Economia

VOCÊ NÃO LEU ERRADO: Banco Central é alvo de críticas por excesso de transparência

Foto: Alliance/DPA

Por muito tempo, o Banco Central (BC) foi chamado de caixa preta. Ultimamente, porém, as queixas são por excesso de transparência. Operadores e analistas do mercado reclamam, de forma reservada, da sinalização explícita sobre o rumo dos juros no médio prazo.

As críticas chegaram aos ouvidos do BC, que resolveu responder. “Achamos que a transparência é importante”, disse o presidente do BC, Roberto Campos Neto, num evento recente. “Os ruídos que a transparência causa são curados com mais transparência, não com menos.”

O que incomoda é que, desde a sua reunião de março, o Comitê de Política Monetária (Copom) vem indicando um ajuste parcial da taxa de juros, ou seja, a manutenção de algum grau de estímulo monetário ao final deste ano. Há grande chance de a sinalização acabar neste mês, mas a polêmica segue.

O argumento central dos que reclamam do excesso de transparência é que o BC não consegue prever com muita exatidão o que vai fazer seis meses adiante. Assim, apenas sinaliza fraqueza ao se apegar antecipadamente a um cenário de menos alta de juros. Isso, segundo esse raciocínio, levou a uma maior desancoragem das expectativas de inflação. “O mau uso da transparência acaba sendo contraproducente”, afirma um economista do mercado.

Nas últimas décadas, os bancos centrais caminharam do segredo quase absoluto das suas operações para uma transparência crescente. O ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o BC americano) Alan Greenspan se orgulhava por ser opaco nos seus pronunciamentos. No Brasil, até a criação do Copom, em 1996, o Banco Central dizia que se comunicava pela sua mesa de juros.

“A transparência ajuda na política monetária”, afirma o economista José Julio Senna, chefe do Centro de Estudos Monetários do Ibre-FGV. “Quando o participante do mercado entende o que o banco central está fazendo, antecipa os movimentos, já caminha na direção desejada.”

Senna reconhece que há uma dosagem ótima para a transparência, que, se for ultrapassada, poderia ser contraproducente. Mas pondera que a sinalização de ajuste parcial dos juros foi correta – as críticas, segundo ele, devem-se a um mau entendimento em setores do mercado sobre o que foi de fato sinalizado pelo BC.

Para ele, o Banco Central não assumiu um compromisso imutável com um ajuste parcial de juros. Na verdade, disse que, com o cenário traçado na última reunião do Copom, incluindo projeções de inflação e balanço de riscos, antecipava um ajuste parcial de juros.Isso é parte do regime de metas de inflação, que especialistas chamam de “inflation forecast targeting”, ou mirar as projeções de inflação. “Se as coisas mudarem até lá, o Copom fará diferente.” O Copom, ressalta o economista, comprometeu-se a fazer o que for necessário para cumprir a meta de inflação.

O economista-chefe da Órama, Alexandre Espírito Santo, cita um dos grandes teóricos de política monetária, Alan Blinder, que defende a transparência em um livro clássico sobre a operação dos bancos centrais. “Sistemas de metas de inflação, por essência, necessitam de transparência”, afirma. “Agora, o ponto exato é difícil afirmar.” No caso atual, diz, a comunicação do BC deixa espaço para adequar a sua ação a riscos inflacionários, que ele vê como crescentes.

Um especialista em política monetária diz que há limites para a transparência, dadas as complexidades de operar a política monetária no mundo real, sobretudo a dificuldade de os mercados entenderem mensagens cheias de nuances e de ressalvas sobre incertezas. Mas, para ele, no caso da sinalização de ajuste parcial, o problema não foi exatamente a sinalização em si. “Grande parte do mercado não gosta ou concorda com a leitura do BC sobre o cenário prospectivo – e reclama por isso.”

Uma discussão viva é sobre a diferença entre transparência e explicitude nas decisões futuras de política monetária. Transparência é abrir dados, projeções, toda a sorte de informações. Outra coisa é ser explícito sobre a trajetória futura dos juros, que os agentes do mercado, inevitavelmente, entendem como compromisso. O Banco Central enfrenta um equilíbrio delicado: na medida em que esvazia o caráter de compromisso da trajetória de juros, dilui-se o efeito pretendido de influenciar a visão do mercado sobre qual será a trajetória dos juros no futuro.

A confusão que setores do mercado fazem entre compromisso e sinalização condicional não é nova. Em março de 2018, o Banco Central, na gestão Ilan Goldfajn, começou a ser mais transparente sobre os passos futuros, e deu uma sinalização condicional de um corte de juro de 0,25 ponto percentual para a reunião seguinte. Mas, como o cenário ficou menos positivo, manteve o juro inalterado em 6,5% ao ano – e sofreu críticas por não cumprir o seu “compromisso”.

Em entrevista ao Valor na época, Ilan explicou a comunicação do BC. “Estou querendo ir na direção de bancos centrais mais maduros. Eles divulgam a trajetória esperada de juros, e não só da inflação. Há um entendimento de que um “guidance” [sinalização para os juros] muda se as condições mudam. Estávamos tentando fazer a mesma coisa, com um pouco menos de ambição. Estávamos tentando dizer isso para a próxima reunião, para as próximas duas reuniões.”

De lá para cá, o BC passou a sinalizar seus passos mais imediatos, mas isso não gerou ruído. Em março, disse que subiria os juros em 0,75 ponto na reunião seguinte, de maio; em maio, voltou a sinalizar 0,75 ponto para o encontro subsequente, neste mês. O que gerou confusão, agora, é a sinalização mais de médio prazo, com foco no fim do ano.

Esse aprendizado, que ocorre ao longo do tempo, é que está por trás da aposta de Campos Neto na ampliação de transparência, mesmo com custo de ruídos.

Valor

Opinião dos leitores

  1. Tem que manter a transparência e independência do Banco Central! A independência do BC foi uma das poucas coisas boas que o governo do MINTO aprovou até agora…

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Acidente

Carreta carregada de melancias capota na BR-304 em Mossoró

Foto: Redes sociais

Uma carreta carregada com melancias capotou na BR-304 em Mossoró, na manhã desta sexta-feira (22).

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o condutor teria desobedecido uma ordem de parada, provocando o acidente. Ele teve apenas ferimentos leves.

O acidente aconteceu por volta das 7h10 próximo a ponte do Rio Angicos. Uma carreta que transportava parte da torre de uma usina eólica estava passando sob a ponte com a ajuda de uma escolta, já que a carga possuia excesso lateral.

A escolta particular do veículo interditou a ponte para que a carreta com a torre eólica trafegasse no trecho, mas segundo a PRF, o motorista de uma carreta carregada com melancias desobedeceu a ordem.

Ao perceber que não conseguiria passar pela ponte, o motorista tentou frear, acabou perdendo o controle e capotou para o lado de fora da via.

O motorista da carreta teve apenas ferimentos leves. Já o outro veículo não chegou a ser atingido. A rodovia não ficou bloqueada.

G1 RN

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Clima

Temperatura vai beirar os 40°C no RN durante fim de semana; veja previsão

Foto: Divulgação

Praia e piscina serão boas opções para os potiguares neste fim de semana. Com previsão de poucas chuvas somente no litoral e tempo firme no restante do estado, a temperatura vai beirar os 40°C em algumas regiões. As informações são do site de previsões meteorológicas Climatempo.

Para Natal, a temperatura vai variar entre os 24°C e 31°C, com umidade relativa do ar chegando a 72%. Há a possibilidade de chuvas para a tarde e noite do sábado e domingo (24), mas com probabilidade de 90% para o domingo.

Na região Seridó, temperatura alta e poucas chances de chuvas. A previsão aponta para possibilidade de tempo instável somente para a tarde e noite do sábado, mas sem chuvas no domingo. A umidade relativa do ar vai variar entre 26% e 78%. Em Caicó, a temperatura vai variar entre 25°C e 37°C.

A situação do Seridó será semelhante na região Oeste, mais especificamente em Mossoró. Apesar da temperatura ser um pouco mais baixa, girando entre 23°C e 36°C, a chance de chuva é superior a 90% entre a tarde e noite do sábado. Na capital do Oeste, a umidade relativa do ar vai chegar aos 90%.

As temperaturas mais altas serão no Alto Oeste potiguar. Mesmo com previsão de chuvas para sábado e domingo, no turno da noite, a umidade relativa do ar também vai atingir a casa dos 90%, com temperatura variando entre 24°C e 38°C.

Com informações de Tribuna do Norte

http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/temperatura-vai-beirar-os-40a-c-no-rn-durante-fim-de-semana-veja-previsa-o/523633

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Saúde

RN registra 02 óbitos por Covid nas últimas 24 horas; novos casos são 91

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta sexta-feira (22). São 371.687 casos totalizados. Na quinta-feira (21) eram contabilizados 371.447, ou seja, 240 novos casos em comparação com o dia anterior, destes, 91 confirmados nas últimas 24 horas.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.372 no total. Com registro de dois óbitos (Natal e Parnamirim) ocorrido nas últimas 24h. Na quinta (21) eram 7.369 mortes. Óbitos em investigação são 179.939.

Recuperados são 260.484. Casos suspeitos somam 179.939 e descartados são 750.212. Em acompanhamento, são 103.831.

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Saúde

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 41,1%

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 41,1%, registrada no final da manhã desta sexta-feira (22). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 128.

Até o momento desta publicação são 106 leitos críticos (UTI) disponíveis e 74 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 78 disponíveis e 54 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 44,4% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 38,6% e a Região Seridó tem 16,7%.

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Saúde

COVID: RN possui 106 leitos críticos e 78 leitos clínicos disponíveis

O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 12h00 desta sexta-feira (22).

Neste período, havia 01 pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e 01 aguardavam avaliação. Foram registrados disponíveis 106 leitos críticos e outros 78, sendo clínicos.

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Esporte

BOICOTE? Seleções podem deixar a Fifa por causa da Copa do Mundo; entenda

Foto: Michael Regan / Fifa/ Getty Images

A Fifa está estudando possibilidades de realizar a Copa do Mundo de um modo diferente: a cada dois anos. Acontece que muitas pessoas e profissionais da área contestam esse estilo, entre elas seleções de vários países. Mais de 10 das 55 federações que pertencem a Uefa estão dispostas a deixar a Fifa caso isso aconteça, de acordo com a agência de notícias ”AP”.

Os países nórdicos, que constituem uma região da Europa setentrional e do Atlântico Norte, estão liderando a lista para cancelar essa possibilidade.

”Se uma maioria na Fifa decide adotar uma proposta sobre o Mundial bienal, as associações nórdicas de futebol deverão considerar mais ações e cenários que estejam mais próximos de nossos valores fundamentais do que o que representa a ideia atual da Fifa”, disse, em comunicado geral, as seleções de Noruega, Finlândia, Islândia, Ilhas Faroé, Dinamarca e Suécia.

Possibilidade existe!

Essa possibilidade realmente pode acontecer, isso porque de acordo com com o artigo 18, uma seleção pode deixar a entidade caso esteja sem dívidas pendentes, além de realizar uma carta comunicando a saída em até seis meses antes do fim do ano civil.

JC – UOL

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Saúde

OMS: Covid pode ter matado 80 mil a 180 mil profissionais de saúde

Foto: © 03/07/2020 Reuters / Fabrice Coffrini / Direitos reservados 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que podem ter morrido entre 80 mil e180 mil profissionais de saúde desde o início da pandemia, em todo o mundo. O diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, defende que os profissionais de saúde devem ter prioridade na imunização e cita críticas ao processo desigual de acesso às vacinas.

O mais recente relatório da OMS estima que dos 135 milhões de profissionais de saúde no mundo, entre 80 mil e 180 mil podem ter morrido de covid-19 no período entre janeiro de 2020 e maio de 2021.

“Dados de 119 países sugerem que, em média, dois em cada cinco profissionais de saúde e cuidadores em todo o mundo estão totalmente vacinados. Mas é claro que essa média mascara as enormes diferenças entre regiões e grupos econômicos”, declarou Tedros Adhanom.

Segundo o diretor-geral da OMS, na África menos de um em cada dez profissionais de saúde foi totalmente vacinado. Diferentemente, na maioria dos países com economias fortes, mais de 80% dos profissionais de saúde estão totalmente vacinados.

“Apelamos a todos os países para garantir que todos os profissionais de saúde e cuidadores tenham prioridade na vacinação contra a covid-19, juntamente com outros grupos de risco”, afirmou o diretor.

Desde que as primeiras vacinas foram aprovadas pela OMS, há mais de dez meses, milhões de profissionais de saúde ainda não foram vacinados. A “denúncia” surge, dirigida aos países e empresas que controlam o fornecimento global de doses, acrescentou.

Annette Kennedy, presidente do Conselho Internacional de Enfermeiros, lamenta as muitas mortes que ocorreram desnecessariamente. “Poderíamos ter salvado muitas vidas”, disse.

“É uma acusação chocante dos governos. É uma acusação chocante da falta de proteger os profissionais de saúde que pagaram o último sacrifício com as suas vidas”, destacou Annete.

“Eles agora estão exaustos, devastados, física e mentalmente. E há uma previsão de que 10% desses profissionais partirão em pouco tempo”, acrescentou a presidente da organização internacional de enfermeiros.

A OMS quer que cada país vacine pelo menos 40% da população até o fim deste ano. Mas o fornecimento insuficiente de vacinas poderá impedir o cumprimento da meta.

Tedros Adhanom disse ainda que 82 países estão em risco de não atingir esse  índice.

Agência Brasil

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Economia

Mercado abre em queda depois de debandada na Economia; dólar vai a R$ 5,71

Foto: Reprodução / Pixabay

O Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), cai 1,12%, aos 106.534 pontos às 10h21 desta 6ª feira (22.out.2021). Em 20 minutos a B3 perdeu 1.200 pontos. O dólar sobe 0,67%, cotado aos R$ 5,71.

O mercado está reagindo à saída de 4 integrantes do Ministério da Economia, anunciada na 5ª feira (21.out.2021). Os secretários que comandavam o Tesouro Nacional, Bruno Funchal e Jeferson Bittencourt pediram demissão, assim com a secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, Gildenora Dantas, e o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Rafael Araujo. Com isso, o ministro Paulo Guedes já perdeu 22 assessores desde início do governo.

O motivo para as saídas são as discussões sobre mudança do teto de gastos. As demissões foram anunciadas no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados, com o apoio do governo de Jair Bolsonaro (sem partido), manobra para mudar a regra fiscal.

Ainda na 5ª feira (22.out), a comissão especial da Câmara aprovou o texto. Na proposta para o pagamento das dívidas judiciais está uma alteração na regra do teto de gastos.

Atualmente, o teto de gastos é corrigido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado em 12 meses até junho do ano anterior ao de sua vigência. A PEC altera o cálculo para a inflação de janeiro a dezembro.

O relatório do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) abre um espaço de R$ 83 bilhões no Orçamento do ano que vem. O objetivo do governo é usar parte desse valor para bancar o Auxílio Brasil em 2022, ano eleitoral.

Com a mudança, o temor no mercado por um possível descontrole fiscal no país aumentou. A bolsa de valores fechou a 5ª feira (21.out) já em queda de 2,75%, e foi aos 107.735 pontos. O dólar teve alta de 1,92%, cotado aos R$ 5,67. As demissões na Economia vieram depois do fechamento do mercado.

O presidente Bolsonaro descartou os temores dos operadores em sua live na 5ª feira (21.out). “Aí fica o mercado nervosinho. Se vocês explodirem a economia do Brasil, pessoal do mercado, vocês vão ser prejudicados também. Querem acreditar na minha palavra ou na da Miriam Leitão?”

Poder360

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Saúde

Vacina da Pfizer contra covid-19 é 91% eficaz em crianças, aponta estudo

Foto: © Geovana Albuquerque / Agência Saúde DF

Dados divulgados nesta sexta-feira (22) pela Pfizer apontam que doses da vacina contra a covid-19 da farmacêutica para crianças de 5 a 11 anos são seguras e apresentaram eficácia de quase 91% na prevenção de infecções sintomáticas. A divulgação ocorre em meio às análises feitas pelos Estados Unidos para aplicação do imunizante para a faixa etária.

De acordo com a Associated Press, as aplicações no país podem começar no início de novembro se os reguladores americanos derem sinal verde. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos (FDA, na sigla em inglês) deve publicar sua revisão independente dos dados de segurança e eficácia da empresa no final do dia.

Os consultores do FDA vão debater publicamente as evidências do imunizante na próxima semana. No país, a vacina é autorizada para maiores de 12 anos, porém pediatras e famílias aguardam a nova aprovação voltada a crianças mais novas como forma de conter as infecções crescentes da variante delta e ajudar a manter as crianças na escola. A administração do presidente Joe Biden comprou doses suficientes para imunizar todas as crianças de 5 a 11 anos de idade.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Estudo patrocinado pela própria Pfizer? Puxa vida q surpresa ! Eu q n vacino meus filhos !! Crianças n precisam dessa vacina

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Mundo

Explosão seguida de incêndio deixa 16 mortos em fábrica de pólvora na Rússia

Foto: Ministério de Situações de Emergência da Rússia via AFP

Dezesseis pessoas morreram após uma explosão seguida de incêndio em uma fábrica na região de Riazan, na Rússia, informou o Ministério de Situações de Emergência do país nesta sexta-feira (22).

O ministério diz que o incêndio ocorreu “no final de um processo tecnológico” da fábrica de pólvora, que fica a cerca de 270 km dda capital Moscou.

No local eram fabricados explosivos industriais para uso civil, mas as instalações também tinham capacidade para produzir munições.

Autoridades divulgaram inicialmente que sete pessoas tinham morrido e nove estavam desaparecidas, mas depois anunciaram que todos os desaparecidos estavam mortos.

Mais de 170 bombeiros e socorristas foram mobilizados para tentar controlar as chamas.

A explosão pode ter sido causada por uma “violação dos processos tecnológicos e das normas de segurança”, uma fonte disse à agência de notícias russa Interfax.

G1

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