Governo do RN assina acordo de cooperação para criação de forças-tarefas de combate a organizações criminosas

O Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) e da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP), acaba de celebrar um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que vai permitir a criação de forças-tarefas de combate a organizações criminosas em território potiguar. O documento foi assinado na manhã desta terça-feira (19), em Brasília, pelo titular da SESED, coronel Francisco Araújo Silva, e pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, André Mendonça.

Segundo o coronel Araújo, as forças-tarefas a serem implementadas no Rio Grande do Norte proporcionarão uma integração ainda maior entre as instituições de segurança federais, como a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, com as forças estaduais, caso da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Instituto Técnico-Científico de Perícia e Polícia Penal, “de forma que a sociedade é quem será a grande beneficiada, pois contará com ações de inteligência, prevenção e de combate cada vez mais eficientes contra o crime organizado”.

Representando o RN, também participaram da cerimônia no Distrito Federal o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alarico Azevedo, o delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Ben-Hur Cirino de Medeiros, e o titular da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária, Pedro Florêncio.

Plano de Forças-Tarefas SUSP de Combate ao Crime Organizado

O Plano de Forças-Tarefas SUSP de Combate ao Crime Organizado tem como objetivo reduzir os indicadores de crimes praticados por membros de organizações criminosas, como homicídio, latrocínio, tráfico de drogas, roubos a bancos, cargas e veículos.

Os primeiros estados a aderirem ao plano foram o Rio Grande do Norte e o Ceará, ambos de forma voluntária. “Precisamos avançar e avançar rápido. Por isso a importância da implementação desse plano que carrega o nome do SUSP: o Sistema Único de Segurança Pública, que demanda de todos nós que atuamos na gestão, na operação, no planejamento, na construção de políticas públicas baseadas em quatro princípios: atuação conjunta, coordenada, sistêmica e integrada”, afirmou o ministro durante cerimônia de assinatura dos acordos de cooperação.

As forças-tarefas terão como linha de atuação a busca pelo isolamento de líderes de organizações criminosas no sistema prisional, a prevenção e a repressão da criminalidade violenta praticada por esses grupos, a descapitalização das facções, com foco no bloqueio de bens e valores, além da venda antecipada desses bens.

Pelo plano, o Ministério da Justiça e Segurança Pública vai disponibilizar local apropriado para funcionar como base da Força-Tarefa, além de equipamentos de gestão de dados e informações, e outros necessários ao bom funcionamento dos trabalhos. O custeio das diárias e passagens para atuação das forças policiais também será feito pelo MJSP.

Os quatro eixos de atuação do Plano são: Inteligência de todos os órgãos de segurança pública envolvidos, análise criminal estratégica, policiamento ostensivo de forma especializada e adoção de procedimentos investigativos capazes de dar respostas efetivas e oportunas para a redução e repressão à criminalidade.

Sistema prisional

Ainda durante a celebração do acordo, o secretário da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte, Pedro Florêncio, apresentou números de investimento federal no estado, por meio do Departamento Penitenciário Nacional, e falou da importância da implantação do Plano. “Podemos dizer que, hoje, com o apoio da inteligência do sistema prisional, nós temos números cada ano menores, que diz que o sistema prisional está seguro, são: homicídios, fugas, rebeliões e motins. Esses números vêm diminuindo ano a ano. Isso mostra que o sistema está mais seguro”, afirmou.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. François Cevert disse:

    Uma sugestão as autoridades da segurança pública e dos municípios de SGA e Macaíba, por que não transferem aquele posto da PRE chegando em São Gonçalo, localizado na estrada que liga Macaíba e SGA, colocam ele na rótula de acesso ao aeroporto? faria ali um posto policial moderno e instituía rondas na estrada que liga as duas BRs de Macaíba e Ceará Mirim. Isso já reduziria em muito a criminalidade e melhoraria a segurança dos que buscam os serviços do aeroporto.

  2. Santos disse:

    A melhor governadors da história do RN, professora Fátima Bezerra.
    O resto é estória.

  3. Mário disse:

    #PTapoiaBandido.

    • Anti-Político de Estimação disse:

      Infelizmente vários Partidos apoiam e até tem bandidos em seus quadros. E muitos brasileiros também tem seus bandidos e políticos de estimação.

  4. Bolsovirus disse:

    Só lembrando aos incautos bolsonarianos que o SUSP foi criado em 2018 e não pelo genocida

  5. Calígula disse:

    Melhor Presidente e melhor governador do RN.
    #FORA FATIMA BEZERRA

  6. Toquinho disse:

    O véio é bom, o melhor governador do RN de todos os tempos Bolsonaro é duro e sabe fazer com qualidade diferente, honesto e trabalhador.

  7. Bruno disse:

    Esperamos o terceiro curso de formação de policiais penais do RN, estamos alinhados com o governos como mão amiga, acreditamos que até maio o governo e a SEAP fazem esse CF, aguardamos a sensibilidade do MP para tudo ocorrer bem.

  8. João Soares disse:

    Parabéns pela iniciativa. Tem que jogar duro com os criminosos e com seus apoiadores.

Acordo com farmacêutica impediu divulgação de dados completos de eficácia da Coronavac; estima-se que taxa seja de cerca de 64%, menor que a divulgada para casos leves

As lacunas no anúncio no último dia 7 dos resultados da Coronavac, vacina desenvolvida pela parceria entre a farmacêutica chinesa Sinovac e o Instituto Butantan, chamaram a atenção de especialistas. O responsável pela ausência continua sendo o contrato do Butantan com a empresa chinesa, que já impediu anteriormente a divulgação dos resultados no país.

O grande número do anúncio do último dia 7 foram os 78% de prevenção de casos leves (que necessitam de algum auxílio médico), mas a eficácia, que engloba também aqueles que não precisaram de assistência, mas que foram infectados, não foi divulgada.

A razão disso, segundo a Folha apurou com pessoas ligadas à pesquisa da vacina, é a proibição, pelo contrato que tem com a Sinovac, de o Butantan anunciar ao público qual é a taxa sem autorização da empresa chinesa.

A informação vai ao encontro do que consta no acordo entre a Sinovac e o Butantan, ao qual a CNN Brasil teve acesso em novembro do ano passado. Segundo a emissora, no termo, no item 4.8.6, consta que “a Sinovac detém os direitos de propriedade intelectual e interesses da Sinovac na vacina e que os dados clínicos da Fase III abrangem os direitos de propriedade intelectual e interesses da Sinovac na vacina”.

A preponderância da decisão da Sinovac quanto até mesmo à divulgação de dados se repete em outros trechos, segundo a CNN.

Em outra parte do acordo, consta que “a menos que expressamente permitido por este acordo ou com o consentimento prévio escrito e expresso da Sinovac, o Butantan não irá manusear, utilizar, descartar, divulgar para, permitir que seja utilizado ou compartilhar com terceiros ou suas próprias filiadas (exceto com as autoridade regulatórias) o dossiê do produto de propriedade e fornecido pela Sinovac”.

Em mais um trecho, lê-se: “a Sinovac reserva o direito de decisão, escolha, eleição, a seu critério de manuseio, uso, divulgação, permissão de uso ou compartilhamento com qualquer terceiro ou suas filiadas de tais dados clínicos da Sinovac”.

Mesmo assim, após insistência de jornalistas presentes, Dimas Tadeu Covas, diretor do Butantan, apontou alguns dados aproximados relacionados a infecções pela Covid-19 detectadas durante a fase 3 do estudo da Coronavac no Brasil. Segundo ele, foram 218 infecções, sendo 160 no grupo placebo e pouco menos de 60 no grupo vacinado.

A partir desses dados, é possível calcular uma eficácia de cerca de 64%, 14 pontos percentuais abaixo dos 78% de prevenção de casos leves e 14 pontos percentuais acima dos 50% da eficácia mínima exigida pelas agências regulatórias, como a Anvisa. Para chegar a esse número —mais precisamente 63,75%—, leva-se em conta 58 infecções no grupo vacinado e grupos (placebo e o que tomou a vacina) do mesmo tamanho.

O motivo inicial, ainda no ano passado, de a Sinovac ter segurado o anúncio dos resultados brasileiros seria a discrepância em relação a resultados dos testes em outras partes do mundo, como na Turquia, onde a eficácia anunciada foi de 91,25% —apesar de o país ainda ter somente dados provisórios.

A explicação dos cientistas para essa diferença tem pelo menos dois componentes. O primeiro é a população de cada país, que está longe de ser homogênea.

O segundo é intrínseco ao ensaio brasileiro. Por aqui os voluntários eram profissionais de saúde, que sofriam uma exposição muito maior aos vírus — e aí têm que ser considerados o número de encontros com possíveis fontes de infecção e a maior quantidade de vírus que chega no sistema respiratório dessas pessoas.

Pesquisadores ouvidos pela reportagem sob condição de sigilo atestam a integridade dos testes e se dizem confiantes na qualidade da vacina, mas apontam problemas.

Um deles é a pressão do governo João Doria (PSDB) para emplacar uma vitória política contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que incluiu datas para anunciar resultados e também para iniciar a imunização no estado.

Outro é a falta de transparência da Sinovac, que tem dificultado o acesso geral aos dados, o que tem sido cobrado por pesquisadores brasileiros, por considerar baixa a eficácia obtida no braço brasileiro dos testes, dizem as fontes ouvidas pela reportagem.

Já logo em seguida à coletiva com o anúncio, Esper Kallás, colunista da Folha e infectologista da da Faculdade de Medicina da USP, que participou do anúncio, afirmou à Science uma certa frustração pela não divulgação dos dados mais detalhados. Segundo o especialista, há divergência entre o Butantan e a Sinovac quanto ao que se configura como um caso de Covid-19 (além da confirmação de infecção por PCR).

De toda forma, mesmo com uma eficácia geral mais baixa, quando comparada a outras vacinas, como a da Pfizer (95%) ou a russa Sputnik V (90%) —que ainda não teve dados da fase 3 disponibilizados para a comunidade científica avaliar—, especialistas afirmam que a Coronavac pode ser fundamental para conter as mortes por Covid-19 no país, tendo em vista o sucesso de 100% em evitar quadros graves nos testes.

Outra vantagem da Coronavac é a facilidade de armazenamento, em refrigeradores convencionais. Além disso, como a produção está sendo feita pelo Butantan, a logística de distribuição do imunizante também tende a ser facilitada.

Desde sexta (8), a Anvisa está analisando o pedido de uso emergencial da vacina. O prazo de análise é de 10 dias. Só depois disso haverá a divulgação dos dados e, por fim, a publicação dos resultados na forma de artigo científico.

Procurado pela reportagem, o Instituto Butantan não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Guto disse:

    Será que a grande midia não vai perguntar de onde tiraram aqueles 78%? E pelo que li está entre 50 e 60%.

  2. Manoel disse:

    Placebo chinês

  3. Vitor disse:

    O calça colada já espalhou que era 78% , caiu pra 64%? É fake? Só quem espalha mentiras não é o gado?
    Deveria ser punido por espalhar noticias falsas.

  4. Boró disse:

    Libera assim mesmo! A petralhada tá louca pra ser furada!!! A uns 4 dias atrás estavam tudo vibrando. Cadê a vacina? Cadê as provas da eficácia?

  5. Chicó disse:

    Onde estão as viúvas de Dória ???

Anvisa e Pfizer tentam acordo em reunião nesta quarta-feira sobre registro da vacina

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a farmacêutica Pfizer terão uma reunião nesta quarta-feira (30) em Brasília para tentar avançar no debate sobre o registro da vacina contra Covid-19 da farmacêutica no Brasil. O encontro ocorrerá em um momento em que cresce a tensão entre a Pfizer, a Anvisa e o governo brasileiro.

A Pfizer acusa a Anvisa de apresentar uma série de exigências que, segundo a farmacêutica, impedem que a sua vacina seja entregue no curto prazo no Brasil. As autoridades brasileiras, por sua vez, consideram que a Pfizer não tem vacina para vender ao Brasil no curto prazo e, em razão disso, acusa a burocracia brasileira de impor empecilhos para viabilizá-la.

Foi o que ocorreu nessa segunda-feira (28). O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou a Pfizer e jogou a resolução do registro da vacina para a Anvisa. O que levou a Pfizer, no início da noite, a divulgar uma nota na qual sugere que deverá entregar no Brasil apenas a vacina definitiva, mais demorada, e não a emergencial, mais rápida. Na nota, a companhia deixa claro que os motivos dessa decisão foram as exigências da Anvisa.

A agência, porém, disse em nota que não fez exigência alguma, apenas orientações a Pfizer que não impedem que ela faça o registro da vacina emergencial.

Os dois lados garantem que a reunião já estava agendada antes das declarações de Bolsonaro, mas também há a percepção de que o episódio muda o ambiente para esse encontro.

Além da tensão entre a Pfizer e o governo brasileiro, há um desconforto crescente entre as próprias autoridades brasileiras.

Para integrantes do Ministério da Saúde, por exemplo, a Anvisa é lenta na análise das vacinas. Já a agência tem se incomodado com a pressão que o Palácio do Planalto e o Ministério da Saúde têm colocado sobre ela e aponta nos bastidores que a culpa é da pasta, que rejeitou a Pfizer desde o início por considerar que o fato de sua vacina precisar estar sob temperaturas muito baixas era um dificultador para a distribuição no país.

CNN Brasil

Felipe Neto assina acordo com MP após denúncia de Antonia Fontenelle por má conduta no YouTube

Foto: Montagem

Felipe Neto assinou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) durante reunião virtual com representantes da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e Juventude da Capital do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro na última sexta-feira (18/12). Antonia Fontenelle havia denunciado o youtuber por má conduta no YouTube.

Antonia afirmou que está muito feliz com o acordo e que se considera responsável, já que foi a sua denúncia que chamou atenção para o problema. “Se o Felipe assinou o acordo é porque reconheceu implicitamente que sua conduta era inadequada. Agora o que nos resta é ficar de olho para ver se ele vai cumprir com tudo o que se comprometeu”, disse ela.

No TAC, Felipe se compromete a divulgar em seu canal no YouTube vídeos com a temática de Classificação Indicativa para internet, como, por exemplo, explicações sobre as faixas etárias previstas pelo Ministério da Justiça. O youtuber também vai precisar revisar todo o conteúdo de seu canal e autoclassificar a faixa etária indicada no título dos vídeos.

Após a decisão, a apresentadora aproveitou para agradecer aos promotores públicos que atuaram no caso. “Quero parabenizar os promotores Rosana Barbosa, Rodrigo César e Moacir Silva pela atenção dispensada nesse caso. Minha eterna gratidão em nome de todas as Mães do Brasil”.

Leo Dias – Metrópoles

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Sérgio de souza disse:

    Bolsombostas são todos iguais ao rei do gado, foi contra as atitudes grosseiras, atitudes de presidente de conselho de bairro, atitudes de líder comunitário , passamos a ser chamados de comunistas quando na verdade nem mesmo sabem falar um pouco do regime , de onde vem, qual ideologia do comunismo, eles apenas repetem o rei do gado e seus filhos bezerrinhos.
    Eu tenho a certeza que o Bozo e seus seguidores não passam de loucos seguidores do capiroto.

    • Carluxo disse:

      Pelo jeito vc vai pular da ponte, pois Bolsonaro vai se reeleger em 22

    • Pistola dos Santos disse:

      Baixa a bola a ladrãozinho petralha senão tu não passa do réveillon

  2. Acorda Brasil disse:

    Uma das referências intelectuais da esquerda… agora calcule aí. kkkkkk

    • Queiroz disse:

      O Felipe Neto é tão de esquerda quanto a Antônia Fontenelle tem algo a acrescentar.
      🐮Gado é assim: se fala mal do Bozo automaticamente vira comunista.
      "Jênios"

    • Bito disse:

      Esse é o uma vergonha para o Brasil. Uma merda dessas querendo ser referência, tá de brincadeira! Tem que levar cadeia!

Site de avaliações de cannabis fecha acordo de US$1,5 bilhão para abrir capital

Foto: Sudheir Kumar/Pixabay

A WM Holding Company, empresa de tecnologia de cannabis que opera a plataforma online Weedmaps, na qual usuários encontram e avaliam vendedores de maconha, disse nesta quinta-feira que abrirá capital por meio de uma fusão com a Silver Spike Acquisition.

O negócio, que avalia a empresa em cerca de 1,5 bilhão de dólares, é um raro exemplo de uma listagem do setor de cannabis em uma bolsa de valores dos Estados Unidos.

As empresas não podem listar ações nos EUA se seus negócios envolverem a venda de maconha, o que a Weedmaps não faz.

“Quando você olha o que estamos oferecendo (aos investidores), não há muito quem faça isso”, disse o presidente-executivo da WMH, Chris Beals, em entrevista.

A Weedmaps, com sede na Califórnia, foi fundada em 2008 por Doug Francis e Justin Hartfield e vende um sistema operacional baseado em nuvem para varejistas de cannabis, bem como hospeda uma plataforma de análise e avaliações dos vendedores.

A empresa espera receber o valor bruto de até 575 milhões de dólares da operação, em parte da quantia que a Silver Spike havia levantado, além de 325 milhões de dólares de um investimento privado em ações listadas, ou Pipe. Os investidores no Pipe incluem fundos da Federated Hermes Kaufmann Funds, Senvest Management LLC e AFV Partners.

A Silver Spike é uma empresa de aquisição de propósito específico, que capta recursos em uma oferta inicial (IPO) com o objetivo de comprar uma empresa, que torna-se listada como resultado da operação e é uma alternativa ao processo tradicional de IPO.

As ações da Silver Spike subiam mais de 20% no início da sessão dessa quarta-feira.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Murilo disse:

    Imagina se o Brasil legalizasse… com o nosso potencial agrícola e com o fim do tráfico o país ia disparar

Lanchonete faz acordo para pagar parte dos honorários com cachorro-quente

Foto: Ilustrativa

Uma ação trabalhista envolvendo uma hamburgueria de Cuiabá e um ex-funcionário que foi dispensado sem justa causa durante a epidemia de Covid-19 teve um desfecho inusitado.

O caso foi solucionado em menos de dois meses após a ação ser ajuizada na Justiça do Trabalho em Mato Grosso e, com o acordo, o trabalhador vai receber R$ 20 mil referentes às verbas rescisórias.

O fim do litígio foi sacramentado por videoconferência pelo Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas de 1º Grau de Cuiabá (Cejusc), no último dia 30 de outubro.

Na ação, o trabalhador, que foi contratado em julho de 2019 e dispensado em março deste ano, reclamava o pagamento de verbas como férias vencidas e horas extras. Outra pendência do processo era a posse de uma moto que foi comprada no nome do empregador, mas que era paga mensalmente pelo trabalhador.

Ficou decidido que o veículo seria transferido para o nome do trabalhador após a sua quitação, sob pena de multa diária de R$ 10. O empregador também irá entregar assim que possível o documento de circulação veicular do ano de 2020 e de 2021 para o reclamante.

Por fim, o advogado do trabalhador recebeu R$ 1 mil de honorários advocatícios, mais o acréscimo de 20 cachorros-quentes grátis que poderão ser consumidos gradualmente na hamburgueria. As partes concordaram que o fornecimento dos lanches constaria em ata como parte do pagamento do advogado do reclamante pelo trabalho realizado. Com informações da assessoria de comunicação do TRT-23.

0000632-46.2020.5.23.0006
Conjur

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciana Morais Gama disse:

    Vixe!! O advogado do reclamante só vai receber 5%? Por aqui cobram até 30%.

  2. PEDROCA Do Alecrim disse:

    Eu e meu BOFE adoramos o Dog Prensadão que fica na Roberto Freire… 🌭👨‍❤️‍💋‍👨😘

  3. Laura disse:

    Quem mais desemprega no Brasil é a justiça do Trabalho.

    • Barrao2019 disse:

      LAURA, não e a justiça que desemprega, são os empresários safados que sonegam direitos trabalhistas mais básicos, vc deve ser empresária no mínimo.
      Claro que o empregador sacana sempre odiará a JT.

    • Kelly disse:

      Aí conversa aresia, tô pra ver um tolete maior…

    • Edmundo disse:

      Concordo Laura, a burocracia e o favorecimento para o colaborador retrai as contratações, inibe os investimentos e quebram as empresas mais frágeis. Esse Barrão é um tapado.

VÍDEO: Reportagem exclusiva da CNN Brasil revela que Butantan assinou acordo com gigante chinesa Sinovac sem definir valores

Foto: Reprodução/CNN Brasil

A CNN teve acesso com exclusividade à íntegra dos acordos assinados pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com a farmacêutica chinesa Sinovac, foco do embate político entre ele e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Nesta semana, um voluntário que participava da fase 3 dos testes da Coronavac morreu – segundo apuração da CNN, ele cometeu suicídio. A morte foi considerada um “evento adverso grave” pela Anvisa, que suspendeu os testes da vacina, gerando uma disputa política entre o governo federal e o paulista. Nesta quarta-feira (11), os testes foram retomados.

Em nenhum momento do documento de 21 páginas intitulado “Acordo de Colaboração de Desenvolvimento Clínico” há menções a preços ou à quantidade de vacinas que devem ser produzidas.

As menções a esses dois componentes aparecem de maneira superficial apenas. No preâmbulo, logo na página 5, o texto cita que “ambas as partes têm o objetivo de discutir e definir um preço de mercado razoável para o fornecimento da vacina importada assim que possível e celebrar um acordo para o registro do produto, uso de emergência e fornecimento da vacina importada no Brasil (“Acordo de Registro e Comercialização do Produto”)”. Ou seja, o preço das 6 milhões de doses que chegarão da China deverá ser definido junto com o fabricante.

 

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Reportagem exclusiva da CNN Brasil revela que Butantan assinou acordo com gigante chinesa Sinovac sem definir valores . . A CNN teve acesso com exclusividade à íntegra dos acordos assinados pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), com a farmacêutica chinesa Sinovac, foco do embate político entre ele e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Nesta semana, um voluntário que participava da fase 3 dos testes da Coronavac morreu – segundo apuração da CNN, ele cometeu suicídio. A morte foi considerada um “evento adverso grave” pela Anvisa, que suspendeu os testes da vacina, gerando uma disputa política entre o governo federal e o paulista. Nesta quarta-feira (11), os testes foram retomados. Em nenhum momento do documento de 21 páginas intitulado “Acordo de Colaboração de Desenvolvimento Clínico” há menções a preços ou à quantidade de vacinas que devem ser produzidas. As menções a esses dois componentes aparecem de maneira superficial apenas. No preâmbulo, logo na página 5, o texto cita que “ambas as partes têm o objetivo de discutir e definir um preço de mercado razoável para o fornecimento da vacina importada assim que possível e celebrar um acordo para o registro do produto, uso de emergência e fornecimento da vacina importada no Brasil (“Acordo de Registro e Comercialização do Produto”)”. Ou seja, o preço das 6 milhões de doses que chegarão da China deverá ser definido junto com o fabricante. [Matéria na íntegra no Blog.] Vídeo: Reprodução CNN Brasil

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Fase 3

No documento, a Sinovac reitera que os custos para a fase 3 do imunizante cabem ao Instituto Butantan. É nesta fase em que são conduzidos testes em humanos. Caso tudo corra bem, a vacina será enfim encaminhada para aprovação da Anvisa.

O documento deixa claro que cabe ao Instituto Butantan custear a fase 3 dos estudos. “O Butantan será o patrocinador dos Estudos Clínicos da Fase III conduzidos no Brasil, arcando com as despesas e sendo responsável pela sua execução e obtendo recursos para a condução desses Estudos Clínicos de Fase III”. Mais à frente, no artigo 4, que trata da “Condução dos Ensaios Clínicos, reforça no item “4.1 – Patrocinador” que “o Butantan será, a seu próprio custo, o patrocinador do Estudo Clínico de fase III da vacina no Brasil, sendo responsável pela sua execução”.

América Latina

O acordo também deixa claro que a América Latina é um alvo comercial relevante da Sinovac, a partir da parceria com o Butantan. “A SINOVAC poderá considerar a expansão da comercialização da Vacina na América Latina. Com base no progresso e desenvolvimento da cooperação com o Butantan no Brasil, será concedida ao Butantan prioridade quando a SINOVAC considerará parceiros de negócios para cooperação e comercialização da Vacina em tais territórios adicionais dentro da América Latina se os termos e condições relevantes forem materialmente iguais. Para essa finalidade as partes podem assinar um acordo de distribuição, em que o Butantan poderá ser autorizado pela Sinovac a desenvolver e distribuir a vacina no mercado da América Latina”, diz o trecho.

A América Latina volta a ser citada no artigo 2 da página 7, que trata do “Objetivo e escopo do acordo”: ” “A SINOVAC e o Butantan poderão celebrar outro acordo para estender os direitos de comercialização do Butantan para outros países da América Latina”.

Predominância da Sinovac

Em diversos trechos do acordo a Sinovac deixa claro que detém o comando do processo. “O Butantan tem plena compreensão de que a Vacina é desenvolvida pela SINOVAC e que a SINOVAC detém os direitos de propriedade intelectual e interesses da SINOVAC na Vacina e que os dados clínicos da Fase III abrangem os direitos de propriedade intelectual e interesses da SINOVAC na Vacina”, diz o item 4.8.6 na página 11.

Essa ideia é reforçada no item 5.1.1.5, na página 13: “O Butantan compreende plenamente que a Vacina é desenvolvida pela SINOVAC e que a SINOVAC é a proprietária de todos os Direitos de Propriedade Intelectual e dos interesses SINOVAC na Vacina e que a Documentação Regulatória contém Direitos de Propriedade Intelectual da SINOVAC. Portanto, o Butantan concorda que apenas irá manusear, utilizar, descartar, divulgar para permitir que seja utilizado ou compartilhar com terceiros ou suas próprias filiadas a documentação regulatória (que contém o dossiê do produto) para a finalidade única de execução deste acordo. A menos que expressamente permitido por este acordo ou com o consentimento prévio escrito e expresso da SINOVAC, o Butantan não irá manusear, utilizar, descartar, divulgar para, permitir que seja utilizado ou compartilhar com terceiros ou suas próprias filiadas (exceto com as autoridade regulatórias) o dossiê do produto de propriedade e fornecido pela SINOVAC. ”

O artigo 6 trata exclusivamente da propriedade intelectual e volta a reforçar essa ideia: “O Butantan entende plenamente que a Vacina é desenvolvida pela SINOVAC e a SINOVAC é a proprietária de todas a propriedade, direitos de propriedade intelectual e interesses relacionados à vacina”. Também diz que “para evitar dúvidas, em qualquer caso, sem a licença da SINOVAC através da assinatura de um acordo de licença, o Butantan não fará mais uso dos direitos de propriedade intelectual em benefício de terceiros” e que “o Butantan também não fará uso dos referidos direitos de propriedade Intelectual para fins comerciais e lucrativos sem a licença da SINOVAC, assinando um acordo de transferência de tecnologia”.

O documento diz ainda que “a SINOVAC reserva o direito de decisão, escolha, eleição, a seu critério de manuseio, uso, divulgação, permissão de uso ou compartilhamento com qualquer terceiro ou suas filiadas de tais dados clínicos da SINOVAC” e que “o Butantan concorda que apenas irá manusear, utilizar, descartar, divulgar para, permitir o uso ou compartilhar com qualquer terceiro ou suas próprias filiados os dados clínicos da SINOVAC para finalidade única da execução deste acordo. A menos que seja expressamente permitido por este acordo ou com o consentimento prévio e expresso da SINOVAC, o Butantan não deve manusear, utilizar, divulgar para, permitir o uso ou compartilhar com qualquer terceiro ou suas próprias filiadas os dados clínicos da SINOVAC”.

É prevista até mesmo a destruição dos resultados da Fase III caso o acordo seja rescindido. “Caso a cooperação pretendida com esta carta ou sob este acordo não continue ou for rescindida por qualquer motivo, o Butantan deve, no ato da rescisão da carta ou deste acordo, devolver para a Sinovac ou mediante solicitação escrita da Sinovac destruir o Dossiê do Produto e suas cópias ou outras vias registradas nos diversos formatos, que se encontram armazenados e mantidos ou que se encontram na posse e controle do Butantan.” Diz ainda que “a Sinovac terá o direito de solicitar a um tribunal ou outra autoridade pública o cumprimento legal do direito à devolução para a Sinovac ou destruição do dossiê do Produto.”

Confidencialidade

Antes do acordo principal, foi firmado um “Acordo de Confidencialidade”, a que a CNN também teve acesso. São 11 páginas nas quais o Butantan e a Sinovac dizem que “as partes reconhecem e concordam que a revelação de informações confidenciais de acordo com este instrumento não terá efeito de constituir qualquer tipo de parceria, joint venture ou qualquer relação comercial entre as partes”.

O item 2.1 considera que “informações confidenciais” são dados “de qualquer natureza, incluindo, mas não se limitando a: comercial (“forecast” etc), clínica e dados técnicos ou não técnicos, que estejam de qualquer forma relacionadas aos produtos dos portfólios das partes, a serem de uma parte a outra reveladas direta ou indiretamente, por escrito ou oralmente, neste caso preferencialmente transcritas em ata de reunião, ou qualquer outra forma. Informações Confidenciais também incluem a existência e o objetivo deste acordo”.

Declara ainda, no item 3.7, que “as partes reconhecem e concordam que a revelação de informações confidenciais de acordo com este instrumento não terá o efeito de constituir qualquer tipo de parceria, joint venture ou qualquer relação comercial entre as partes”.

Nota do Butantan

A assessoria de imprensa do Instituto Butantam, após a publicação da reportagem no Expresso, mandou uma nota à CNN dizendo que o material tinha erros graves.

Segundo a assessoria do órgão, o documento ao qual a CNN teve acesso trata de um acordo, e não de um contrato. “O que foi firmado em material apresentado pela CNN com a farmacêutica chinesa Sinovac Life Science e o Instituto Butantan trata-se de um acordo de intenções que, obviamente, não traz informações sobre valores, quantidades e outros detalhes pretendidos pela reportagem. Isso ficou claro quando, finalmente, a emissora viabilizou entrevista com o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas”, informa a assessoria.

Ainda segundo a nota, a assessoria de imprensa do Instituto Butantan foi procurada pela CNN para que fosse viabilizada uma entrevista com Dimas Covas, com o objetivo de detalhar todos os aspectos técnicos do respectivo documento.

O Instituto propôs que a entrevista fosse gravada, o foi recusado pelo próprio jornalista da CNN Brasil, Caio Junqueira, alegando que referido telejornal não tem o costume de exibir entrevistas gravadas, mas sim ao vivo.

De acordo com o a assessoria do Instituto Butantan, a entrevista ao vivo foi combinada , mas a CNN noticiou antes a informação, sem ouvir o próprio Instituto Butantan.

“Vale destacar aqui que, em recente repercussão da própria CNN Brasil, o valor das doses da Coronavac já havia sido divulgado em outubro deste ano”, diz a assessoria.

A nota da assessoria do Instituto Butantan ainda informa que o órgão “reitera seu compromisso com a transparência, a ciência e os esforços de toda sua equipe de profissionais para que tenhamos uma vacina segura, eficaz e de qualidade para a distribuição de toda a população brasileira”.

Resposta da CNN Brasil

A assessoria do Instituto Butantan foi procurada pela CNN, por telefone, às 16h55h e informada sobre o teor do material que iria ao ar no Expresso CNN, a partir das 19h30.

A orientação dada foi a que fosse formalizado um pedido de esclarecimento. Esse pedido foi encaminhado às 17h08, mais de duas horas antes do programa.

No e-mail, era detalhado que a CNN teve acesso a contratos do Instituto Butantan com a Sinovac e que seriam destacados alguns pontos, entre eles a ausência de preço e quantidades de doses no documento. Foi aberta a possibilidade de a resposta ser publicada a qualquer momento do jornal, que acaba às 21h30, com espaço aberto para entrevista.

Às 18h25, a assessoria respondeu, via whatsapp, à CNN confirmando que haveria uma entrevista com o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas. Ficou, ao final, acordado que a entrevista seria ao vivo, dentro do jornal, o que ocorreu, dando espaço para que o Instituto Butantan pudesse dar todas as suas explicações.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Azevedo disse:

    Esse Doria é um elemento de altíssima periculosidade com o dinheiro público, pois com certeza o esquema montado deve render muitos milhões para os bolsos desses calhordas que formam o governo de São Paulo.

  2. Francisca disse:

    A respostar que FHC diz que dá nas urnas, é bem pensando que o povo vai cair nesse conversinha e votar nesse CORRUPTO João doriana.
    Kkkkkkk
    Era só o que faltava.

  3. Ivan disse:

    Bolsonaro sempre tem razão…PQP!!!!! A corruptalha ainda insiste em duvidar do mito…

  4. Ricardo Carvalho disse:

    A pressa do representante comercial da China no Brasil, o tiranete nanico Doriana, em querer comprar e obrigar a população tomar a vachina era muito suspeito, finalmente as coisas vão ficando claras. Um cafajeste querendo lucrar milhões, mesmo que isso traga consequências graves pra população, canalha!

  5. Zé ruela disse:

    Órgão público fazendo contrato sigiloso?

  6. Neco disse:

    Os que querem a vacinação compulsória, e que vivem chamando os outros de GADO, devreimam fazer filas para servirem de cobaias do Dória.

  7. Luciana Morais Gama disse:

    É o jeito de governar do PSDB.

  8. Açoite Na Boiada 🐄🐂 disse:

    Quem era pra resolver essa questão, era a EMATER de cada estado.
    O Instituto Butantã cuida de vacina de gente, não de bicho.

    • Irany Gomes disse:

      Verdade, à começar pelo encantador de jumentos e seus seguidores!!!🐀🐀🐎🐎🐎

  9. Joaquim disse:

    O Presidente tem razão, chupa ptralhas

  10. #Bolsonaro tem razão disse:

    Será que Doriana quer ganhar um qualquer$$$?

  11. Zé ruela disse:

    Acordo leonino. Totalmente leonino. Aí tem coisa! É só ir atrás.

  12. avelino FRANCISCO DAS CHAGAS AVELINO COSTA disse:

    FORA COM OS COMUNISTAS CHINESES, PEGO O DORIA E MANDA PRA LÁ.

Rússia anuncia acordo para oferecer remédio contra Covid-19 ao Brasil

Foto: Ilustrativa/Folha Vitória

O fundo soberano da Rússia e a farmacêutica russa ChemRar anunciaram nesta quinta (24) um acordo para fornecer a 17 países, inclusive o Brasil, um antiviral contra a Covid-19.

Segundo o fundo, que bancou também a criação da vacina Sputnik V, o Avivafir está sendo negociado com um laboratório privado brasileiro, que não teve o nome divulgado. Para ser usado, ele precisa ser aprovado pela Anvisa.

A droga em questão é o Avifavir, nome comercial do favipiravir, composto que é usado desde 2014 no Japão contra a gripe chamado de Avigan.

Em abril, sua fabricante, a Fujifilm (a mesma do ramo fotográfico), começou testes clínicos de fase 3 para determinar se ele poderia ser eficaz no combate ao novo coronavírus. Seu princípio é o de inibir a enzima polimerase, que ajuda o patógeno a se reproduzir quando invade uma célula saudável.

A Rússia iniciou testes próprios com um genérico sob licença japonesa e, em junho, aprovou o uso emergencial de 60 mil doses do remédio em 74 de suas 85 regiões.

Como no caso da Sputnik, houve críticas à aprovação sem o fim dos testes clínicos. Segundo o Ministério da Saúde da Rússia, como o remédio não trazia riscos à saúde por já estar em uso, isso seria tolerável.

Segundo o órgão, 940 pacientes foram acompanhados. Neles, 30% tiveram o Sars-CoV-2 eliminado do corpo e o restante, reduziu seu tempo de tratamento de sintomas como pneumonia leve de quatro para dois dias.

Ainda assim, houve questionamentos na comunidade médica russa.

Nesta quarta (23), a Fujifilm divulgou os resultados de sua fase 3, apontando que o remédio de fato é eficaz para reduzir o tempo de tratamento em casos não graves da Covid-19. Agora, pretende iniciar o processo de aprovação do uso da droga no Japão, o que pretende concluir em outubro.

A ação do Avifavir é semelhante à da droga experimental remdesivir, cujos estoques mundiais foram virtualmente sequestrados pelo governo dos Estados Unidos, numa iniciativa condenada pela Organização Mundial da Saúde.

Os russos já haviam enviado a medicação para as ex-repúblicas soviéticas Belarus, Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão e Turcomenistão. Além deles, na segunda (21), o governo da Bolívia anunciou a compra de 150 mil doses da droga.

Agora, o fundo soberano afirma que deverá fornecer o remédio, que custa cerca de três vezes menos que o Remdesivir, para Brasil, Argentina, Bulgária, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Honduras, Kuwait, Paraguai, Panamá, Arábia Saudita, Sérvia, Eslováquia, África do Sul, Emirados Árabes Unidos e Uruguai.

“Quando nós registramos a primeira droga contra o coronavírus no mundo, houve ceticismo porque o Japão ainda não havia a registrado. Agora a eficácia está comprovada”, afirmou Kirill Dmitriev, presidente do fundo.

A estratégia de marketing dos russos na pandemia tem sido agressiva. Após uma atitude inicial negacionista do governo de Vladimir Putin, o país abraçou uma agenda de busca pela vacina e por drogas com velocidade criticada por médicos russos e estrangeiros.

No caso da Sputnik V, ela foi registrada em 11 de agosto para uso civil, a primeira do mundo. Na verdade, ela só tinha passado pelas fases 1 e 2 dos ensaios clínicos, indo para a fase 3 agora —Dmitriev diz que há mais de 50 mil voluntários inscritos para os testes.

Nenhum estudo científico havia sido publicado até o dia 4 de setembro. O texto aprovado pela prestigiosa revista britânica The Lancet apontava a eficácia do imunizante, mas ressaltava que faltava ainda a fase 3 para confirmá-lo.

Mesmo o estudo foi alvo de críticas de um grupo de cientistas, que questionou a duplicação de alguns resultados. Os russos responderam ao texto com um novo artigo na mesma revista.

Dmitriev disse à Folha, na semana retrasada, que as críticas são parte de um jogo político que une governos contrários ao Kremlin e as grandes farmacêuticas, que controlam 80% do mercado mundial.

Seja como for, há um padrão de anúncios que se antecipam a resultdos clínicos. Para Dmitriev, isso é justificável dada a emergência da pandemia e pelo fato de a Rússia usar como base medicamentos que já estavam em uso —o favipiravir no caso da droga e o vetor adenoviral humano, no caso da Sputnik.

Ainda assim, há uma certa opacidade nas ações. Na entrevista à Folha, o presidente do fundo revelou que negociava a produção da Sputnik V com parceiros europeus e americanos, além de parcerias conhecidas como as com a Índia ou com os governos do Paraná e da Bahia.

Ele disse que anúncios deveriam ser feitos nas próximas duas semanas. Tal prazo acaba nesta sexta (25), e o fundo informou que as negociações continuam, mas não havia ainda acordos a serem revelados.

Folha de SP

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cláudio disse:

    Diabo é quem toma.

  2. Mito do Gado disse:

    Como o Governo Federal não providenciou o antiviral dos EUA nem negociou com Trump, só sobra o “resto” pra população brasileira…

Mourão cita desmatamento na Guiana Francesa após França se opor a acordo UE-Mercosul

Foto: Adriano Machado

Hamilton Mourão criticou há pouco a oposição que a França anunciou contra o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, por causa dos desmatamento no Brasil.

O vice-presidente disse que a Guiana Francesa, departamento ultramarino que a França possui na América do Sul, também tem registros de desmatamento e mineração ilegal.

“É uma opinião do primeiro-ministro francês de que o acordo Mercosul-União Europeia não deve ser ratificado pelo parlamento francês pela questão desmatamento. Ora, vamos lembrar que na Guiana Francesa nós temos garimpo ilegal e temos desmatamento, é uma província francesa, mas não vou colocar a discussão nesse nível, essa é aquela discussão do nível baixo.”

E acrescentou:

“Existem problemas? Existem, mas não é um problema generalizado da forma como se coloca. A questão dessas ilegalidades, ela ocorre praticamente nas áreas antropizadas da Amazônia, a maioria delas há mais de 20 anos, 30 anos ocupada por propriedades rurais.”

O Antagonista

Conmebol fecha acordo com a Band para criar PPV da Libertadores e da Sul-Americana

Foto: Divulgação / Conmebol

A Band e a Conmebol fecharam na manhã deste domingo (13) acordo para a transmissão, em TV por assinatura, da Libertadores e da Copa Sul-Americana. Mas a forma de exibição será diferente e inédita no Brasil, combinando a entidade, junto com Newco, o braço de TV por assinatura do Grupo Bandeirantes, e a FC Diez Media, empresa da IMG que produz conteúdo para as competições nas redes sociais. Este grupo vai montar um canal de pay-per-view para oferecer as partidas que não teriam exibição no país até então. A estreia será na próxima terça (15).

A informação foi publicada inicialmente pelo Máquina do Esporte e confirmada pelo UOL Esporte. A iniciativa é inédita e, neste pacote que será oferecido para o público, terão os jogos que eram até então do Sportv na TV por assinatura, antes de a Globo rescindir o contrato que tinha até 2022.

Ao todo, somente pela Libertadores, serão cerca de 27 jogos exclusivos só na fase de grupos. As partidas da Copa Sul-Americana na TV paga também serão exibidas nesse sistema a partir de outubro, quando o torneio for retomado.

Esse acordo pela Sul-Americana, no entanto, não impede uma janela na TV aberta. A reportagem apurou que RedeTV! e Conmebol continuam conversando por jogos da segunda competição mais importante do continente. Novidades podem acontecer nas próximas semanas.

Inicialmente, os clientes de Net/Claro e Sky, as duas maiores operadoras de TV paga no Brasil, vão carregar inicialmente a nova iniciativa por assinatura. Negociações com a Vivo também ocorrem.

Fontes afirmam que o valor ainda não está fechado, mas será abaixo do que cobra por exemplo o Premiere, serviço de pay-per-view do Campeonato Brasileiro produzido pelo Grupo Globo. A intenção da Conmebol com a iniciativa é aumentar a arrecadação com as competições, já que a entidade perdeu dinheiro com a recente rescisão contratual com a Globo e com o DAZN pelas duas competições. Neste canal premium, além de jogos, programas serão feitos e produzidos pela Band.

Para a Band, é mais um ponto positivo. A emissora está recobrando sua tradição esportiva e vai reviver, a partir do próximo dia 20 deste mês, a maratona esportiva “Show do Esporte”, que exibirá os campeonatos Alemão e Italiano, além do Brasileirão feminino e Sub-20. A apresentação será de Glenda Kozlowiski, ex-Globo e que teve passagem rápida pelo SBT, e Elia Júnior, que comandou a atração em sua fase clássica na emissora do Morumbi, nos anos 1980 e 1990.

No pay-per-view da Conmebol, jogos do contrato de Disney e Facebook não estarão disponíveis. Algumas partidas exibidas no SBT terão transmissão, mas não todas. O canal de Silvio Santos vai mostrar a Libertadores na TV aberta com Palmeiras e Grêmio na próxima quarta (16).

Já a Disney manteve o seu contrato e vai exibir a Libertadores com partidas exclusivas também a partir de terça. O Facebook perdeu a exclusividade dos todos os jogos na quinta, mas continua com partidas apenas com exibição na rede social, com transmissão da equipe do Esporte Interativo.

Entre os jogos já certos para transmissão no serviço de PPV a partir de terça (15) estão compromissos envolvendo Santos e Athletico Paranaense. Partidas de Flamengo e Grêmio, mas próximas rodadas, também estão previstas.

Veja os jogos que serão mostrados pelo pay-per-view da Libertadores AQUI.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Observador disse:

    Chupa cabeça de toro.
    Chupa entregador de pizzas.
    Kkkkkkk
    A Globo LIXO vai acabar.
    Tá colhendo os frutos que plantou.
    É Muito bem empregado.
    Kķkkk

  2. Paulo disse:

    Em bares, padarias, clínicas exija que não exibam a rede globo.
    A população não gosta da Globo.
    A população tem que exigir.
    Se não desligar, perde o cliente.

    • Tiago disse:

      Eu gosto mais duma novela que rola beio gay doque uma procaria de uma missa.

  3. Anti PT disse:

    A cada dia que passa a Globo se afunda no mar de lamas que ela mesmo criou.

  4. Edison Cunha disse:

    Rede Globo de Televisão, dá merda ela veio, para a merda ela voltará.

Pazuello anuncia que Brasil deve assinar acordo para produção de vacina de Oxford nesta semana

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O governo federal pode assinar nesta semana um acordo para produzir no Brasil a vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca, disse nesta terça-feira (23) o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello.

“Nós estamos fechando com a Casa Civil a assinatura já, o compromisso de participação do Brasil. Já estamos com as ligações paralelas com a universidade e com a AstraZeneca já bem adiantadas envolvendo aí a Fiocruz, a Biomanguinhos”, disse Pazuello durante audiência em uma comissão mista do Congresso Nacional que acompanha a pandemia.

“A Casa Civil está analisando essa assinatura nos próximos momentos, de hoje para amanhã, essa semana”, acrescentou o ministro.

Pazuello disse ainda que o governo também estuda parcerias similares para outras vacinas que se mostraram promissoras contra a Covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, até o momento.

No último fim de semana, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) iniciou os testes da vacina desenvolvida por Oxford em voluntários brasileiros, após esses exames clínicos terem sido aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no início do mês.

Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eduardo Peixoto disse:

    Ótima notícia. Parabéns, BG!

Flamengo anuncia acordo com jogadores para redução de 25% dos salários em maio e junho

Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

O Flamengo anunciou nesta terça-feira que chegou a um acordo com os jogadores para redução de 25% dos salários e postergação de direitos de imagem. A medida é uma consequência da crise causada pela pandemia do novo coronavírus, que interrompeu as competições. Ela valerá para os meses de maio e junho de 2020 e, passado esse período, a situação será novamente analisada.

Por meio de nota, o Flamengo informou ainda que os direitos de imagem, que seriam pagos em maio e junho de 2020, serão quitados em dez parcelas a partir de janeiro de 2021. O acordo não contempla o técnico Jorge Jesus e sua comissão.

Na nota, o clube cita ainda que a demissão de 6% dos funcionários, feita após as férias coletivas, foi uma necessidade “dolorosa”.

– As medidas tomadas esta semana (a mais dolorosa delas sendo a redução de aproximadamente 6% de seu quadro de colaboradores), aliadas a este importante acordo com os jogadores, ajudarão o Clube: a quitar todos os direitos trabalhistas dos ex-colaboradores; a preservar ao máximo o emprego e o pagamento em dia de mais de mil colaboradores, entre funcionários e atletas; a manter a prestação dos serviços para os 16 mil sócios da sua sede social e a continuar com a performance esportiva de excelência em todos seus esportes, desejo dos 42 milhões de torcedores que formam a Nação Rubro-Negra – diz a nota.

Veja a nota completa:

“A crise econômica resultante da pandemia da COVID-19 é grave e afeta a todos. Infelizmente, medidas duras são necessárias de forma a garantir a continuidade de todas as instituições e empresas. O Clube de Regatas do Flamengo, apesar de seu tamanho e sua situação financeira equilibrada, não está imune a isto.

Dentro desta nova realidade econômica, o Clube e seus jogadores do elenco do futebol profissional comunicam que firmaram um acordo de redução salarial e postergação de direitos de imagem, que valerá para os meses de maio e junho de 2020. Após este período, será feita uma nova avaliação a respeito dos impactos econômicos da pandemia e serão discutidos eventuais ajustes.

Para este primeiro momento, todo o elenco profissional de jogadores autorizou ao Clube uma redução correspondente a 25% de seus salários relativos aos meses de maio e junho de 2020. Além disso, autorizou ainda a postergação dos direitos de imagem que seriam pagos em maio e junho de 2020 para quitação em 10 parcelas, a partir de janeiro de 2021. Este acordo será formalizado entre o clube e os atletas nos próximos dias.

As medidas tomadas esta semana (a mais dolorosa delas sendo a redução de aproximadamente 6% de seu quadro de colaboradores), aliadas a este importante acordo com os jogadores, ajudarão o Clube: a quitar todos os direitos trabalhistas dos ex-colaboradores; a preservar ao máximo o emprego e o pagamento em dia de mais de mil colaboradores, entre funcionários e atletas; a manter a prestação dos serviços para os 16 mil sócios da sua sede social e a continuar com a performance esportiva de excelência em todos seus esportes, desejo dos 42 milhões de torcedores que formam a Nação Rubro-Negra.

Por fim, o Flamengo reafirma sua plena certeza de que, juntos, venceremos mais este desafio”.

Globo Esporte

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Odilson pires disse:

    Na verdade, o que deveria se rever no mundo. Eram esses altos salários desses jogadores de futebol!

Alcolumbre e Guedes entram em sintonia sobre o socorro financeiro a estados e municípios e fecham acordo

Foto: Reprodução/CNN

O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, fecharam o acordo sobre o pacote de socorro financeiro a estados e municipals. Assista vídeo em link AQUI com mais detalhes.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Raimundo disse:

    O governo quer acertar, basta que na boa vontade do congresso

  2. Cidadão Indignado disse:

    Derrotaram o gastador Rogério Maldoso Marinho!

Acordo do Cremern na Justiça Federal deve garantir novos leitos e fornecimento de EPIs

Foto: Reprodução

A juíza federal da 4ª Vara, Gisele Leite, homologou o acordo judicial feito entre o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte – CREMERN, o Governo do Estado e os Ministérios Públicos Federal e Estadual, que garantirá a implantação e funcionamento de 30 novos leitos de terapia intensiva adulto, além do fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPI´s) com a maior urgência para todos os profissionais da área de saúde da rede pública do Estado.

Os 30 novos leitos deverão ser distribuídos, sendo 10 (dez) leitos no Hospital Regional de Macaíba e 20 (vinte) leitos no anexo clínico do Hospital João Machado, em Natal, tudo com o escopo de enfrentamento emergencial da grave crise provocada pelo coronavírus. O acordo também prevê que todos os leitos sejam contemplados com equipamentos e mobiliários médico-hospitalares, fornecimento de acessórios, medicamentos, material médico-hospitalar, insumos e serviços profissionais.

Leia notícia completa aqui no Justiça Potiguar.

Trump faz acordo e 3M poderá exportar máscaras ao Brasil

Profissional da saúde participa de protesto por equipamentos de proteção adequados Foto: BRYAN R. SMITH / AFP

O governo dos Estados Unidos chegou, na segunda-feira, a um acordo com a 3M, uma das maiores produtoras de artigos hospitalares do mundo, permitindo que a empresa continue a exportar máscaras para a América Latina e o Canadá, algo que um decreto do presidente Donald Trump buscou suspender. Aliviando as tensões entre a companhia e a Casa Branca, o pacto prevê a importação de 166,5 milhões de máscaras nos próximos meses.

Anunciado durante a entrevista coletiva diária da força-tarefa do governo americano, o acordo estabelece que a 3M importará 55 milhões de máscaras ao mês por três meses, vindas majoritariamente de sua fábrica na China. As remessas serão somadas à produção doméstica da empresa nos EUA, que foi aumentada para 35 milhões ao mês e deverá crescer ainda mais. A multinacional, por sua vez, ficará livre para continuar a vender os equipamentos produzidos nos EUA para outros mercados, entre eles o canadense e o latino-americano.

— Posso anunciar que hoje chegamos a um acordo amigável com a 3M para a entrega de 55 milhões de máscaras adicionais, a cada mês, de alta qualidade — disse Trump, afirmando que “a saga 3M” terminará de maneira “muito feliz”.

Os detalhes foram confirmados horas depois pela 3M, que disse compartilhar “os mesmos objetivos” da Casa Branca de fornecer máscaras para os americanos “e combater criminosos que buscam tirar vantagem da crise atual”. O executivo-chefe da empresa, Mike Roman, disse ainda que sua companhia “continuará a trabalhar com governos para direcionar máscaras e outros utensílios para as áreas mais necessitadas”.

Um dos carros-chefe da multinacional, as máscaras N95 são essenciais para aqueles que estão na linha de frente do combate ao vírus, sendo capazes de filtrar 95% das partículas transportadas pelo ar. Muitos países, no entanto — entre eles os EUA — descobriram tardiamente que não tinham estoque suficiente do produto para lidar com a pandemia.

Lei de guerra

Apesar de uma relação inicialmente amistosa entre a 3M e a Casa Branca — o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, chegou a visitar a sede da empresa no início da crise — os impasses se acentuaram no último dia 2. Na ocasião, Trump invocou a Lei de Produção de Defesa, uma legislação de guerra criada em 1950, para acelerar o ritmo de fabricação de máscaras, respiradores e equipamentos hospitalares.

Uma segunda parte do decreto, no entanto, obrigava a 3M a suspender as exportações dos produtos, hoje destinados majoritariamente para os mercados da América Latina e do Canadá. A empresa questionou a decisão, apontando para “implicações humanitárias significativas decorrentes da suspensão do fornecimento” para estes países, dos quais “são fornecedores críticos”.

“Ao se suspenderem as exportações de máscaras produzidas nos EUA, outros países poderão retaliar e fazer o mesmo, como já fizeram. Se isso ocorrer, o número de máscaras disponíveis para os EUA diminuiria na prática. É o oposto do que nós e o governo, em nome do povo americano, queremos”, disse na ocasião.

Conforme se tornaram epicentro da Covid-19, os EUA assumiram protagonismo na disputa global por equipamentos médicos. Após uma pausa nas disputas comerciais com a China, os americanos fecharam um acordo para a compra de luvas, máscaras e roupas de proteção que serão transportadas em ao menos 20 voos fretados. Países como Brasil, França e Canadá, no entanto, viram suas encomendas canceladas. No caso do país europeu, os americanos chegaram a oferecer três vezes mais pelos utensílios.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eduarda disse:

    Vai vir um lote da Venezuela também ao que tudo indica.
    Só para petralhas, vem sob medida, o elástico tem que ser grande, que é pra poder passar por detrás das orelhas.
    Kkkkkkkkk
    Da lhe MITO.

  2. Lair solano vale disse:

    Três remédios contra a Covid : fucar em casa , se possível , higiene geral e permanente e obuso de máscara até dentro de casa.
    É bom também , gargarejar tudo morno ou quente várias x ao dia.

EUA chegam a acordo de US$ 2 trilhões para aliviar impactos do coronavírus na economia

Líder da maioria no Senado, senador Mitch McConnell — Foto: U.S. Senate TV/Handout via Reuters

Nos Estados Unidos, senadores dos partidos Republicano e Democrata e a Casa Branca chegaram na madrugada desta quarta-feira (25) a um acordo sobre um plano federal de estímulos de US$ 2 trilhões para aliviar as consequências da pandemia do coronavírus sobre a economia do país. O pacote deverá auxiliar trabalhadores, empresas e o sistema de saúde.

“Por fim, temos um acordo”, afirmou o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, antes de citar um “nível de investimentos de tempos de guerra”.

O valor equivale a aproximadamente R$ 10,2 trilhões, o que representa um montante maior do que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em valores correntes, que em 2019 totalizou R$ 7,3 trilhões.

O acordo, porém, ainda precisa ser afinado e detalhado. O pacote de estímulo poderá ser o mais amplo da história moderna americana. O texto do acordo só deve ser disponibilizado mais tarde nesta quarta-feira.

Senado e Casa dos Representantes precisam aprovar a legislação antes de enviá-la à sanção do presidente Donald Trump.

O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, chamou a medida de “maior pacote de resgate na histórica norte-americana”, descrevendo-a como o “Plano Marshall” para hospitais e necessidades médicas, em referência ao programa financiado pelos EUA que ajudou a reconstruir a Europa após a Segunda Guerra Mundial.

O que está previsto

O pacote prevê remuneração direta à maioria dos americanos, ampliação de benefícios de seguro-desemprego, dinheiro para estados e um programa para pequenas empresas poderem remunerar funcionários que precisam ficar em casa para conter o contágio do coronavírus no país.

Entre outras provisões, segundo a agência Reuters, o plano deve incluir:

US$ 500 bilhões para fundo voltado a ajudar indústrias afetadas com empréstimos e uma quantia similar para pagamentos diretos de até US$ 3 mil para milhões de famílias dos EUA
US$ 350 bilhões para empréstimos a pequenas empresas e 250 bilhões para auxílio-desemprego
US$ 100 bilhões para hospitais e sistemas de saúde, junto com dinheiro adicional para outras necessidades ligadas a saúde
US$ 150 bilhões para ajuda a governos locais e estatais para combaterem o surto

Negociações

A maratona de negociações envolveu senadores republicanos e democratas e a equipe do presidente Donald Trump.

O pacote quase não saiu porque legisladores democratas insistiram numa proteção mais ampla de trabalhadores e apontaram que um novo fundo de US$ 500 bilhões para auxiliar empresas em dificuldades devido à crise havia sido ignorado. Os democratas chegaram a barrar o acordo duas vezes, pedindo mais concessões.

Os democratas desejavam uma supervisão maior dos empréstimos para as grandes empresas, além do pagamento de salários para os funcionários demitidos e mais recursos para os hospitais.

Covid-19 nos EUA

Desde o primeiro caso nos Estados Unidos em janeiro, o novo coronavírus matou 796 pessoas, segundo um balanço da Universidade Johns Hopkins.

Mais de 55.000 pessoas foram infectadas no país.

Para evitar contágios que poderiam provocar o colapso dos hospitais, 100 milhões de pessoas, quase um terço da população, receberam determinações para permanecer em suas casas, provocando a suspensão de aulas, o fechamento de milhares de estabelecimentos comerciais e a demissões de milhões de trabalhadores.

Três congressistas foram diagnosticados com a COVID-19 e pelo menos 10 estão em quarentena, impedidos de votar.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Humberto disse:

    Quero ver agora o que o aprendiz de Presidente, que passou a vida praticamente toda no Congreesso como dEPUTADO PARASITA, SEM PROJETO ALGUM DE FUTURO, vai fazer.
    E seu rebanho militante vai defender de manhã uma coisa e de noite outra?
    Está cada dia mais difícil de defender quem não tem palavra, mente descaradamente, esconde o resultado dos seus exames e volta atrás o tempo todo.
    QUE HOMEM DESPREPARADO É ESSE GENTE?
    Inventa logo um exame ou procedimento de saúde e pede pra sair e deixa os adultos tomarem conta com Mourão no comando ou mesmo com o MANDETTA, Min. da Saúde, que está fazendo um bom trabalho a frente do Ministério da Saúde nessa hora de crise em que precisamos todos de um norte, apenas um e não de vacilações e contradições o tempo todo.

    • Soares disse:

      Pelo menos 1 trilhão de reais a menos, nós não teremos pra investir no país. Luladrão fez evaporar quando era o manda chuva chuva do país. Esse dinheiro seria determinante pra resolver boa parte do problema que temos hoje, mas muitos (serão os ruminantes divulgando pelas fresta do curral de adoradores de criminosos condenados) irão dizer, é outra história. Lamentável e irrecuperável