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NÃO PAROU NOS RESPIRADORES: Auditoria aponta superfaturamento na compra de soro fisiológico para pacientes com Covid-19 no RJ

Foto: Reprodução/Globo News

Depois das denúncias na compra de respiradores para os hospitais de campanha do Rio, e a própria construção dessas unidades, mais um contrato da Secretaria Estadual de Saúde está sendo investigado. Uma auditoria da Controladoria-Geral do Estado apontou superfaturamento de R$ 1,6 milhão na compra de soro fisiológico para pacientes com a Covid-19.

O volume comprado – 370 mil litros, ou 1,3 milhão de frascos – também levantou suspeitas: é 20 vezes maior do que o total comprado para abastecer hospitais do Estado durante três anos.

Em apenas quatro dias, a Secretaria de Saúde abriu um processo de contratação e escolheu uma empresa para a compra sem licitação. O parecer jurídico era obrigatório, mas essa regra foi ignorada.

O contrato, no valor de R$ 5,7 milhões, foi fechado com a Carioca Medicamentos e Material Médico, escolhida para fornecer cloreto de sódio 0,9% – popularmente conhecido como soro fisiológico – para o atendimento aos pacientes do novo coronavírus.

O TCE abriu uma auditoria e cobrou explicações sobre esse contrato, mas a Secretaria de Saúde não soube dizer por que comprou tanto soro fisiológico.

Em documento, a secretaria admite que “a demanda pela aquisição de cloreto de sódio não foi originada pela coordenação de medicamentos da superintendência de logística, suprimentos e patrimônio”, que é o setor técnico.

A secretaria informou que “como a área desconhece os detalhes do contexto fático que originou a contratação, não é possível estabelecer a relação entre o objeto do processo e o enfrentamento da pandemia da Covid-19”.

A Coordenação de Medicamentos da Secretaria de Saúde também não sabe explicar quais hospitais seriam abastecidos com soro.

Segundo a auditoria, R$ 1,6 milhão poderiam ter sido economizados se a Secretaria de Saúde tivesse comprado o medicamento pelo preço médio de outras contrações realizadas pelo poder público.

“O soro fisiológico é um insumo básico, essencial. Não existe atendimento, nem nas unidades básicas, nem nas UPAs, especialmente nos hospitais, sem soro fisiológico. É necessário o fornecimento sistemático para todas as unidades, em volume adequado para que todas as unidades mantenham um estoque, mas um estoque que possa ser armazenado, porque várias unidades não têm um lugar para estocar uma quantidade grande de soro. É necessário então que a secretaria planeje essa compra por um ano, pelo menos”, avaliou a especialista em Saúde Pública, Lígia Bahia.

Dois meses depois da assinatura do contrato, o estado só recebeu 14% dos frascos comprados. A Carioca Medicamentos ganhou até agora R$ 400 mil dos cofres da Secretaria de Saúde.

O responsável por essa contratação está preso há um mês, por outro motivo. Gabriell Neves é investigado por fraude na compra de respiradores.

Cada aparelho custou até o triplo do valor de mercado. E nenhum dos mil respiradores comprados chegou até os hospitais. Na compra de soro fisiológico, a conclusão da controladoria geral do estado é que, mais uma vez, o governo pagou muito mais caro.

“Esse recurso já foi mal utilizado. Significa que vidas que poderiam ter sido salvas, não serão. Então, na Saúde, é importante que tenhamos ações que sejam ações posteriores, mas é preciso que a gente não cometa os erros. Os erros são muito graves, com consequências muito dramáticas”, destacou Lígia Bahia, especialista em saúde pública.

G1

 

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Buscas por Augusto Cury no Google têm alta de mais de 1.000% após debate da Band entre candidatos à Presidência

Foto: Reprodução

O nome de Augusto Cury, candidato do Avante à Presidência da República, disparou nas buscas do Google após sua participação no debate presidencial da Band, realizado neste domingo (23). Segundo o Google Trends, as pesquisas pelo nome do psiquiatra e escritor cresceram mais de 1.000% nas últimas 15 horas.

Cury havia anunciado, de última hora, que não participaria do debate, mas voltou atrás e compareceu ao encontro que teve as ausências de Lula, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema. Cury participou do debate ao lado de Renan Santos e Ronaldo Caiado.

Oficializado como candidato no início de agosto, Cury tem como vice o ex-deputado federal Júlio Delgado (Avante). Conhecido nacionalmente pelos livros sobre inteligência emocional, Cury tenta agora transferir sua popularidade como escritor para a disputa presidencial, com o lema “mente capitalista e coração social”.

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Dino diz que emendas parlamentares são o “maior vetor da corrupção” no Brasil

Foto: STF

A expansão das emendas parlamentares criou, segundo o ministro do STF Flávio Dino, um dos principais caminhos para esquemas de corrupção no país. O ministro afirmou que as emendas são hoje o “maior vetor da corrupção” no Brasil durante participação em um evento da Faculdade de Direito da USP nesta segunda-feira (24).

Para Dino, o problema está relacionado ao afrouxamento das regras fiscais durante a pandemia de Covid-19, período em que surgiu o chamado “orçamento de guerra”. Segundo ele, as emendas deixaram de se concentrar no aprimoramento de políticas públicas e passaram a atender “interesses de cunho privatista e eleitoral”, em alguns casos envolvendo desvio de recursos.

Dino relata a ação que trata das emendas de relator, e tem adotado medidas para ampliar a transparência sobre a destinação dos recursos. No domingo (23), declarou nulas as emendas solicitadas ou indicadas por presidentes de partidos.

Com informações de Folha de S. Paulo

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Lobista ameaçou parar de pagar passagens aéreas a Lulinha para gastar R$ 100 mil por mês para manter casa usada por ele, apontam mensagens obtidas pela PF

Foto: Reprodução/Instagram e Juca Varella/Estadão

A Polícia Federal suspeita que a lobista Roberta Luchsinger gastava cerca de R$ 100 mil por mês para manter uma casa usada pelo empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A informação consta de uma investigação sobre suspeitas de tráfico de influência envolvendo Lulinha, Roberta e o empresário Cléber Ribas.

Em uma conversa de agosto de 2025, transcrita pelos investigadores, Roberta afirmou a Ribas que os gastos com o imóvel estavam comprometendo outras despesas. “Ó Fábio, agora acabou porque a casa por mês a gente gasta em torno de R$ 100 mil, então assim, não vai mais dar pra ter essas passagens”, disse.

Segundo a PF, a conversa sugere que era habitual o pagamento de passagens aéreas para Lulinha e que esses pagamentos poderiam ser interrompidos devido às despesas com o imóvel. A corporação, porém, ressalva que ainda precisa esclarecer a que casa Roberta se referia.

Informações de um processo trabalhista indicam que a lobista mantinha uma residência em Brasília frequentada por Lulinha e usada para eventos sociais com políticos. A defesa do filho de Lula nega que o imóvel tenha sido dele e afirma que ele apenas se hospedou ocasionalmente no local.

A investigação também aponta que Ribas pagou pelo menos R$ 2,5 milhões a Roberta entre março de 2024 e dezembro de 2025. Segundo a PF, parte das conversas entre os investigados envolve pagamentos de passagens e supostas intermediações de interesses empresariais junto ao governo.

A corporação investiga ainda possíveis atuações de Roberta e Lulinha para aproximar Ribas de órgãos públicos, incluindo a Dataprev. Duas empresas do empresário obtiveram contratos de cerca de R$ 30 milhões no Ministério do Desenvolvimento Social.

A defesa de Lulinha afirma que a PF trabalha com “inferências” e não apresentou elementos concretos que vinculem o empresário à casa. O advogado Marco Aurélio de Carvalho também disse que, à época da conversa, Lulinha já morava na Espanha e tinha apartamento em São Paulo.

Com informações de Estadão

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Advogado de Lulinha quer explicações da PF sobre nome de operação por possível referência à expressão “Faz o L”

Foto: Nina Quintana/Metrópoles

Marco Aurélio de Carvalho, advogado de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, afirmou nesta segunda-feira (24) que vai cobrar explicações da Polícia Federal sobre o nome dado à operação que investiga o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a empresária Roberta Luchsinger.

O advogado disse que pretende questionar formalmente a PF sobre a origem e a justificativa para o nome.

A operação foi batizada de “Elli” e resultou na quebra dos sigilos de Lulinha e Roberta para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro. O nome provocou incômodo entre aliados do presidente, que interpretaram a denominação como uma possível referência indireta à expressão “Faz o L”, associada a Lula.

“Vamos pedir explicações sobre o nome, qual a origem e alguma explicação que justifique a alcunha”, afirmou. Segundo ele, caso não haja uma justificativa, a escolha poderia representar uma tentativa de antecipar uma condenação. “Isso é perseguição”, declarou.

A defesa de Lulinha pretende, portanto, obter esclarecimentos da Polícia Federal sobre a denominação utilizada na investigação.

Com informações de Metrópoles

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[VÍDEO] Estrutura do posto da PRF em São José de Mipibu desaba e atinge três veículos

A estrutura do posto da Polícia Rodoviária Federal em São José de Mipibu desabou no início da tarde desta segunda-feira (24) e atingiu três veículos, sendo dois que estavam estacionados e outro que passava pelo local no momento. Não há registro de feridos.

O trânsito no sentido João Pessoa-PB foi interrompido. Veículos de pequeno porte estão sendo desviados pela contramão, com orientação da PRF.

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MÁRIO SABINO: André Mendonça vira alvo de pressão dentro do STF, mas resiste

Foto: Gustavo Moreno/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça teria se transformado em um dos principais obstáculos para uma ala do órgão que atua politicamente nos bastidores, segundo análise do colunista do portal Metrópoles, Mário Sabino.

Na avaliação do colunista, a pressão sobre André Mendonça aumentou porque o ministro é relator de dois casos de grande repercussão: as investigações sobre o Banco Master e as fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. O segundo inquérito acabou alcançando também Lulinha, filho do presidente Lula (PT).

O colunista aponta que setores do STF, além da direção da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República, estariam tentando limitar a atuação de André Mendonça e retirar dele a investigação envolvendo Lulinha.

Um dos movimentos citados é a tentativa de levar o inquérito de Lulinha para a primeira instância, sob o argumento de que ele não possui foro privilegiado. Mário Sabino questiona, porém, o fato de a mesma lógica não ter sido aplicada a outro inquérito envolvendo Lulinha que está sob a relatoria do ministro Flávio Dino.

De acordo com o colunista, André Mendonça estaria resistindo à pressão e decidido a manter sob sua relatoria a investigação. Ele também afirma que o ministro poderá enfrentar uma disputa ainda maior no caso Banco Master, diante de possíveis desdobramentos envolvendo integrantes do próprio STF.

Para Sabino, a resistência de Mendonça incomoda porque as investigações podem atingir interesses políticos em um ano eleitoral. O ministro, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, vem ganhando protagonismo justamente em processos que envolvem personagens dos dois lados da polarização política.

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MEDO: Temendo pela própria segurança, presidente da Câmara Municipal de Doutor Severiano deixa cidade após morte do marido

Foto: Divulgação

A presidente da Câmara Municipal de Doutor Severiano, Lúcia Bessa (União Brasil), deixou temporariamente o município após o assassinato do marido, Edson Marques da Silva, ocorrido em 3 de junho, no Ginásio de Esportes de Encanto. Desde então, ela vem presidindo o Legislativo de forma remota, inclusive participando virtualmente das sessões.

A situação preocupa familiares e amigos, que temem pela segurança da parlamentar. De acordo com relatos, há pessoas próximas defendendo até que a vereadora renuncie ao mandato para preservar sua integridade.

Familiares de Edson e pessoas ligadas à vereadora também levantam a possibilidade de o crime ter motivação política. A hipótese, no entanto, ainda depende da investigação das autoridades.

Operação da Polícia Civil aumenta tensão

A repercussão do caso aumentou após a Operação Enedra, deflagrada recentemente pela Polícia Civil em Doutor Severiano e Caraúbas, com cumprimento de mandados de busca e apreensão em sete alvos.

O ex-vereador Cosmo Marques da Silva, ligado ao grupo político da prefeita Maria de Fátima, foi preso temporariamente e está custodiado na Penitenciária Regional de Pau dos Ferros.

Também foram alvo de diligências endereços relacionados à prefeita e ao marido dela, Roberto Neri, sargento da Polícia Militar e chefe de gabinete da Prefeitura.

As medidas fazem parte da investigação e, por si só, não significam condenação ou comprovação de envolvimento dos alvos em crimes. Todos têm direito ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.

Vereadores relatam clima de medo

A insegurança, segundo relatos, não estaria restrita à presidente da Câmara. Vereadores afirmam sofrer ataques e intimidações nas redes sociais, com ofensas, acusações e difamações.

Parlamentares chegaram a se reunir com o juiz da Comarca de São Miguel, que responde jurisdicionalmente por Doutor Severiano, para relatar a situação e demonstrar preocupação com a segurança.

Lúcia Bessa pretende solicitar, ainda nesta semana, uma audiência por videoconferência com o secretário estadual da Segurança Pública, coronel Francisco Araújo, para pedir providências para sua segurança e a dos demais vereadores.

O caso também deverá chamar a atenção da FECAM-RN e da Assembleia Legislativa, especialmente em relação à proteção das mulheres que exercem mandato político.

Enquanto isso, a investigação sobre a morte de Edson Marques segue como ponto central para esclarecer a autoria e a motivação do crime. A situação também expõe o clima de tensão vivido atualmente no município e a preocupação de vereadores em exercer seus mandatos sob ameaça ou intimidação.

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[VÍDEO] SÓ AGORA? Após quase 20 anos de governos do PT, Lula diz que quer “devolver território da periferia e da cidade ao povo”

Depois de 18 anos do PT à frente da Presidência da República, somando os governos Lula e a Dilma, o atual presidente afirmou no domingo (23) que apenas agora pretende “devolver o território da periferia e da cidade para o povo”.

A declaração foi dada durante entrevista ao “Domingo Espetacular, program da TV Record, ao falar sobre segurança pública. Candidato à reeleição, Lula defendeu maior participação do governo federal no combate à criminalidade e disse que pretende criar um Ministério da Segurança Pública.

“O que queremos fazer é devolver o território da periferia e da cidade para o povo. Ele é o dono do território. Aí, o bandido ocupará seu espaço na cadeia”, afirmou.

Ao justificar por que não criou antes o Ministério da Segurança Pública, Lula alegou que seria necessário primeiro aprovar a PEC para mudar a Constituição e ampliar a participação do governo federal no setor.

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[VÍDEO] DESAFIO: Flávio diz que adversário é Lula e provoca: “É com ele que quero debater”

Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em vídeo publicado nas redes sociais, que pretende participar de debates, mas direcionou o desafio ao presidente Lula (PT), seu principal adversário na disputa pela Presidência da República.

“Eu quero debater, eu quero debater sim, mas eu quero debater com quem está destruindo o Brasil e piorando a sua vida”, afirmou Flávio, que não participou do debate presidencial realizado pela Band neste domingo (23).

No vídeo, o senador atribuiu ao governo Lula a perda do poder de compra dos brasileiros, o endividamento das famílias e dificuldades enfrentadas por empresas. Flávio citou ainda pedidos de recuperação judicial, fechamento de lojas e saída de indústrias do país.

“É com esse cara que eu quero debater, com quem está destruindo o Brasil e representa um projeto que já deu errado”, disse.

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Pretória: exposição com fotografias de Manoel Dantas mostram a Petrópolis de ontem, hoje e amanhã

Fotos: Divulgação

A Aldann Construções, em parceria com a família Ramalho Dantas, promovem até está quarta-feira, 26, na antiga casa sede da família, à Rua Dr. Manoel Dantas, 146, a Mostra “Pretória”.

Em comemoração ao início das obras do Haus Petrópolis, a exposição que teve sua abertura na última quarta-feira (19), apresenta ao público parte do acervo de fotografias produzido por Manoel Dantas. Renomado jornalista, educador, escritor, deputado estadual constituinte, prefeito de Natal e entusiasta da fotografia, Dr. Manoel Dantas leva o nome da rua do futuro empreendimento e foi um visionário que contribuiu para o crescimento da Natal de sua época, com um olhar especial para a região que hoje se localiza Petrópolis e Cidade Alta.

A mostra é uma experiência cenográfica onde o visitante vai passear pela Petrópolis de ontem, de hoje e de amanhã, testemunhando a vocação natural de sofisticação que o bairro tem desde seu nascimento, na Vila Pretória, com curadoria de Henrique Dantas, bisneto e guardião do acerto de Manoel.

Serviço: Mostra fotográfica Pretória – de 19 a 26/08, Rua Dr. Manoel Dantas, 146. Para agendar visitas: (84) 98106-8567 ou pelo @aldannbrasil.

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