Política

Após anunciar teste negativo para coronavírus, Bolsonaro volta a trabalhar no Planalto

Foto: Marcos Corrêa/PR

Após anunciar pelas redes sociais que deu negativo o teste que fez para identificar a presença do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro deixou a residência oficial do Palácio da Alvorada no início da tarde desta sexta-feira (13) e voltou a trabalhar no Palácio do Planalto.

Ao sair do Alvorada, o presidente parou para conversar com apoiadores. Ele ficou a uma distância de cerca de três metros do grupo. Diariamente, Bolsonaro costuma cumprimentar, abraçar e fazer “selfies” com os visitantes.

“Apesar de o meu teste ter dado negativo, eu não vou apertar a mão de vocês. Nunca tinha visto ali qualquer problema. Se bem que, para a imprensa que está ouvindo ali, se eu tivesse com o vírus ou não tivesse, não estaria sentido nada. Vida segue normal, um grande desafio pela frente, muitos problemas para serem resolvidos”, afirmou o presidente.

Na quinta e na manhã desta sexta, Bolsonaro recebeu auxiliares e ministros na residência oficial. Nesta sexta, estiveram no Alvorada o secretário de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Nabhan Garcia, e o presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo.

Bolsonaro, família, políticos e membros do governo que viajaram para os Estados Unidos na semana passada fizeram exames na quinta (12), após a confirmação de que o secretário de Comunicação do Planalto, Fabio Wajngarten, contraiu Covid-19, a infecção provocada pelo novo coronavírus.

O secretário, que está em quarentena domiciliar, integrou a comitiva de Bolsonaro na recente viagem à Flórida. Entre outros compromissos, Bolsonaro teve um jantar no resort Mar-a-Lago oferecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Wajngarten esteve no encontro e ficou próximo dos dois chefes de Estado. Imagens feitas durante a viagem mostram que o secretário chegou a apertar a mão dos dois chefes de Estado. Questionado sobre o caso na quinta, Trump disse “não estar preocupado”.

Bolsonaro tem sido monitorado pelo serviço médico da Presidência. Ele cancelou compromissos públicas, como uma viagem ao Rio Grande do Norte que estava prevista para esta quinta (12), e usou máscara no Palácio da Alvorada.

G1

Opinião dos leitores

  1. Quem vai vim contaminado da Europa vai ser o ladrão de nove dedos Lula. Quebrado ele voltar vai ficar de quarentena na papuda.

  2. Não sou defensor do mesmo, porém quem deseja o mau aos outros colhe o mau, graçass a Deus deu negativo pra ele e que muitos outros alcance essa graça.

    1. Se acontecer dentro de casa, já sabe a quem recorrer né? Zé ruela!

    1. Creio que, com esse comentário, você e sua familia estão imunes. Boa sorte!

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Geral

Grupo Fictor, que tentou comprar o Master, pede recuperação judicial

Foto: Reprodução

O Grupo Fictor entrou junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) com um pedido de recuperação judicial. A holding detém uma dívida de, aproximadamente, R$ 4 bilhões.

Em nota, a empresa afirma que o pedido de recuperação judicial “é consequência da crise de liquidez momentânea originada a partir de 18 de novembro do ano passado, quando o Banco Central decretou a liquidação do Banco Master”.
Segundo a Fictor, um consórcio liderado por ela iria adquirir o Master. A instituição que pede a recuperação judicial se diz vítima da ação do Banco Central no Master.

“A reputação do grupo foi atingida por especulações de mercado, que geraram um grande volume de notícias negativas, atingindo duramente a liquidez da Fictor Invest e da Fictor Holding”, diz trecho do comunicado distribuído à imprensa.

Em 17 de novembro de 2025, o Grupo Fictor anunciou que que compraria o Banco Master por R$ 3 bilhões. No dia seguinte, no entanto, o Banco Central decretou a liquidação do banco de Daniel Vorcaro e a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Compliance Zero, que levou o banqueiro e outros integrantes da cúpula da instituição financeira para a cadeia.

Metrópoles

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Economia

Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda (2)

Foto: Reprodução

O novo salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segundafeira (2) aos trabalhadores. O valor pode ser conferido no contracheque referente a janeiro.

O reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025.

O aumento segue a política de valorização do salário mínimo, que combina INPC (inflação) e crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), respeitando os limites do arcabouço fiscal, que restringe o reajuste a 2,5% acima da inflação do ano anterior.

Os aposentados e pensionistas do INSS(Instituto Nacional do Seguro Social) começaram a receber o novo salário mínimo no último dia 26. O pagamento segue até sexta-feira (6), conforme o número final do cartão, sem considerar o dígito verificador.

CNN

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Política

Em ano eleitoral, Lula terá agenda de lançamentos e inaugurações

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá uma agenda de inaugurações e lançamentos em todo o país no primeiro semestre deste ano.

A relação de compromissos tem sido preparada pela Casa Civil, com a contribuição de todas as pastas da Esplanada dos Ministérios.

O objetivo é que o petista participe do máximo de cerimônias antes da vedação eleitoral, a partir de julho, quando o agente público não pode marcar presença.

Segundo relatos feitos à CNN, a ideia é priorizar eventos no Sudeste e no Nordeste, considerados cruciais na estratégia eleitoral do presidente.

O primeiro reúne os três maiores colégios eleitorais do país, onde direita e esquerda disputam preferência no processo eleitoral.

O segundo costuma garantir vantagem à esquerda, nos últimos processos eleitorais, para compensar vantagem da direita no Sul e no Centro-Oeste.

As últimas pesquisas eleitorais mostraram que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem melhorado seu desempenho no Sudeste.

Por isso, Lula tem se dedicado nas últimas semanas a definir palanques estaduais tanto em São Paulo como em Minas Gerais.

Um segundo turno nos dois estados, segundo aliados do presidente, é considerado crucial para evitar uma derrota nas eleições presidenciais.

CNN

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Geral

Senado ignora CPMI e dados do WhatsApp de Vorcaro ficam com Alcolumbre

Foto: Vinicius Schmidt/Metrópoles

A CPMI do INSS foi esvaziada de informações consideradas centrais para a investigação ao ter ignorado, pela Advocacia do Senado, um pedido formal para acessar dados sigilosos do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Com isso, as informações seguem sob controle exclusivo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sem qualquer compartilhamento com o colegiado.

A informação é da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. Na prática, Alcolumbre mantém em mãos a quebra dos sigilos telemáticos de Vorcaro enviados pela Meta, que incluem registros de contatos e grupos no WhatsApp, além de dados bancários e financeiros. Conforme já revelado, os documentos apontam movimentações expressivas, com faturas de cartão de crédito que chegam a R$ 2,4 milhões mensais.

A concentração do material ocorreu após decisão do ministro Dias Toffoli, do STF, em 12 de dezembro, que determinou o envio de todos os dados sigilosos de Vorcaro ao gabinete da presidência do Senado. Desde então, a CPMI perdeu acesso às informações, apesar de ter solicitado formalmente à Advocacia do Senado que peticionasse ao Supremo para reverter a medida — o que nunca foi feito.

A CPMI havia aprovado a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Vorcaro por conta da relação do Banco Master com o INSS, no âmbito da oferta de crédito consignado a aposentados. Diante do impasse, o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou que solicitou audiência com Dias Toffoli para tratar da devolução do material, enquanto cresce a insatisfação entre parlamentares com o esvaziamento da investigação.

Com informações do Metrópoles

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Política

STF retoma atividades com caso Master, assassinato de Marielle e emendas parlamentares no centro da pauta

Foto: Antonio Augusto/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma os trabalhos nesta segunda-feira (2) com uma série de processos de forte impacto político no radar. Um dos principais focos é o caso envolvendo o Banco Master, que ainda concentra investigações pendentes, quebras de sigilo e questionamentos sobre decisões tomadas durante o recesso, especialmente aquelas relacionadas ao ministro Dias Toffoli.

Conforme apurou a CNN, o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, deixou aberta a possibilidade de revisão de decisões adotadas no caso após o retorno das atividades. Em nota, Fachin afirmou que não se furtará a conduzir ou validar eventuais revisões, desde que feitas pelos meios regimentais, afastando qualquer influência de pressão política, manifestações populares ou críticas da imprensa.

Outro tema de destaque é o julgamento do assassinato da vereadora Marielle Franco. A expectativa é que, já em fevereiro, o STF leve a julgamento o ex-deputado federal Chiquinho Brazão e outros réus acusados de participação no crime. Além disso, a Corte deve avançar em processos que investigam o desvio de recursos por meio de emendas parlamentares, envolvendo deputados do PL, com julgamento previsto para março.

O STF também deve enfrentar debates relevantes no plenário, como os limites do foro privilegiado e a chamada “uberização”, que discute o vínculo empregatício entre trabalhadores de aplicativos e plataformas digitais. No campo penal, seguem no radar ações envolvendo Eduardo Bolsonaro e a possível conclusão do inquérito que apura o ex-presidente Jair Bolsonaro no caso das joias sauditas, o que pode resultar em nova denúncia a ser analisada pela Corte.

Com informações da CNN

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Economia

Impostos sobre consumo ganham espaço na arrecadação apesar do discurso de Lula de taxar os mais ricos

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

Apesar do discurso do governo Lula de ampliar a tributação sobre os mais ricos, os impostos incidentes sobre renda e patrimônio perderam participação na arrecadação federal nos primeiros anos da atual gestão. Dados da Receita Federal mostram que esses tributos representavam 42% do total arrecadado em 2022, último ano do governo anterior, e caíram para 40% em 2025, dentro de um montante de R$ 2,8 trilhões.

No mesmo período, quem ganhou peso foram os impostos sobre consumo, que afetam de forma mais direta a população de baixa renda. A participação dos tributos sobre bens e serviços subiu de 24,8% para 26,8% do total arrecadado, enquanto as cobranças sobre movimentações financeiras também avançaram, ainda que de forma mais tímida. Já os tributos sobre a folha de salários perderam espaço, encerrando 2025 com 28,4% do bolo.

Especialistas apontam que o movimento tem relação com fatores técnicos e conjunturais, como o fim de desonerações concedidas em 2022, mudanças após decisões do STF e a maior eficiência da máquina arrecadatória, especialmente na cobrança de PIS e Cofins. Além disso, a perda de dinamismo nos lucros de setores como o petrolífero reduziu a arrecadação de impostos sobre o lucro das empresas, que são mais voláteis.

Apesar disso, em valores nominais, todos os grupos de tributos cresceram acima da inflação, reflexo da estratégia do governo de priorizar o aumento de receitas em vez do corte de despesas. A expectativa do Planalto é que, a longo prazo, a reforma tributária do consumo e medidas como o imposto mínimo sobre altas rendas aumentem a progressividade do sistema, embora, por ora, o peso maior da arrecadação continue recaindo sobre o consumo.

Com informações do O Globo

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Política

CPI do INSS volta do recesso sob risco de encerramento e Lulinha no radar da oposição

O president do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

A CPI do INSS retoma os trabalhos após o recesso parlamentar, no próximo dia 5, cercada de incertezas sobre seu futuro. A oposição articula a prorrogação da comissão por mais dois meses, além do prazo regimental de 120 dias, com o objetivo de aprofundar investigações que passaram a atingir o entorno do presidente Lula, especialmente seu filho, Fábio Lula da Silva, o Lulinha.

A informação é da colunista Malu Gaspar, do O Globo. A estratégia, no entanto, enfrenta resistência no comando do Congresso. Por se tratar de uma CPI mista, cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidir sobre a prorrogação. Nos bastidores, aliados do parlamentar indicam que não há disposição para estender os trabalhos, avaliando que a comissão já teria cumprido seu papel e que a continuidade poderia transformar o colegiado em palco eleitoral.

A pressão da oposição aumentou após a Polícia Federal informar ao STF que apura a possível atuação de Lulinha como “sócio oculto” do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o chamado Careca do INSS, apontado como pivô do esquema de descontos indevidos em aposentadorias. Embora a PF destaque que não há indícios diretos de envolvimento do filho do presidente, o tema reacendeu pedidos de convocações e quebras de sigilo ainda pendentes na comissão.

Além do impacto político, o calendário eleitoral pesa contra a prorrogação da CPI. Parlamentares admitem que o ritmo intenso de sessões dificulta a atuação nas bases eleitorais, enquanto o prolongamento tende a favorecer figuras centrais da comissão. Nos bastidores, a avaliação é de que, sem aval da cúpula do Congresso, a CPI caminha para um encerramento antecipado, mesmo sob forte pressão da oposição.

Com informações do O Globo

Opinião dos leitores

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Geral

Críticas a “telegramas” sobre Venezuela geram debate sobre atuação do Itamaraty

Foto: Xenia Antunes/Creative Commons

Documentos produzidos pela Embaixada do Brasil em Caracas e enviados ao Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) têm sido alvo de críticas na imprensa e no meio político por reproduzirem informações favoráveis ao governo venezuelano, liderado por Nicolás Maduro, sem um contexto crítico ou questionador. Trechos desses telegramas, obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, foram publicados na Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder, e apontados como vexatórios por críticos da atuação diplomática brasileira.

Entre os exemplos citados está uma comunicação de 29 de julho de 2025 que faz referência a projeções de crescimento econômico na Venezuela — mencionando um suposto “crescimento por 17 trimestres consecutivos” e expansão de 9% do PIB — mesmo diante de relatos amplamente divulgados de dificuldades econômicas e sociais no país vizinho.

Os críticos afirmam que as mensagens se limitam a copiar e retransmitir relatos sobre eventos considerados favoráveis ao regime chavista, como atividades de turismo ou celebrações, e que isso teria pouco valor analítico. Um dos telegramas chegou a ser comparado a um press-release por reproduzir, sem análise, notícias produzidas pelo próprio governo venezuelano.

Especialistas em relações internacionais e diplomacia ouvidos nos bastidores afirmam que a divulgação desses documentos intensifica o debate sobre o papel do Itamaraty e a forma como o Brasil acompanha desenvolvimentos em Caracas, sobretudo em meio a tensões regionais e negociações multilaterais envolvendo Caracas e Brasília. O governo brasileiro tem buscado manter canais de diálogo com a Venezuela, inclusive em fóruns regionais, mas também tem enfrentado desafios diplomáticos mais amplos na relação bilateral.

Com informações do Diário do Poder

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Política

Manobra fiscal garante “déficit zero” e governo Lula deixa R$ 48,7 bilhões fora da conta

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

O governo federal anunciou, na última quinta-feira (29), o cumprimento formal da meta fiscal de 2025, que previa déficit zero. O resultado, porém, só foi alcançado após a exclusão de R$ 48,7 bilhões em despesas do cálculo oficial do resultado primário — mecanismo permitido pelo atual arcabouço fiscal, mas que reacendeu críticas sobre a real situação das contas públicas.

Dados oficiais mostram que o déficit primário total do governo central em 2025 somou R$ 61,6 bilhões, o equivalente a 0,48% do PIB. O rombo é superior ao registrado em 2024, quando o resultado negativo foi de R$ 42,9 bilhões. Com a retirada dos gastos classificados como “fora da meta”, o déficit considerado oficialmente caiu para R$ 13 bilhões, cerca de 0,1% do PIB.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estabelecia meta de déficit zero, com margem de tolerância de até 0,25 ponto percentual do PIB — aproximadamente R$ 31 bilhões. Sem as exclusões, portanto, a equipe econômica não teria conseguido cumprir a meta fiscal formalmente pactuada.

Entre os principais valores retirados do cálculo estão R$ 41,1 bilhões em precatórios excedentes, R$ 2,8 bilhões em ressarcimentos do INSS por descontos indevidos, R$ 2,2 bilhões em despesas temporárias nas áreas de educação e saúde e R$ 2,5 bilhões destinados a projetos estratégicos de defesa nacional. Apesar de previstas nas regras do arcabouço fiscal, as exceções vêm sendo alvo de críticas de especialistas, que alertam para a flexibilização excessiva da meta e o risco de perda de credibilidade da política fiscal brasileira.

Opinião dos leitores

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Geral

Evento privado, Bloco das Virgens, contou com equipes da saúde e trânsito de Macaíba

Foto: Divulgação

Atendendo solicitação da organização do “Bloco das Virgens”, evento privado que acontece nas vias públicas da cidade, a Prefeitura de Macaíba disponibilizou ambulância com equipe de saúde e apoio do Trânsito. A organização do bloco é do ex-vice-prefeito Netinho França e da vereadora Luciana.

A equipe do Trânsito atuou na frente do cortejo, para o fechamento temporário das vias e colocação de cones na frente da igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição, local de manobra do trio. Importante destacar que todo solicitante de apoio em eventos privados em vias públicas assina Termo de Responsabilidade, sendo alertado para a responsabilidade civil, necessidade de equipe na condução do mesmo e se comprometendo com a obrigação descrita no artigo 95, § 1º, do Código Brasileiro de Trânsito, segundo o qual cabe ao organizador do evento a sinalização do mesmo.

Diante do acidente registrado, a equipe de saúde imediatamente agiu, levando a paciente para a UPA Aluízio Alves, onde foi prontamente atendida pela equipe médica, conforme os protocolos, incluindo avaliação clínica, monitorização e exame de imagem. Diante do quadro apresentado, a paciente foi encaminhada para avaliação da ortopedia, sendo referenciada para o Hospital Walfredo Gurgel, em Natal.

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