O blog acaba de ser informado que um grande número de moradores da zona Norte de Natal está sem internet e o motivo é, lamentavelmente, a ação de vândalos.
De acordo com o que o blog apurou, criminosos cortaram os cabos de fibra ótica que atravessam a Ponte de Igapó e deixaram moradores de várias operadoras sem sinal. O blog recebeu a notícia de que as empresas já estão registrando os boletins de ocorrência para que a Polícia possa investigar e identificar quem são os responsáveis pelo ato de vandalismo porque isso vem sendo recorrente.
Ou seja, as pessoas de bem pagam suas contas em dia, as empresas que investem em qualidade prestam o serviço e vândalos vão lá e, ao bel-prazer, prejudicam a vida de todos. Lamentável. Ainda bem que a polícia já está investigando para identificar esses vândalos.
se quando pegasse uma bandido deste, corta-se as duas mãos, ai eles pensariam um pouco antes de fazer de novo, mais não deve ser algum adolescente que nem pode ser preso muito menos levar uma surra e tirar as duas mãos, que tem os defensores destes bandidos de plantao
Uma proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, gerando intensos debates sobre seus impactos econômicos.
Segundo Antônio Carlos Vilela, vice-presidente da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), a mudança pode resultar em um custo estimado de R$ 180 bilhões anuais para a economia brasileira.
Em entrevista à CNN Brasil, Vilela contextualizou que, embora a redução da jornada de trabalho seja uma tendência natural em países desenvolvidos, é questionável se o Brasil está preparado para implementar essa mudança no momento atual.
“Em todo o país desenvolvido, bem-sucedido, é natural que se reduza a jornada de trabalho com o decorrer dos anos. O que nós, na Federação da Indústria, em todo o sistema da indústria, estamos questionando é se o Brasil chegou neste momento”, afirmou.
O representante da Firjan apontou diversos fatores que tornam o cenário brasileiro desfavorável para essa discussão: o ano eleitoral que favorece propostas populistas, a crise fiscal iminente, a baixa produtividade da indústria brasileira em comparação com outros países, os juros elevados e a escassez de mão de obra qualificada. “Como nós podemos distribuir vantagens ou reduzir carga de trabalho em um país que é considerado de baixa produtividade?”, questionou.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se manifestou nas redes sociais após o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Carnaval do Rio. O ponto que gerou reação foi a forma como o ex-presidente Jair Bolsonaro apareceu em uma alegoria, representado como um palhaço atrás das grades e usando tornozeleira eletrônica.
Em publicação no Instagram, Michelle criticou a representação e afirmou que o registro histórico deveria lembrar a prisão de Lula no passado. “Só para registrar um fato histórico: quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é registro judicial, não opinião”, escreveu a ex-primeira-dama, em tom de resposta direta ao enredo apresentado na Sapucaí.
Com o samba-enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a escola retratou momentos marcantes da trajetória política do presidente, desde a infância até o retorno ao Planalto. O desfile contou com o ator e humorista Paulo Vieira interpretando Lula na avenida, enquanto o presidente acompanhou a apresentação da área reservada, ao lado do prefeito do Rio, Eduardo Paes.
A participação da escola no Carnaval já vinha provocando reações políticas antes mesmo do desfile. Integrantes da oposição criticaram a homenagem, acusando o evento de possível promoção política em ano eleitoral e apontando o uso de recursos públicos. O governo federal destinou R$ 12 milhões para as escolas do Grupo Especial, sendo R$ 1 milhão previsto para a Acadêmicos de Niterói.
Apesar das ações na Justiça movidas por opositores, o desfile ocorreu normalmente e agora segue no centro do debate político, ampliando a polarização entre aliados e críticos do governo — especialmente após a repercussão da imagem de Bolsonaro na avenida.
Mesmo após a saída do ministro Dias Toffoli da relatoria do inquérito no STF, o escândalo envolvendo o Banco Master continua no centro das atenções do Congresso Nacional. Parlamentares articulam diferentes caminhos para manter o caso em evidência, com foco na abertura de novas investigações, acesso a informações sigilosas e convocação de pessoas ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro.
Duas comissões parlamentares de inquérito ainda aguardam instalação. Na Câmara, o pedido enfrenta fila de requerimentos, enquanto a CPMI depende da leitura do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre. Paralelamente, deputados e senadores decidiram acelerar ações dentro de colegiados que já funcionam, como a CPMI do INSS, a CPI do Crime Organizado e o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.
Desde que o caso veio à tona, em novembro do ano passado, parlamentares passaram a apresentar uma série de requerimentos ligados ao banco. Até agora, o grupo de trabalho da CAE, comandado por Renan Calheiros, foi o que mais avançou, realizando reuniões com autoridades e tentando acesso a documentos sob sigilo para aprofundar as apurações.
Na CPMI do INSS, parte dos pedidos relacionados ao Master acabou retirada da pauta, enquanto a CPI do Crime Organizado deve retomar o tema apenas depois do Carnaval. Já o senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, informou que solicitou ao ministro André Mendonça a devolução dos documentos referentes às quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico de Vorcaro.
A expectativa agora gira em torno dos depoimentos marcados para o fim do mês. A oitiva do banqueiro está prevista para 26 de fevereiro na CPMI do INSS, e o grupo da CAE também pretende ouvi-lo na mesma semana — sinal de que, mesmo sem uma CPI formal instalada, o Congresso deve manter o caso Master sob forte pressão política nas próximas semanas.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a intimação do ex-deputado Alexandre Ramagem na ação penal que apura danos ao patrimônio público e deterioração de bem tombado durante a chamada trama golpista. A decisão ocorre após a perda do mandato parlamentar, que havia suspendido temporariamente o avanço do processo.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles. Na intimação assinada em 11 de fevereiro, Moraes estabeleceu prazo de 15 dias para que a defesa apresente as alegações finais sobre as acusações formuladas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O processo havia sido paralisado em maio de 2025, quando o ex-parlamentar estava amparado pela imunidade prevista na Constituição e por resolução aprovada pela Câmara dos Deputados.
Com a cassação do mandato em dezembro do ano passado, o ministro decidiu retomar a tramitação da ação. Segundo o despacho, foram realizadas audiências por videoconferência em fevereiro para ouvir testemunhas e interrogar o réu. Após essa etapa, a PGR optou por não solicitar novas diligências, enquanto a defesa não apresentou manifestações adicionais.
Ramagem já havia sido condenado anteriormente, em outro desdobramento do caso, a 16 anos de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. A nova fase agora segue para a etapa final antes do julgamento na Primeira Turma do STF.
O ex-deputado, que foi diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo passado, transferiu residência para os Estados Unidos em setembro e atualmente é considerado foragido da Justiça brasileira. A apresentação das alegações finais deve abrir caminho para que o Supremo marque a data do julgamento.
Medidas adotadas pelo governo federal ao longo do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva devem retirar cerca de R$ 60,8 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em um período de três anos. O volume de saques e novas destinações de recursos acende alerta entre técnicos e integrantes do conselho do fundo, que veem risco de redução na capacidade de investimento em áreas como habitação, saneamento e mobilidade urbana.
Entre as ações recentes está uma medida provisória que abriu linha de crédito para Santas Casas e entidades voltadas ao atendimento de pessoas com deficiência, com previsão de uso de R$ 40 bilhões entre 2026 e 2030. Outra medida autorizou o saque do saldo remanescente para trabalhadores demitidos que haviam aderido ao saque-aniversário, elevando o impacto inicialmente previsto de R$ 7 bilhões para R$ 8,6 bilhões. Somados a liberações anteriores, os desembolsos ampliam a pressão sobre o caixa do fundo.
As mudanças chegam em um momento em que o orçamento do FGTS já havia sido aprovado com previsão de redução gradual nos aportes em títulos públicos, usados como reserva para situações emergenciais. Integrantes do Conselho Curador afirmam que decisões têm sido tomadas via medida provisória sem debate prévio com o colegiado, o que aumenta a preocupação sobre a sustentabilidade financeira do fundo nos próximos anos.
Especialistas também divergiram sobre o uso dos recursos. Enquanto críticos defendem que o dinheiro do FGTS pertence ao trabalhador e deveria priorizar habitação popular — como o programa Minha Casa, Minha Vida —, o governo argumenta que não há risco para as contas e que os indicadores financeiros permanecem estáveis. Ainda assim, técnicos admitem que haverá redução nos recursos destinados a aplicações em títulos do Tesouro.
Nos bastidores, a principal preocupação é equilibrar o uso social do FGTS com a manutenção de sua função original: servir de poupança do trabalhador e financiar políticas estruturantes. Para representantes da construção civil e entidades ligadas ao fundo, o desafio agora será evitar que sucessivos saques enfraqueçam a capacidade de investimentos futuros e comprometam a segurança financeira do sistema.
Encerrado o desfile da Acadêmicos de Niterói na Marquês de Sapucaí, a atenção agora se volta para o Tribunal Superior Eleitoral, que segue analisando uma ação que questiona se houve propaganda eleitoral antecipada em benefício do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a apresentação. O processo foi aberto após representação do Partido Novo, que apontou possível promoção política e uso de recursos públicos no evento.
Na semana passada, o TSE rejeitou um pedido para impedir o desfile antes que ele ocorresse. Os ministros entenderam que barrar previamente a apresentação poderia configurar censura a uma manifestação artística. Apesar disso, a Corte decidiu manter o processo ativo para avaliar, agora com o desfile já realizado, se houve excessos que ultrapassem os limites legais estabelecidos pela Justiça Eleitoral.
A relatora do caso é a ministra Estela Aranha. Com a conclusão do evento, os autores da ação poderão anexar novas provas, como imagens e trechos do samba-enredo, para sustentar a acusação. Depois dessa fase, as partes citadas — entre elas Lula, o PT e a escola de samba — devem apresentar defesa, seguida de parecer do Ministério Público Eleitoral, antes de o caso ser levado a julgamento em plenário.
Durante a análise da liminar, ministros do TSE já haviam sinalizado preocupação com possíveis abusos. O ministro Kassio Nunes Marques afirmou que a Justiça Eleitoral permaneceria atenta ao conteúdo do desfile, enquanto a presidente da Corte, Cármen Lúcia, classificou o cenário como “propício a excessos”. Já o ministro André Mendonça destacou que manifestações culturais podem se tornar problemáticas se ultrapassarem a fronteira entre arte e promoção eleitoral.
Pela legislação brasileira, a propaganda eleitoral só é permitida a partir de 5 de julho do ano da eleição. Antes disso, qualquer manifestação que possa influenciar o eleitor — ainda que sem pedido explícito de voto — pode ser analisada como irregular. Se a Justiça entender que houve infração, a punição prevista vai de multa de R$ 5 mil até valores equivalentes ao custo estimado da divulgação, podendo atingir tanto os responsáveis pelo evento quanto o beneficiado político.
O senador Sergio Moro criticou duramente o desfile da escola Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Carnaval do Rio. Em publicação nas redes sociais, Moro classificou a apresentação como um “deprimente espetáculo de abuso do poder”, afirmando que o enredo exaltou Lula sem abordar escândalos de corrupção e ainda trouxe ataques a adversários políticos.
Na postagem, o senador ironizou o desfile ao afirmar que “faltou o carro da Odebrecht e do sítio de Atibaia”, em referência a episódios que marcaram investigações da Operação Lava Jato. Moro também voltou a defender que a homenagem poderia ser interpretada como propaganda eleitoral antecipada, argumento que já vinha sendo levantado por integrantes da oposição antes da apresentação na Marquês de Sapucaí.
O desfile da Acadêmicos de Niterói, intitulado “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, marcou a estreia da escola no Grupo Especial do Carnaval carioca. O enredo percorreu a trajetória política do presidente, da infância em Pernambuco à chegada ao Palácio do Planalto, e foi acompanhado de perto por Lula, que esteve presente em camarote durante a apresentação.
A homenagem, no entanto, virou alvo de críticas e ações judiciais. Partidos e parlamentares de oposição tentaram barrar o desfile ou questionar repasses públicos à escola, mas pedidos apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral e ao Tribunal de Contas da União foram negados. A Justiça entendeu que impedir previamente o desfile poderia caracterizar censura, mantendo a apresentação na avenida.
Além da discussão política, a escola também esteve no centro de outra polêmica após a saída do presidente Wallace Palhares de um cargo na Alerj. Mesmo com o debate acirrado, o desfile seguiu normalmente e colocou a agremiação — fundada em 2018 — entre as grandes escolas do carnaval do Rio, dividindo holofotes com nomes tradicionais como Mangueira, Portela e Salgueiro.
A disputa por uma vaga no Tribunal de Contas da União entrou no radar da crise política em Brasília e pode romper um acordo articulado nos bastidores da Câmara. O compromisso firmado em 2024 previa que o Partido dos Trabalhadores indicaria um nome para substituir o ministro Aroldo Cedraz, mas a crescente polarização entre aliados de Luiz Inácio Lula da Silva e do bolsonarismo passou a ameaçar o entendimento.
O acerto teria sido costurado durante as negociações que garantiram a eleição de Hugo Motta para o comando da Câmara. O favorito do PT é o deputado Odair Cunha (PT-MG), considerado um nome moderado dentro da sigla. Porém, a entrada de candidatos como Danilo Forte (União-CE) e Hugo Leal (PSD-RJ) embaralhou o cenário e abriu espaço para uma disputa que pode deixar o acordo inicial pelo caminho.
Nos bastidores, o argumento dos adversários é que a indicação de um petista foi combinada sem aval das demais bancadas, o que teria gerado insatisfação. Além disso, o clima eleitoral pesa: parlamentares avaliam que o antipetismo pode fortalecer uma candidatura considerada “independente”, especialmente com o possível apoio da bancada do PL, principal partido de oposição na Casa.
Danilo Forte já se posicionou publicamente, afirmando que sua candidatura busca defender a autonomia da Câmara e criticando a concentração de indicações ligadas ao governo federal. Enquanto isso, lideranças tentam evitar o lançamento de múltiplos candidatos contra o nome do PT, já que a eleição ocorre em turno único e a divisão de votos pode acabar favorecendo Odair Cunha.
Com previsão de anúncio da disputa após o Carnaval, a eleição pode ocorrer ainda em março. O resultado será estratégico: o TCU é responsável por fiscalizar gastos públicos e analisar as contas do presidente da República, além de realizar auditorias no Congresso — o que transforma a escolha do novo ministro em uma batalha política de peso em pleno ano eleitoral.
A escola Acadêmicos de Niterói abriu o Grupo Especial do Carnaval do Rio neste domingo (15) com um enredo dedicado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O desfile contou a trajetória do petista desde a infância em Pernambuco, passando pela atuação sindical em São Paulo e chegando ao Palácio do Planalto, em uma narrativa marcada por forte carga política e simbólica na Marquês de Sapucaí.
Entre as cenas mais comentadas esteve a encenação da transição de poder entre governos recentes. A comissão de frente apresentou referências a momentos da política nacional, incluindo a passagem da faixa presidencial para Michel Temer, além de uma representação caricata de Jair Bolsonaro, simbolizado pelo personagem “Bozo”. Em outro momento, o desfile mostrou a volta de Lula ao poder e alusões a decisões judiciais envolvendo o ex-presidente.
Lula acompanhou o desfile de perto, em camarote oficial, ao lado do prefeito do Rio, Eduardo Paes, além de aliados políticos. O presidente chegou a ir próximo à pista e cumprimentar integrantes da escola, enquanto alegorias destacavam programas sociais, o período como metalúrgico e diferentes fases de sua vida pública.
A apresentação reacendeu o debate jurídico sobre possível propaganda eleitoral antecipada, já que Lula é considerado pré-candidato à reeleição. O Partido Novo acionou o Tribunal Superior Eleitoral para tentar barrar a homenagem, alegando uso político do desfile. A Corte rejeitou pedidos de suspensão prévia, argumentando que impedir o evento configuraria censura, mas manteve o processo em andamento para análise posterior.
Outro ponto que gerou controvérsia foi o financiamento do Carnaval, após a divulgação de que a escola recebeu cerca de R$ 1 milhão em recursos públicos destinados ao Grupo Especial. Agora, caberá à Justiça Eleitoral avaliar se houve ou não extrapolação dos limites legais, já que a propaganda eleitoral só é permitida oficialmente a partir de julho do ano de eleição.
Documentos sigilosos ligados ao Banco Master voltaram ao centro da CPMI do INSS. O presidente da comissão, Carlos Viana, solicitou ao ministro André Mendonça, novo relator do caso no Supremo Tribunal Federal, a devolução integral dos materiais sob sigilo relacionados ao empresário Daniel Vorcaro.
As quebras dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Vorcaro foram aprovadas pela CPMI em dezembro, no âmbito das investigações sobre fraudes em empréstimos consignados a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social. No entanto, os documentos foram retirados do acesso dos parlamentares por decisão liminar do ministro Dias Toffoli e permanecem sob guarda da Presidência do Senado.
Segundo Viana, os materiais são essenciais para a continuidade das investigações e para a elaboração do relatório final da comissão. Uma audiência institucional com André Mendonça está prevista para depois do Carnaval, e o depoimento de Vorcaro foi confirmado para o dia 26.
A CPMI apura a atuação do Banco Master na oferta de crédito consignado. Dados da Secretaria Nacional do Consumidor indicam que a instituição está entre as mais reclamadas por aposentados e pensionistas, sobretudo por irregularidades nesse tipo de operação.
se quando pegasse uma bandido deste, corta-se as duas mãos, ai eles pensariam um pouco antes de fazer de novo, mais não deve ser algum adolescente que nem pode ser preso muito menos levar uma surra e tirar as duas mãos, que tem os defensores destes bandidos de plantao
O problema é serem punidos!!! Com essa lei nossa!!!
Com a melhor do Brasil não teve problema
Tenho CABO TELECOM a numero 1 do Brasil e essa tudo normal.
Verdadeiro absurdo, mais um retrato da impunidade! Além de tudo, esses reparos causaram enorme transtorno no trânsito.
Aqui tenho cabo telecom e está normal