Cabo da PM de Mossoró salva a vida de criança vítima de afogamento no Ceará

Foto: reproduzido via O Câmera

O blog O Câmera, de Mossoró, destaca nesta segunda-feira(30) que uma ação rápida e eficaz do cano Silva Júnior, do Grupo Tático Operacional da Policia Militar do Rio Grande do Norte, salvou a vida de uma criança no Estado do Ceará.

Segundo conta, o militar que é lotado no 2º Batalhão de Policia em Mossoró, estava no seu momento de folga na cidade de Aracati e quando percebeu a aflição da família com uma criança desfalecendo, vítima de afogamento num clube da cidade, resolveu intervir. O Câmera ainda destaca que as habilidades do militar foram de fundamental importância para a reanimação e os primeiros socorros da criancinha, que foi conduzida para uma unidade de saúde da cidade.

“Esse tipo de ocorrência não é muito comum, mas acredito que a satisfação é enorme e deve ser uma ação muito melhor e mais gratificante do que prender alguém”.

Leia matéria na íntegra aqui.

Vândalos cortam cabos e deixam moradores da Zona Norte sem internet

O blog acaba de ser informado que um grande número de moradores da zona Norte de Natal está sem internet e o motivo é, lamentavelmente, a ação de vândalos.

De acordo com o que o blog apurou, criminosos cortaram os cabos de fibra ótica que atravessam a Ponte de Igapó e deixaram moradores de várias operadoras sem sinal. O blog recebeu a notícia de que as empresas já estão registrando os boletins de ocorrência para que a Polícia possa investigar e identificar quem são os responsáveis pelo ato de vandalismo porque isso vem sendo recorrente.

Ou seja, as pessoas de bem pagam suas contas em dia, as empresas que investem em qualidade prestam o serviço e vândalos vão lá e, ao bel-prazer, prejudicam a vida de todos. Lamentável. Ainda bem que a polícia já está investigando para identificar esses vândalos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. JOAO MARIA disse:

    se quando pegasse uma bandido deste, corta-se as duas mãos, ai eles pensariam um pouco antes de fazer de novo, mais não deve ser algum adolescente que nem pode ser preso muito menos levar uma surra e tirar as duas mãos, que tem os defensores destes bandidos de plantao

  2. Junior pinheiro disse:

    O problema é serem punidos!!! Com essa lei nossa!!!

  3. Newton disse:

    Com a melhor do Brasil não teve problema

  4. Newton disse:

    Tenho CABO TELECOM a numero 1 do Brasil e essa tudo normal.

  5. Alex disse:

    Verdadeiro absurdo, mais um retrato da impunidade! Além de tudo, esses reparos causaram enorme transtorno no trânsito.

  6. Andrea disse:

    Aqui tenho cabo telecom e está normal

Major da PM é afastado por suspeita de homicídio na ZN

O major da Polícia Militar, André Luíz Fernandes da Fonseca, será investigado após o surgimento de denúncias que o apontaram como autor de um homicídio praticado na zona Norte de Natal, durante a madrugada da quinta-feira passada. O Comando-geral da PM o afastou da 1ª Companhia Independente, em Macau, enquanto ocorrem as investigações. Procedimentos já foram instaurados na Corregedoria e o comandante-geral da PM, coronel Francisco Araújo, solicitou que as denúncias fossem também apuradas pela Corregedoria-geral da Secretaria de Segurança e pelo MPE.

O ex-presidiário Leonardo de Souza, 25 anos, foi executado com disparos de espingarda calibre 12 dentro da sua residência, no bairro de Nossa Senhora da Apresentação. O homem, que já cumpriu cerca de dois anos de prisão em virtude de condenação por tráfico de drogas, vinha relatando ameaças e ataques sofridos. Leonardo havia sofrido dois atentados, oportunidade nas quais foram mortos o seu cunhado e uma amiga. Mostrando marcas de tiros pelo corpo, a vítima fatal havia concedido anteriormente entrevista ao programa Patrulha Policial, da TV Ponta Negra, e disse estar sendo perseguido por policiais.

Após o homicídio da quinta-feira passada, a mulher da vítima, testemunha do crime, voltou a reafirmar as denúncias contra policiais. Ao Patrulha Policial, a mulher relatou que homens encapuzados com fardas da Polícia Militar invadiram a casa onde o casal morava durante a madrugada dizendo que estavam apurando denúncias de que ali ocorria tráfico de drogas. “Entraram dizendo que estávamos traficando drogas ali. Pediram para eu trocar de roupa e quando voltei, pediram para eu me afastar. Depois, dispararam duas vezes contra o meu marido, acertando ele na barriga”, disse.

Leonardo morreu no local. A mulher denunciou os supostos autores do crime: “Foi o major Fernandes e o outros não deu para ver porque estavam encapuzados. Achava que isso não ia acontecer porque pensava que não sabiam onde a gente moravam, mas eles descobriram. Foi na minha frente. Quero Justiça. O meu marido não fazia nada de errado”, afirmou a mulher. O coronel Araújo concedeu entrevista à TN durante a manhã de ontem e esclareceu o posicionamento da Corporação. De acordo com o comandante, o major já foi ouvido em termos de declaração e apresentou documentos de testemunhas que confirmam que o oficial sequer estava em Natal no momento do crime. O coronel reforçou o pedido realizado ao MP, como fiscalizador da atividade policial, para que investigasse o caso. De acordo com informações do comandante, o major se apresentará à Corregedoria da Secretaria de Segurança.

Major pedirá habeas corpus preventivo

Há 19 anos na Polícia Militar, o major Fernandes rebateu as acusações da mulher da vítima, as quais considerou infundadas. “Quem fala por mim são quase três mil testemunhas. Estive em convenções e coordenando a segurança em festejos na região de Macau na hora do crime. Não poderia estar em Natal na hora do crime”, disse à TRIBUNA DO NORTE ontem à tarde. O seu advogado, Augusto Saraiva, disse que entrará com pedido de habeas corpus preventivo. “A mulher será ouvida pelo Ministério Público na próxima semana e estamos nos precavendo caso o MP queira pedir a prisão do major baseado no que ela disser”, informou Saraiva.

O advogado contestou as informações apresentadas pela imprensa e disse estar acontecendo um pré-julgamento dos fatos. “O que foi apresentado não é verdade. Não houve investigação para que as pessoas saiam falando que isso ocorreu ou não. Já há um prejuízo muito grande ao meu cliente pelas informações veiculadas”, afirmou.

O major Fernandes atribuiu as acusações ao trabalho realizado de combate ao tráfico de drogas. “Dois irmãos do Leonardo foram presos por mim em Ceará-Mirim. Nunca tive nenhum problema com ele e, inclusive, não o vejo desde 2008”. O oficial comandou o policiamento em Ceará-Mirim, antes de ser transferido para Macau. “Não tenho nada a esconder. A decisão de me afastar ocorreu para preservar a instituição da PM. Mas estou à disposição para qualquer esclarecimento necessário”, declarou o oficial.

Fonte: Tribuna do Norte

Advogado apresenta defesa do cabo Jeoás no Tribunal de Justiça da Bahia

A defesa do Cabo Jeoás Santos, no processo que corre contra ele no Tribunal de Justiça da Bahia por ter participado da greve dos policiais militares baianos, foi apresentada na última quarta-feira. O Cabo Jeoás é ex-presidente e atual coordenador de Direitos Humanos da Associação dos Cabos e Soldados da PM/RN e vice-presidente da Associação Nacional dos Praças – Anaspra.

De acordo o advogado Paulo César Ferreira da Costa, a linha seguida pela defesa é de negativa da autoria com o pedido de absolvição sumária, já que não há nenhuma fundamentação que comprove que ele tenha cometido os crimes aos quais ele está sendo acusado, formação de quadrilha e incitação. Caso o juiz não o absolva, o processo prosseguirá será aguardada a data da audiência de instrução, que deve ocorrer somente no segundo semestre. “Na defesa alego que o Cabo Jeoás é um representante da categoria policial militar e como vice-presidente da Associação Nacional dos Praças tinha o direito e o dever de estar presente na mobilização na Bahia. A sua presença não caracteriza nenhum ato de vandalismo”, explicou.

Greve na Bahia

A greve dos policiais militares da Bahia durou 12 dias, tendo sido iniciada no dia 31 de janeiro, quando os grevistas ocuparam a frente da Assembleia Legislativa, em Salvador, e nos dias seguintes o prédio. Cerca de 10 mil PMs, de um efetivo de 32 mil homens, aderiram ao movimento. A paralisação foi realizada para reivindicar a criação de um plano de carreira para a categoria, além do pagamento da Unidade Real de Valor (URV), adicionais de periculosidade e insalubridade, gratificação de atividade policial incorporada ao soldo, anistia, revisão do valor do auxílio-alimentação e melhores condições de trabalho, entre outros pontos.

Dois dias após o início da greve, a justiça baiana decretou a ilegalidade do movimento e determinou a suspensão do mesmo. Doze mandados de prisão contra líderes grevistas foram expedidos, sendo que quatro foram cumpridos, um deles contra o Cabo Jeoás, que esteve em Salvador por apenas quatro dias. O representante dos policiais militares se entregou ao Comando da Polícia Militar do RN, no dia 14 de fevereiro, e permaneceu preso no Batalhão de Operações Especiais – BOPE por quarenta dias. Jeoás foi solto por após a decisão favorável do pedido de habeas corpus.