Nova moda da internet, bronzeamento do períneo traz riscos, dizem especialistas

Foto: Pixabay

Uma prática perigosa está se popularizando pelas redes sociais: o bronzeamento do períneo. Depois que uma influenciadora digital publicou uma foto alegando que a atitude traria benefícios — como aumento da energia vital, da libido e melhora na qualidade do sono — outras pessoas passaram a imitá-la. Mas especialistas alertam que a exposição solar desta região pode trazer riscos à saúde.

— Não existe nenhum estudo científico que comprove o benefício ao se pegar sol na região íntima — afirma a dermatologista Luiza Lopes.

O períneo é a região entre os órgãos genitais e o ânus.

— A região íntima é uma área de pele mais fina e com mais inervação sensitiva. Qualquer trauma nessa região, como uma queimadura solar, pode ser de mais difícil cicatrização e mais dolorosa, principalmente se estiver depilada, o que hoje é mais comum, tanto em homens quanto em mulheres — explica a dermatologista Natasha Crepaldi.

Por isso, não é indicado tomar sol no períneo, porque pode causar queimaduras de primeiro e segundo graus, causar bolhas, fissuras e rachaduras. De acordo com Luiza Lopes, pode ser grande o incômodo para o paciente.

Foi o que aconteceu com o ator Josh Brolin, que interpreta o vilão Thanos na saga do cinema ‘‘Vingadores’’. Ele usou as redes sociais para alertar seus seguidores sobre o perigo da prática. O ator afirma que sofreu queimaduras na região anal.

“Não faça isso! Eu passaria o dia fazendo compras com a minha família e, em vez disso, estou colocando gelo e passando cremes anti queimaduras por causa da dor”, revelou o ator em uma rede social.

A exposição solar desprotegida aumenta o risco de desenvolvimento de câncer de pele, como explica Elimar Gomes, coordenador do Dezembro Laranja, campanha contra o câncer de pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia:

— O melanoma pode acontecer em qualquer lugar da pele e mucosas. Mesmo em áreas não expostas ao sol, como a mucosa oral e genital.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roberto disse:

    Não tem gente que idolatra luladrão, então , existe gente para tudo, até para bronzear a piriquita kkkkkk

  2. Carlos Bastos disse:

    Não vejo nada de estranho, não teve pessoas que votaram em Bolsonaro, de brasileiro eu não vc duvido em nada

  3. Tamanduá disse:

    Por caridade!
    O que danado mais tá faltando no mundo e na cabeça desses idiotas.
    Homens queimando o C… no sol e as mulheres queimando a Cureta.
    É brincadeira!!!
    Kkkkkkkk
    Só rindo mesmo.

  4. Otavio disse:

    Isso ai é literalmente queimar a rosca.

  5. Cidadão disse:

    Coisa d esquerdistas sem futuro.

  6. PAULO disse:

    MAGOTE DE IDIOTA!!!!

  7. Humilde Iconoclasta disse:

    E ai da sobra gente pra votar no 13. Esse povo acredita em tudo mesmo.

  8. MUDA BRASIL disse:

    TEM GENTE QUE ACREDITA EM TUDO, OH DEUS.

    • Filgueira disse:

      Tem gente que acredita em MAMADEIRA de Piroca, Que viu Jesus no OiO da Goiabeira, Que a rachadinha do Queiroz é legal, que os laranjas do Partido do suco de laranja são honestos….
      Acordem e abram os olhos. Ninguém acredita mais nas besteiras que vcs vivem repetindo. Já está ficando doentio.

Fenômeno na internet, Bunitinho morre baleado na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio

Foto: Reprodução/Instagram

Morreu na madrugada desta quinta-feira o humorista Diego de Farias Pinto, conhecido como Bunitinho, fenômeno nas redes sociais que protagonizava memes compartilhados por internautas. Diego Buiu, como também era chamado, foi baleado na Rua Catugi, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio, após um baile funk realizado no morro do Dendê. Ele foi socorrido no Hospital municipal Evandro Freire, mas não resistiu aos ferimentos. A festa seria uma comemoração pelo aniversário de Marco Vinícius dos Santos, o Chapola, chefe do tráfico na região.

Outras três pessoas morreram. Segundo a polícia Militar, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) realizava uma operação na comunidade. Duas vítimas eram empresários da webcelebridade e estavam dentro de um carro com ele. São eles: Jorge Tadeu Sampaio de Oliveira e Jocelino de Oliveira Ferreira Júnior. O terceiro morto é Sidney Antunes Figueiredo, de 36 anos, amigo de Bunitinho, que estava em uma motocicleta.

Em nota, a Polícia Civil informou que Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) instaurou inquérito para apurar as circunstâncias das mortes. Foi realizada perícia no local e uma perícia complementar ao veículo já está programada. No comunicado, a corporação acrescenta ainda que equipes da unidade realizam diligências para localizar testemunhas e câmeras de segurança que possam auxiliar nas investigações.

No Twitter, o governador Wilson Witzel disse que ainda é necessário esclarecer mais informações sobre o caso.

“Bandidos dispararam seus fuzis contra a polícia no Morro do Dendê, uma comunidade ainda tomada por narcoterroristas. Até agora não temos todos os detalhes da operação. Determinei apuração rigorosa pela Delegacia de Homicídios sobre as 4 mortes”, escreveu.

Em nota, a Polícia Militar informou que agentes do Bope foram acionados no início da madrugada desta quinta-feira para verificarem uma informação do setor de inteligência sobre uma reunião de lideranças do tráfico de diversas localidades na comunidade do Dendê, Ilha do Governador. Um policial também ficou ferido na ação e foi socorrido ao Hospital Central da Polícia Militar (HCPM).

“Logo na chegada das equipes à comunidade, houve forte ataque dos criminosos, gerando intenso confronto. Após cessarem os disparos, os policiais encontraram um veículo batido em um poste, com três ocupantes feridos, e também um motociclista ferido”, diz o comunicado.

‘Um cara de bem’, descreve amigo de empresário morto

O fuzileiro naval Júlio César dos Santos, de 46 anos, amigo e vizinho de Jorge Tadeu, está chocado com as mortes. Morador de Santa Margarida, em Campo Grande, Santos disse que o conhece há dez anos.

— Era um cara trabalhador e motorista de Uber. Um cara do bem. Há cerca de dois anos passou a ser empresário de Bunitinho — disse Santos.

Tadeu deixa um filho de 1 ano.

— Tenho certeza que Deus o tem em um bom lugar. Era um trabalhador e um paizão para o Bunitinho. A gente (a família) não sabe o que aconteceu na comunidade — disse Walter Júnior, primo do empresário.

Jocelino de Oliveira, de 65 anos, relatou que ficou sabendo da morte do filho Júnior, de 36 anos, após ver as fotos de Bunitinho morto, que foram compartilhadas nas redes sociais.

— Meu filho trabalhava com Bunitinho há dois anos. Ontem, à noite, Juninho saiu para trabalhar como fazia várias vezes na semana. Eles sempre tinham agendas em comunidades do Rio. Estranhamos a demora dele em voltar para casa. Ligamos várias vezes, mas ele não atendia. Quando vi a foto de Bunitinho morto, me apavorei . Eles estavam no lugar errado e na hora errada — disse Jocelino, que está no IML do Centro do Rio para fazer a liberação do corpo.

Bunitinho durante encontro com o cantor de funk Nego do Borel Foto: Reprodução/Instagram

Bunitinho, que tinha deficiência mental, viralizou nas redes sociais no ano passado e tinha 400 mil seguidores no Instagram e quase 100 mil no Youtube. Ela já havia participado de programas de televisão e de rádio.

Aos 36 anos, ele fazia participações em eventos, parcerias com empresas e convivia com o meio artístico, sendo conhecido por cantores como Nego do Borel e Belo. Uma das marcas registradas era a gravação do vídeo “sextou”, no qual comemorava a chegada do fim de semana. Flamenguista, era conhecido pela torcida, principalmente após ter gravado um vídeo ao lado do jogador Rodinei.

Segundo Júlio Santos, ele cobrava de R$1,5 a R$2 mil por apresentação.

— O Bunitinho, que tinha um probleminha mental, trabalhava com os motoristas de vans de Santa Margarida e costumava gravar vídeos. As postagens estouraram nas redes sociais e os convites começaram a surgir. Há dois anos o Tadeu começou a trabalhar com ele — acrescentou o fuzileiro naval.

Extra – O Globo

 

Criador da WWW propõe contrato para “consertar” internet

Um grupo de 80 organizações, lideradas pelo criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, divulgou proposta de novo contrato para a internet, com o objetivo de servir como guia para a formulação de medidas e políticas públicas relacionadas ao ambiente online. Governos, empresas e entidades da sociedade civil são convidadas a endossar o documento, disponível em um site específico.

A iniciativa surge em meio a críticas acerca de malefícios associados ao mundo virtual, da difusão de notícias falsas e discurso de ódio ao abuso no tratamento dos dados e falta de segurança, com vazamentos e crimes cibernético. O propósito é que a internet seja acessível aos cidadãos e possa voltar a ser um espaço seguro para seus usuários.

O documento é formado por um conjunto de princípios, materializados em metas a serem assumidas pelos diversos agentes. Para os governos, um dos compromissos é garantir que todos possam se conectar à internet. Entre as metas estão conectividade a 90% da população até 2030, assegurar que pacotes de 1 giga não custem mais de 2% da renda média em 2025 e 70% dos jovens com habilidades de lidar com tecnologias digitais até 2025.

Os autores sugerem políticas públicas de incentivo fiscal para estimular investimentos, compartilhamento de infraestrutura e medidas de acesso aberto nas grandes redes de atacado, além de autoridades regulatórias com poder para promover essas ações. Essas estratégias devem ser estruturadas em torno de planos nacionais de banda larga voltados a atender parcelas excluídas da população.

Direitos

Também dirigido aos governos está o princípio de respeito à privacidade e a direitos relacionados aos dados dos usuários. A concretização passa por leis disciplinando a coleta e o tratamento de dados, assegurando como base a obtenção do consentimento livre, informado, específico e não ambíguo. Tais normas devem trazer os direitos aos titulares de acessar suas informações, opor-se a um tratamento ou a uma decisão automatizada, corrigir registros e fazer a portabilidade para outros controladores.

A promoção desses direitos envolve também limitar o acesso a dados de pessoas por autoridades ao que é necessário e proporcional ao objetivo, ancoradas em leis claras, vinculadas a ações motivadas pelo interesse público e sujeitas à análise do Judiciário. O texto recomenda que os próprios órgãos públicos diminuam a coleta de dados dos cidadãos e fiscalizem essa prática pelas empresas, de modo a verificar se ela corresponde à legislação e é feita de forma transparente.

Inclusão

Para as empresas, o contrato inclui princípios como ofertar internet acessível, que não exclua ninguém de seu uso e construção. Esse compromisso está ligado à presença de serviços e ferramentas que atendam à diversidade da população, especialmente aos grupos mais marginalizados. É o caso da disponibilidade de recursos em diversas linguagens, inclusive de minorias étnicas.

Uma internet inclusiva envolve também um serviço com continuidade, o fomento a redes comunitárias, a proteção do princípio da neutralidade de rede (o tratamento não discriminatório dos pacotes que trafegam) e a preservação de velocidades equivalentes de download e upload, de modo que os usuários possam ser não somente consumidores mas produtores de informação.

Outro compromisso proposto às empresas é o de desenvolver tecnologias que promovam o bem-estar e combatam abusos, de modo a potencializar a web como bem público e colocar as pessoas no centro. Essas companhias devem considerar e serem acompanhadas sobre como suas inovações geram riscos e impactos ao meio ambiente ou promovem direitos humanos, equidade de gênero e os objetivos de desenvolvimento das Nações Unidas.

A efetivação da prática envolve, segundo os autores do contrato, a consideração da diversidade da sociedade por meio da criação de canais de escuta aos públicos usuários e atingidos por essas tecnologias. A representação de grupos diversos deve estar também na composição da força de trabalho empregada na produção desses equipamentos.

Cidadãos

Para os cidadãos, o contrato convoca à participação na web como criadores e colaboradores, construindo comunidades fortes e comprometidas com o respeito à dignidade humana, e não utilizando as tecnologias digitais para práticas nocivas, como abuso, assédio ou difusão de informação íntima que viole a privacidade dos indivíduos.

O documento conclama os cidadãos a lutar por uma internet mais democrática e empoderadora. A mobilização passa pelo alerta por ameaças contra a internet e seu emprego como instrumento que provoque danos por parte de governos, empresas ou grupos privados. Os agentes do setor devem olhar para o futuro da internet como um bem público e um direito básico, conclui o texto.

Agência Brasil

 

MEC promete acesso à internet em 56% das escolas urbanas do país até o início de 2020 e beneficiar 11,6 milhões de estudantes

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta segunda-feira a liberação de R$ 82, 6 milhões para conectar 24,5 mil escolas urbanas. A medida é uma nova fase do programa “Educação conectada”, lançado pelo MEC em agosto. Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub , a expectativa é a de que até o início das aulas do próximo ano letivo todas essas unidades já estejam com banda larga. Essa fase do programa pretende conectar, no total, 56% das escolas urbanas brasileiras. Uma parte dos recursos já tinha sido liberada para para as escolas rurais em agosto.

De acordo com o MEC, o programa deve atingir 11,6 milhões de estudantes em todo país. A região com maior número de escolas beneficiadas nesta fase da iniciativa é o Sudeste, com 9.706 escolas; depois a região Nordeste, com 6977 escolas; a Sul com 4.226 escolas; Centro- Oeste com 1846; e Norte com 1.717. O ministro afirma que na região Norte boa parte das conexões é feita por satélite devido à dificuldade de acesso. Estão previstos R$ 115 milhões para implementação da iniciativa.

Durante coletiva, o ministro se recusou a responder questionamentos sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que aconteceu no domingo. Weintraub não deu informações sobre o andamento das investigações sobre a divulgação da foto de uma prova de redação.

– Estar em linha com o ensino hoje no mundo sem estar conectado à internet é um absurdo. Para o Brasil ter Enem digital a gente precisa dar condições iguais para todos os jovens e crianças terem acesso à internet – afirmou Weintraub.

Para conexão total, são necessários mais R$ 140 milhões

Segundo o ministro, atualmente há 23 mil escolas urbanas conectadas no país. Com a medida, outras 24,5 mil serão conectadas. Outros R$ 32 milhões serão destinados às escolas que já têm internet para que possam fazer manutenção. Os recursos são repassados pelo Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). O ministro estima que com mais R$ 140 milhões seria possível conectar todas as escolas do país.

Para aderir ao programa é necessário que a escola tenha mais de 14 alunos matriculados, no mínimo três computadores para serem utilizados pelos alunos, e ao menos um outro computador para uso administrativo.

Questionado sobre a realidade das escolas brasileiras, já que muitas não atendem estes requisitos, o secretário de Educação Básica do MEC, Jânio Endo Macedo afirmou que no próximo ano será aberto um pedido oficial junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para que essas escolas possam adquirir equipamentos.

– Queremos propiciar uma melhor condição de aprendizado para que, com essa conexão, consigamos levar novos conhecimentos, colaborando para reduzir a evasão – disse Macedo.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. hein? cuma? disse:

    Iniciativa maravilhosa, para países que tem cultura e cidadãos evoluídos… infelizmente em nossa sertania, apenas servirá para troca de "nudes" e visualização de sites pornográficos! Salvo a minoria de alunos que REALMENTE querem algo com o estudo, pesquisa e aprendizado. Coitado do meu Brasil.

Operação da Polícia Civil do RN e mais 11 estados, com apoio do Ministério da Justiça, mira mais de 300 sites e aplicativos por pirataria na internet

Operação conta com a participação das Polícias Civis de 12 estados – Divulgação Ministério da Justiça e Segurança Publica

A Polícia Civil de 12 estados realiza na manhã desta sexta-feira (1º) uma operação de combates a crimes de propriedade intelectual – a “pirataria”. São 30 mandados de busca e apreensão, bloqueio e suspensão de 210 sites e 100 aplicativos de streaming ilegal e remoção de perfis e páginas em redes sociais.

A pena para esses tipos de crimes prevê de dois a quatro anos de prisão e multa. A ação policial está em Amazonas, Bahia, Espirito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina e São Paulo.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública coordena esse trabalho que foi denominado de Operação 404. O nome faz referência ao código de resposta do protocolo HTTP para indicar que a página não foi encontrada ou não está disponível.

Metro Jornal

Detran reforça divulgação da grade de serviços disponíveis pela internet

Foto: Divulgação

O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) está reforçando a divulgação dos canais de atendimento online, ou seja, os serviços aos quais os usuários podem solicitar diretamente pela internet, acessados por meio do site do Detran, smartphone utilizando o aplicativo do Órgão e até mesmo junto ao Centro de Formação de Condutor ao qual o cidadão deseja fazer aulas teóricas e práticas para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação.

Atualmente, serviços como abertura de processos de renovação de CNH, segunda via de CNH, primeira Habilitação, CNH Digital, CNH Definitiva, Permissão Internacional para Dirigir (PID), agendamento de vistoria veicular, agendamento de teste prático de direção veicular, como também acesso a boletos e pagamentos de taxas podem ser realizados na comodidade da casa do usuário, utilizando apenas a plataforma de serviços online disponibilizada pelo Detran.

Os serviços online do Detran contam ainda com situações em que o usuário pode resolver tudo pela internet, sem a necessidade de se dirigir as centrais de atendimento. Essas situações se aplicam por exemplo, àqueles cidadãos que perderam a CNH ou precisam solicitar a CNH Definitiva. Nesses casos, todo o processo é iniciado e finalizado via online e o documento novo é enviado diretamente para o endereço do usuário cadastrado no sistema do Detran.

No caso da iniciativa do agendamento online de teste prático e vistoria veicular, o cidadão somente precisará vir ao Detran na data e horário selecionados pelo usuário por meio do sistema em funcionamento no site. Com isso, o deslocamento do usuário a uma das unidades do Detran é reduzido, já que muitas vezes o cidadão vinha ao posto do Detran agendar o teste prático e em outro dia realizava a prova prática de direção, assim como o serviço de vistoria, no qual o cidadão somente precisa comparecer no horário e data escolhidos.

Outro ponto importante é que o usuário dando entrada na solicitação via plataforma online já pode emitir o boleto de pagamento com a taxa cobrada pelo serviço escolhido. Dessa forma, a quitação pode ser feita pelo aplicativo do Banco do Brasil, imprimir a guia e pagar diretamente no caixa do banco, ou mesmo buscar uma agência do Pagfácil e informar o CPF, que o débito será localizado, podendo assim ser quitado pelo usuário, que chegará ao Detran com essa parte do procedimento concluída e dessa maneira agiliza a sequência do processo nas situações em que devem buscar as unidades físicas do Órgão.

O procedimento de solicitação dos serviços pela internet é simples e prático, bastando que o usuário entre no site do Detran e clique no botão “Consulta de Pessoas e Boletos” ou “Agendamento de Vistoria”. Na primeira situação, abre uma nova tela onde o sistema pede para que o cidadão insira os números do CPF e do registro da CNH, e logo após, clica em “consulta”. Dessa maneira, o usuário tem acesso aos dados da sua habilitação, a exemplo de possíveis débitos e de pontuação. Nessa mesma tela é possível visualizar os botões que dão acessos a segunda via da CNH, renovação de CNH, PID e CNH Digital. Já o usuário que deseja abri o processo de primeira habilitação, basta digitar o CPF e seguir as instruções fornecidas pelo sistema.

Já no caso do agendamento de vistoria, o cidadão clica no ícone no site e preenche os dados correspondentes a solicitação e em seguida escolhe a data e horário desejados.

Pedido de remédio à base de canabidiol pode ser feito pela internet

A partir desta quarta-feira (2), pacientes em tratamento de saúde a quem tenha sido receitado o uso de canabidiol podem solicitar a importação de produtos feitos à base da substância por meio de formulário eletrônico.

O novo guia de importação mediante prescrição de profissional de saúde legalmente habilitado deve ser preenchido no Portal gov.br, pelo paciente ou por um representante legal devidamente constituído.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o formulário eletrônico procura agilizar o atendimento às solicitações, eliminando etapas como a triagem dos processos instaurados manualmente. O simples preenchimento do documento disponibilizado no portal dá origem a um processo que pode ou não ser autorizado.

“Importante salientar que nada muda em relação ao passo a passo das solicitações. O que foi aprimorado foi o formulário para a realização de pedidos, além da adoção de uma nova porta de entrada para o requerimento”, explica a agência, em nota.

“As etapas do processo de pedido de análise de importação continuam as mesmas e incluem a necessidade de o paciente ter consultado um médico e obtido uma prescrição do medicamento. Depois disso, é preciso fazer um cadastro junto à Anvisa e solicitar a análise de importação. Após a avaliação técnica do pedido, o órgão autoriza a compra do medicamento, que é o que permite a importação pelo paciente.”

Além da recomendação médica, a autorização da Anvisa é requisito obrigatório para importar qualquer produto à base de canabidiol – substância química derivada da Cannabis sativa (a planta popularmente conhecida como maconha), que consta da lista de insumos sujeitos a controle prevista na Portaria nº 344, publicada pelo Ministério da Saúde em 1998.

Os critérios e procedimentos para importação, em caráter excepcional, de produtos feitos de canabidiol estão detalhados na Resolução nº 17, da Anvisa, de maio de 2015.

A resolução estabelece que a importação também pode ser intermediada por entidades hospitalares, unidade governamental ligada à área da saúde, operadora de plano de saúde ou entidade civil representativa de pacientes legalmente constituída, para o atendimento exclusivo e direcionado ao paciente previamente cadastrado na Anvisa. Nestes casos, o paciente deverá informar, ao se cadastrar no portal, os dados do responsável pela intermediação da importação.

Ainda de acordo com o texto, a importação de produtos à base de canabidiol em associação com outros canabinóides (dentre eles, o Tetrahidrocanabinol – THC, princípio ativo da planta da maconha, com propriedade alucinógena, e que exige controle, conforme preveem os acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário) elencados na resolução deve ser constituído de derivado vegetal; possuir teor de THC inferior ao de canabidiol; ser produzido e distribuído por estabelecimentos devidamente regularizados pelas autoridades competentes em seus países de origem e conter certificado de análise, com especificação e teor de canabidiol e THC, que atenda às exigências regulatórias das autoridades competentes em seus países de origem.

Agência Brasil

 

Pesquisa revela ‘raio x’ dos nossos filhos na internet

Foto: Nicola Giordano – Pixabay

A chegada da internet abriu um mundo de possibilidades que nós fomos aprendendo a explorar aos poucos, tateando e experimentando. Nossos filhos, ao contrário de nós, ainda usavam fraldas quando conheceram o primeiro tablete ou assistiram ao vídeo da Galinha Pintadinha no celular. Lembro do Samuca sentado no meu colo, chupeta na boca, pegando o mouse e fechando um pop-up que atravancou meu caminho enquanto eu tentava ler uma notícia. Aquele movimento para ele tão natural ainda me demandava alguns comandos mentais que muitas vezes demoravam a se realizar, confesso.

Essa naturalidade que eles lidam com as novas tecnologias (e eu dou risada quando vejo que usei o adjetivo ‘novas’ para falar de algo que começou a se popularizar há quase 30 anos) nos assusta, claro. É como se as crianças tivessem nascido com as chaves de um labirinto onde muitos de nós ainda se perde. Mas a gente, ao contrário delas, sabe que o Minotauro se esconde entre essas paredes. Há alguns anos li um artigo da psicóloga e agora colega de Estadão, Rosely Sayão, em que ela dizia que permitir que as crianças naveguem na internet sem supervisão seria o equivalente a “deixá-las sozinhas na praça da Sé”. Não poderia concordar mais e acho que a maioria dos pais já entendeu esse conceito, e vem agindo para educar digitalmente seus filhos.

Pesquisa TIC Kids online Brasil divulgada na última terça-feira nos ajuda a entender um pouco mais o que os nossos filhos fazem nas redes, quais são os riscos e as oportunidades que essa conexão tem trazido às suas vidas e me fez crer que a maioria de nós está no caminho certo. Esse estudo, realizado desde 2014 no Brasil (e que está alinhado com a rede europeia EU Kids Online, liderada pela London School of Economics, e com o projeto Global Kids Online, coordenado pelo Unicef) entrevistou 2964 crianças e adolescentes de 9 a 17 anos de todas as regiões do Brasil entre outubro do ano passado a março desse ano. Uma das perguntas feitas foi: o que mais gostam de fazer quando estão conectados?

A atividade digital preferida de 83% das crianças e adolescentes é assistir a vídeos, séries ou programas online. Ouvir música (82%), jogar sem estar conectado com outros jogadores (60%) e conectado com outros parceiros (55%) também foram citadas por eles.E qual a participação desses jovens em redes sociais como Whats App, Facebook e Instagram? Cerca de 82% já estão nessas plataformas.

“É um número bem expressivo, são cerca de 22 milhões de crianças e adolescentes”, revelou Luísa Adib, responsável pela pesquisa, durante coletiva de imprensa. E a rede queridinha dos jovens mudou, conta. “Pela primeira vez na nossa série histórica o número de crianças e adolescentes que estão no Whats App supera os que possuem perfil no Facebook.”. Adib, contudo, afirmou que a participação dos jovens na rede social de Mark Zuckeberg não pode ser desprezada. Já o Instagram, embora apareça em terceiro lugar, é o que teve o crescimento mais expressivo entre as crianças e os adolescentes (36% em 2016 para 45% em 2018) e já é a terceira plataforma com mais engajamento.

A boa notícia é que é possível ver que crianças e adolescentes têm divulgado menos informações privadas ou sensíveis nas redes se comparado aos estudos anteriores, destacou Luísa. Em 2013, quando os pesquisadores saíram a campo pela primeira vez, 93% dos jovens entrevistados afirmaram que haviam compartilhado fotos mostrando o rosto, 73% o sobrenome, 52% o nome da escola onde estudavam e 21% o número de seu telefone. Em 2018 houve uma queda significativa no fornecimento dessas informações pessoais. Quando o recorte é feito para os dados do último estudo, ‘apenas’ 15% dos adolescentes de 15 a 17 afirmaram terem enviado um vídeo ou uma foto para alguém que não conheciam pessoalmente e 6% dados pessoais para pessoas que não conhecem na vida off-line.

“Uma coisa que é importante destacar é que, embora (os pais) tenham que estar atentos aos riscos, eles não necessariamente incorrem em danos”, ressalvou Luísa. Ela acrescentou, ainda, que a “parte boa” das redes sociais tem prevalecido: 62% dos adolescentes de 15 a 17 anos revelou que usou essas plataformas “para fazer novos amigos”. Ainda bem. (Quer ter acesso à íntegra da pesquisa? Clique aqui.)

RITA LISAUSKAS – Emais – Estadão

 

FOTO: PF combate crime de pornografia infantojuvenil através da internet em Natal e apreende HD’s de três notebooks

A Polícia Federal cumpriu nesta quinta-feira, 13/06, em uma residência do bairro Planalto, Zona Oeste da capital potiguar, um mandado judicial de busca e apreensão expedido pela 14ª Vara da Justiça Federal/RN, com o objetivo de reprimir delito de armazenamento e/ou compartilhamento de imagens e vídeos de pornografia infantojuvenil através da internet.

Conduzida pela delegacia especializada em crimes virtuais da PF no Rio Grande do Norte, a investigação teve início há cerca de quatro meses quando, por meio de monitoramento do ambiente virtual, foi possível detectar um intenso trânsito de arquivos de conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. Em face do ocorrido foram obtidas pistas indicativas do provável local onde o crime estaria sendo praticado, o que possibilitou a PF representar judicialmente pela expedição do mandado de busca cumprido nesta data.

Na casa vistoriada foram apreendidos HD’s de três notebooks, os quais serão agora submetidos a análise pericial e, caso venha ser comprovado que os seus usuários mantinham armazenados e/ou compartilhavam arquivos de pedofilia no meio cibernético, poderão eles responder criminalmente pelos delitos tipificados nos artigos 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90), cujas penas somadas, em caso de condenação, podem alcançar até 10 anos de reclusão.

A gíria “top” dominou a internet e despertou a fúria do Padre Fábio de Melo

Imagem: Reprodução/Instagram

Você certamente já deve ter presenciado alguém dizendo “top” na roda de amigos.

Começou como uma gíria usado pelo público heterossexual, depois disso criou asas e virou deboche entre a comunidade LGBT, que depois resolveu adotá-la no seu vocabulário extenso.

O que poucas pessoas esperavam era que a gíria daria origem a outros termos derivados dela. E quem parece ter se irritado com isso foi o Padre Fábio de Melo, que manifestou sua insatisfação no Twitter.

“Não bastando o uso da famigerada expressão TOP, algumas pessoas evoluíram-na para TOPZERA. Não temos um só dia de sossego”, escreveu ele no tuite, que já ultrapassou as 37 mil curtidas.

O próprio tuite do Padre é a prova de que a palavra top se mistura muito bem: “Evoluíram-na para topzera”; a frase é praticamente uma obra de arte da língua portuguesa.

Sim, é um caminho sem volta

Mais do que top, topson:

Mais do que topson, topíssimo, topper:

Top da Silva porque o brasileiro precisa deixar sua marca:

Topzada, um top da pesada:

Maravilha de top:

O único top capaz de vencer Thanos:

É top para todos os lados:

Alguém tem dúvidas de que Aracy da Top Therm foi a grande precursora?

Sem mágoas, Padre, mas…

Universa – UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Breno disse:

    Rezar uma missa que é bom..

  2. Nica disse:

    Muitooooo pior é o tal de "tipo", aiiii que nervoso dá quando vc conversa com alguém e de dez palavras falam pelo menos nove vezes, "tipo"…

    • Valéria disse:

      Concordo plenamente, ridículo isso. Total falta de conteúdo e vocabulário

Falha no Cloudflare impediu acesso a boa parte da internet do Brasil

Se nesta terça-feira (14) você estava navegando e, de repente, não conseguiu abrir alguns sites, não precisa culpar a sua operadora e nem achar que já está na hora de trocar de celular: houve, sim, um problema técnico na internet brasileira que afetou o acesso a diversos sites hospedados no país.

O problema ocorreu nos servidores do Cloudflare, uma empresa de CDN (sigla para redes de distribuição de conteúdo) que opera no mundo todo, inclusive no Brasil. A função dela é, basicamente, fazer a ligação entre o servidor do provedor de internet do usuário e o do site que ele quer acessar, definindo qual é a forma mais rápida de entregar esse conteúdo para o usuário.

O que aconteceu nesta terça é que alguns servidores do país estão com instabilidade em suas operações (de acordo com o status da página da Cloudflare, o problema parece ter surgido no servidor de Porto Alegre), o que impediu que alguns usuários acessassem alguns sites do país.

De acordo com a página de status da Cloudflare, o problema ocorreu no servidor de Porto Alegre da companhia (Imagem: Cloudflare)

Como não foram todos os servidores brasileiros da Cloudflare que pararam de funcionar, o problema não foi algo que atingiu a todos os usuários, e enquanto alguns conseguiam navegar normalmente, outros por alguns minutos não conseguiram acessar alguns de seus sites preferidos.

No momento da publicação, a atualização de status do Cloudflare mostrava que o defeito já havia sido identificado e isolado (Imagem: Cloudflare)

De acordo com a página de status da empresa, o problema já foi identificado e isolado, e está no momento da publicação desta matéria aguardando uma correção. Enquanto isso, os outros servidores da empresa estão assumindo todas as operações de CDN do Brasil, e provavelmente os usuários não terão mais problemas em acessar qualquer site enquanto uma solução para o servidor de Porto Alegre não for encontrada.

CanalTech

Usuários da Cabo Telecom na Zona Sul de Natal reclamam de instabilidade e lentidão na internet nesta quarta

Getty Images/iStockphoto

Usuários da Cabo Telecom estão irritados com a qualidade da internet nesta quarta-feira(08). As reclamações, em maior volume, ocorrem na Zona Sul da capital, em bairros como Candelária, Neópolis e imediações.

A internet, segundo usuários, iniciou seu problema de lentidão no meio da noite dessa terça-feira(07). Durante esta quarta-feira(08), também relatos de instabilidade no sinal.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. JEGUEDEGUE disse:

    Essa CABOTELECOM já foi do tempo que prestou. Hj está 1 verdadeiro lixoo. Cara e ruim.

  2. DJAIR disse:

    Esse problema não e apenas na zona sul, na zona norte também estar ocorrendo, mas só que e diariamente, chegando a passar até mais de 30 minutos sem conexão ou em plena lentidão.

  3. Francisco S J Filho disse:

    Tempo de atendimento horrível, ao apresentar qq problema os telefones para reclamações/solicitações não funcionam, retorno das reclamações de insatisfação muito vagas, por vezes, desconexas. Quero ressaltar o profissionalismo dos técnicos.

  4. Jorgensen disse:

    Verdade que ela foi vendida para um grupo americano em 2015 ??

  5. Anti-Comunista disse:

    TEM QUE BUSCAR TECNOLOGIA NO VALE DO SILICIO NA CALIFORNIA ESTADOS UNIDOS.

  6. JACKSON disse:

    A cada dia que passa o serviço prestado pela cabo telecom esta piorando.

MISTÉRIO NA WEB – (FOTO): Tênis cinza ou rosa? Teste de cor volta a fazer sucesso na Internet

Foto: Reprodução/Girlsmouth

A polêmica da cor do tênis (“verde e cinza ou rosa e branco?”) está de volta. A brincadeira, que viralizou em 2017, voltou a aparecer, nesta sexta-feira (3) no TwitterFacebookInstagram e em correntes do WhatsApp. A discussão é parecida com a do vestido que muda de cor, viral de 2015, que ninguém sabia ao certo se era azul e preto ou branco e dourado. Depois disso, outros mistérios dividiram a Internet.

Desta vez, o desafio do tênis vem acompanhado de uma informação a mais, sobre o suposto motivo para que as pessoas vejam cores diferentes na mesma foto. De acordo com a mensagem que circula nas redes sociais, a razão seria o lado predominante do cérebro de cada um.

No Google Trends, ferramenta que monitora as buscas na Internet, o aumento do interesse pelo desafio começou na segunda-feira à noite, por volta das 21h. O pico das pesquisas sobre o assunto, até o momento, foi às 11h. No Twitter, usuários reproduzem o meme e questionam seus amigos sobre as diferentes interpretações da ilusão de ótica.

Em 2017, o TechTudo descobriu a verdadeira cor do tênis com a ajuda de um aplicativo. O PicsArt, app grátis para iPhone (iOS) e Android, conta com uma ferramenta de edição de imagem, que permite selecionar as cores e vê-las em uma escala. Ao fazer isso, o aplicativo aponta para a tonalidade real. Assim, o mistério foi resolvido: o tênis, na verdade, é da cor cinza e verde-água.

Na corrente que está viralizando desta vez, o texto traz uma informação a mais: o suposto motivo para que as pessoas vejam cores diferentes. “Já viram esse teste? Pessoas com dominância do lado esquerdo do cérebro enxergam tênis cinza e verde. As com dominância do lado direito enxergam rosa e branco”, diz a maioria das postagens.

Imagem que mostra as funções do lado direito e do lado esquerdo do cérebro viralizou junto com a foto do tênis — Foto: Reprodução/Facebook

De acordo com o médico Rafael Monteiro, neurologista do Hospital Samaritano, a corrente é baseada em uma teoria que não tem qualquer comprovação científica. “É mais ilusão de ótica do que a ver com os hemisférios do cérebro. Há uma parte do cérebro que é mais analítica e outra mais emocional, mas isso não tem como a pessoa controlar”, explica.

Segundo o neurologista, é possível que você consiga visualizar a cor verdadeira após descobrir qual tom pertence realmente à imagem. “A gente visualiza as cores quando a luz do objeto é captada pela retina que, depois, vai para o córtex visual – parte do cérebro que pega as informações que o olho enxerga e transforma em formas e cores. Ou seja, é só uma questão de percepção de cor”, finaliza.

Techtudo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Um saco de pipoca de isopor para quem assinalar a resposta certa.
    – O tênis acima pertence a:
    a) Ministra Damares
    b) Gove do Góipi
    c) Gerentona Dilma
    d) Comediante Danusa D'salles
    e) Ex-bbb Jean Wyllys

Milhões de dados de usuários do Facebook são expostos na internet

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Milhões de dados de usuários do Facebook foram encontrados expostos ao público na internet, sem qualquer tipo de proteção, revelaram especialistas da empresa de cibersegurança UpGuard nessa quarta-feira (3).

O grupo de pesquisadores descobriu dois conjuntos separados de dados, armazenados em servidores da Amazon. As informações podiam ser acessadas por qualquer pessoa, sem a necessidade de senha.

O maior bloco de dados estava vinculado à empresa mexicana Cultura Colectiva, que armazenou publicamente na nuvem mais de 540 milhões de dados de usuários coletados no Facebook, incluindo comentários, reações e nomes de perfis.

O segundo conjunto de dados, ligado ao extinto aplicativo do Facebook At the Pool, era significativamente menor, mas continha, entre outros dados, fotos e senhas de 22 mil usuários.

A UpGuard acredita que as senhas eram para acessar o aplicativo, e não a conta do usuário na rede social, mas a sua divulgação coloca em risco internautas que costumam usar as mesmas senhas em várias contas, alertou a empresa.

Segundo o Facebook, todas as informações expostas já estão seguras. “Uma vez alertados sobre o problema, trabalhamos com a Amazon para derrubar os bancos de dados. Temos o compromisso de trabalhar com os desenvolvedores em nossa plataforma para proteger os dados das pessoas”, afirmou um porta-voz em comunicado.

A nota diz ainda que a empresa está investigando o incidente e busca descobrir por que esses dados foram armazenados em servidores públicos. “As políticas do Facebook proíbem o armazenamento de informações em bancos de dados públicos”, disse.

Segundo a companhia, os usuários serão informados se forem encontradas evidências de que as informações expostas na internet foram mal utilizadas.

A exposição desses dados não é resultado de um ataque de hackers aos sistemas da rede social, mas é mais um exemplo de como o Facebook permite que terceiros coletem grandes quantidades de dados de usuários, sem controlar a maneira como essas informações são usadas ou protegidas.

“Os dados expostos não existiriam sem o Facebook, ainda assim esses dados não estão mais sob o controle da rede social”, afirmam os pesquisadores. “Em cada um desses dois casos, a plataforma facilitou a coleta de dados sobre indivíduos e sua transferência para terceiros, que se tornaram responsáveis por sua segurança.”

Nos últimos anos, o Facebook se viu envolvido em vários escândalos relacionados à gestão da privacidade dos dados dos usuários, que mancharam consideravelmente a imagem pública da empresa.

A maior polêmica que teve que enfrentar começou em março de 2018, quando foi revelado que a companhia de consultoria britânica Cambridge Analytica utilizou um aplicativo para compilar milhões de dados de usuários da plataforma sem o seu consentimento e com fins políticos.

A empresa se serviu de dados da rede social para elaborar perfis psicológicos de eleitores, que supostamente foram vendidos à campanha do presidente americano, Donald Trump, durante as eleições de 2016.

O Facebook é a rede social mais usada no mundo, com 2 bilhões de usuários mensais. Além disso, a empresa é dona do WhatsApp e do Instagram, também utilizados por bilhões de pessoas.

Agência Brasil, com informações da Deutsche Welle (agência pública da Alemanha)

 

Ministério da Justiça e Segurança Pública divulga dados de operação no país contra pornografia na internet; subiu para 141 o número de suspeitos

Operação policial prendeu 141 pessoas suspeitas de crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes na internet (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Subiu para 141 o número de suspeitos de cometer crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes na internet presos em flagrante durante a quarta fase da Operação Luz na Infância, deflagrada nessa quinta-feira (28), em todo o país. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29), em Brasília, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Conforme já havia antecipado, ontem, o delegado Alesandro Barreto, coordenador do laboratório de Inteligência Cibernética, da Secretaria de Operações Integradas, do ministério, a maior parte das prisões ocorreu no estado de São Paulo, onde foram detidos 61 investigados – e não 63, número inicialmente divulgado.

Em seguida, aparecem os estados de Goiás e Minas Gerais, com dez prisões cada. No Acre, foram cumpridos seis mandados de detenção, mesmo número que no Paraná.

Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso e Rio de Janeiro registraram cinco ocorrências, cada.

Quatro prisões em flagrante foram cumpridas em Mato Grosso do Sul – mesmo número que no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. No Pará, houve três mandados de prisão.

Em Alagoas e em Pernambuco houve duas detenções em cada estado. Por fim, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Sergipe registraram, cada um, uma prisão.

Mandados judiciais de busca e apreensão

Além das detenções em flagrante, foram cumpridos 266 mandados judiciais de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados em todo o país. Mais de 1,5 mil policiais civis dos 26 estados, além do Distrito Federal, participaram da nova fase da Operação Luz na Infância.

Segundo o delegado Alesandro Barreto, a maioria dos presos é do sexo masculino, tem entre 19 e 29 anos, vive em estados da Região Sudeste e pertence a diferentes classes sociais. Já entre as vítimas, há crianças a partir dos 2 anos de idade.

“São crianças que são abusadas por parentes, por pessoas próximas. Nas operações anteriores, vimos que a parte mais importante deste trabalho é identificar vítimas e tirá-las da situação de abuso e exploração”, disse Barreto, destacando a capacidade das polícias estaduais e federal de identificar quem comete crimes cibernéticos.

A produção, a guarda e a disseminação de material digital contendo cenas de pornografia infantil foram identificadas por equipes do Laboratório de Inteligência Cibernética, da Secretaria de Operações Integradas, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Punição

A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de um a quatro anos de prisão. Já quem compartilha pode ser condenado a uma pena de três a seis anos.

A produção de conteúdo relacionado a crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes pode ser punida com quatro a oito anos de detenção. Somadas, as três primeiras fases da Operação Luz na Infância resultaram em mais de 400 prisões e instauração de vários inquéritos.

Ontem, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou que operações semelhantes voltarão a ser realizadas.

“A operação revela os propósitos da criação da Secretaria de Operações Integradas, com todo o poder de coordenação e operações entre as polícias estaduais; entre as polícias estaduais e federais e entre as forças federais”, comentou Moro.

“Já foram feitas operações semelhantes a esta no passado, mas não com esta envergadura. Certamente, vamos realizar novas ações desta espécie”, acrescentou.

Segundo ele, as investigações vão continuar e, a partir da análise do material apreendido, será possível identificar a eventual rede de conexões existente entre os investigados e outros internautas.

“Este é um crime muito grave e que nos traz um desgosto por atingir muito fortemente a nossa infância e adolescência”, acrescentou Moro, garantindo que as autoridades não vão tolerar práticas criminosas.

Agência Brasil

Ministério da Justiça e Segurança Pública coordena operação nacional contra abuso e exploração sexual infantojuvenil praticados na internet; Força-tarefa envolve Polícia Civil do RN

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte participa, nesta quinta-feira (28), da Operação Luz na Infância 4, que cumpre um mandado de busca e apreensão em um alvo no Estado. A força-tarefa, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MSP), envolve Polícias Civis do Distrito Federal e de 26 Estados. Desde as primeiras horas da manhã, as equipes procuram acusados de crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet. Mais informações serão divulgadas ao longo do dia.

Os alvos foram identificados pela Diretoria de Inteligência da Secretaria de Operações Integradas do MJSP, com base em elementos informativos coletados em ambientes virtuais, que apresentavam indícios suficientes de autoria e materialidade delitiva. Esse conhecimento produzido foi repassado às Polícias Civis – em especial às delegacias de proteção à criança e ao adolescente, e de repressão a crimes informáticos – que, por sua vez, instauraram inquéritos e solicitaram aos juízes locais para expedição dos mandados de busca e apreensão.

As ações simultâneas mobilizam um efetivo de mais de 1500 policiais em todo o país. A ação desencadeada é decorrente de cooperação mútua entre a Diretoria de Inteligência e a Diretoria de Operações, ambas vinculadas à Secretaria de Operações Integradas do MJSP. Houve também colaboração da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, por meio da Adidância da Polícia de Imigração e Alfândega em Brasília (US Immigration and Customs Enforcement-ICE), oferecendo cursos e capacitações que subsidiaram as quatro fases da Operação Luz na Infância.