O ministério da Educação vai revogar a portaria em que determina o retorno das aulas das universidades a partir de janeiro. O ministro, Milton Ribeiro, afirmou à CNN que irá abrir uma consulta pública para ouvir o mundo acadêmico antes de tomar nova decisão.
O ministério foi criticado por universidades que se recusaram a voltar às aulas por não avaliar ser o melhor momento.
“Quero abrir uma consulta pública para ouvir o mundo acadêmico. As escolas não estavam preparadas, faltava planejamento”, afirmou o ministro à coluna.
O ministro afirmou que consultou mantenedores de universidades antes de publicar a portaria desta quarta-feira. E que não esperava tanta resistência. “A sociedade está preocupada, quero ser sensível ao sentimento da população”, disse.
De acordo com Milton Ribeiro, o ministério vai liberar o retorno às aulas somente quando as instituições também estiverem confiantes de que as aulas possam ocorrer em segurança.
VERGONHA, formar profissionais para o mercado de trabalho apenas com aulas remotas, como ficam as aulas práticas? Isso é uma ENGANAÇÃO.
Como esses profissionais vão ter condições de realizar qualquer procedimento no mundo real, se não praticaram em sala de aula.
As universidades privadas há muito retornaram, com as medidas de segurança as universidades públicas também já poderiam retornar.
Muitos outros profissionais estão trabalhando em condições muito mais arriscada para o Covid do que os professores, tais quais bancários, motoristas de ônibus, policiais, etc.
Parece que os professores gostaram de passar a maior parte do ano recebendo em dia e em casa. A sociedade é quem paga a conta.
Parece também que a educação de qualidade não é prioridade para as universidades, que parecem não se esforçar para melhorar a situação.
André, Severino e Osvaldo, grandes…,
Seus comentários equiparam-se aos seus conhecimentos. Lamentável! Não generalizem! A maioria desses que provocam aglomerações vocês sabem quem são e o que pensam. Desconhecem o trabalho dos professores. Gostaríamos muito de trabalharmos presencialmente. De moso remoto temos que replanejar, pesquisar, trabalhar por videoconferência, preencher dezenas de formulários, participar de formações e reuniões administrativas e pedagógicas on-line sem turno definido, acompanhar os e-mails para recebimento de atividades, acompanhar os grupos de mídias sociais para atender alunos, ir à escola pegar atividades impressas devolvidas pelos alunos que não têm acesso a internet, acessar o sistema para lançar conteúdos, atividades e acompanhar os que acessam. E ainda elaborar relatório de desenvolvimento parcial das atividades remotas em andamento, pois o MP também acompanha as ações realizadas pela escola. Falem apenas do que sabem com propriedade! Professor está acostumado a trabalhar. Afinal jornada de dois turnos de trabalho com cinco aulas cada um, com quarenta alunos em cada sala, mais um em casa planejando e corrigindo atividades não assusta ninguém!
Que revolta é essa, vamos estudar numa federal e publicar alguns artigos internacionais. Prometo que a raivinha passa.
quando vejo um posicionamento destes acho que deveríamos renomear as Universidades, para creches superiores. É um absurdo ! estamos lidando com o ensino superior deste país, se os professores e alunos não tem a capacidade de se adequar as exigências sanitárias imaginem a qualificação profissional dos que irão sair destas autarquias.
Infelizmente estão utilizando as UF´s como campo de batalha ideológico, pena que os alunos não enxergam o tamanho do dano que estão causando na sua formação profissional, os servidores estão com seus proventos garantidos e não estão preocupados com a perdas do aprendizado, acorda moçada o tempo perdido vai ser cobrado depois e na vida real não vale mimimi, nem choro e vela o fumo é grande.
sem condições de escolas e universidades voltarem na modalidade presencial.
nunca deram valor aos professores, agora tudo pedindo arrego… não aguentam seus filhos dentro de casa?
aprendam a respeitar os professores! são 40 adolescentes dentro de uma sala, você não aguenta 1 na sua!
Todo mundo pode voltar ao trabalho, enquanto isso vcs não podem voltar ? Os bares estão lotados de universitários de segunda a segunda
-Quem não aguenta aborrecente não vai ensinar.
-Professor é pago para aturar (pelo visto não são os riscos de contágio, né? arrumaram um pretexto).
-Quem já é professor e não os atura pede demissão.
-As particulares já voltaram.
-Quem não dá valor a professor?
-EU até acho que professores públicos no Brasil são até sobrevalorizados para o que entregam.
Se os pais vão ter a função de educador, tranquilo, que vocês SEJAM DEMITIDOS.
Se professor não é para assumir sala de aula, que a função SEJA EXTINTA.
Simples assim.
Por sinal, desde quando alguns professores não são dispensáveis?
Professor deveria dar exemplo e não ficar querendo receber SEM TRABALHAR
O MEC é inocente ou se faz de desentendido?
Nunca os professores tiveram tanta chance de não trabalhar e receber, que conversa é essa de voltar as aulas presenciais?
Nem com a vacina isso vai acontecer, afinal o discurso já está todo preparado, depois de torrar bilhões com as vacinas, vem os "cientistas" dizem que o vírus mudou e o isolamento com lockdawn deve continuar, pois a vacina não tem efeito sobre o vírus novo.
Será uma situação cíclica, para todo o sempre, vacina, mutação, isolamento.
Ainda não entenderam? Já foi até desenhado e vocês não conseguem entender?
A área de banho do Olheiro de Pureza, um dos principais atrativos turísticos do Rio Grande do Norte, foi interditada temporariamente pela Prefeitura de Pureza após o aparecimento de um jacaré-coroa no local. A medida preventiva foi anunciada nesta segunda-feira (6) e permanecerá em vigor até que órgãos ambientais concluam a avaliação da situação e autorizem a reabertura do espaço.
Segundo a administração municipal, o animal foi visto no domingo (5) na área destinada aos banhistas. O jacaré-coroa é de pequeno porte e mede menos de um metro de comprimento. Mesmo assim, a presença do réptil levou à suspensão das atividades no local para evitar riscos aos frequentadores.
A gestão do prefeito Ricardo Brito informou que acionou a Polícia Ambiental, o Corpo de Bombeiros Militar e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema), responsáveis por definir as medidas necessárias para garantir a segurança dos visitantes e preservar o animal silvestre.
Prefeitura emite comunicado sobre interdição
Em nota oficial, a Prefeitura de Pureza informou que o fechamento temporário ocorreu após a identificação de um jacaré-coroa na área de banho e destacou que as medidas adotadas têm como prioridade a segurança da população, dos turistas e o bem-estar do animal.
Além da Polícia Ambiental, do Corpo de Bombeiros e do Idema, equipes da gestão municipal acompanham o caso até que seja possível liberar novamente o acesso ao balneário.
O Olheiro de Pureza é conhecido pelas águas cristalinas e recebe visitantes de diversas cidades do estado ao longo de todo o ano. Por isso, a administração municipal reforçou o pedido para que a população respeite a interdição e evite entrar na água até que haja uma nova avaliação técnica.
A reabertura do ponto turístico dependerá do parecer dos órgãos ambientais envolvidos no monitoramento da ocorrência. A Prefeitura de Pureza informou que divulgará novas informações pelos canais oficiais assim que houver definição sobre a liberação da área para banho.
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (7) uma nova fase da Operação Unha e Carne para investigar um grupo suspeito de usar uma rede de postos de combustíveis no Rio de Janeiro para ocultar dinheiro de origem criminosa.
Segundo a PF, um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou movimentações superiores a R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos envolvendo empresas investigadas.
Ao todo, foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão na capital fluminense e em cidades como Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende.
Entre os alvos estão o ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado Márcio Canella e o ex-secretário de Estado de Polícia Civil do Rio Marcus Amim.
A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores, além da suspensão das atividades econômicas de empresas ligadas aos investigados.
De acordo com a Polícia Federal, a organização teria utilizado empresas do setor de combustíveis como estrutura para lavagem de dinheiro e contaria com a participação de agentes públicos.
Os investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro e outros delitos que forem identificados durante o avanço das apurações.
A Operação Unha e Carne faz parte da Força-Tarefa Missão Redentor II, criada pela PF para combater organizações criminosas com atuação no Rio de Janeiro. As investigações começaram em 2025 e foram ampliadas após novas suspeitas envolvendo lavagem de dinheiro e possível proteção ao crime organizado.
Uma empresa que, segundo a investigação, recebeu R$ 26 milhões de uma companhia ligada ao financiamento do filme sobre a vida de Jair Bolsonaro passou a ser alvo de apuração por suspeita de movimentação de recursos ligados ao PCC.
De acordo com relatório da Polícia Civil de São Paulo, obtido pelo Metrópoles, a Entre Investimentos e Participações Ltda. repassou R$ 26.225.110,00 para a ACX ITC Serviços de Tecnologia Ltda., entre fevereiro e abril de 2025.
A investigação aponta que a ACX ITC teria sido usada para movimentações financeiras suspeitas. A empresa aparece em um relatório do Denarc (Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico) com indícios de ligação com recursos oriundos do tráfico de drogas.
Segundo a Polícia Civil, a ACX movimentou cerca de R$ 918 milhões e tinha como proprietário formal Ericsson Azevedo, que afirmou em depoimento ser um “laranja” no negócio.
Ainda conforme a investigação, a ACX teria repassado R$ 1,3 milhão para empresas ligadas a integrantes do Superior Tribunal Militar (STM) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O caso foi encaminhado para a Polícia Federal devido a possíveis conexões com outras investigações federais.
A Entre Investimentos está registrada em nome de Antônio Carlos Freixo Junior. Foi por meio dessa empresa que, segundo a versão apresentada pelo senador Flávio Bolsonaro, o banqueiro Daniel Vorcaro teria enviado recursos para financiar o filme sobre a trajetória de Jair Bolsonaro. A investigação segue em andamento.
O governo do presidente Lula (PT) pagou cerca de R$ 33,9 bilhões em emendas parlamentares entre janeiro e 4 de julho de 2026, segundo dados do sistema Siga Brasil, mantido pelo Senado Federal.
O valor é o maior já registrado em um período pré-eleitoral e supera o total pago durante todo o ano de 2022, quando ocorreram as últimas eleições presidenciais.
Os recursos liberados em emendas também ficaram acima dos investimentos do Novo PAC no mesmo intervalo, que somaram R$ 19,65 bilhões, de acordo com o levantamento.
Os pagamentos ocorreram até o início do chamado defeso eleitoral, período que restringe a liberação de determinadas transferências voluntárias da União nos três meses anteriores às eleições.
Do total liberado, R$ 18,55 bilhões foram destinados a emendas individuais de deputados e senadores. Outros R$ 7,68 bilhões correspondem a emendas de comissão e R$ 7,28 bilhões a emendas de bancada estadual.
A Secretaria de Relações Institucionais informou que a execução dos recursos segue a legislação e as determinações do STF, além de depender de análises técnicas e da disponibilidade orçamentária.
Segundo o levantamento, a Comissão de Saúde da Câmara recebeu o maior volume de recursos por meio de emendas em 2026, com R$ 3,6 bilhões destinados à área. Entre os parlamentares, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) aparece com o maior valor individual pago, com R$ 88,85 milhões.
A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, busca o arquivamento do inquérito da Polícia Federal que cita seu nome nas investigações sobre fraudes no INSS envolvendo o lobista conhecido como “Careca do INSS”.
Os advogados alegam que a apuração já ultrapassou o prazo considerado adequado e afirmam que não foram encontradas provas suficientes que justifiquem a continuidade da investigação, conforme informações do Diário360.
Segundo a defesa, o inquérito não teria reunido elementos que comprovem o envolvimento de Lulinha nos fatos investigados. Com isso, os advogados querem o encerramento do procedimento antes da conclusão das diligências.
A defesa também pretende apresentar seus argumentos ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, em uma tentativa de discutir o andamento da investigação.
Enquanto isso, a Polícia Federal continua analisando materiais recolhidos durante a apuração e pediu ao Supremo Tribunal Federal a ampliação do prazo para concluir as diligências.
Até o momento, não há decisão sobre o pedido de arquivamento. A análise dependerá dos argumentos apresentados pela defesa e do andamento das investigações conduzidas pelas autoridades responsáveis.
O Itamaraty contestou a possibilidade de classificar facções criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
A manifestação foi enviada em resposta a questionamentos da Câmara dos Deputados e afirma que uma eventual mudança poderia gerar impactos nas áreas financeira, migratória e penal.
Segundo o colunista Cláudio Humberto, a posição do Ministério das Relações Exteriores reproduz uma “mentira oficial” ao argumentar contra a medida. A crítica ocorre diante do debate sobre o enquadramento de facções brasileiras em listas internacionais de organizações terroristas.
No documento, o Itamaraty também citou a possibilidade de interpretações envolvendo “uso da força militar dos EUA em território brasileiro” caso grupos criminosos fossem classificados dessa forma.
O texto, assinado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirma ainda que a designação de PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas “não trará benefícios” ao Brasil.
A posição do governo federal tem sido questionada por parlamentares e críticos, que defendem medidas mais duras contra a atuação de facções criminosas no país.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que não reconhece a vitória do presidente eleito Abelardo de la Espriella e declarou que considera o resultado eleitoral ilegítimo. Em publicação nas redes sociais, Petro alegou que houve fraude na eleição e afirmou ter informações sobre uma suposta manipulação do sistema de apuração por algoritmos que teriam favorecido De la Espriella.
O presidente colombiano também disse que teria ocorrido votação irregular em mesas eleitorais no exterior e em diferentes regiões do país. Até o momento, Petro não apresentou provas públicas das acusações.
Na mesma manifestação, Petro citou uma empresa israelense de inteligência privada, a BlackCube, e afirmou que uma empresa de lobby teria atuado para aproximar De la Espriella do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Abelardo não ganhou as eleições”, escreveu Petro, ao afirmar que não reconhece a legitimidade do próximo governo.
O colombiano ainda convocou manifestações para o dia 20 de julho, data da Independência da Colômbia, pedindo que apoiadores ocupem praças públicas.
Eleições
De la Espriella teve a vitória confirmada após a autoridade eleitoral concluir a verificação da apuração dos votos. O candidato de direita venceu o esquerdista Iván Cepeda por cerca de 250 mil votos.
Após o resultado, o presidente eleito afirmou que a vitória representou uma derrota do governo Petro e prometeu ampliar ações contra o crime organizado e fortalecer relações com países como Estados Unidos e Israel.
Servidores da Presidência da República participaram de cursos e viagens ao exterior custeados com recursos públicos, segundo informações publicadas pela Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder, nesta terça-feira (7). Os gastos incluem mensalidades, passagens aéreas e diárias para capacitações no Brasil e fora do país.
De acordo com a coluna, no mês passado 11 servidores fizeram um curso de Gestão de Cerimonial, com mensalidade de R$ 3,9 mil por participante. A lista também inclui cursos de preparação para a aposentadoria e aulas de idiomas para 522 servidores do Palácio do Planalto.
Ainda segundo a publicação, a Presidência desembolsou mais de R$ 6,2 mil em um curso sobre Governança, Riscos e Compliance. Em maio, um servidor participou de um congresso sobre zoológicos e aquários, com custo de R$ 1,2 mil pela inscrição, além de R$ 843 em passagens e R$ 3,3 mil em diárias.
A coluna também informa que uma servidora viajou ao exterior, entre 13 e 17 de abril, para participar de um curso. As passagens custaram R$ 14,8 mil e as diárias somaram R$ 16,1 mil.
Em outro caso citado pela publicação, outra servidora participou de curso na mesma instituição no exterior. A viagem, classificada como “urgente”, teve custo de R$ 32,8 mil entre passagens e diárias, conforme a Coluna Cláudio Humberto.
Segundo os advogados, os exames indicam que Buzzi sofre de disfunção erétil de origem multifatorial, hipogonadismo, ausência de ejaculação anterógrada e outras doenças, como diabetes e hipertensão, além de ter passado por cirurgia de próstata. A defesa afirma que esse quadro seria incompatível com o relato da denunciante.
A jovem, de 18 anos, afirmou às autoridades que, durante um banho de mar em Balneário Camboriú (SC), sentiu a genitália do ministro pressionando seu corpo enquanto ele tentava segurá-la. Os advogados sustentam que a condição clínica descrita nos laudos inviabilizaria a situação narrada.
A defesa também apresentou o depoimento de uma testemunha que disse ter visto os dois no mar sem contato físico. Segundo esse relato, eles permaneceram separados por cerca de um metro e meio e o ministro apenas ofereceu a mão para ajudar a jovem ao sair da água.
Marco Buzzi está afastado do STJ desde fevereiro e nega as acusações. Além da denúncia feita pela jovem, uma servidora terceirizada do tribunal também o acusou de importunação sexual. O caso é investigado pelo STF, pelo STJ e pelo CNJ.
O Ministério Público do RN (MPRN) e a Defensoria Pública do Estado (DPE-RN) ajuizaram uma Ação Civil Pública para obrigar o Governo do Estado a retomar a reforma do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Walfredo Gurgel, paralisada há dois anos, apesar de contar com recursos federais já garantidos.
Única unidade de alta complexidade para queimados no RN, o CTQ opera hoje com estrutura reduzida e em condições consideradas inadequadas pelos órgãos de fiscalização.
Segundo a ação, o CTQ funciona com poeira, infiltrações, escombros e fiação exposta. As vistorias também apontam que a capacidade da unidade caiu de 22 para 12 leitos, obrigando pacientes a serem atendidos em setores não especializados, o que aumenta o risco de infecções.
Foto: Reprodução
O MPRN, a DPE-RN e o Conselho Regional de Medicina do RN (Cremern) afirmam que a paralisação compromete diretamente o atendimento aos pacientes. De acordo com a ação, áreas como isolamento, unidade semi-intensiva, sala de balneoterapia e ginásio de reabilitação foram desativadas.
O ambulatório, que antes realizava cerca de 22 mil atendimentos por ano, passou a funcionar apenas dois dias por semana. A ação também aponta déficit de profissionais na unidade.
Os órgãos pedem que a Justiça determine a retomada da obra em até 30 dias, por meio de contratação emergencial ou outro mecanismo legal, além da apresentação de um cronograma para conclusão dos serviços.
Foto: Reprodução
Também solicitam que o Estado conclua a reforma, reative os setores desativados e recomponha a equipe para restabelecer a capacidade plena de atendimento.
Explicação da Sesap
O secretário estadual de Saúde, Alexandre Motta, afirmou que a paralisação ocorreu após problemas com as empresas responsáveis pela obra. Segundo ele, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e a Secretaria de Estado da Infraestrutura já trabalham na preparação de uma nova licitação.
O secretário acrescentou que uma eventual decisão judicial autorizando a contratação emergencial poderá acelerar a retomada da reforma e permitir o uso dos recursos federais disponíveis.
VERGONHA, formar profissionais para o mercado de trabalho apenas com aulas remotas, como ficam as aulas práticas? Isso é uma ENGANAÇÃO.
Como esses profissionais vão ter condições de realizar qualquer procedimento no mundo real, se não praticaram em sala de aula.
As universidades privadas há muito retornaram, com as medidas de segurança as universidades públicas também já poderiam retornar.
Muitos outros profissionais estão trabalhando em condições muito mais arriscada para o Covid do que os professores, tais quais bancários, motoristas de ônibus, policiais, etc.
Parece que os professores gostaram de passar a maior parte do ano recebendo em dia e em casa. A sociedade é quem paga a conta.
Parece também que a educação de qualidade não é prioridade para as universidades, que parecem não se esforçar para melhorar a situação.
Todo mundo voltou a trabalhar.So esse segmento tem privilégio de ficar em casa.As suas vidas tem mais valor que as demais?
André, Severino e Osvaldo, grandes…,
Seus comentários equiparam-se aos seus conhecimentos. Lamentável! Não generalizem! A maioria desses que provocam aglomerações vocês sabem quem são e o que pensam. Desconhecem o trabalho dos professores. Gostaríamos muito de trabalharmos presencialmente. De moso remoto temos que replanejar, pesquisar, trabalhar por videoconferência, preencher dezenas de formulários, participar de formações e reuniões administrativas e pedagógicas on-line sem turno definido, acompanhar os e-mails para recebimento de atividades, acompanhar os grupos de mídias sociais para atender alunos, ir à escola pegar atividades impressas devolvidas pelos alunos que não têm acesso a internet, acessar o sistema para lançar conteúdos, atividades e acompanhar os que acessam. E ainda elaborar relatório de desenvolvimento parcial das atividades remotas em andamento, pois o MP também acompanha as ações realizadas pela escola. Falem apenas do que sabem com propriedade! Professor está acostumado a trabalhar. Afinal jornada de dois turnos de trabalho com cinco aulas cada um, com quarenta alunos em cada sala, mais um em casa planejando e corrigindo atividades não assusta ninguém!
Vagabundos!!!! Instituições fomentadoras de vagabundagem!!!!
Que revolta é essa, vamos estudar numa federal e publicar alguns artigos internacionais. Prometo que a raivinha passa.
quando vejo um posicionamento destes acho que deveríamos renomear as Universidades, para creches superiores. É um absurdo ! estamos lidando com o ensino superior deste país, se os professores e alunos não tem a capacidade de se adequar as exigências sanitárias imaginem a qualificação profissional dos que irão sair destas autarquias.
Infelizmente estão utilizando as UF´s como campo de batalha ideológico, pena que os alunos não enxergam o tamanho do dano que estão causando na sua formação profissional, os servidores estão com seus proventos garantidos e não estão preocupados com a perdas do aprendizado, acorda moçada o tempo perdido vai ser cobrado depois e na vida real não vale mimimi, nem choro e vela o fumo é grande.
sem condições de escolas e universidades voltarem na modalidade presencial.
nunca deram valor aos professores, agora tudo pedindo arrego… não aguentam seus filhos dentro de casa?
aprendam a respeitar os professores! são 40 adolescentes dentro de uma sala, você não aguenta 1 na sua!
Todo mundo pode voltar ao trabalho, enquanto isso vcs não podem voltar ? Os bares estão lotados de universitários de segunda a segunda
-Quem não aguenta aborrecente não vai ensinar.
-Professor é pago para aturar (pelo visto não são os riscos de contágio, né? arrumaram um pretexto).
-Quem já é professor e não os atura pede demissão.
-As particulares já voltaram.
-Quem não dá valor a professor?
-EU até acho que professores públicos no Brasil são até sobrevalorizados para o que entregam.
Se os pais vão ter a função de educador, tranquilo, que vocês SEJAM DEMITIDOS.
Se professor não é para assumir sala de aula, que a função SEJA EXTINTA.
Simples assim.
Por sinal, desde quando alguns professores não são dispensáveis?
Professor deveria dar exemplo e não ficar querendo receber SEM TRABALHAR
O MEC é inocente ou se faz de desentendido?
Nunca os professores tiveram tanta chance de não trabalhar e receber, que conversa é essa de voltar as aulas presenciais?
Nem com a vacina isso vai acontecer, afinal o discurso já está todo preparado, depois de torrar bilhões com as vacinas, vem os "cientistas" dizem que o vírus mudou e o isolamento com lockdawn deve continuar, pois a vacina não tem efeito sobre o vírus novo.
Será uma situação cíclica, para todo o sempre, vacina, mutação, isolamento.
Ainda não entenderam? Já foi até desenhado e vocês não conseguem entender?