Diversos

Vale assina acordo de R$ 37,68 bilhões para reparar tragédia de Brumadinho

Representantes do governo, da Vale, do TJ e do MPMG e MPF assinam acordo para reparar tragédia de Brumadinho. — Fotos: Danilo Girundi / TV Globo

O governo de Minas Gerais e a Vale assinaram, na manhã desta quinta-feira (4), o acordo bilionário para reparação dos danos provocados pela tragédia de Brumadinho, que aconteceu há dois anos. Após quatro meses de negociações e 200 horas de reuniões, o termo foi assinado com o valor de mais de R$ 37 bilhões (exatos R$ 37.689.767.329,00), como antecipado pelo G1.

As negociações envolveram representantes do governo de Minas, Ministério Público de Minas Gerais, Ministério Público Federal e Defensoria Pública, e o Tribunal de Justiça de Minas, além da mineradora Vale, responsável pela barragem que se rompeu na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, no dia 25 de janeiro de 2019, matando 270 pessoas.

No entanto, representantes dos atingidos e de familiares das vítimas reclamam desde o início que não foram ouvidos nem chamados para participar das negociações. Eles protestaram em frente ao Tribunal de Justiça durante a audiência.

De acordo com o Executivo estadual, este é o maior acordo já realizado na história do Brasil. Mas, inicialmente, o governo havia pedido cerca de R$ 55 bilhões.

“Este é o maior acordo, em valor, da história do Brasil e o segundo do mundo”, disse o secretário de governo Mateus Simões. Segundo ele, até então, o maior valor era de R$ 7 bilhões.

A audiência começou às 9h, no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), no bairro Serra, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O acordo foi assinado às 10h.

Perguntando sobre quando esses recursos acordados nesta quinta serão recebidos pelo governo, o governador Romeu Zema (Novo) disse que “esses recursos já estão sendo aplicados desde o dia 25 de janeiro de 2019”. Mas que, com a assinatura do termo de reparação, “a partir da próxima semana”, serão abertos editais para diversas obras.

Além disso, o auxílio emergencial, agora chamado de “programa de transferência de renda” já foi renovado, segundo ele. O auxílio deixaria de ser pago a partir de 28 de fevereiro deste ano.

Governo fala em ‘acordo inédito’

Durante os pronunciamentos após a homologação do acordo, o governador Romeu Zema (Novo) voltou a destacar que o acordo é “inédito” e um dos maiores do mundo, como diz documento divulgado pelo governo. Segundo ele, as obras vão gerar 360 mil empregos “nos próximos meses e anos”.

“Não podemos mudar o passado, que muitas vezes foi triste e trágico, mas podemos fazer um futuro melhor, e é exatamente isso que nós estamos concretizando neste momento. É um acordo inédito em muitos pontos. Nunca no Brasil se fez um acordo dessa magnitude. Iniciamos agora um novo desafio de darmos início a essas obras”.

Ele também disse que o governo vai “usar o que foi aprendido nesse caso para destravar o que está emperrado no caso de Mariana”. Segundo ele, todas as partes “tiveram que ceder” para que o acordo fosse concretizado.

“As buscas das 11 vítimas continuam. Tenho certeza que a perda dessas vidas não foram em vão”, disse Zema.

Zema também disse que esse acordo não é um ponto final nas reparações dos danos causados pela tragédia:

“Com relação à reparação socioeconômica para o estado, o valor está definido. Mas se amanhã for detectado um novo dano ambiental, a empresa terá que arcar com ele. Se amanhã nascer uma criança com um problema, que for efeito dessa tragédia, a empresa vai ter que arcar. Esse valor é um teto, poderá ir além, mas não a menos”.

O procurador-geral do Ministério Público de Minas, Jarbas Soares Júnior, também disse que “este é maior acordo judicial da história do país”.

“Muito importante: não interfere em possíveis ações individuais que os atingidos podem requerer junto ao poder Judiciário. Também não influencia no processo criminal em curso na Justiça estadual de Brumadinho. O acordo apresenta 40 anos dos atuais investimentos governo mineiro, 200 anos do orçamento da prefeitura de Brumadinho e quase 20 anos do orçamento do Ministério Público”, disse o procurador.

O representante da Vale a falar foi o vice-presidente executivo da mineradora, Luiz Eduardo Osório:

“Desde o primeiro dia, deixamos claro que estávamos determinados a reparar integralmente e compensar os danos causados pela tragédia de forma célere. Temos a convicção que o acordo firmado hoje é um passo importante nessa direção. Muito mais que um documento, será um catalisador para o desenvolvimento sustentável de Brumadinho e região e todas as pessoas que vivem no estado Minas Gerais”, disse ele.

Detalhes do acordo: onde dinheiro será aplicado

Segundo documento divulgado pelo governo, cerca de 30% dos R$ 37,68 bilhões vão beneficiar o município e a população de Brumadinho.

Veja os principais pontos elencados no acordo que foi homologado nesta quinta-feira (4):

Transferência de renda:

Valor destinado: R$ 9,17 bilhões. Será criado um Programa de Transferência de Renda para os moradores das regiões atingidas, sucedendo o auxílio emergencial, que seria encerrado no dia 28 de fevereiro.

“As regras do novo programa serão definidas com participação dos atingidos e auxílio do MPMG, do MPF e da DPMG. Até lá, os pagamentos mensais aos atingidos seguem com as regras atuais. Estão incluídos R$ 4,4 bilhões em recursos destinados ao programa e também R$ 1,77 bilhão, já aplicado no pagamento do auxílio emergencial. Além disso, R$ 3 bilhões serão destinados a projetos de reparação a serem escolhidos pela população atingida. MPMG, MPF e DPMG também auxiliarão nesse processo”, diz o documento.

Bacia do rio Paraopeba

Valor destinado: R$ 4,7 bilhões. O conjunto dos projetos de reparação socioeconômica e ambiental prevê a criação de cerca de 365 mil empregos diretos e indiretos. Parte dos projetos será apresentada diretamente pelas prefeituras. “Entre as ações estão a reforma e melhoria de todas escolas estaduais e municipais, a conclusão de obras das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) desses municípios, melhoria da Rede de Atenção Psicossocial e ações de promoção de emprego e renda”.

Reparação socioambiental

Valor destinado: R$ 6,55 bilhões. “O valor de R$ 1,55 bilhão será utilizado na compensação de danos ambientais já conhecidos. Um dos projetos desenvolvidos como compensação é a universalização do saneamento básico nos municípios atingidos. O acordo não prevê, no entanto, teto financeiro a ser gasto com a reparação do meio ambiente. Todas as ações que no futuro se mostrarem necessárias para a reparação socioambiental serão feitas e integralmente custeadas pela Vale, seguindo o princípio do poluidor pagador, previsto pela Constituição Federal. A estimativa inicial de investimentos é de R$ 5 bilhões”.

Segurança hídrica na Grande BH

Valor destinado: R$ 2,05 bilhões. Serão feitas obras nas Bacias do Paraopeba e do Rio das Velhas, “que garantirão a segurança hídrica da Região Metropolitana de Belo Horizonte, inclusive de municípios atingidos”. “As intervenções têm o objetivo de melhorar a capacidade de integração entre os sistemas Paraopeba e das Velhas, evitando o desabastecimento”, diz o documento do governo.

Construção de Rodoanel e melhorias do metrô

Valor destinado: R$ 4,95 bilhões. Estão previstos projetos de mobilidade na Região Metropolitana de Belo Horizonte “que proporcionam melhorias na mobilidade também nos municípios da Bacia do Rio Paraopeba”. Um deles é a construção do Rodoanel, com três alças passando pela região atingida, que terá recursos para parte dos investimentos iniciais. “Também foram reservados recursos para complementar aporte federal em melhorias no Metrô de Belo Horizonte e para a melhoria da infraestrutura rodoviária, beneficiando estradas e pontes em condições péssimas e ruins”.

Investimentos em hospitais e outros

Valor destinado: R$ 4,37 bilhões. “Entre eles, há a renovação de frota, aquisição de equipamentos e melhorias logísticas para o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e as polícias Militar e Civil, além de melhorias nas unidades de conservação do Estado. Também está prevista a conclusão de obras de hospitais regionais e melhorias nas unidades da Rede Fhemig, que são referência para os municípios atingidos, com modernização dos hospitais João XXIII, Julia Kubitschek e João Paulo II. O acordo de reparação prevê ainda a construção de uma biofábrica da Fundação Ezequiel Dias (Funed) com capacidade de produzir mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia, que reduz a transmissão de doenças pelo vetor. O desenvolvimento do método Wolbachia terá atuação inicial nos nos municípios atingidos”.

Medidas emergenciais

No acordo também estão inseridos recursos que já tiveram sua aplicação iniciada pela Vale em projetos de reparação, no valor de R$ 5,89 bilhões. “R$ 4,39 bilhões foram investidos em ações de reparação, pagamento de moradias provisórias de atingidos, atendimentos psicossociais, fornecimento de água para consumo humano e irrigação, as obra de nova captação de água no Rio Paraopeba, obras emergenciais para contenção de rejeitos, além de repasses para o fortalecimento do combate à pandemia de Covid-19”.

Protestos dos atingidos

Houve protestos dos atingidos na porta do Tribunal de Justiça durante a audiência. Eles reclamam que não foram ouvidos em nenhuma das fases das negociações, mesmo sendo as principais vítimas da tragédia. E pedem que o acordo “honre a memória das 270 vítimas” e de suas famílias.

“Está se falando em um acordo bilionário, mas não está se falando de um crime bilionário que a Vale cometeu em Brumadinho e que atingiu toda a bacia do Rio Paraopeba. É um acordo ilegítimo. Nós vamos recorrer ao Supremo Tribunal Federal e vamos considerar ele uma primeira parcela em relação aos direitos dos atingidos, principalmente o pagamento mensal que é vital para as famílias não passarem fome até o pagamento integral”, disse o representante do Movimento dos Atingidos por Barragens, Joceli Andrioli.

A Associação dos Familiares das Vítimas de Brumadinho (Avabrum) disse, em nota, que o acordo foi conduzido de forma sigilosa, sem o conhecimento público e sem envolvimento dos atingidos.

“A Avabrum, associação que representa os familiares de vítimas fatais deste crime, não foi ouvida e tão pouco consultada, não sendo possível expressar uma opinião quanto a este acordo. Fomos mais uma vez excluídos do processo, cujo dinheiro advém do sangue das nossas Joias. Esperamos que o dinheiro desse acordo seja aplicado na reparação, que traga melhorias e bem-estar aos municípios verdadeiramente impactados e que honre a memória dos nossos”.

Sobre isso, Mateus Simões disse: “Nada jamais será capaz de trazer essas pessoas de volta. É por isso que não há comemoração. O momento é de responsabilizar a Vale pelo que fez com o estado, que carrega a mineração no nome, com as comunidades atingidas, com a economia e o meio ambiente. As famílias das vítimas continuarão sempre sendo assistidas pelo estado, que manterá a busca até que o último desaparecido seja encontrado”.

Perguntando na coletiva de imprensa sobre a participação dos atingidos, o governador Romeu Zema disse: “Tem pessoas em busca de holofotes, que não representam de fato pessoas que foram atingidas”.

Relembre a negociação

O governo pedia cerca 55 bilhões, sendo R$ 28 bilhões por danos morais. Os valores de indenização foram levantados por estudo da Fundação João Pinheiro e levaram em consideração, “a relevância dos direitos transindividuais lesados, a gravidade e repercussão das lesões, a situação econômica do ofensor, o proveito obtido com a conduta, o grau de culpabilidade, a reincidência e a reprovabilidade social dos fatos”.

Mas a Vale não concordou com a quantia, e o valor acordado é cerca de 32% menor do que o inicialmente pleiteado.

Essa audiência para assinatura do termo foi a sexta das negociações. No dia 21 de janeiro, o secretário-geral de Minas Gerais, Mateus Simões, disse que se a Vale não apresentasse proposta para danos provocados pelo rompimento da barragem assumiria “sua posição de inimiga dos mineiros”. O prazo terminaria na sexta-feira (29), mas a mineradora havia ganhado 15 dias de fôlego.

G1

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Geral

[VÍDEO] TIROTEIO NO TIROL: Três suspeitos teriam morrido após confronto com a PM em Natal

Três suspeitos teriam morrido após uma perseguição policial seguida de troca de tiros com a Polícia Militar, na noite desta quinta-feira (15), no bairro do Tirol, na Zona Leste de Natal.

Segundo informações divulgadas pelo Blog do Bagada, moradores relataram que quatro pessoas estavam no veículo perseguido e teriam disparado contra os policiais militares.

Ainda conforme os relatos, apenas um dos ocupantes teria sobrevivido. Ele foi preso e teria chorado dentro da viatura após o confronto.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre o número de mortos nem sobre as circunstâncias da ocorrência.

Com informações do Blog do Bagada

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[VÍDEO] Flávio critica números do Datafolha e diz que está “muito mais na frente” de Lula


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) questionou, nesta quinta-feira (15), os números da nova rodada da pesquisa Datafolha. Durante uma transmissão ao vivo realizada nas redes sociais ao lado dos deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Guilherme Derrite (PL-SP), o senador afirmou que sua vantagem real sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é superior à registrada pelo levantamento.

Para o candidato, a reação nas ruas e o cenário político divergem dos índices divulgados, impulsionados, segundo ele, por promessas infundadas da campanha adversária: “Se a gente está na frente no Datafolha, pode ter certeza que é muito mais na frente mesmo, com as promessas vazias e mentirosas que Lula está fazendo”, declarou Flávio.

A transmissão reforça a estratégia da campanha oposicionista de manter o engajamento digital na reta final da disputa e contrapor os levantamentos estatísticos recentes divulgados pelos institutos de pesquisa.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] “Natal vai voltar a ter governador”, diz Allyson Bezerra em evento com Paulinho Freire e 23 vereadores da capital


Vídeo: Divulgação

Allyson Bezerra (União Brasil) afirmou que “Natal vai voltar a ter governador” durante discurso em um evento no bairro das Quintas, na noite desta quinta-feira (14), com o prefeito Paulinho Freire (União Brasil) e 23 vereadores da capital.

“Eu já fiz gestão na minha terra. Agora, quero ter a oportunidade de fazer pela terra da minha capital. Nós vamos fazer um governo que o povo de Natal vai se orgulhar”, declarou o candidato diante do público que lotou o evento.

 

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Geral

DATAVERO: Cadu de Lula tem 50,53% contra 49,47% de Allyson Bezerra


Foto: Reprodução/Internet

Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Data Vero mostra o candidato do PT, Cadu de Lula com ligeira vantagem sobre Allyson Bezerra (União Brasil). O levantamento mostra que o petista tem 50,53% das intenções de voto, contra 49,47% do ex-prefeito de Mossoró.

Os números apresentados pelo Data Vero mostram que apesar do petista estar numericamente à frente, os dois candidatos ao Governo do Estado estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro, que é de 2,53%. Os números são referentes aos votos válidos.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 15 de outubro e está registrada sob os números RN 01514/2026 e BR 02367/2026.

Opinião dos leitores

  1. O povo do nordeste não aprende não,é sofrendo e ainda insistindo em sofrer,pelo amor de Deus, um governo desse do PT aqui no RN,que quebrou o estado e o candidato deles na frente ainda na pesquisa

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Saúde

OAB DA MEDICINA: LULA PODE SANCIONAR NOVO EXAME PARA MÉDICOS!

Foto: Divulgação

A formação médica no Brasil pode passar por uma das maiores mudanças das últimas décadas. A proposta da chamada “OAB da Medicina” prevê três avaliações durante a graduação, ao final do 4º, 8º e 12º semestres, como parte da exigência para obtenção do registro profissional.

O médico potiguar Dr. Max Breno Dutra Alves, anestesiologista, professor e CEO da @clevermed.com.br, analisa os impactos da medida.

“O estudante de medicina não poderá deixar para estudar apenas no último ano. A preparação precisa começar cedo, com questões, revisões, simulados e acompanhamento contínuo.”

À frente da CleverMed, empresa potiguar que vem se destacando na preparação para residência médica no Nordeste, Max Alves já orientou estudantes aprovados em diferentes instituições do país.

Para o professor, o novo cenário exige uma mudança de mentalidade:

“Não basta passar em uma prova. Precisamos formar médicos com conhecimento, raciocínio clínico e segurança para cuidar de vidas.”

A medicina brasileira está mudando. E a forma de estudar também precisa mudar.

SEU OBJETIVO É CONQUISTAR A PROFICIÊNCIA E SER APROVADO NA RESIDÊNCIA MÉDICA?

A CleverMed está pronta para acompanhar você nessa jornada, do planejamento até a aprovação!

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Aldo Fernandes pede exoneração da Secretaria Municipal de Natal alegando motivos pessoais


Foto: José Aldenir/Agora RN

O titular da Secretaria Municipal de Educação de Natal, Aldo Fernandes de Sousa Neto, solicitou o desligamento do cargo em caráter irrevogável. A decisão foi formalizada em carta oficial endereçada ao prefeito Paulinho, datada do dia 7 de outubro de 2026.

No documento, o agora ex-secretário afirma que a saída ocorre por razões de ordem pessoal e pelo entendimento de que “ciclos precisam ser encerrados no tempo certo”. Aldo Fernandes destacou a dedicação ao longo de sua gestão à frente da pasta, citando o enfrentamento de desafios e o avanço da educação pública da capital potiguar.

“Tenho a consciência tranquila de que fiz o que estava ao meu alcance. Enfrentamos dificuldades, assumimos desafios e construímos avanços importantes, sempre procurando agir com responsabilidade, diálogo e compromisso com a cidade”, registrou Aldo Fernandes na carta.

O ex-gestor fez questão de ressaltar que a renúncia não afeta sua relação pessoal e de amizade com o chefe do Executivo municipal, enfatizando sentimentos de gratidão e respeito pela oportunidade concedida na gestão.

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[VÍDEO] “O Estado sou eu”: Rogério Marinho critica frase de Alcolumbre e compara presidente do Senado ao Rei Luís XIV


Vídeo: Reprodução/Plena News

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), criticou duramente a decisão do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), de retirar da pauta do plenário a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. Para o parlamentar, a medida carece de fundamentação adequada e representa uma condução autoritária dos trabalhos legislativos.

Durante pronunciamento, Marinho ironizou a postura de Alcolumbre ao compará-la à célebre frase historicamente atribuída ao rei absolutista francês Luís XIV: “O Estado sou eu!”

O senador argumentou que o Senado Federal é uma “Casa de pares”, o que exige que as deliberações preservem o caráter coletivo e democrático da instituição, rechaçando qualquer viés centralizador por parte da presidência.

Na avaliação do líder oposicionista, ao cancelar a votação da pauta, Alcolumbre “virou as costas para a sociedade” mais uma vez. O episódio acirra ainda mais os ânimos políticos no Congresso Nacional em torno do debate sobre a segurança pública.

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Geral

[VÍDEO] WAACK: Lula dobra aposta com promessa de passe livre do transporte público sem recurso em caixa


Vídeo: Reprodução/CNN Brasil

O jornalista William Waack avaliou o impacto das propostas eleitorais do governo e destacou o cenário apertado, mas persistente, da disputa política, durante comentário no programa WW, da CNN Brasil. Segundo o âncora, até o momento, as benesses promovidas pela gestão não surtiram o efeito esperado nas pesquisas de intenção de voto nos moldes planejados pela campanha de Luiz Inácio Lula da Silva.

Nesse contexto, o analista classificou como uma “aposta dobrada” a nova promessa de Lula em assegurar transporte público gratuito nos fins de semana em mais de 5.000 municípios brasileiros.

De acordo com o jornalista, a proposta carece de estudos conclusivos de viabilidade e não passou pelo crivo técnico do Ministério da Fazenda. O principal entrave apontado reside na total incerteza sobre como custear e implementar a medida na prática.

“Ninguém sabe hoje como financiar, como implementar, como fazer funcionar, dado os custos sobre os quais ninguém tem uma estimativa clara, e dado o cipoal jurídico no qual ninguém sabe como se moveria uma proposta desse tipo”, ponderou Waack.

Para o comentarista, embora encarecida como mera promessa política, a iniciativa ilustra como o populismo fiscal lida com a falta de previsibilidade financeira e com riscos institucionais severos. Waack conclui que o descumprimento de promessas sem respaldo orçamentário agrava as condições políticas do país, enquanto sua efetivação real desencadearia uma crise fiscal de proporções alarmantes.

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[VÍDEO] Lula diz que explicações de diretor-geral da PF sobre participação em festa de Vorcaro em Londres “não foram convincentes”


Vídeo: Reprodução/TV Globo

Na sabatina da Globo, nesta quinta-feira (14), o presidente Lula (PT) disse que as explicações dadas pelo diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, sobre a participação dele em uma festa promovida pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro em Londres “não foram convincentes”.

“Quando eu fiquei sabendo que ele tinha ido a Londres, eu chamei a atenção de que o papel do diretor da Política Federal não permite que ele tivesse ido a Londres. Ele me deu uma explicação, não foi convincente para mim. Ele não precisava ter ido”, disse Lula.

Apesar disso, o presidente defendeu que Andrei Rodrigues “está fazendo um trabalho extraordinário” na Polícia Federal.

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[VÍDEO] “POPULISMO FISCAL”: Gerson Camarotti critica proposta de Lula sobre transporte público gratuito aos fins de semana


Vídeo: Reprodução/GloboNews

O comentarista político Gerson Camarotti criticou duramente a proposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de implementar tarifa zero no transporte público aos fins de semana. A declaração foi feita durante o programa Edição das 18, da GloboNews, após o anúncio da medida feito a apenas dez dias do segundo turno das eleições.

Para Camarotti, o momento do anúncio e a falta de detalhamento financeiro fragilizam a proposta: “É populismo fiscal. Como é que um presidente da República, em plena eleição, faz uma proposta sem dar a fonte da receita?”, questionou o jornalista.

O analista também traçou um paralelo entre a estratégia do atual governo e os movimentos eleitorais adotados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022, quando a gestão passada concedeu benefícios financeiros a categorias como taxistas e caminhoneiros na reta final da disputa presencial.

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