante da tecnologia também enfrenta críticas de democratas, como a senadora Elizabeth Warren. Em 10 de setembro, ela tuitou usando a hashtag #BreakUpBigTech, pedindo uma “ação rápida e agressiva” contra as grandes empresas do ramo.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    Buscador na internet é o pau q mais tem. Basta não ter cuidado ao entrar em sites que invadem nossa privacidade pra ver como se auto instalam seus mecanismos de buscas, inclusive no próprio Chrome, deixando de lado o google.

  2. Jailson disse:

    Desespero do governo Trump

Google cria alerta para avisar se sua conta está em perigo

Novo alerta protege conta do Google de vazamentos e ataques hacker — Foto: Divulgação/Google

Google lançou na última semana um novo alerta mais chamativo para avisar quando há atividades que afetem a segurança e privacidade em aplicativos e contas Google. A notificação surgirá dentro dos apps da empresa quando for identificado um problema grave de segurança que possa acarretar a perda do acesso à conta. Além da notificação, o Google irá sugerir soluções imediatas para a reverter a situação.

O objetivo da novidade é agilizar a resposta do usuário ao problema, já que a notificação surgirá automaticamente e não será preciso ir até o e-mail ou central de alertas do celular para conferir o aviso. Além disso, os novos alertas são protegidos contra spoofing, recurso muito utilizado no Brasil em golpes do WhatsApp, em que criminosos fingem ser conhecidos para ter acesso a informações privadas. Ou seja, será mais difícil enganar o usuário, já que as notificações serão sempre enviadas pelo Google.

O alerta surge em vermelho e pisca várias vezes no ícone de perfil, algo bastante chamativo para os usuários. Ao tocar sobre o ícone, a notificação é aberta com o aviso “Alerta crítico de segurança”, além do botão de “Checar atividade” para conferir o local e dispositivo em que aconteceu a tentativa de login suspeita. Assim, será possível contornar a situação e resolver o problema mais imediatamente.

A criação da nova tecnologia surgiu da percepção da empresa para o aumento do número de usuários que reagem às potenciais invasões. Desde 2015, quando o Google começou a usar os alertas nos celulares Android, o número de pessoas que resolvem os problemas ficou 20 vezes maior, comparado aos alertas enviados por e-mail. Com o lançamento da nova notificação mais chamatida, a expectativa é que os números aumentem ainda mais.

O Google conta com uma política de privacidade e tecnologias para proteger as contas. Por exemplo, a Navegação Segura já protege mais de 4 bilhões de aparelhos e, no Gmail, são bloqueadas mais de 100 milhões de tentativas de phishing todos os dias. Ainda este ano, a empresa divulgou também que as novas contas irão contar com serviço de apagamento automático de dados a cada 18 meses e o usuário pode, ainda, modificar como preferir e diminuir este tempo para 3 meses, por exemplo.

Techtudo, via Google, Slashgear e Engadget

Busca por “divórcio online” no Google dispara

Foto: Maria Voronovich/Getty Images/iStockphoto

Se no meio de uma briga com seu parceiro ou parceira, em plena “crise no casamento pandêmico”, você digitou no Google “como pedir divórcio” e pensou na possibilidade de separação nem que seja por um segundo, entenda: você não está sozinho. Nos últimos seis meses, de acordo com levantamento da empresa, a procura pelos termos “como entrar com um pedido de divórcio” cresceu 3.750% nos últimos 6 meses; de “divórcio online”, 1.150%, no mesmo período.

Não é possível saber quantos desses casais realmente pegaram suas coisas e foram embora, mas, de alguma forma, a busca por novos ares na vida conjugal também já se traduziu no número de divórcios registrados nos cartórios de notas do país. Entre maio e junho deste ano, a quantidade de divórcios consensuais, ou seja, que não vão para a esfera judicial, aumentou 18,7%, segundo informações da Agência Brasil.

Ainda é cedo para dizer se o crescimento está relacionado a uma demanda reprimida, de quando os cartórios estavam fechados por conta do isolamento social, ou mesmo à liberação de uma plataforma virtual pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em maio, para que os cônjuges possam fazer o divórcio virtual.

Conversamos com a advogada Bárbara Torroni C. Giovannini sobre o tema. Afinal, quais são os caminhos para seguir com a separação durante a pandemia?

Como pedir divórcio na quarentena: virtual e presencialmente

Desde março, quando a orientação das autoridades médicas passou a ser que as pessoas fiquem em casa para diminuir a curva de contágio da Covid-19, os aspectos da convivência entre os casais começaram a pesar: mulheres sobrecarregadas pela falta de divisão de tarefas domésticas, falta de diálogo e a mudança drástica na rotina familiar fizeram com que o divórcio rondasse os lares (ou pelo menos, a busca no Google) dos brasileiros.

Em maio, o CNJ estabeleceu normas para que parte dos atos notariais pudesse ser feita virtualmente — entre eles, a assinatura da papelada do divórcio. Ou seja, dá, sim, para pedir separação sem sair de casa. Mas, para isso, é preciso consenso entre os cônjuges e eles não podem ter filhos menores. Assim como acontece nos pedidos de divórcio extrajudiciais feitos presencialmente. Se houver filhos envolvidos, ou não houver acordo, aí o processo é litigioso e não pode ser feito pela plataforma virtual.

O divórcio virtual pode ser solicitado pelo site do Colégio Notarial do Brasil (CNB). No entanto, o órgão pede para que o usuário tenha acesso a um certificado digital para dar entrada no pedido. E, nesta etapa é preciso se dirigir a um dos cartórios credenciados. Com essa liberação, o processo segue: as reuniões com advogados podem ser feitas por videoconferências, que são gravadas e arquivadas, integrando o ato notarial.

Mesmo que a separação seja amigável, a escritura do divórcio só pode ser feita com o acompanhamento de um advogado que pode ser o mesmo para o casal.

“Nessa modalidade de dissolução da sociedade conjugal, é preciso que as partes estejam de acordo com partilha de bens e em consenso. Aí, mesmo sendo um caso extrajudicial, é preciso a presença do advogado para elaborar uma minuta e registrar no cartório”, explica a advogada Bárbara Torroni C. Giovannini, que atua há mais de dez anos no tema.

“Costumo dizer que em menos de seis meses saí o divórcio consensual. Só fica dependendo da burocracia de cada cartório”. Os custos do cartório podem ser de, em média, R$ 600. Além disso, é necessário arcar com os honorários do advogado. Pela tabela da OAB-SP, o profissional pode cobrar R$ 3.110,55 pelos serviços prestados.

Já o divórcio litigioso, ou seja, quando os parceiros não chegaram a um consenso, em casos de violência doméstica, quando há pendências como guarda, visitas e pensão relativas a filhos menores ou incapazes, pode se arrastar por mais tempo. “Depende muito do casal. Há disputas que entram no campo sentimental, o filho vira objeto de barganha, de agressão. Geralmente, o que acontece depois que um acordo é protocolado, é uma audiência de conciliação entre as partes. Afinal, o juiz de família busca sempre o acordo para evitar a judicialização dessas questões”, explica a advogada.

Se nada for resolvido, o processo caminha até o juiz proferir uma sentença. “Todo dia me perguntam quanto tempo vai durar o processo, e eu digo que isso depende bastante do casal. Coloco a perspectiva de pelo menos um ano, mas eu tenho casos de separação que estão acontecendo há cinco anos”. Pela OAB-SP, os honorários cobrados por divórcio judicial litigioso têm valor mínimo de R$ 8.709,53.

A hora de decidir

Giovannini, que atende em Belo Horizonte (MG), têm mais clientes mulheres — uma tendência, inclusive, apontada por outras profissionais de Direito durante a pandemia. Segundo ela, a maior preocupação no momento de decidir pelo divórcio tem a ver com a dependência financeira que elas mantêm em relação ao parceiro.

“Estamos em uma situação de crise econômica e crise emocional. Isso chega a elas como medo de como cuidarão dos filhos, onde vão morar e como vão pagar uma advogada para o divórcio”, avalia. “Mas, para aquelas que estão pensando em se separar, como mulher, eu dou um primeiro conselho: buscar orientação de um advogado ou advogada para resolver o mais rápido possível, principalmente porque isso é o melhor para as crianças”.

Caso não seja possível pagar um advogado para o processo, a orientação é procurar a unidade da Defensoria Pública de sua cidade. A de São Paulo, por exemplo, orienta que os interessados já levem os documentos necessários para o pedido. “Só não dá para fazer o divórcio ‘de boca’. É preciso ter um documento”, diz a advogada.

Universa – UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ilan disse:

    Quer se divorciar? tenha calma, converse com o companheiro/companheira sobre a relação, veja as formas de superar os problemas apresentados no convívio diário. Divórcio não é fácil, sobretudo se vc tem mais de 50 anos, pois rapidinho vc estará com 60 anos, cheio de manias, talvez solitário e desesperado para arrumar uma boa companhia que se enquadre no seu perfil. Se for novinha já viu, vai levar chifre na certa, meia idade já chega com um kit menino, e da tua idade só no Gilson Bufet ou na festa dos coroas no Sesc kkkk

    • Glauce disse:

      Que panorama macabro…
      Não é bem assim…
      E o Amor fica aonde em toda essa racionalização???

  2. Pixuleco disse:

    E tome gaia

Cuckold, o fetiche em que o homem tem prazer em ouvir, ver ou liberar a parceira para sexo com outros, é um dos termos mais pesquisados no Google atualmente no país

Foto: Pexels/Reprodução

Há alguns meses um termo novo relacionado a fetiche começou a aparecer com certa frequência nas redes sociais e nas buscas on-line: cuckold. Trata-se da prática em que o homem gosta que sua parceira tenha relações com outras pessoas.

No Brasil, a frequência de busca do termo no Google teve um aumento de cerca de 800% nos últimos 15 anos. A quantidade de pornografia relacionada ao tema também é grande. Só no XVideos, pesquisar por “Cuckold Brasil” aponta mais de 42 mil vídeos sobre a prática.

O que é Cuckold?

Para explicar o que é esse fetiche, o Delas conversou com o psicólogo especialista em sexualidade do Sexo sem Dúvida, Marcos Santos. O termo cuckold é derivado da língua inglesa. Ele explica que se trata de um fetiche de alguns homens em ter a parceira transando com outros homens.

Independente da pessoa ter uma uma relação aberta ou um casamento monogâmico, se o parceiro sente prazer em ouvir, ver ou mesmo ter conhecimento de que sua parceira tem relações deixais com outras pessoas, ele se enquadra nessa fetiche. Não há infidelidade, pois há total consentimento entre as partes.

“No Brasil a figura do ‘corno’ ainda hoje é algo pejorativo e motivo de vergonha para os homens. Ser trocado, sentir-se traído, ser comparado a outros homens, sempre foram temores masculinos. Com o avanço das informações sobre sexo, relacionamentos e o acesso facilitado pela Internet, este fetiche saiu dos bastidores para ganhar fama justamente por despertar antigos medos, mas também possíveis desejos”, acrescenta.

Como o fetiche funciona?

O especialista explica que esse fetiche se enquadra na vertente que envolve masoquismo e voyerismo (quando a pessoa sente prazer sexual em ver ou ser visto por outras pessoas). Existem várias formas e cada casal encontra a que achar melhor para o bem-estar dos dois. Por se tratar do universo das fantasias sexuais, o cuckold pode levar às mais diferentes práticas. Por exemplo:

– A parceira encontra um outro homem e depois conta os detalhes para o parceiro.

– Ela volta para casa com outro homem, enquanto o parceiro fica no ambiente ao lado escutando toda interação.

– A mulher encontra outro homem e grava o encontro. Depois exibe o vídeo para o parceiro.

– O casal também pode usar o voyeurismo, no qual o parceiro apenas observa a relação sexual entre sua mulher e o amante.

Também vale participação ativa do parceiro no sexo, com envolvimento no ato sexual e alternando com a observação.

E quando são as mulheres que gostam de ser traídas?

De fato, o cuckold não é só para homens. As mulheres também têm vez no fetiche. As cuckquean, como são chamadas a mulheres praticantes, gostam de ver os parceiros fazendo sexo com outras mulheres.

Assim como na versão masculina, as mulheres também podem ter prazer em ouvir, assistir e até mesmo participar da relação sexual com o marido e a amante. Há inclusive aquelas que gostam de escolher as mulheres com quem seus parceiros devem sair (seja no swing, entre amizades ou mesmo uma profissional contratada).

É sempre bom lembrar que não existe traição dentro do fetiche cuckold. Toda a prática é acordada por ambas as partes. Se alguém trai fora do combinado, não há fetiche envolvido, e sim falta de consideração.

“Se para o homem pensar em sua parceira com outro cara gera ameaça e sofrimento, então o cuckold não se aplica. Para este tipo de prática é muito importante ter uma relação de muito diálogo, maturidade e sinceridade. Se estão a fim de experimentar, regras também se aplicam a este tipo de fetiche. Qualquer coisa que envolva sexo necessita do consentimento das duas partes.”, encerra.

Existem brinquedos sexuais para quem quiser fazer isso?

Alguns casais utilizam cintas de castidade, modelos onde o pênis é colocado em sextoys que impedem a masturbação. Nessa situação, o homem pode ver sua parceira transando, mas não é permitido se masturbar enquanto assiste. Pode também ser algemado e vendado para apenas ouvir o sexo rolando.

Existem também casas de swing cuja temática da noite é justamente cuckold. Além disso, existem redes sociais como a Mundo Erótico, Fetlife e Sexlog que possuem grande audiência vinda justamente dos cucks (apelido dado aos apreciadores-adeptos da prática).

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Macho todo disse:

    Os adeptos de Bolsonaro odeiam falar de sexo. Sobretudo de homem com mulher. Vá entender….

  2. natal sofrida disse:

    PRIMEIRO FOI A VIADAGEM, AGORA É A CORNAGEM. QUEREM TRANSFORMAR O PAÍS E O MUNDO NUM CABARÉ! PQP!!!!!!! O NOME DISSO É CHIFRE MEU FILHO!!!!!!

  3. Paulo disse:

    Isso é doença.
    Ficam dando nomes engraçados em vez de buscar tratamento.

  4. Toni disse:

    GENTE SO MUDOU O NOME CORNAGEM OU CORNO E MUITO FEIO E MELHOR CUCKOLD SOA MAIS LEVE MAIS AGRADAVEL E AINDA MAIS E O CORNO QUE QUER SER CORNO OUTROS TEMPOS GENTE OUTROS TEMPOS TAQUI PARIU!!!!!!!!!!!!!

  5. Manoel disse:

    corno na plateia

  6. Eu e uzotu disse:

    Há muito estão tentando dar normalidade e aceitação na marra de perversões sexuais.

    • Minion alienado disse:

      Provavelmente você deve ser um dos que desejam o fetiche e apenas expressa um discurso conservador.

  7. Onaireves Caba de Pêia disse:

    O caba que tem esse prazer, se projeta na mulher. Gostaria de estar no lugar dela.
    Cuck significa cuco. A ave é tipo um corno-xuxa na cultura anglófona.
    Aquele que fica tomando conta dos baixinhos, enquanto a fêmea se diverte.

  8. Onaireves Caba de Pêia disse:

    Parece a direita isentona, nutella, cheia de prudência & sofisticação, leite de soja, farialimer, isentoleft, que-não-gosta-da-polarização, mas que gosta de apanhar (fetiche?) de esquerdista para parecer progressoca e isentona. É o MBL, RenovaBR, turminha do Huck que adoram elogiar figuras como Molon ou Freixo.

  9. JSL disse:

    Como é o nome desse negócio aí?
    Cu o quê?

  10. Onaireves Caba de Pêia disse:

    Conta pontos como cornagem no prontuário?

  11. Observando. disse:

    Mudou de nome? Eu pensava q era cornagem.

  12. Ton Lopes disse:

    Menos em Natal, aqui não tem isso! Não, não tem! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Google oferece bolsas de estudo para estudantes de pós-graduação

Foto: Ronald Wittek / EFE – EPA – Arquivo

O Google encerra as inscrições para o Lara (Latin American Research Awards), na próxima quinta-feira (30). O programa voltado para estudantes de mestrado e doutorado de universidades da América Latina e também para seus professores e orientadores.

Neste ano, foi criada uma seção especial para projetos que buscam estudar e encontrar melhores soluções tecnológicas para o combate e a diminuição dos efeitos da covid-19.

O Lara deve distribuir R$ 2,5 milhões para projetos da América Latina. Os pesquisadores selecionados receberão bolsas individuais para desenvolver seus projetos em Ciência da Computação, Saúde, Engenharia e áreas afins no decorrer de um ano. As instruções podem ser encontradas no site.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Marcos Gomes disse:

    Bom dia, boa tarde ou boa noite para os cursos da área da saúde mestrado e doutorado tem algum link para cursos da área da saúde vocês poderia caminha pra mim por favor.

  2. Sônia Lima de Carvalho disse:

    Só para area biotecnologica? Como são e como vai ser o mundo e as relações com a pandemia? E as Ciências sociais como ficam?

UERN Natal oferece curso gratuito para professores das redes estadual e municipal sobre aplicativos Google para Educação e ensino remoto

Com a prorrogação da suspensão das aulas presenciais em todos os níveis, do fundamental ao superior, está sendo exigido dos professores conhecimentos para o ensino remoto. Pensando nisso, o diretor da UERN Natal, Prof. Dr. Chico Dantas, elaborou e vai ministrar o curso “Aplicativos Google para Educação”, gratuito, on line e aberto a docentes da Universidade do Estado e professores das redes de estadual do RN e municipal de Natal.

O objetivo é apresentar e/ou aperfeiçoar o uso de aplicativos Google no ensino remoto e no apoio às demais atividades inerentes ao dia-a-dia do professor.

Chico, que integra o Departamento de Computação da UERN Natal, inicialmente pensou em ofertar o conhecimento aos colegas docentes da instituição, mas como as vagas são ilimitadas, entendeu que poderia ampliar o público e prestar esse serviço à Educação do RN e de Natal.

“A metodologia foi pensada para desenvolver atividades em tempo real. As aulas serão transmitidas pelo Youtube, e estudantes de Ciência da Computação atuarão como monitores, tirando dúvidas no chat, enquanto exponho o conteúdo”, conta, explicando que o objetivo é deixar os participantes realmente aptos ao uso das ferramentas e acrescentando que deixará em aberto a possibilidade de outras turmas, caso prefeituras dos demais municípios do RN se interessem em solicitar o mesmo treinamento para os professores.

Gerenciamento de atividades, criação de documentos de forma colaborativa, compartilhamento de arquivos, desenvolvimento e gerência de salas de aulas virtuais estão no conteúdo do curso, que será ministrado em cinco módulos pelo canal YouTube/UERN Natal, semanalmente, sempre às segundas-feiras, das 14h às 17h, a partir de 04 de agosto.

Os conteúdos serão repassados de forma expositiva e prática, para a compreensão das funcionalidades dos aplicativos Google para educação: e-mail, chat, videoconferência, agenda, keep, tarefas, documentos, planilhas, apresentações, drive, classroom, vault e formulários.

O número de vagas é ilimitado, mas, para ter acesso às aulas, será necessário possuir uma conta de e-mail Google; comprovar ser professor da UERN ou das redes de ensino estadual do RN ou municipal de Natal, e se inscrever, através do link http://linktr.ee/chicodantas (o mesmo link pode ser encontrado na bio do perfil @uern.natal.oficial no Instagram).

Os certificados de participação serão emitidos em formato digital, pela Escola de Extensão da UERN (EdUCA).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Mari disse:

    Vai haver novas turmas? Quero participar? Tenho dificuldade nesta área.

  2. Cynthia Larissa Montenegro Cortez disse:

    Bom.dia sou professora do município e gostaria de participar das aulas sobre os recursos tecnológicos disponíveis para uma aula mais lúdica e agradável, como posso me inscrever?

  3. Lucicleia dos Santos Silva disse:

    Quando começa às inscrições? Ou se já começou como faço para me inscrever no curso? Quero muito ampliar meus conhecimentos.

  4. Maria da Conceição dos Santos Oliveira disse:

    Preciso fazer esse curso pra dar melhor minhas aulas

  5. Ezequiel disse:

    Oi. Obrigado

  6. Ezequiel disse:

    Quelecal

  7. Francisco Canindé Ferreira Campos disse:

    Quero participar desse curso, pois sinto dificuldade em ministrar aulas remotas

  8. Vera disse:

    Quero aprender más e por isso preciso de cursos .

  9. Vera disse:

    Quero aprender más e por isso preciso de cursos .para mi passa pra meus alumos

  10. Vera disse:

    Veroneide damtas de freitas

  11. Francilene Dias Dantas disse:

    Sou do município de Macaíba, gostaria muito de participar, poderei me inscrever

  12. Suely Gadelha disse:

    Qual a carga horária deste curso?

  13. Célia Maria da Silva disse:

    Gostaria de saber usar essa ferramenta para melhor desenvolver o conhecimento

  14. Francisca Martins da Silva Rodrigues disse:

    Eu quero me escrever, mas não consigo.

  15. Albertina de lima silva disse:

    Sou professora do Município de Ceará Mirim, vi que não posso fazer, pois está disponível só para o Município de Natal, que pena preciso tanto fazer um curso deste. Qdo vão abri para professores de outros municípios do RN?

  16. Adriano César disse:

    Preciso fazer esse curso para melhorar o meu desempenho
    Profissional ..

    .

  17. Maria Simone de Oliveira disse:

    Como me inscrever?

  18. Luzia Emiliano disse:

    Quero aprender manusear os aplicativos do Google!!

  19. Sandra Medeiros disse:

    Como faço para participar do curso?

  20. Gizelda Torres de Souza disse:

    Quero fazer esse curso,pois tem dificuldade em trabalhar com esse recurso. É preciso aprofundar meu conhecimento.

  21. João Carneiro de Souza disse:

    Preciso de informações sobre este assunto para meu aperfeiçoamento profissional.

  22. Lucineide Cosme Nogueira disse:

    Quero ampliar o meu conhecimento nesse assunto.

Google libera grátis app de reunião online com até 100 pessoas

Tela inicial do Google Meet — Foto: Reprodução/Google Meet

O Google Meet, programa de videoconferências do Google, está disponível de graça para todos os usuários até o dia 30 de setembro deste ano. A ferramenta, que normalmente só funciona para assinantes do GSuite, permite fazer reuniões com até 100 pessoas, com limite de tempo de 24 horas, além de oferecer recursos como compartilhamento de tela e cancelamento de ruído. Devido à pandemia do novo coronavírus, as videoconferências se tornaram uma alternativa para reuniões corporativas durante o home office, e até mesmo uma solução para encontros entre amigos ou aulas à distância.

De acordo com comunicado da empresa, divulgado nesta quarta-feira (29), o Google Meet será liberado aos poucos, a partir do dia 4 de maio, para qualquer usuário com um endereço de e-mail válido. O programa está disponível para computadores com Windows e macOS, pelo site meet.google.com, e também funciona no celular, com aplicativos para Android e iPhone (iOS).

Além de ferramentas tradicionais em aplicativos de videochamadas, como o compartilhamento de tela e o layout em mosaico, o Google Meet também oferece um modo de pouca luz, que utiliza inteligência artificial para ajustar automaticamente a iluminação conferência. Outro recurso interessante é a possibilidade de adicionar legendas em tempo real, embora a função esteja disponível apenas em inglês.

O Google também promete os maiores níveis de segurança e privacidade para usuários do Meet. Para isso, os dados das reuniões são criptografados. Cada ID possui cerca de dez caracteres, o que faz com que pessoas não autorizadas encontrem dificuldade ao tentar adivinhar o código. Além disso, o sistema também usa recursos avançados de segurança como o Datagram Transport Layer Security (DTLS) e Secure Real-time Transport Protocol (SRTP), que impedem a espionagem de terceiros no aplicativo.

Outro recurso interessante é que o Google Meet não permite que acesso a reuniões sem fazer login. Como a plataforma tem foco empresarial, essas funções são úteis para proteger informações importantes ou sigilosas.

Durante a quarentena do coronavírus, aplicativos de videoconferência se tornaram muito usados, especialmente em ambientes corporativos. Inclusive, uma pesquisa do próprio Google, feita com mais de duas mil pessoas no Brasil, 80% dos entrevistados afirmaram que o principal uso das chamadas de vídeo é para estudar e/ou trabalhar. Somente nas últimas semanas, o Google Meet ganhou mais de 2 milhões de novos usuários e vem sendo utilizado para milhares de reuniões diárias.

Mais uma vez, vale lembrar que o Meet é uma solução premium, disponível apenas para empresas que assinam o pacote de serviços GSuite, e que o uso gratuito vai até 30 de setembro. Nesse período, todas as pessoas poderão aproveitar as ferramentas avançadas do Meet. Para os usuários do Gmail, o Google tradicionalmente oferece o Hangouts, que permite fazer chamadas de vídeo com até 25 pessoas.

G1 – via Techtudo

 

Relatório do Google mostra movimentação maior dos brasileiros nos últimos dias


Foto: Ricardo Moraes/Reuters

O Relatório de Mobilidade Comunitária criado pelo Google mostra que nos últimos dias os brasileiros têm se movimentado mais, apesar da quarentena para frear o avanço do novo coronavírus no País. O índice divulgado no novo relatório é de 59% a menos do que o normal de movimentação de pessoas para setores de comércio. No relatório anterior, o índice era de 71% a menos. Em relação a mercados e farmácias, a queda atual é pouca: 5%.

Em uma primeira versão do relatório, referente ao dia 29 de março, é possível verificar que a movimentação do brasileiro em lojas e locais de recreação caiu 71%, na comparação com a média dos mesmos locais nos domingos das semanas entre 3 de janeiro e 6 de fevereiro. Agora, na índice referente até o dia 11 de abril, a queda é de 59%.

O Relatório de Mobilidade Comunitária foi construído com dados de localização de usuários obtidos em 131 países diferentes. O recurso poderá ajudar autoridades a saber se políticas de distanciamento social estão sendo seguidas, mostrando movimentação das pessoas em diferentes tipos de locais, como parques, lojas, locais de trabalho e residências. Na América Latina, por exemplo, a queda de 59% é a menor entre os países. O segundo colocado no ranking é o México, com 66% a menos do que o normal.

De acordo com o Google, “os relatórios usam dados agregados e anônimos para detectar tendências de movimentação ao longo do tempo – por região e em diferentes categorias de lugares, como pontos de lazer, supermercados e farmácias, parques, terminais de transporte, locais de trabalho e áreas residenciais.

Vamos exibir tendências ao longo de várias semanas, sendo que as informações mais recentes representarão o período de 48 a 72 horas anteriores à publicação. Embora o Google mostre aumento ou redução nas visitas em termos percentuais, não compartilhamos o número absoluto de visitas aos locais.

Nenhuma informação que possa ser atrelada a indivíduos – como a localização de uma pessoa, seus contatos ou movimentos – será disponibilizada em nenhum momento, para proteger a privacidade dos usuários”.

Todos os dados cedidos publicados nos relatórios foram agregados e tornados anônimos pelo Google, explicou a empresa. Além disso, as informações passaram por um processo que a gigante de buscas chama de privacidade diferencial, com a inserção de um “ruído” aleatório, que não permite a individualização dos usuários. A tecnologia, criada pela companhia, está em código aberto – o que permite que qualquer pessoa possa verificar como funciona, aumentando a transparência por trás da ferramenta.

Além disso, todas as informações são coletadas a partir de usuários que deixam seu histórico de localização ligado – um recurso, que, por padrão, fica desligado para todos os usuários do Google. A tecnologia utilizada nesse monitoramento é a mesma que indica, por exemplo, se uma rua está congestionada ou um horário de pico num restaurante no Google Maps.

Estadão Conteúdo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LEO disse:

    Parabéns Presidente,pela demissão de Mutreta !!!!!!

  2. Riva disse:

    Na nação mais rica do mundo, 4.491 mortos pelo virus em 24 horas.

    A nação mais rica do mundo. A hora do vamo ver tá chegando.

    • M.D.R. ⁷ disse:

      Eis as provas sobre isolamento, AFRICA DO SUL, BRASIL mas, TRUMP ñ queria e hoje aceitando isto significa suicídio COLETIVO. Quem está de parabéns, MANDETTA, caso contrário estaria igual ou pior do que o EQUADOR.

QUARENTENA NO MAR: Co-fundador do Google e outros milionários se isolam em iates de luxo para fugir do coronavírus, diz site

Enquanto alguns milionários se isolam em suas mansões em meio à pandemia de COVID-19, outros se escondem no mar. De acordo com o portal Page Six, milionários do mundo da moda, da tecnologia e de Hollywood têm se refugiado em seus iates de luxo para evitar a contaminação pelo coronavírus. O empresário Tommy Hilfiger, por exemplo, comprou o super iate Flag, que está estacionado em Canouan, St. Vincent.

Já Roman Abramovich, bilionário russo e dono do clube inglês de futebol Chelsea, tem passado a quarentena no Eclipse, um iate de cinco estrelas nas águas de St Barts. Os administradores do espólio de Paul Allen, co-fundador da Microsoft falecido em 2018, possuem uma embarcação de 126 m², ancorada no Golfo do México. Já o “pequeno” Dragon Fly do co-fundador do Google, Sergey Brin, está flutuando no Caribe.

Globo, via Monet

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Araujo disse:

    Esses ricaços imaginam ser donos de alguma coisa nesse mundo? Se fossem não corriam para o mar! É uma mostra que não conhecem a si mesmo!

  2. […] Já Roman Abramovich, bilionário russo e dono do clube inglês de futebol Chelsea, tem passado a quarentena no Eclipse, um iate de cinco estrelas nas águas de St Barts. Os administradores do espólio de Paul Allen, co-fundador da Microsoft falecido em 2018, possuem uma embarcação de 126 m², ancorada no Golfo do México. Já o “pequeno” Dragon Fly do co-fundador do Google, Sergey Brin, está flutuando no Caribe”, Bruno no Super Sale. […]

  3. Fernanda disse:

    Se a solidariedade deles não é estimulada e nem desperta de maneira espontânea, cabe aos governos dos países decretarem o confisco de uma boa porcentagem de suas riquezas para salvar milhões de vidas humanas da doença e da fome.
    Aprender com essa crise a sermos humanos que habitamos no mesmo planeta e que portanto somos todos irmãos é o nosso desafio, pois esquecemos disso há muito tempo.

  4. Narcisio disse:

    Um dia eles voltam ….

  5. pescador disse:

    Acho que vou pegar minha canoa e ficar lá na redinha!

  6. Bill disse:

    É sempre assim os ratos são os primeiros a abandonar o barco

Justiça obriga Google a censurar e ‘apagar’ escândalo da JBS/Friboi

Foto: Mateus Bonomo

Maior portal de buscas do mundo, o Google vem sendo obrigado pela Justiça brasileira a censurar acesso a notícias sobre o escândalo de corrupção envolvendo Joesley Batista (foto) & cia, controladores do grupo J&F/JBS.

Tudo à revelia da Constituição, que veda qualquer forma de censura, e também do interesse público. Os veículos ficam sabendo do da censura quando o Google comunica a decisão autoritária da Justiça.

Impedidos de processar os veículos e os jornalistas, que afinal apenas informaram fatos, censura-se o acesso às notícias por meio do Google.

Correm em conveniente “segredo de Justiça” as ações determinando ao Google que censure notícias sobre o esquema de corrupção.

Dada a “interpretar” em vez de cumprir a lei, parte da Justiça faz de conta que não conhece o artigo 220 da Constituição proibindo censura.

A Constituição proíbe “qualquer restrição” à informação e veda “toda e qualquer censura”. Exceto para corruptos ricos e influentes, pelo visto.

Coluna Cláudio Humberto – Diário do Poder

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Az disse:

    Esse STF tá demais, virou a casa da impunidade.

O que é libido? Especialistas detalham uma das perguntas mais procuradas de 2019 no Google

Foto: iStock

O Google divulgou nessa quarta (11) as palavras mais buscadas de 2019 no site. Entre as perguntas, se destaca “o que é libido?”. A palavra quer dizer desejo sexual ou vontade de fazer sexo.

Há muitos motivos para essa palavra estar em alta nas buscas. A falta de vontade de transar é mais comum do que se imagina, mesmo para quem está no auge da sexualidade.

O setor especializado em sexologia da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) revela que a diminuição da libido está em primeiro lugar entre as queixas femininas, seguida pela falta de orgasmo e dor na hora do sexo. São vários os motivos que fazem com que a libido desapareça. O relacionamento está interessante? Há algo atrapalhando o sexo, como traições ou hábitos que tornem a transa mecânica? Como anda a autoestima sexual? A mulher tem hábitos de erotização?

Depois de analisar essas perguntas, é importante verificar se existe algum sinal de depressão. O uso de antidepressivos ou anticoncepcionais e a ocorrência de menopausa mudam um pouco a intensidade do desejo.

Os especialistas garantem que o desejo feminino é, na maioria das vezes, ativado por um estímulo sexual. Ele costuma ser mais ativo no início da relação, quando há paixão e sedução. No relacionamento estável, a pessoa para de pensar em sexo, porque tem a falsa impressão de que a relação é segura. Outros impeditivos: trabalho, filhos, vida doméstica e pessoal.

E se eu nunca tive tesão na vida?

Essa é a falta de libido primária. Nesses casos, os motivos podem ser uma educação muito rígida e repressora, excesso de timidez, medo de se mostrar para o outro e até um trauma, como um abuso sexual. Já a causa secundária é quando estava tudo bem e o desejo foi se perdendo progressivamente. O termômetro para saber se algo está errado é ver se causa sofrimento para a mulher ou no casal.

Aí, é importante procurar um ginecologista e eliminar qualquer suspeita de origem fisiológica, como desequilíbrio hormonal ou doenças crônicas. Analisar os medicamentos e o anticoncepcional usados também faz parte.

A partir daí, a chave é procurar um médico especializado em sexualidade, um psicólogo ou um terapeuta sexual. É ele que vai orientar sobre os hábitos de erotização do casal, como driblar o cansaço e criar momentos de intimidade — um jantarzinho, um vinho ou até uma série erótica.

Serviço: O projeto Afrodite, da Unifesp, presta atendimento gratuito. Na rua Embaú, 66, Vila Clementino, SP. De segunda a sexta, das 7h às 15h30.

Universa – UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flaviano disse:

    Libido grande é derrotar Bolsonaro em 2022, se ele chegar lá… ahahahah

    • Priziaka disse:

      Sonha Marcelino, sonha! Vcs vão é tomar outra lapada em 2022! Kkkkkkk

    • paulo disse:

      Será que encanadora de vento tem libido, ou sapo 09 dedos tem também?, O certo é que felizmente estamos livres destas duas pragas.

    • ERI disse:

      Isso é uma doença, ver lulopetismo ou aliançobolsonarismo em tudo!

    • Omar disse:

      Libido como diria Bolsonaro é comer gente.

  2. Cigano Lulu disse:

    Libido é quando dou uma lapada em minha nhã égua Adelaide.

‘Como fazer que as pessoas gostem de mim’ entre maiores dúvidas dos brasileiros em buscas no Google em 2019; veja outros

Foto: Reprodução

Quando você não sabe fazer alguma coisa ou quer saber o porquê de algo, faz o quê? Geralmente, joga no Google (e às vezes até no YouTube). Nesta quarta-feira (11), o buscador divulgou quais foram as maiores dúvidas dos usuários no Brasil.

As principais questões dos brasileiros giraram em torno de três assuntos principais: tecnologia, receitas e educação, mas um deles chamou a atenção justamente porque fugiu dos temas: “Como fazer que as pessoas gostem de mim”. Veja a lista completa da temática “Como fazer”:

Como fazer a inscrição para o Enem 2019

Como fazer ovo de páscoa caseiro

Como fazer que as pessoas gostem de mim

Como fazer ovo de colher

Como fazer figurinhas no WhatsApp

Como fazer uma redação do Enem

Como fazer meu quiz no Instagram

Como fazer geladinho gourmet

Como fazer convite virtual grátis para WhatsApp

Como fazer chocolate quente

Outra lista que mostra os principais questionamentos deste ano é a lista “Por quê?”, também divulgada pelo buscador. Confira:

Por que o WhatsApp parou de funcionar hoje?

Por que são 21 tiros de canhão?

Por que o Japão está na Copa América?

Por que Carlinhos Brown saiu do The Voice?

Por que não comer carne na Sexta-Feira Santa?

Por que Lula foi solto?

Por que ou porque?

Por que Fábio Assunção virou meme?

Por que o Instagram vai tirar as curtidas?

Por que Lula foi preso?

O G1 já explicou como fazer e também tirou algumas dessas dúvidas no decorrer do ano. Ainda hoje, a lista completa com os termos mais buscados será divulgada pelo Google.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chico disse:

    Só mostra o quanto são fúteis as dúvidas dos brasileiros… Ô povinho vazio.

Google anuncia superação da ‘supremacia quântica’

O chip Sycamore desenvolvido pelo Google, com 54 qubits Foto: DIVULGAÇÃO

Após anos de investimentos e pesquisas, o mundo está prestes a entrar na era da computação quântica . Em artigo publicado nesta quarta-feira na revista “Nature” , o Google anunciou ter alcançado a “ supremacia quântica ”, o ponto onde essas máquinas do futuro realizam cálculos considerados inviáveis com a computação clássica. Segundo a companhia, o processador batizado como Sycamore , com 54 qubits, foi capaz de realizar uma tarefa em 200 segundos, que para o mais poderoso supercomputador levaria 10 mil anos.

“Hoje, a revista científica ‘Nature’ publicou os resultados dos esforços do Google para construir um computador quântico que pode realizar uma tarefa que nenhum computador clássico pode”, explicou Hartmut Neven, diretor de engenharia do Google AI Quantum Team, em texto publicado no blog da companhia. “Este feito é resultado de anos de pesquisas e dedicação de muitas pessoas. É também o começo de uma nova jornada: descobrir como colocar esta tecnologia para trabalhar”.

A mecânica quântica é um ramo da física que opera na escala atômica e subatômica. Está presente fundamentalmente na natureza, mas invisível aos nossos olhos. E o uso de suas propriedades na computação tem potencial para revolucionar o mundo. Basicamente, a explicação está nas menores unidades de informação. A computação tradicional opera com bits, que podem assumir os valores de “0” ou “1”. Na computação quântica existem os qubit — ou bits quânticos —, que podem assumir os valores de “0”, “1”, ou uma superposição entre eles.

“Então, se você tem dois bits quânticos, existem quatro estados possíveis que podem ser colocados em superposição, e isso cresce exponencialmente. Com 333 qubits existem 2³³³ estados computacionais que podem ser postos em superposição, o que permite aos computadores quânticos explorar simultaneamente um rico espaço de muitas soluções possíveis para um problema”, explicou o diretor executivo do Google, Sundar Pichai.

No experimento, os pesquisadores realizaram uma tarefa aparentemente simples, de provar que um gerador de números aleatório é realmente aleatório. A tarefa, com nenhuma aplicação prática, serviu apenas para comparar a velocidade de processamento do processador quântico com a computação tradicional, e demonstrar a supremacia quântica.

— Este é um feito maravilhoso. A engenharia é fenomenal — opinou Peter Knight, da Imperial College London, ao site New Scientist. — Isso mostra que a computação quântica é realmente difícil, mas não impossível.

IBM contesta dados

Mas enquanto o Google comemora, a IBM, outra gigante na corrida pela computação quântica, contesta os números apresentados. Em texto publicado no blog da companhia, os engenheiros Edwin Pednault, John Gunnels e Jay Gambetta argumentam que “uma simulação ideal da mesma tarefa pode ser realizado num sistema clássico em 2,5 dias e com maior fidelidade”. Dessa forma, dizem os pesquisadores, a supremacia quântica não foi alcançada pelo rival.

“Como o significado original do termo ‘supremacia quântica’, como proposto por John Preskill em 2012, era descrever o ponto em que os computadores quânticos podem fazer coisas que os computadores clássicos não conseguem, esse limite não foi atingido”, afirma o trio de pesquisadores da IBM.

Eles apontam que a simulação realizada pelo Google não considerou o espaço de armazenamento dos computadores clássicos na realização dos cálculos, apenas a memória RAM. Mas mesmo que a posição da IBM seja aceitável, o experimento do Google demonstra o poder revolucionário da computação quântica.

— A IBM está clamando que, mesmo rodando o maior computador do mundo, por dois dias e meio, com petabytes de memória, eles podem simular o que um chip quântico fez em 200 segundos — comparou Ciarán Gilligan-Lee, da College London. — Quando se coloca isso em contexto, é um feito muito impressionante.

Quais são as aplicações da tecnologia?

A disputa entre duas gigantes da tecnologia ilustra a importância da computação quântica para o futuro. A IBM criou o supercomputador mais poderoso do mundo em operação, o Summit, instalado no Departamento de Energia dos EUA, mas a empresa também investe no desenvolvimento de computadores quânticos. Ela possui um protótipo com 53 qubits, concorrente do Sycamore.

Mesmo que se tornem realidade, os computadores quânticos não irão fazer parte do dia a dia das pessoas. Ninguém vai num shopping comprar um computador quântico, mas eles serão capazes de destravar cálculos hoje inviáveis no campo científico. O Google, por exemplo, afirma que já está desenvolvendo aplicações para simulações em física quântica e em química quântica, além de aplicações em machine learning e inteligência artificial.

“Nós imaginamos a computação quântica ajudando no desenvolvimento de novos materiais, como baterias mais leves para carros e aviões, catalisadores que podem produzir fertilizantes de forma mais eficiente e medicamentos mais eficazes”, afirmou o Google, em comunicado. “Alcançar as capacidades computacionais necessárias ainda vai demandar anos de engenharia e pesquisas. Mas agora vemos um caminho claro e estamos ansiosos para seguir em frente”.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rodrigo Duarte disse:

    Um feito impressionante, mas agora entra alguns de nossos medos. Como irão misturar computação quântica com IA e machine learning, fica muito próximo de surgir uma Skynet na vida real.

Google oferece 2 mil bolsas para curso online de Suporte em TI

Foto: (Aly Song/Reuters)

Para ajudar os profissionais brasileiros a adquirirem as habilidades digitais em alta no mercado de trabalho, o Google oferece junto com o Coursera um Certificado Profissional para Suporte de TI.

O curso é online e foi traduzido para o português. Com doação de R$ 4,5 milhões do Google.org, serão disponibilizadas 2 mil bolsas de estudos para o programa que prepara os alunos para iniciar uma carreira na área de TI no nível inicial após seis meses.

Além de conteúdos atualizados por demandas do mercado, o curso tem laboratórios práticos desenvolvidos por funcionários do Google.

Nenhum treinamento ou experiência anterior é necessário para se inscrever. O acesso gratuito ao programa dará prioridade a grupos carentes em todo o Brasil, procurando jovens, mulheres, pessoas desempregadas, de baixa renda e negros.

As inscrições para as bolsas abriram nesta segunda-feira, dia 21, e podem ser realizadas até o final de novembro pelo site.

Será avaliado como critério de seleção as condições sociais dos participantes, além do interesse na área e disponibilidade para realizar o curso.

Para aqueles que não conseguirem bolsas, o curso também estará disponível pelo valor de 19 dólares, um esforço do Google e da Coursera para tornar o conteúdo mais acessível. O programa foi lançado inicialmente por 39 dólares.

Ao concluir o curso, os alunos podem compartilhar suas informações com grandes empregadores, como Coca-Cola, Cognizant, Localiza, Magalu, Telhanorte, Tumelero, Rappi e o próprio Google.

Exame

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chalaine disse:

    Oi boa noite, como faço a inscrição do curso?

  2. Rtg disse:

    Estou estudando ADS, posso fazer o curso?

  3. Ricardo Ribeiro da Conceição disse:

    Uma grande oportunidade para pessoas que estão desempregadas como eu , recém formadas na área de TI, e que não conseguiram estágio ou uma recolocação no mercado.

  4. Iza disse:

    Em qual site fazemos a inscrição?

    • Ricardo Ribeiro da Conceição disse:

      Ótima oportunidade para voltar ou entrar no mercado de trabalho.

Google diz ter alcançado a “supremacia quântica”. Entenda o que isso significa

Foto: (Justin Sullivan/Getty Images)

Pesquisas envolvendo a computação quântica ganharam corpo ao longo das últimas duas décadas. Universidades, startups e gigantes da tecnologia correm para sair na frente no que promete ser uma das maiores revoluções do século 21. Mas, até agora, mesmo com bilhões de dólares investidos, nenhum computador quântico foi capaz de superar uma máquina tradicional em desempenho. Parece que o do Google conseguiu.

Pesquisadores da empresa estão trabalhando em um artigo para divulgar oficialmente a conquista. Trata-se de um marco considerado muito importante por especialistas da área: a chamada supremacia quântica. O termo é usado para especificar o momento em que um computador quântico consegue resolver um problema que demoraria muitíssimo tempo a mais para ser solucionado pelos algoritmos convencionais, que rodam em computadores clássicos.

O paper que detalha a conquista deve sair dentro de um mês em uma revista científica que ainda não foi divulgada. Só que uma versão prévia do texto acabou sendo vazada adivinhem por quem? Pela Nasa. Sem querer, a agência, que tem especialistas participando do projeto, publicou o manuscrito em um de seus sites. Ficou no ar por pouquíssimo tempo, mas o jornal Financial Times foi ligeiro o bastante para interceptar o artigo e anunciar a descoberta.

O processador da empresa teria resolvido em 3 minutos e 20 segundos um cálculo que levaria 10 mil anos para ser executado – por nada menos que o mais avançado supercomputador da atualidade, o Summit. Essa máquina colossal da IBM realiza mais de um quintilhão de operações por segundo.

O problema da computação quântica é que, apesar de muito promissora, os protótipos até agora só conseguiram cumprir mais depressa as mesmas tarefas que os computadores clássicos já fazem. E isso não justifica a imensa complexidade e o custo para construir um sistema desses. Por isso a supremacia quântica é tão emblemática: ela representaria o ponto de virada para um novo paradigma, uma nova era da computação.

Nela, processadores quânticos vão resolver cálculos que nenhum supercomputador no mundo dá conta. E isso terá impactos inimagináveis em áreas como a criptografia, a inteligência artificial e basicamente todos os setores produtivos da sociedade. É que a essência de uma máquina assim é totalmente diferente da CPU que estamos acostumados. Ela não trabalha com bits, mas sim com qubits.

Bits são unidades binárias que ficam no processador e representam ou um ou zero; já um qubit pode representar um e zero ao mesmo tempo. Isso graças às exóticas propriedades quânticas das partículas usadas para transmitir a informação. Interligando uma cadeia de qubits, a habilidade de reunir e transmitir informação cresce de forma exponencial, o que permite processar insanas quantidades de dados instantaneamente.

O projeto do Google ganhou o codinome Sycamore e conta com 53 qubits. Inicialmente eram 72, mas ficava muito difícil controlar a máquina com essa configuração. Outras empresas como a IBM e a Microsoft também têm seus próprios dispositivos parecidos. A tarefa que o Sycamore resolveu é puramente técnica e sem qualquer impacto prático. Mas foi a prova de que os computadores quânticos têm futuro — o que já é grande coisa.

Super Interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Kleber Silva disse:

    Formidável!
    Investimento em ciência e tecnologia nunca será "gasto".
    Não me surpreendeu não ter comentários na matéria. KKKKKK…
    Se fosse alguma matéria sobre política, já teríamos vários "estudiosos" e "cientistas políticos" comentando aqui!

Com extensão para o Chrome, serviço do Google mostra se suas senhas foram hackeadas em algum momento

Getty Images

De tempos em tempos, hackers expõem um volume considerável de senhas na internet.

A gigante de tecnologia Yahoo, a rede de hotéis Marriott e a companhia aérea British Airways são algumas das empresas que sofreram recentemente falhas de segurança e grandes vazamentos de dados de usuários.

Como se essa ameaça não fosse suficiente, a escolha de senhas como “12345678”, “123123” ou “abc123”, três das mais usadas na internet, deixa sua conta mais vulnerável para qualquer pessoa que queria acessá-la sem permissão.

Mas existe uma forma de checar se alguma das senhas que você usa foi exposta em algum momento: basta instalar uma extensão no Chrome, navegador do Google, que também está disponível para Android.

“Password Checkup” (“Check-up de senha”) é o nome da extensão do Google capaz de dizer se sua senha foi descoberta e, portanto, se você está mais vulnerável ao roubo de dados ainda mais comprometedores.

É preciso ter a versão 67 ou superior do Chrome, mas, uma vez instalada, a extensão é muito fácil de usar.

Como instalar

Basta seguir o passo a passo abaixo para instalar a extensão:

– Abra o navegador Chrome no computador;

– Faça login na sua conta do Google;

– Acesse a Chrome Store e baixe a extensão “Check-up de senha”;

– Siga as etapas exibidas na tela.

Após a instalação, ao navegar na internet e tentar fazer login em algum site, o Google avisa imediatamente se o seu nome de usuário e senha aparecem em bancos de dados de credenciais que vazaram.

Na prática, o navegador compara os dados digitados com uma lista de senhas hackeadas e, se você tentar inserir uma que esteja nessa lista, o serviço emite um alerta.

O sistema só envia notificações se identificar que você está correndo perigo.

“Se você usar o mesmo nome de usuário e senha em outras contas, altere a senha dessas contas também”, aconselha o Google.

Dicas para uma senha forte

– Não use dados pessoais, tampouco seu nome de usuário;

– Utilize o mínimo de palavras possível;

– Insira símbolos, letras maiúsculas e números;

– Crie senhas diferentes para cada conta e troque de tempos em tempos.

Fonte: Jim Wheeler, especialista em segurança cibernética.

Uma dica de especialistas para proteger seus logins de e-mail e redes sociais é habilitar a autenticação em duas etapas. Esse processo adiciona uma camada de segurança ao login, exigindo, por exemplo, que você insira um código gerado especialmente para ter acesso ao sistema.

Facebook, Twitter e LinkedIn estão entre as redes sociais que oferecem esse serviço.

Por que é importante saber se suas senhas foram expostas por hackers?

Primeiramente, para garantir que ninguém acesse uma de suas contas com elas.

Uma vez que alguém entra na sua conta, é capaz de alterar suas configurações, redefinir sua senha e assumir o controle total do perfil – seja do Spotify, Netflix ou Amazon, por exemplo.

Também podem obter mais informações pessoais (endereço, telefone, data de nascimento).

Em segundo lugar, uma falha de segurança pode dar acesso a dados mais sensíveis, como conta bancária ou número de CPF.

Preguiça e comodidade costumam ser as razões pelas quais os usuários usam senhas fáceis ou não trocam nunca.

Há alguns anos, um estudo revelou que 30% dos trabalhadores americanos anotavam suas senhas em um pedaço de papel que deixavam perto do computador.

Outros 66% faziam isso em um arquivo dentro do próprio computador ou celular.

Duas péssimas ideias se quisermos proteger nossa privacidade.

A melhor tática, sugerem os especialistas, ainda é trocar nossas senhas regularmente.

BBC Brasil