Diversos

Bahia vai reduzir duração do toque de recolher após feriadão de Páscoa

Foto: Reprodução / CNN

A Bahia vai reduzir o horário do toque de recolher a partir da próxima segunda-feira (5), mas, até lá, seguem válidas as medidas restritivas em todo o estado. Atualmente, está proibida a circulação de pessoas nas ruas entre 18h e 5h; na semana que vem, o toque de recolher começa às 20h.

Para reduzir o trânsito de pessoas durante o feriadão de Páscoa, a região norte do estado, que compreende 22 municípios, segue apenas com serviços essenciais em funcionamento durante todo o fim de semana.

Na capital Savador e região metropolitana, também está proibida a venda de bebidas alcoólicas, inclusive por delivery.

Outro decreto estadual, que passa a valer a partir de quinta-feira (1º), restringe o transporte interestadual. Segundo o governo, o objetivo é evitar o deslocamento de pessoas entre a capital e o interior da Bahia. Em todo o estado seguem proibidas festas, qualquer tipo de aglomeração e atividades esportivas.

CNN Brasil

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Saúde

Pesquisa registra sequelas sete meses após Covid; mulheres têm quadro pior

Foto: Ilustrativa

Em dezembro de 2022 completarei 25 meses como voluntária do ensaio clínico da Janssen-Cilag, e a pesquisa de desenvolvimento da vacina AdVac26, de dose única e refrigeração comum, será declarada oficialmente encerrada. É um longo caminho até chegar lá e por meses serei monitorada para que se detectem efeitos adversos, eventuais doenças não-relacionadas ao imunizante, exposição a infectados e possível necessidade de doses de reforço para garantir a blindagem contra o novo coronavírus. Pesquisas de médio e longo prazo com pacientes que receberam vacinas experimentais e com aqueles que, não vacinados, tiveram Covid e se recuperaram são fundamentais para que possamos projetar o que o futuro nos espera.

Um recente estudo de cientistas das universidades de Glasgow, Oxford, Edimburgo, Liverpool, do Imperial College, de Londres, e da Universidade de Sechenov, em Moscou, acompanhou 325 pacientes entre fevereiro e outubro de 2020 que já tinham sido contaminados pelo vírus. A ideia era entender sequelas de longa duração da doença e eventuais fatores demográficos que poderiam prolongar a plena recuperação daqueles que já haviam derrotado o vírus. Cientistas americanos classificaram esse quadro como PASC (Post Acute-Sequelae of Sars-CoV-2), sigla para, em tradução livre, descrever “Sequelas Agudas do Pós-Covid”.

O resultado, ainda preliminar, da pesquisa é preocupante. Especialmente para mulheres. Especialmente para aquelas abaixo dos 50 anos de idade. Segundo os cientistas, o acompanhamento dos pacientes pós-Covid revelou que sintomas contínuos foram relatados por 93% deles: metade dos participantes não estava totalmente recuperada após sete meses, 77% relataram fadiga, 54% informaram falta de fôlego ao fazer esforço e cerca de 25% reportaram ter detectado uma nova deficiência, seja de visão, caminhada, memória, capacidade de cuidar de si próprio ou comunicação (exceto audição). Fadiga e falta de ar foram os mais prevalentes, e, no caso das mulheres, as sequelas foram significantemente maiores do que nos homens.

Os pesquisadores concluíram, com base no universo de pacientes entrevistados, que mulheres com menos de 50 anos de idade tinham cinco vezes mais chances de reportar que não tiveram uma recuperação completa, duas vezes mais chances de relatar pior fadiga e seis vezes mais chances de informarem falta de fôlego do que os homens. A pesquisa revelou ainda que sobreviventes da Covid que foram submetidos a aparelhos de respiração invasiva, como intubação, foram quatro vezes mais propensos a relatar uma recuperação incompleta em comparação com aqueles que tiveram tratamento mais ameno. A idade média dos pacientes entrevistados foi de 59 anos e 59% deles eram homens.

O governo brasileiro contabilizou, até sábado, 10.084.820 pessoas recuperadas da Covid.

Diário da Vacina – Veja

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Saúde

Estudo global diz que cirurgia deve ser adiada por 7 semanas após Covid-19

(Foto: Pixabay)

Um estudo organizado pelo grupo de pesquisa COVIDSurg Collaborative, que reúne mais de 15 mil cirurgiões, e o GlobalSurg Collaborative, do Instituto National de Pesqusia em Saúde, no Reino Unido, recomenda que cirurgias sejam adiadas por pelo menos sete semanas depois que os pacientes testarem positivo para a Covid-19. Os especialistas publicaram as conclusões no jornal Anesthesia nesta terça-feira (9).

A pesquisa alerta que os procedimentos cirúrgicos realizados em um período de 0 a 6 semanas após o diagnóstico de Covid-19 estão associados a um aumento no número de mortes.

A descoberta é importante considerando que até então ainda não se sabia qual seria a duração ideal do intervalo necessário entre a cirurgia e a confirmação da infecção pelo vírus da doença, o Sars-CoV-2.

“Recomendamos que, sempre que possível, a cirurgia seja adiada por pelo menos 7 semanas após um resultado positivo do teste de Sars-CoV-2 ou até que os sintomas desapareçam, caso os pacientes tenham sintomas por 7 semanas ou mais após o diagnóstico”, orienta em comunicado o líder da pesquisa, Dmitri Nepogodiev, pesquisador do instituto britânico.

Para determinarem qual seria o tempo de adiamento recomendado para as cirurgias, os pesquisadores analisaram dados de mais de 140 mil pacientes, provenientes de aproximadamente 1,6 mil hospitais em 116 países. Todos passaram por intervenções cirúrgicas em outubro de 2020.

Alguns pacientes tinham sido diagnosticados com Covid-19 em diferentes períodos anteriores à cirurgia, enquanto outros testaram negativo. A taxa de mortalidade em 30 dias, entre os pacientes que não tiveram a doença, foi de 1,5%.

O problema é que esse número era maior em pacientes que contraíram o vírus e foram operados em até 2 semanas (4%); de 3 a 4 semanas (4%) e entre 5 e 6 semanas (3,6%). Porém, a mortalidade não era mais tão alta quando já tinha se passado de 7 a 8 semanas (1,5%) desde o diagnóstico.

Por outro lado, só adiar a cirurgia por esse período não serve isoladamente para diminuir a mortalidade, segundo o estudo. A taxa de óbitos ainda foi alta em pacientes que tiraram a pausa de 7 semanas ou mais, mas que ainda apresentavam sintomas de Covid-19 (6%).

Já entre os pacientes operados que, passadas as 7 semanas, não tinham mais sintomas, a taxa de mortalidade foi bem menor: 1,3%. Naqueles com sintomas mais amenos, o resultado foi de 2,4%.

Além disso, outra questão a ser considerada é se o paciente possui algum risco elevado no seu quadro de saúde, segundo o cirurgião e coautor do estudo, Aneel Bhangu. “Para algumas cirurgias urgentes, por exemplo, para tumores avançados, cirurgiões e pacientes podem decidir que os riscos de atraso não são justificados”, pondera.

Galileu

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Saúde

Grande SP regride para fase laranja e proíbe comércio após 20h

Foto: Jefferson Severiano Neves/EPTV

A região da Grande São Paulo e cidades do interior do estado – Campinas, Registro e Sorocaba – recuaram para a fase laranja do plano de quarentena. Já as cidades de Marília e Ribeirão Preto regrediram para a fase vermelha. As novas medidas mais restritivas passam a valer na próxima segunda-feira (1º).

Os munícipios na fase laranja têm o funcionamento dos serviços não essenciais limitado até oito horas diárias, com atendimento presencial máximo de 40% da capacidade e o encerramento até as 20h. O atendimento presencial em bares também está proíbido. Os parques estaduais, no entanto, seguem abertos.

As cidades que passaram para a fase amarela também só podem atender presencialmente com 40% de ocupação. O serviços não essenciais, entretanto, podem funcionar por 12 horas diárias até as 22h. Já na fase vermelha a restrição é total e só os serviços considerados essenciais podem funcionar.

Durante a coletiva de imprensa realizada no Palácio dos Bandeirantes, o governador de Sâo Paulo, João Doria (PSDB-SP), criticou, de forma velada, a postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em relação à pandemia.

“Quero repetir em uma mensagem clara e direta a quem não ajudou, não contribuiu, não teve compaixão e não teve a capacidade de compreender a gravidade desta crise gravíssima da pandemia porque não quis. Porque colocou ideologia, interesses partidários, pessoais, mórbidos. Não foi uma gripezinha, não foi um resfriadozinho. Foi a mais grave crise de saúde da história deste país”, disse.

Vacinação

Durante a coletiva, Doria confirmou que o estado de São Paulo começará a vacinar idosos de 77 a 79 anos na próxima quarta-feira (3).

A vacinação de idosos de 80 a 84 anos também será antecipada para este sábado (27). Inicialmente, o começo da imunização dessa faixa etária estava prevista para segunda-feira (1º).

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Calça colada com essa lorota de cores, tá quebrando S. Paulo.
    Aí que botar a conta no colo do povo aumentando impostos, resultado, anda com o filme queimado, não engana mais o eleitor.
    Lascou se.
    Não se reelege de jeito nenhum, ja ganhou apertado na sombra do Bolsonaro, agora que não tem tchau!!

    1. Quem deve se eleger é o Bozo, quem nem as assinaturas pra criar um partido conseguiu e tbm nas eleições não elegeu nem vereador.
      Vaca chorona.
      Muuuuuuu

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Diversos

VÍDEO: Após motor explodir no ar, Boeing recomenda suspensão de alguns voos com 777

REPORTGEM COM VÍDEO AQUI

A Boeing recomendou que seja suspenso o uso de jatos 777 com o mesmo tipo de motor que explodiu no ar e lançou destroços sobre Denver, nos Estaos Unidos, no fim de semana. No incidente, a turbina de uma aeronave da United Airlines pegou fogo e assustou passageiros em voo entre Denver e Honolulu no último sábado (20).

De acordo com os dados de registro mais recentes, as únicas companhias aéreas que operam com os motores afetados estão nos Estados Unidos, Japão e Coréia do Sul. A United é a única operadora dos EUA com esse tipo de motor em sua frota.

O Ministério dos Transportes do Japão disse que ordenou às companhias aéreas domésticas do país que suspendessem as operações de aeronaves Boeing 777 equipadas com motores Pratt & Whitney PW4000.

No domingo, a companhia aérea United Airlines também anunciou que suspenderá o uso de todos os seus aviões Boeing 777 que hoje estão em serviço utilizando o tipo de motor – um total de 24 aeronaves. A medida é tomada após a agência reguladora Federal Aviation Administration (FAA) solicitar que inspeções fossem intensificadas para investigar o incidente.

A companhia aérea anunciou no domingo que suspenderá o uso dos 24 aviões imediatamente “por precaução”. A mudança é voluntária e temporária, disse a United, e deve afetar apenas “um pequeno número de clientes”.

O anúncio foi feito depois que a FAA emitiu uma ordem de emergência dizendo que intensificaria as inspeções dos aviões Boeing 777 equipados com determinados motores Pratt & Whitney PW4000.

“Revisamos todos os dados de segurança disponíveis após o incidente de sá´bado”, disse o administrador da FAA Steve Dickson, referindo-se ao voo da United Airlines que foi forçado a retornar ao Aeroporto Internacional de Denver no sábado depois de sofrer uma falha de motor logo após a decolagem, causando a queda de destroços em Denver.

“Com base nas informações iniciais, concluímos que o intervalo de inspeção deve ser aumentado para as pás ocas do ventilador que são exclusivas deste modelo de motor, usado exclusivamente em aviões Boeing 777”, disse Dickson.

O National Transportation Safety Board anunciou no domingo que uma análise inicial do motor Pratt & Whitney PW4077 do voo 328 da United Airlines mostrou que duas pás do ventilador foram danificadas e as pás restantes exibiram danos “nas pontas e arestas de ataque”.

Essas são conclusões preliminares e não devem ser consideradas conclusivas sobre o que deu errado no sábado, mas ainda são significativas.

Os investigadores acreditam que uma pá do ventilador no motor do Boeing 777, que sofreu uma falha catastrófica do motor no sábado, saiu e tirou outra pá, disse uma fonte familiarizada com a situação à CNN.

CNN Brasil

 

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Diversos

Auxílio emergencial: governo planeja anunciar volta do benefício depois do carnaval, fora do teto de gastos

Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

Pressionado pelo Congresso e pela ala política do governo, o presidente Jair Bolsonaro deve anunciar depois do carnaval a prorrogação do auxílio emergencial, que passaria a vigorar a partir de março.

A ideia é que o custo com a extensão do benefício fique fora do teto de gastos, regra fiscal que impede que as despesas públicas cresçam mais que a inflação do ano anterior.

De acordo com o plano em estudo, a nova rodada de repasses — três parcelas de R$ 200 — seria restrita a cerca de metade dos trabalhadores atendidos no ano passado pelo programa.

A equipe econômica, no entanto, ainda defende que qualquer medida seja compensada por ações de ajuste fiscal.

A estratégia é bancar o novo auxílio por meio de créditos extraordinários, espécie de liberação de dinheiro público que não é sujeita ao teto.

O mecanismo foi o mesmo adotado no ano passado para fazer frente às despesas emergenciais do combate à pandemia, inclusive os R$ 294 bilhões gastos com a medida em 2020.

Uma solução para o retorno do benefício, na avaliação de auxiliares, será importante para a campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro.

O Ministério da Cidadania, que controla o Bolsa Família e operacionaliza o auxílio emergencial, está sob o comando de Onyx Lorenzoni. O ministro será transferido pela Secretaria-Geral. Anteriormente, prevista para o dia 19, a posse foi adiada para o dia 24 de fevereiro.

Nos últimos dias, líderes do Congresso têm defendido a prorrogação dos repasses, em meio ao agravamento da situação da pandemia.

Na segunda-feira, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou que uma solução para o impasse poderia ser alcançada nesta semana e que o pagamento da ajuda aos trabalhadores informais não poderia depender da aprovação de medidas de ajuste fiscal.

Custo de R$ 18 bilhões

Essa avaliação vai de encontro à da equipe econômica. Na terça-feira, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse que há “pouco ou nenhum” espaço fiscal para nova rodada do programa. Ele afirmou que ampliar gastos sem apresentar contrapartidas seria uma sinalização ruim para o mercado.

— Nós pensamos que há pouco ou nenhum espaço para mais transferências fiscais sem contrapartidas. É necessário ter certeza de que você está falando para o mercado que você tem a necessidade de gastar um pouco mais, mas está tomando medidas para frear um crescimento de despesas no futuro — disse ele, em evento virtual.

Os riscos no horizonte fiscal, diante das pressões para um novo auxílio, preocuparam os investidores. Mesmo com duas intervenções do BC após o dólar se aproximar de R$ 5,45, a moeda americana fechou em alta de 0,22%, a R$ 5,38. Já a Bolsa encerrou em queda de 0,19%, aos 119.471 pontos.

Apesar do alerta de Campos Neto, integrantes do governo defendem que, ao dar início à aprovação de medidas econômicas, como a reforma administrativa e a autonomia do BC, o Executivo começa a sinalizar compromisso com o ajuste fiscal. Assim, a expectativa é de compreensão em relação ao furo do teto.

Outra fonte do alto escalão avalia ainda que espera sensibilidade do mercado com o fato de que a flexibilização tem o objetivo de bancar o auxílio — um motivo específico e emergencial — e não de aumentar os gastos públicos.

Formato final ainda é incerto

O formato final da nova fase do benefício ainda é incerto. Há um receio no governo de que a proposta da equipe econômica de pagar três parcelas de R$ 200 mude no Congresso — como ocorreu no ano passado —, e a conta fique muito mais salgada, além dos R$ 18 bilhões inicialmente estimados.

O valor pode subir para R$ 300, podendo chegar a R$ 600 com aumento também no número de parcelas, por ação de parlamentares interessados em renovar seus mandatos em 2022.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), eleito com o apoio do Planalto, sempre defendeu abertamente o auxílio emergencial. Agora, terá de mostrar força para que o Executivo não sofra uma reviravolta no Parlamento.

Cortes de despesas

Na avaliação de uma fonte, o ideal seria pagar o auxílio, de forma definitiva, apenas para um universo de quatro milhões de famílias, identificadas entre os chamados invisíveis — grupo de trabalhadores informais sem capacidade de gerar renda e fora do Bolsa Família.

Segundo esse interlocutor, com um benefício emergencial para 30 milhões de pessoas, muita gente que não precisa da ajuda acabaria recebendo.

A equipe econômica ainda resiste a gastar fora do teto e tenta negociar cortes de despesas para acomodar o novo auxílio. Mesmo se o gasto for feito fora dessa regra, os técnicos terão de compatibilizar o novo gasto à meta fiscal, que é a diferença entre receitas e despesas do governo.

Para este ano, a previsão é de rombo de R$ 247 bilhões nas contas públicas. Qualquer nova despesa — mesmo fora do teto — precisa se encaixar nessa meta, seja por corte de outros gastos ou aumento de receitas.

A equipe econômica, porém, descarta aumento de impostos e também não quer alterar a meta fiscal para acomodar os novos gastos. Por isso, a insistência em cortar despesas.

No Legislativo, soluções para o impasse fiscal também estão em análise. Ontem, durante reunião de líderes do Senado, parlamentares discutiram possibilidades, como prorrogar o Orçamento de Guerra. A possível criação de um tributo emergencial também é vista como pouco provável. (Colaboraram Manoel Ventura, Gabriel Shinohara, Julia Lindner e João Sorima Neto)

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Pq a esquerda não criou um auxílio emergêncial quando no governo dilma mais de 14 milhões ficaram sem emprego? Taxa de juros acima de 14% e infração acima de10%.

  2. O homem é bom, o homem é espetacular.
    MITO 2022
    Faço campanha de graça, Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro.

    1. Já comeu o capim do dia? Não seja idiota se não fosse a atuação da Esqueda nem isso tinha,

    2. Estamos assim:
      O ações do governo federal existem devido a atuação da esquerda ķkkkkkkkkkkkkkkkk
      A corrupção existente de 2003 a 2016 ninguém na esquerda ou no mundo sabe.
      As estatais levadas a beira da falência, dando bilhões de prejuízo deb2005 a 2016 não foi culpa da esquerda.
      As estatais dando lucro hoje, deve ser por ação da esquerda… ķkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Aproveito para informar que a Venezuela abriu as portas aos brasileiros que queiram ir morar naquele paraíso onde todos são iguais, na miséria

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Política

Maia diz a deputados que decidiu deixar o DEM após eleição na Câmara

Foto: Najara Araújo/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu deixar o DEM após a eleição para o novo comando do Congresso, marcada para esta segunda-feira (1). Insatisfeito com a decisão da executiva do partido de manter a neutralidade na disputa entre Baleia Rossi (MDB-SP) e Artur Lira (PP-AL) para sua sucessão, Maia disse à CNN que sua permanência na legenda é insustentável e decidiu deixar o partido.

Ontem à noite, ele comunicou sua decisão a alguns, entre eles, o presidente da legenda, ACM Neto. Só após a eleição de hoje adotará os procedimentos formais para sua desfiliação.

Para manter o mandato, Maia irá ao TSE explicar as razões de sua saída e depois do acordo com o órgão, formalizará, por escrito, seu desligamento ao DEM.

Ontem, após o DEM decidir abandonar o apoio à candidatura de Baleia, Maia falou por telefone com o prefeito Eduardo Paes que afirmou sua solidariedade.

O deputado já não participou da reunião da executiva do DEM.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Um deputado SEM VOTOS (elegeu-se com 74 mil votos no RJ), com o nome envolvido em corrupção (o pai e o sogro dele também), que atrapalhou o Brasil durante TODO o tempo em que dirigiu a Câmara. Tchau, "Botafogo", e receio pela PF na sua porta. Há várias delações na PGR que envolvem seu nome. E está saindo o livro do Cunha com muitas revelações. Acabou pro Nhonho.

  2. Esse canalha antipatriota só tem vaga nos partidos de esquerda e certamente é o Último mandato dele como deputado federal.

  3. Esse bobão tem é que se preocupar com a sua reeleição para Deputado Federal. Na última quase não se elegia. Hoje sofrerá mais uma grande derrota e passará a ser somente mais um na câmara.

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Saúde

Anticorpos podem ficar mais fortes 6 meses após infecção por Covid-19, conclui estudo

Foto: Nexu Science Communication/Reuters (19.jan.2021)

Após seis meses da infecção pela Covid-19, os anticorpos contra a doença podem ficar mais fortes. É o que concluí um estudo que analisou a evolução da imunidade dos anticorpos do coronavírus e foi publicado nessa segunda-feira (18).

Conduzido por cientistas da Universidade Rockefeller, de Nova York (EUA), a pesquisa foi divulgada na Revista Nature, referência em ciência e saúde.

Para o estudo, foram analisados 87 indivíduos, de 18 a 76 anos, que já tiveram a Covid-19. O período de estudo durou seis meses, acompanhando os voluntários.

De acordo com o estudo, a razão para essa resposta imune mais forte está nas células B, responsáveis por reconhecer o vírus e criar anticorpos. Análises mostraram que, embora níveis de anticorpos diminuam com o tempo, as células B estariam mais potentes e resistentes às mutações do vírus, o que indica uma evolução contínua da resposta imune.

A respeito dos casos de reinfecção (mesma variante), de acordo com o estudo, “as respostas de memória são responsáveis pela proteção contra reinfecção e são essenciais para uma vacinação eficaz. A observação de que as respostas das células B de memória não decaem após cerca de 6 meses, mas em vez disso continuam a evoluir, é fortemente sugestivo de que os indivíduos que são infectados pelo SARS-COV-2 podem apresentar uma resposta rápida e eficaz ao vírus após a reexposição”.

CNN Brasil

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Diversos

VÍDEO: Mulher é presa após destruir celulares em loja de shopping em SP

Uma mulher foi presa, na noite da última quinta-feira (14), após destruir vários aparelhos eletrônicos no Shopping Penha, na zona leste da cidade de São Paulo. A Record TV recebeu o vídeo que mostra a suspeita destruindo telefones celulares, tablets, vitrine e até o balcão de atendimento onde estavam o computador e telefones.

As imagens mostram a mulher dando golpes com o extintor em tudo o que vê pela frente. Os funcionários da loja saem para o corredor do shopping e assistem incrédulos ao ataque de fúria.

A mulher grita, diz ter câncer em estágio terminal e que é a terceira vez que comparece à loja para pegar um celular. Mesmo com a chegada de um segurança do shopping e um outro homem, que tentam acalmá-la, ela prossegue: “Vocês não vão me pagar? Não vão me pagar?”, grita a mulher até cair no canto da loja e ser cercada pelos seguranças.

Em novembro do ano passado, a mesma mulher esteve no shopping da Penha e provocou uma confusão parecida, quando estava no estacionamento e quebrou cancelas, totens e luminárias. Ela saiu do shopping antes da chegada da polícia.

O programa Balanço Geral, em novembro do ano passado, localizou a mulher. Na época, ela disse que teve o ataque de fúria porque não conseguia ser ressarcida por um problema que teve no aparelho de celular. Desta vez, ao destruir a loja, a mulher foi presa e levada para o 10º distrito policial.

R7

Opinião dos leitores

  1. Consumidor depois de tanto desrespeito resolveu agir. Se começa essa 'moda' os comerciantes e prestadores de serviços começarão a agir de forma menos desleal e abusiva.

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Polêmica

ENQUETE – VEREADORA: Porta dos Fundos tira vídeo do ar após acusações de machismo

Foto: Facebook/Porta dos Fundos / Pipoca Moderna

O grupo humorista Porta dos Fundos decidiu tirar do ar e pedir desculpas públicas por um vídeo de humor político, após receber críticas que o consideraram machista, inclusive do colega Youtuber Felipe Neto.

Publicado no canal do Porta dos Fundos no YouTube, o vídeo sugeria que a vereadora mais votada nas eleições de Curitiba teria participado de orgias e vazado nudes de si mesma.

“Pela família curitibana brasileira, pelas casas de swing, pelos garotos de programa, pela galera do OnlyFans, pelo clubinho de BDSM e por todos os sigilosos, avisem ao povo que Yollanda está eleita!”, escreveu o perfil oficial do Porta dos Fundos no Twitter para divulgar o vídeo.]

Apesar do nome da personagem ser diferente, muitos acreditaram tratar-se de uma paródia ofensiva de Indiara Barbosa, do partido Novo, a candidata a vereadora mais votada da capital paranaense.

“Eu acho o partido Novo patético. Típica turminha neoliberalóide que sonha em ver ricos ficando mais ricos, enquanto grita “É meritocracia” pros mais pobres. Contudo, o vídeo feito pelo Porta dos Fundos sobre a vereadora do partido foi inaceitável. Totalmente horrível”, tuitou Felipe Neto.

A própria Indiara Barbosa lamentou o vídeo. “Apesar de ter sido a vereadora mais votada de Curitiba, pelo partido Novo, certamente essa personagem não sou eu. É uma pena que o Porta dos Fundos associe o sucesso de uma mulher a alguma conotação sexual. Temos muito trabalho para mudar essa cultura retrógrada”, escreveu.

O partido Novo também repudiou: “É uma falta de respeito, não só com nossa vereadora eleita, Indiara Barbosa, mas com todas as mulheres que tiveram a coragem de se candidatar a um cargo público, independentemente do partido.”

Até a deputada federal Tabata Amaral, do PDT, manifestou-se indignada: “Uma das coisas mais suprapartidárias que existem no Brasil é o machismo. Seja você de esquerda ou direita, não há graça nenhuma em uma piada que insinua que uma mulher só foi eleita usando seu corpo”.

“Que nojo. Que vídeo machista. Eu não sou alinhada com o Novo e não votei na Indiara, mas merecemos respeito independentemente dos posicionamentos políticos. Melhorem muito”, acrescentou uma internauta, entre vários outros comentários negativos.

Em posicionamento também publicado no Twitter, o Porta dos Fundos argumentou que a personagem retratada existe há muito tempo – há 9 anos, bem antes da candidatura de Indiara Barbosa – , mas mesmo assim, como o conteúdo do vídeo não condizia com o que o grupo defende, os integrantes do grupo decidiram tirar o esquete do ar e agradeceram aos fãs pelo diálogo.

“O Porta acredita que o Brasil precisa de mais mulheres em cargos públicos”, acrescenta o perfil oficial dos humoristas, concluindo com um “parabéns” pela vitória da vereadora.

Terra

Opinião dos leitores

  1. Onde será que anda Jandira, Benedita, Dilma, Gleise, Natália, Erundina que não deram um pio sobre esse vídeo?
    Parece que as lutas pela igualdade, pelo respeito e contra o machismo só valem em metade do tempo.
    Uma pena que as máscaras caiam por ação da própria patota.

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Diversos

Medalhista olímpica apontada como amante de Putin desaparece após dar à luz gêmeos

Alina Kabayeva nos tempos como ginasta (Foto: getty)

A ex-ginasta russa Alina Kabaeva, que supostamente teve gêmeos com Vladimir Putin desapareceu dos olhos do público e seu sumiço tem gerado preocupação. A multimedalhista de 37 anos, bronze em Sidney e ouro em Atenas, não é vista desde 2018, quando sua gravidez de gêmeos – que seriam de Vladimir Putin – foi descoberta. Acredita-se que ela tenha dado à luz em abril do ano passado em uma clínica de Moscou.

Mas há preocupação na Rússia de que ela tenha desaparecido desde então, de acordo com o The Sun. Alina é uma das ginastas mais premiadas da história da ginástica rítmica, com 2 medalhas olímpicas, 14 medalhas de campeonatos mundiais e 25 medalhas de campeonatos europeus. Depois de se aposentar do esporte, ela se voltou para a política e tornou-se parlamentar do partido Rússia Unida, o mesmo de Putin.

Além da política, Alina também protagonizou um ensaio ousado em uma revista, apareceu em ‘Red Shadow: Akakage’, um filme de ação japonês, e tentou uma carreira de cantora. Mais recentemente, ela trabalhou como como chefe do National Media Group, uma das maiores holdings de mídia do país.

Rumores envolvendo o romance entre Alina e o presidente russo remetem a 2008. O jornal Moskovsky Korrespondent relatou em 2008 que ela e Putin estavam noivos, mas a história foi negada e o jornal foi fechado. Também há rumores de que ela teve seu primeiro filho com Putin em 2015, o que também foi negado. No ano passado, quando rumores se espalharam sobre ela dar à luz gêmeos, todo o quarto andar VIP do Centro de Pesquisa Kulakov para Obstetrícia, Ginecologia e Perinatologia foi liberado para acomodar a ex-ginasta e ministra, dizem os relatórios.

Um grande jornal, Moskovsky Komsomolets, publicou a história em seu site apenas para excluí-la repentinamente e limpar todas as menções às alegações, inclusive do cache da Internet. Putin foi casado com Lyudmila Shkrebneva e eles têm duas filhas juntos, Mariya Putina e Yekaterina Putina. Especulou-se que o casamento, que teve início em 1983, teria chegado ao fim, mas o divórcio somente foi confirmado em 2014.

Alina Kabayeva e Yelena Isinbayeva na Olimpíada de Inverno de Sochi (Foto: getty)

Uma fonte de Moscou disse ao The Sun: “Putin é um homem intensamente reservado – ele esconde suas duas filhas adultas sob identidades falsas há anos. Mesmo agora, embora ele fale sobre elas ocasionalmente, ele nunca as cita nominalmente. Se Alina deu à luz seus filhos, o fato de ela se esconder pode ser um dos indícios mais fortes que apontam para isso. Ele é obsessivo com a segurança de sua família”, revelou a fonte ao jornal britânico.

Globo, via Monet

 

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Polícia

Influencer morre baleada após encenar sequestro nas redes sociais

 (Foto: Reprodução Instagram)

A influencer Areline Martínez, de 21 anos, morreu baleada, no último fim de semana, no bairro de Rigoberto Quiroz, na cidade de Chihuahua, no México.

De acordo com o jornal local Proceso, a jovem brincava com os amigos de encenar um sequestro para postar no TikTok quando foi morta a tiros, em uma fazenda.

A polícia trabalha com a hipótese de que os disparos tenham sido acidentais. Ainda de acordo com a publicação, Areline estava na companhia de dez amigos, que a ajudavam a encenar o rapto.

No vídeo, ela aparece com os olhos vendados e com as mãos e tornozelos amarrados, ao lado de um rapaz que também finge ser sequestrado. Os dois aparecem sentados no sofá com armas apontadas para suas cabeças.

Vídeo do falso sequestro (Foto: Reprodução )

“Uma das hipóteses é que eles [os amigos da influencer] estavam mexendo em uma arma pensando que não estava carregada e atiraram na mulher”, afirmou César Augusto Peniche Espejel, procurador-geral do estado de Chihuahua. “Se alguém tem uma responsabilidade criminal, eles terão que responder. Há vários fatos a investigar: a infeliz morte da jovem e a origem daquela arma e como ela chegou a suas mãos”, completou.

Areline era mãe de uma menininha de um ano de idade. Após os disparos, os amigos fugiram da fazenda. O corpo da jovem foi encontrado pelo caseiro da fazenda na segunda-feira (05).

Globo, via Glamour

Opinião dos leitores

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Polícia

Médico é preso após sacar arma durante discussão por exame de Covid-19 com paciente na Barra da Tijuca, no RJ

Consultório onde discussão começou entre médico e paciente fica em centro comercial na Barra Foto: Reprodução / Google Maps

A consulta de um paciente com sintomas do novo coronavírus terminou em discussão e virou caso de polícia na tarde desta quinta-feira, em um consultório localizado no Shopping Cittá América, na Barra da Tijuca, quando, durante o desentendimento, um médico pneumologista teria sacado uma arma de dentro de sua bolsa e ameaçado o cliente.

O caso foi parar na 16ª DP (Barra da Tijuca). De acordo com os relatos do paciente, ele marcou uma consulta com o doutor Enio Studart para examinar o pulmão porque havia sido infectado com a Covid-19 há dois meses, mas os sintomas de cansaço continuavam. Foi quando, ainda segundo o homem, o pneumologista questionou a qualidade dos testes rápidos feitos por ele na ocasião. Teria iniciado, a partir dali, uma discussão, onde ambos teriam trocado ofensas. Foi nesse momento, ainda de acordo com o depoimento, que o médico pegou uma mochila, de onde sacou uma pistola para ameaçá-lo.

O primeiro a chegar à delegacia foi o médico, contando ter tido um desentendimento com seu paciente, que chegou logo depois, acompanhado de policiais militares. Aos inspetores, Enio afirmou que o paciente, durante a consulta, não era claro em suas respostas, e que se aborreceu com as perguntas feitas por ele, começando a xingá-lo em seguida. O doutor também confirmou que possuía uma arma, mas que não havia a utilizado.

Os agentes começaram a duvidar da versão do pneumologista, no entanto, quando questionaram de que forma ele teria se dirigido até a delegacia. Ele afirmou que havia pedido um serviço de carro por aplicativo, mas investigadores encontraram estacionado no pátio um automóvel com placa no nome dele. Foi neste momento que os policiais fizeram uma busca e encontraram dentro do veículo uma série de armas: um revólver calibre .38, uma pistola calibre .32, um soco inglês, duas facas, 24 munições de calibre .38, nove munições de calibre.32 e um carregador de pistola .32.

Enio foi preso em flagrante pela equipe coordenada pela equipe coordenada pela delegada Fernanda Noethen e irá responder pelos crimes de ameaça e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.

Confira a nota oficial da Polícia Civil:

“De acordo com a 16ª DP (Barra da Tijuca), o médico foi preso em flagrante por ameaçar um paciente e por porte ilegal de arma de fogo. Em seu veículo, foram encontrados um revólver, uma pistola, um soco inglês, duas facas, um carregador de pistola e munições”.

Extra – O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. O paciente não queria tomar Cloroquina, o dotô sacou a pistola e disse:
    – Vai tomar nem que seja na marra!

  2. Atenção vcs que são a favor de armas: evitem consultórios médicos também. Aliás, não saiam de casa!

    1. Rapaz, na atual conjuntura da segurança pública, sair de casa é uma incógnita. Ainda mais no Rio de Janeiro (mas sem excluir a nossa realidade potiguar).

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Saúde

TODO CUIDADO É POUCO: Menino de 3 anos morre após ser picado por escorpião na casa da avó no PR

Foto: Reprodução

Um menino de 3 anos morreu depois de ser picado por um escorpião na casa da avó em Loanda, no noroeste do Paraná, na tarde de quinta-feira (23).

A prefeitura disse que a avó não viu quando o neto foi picado. A criança começou a vomitar e ela levou o menino até o posto de saúde municipal. De lá, ele foi encaminhado ao hospital municipal, que é referência para atendimento de acidentes com escorpião.

A criança recebeu o soro antiescorpiônico, mas não melhorou. O menino foi transferido para um hospital particular e, com o apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), foi transferido para o hospital Santa Casa de Paranavaí.

A Santa Casa de Paranavaí informou que o menino não resistiu e morreu por volta das 21h30

O velório começou às 8h e o sepultamento está previsto para ser realizado às 12h desta sexta-feira (24).

G1

 

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Saúde

Macacos ficam imunes após se curarem de Covid-19, indica estudo

Foto: Inna Polekhina/Getty Images

Uma pesquisa publicada na revista Science mostrou que macacos-rhesus mantém anticorpos por pelo menos um mês após a primeira infecção de Covid-19 – o que pode ser um indicativo positivo para nós.

No estudo, cientistas chineses infectaram seis macacos da espécie com o novo coronavírus e avaliaram a progressão da doença. Os primatas foram usados porque são parentes próximos de nós, humanos, e portanto têm sistemas parecidos com os nossos. Todos eles desenvolveram quadros da doença, que variaram de leves a moderados, incluindo até pneumonia e alterações no sistema respiratório e gastrointestinal.

Após 28 dias, quando os macacos já estavam naturalmente curados, quatro deles receberam novamente o vírus (os outros dois serviram de grupo controle para os cientistas compararem os dados).

Logo após a reinfecção, os quatro macacos apresentaram uma curta febre, mas nenhum outro sintoma foi observado, e testes moleculares continuaram dando negativo por duas semanas após esse episódio. Isso sugeriu que os anticorpos nos primatas tinham sido formados – e eram bons o bastante para barrar uma segunda infecção.

Uma análise laboratorial confirmou: o sangue dos animais tinha anticorpos com formatos específicos para se ligar a proteína spike do vírus – estruturas com formato de espinho usadas pelo invasor para infectar nossas células.

A equipe notou, inclusive, que o nível de anticorpos era maior duas semanas após a segunda introdução do vírus do que duas semanas após a primeira infecção. Mesmo assim, a proteção da primeira infecção parece ter sido suficiente.

Proteção garantida?

Os resultados da pesquisa são pertinentes, sobretudo após alguns relatos de pessoas que voltaram a ter sintomas ou testar positivo para o vírus dias (ou até semanas) depois de, supostamente, terem se curado.

Episódios como esse foram observados pontualmente em diversos países, embora não se saiba se, de fato, estamos falando de pessoas que ficaram doentes duas vezes. Uma hipótese é que esses indivíduos nunca tenham se curado. Nesse caso, eles apenas deixaram de apresentar sintomas porque a carga viral diminuiu em seus corpos – mas o vírus continuou se espalhando e voltou a causar danos algum tempo depois.

Outra possibilidade é que falsos negativos em resultados de testes tenham levado pessoas a acharem que estavam curadas erroneamente. Afinal, sabe-se que alguns testes, especialmente os rápidos, não são precisos.

Como funciona a nossa resposta imune?

Quando somos infectados por um vírus (ou outro micróbio), começa uma resposta de defesa bastante complexa. Nos primeiros dias da batalha, usamos algo chamado resposta imune inata ou natural – assim chamada porque já nascemos com ela.

Essa linha de defesa consiste em células como os glóbulos brancos e trata, basicamente, todo invasor da mesma forma. É uma reação imediata para uma infecção, mas não é tão eficiente porque aposta em estratégias gerais contra os antígenos.

Já o sistema imunológico adaptativo entra em cena, em geral, dias após a detecção do invasor. Ele recebe esse nome pois se adapta de acordo com o inimigo, criando estratégias personalizadas para cada um.

É nessa hora que entram os anticorpos: substâncias feitas sob medida para se ligar a um tipo específico de vírus ou bactéria e, assim, neutralizá-lo. Uma vez que o corpo desenvolve os anticorpos para aquele invasor, a luta contra ele fica muito mais fácil: o indivíduo pode até ficar imune para aquela doença, já que os anticorpos são defesas duradouras.

Mas esse processo varia de pessoa para pessoa e, principalmente, de micróbio para micróbio. Algumas respostas imunológicas são, de fato, duradouras e eficientes: é o caso do sarampo e da catapora. Nessas doenças, geralmente basta uma infecção vencida para que a pessoa fique imune para o resto da vida. Em outros, porém, o corpo até aprende a lutar contra o invasor, mas os anticorpos somem depois de um tempo e a pessoa fica novamente vulnerável (é o caso de alguns vírus da gripe e do resfriado comum).

Além disso, possuir anticorpos não significa, necessariamente, estar imune. Às vezes, os anticorpos produzidos pelo corpo não são tão bons assim em neutralizar o invasor, ou não existem em quantidade suficiente para vencer a batalha. Nesse caso, a pessoa pode ficar doente mesmo com a presença deles no sangue.

Isso acontece, por exemplo, no caso do vírus sincicial respiratório, um causador de resfriado bastante comum em bebês (quase todas crianças pegam o vírus em algum momento dos primeiros três anos de vida). Nosso corpo até cria anticorpos contra ele, mas, por algum motivo, eles não são muito eficientes em frear o vírus, e podemos ser reinfectados por ele durante a vida. Vale dizer, no entanto, que é muito difícil que alguém desenvolva sintomas graves nesses quadros de reinfecção – a doença se comporta mais como um resfriado.

Como o SARS-CoV-2 é um vírus novo, ainda não sabemos em qual dos cenários ele se encaixa. Pesquisas mostram que outros vírus do grupo dos coronavírus que causam resfriados geram uma resposta imune que dura poucos meses, enquanto os vírus da SARS e da MERS (doenças mais graves, parecidas com a Covid-19) resultam em uma resposta imune mais eficiente e duradoura.

Diversos estudos preliminares já foram feitos, mas ainda não é possível para bater o martelo. O que sabemos até agora é que o corpo humano produz anticorpos contra a Covid-19 – mas o quão eficiente eles são, e por quanto tempo duram, ainda são dúvidas que precisam de mais evidências para serem respondidas.

O estudo chinês oferece um indicativo de como o processo funciona, mas vale ressaltar que ele ainda está longe de fornecer tal resposta. Afinal, macacos não são humanos, e o período analisado foi de pouco mais de um mês, insuficiente para entender por quanto tempo a memória imunológica dura. Além disso, os animais só desenvolveram quadros moderados e leves de Covid-19. Outras pesquisas são necessárias para revelar mais detalhes sobre casos graves.

Todas essas dúvidas estão sendo investigadas em ensaios clínicos com humanos, mas ainda levará algum tempo até que tenhamos uma série satisfatória de evidências.

Super Interessante

 

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Saúde

Recuperados da Covid-19 mantêm cuidados mesmo após infecção

Foto: © Reuters / Ueslei Marcelino /Direitos Reservados

O Brasil têm, de acordo com dados do Ministério da Saúde, quase 1 milhão de recuperados da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Para alguns, o fato de já ter tido a doença é motivo para relaxar e não seguir à risca as recomendações para evitar o contágio. Para outros, a rotina de cuidados não mudou e inclusive ficou maior.

Segundo especialistas, não há evidências científicas de que quem contraiu a covid-19 não vá se contaminar de novo. Além disso, por ser uma doença nova, os efeitos do vírus a médio e longo prazo não são totalmente conhecidos. Quem teve a infecção pode ainda apresentar eventuais complicações.

“Eu estou bem mais medroso, mais receoso. Se eu lavava minha mão antes, agora lavo duas vezes mais. Higienizo as coisas que trago da rua. O cuidado aumentou depois que passei pela doença e sei como é”, conta o farmacêutico Marcus Túlio Batista, 27 anos. Ele começou a sentir os sintomas no dia 14 de junho. Teve dor de garganta, perda de olfato e paladar, indisposição e dores no corpo.

“Quando você pega, vê que a doença vai além do físico. Eu acho que talvez o emocional seja até muito mais abalado”, diz e complementa: “Eu moro sozinho em Brasília. Minha família é de outro estado. Isso me causou bastante impacto porque além do isolamento, você tem medo de como vai evoluir, não sabe como o seu corpo vai lidar com isso. Eu fiquei bastante ansioso”, conta.

Na casa da artista plástica e produtora cultural Leticia Tandeta, 59 anos, no Rio de Janeiro, quase todos foram infectados em meados de maio. Ela, o marido, o filho e o irmão. “Ficamos praticamente todos doentes ao mesmo tempo. A sorte foi que todos tivemos sintomas brandos, ninguém teve falta de ar ou uma febre absurdamente alta”, diz. A única que não adoeceu foi a mãe de Leticia, que tem 93 anos. A família tomou o cuidado de isolá-la e de separar tudo que era usado por ela.

“Hoje é estranho porque não sabemos se estamos imunizados ou não”, diz Leticia. “Os médicos dizem que provavelmente temos algum tipo de imunização, talvez de um mês, dois meses, três”. Por causa das incertezas, ela diz que a família continua tomando cuidados como sair de casa o mínimo possível, apenas quando necessário, usando sempre máscara. Já ter contraído a doença, no entanto, traz um certo tipo de relaxamento: “Não é que a gente relaxe nos cuidados, mas há um certo relaxamento interno sim”.

De acordo com o infectologista Leonardo Weissmann, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, mesmo quem já teve a doença deve continuar tomando cuidado. “Não temos certeza, por enquanto, de que quem teve covid-19 uma vez não terá novamente. É importante que quem já teve a doença continue se prevenindo. Continue com as medidas preventivas, usando máscaras, higienizando as mãos e evitando aglomeração”.

As pessoas que já foram infectadas, de acordo com Weissmann, assim como as demais, podem ajudar a propagar o vírus caso não tomem os devidos cuidados. “Mesmo a pessoa que não estiver infectada, se ela puser a mão em um lugar contaminado, ela pode carregar o vírus. Por isso é importante estar sempre higienizando as mãos, lavando com água e sabão ou com álcool 70%”, orienta.

Síndrome da Fadiga Crônica

Em março, a psicóloga Joanna Franco, 37 anos, teve dores no corpo, tosse seca, dor de cabeça, febre alta, dificuldade de respirar, perda de olfato e paladar, diarreia e vômito. Na época que recebeu o diagnóstico clínico de covid-19, o Brasil começava a adotar medidas de isolamento social. Morando sozinha em Niterói, ela cumpriu todas as regras de quarentena e de isolamento social. Os sintomas passaram. Para garantir que não transmitiria o vírus para ninguém, ela ainda permaneceu em isolamento por cerca de 40 dias. Foi então que percebeu que não estava totalmente recuperada, estava muito cansada. “Vinha um cansaço, parecendo que eu tinha subido ladeiras, uma sensação de que isso nunca ia acabar, que não ia sair de mim. Fiquei bem prostrada”.

Quase três meses depois, ela diz que se sente melhor, que está conseguindo retomar uma rotina de exercícios físicos, que antes eram impossíveis. Depois de passar pelo que passou, ela redobrou todos os cuidados que já vinha tendo. “Depois de ter passado, não quero vivenciar isso de novo e não quero que outras pessoas vivenciem”, diz.

O cansaço que Joanna sentiu após se recuperar da doença pode ter sido a chamada Síndrome da Fadiga Crônica, que tem sido relatada por pessoas que foram contaminadas pela covid-19, segundo o neurologista, pesquisador do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), Gabriel de Freitas. O principal sintoma é o cansaço, mas pode haver alteração na pressão, na frequência cardíaca e insônia. “O que predomina é a fadiga, o cansaço. A pessoa não consegue trabalhar, não consegue voltar à atividade”, afirma.

A síndrome não é exclusiva do novo coronavírus, mas ocorre também por causa de outros vírus. Ela pode durar até cerca de um ano, é mais frequente em mulheres entre 40 e 50 anos e que tiveram covid-19 pelo menos de forma moderada. Mas, de acordo com Freitas, ainda há muitas dúvidas pelo fato de ser uma doença recente. Para o tratamento, geralmente é recomendada psicoterapia, atividades físicas, antivirais e antidepressivos.

“Essa síndrome traz uma angústia muito grande para as pessoas porque fadiga não é um sintoma mensurável. Não se consegue mensurar por exame. Muitas vezes é mal compreendido”.

Gabriel diz que a pandemia pode ser mais complexa do que se pensa e defende que todos os cuidados possíveis sejam adotados. “Parece que não é estar recuperado e ponto final. Talvez essas pessoas tenham mais sintomas. A Síndrome da Fadiga Crônica pode ser apenas um deles. Acho que a gente não tem essa informação. É possível que existam complicações a médio e a longo prazo. O que alguns autores colocam é que as medidas de isolamento social são importantes não só para evitar a morte. A gente tem que levar em consideração e colocar nessa equação as complicações a médio e longo prazos”.

Medo e ansiedade

Além de lidar com os sintomas da covid-19 e com as consequências da doença, muitas pessoas estão lidando com sintomas de ansiedade, de acordo com a psicóloga da equipe de coordenação de saúde do trabalhador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Marta Montenegro. “A covid-19 é uma doença muito nova, recente, um vírus cujas informações foram se construindo nesse processo de pandemia. Os próprios profissionais de saúde estavam tentando entender as formas de cuidado e isso deixa as pessoas muito inseguras. O ser humano se sente mais seguro se tiver previsibilidade do que vai acontecer. Essa incerteza sobre formas de contaminação, se pode ou não se contaminar de novo, deixa as pessoas vulneráveis”, explica.

De acordo com a psicóloga, buscar informações confiáveis ajuda a lidar melhor com a pandemia. “Buscar informação válida, de fontes confiáveis. Isso alivia sintomas emocionais. Às vezes, as pessoas estão em casa recebendo informações que nem sempre são as melhores e acabam ficando muito confusas. Depois de três meses, acham que só estão protegidas dessa forma. Isso acaba gerando um medo de sair de casa. No outro extremo, há pessoas saindo como se não tivessem o vírus, em um processo de negação por dificuldade de lidar com a situação. São dois extremos. Existe o vírus. É necessário manter medidas de biossegurança, mas isso não pode paralisar as pessoas”, acrescenta.

Agência Brasil

 

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