Vacina da Pfizer e da BioNTech mostra eficácia contra mutações do coronavírus, aponta estudo preliminar

Foto: Lucy Nicholson/Reuters

A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelas farmacêuticas americana Pfizer e alemã BioNTech mostrou eficácia na prevenção às mutações do coronavírus altamente transmissíveis descobertas no Reino Unido e na África do Sul, segundo um estudo clínico conduzido pela Pfizer e pela University of Texas Medical Branch.

A pesquisa ainda não foi revisada por pares.

As mutações são apontadas como responsáveis pelo aumento da transmissão do coronavírus e acendem o alerta sobre o risco de tornar vacinas inúteis.

O estudo foi realizado com sangue colhido de pessoas que receberam a vacina. As conclusões são limitadas porque não analisam o conjunto completo de mutações encontradas em qualquer uma das novas variantes do vírus que se espalham rapidamente.

O cientista da Pfizer Phil Dormitzer afirmou que o imunizante da empresa se mostrou eficaz contra a mutação N501Y e as outras 15 variantes testadas anteriormente.

“Testamos 16 mutações diferentes, e nenhuma delas teve um impacto significativo (sobre a eficácia da vacina). É uma boa notícia”, disse. “Isso não significa que a 17ª não terá.”

Dormitzer afirmou que outra variante encontrada na África do Sul – a E484K – também preocupa.

Os pesquisadores planejam realizar nas próximas semanas novos testes para ter conclusões mais detalhadas sobre a eficácia da vacina contra as mutações encontradas no Reino Unido e na África do Sul.

A comunidade científica ainda está reticente sobre a eficácia das vacinas em desenvolvimento contra as novas variantes do coronavírus, especialmente a sul-africana.

O professor de microbiologia celular da University of Reading Simon Clarke afirmou nesta semana que, embora as duas variantes tenham algumas características em comum, a encontrada na África do Sul “tem um número adicional de mutações”, que incluem alterações mais extensas na proteína spike.

As vacinas da Pfizer/BioNTech e da Moderna usam tecnologia de RNA mensageiro e podem ser rapidamente ajustadas para lidar com as novas mutações do coronavírus. Os cientistas garantem que o processo pode ser realizado em seis semanas.

Bem Estar – G1

Com festas de fim de ano, pesquisa aponta perfil mais jovem de infectados com covid-19, e pesquisadores da UFRN alertam para perigo

Com a chegada das festas do fim de um ano marcado pela pandemia de covid-19, reunir familiares para as tradicionais ceias natalinas e de réveillon, segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), pode ser uma atividade perigosa. A avaliação se dá, sobretudo, pelo novo perfil de infectados identificado, que hoje é quatro anos mais jovem do que o apresentado em julho de 2020.

Segundo os dados da PNAD Contínua do terceiro trimestre de 2020, em cerca de 147 mil domicílios potiguares (12,2% do total), há idosos residindo com jovens de 18 a 35 anos. Isso aumenta o risco de contaminação, especialmente pelo fato de que, segundo relatórios da Secretaria Estadual de Saúde do RN (Sesap/RN), a população jovem corresponde a quase a metade de casos de covid-19 atualmente (46,5%).

“Festas familiares são um evento catalisador de novas infecções, especialmente quando se reúnem familiares que não tem um convívio diário ou habitual”, enfatizam os pesquisadores em relatório.

Segundo o pesquisador e professor César Rennó Costa, do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), o mesmo padrão de evolução da doença no Brasil foi observado em outros lugares do mundo, ocasionado, especialmente, por festas e eventos públicos.

“Na Flórida, nos Estados Unidos, houve um crescimento acentuado de casos depois das festas de Spring Break – algo como um Carnaval em abril –, mas sem que houvesse um paralelo imediato na curva de óbitos. Porém, no mês seguinte, houve uma mudança no perfil dos infectados, tendendo para os mais velhos e logo se observou um aumento nas taxas de hospitalização e de óbitos”, comenta o professor.

Percepção popular

Segundo a pesquisadora Luciana Lima, do Programa de Pós-Graduação de Demografia da UFRN, “o cenário atual é preocupante. Há um contingente alto de pessoas jovens infectadas e uma percepção popular de que a epidemia não está tão avançada, o que pode reduzir os cuidados na realização dos eventos de fim de ano”.

Para os estudiosos, a reabertura econômica possivelmente possibilitou mais exposição de adultos à contaminação, assim como uma maior circulação de jovens em locais com aglomerações, como casas noturnas, bares e eventos. Em conjunto, todos esses fatores podem, segundo a pesquisa, ter contribuído para esse rejuvenescimento da curva de contaminados.

Ainda segundo os pesquisadores, a percepção da população sobre a pandemia não parece refletir a gravidade da situação: os índices de isolamento social de hoje (39%) são menores que no período anterior ao primeiro pico (44%).

Em casos em que as famílias optarem pelas festividades de fim de ano, os acadêmicos aconselham a todos seguirem as recomendações da Fundação Oswaldo Cruz para a redução dos riscos de contaminação.

UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. pereira disse:

    Chega de FAZ de CONTA. Chega de Mentiras. Fechem TUDO que NÃO é ESSENCIAL. Sejam DETERMINADOS. Tenham CORAGEM, VONTADE politica e INTERESSE em combater a disseminação do covid-19. CHEGA de trocarem VIDAS por impostos.

    • Antenado disse:

      Isso, vamos deixar de pagar o funcionalismo público. Sem impostos não há como pagar.

    • Calígula disse:

      E os 5 milhões dos respiradores quando serão devolvidos aos cofres públicos?

Ministério Público aponta Marcelo Crivella como ‘vértice’ e líder de organização criminosa

Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo

Na denúncia apresentada contra Marcelo Crivella, preso nesta terça-feira, o Ministério Público aponta que o prefeito é o “vértice” da organização criminosa que ficou conhecida como “QG da propina”. Segundo os promotores, Crivella “orquestrava sob sua liderança pessoal” o esquema que tinha como objetivo “aliciar empresários para participação nos mais variados esquemas de corrupção, sempre com olhos voltados para a arrecadação de vantagens indevidas mediante promessas de contrapartidas”.

Os investigadores narram ao longo da denúncia que Crivella “desempenha a função de verdadeiro organizador e idealizador de todo o plano criminoso, promovendo a cooperação no crime e dirigindo as atividades dos demais agentes”. Sua participação no suposto esquema era essencial, segundo o Ministério Público, pelo seu posto de prefeito. Isso porque seu gabinete seria capaz de executar e comandar os atos necessários para a organização criminosa conseguir atuar dentro da prefeitura do Rio. Os promotores dizem ainda que o plano criminoso é “meticulosamente elaborado”.

“O vértice da organização criminosa é ocupado por Marcelo Crivella, que na qualidade de Prefeito do Rio de Janeiro, concentra em suas mãos as atribuições legais indispensáveis para a consecução do plano criminoso, meticulosamente elaborado pela organização criminosa. Em outras palavras, seu status funcional de alcaide lhe confere, e a mais ninguém, a capacidade de executar e determinar a execução dos atos de ofício necessários à materialização das escusas negociatas”, diz trecho da denúncia obtida pelo GLOBO.

Os alvos da operação que prendeu Crivella

Preso na manhã desta terça-feira, Crivella (Republicanos) é um dos alvo da operação que resultou do inquérito que ficou conhecido como “QG da propina”. Também estão na mira do Ministério Público o empresário Rafael Alves, homem de confiança de Crivella; o ex-tesoureiro de Crivella Mauro Macedo; o ex-delegado Fernando Moraes; o ex-senador Eduardo Lopes e os empresários Cristiano Stocler e Adenor Gonçalves.

Rafael Alves

Rafael Alves é apontado como o chefe do esquema de lavagem de dinheiro. Filiado ao Republicanos (antigo PRB), mesmo partido do prefeito, ele foi pré-candidato à prefeitura de Angra em 2016 e doador da campanha de Crivella a governador em 2014. Figura que circula entre o universo do carnaval — já foi dirigente da Viradouro, Império Serrano e Salgueiro — e de casas noturnas.

O empresário estreitou os laços com o município em 2016. Naquele ano, Alves colaborou na arrecadação de recursos durante a campanha de Crivella à prefeitura e para a diminuição da resistência do mundo do samba ao prefeito. Apos a posse, a influência de Rafael na Riotur — da qual seu irmão Marcelo Alves foi presidente — era presente mesmo sem um cargo no órgão, diretamente ligado ao carnaval na Avenida Marquês de Sapucaí e aos blocos de rua.

Mauro Macedo

Mauro Macedo é ex-tesoureiro de antigas campanhas de Marcelo Crivella. Ele esteve no centro de uma denúncia de que recebeu doações não declaradas de R$ 450 mil da Fetranspor, entre os anos de 2010 e 2012. Macedo tem fama de bom administrador herdada pelo sucesso como gestor de negócios de empresas ligadas à Igreja Universal, do primo Edir Macedo. E, na última campanha, ganhou um apelido inusitado quando Crivella disputava a prefeitura em 2016: “Mestre dos Magos”.

Registros do sistema interno do Senado mostram que, entre 2003 e 2011, Macedo ocupou vários cargos em Brasília, quando Crivella exerceu seu primeiro mandato no Senado. Neste período, com alguns intervalos, ocupou cargos de confiança no gabinete do atual prefeito e também na liderança do extinto Partido Liberal (PL), pelo qual Crivella se elegeu ao senado pela primeira vez. A última passagem de Macedo pelo gabinete de Crivella ocorreu entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011, quando exercia um cargo comissionado, cujo valor atual equivale a R$ 16,4 mil.

Eduardo Lopes

O ex-senador Eduardo Lopes também é filiado ao Republicanos e foi suplente de Marcelo Crivella. Assumiu o cargo pela primeira vez em 2012, retornou por três meses em 2016 e depois se manteve no Senado entre janeiro de 2017 e dezembro de 2018.

Lopes tentou a reeleição no pleito de 2018, quando teve 3% dos votos nas urnas. Durante a campanha, chegou a ser notificado por possível prática de propaganda irregular com abuso de poder religioso. Lopes e os candidatos a deputado federal Marcelo Crivella Filho — filho do prefeito — e a deputado estadual Daniel Librelon foram acusados de terem sido favorecidos politicamente após um culto celebrado pelo bispo Jadson Santos numa Igreja Universal.

Alvo da operação desta terça, o ex-senador foi procurado na casa dele, no Rio, mas a defesa informou que está morando em Belém, no Pará onde deve se apresentar à polícia. Ele já é considerado foragido.

Fernando Moraes

José Fernando Moraes Alves, conhecido como Fernando Moraes, é delegado aposentado da Polícia Civil e foi titular da Delegacia Anti-Sequestro. Também é ex-vereador pelo MDB e em 2019, ocupou o cargo de conselheiro da Agetransp, nomeado pelo ex-governador Luiz Fernando Pezão.

Na época, a Justiça pediu a suspensão da nomeação em sentença publicada no dia 14 de maio. Alegou que, apesar do notável saber jurídico, Moraes, “sem qualquer dúvida, não atende ao requisito da experiência profissional na área de transporte”. A Agetransp é responsável por fiscalizar o transporte público a nível estadual.

Nas redes sociais, Moraes compartilha uma vida de luxo. Posa ao lado de carros Ferrari, faz passeios de jet skis e mostra viagens em hotéis com piscinas de borda infinita e vista para o mar. Recentemente, viralizou nas redes sociais num vídeo que dizia que o novo sistema de transações PIX poderia facilitar sequestros. O Banco Central nega.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    #crivelalivre…#eleiçõessemcrivelaégópi….kkkkkkkkkkkkkkkkk….os adoradores de corruptos piram!!!!

  2. Marcio disse:

    Engraçado que o MP não descobriu nada de Eduardo Paes que enfiou a mao no dinheiro das olimpíadas ! É um artista inteligente , um dia esse rato cai na ratoeira .

  3. Sergio disse:

    Não voto em NINGUÉM que mistura política e religião.

  4. Mito Podre disse:

    Será mesmo que ele é o Líder dessa quadrilha? Hum, não acredito. Tem que ser investigado por instituição isenta. A PF e a ABIN, sabemos, está aparelhada. Acho que Crivel é do segundo escalão. Quem é o político do RJ, grande aliado dele, com maior posição hierárquica na república, que desde que assumiu o mandato vem tentando minar o combate à corrupção? E é a favor de isenção de impostos das igrejas, principalmente algumas ordens evangélicas, que lhe dão apoio?

  5. Luciana Morais Gama disse:

    Alves… aqui ou no Rio sempre fudendo o Brasil.

  6. Luíz disse:

    Aliado de Bozo, evangélico, homem da família, casado, de bem.
    É a “nova” forma de fazer política no Brasil.
    Tirando a esquerda do governo, acaba a corrupção.
    Assim nos prometeram…..
    Kkkkk

    • Bozolóide disse:

      Era a corrupção dos outros, Luiz..a nossa e dos meus filhos, poooooode…

    • george disse:

      O governo ainda é todo de esquerda, o que não é de esquerda é a presidência.
      Todas as universidades são de esquerda, o MEC é de esquerda, o STF é canhoto e por aí vai

      Bolsonaro é um herói por ainda estar lutando contra esse organismo gigante que nos rouba há tanto tempo.

  7. Antonio de Deus disse:

    Que veinho sem vergonha rapaz, e com um agravante é evangélico, com isso mancha a imagem do crente fiel e temente a Deus.

  8. Billy disse:

    Já já a Globo chega no planalto

    • O dono do dinheiro! disse:

      A rede Globo de televisão aceitando ou não,você ideológicamente de centro,esquerda ou de direita,a Globo funciona hoje como um poder midiatico regulador da vida política e partidária,politica-admistrativa do país,os outros canais de televisão,rádios e sites de notícias praticamente só re-publicam e difundem as mesmas informações do grupo globo,o grupo Globo é odiado tanto pelos políticos de esquerda e quanto pelos políticos de direita e pelo(a)s idiotas subservientes e bajuladores que defendem tais politicos e estes dois espectros ideológicos esquerda×direita e boa parte para não dizer a maioria desses partidários liderados não conseguem ganhar nada,e no máximo que conseguem arranjarem são brigas,intrigas,discórdias,confusões,hoje não defendo mais nenhuma ideologia política-partidaria,partido político,políticos é tudo uma imensurável perda de energia da materia,do espaço e do tempo.

  9. Ozir disse:

    Eu sou prefeito…eu sou da UNIVERSAL.

VALE A PENA LER: Estudo aponta o jeito mais seguro de andar de carro na pandemia

Foto: A. L./Unsplash

Se você precisa pegar carona com um carro de aplicativo ou mesmo um amigo, atenção: em tempos de pandemia, o ideal é que todas as janelas do veículo se mantenham abertas durante o trajeto. É o que concluiu um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Brown, nos Estados Unidos, publicado na última sexta-feira (4) na revista científica Science Advances.

Os cientistas usaram modelos de computador para simular o fluxo de ar dentro de um carro compacto em diversos cenários: todas as janelas abertas, todas fechadas ou algumas abertas e fechadas. Os resultados indicam que quanto mais abertura para ventilação, menor a concentração de partículas de aerossol trocadas entre motorista e passageiro.

A situação menos indicada é manter todos os vidros fechados e o ar-condicionado ou aquecedor ligado. “Mesmo uma ou duas janelas abertas foi bem melhor do que todas elas fechadas”, conta Asimanshu Das, estudante de pós-graduação na Escola de Engenharia da universidade que coliderou a investigação, em nota.

As simulações consideraram um passageiro sentando atrás do motorista ou no lado oposto no banco traseiro, já que essas são as duas posições com maior distanciamento possível entre as duas pessoas. O fluxo de ar foi avaliado com o veículo andando a uma velocidade de 80 km/h, e a formação de aerossóis também foi medida.

Simulações em computador de diferentes cenários de troca de partículas de aerossol dentro do carro: manchas vermelhas indicam mais partículas. O maior risco é com as janelas fechadas (no topo, à esquerda) e vai diminuindo com cada vez mais vidros abertos. O melhor cenário é o inferior, à direita. (Foto: Breuer lab/Brown University)

Já se sabe que o novo coronavírus é capaz de permanecer ativo no ar, especialmente em ambientes pouco ventilados. Ao abrir (ou fechar) as janelas, a taxa de renovação do ar por hora se altera, e é isso que impacta a disseminação de partículas possivelmente contaminadas.

A disposição das aberturas importa. Os pesquisadores viram que a pressão do ar perto das janelas traseiras tende a ser maior. Como resultado, o ar entra no carro pela parte de trás e sai pela da frente. Ao abrir tudo, cria-se dois fluxos de ar independentes em cada lado do carro. Nas simulações, quando os ocupantes estavam em lados opostos, pouquíssimas partículas foram trocadas entre passageiro e motorista — embora este tenha um risco ligeiramente maior por estar na área por onde o ar sai.

Abrir as janelas do lado oposto ao que motorista e passageiro estão sentados cria um fluxo de ar que reduz a troca de partículas de aerossóis entre as pessoas (Foto: Breuer lab/Brown University)

Outra constatação curiosa é que abrir a janela imediatamente ao lado de cada pessoa não é a melhor ideia — prefira baixar o vídro do seu lado oposto. “Quando as janelas opostas aos ocupantes estão abertas, você tem um fluxo de ar que entra por trás do motorista, passa pela cabine atrás do passageiro e sai pela janela do banco da frente do lado do passageiro”, explica o professor Kenny Breuer, autor sênior do estudo.

Vale lembrar, no entanto, que essas práticas não substituem o uso de máscara por todas as pessoas dentro do veículo e medidas de higiene. Os autores também ponderam que não mediram o comportamento de gotículas maiores possivelmente infectadas com o Sars-CoV-2.

Galileu

 

Economia brasileira cresceu 7,5% no terceiro trimestre, aponta monitor do PIB da FGV

Monitor do PIB — Foto: Reprodução/Ibre

A economia brasileira registrou alta de 7,5% no terceiro trimestre, na comparação com os três meses anteriores, segundo dados do Monitor do PIB-FGV, divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira (19). Frente ao mesmo período de 2019, no entanto, o resultado é uma queda de 4,4%.

Segundo a FGV, em setembro o PIB teve uma alta de 1,1% ante o mês anterior. Já na comparação com o mesmo mês do ano passado recuou 2,3%.

“O forte crescimento de 7,5% da economia brasileira no 3º trimestre, reverte, em parte, a forte retração de 9,7% registrada no 2º trimestre deste ano, em função da chegada da pandemia de Covid-19 ao Brasil, a partir de março”, diz em nota o coordenador da pesquisa, Claudio Considera.

Ele ressalta, no entanto, que o crescimento não é suficiente para recuperar o nível de atividade econômica, que segue 5% abaixo do observado no 4º trimestre do ano passado.

De acordo com Considera, o setor de serviços ainda tem dificuldades para se recuperar – mesmo com a flexibilização das medidas de isolamento – por conta da elevada incerteza quanto ao futuro da pandemia.

Principais resultados

O Monitor do PIB apontou que no terceiro trimestre, em comparação com o mesmo período de 2019:

O consumo das famílias caiu 5,1%, com retração de 8,7% no consumo de serviços;

Os investimentos (formação bruta de capital fixo) tiveram queda de 2,2%, com recuo de 8,2% em máquinas e equipamentos;

A exportação teve alta de 1,7%; enquanto a importação encolheu 24,4%.

Perspectivas e projeções para 2020

O indicador da FGV ficou melhor que o apontado pelo Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), do Banco Central (BC), que apontou uma alta de 1,06% no mês.

O mercado financeiro estimou, na segunda-feira (16), uma retração de 4,66% para a economia brasileira neste ano

Na terça (17), o governo brasileiro reduziu para 4,5% a expectativa de queda para o PIB de 2020

O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta um tombo do PIB de 5,8% em 2020.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Araújo disse:

    Cresceu 7,5% em relação ao trimestre passado, mas quando comparado ao mesmo trimestre do ano passado teve queda 4,4%. É óbvio que quando se para a economia e ela retoma, terá crescimento em "V", o que não significa que teremos um PIB positivo neste trimestre. Alerta aos sonhadores, a inflação está de volta e vai levar parte de salário. Para os donos de empresa, não tem coisa melhor do que um trabalhador querendo trabalhar mais achando bom ganhar menos. Todos sonham em ser empresário e acordam com o despertador dizendo que hora de acordar para não chegar atrasado no trabalho.

  2. PEDRO VERDADEIRO. disse:

    Isso não é bom e agradável para os meninos do PT, na verdade, péssima notícia.

  3. Acorda Brasil disse:

    Que coisa.. parece um "V". Se não me engano um certo economista odiado pelas esquerdas (e foi o que mais infligiu derrotas aos bancos) falou em um recuperação em "V". Deus ajude o Brasil.

  4. PEDROCA Do Alecrim disse:

    Contribui para esse %.
    Casei, comprei uma bicicleta pra o meu MARIDO (pedalamos juntos), viajamos para Tambaba em lua de mel, etc. Ou seja, tenho orgulho em ter participado desses 7,5%

ECONOMIA BRASILEIRA VOLTA A CRESCER: ‘Prévia’ do PIB do Banco Central aponta alta de 9,47% no terceiro trimestre e saída da recessão

Foto: © Marcello Casal jr/Agência Brasil

A economia brasileira voltou a crescer no terceiro trimestre deste ano e, com isso, saiu da chamada “recessão técnica”. É o que indicam informações divulgadas nesta sexta-feira (13) pelo Banco Central.

Segundo o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br)– indicador considerado com uma “prévia” do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) – a economia registrou um crescimento de 9,47% no terceiro trimestre, na comparação com os três meses anteriores.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Dois trimestres seguidos de queda do nível de atividade (registrados neste ano) representam uma recessão técnica, que foi superada, segundo indicam os números prévios do BC.

O resultado oficial do PIB no terceiro trimestre deste ano, porém, será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) somente em 3 de dezembro.

Os resultados do IBC-Br, neste ano refletem os efeitos da pandemia do novo coronavírus, sentidos com maior intensidade na economia em março e abril. De maio em diante, os números mostram o início de uma retomada da economia, puxada, entre outros fatores, pelo auxílio emergencial.

Em análise recente, o BC informou que “programas governamentais de recomposição de renda têm permitido uma retomada relativamente forte do consumo de bens duráveis e do investimento”.

Mês a mês e parcial do ano

De acordo com o IBC-Br, somente em setembro deste ano, a economia brasileira mostrou crescimento de 1,29% na comparação com agosto. O número foi calculado após ajuste sazonal. Esse foi o quinto mês seguido de crescimento do indicador, na comparação com o mês anterior.

Mesmo assim, os números do Banco Central também mostram que o nível de atividade ainda não voltou ao patamar de fevereiro, registrado antes da pandemia do novo coronavírus.

Com o crescimento registrado em setembro, o IBC-Br atingiu 136,34 pontos, abaixo do patamar de fevereiro, ou seja, de antes da pandemia (139,80 pontos).

No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, o índice de atividade econômica registra queda de 4,93% – sem ajuste sazonal.

Em 12 meses até setembro de 2020, houve queda de 3,32% – também sem ajuste sazonal.

PIB x IBC-Br

Os resultados do IBC-Br são considerados uma “prévia do PIB”. Porém, nem sempre mostram proximidade com os dados oficiais do Produto Interno Bruto.

O cálculo dos dois é um pouco diferente. O indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.

O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária.

Atualmente, a taxa Selic está em 2% ao ano, na mínima histórica. O BC indicou, na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), manutenção da taxa básica da economia nesse patamar nos próximos meses.

Expectativas

Na semana passada, os economistas das instituições financeiras projetaram uma queda de 4,80% para o resultado do PIB e 2020. Para o BC, a retração será de 5% neste ano.

Em setembro, o governo brasileiro manteve a expectativa de queda de 4,7% para o PIB de 2020. O ministro da Economia, Paulo Guedes, acredita que a economia esteja retomando em “V”, com forte alta após queda pronunciada, e estima um tombo menor, ao redor de 4% em 2020.

O Banco Mundial prevê uma queda de 5,4% da economia neste ano e, o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 5,8% em 2020.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Otávio disse:

    Ôôô véi duro da gota serena.
    Desde a sua entrada, duas recuperações.
    Uma na e herança maldita do PT ladrão.
    Outra no pós covid.
    Tamos juntos Presidente.

  2. Osvaldo disse:

    Vcs se baseiam em que ?Não estou querendo ser pessimista mas vcs enganavam antes hoje todos mundo tem um celular na mão, tem mas informação.

    • Dinho disse:

      Brasileiro é um povo diferente… a pessoa podendo tá torcendo à favor, torce contra. Cidadão, essas informações não podem ser inverídicas. Ache bom, pois sobra pra todos, inclusive pra vc, independente de partidos. O outro lá em baixo (Greg), diz que tá esperando desde Dilma. Rapaz, uma bagunça daquelas, tinha primeiro que arrumar a casa, e tava e continuará sendo feito, mas houve essa pandemia no meio do caminho. Vamos torcer a favor, pessoal.

  3. José Macedo disse:

    A economia subindo é bom para todos, traz credibilidade internacional e aumenta os investimentos estrangeiros e nacionais gerando mais emprego.

Remédio para colesterol reduz mortalidade por Covid-19, aponta estudo

Estatinas, medicamentos usados para controlar o colesterol, podem reduzir risco de morte por Covid-19 (Foto: Anastasiia Ostapovych/Unsplash)

As estatinas, fármacos usados para reduzir o colesterol no sangue, pode ser uma candidata ao tratamento de Covid-19. É o que indica uma pesquisa da Universitadade Rovira e Virgili (URV) e do Instituto Pere Virgili Institut (IISPV), ambos na Espanha, segundo a qual pessoas tratadas com essas substâncias têm um risco até 25% menor de morrer por causa do novo coronavírus. Os resultados da pesquisa foram publicados no último dia 2 de novembro no European Heart Journal – Cardiovascular Pharmacotherapy.

Para o estudo, os especialistas coletaram informações de 2.159 pacientes com Covid-19 de 19 hospitais na Catalunha entre março e maio de 2020. Lluís Masana, que liderou o estudo, avaliou 100 variáveis ​​clínicas por paciente, como idade, sexo, doenças prévias, níveis de colesterol, evolução do vírus, tratamentos utilizados e assim por diante.

Depois, os cientistas compararam as taxas de mortalidade de pacientes tratados com estatinas com os índices de mortalidade entre aqueles que não utilizavam o medicamento. “Na nossa comparação, ajustamos os grupos para que fossem comparáveis ​​em termos de idade, sexo e existência de doenças anteriores”, explicou Masana, em nota.

O percentual de pacientes que morreram no grupo não tratado com estatinas foi de 25,4%, e os óbitos de usuários do remédio foi de 19,8%, o que significa uma redução de 22%. “Os dados indicam que o tratamento com estatinas previne uma em cada cinco mortes”, destacou Masana. Além disso, se o tratamento com esse medicamento continuar durante a hospitalização, a mortalidade cai até 25%, evitando assim uma em cada quatro mortes.

Os envolvidos no estudo concluíram que um dos efeitos indiretos da pandemia é que algumas pessoas pararam de tomar medidas preventivas destinadas a combater doenças crônicas, como o uso de estatinas nos casos de quem tem o colesterol acima dos níveis normais. “Alguns profissionais de saúde até aconselharam a retirada deles por acreditarem que poderiam piorar os efeitos da Covid-19. No caso das estatinas, demonstramos que o medo da pandemia nunca deve servir de pretexto para suspender o tratamento”, disse o cientista.

Galileu

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paciente Do Dr. 🤡 disse:

    É esse remédio que o Dr. 🤡 (nosso ser supremo) vai receitar daqui pra frente.

  2. Calígula disse:

    Daqui a pouco vão dizer que o Viagra tbm reduz, ai estou imune.

Alimentos puxam alta de preços em setembro, aponta o IBGE

Foto: © Antonio Cruz/ABr

O grupo de despesas com alimentação e bebidas teve uma alta de preços de 2,28% em setembro, e foi o principal responsável pela inflação oficial no mês, de 0,64%. A alta dos alimentos foi maior do que a observada em agosto, de 0,78%.

Os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A alta dos alimentos ocorreu principalmente por causa da refeição dentro do domicílio, que subiu 2,89%. Entre os produtos com maiores aumentos de preço estão o óleo de soja (27,54%) e o arroz (17,98%). O tomate teve alta de 11,72%; o leite longa vida, 6,01%, e as carnes, 4,53%.

“O câmbio num patamar mais elevado estimula as exportações. Quando se exporta mais, reduz os produtos para o mercado doméstico e, com isso, temos uma alta nos preços. Outro fator é a demanda interna elevada, que por conta dos programas de auxílio do governo, como o auxílio emergencial, tem ajudado a manter os preços num patamar elevado. No caso do grão de soja, temos ainda forte demanda da indústria de biodiesel”, explicou o pesquisador do IBGE Pedro Kislanov.

Outro grupo de despesas com impacto importante na inflação em setembro foi o de transportes (0,70%), cuja alta de preços foi puxada pela gasolina (1,95%), óleo diesel (2,47%), etanol (2,21%) e passagens aéreas (6,39%).

Também tiveram altas de preços os grupos artigos de residência (1%), habitação (0,37%), vestuário (0,37%), comunicação (0,15%) e despesas pessoais (0,09%).

Por outro lado, saúde e cuidados pessoais teve deflação (queda de preços) de 0,64%, principalmente devido ao item plano de saúde, cujos preços recuaram 2,31% devido a decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de suspender até o fim do ano os reajustes dos planos. Educação também teve deflação de 0,09%.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. GCF disse:

    Manoel! A Dilmanta mantinha os preços artificialmente. A energia era subsidiada, os combustíveis com preços mantidos pela "caneta", contribuiram para enormes prejuízos na Petrobras e o consumo mantido com renúncia de tributos na linha branca, automóveis, etc…
    Atualmente são preços de mercado que podem ter variações, para cima ou para baixo, com as cotações internacionais.
    PS: a matéria tela não cita inflação de 17% nesse ano. Vc viu esse índice aonde?

  2. Serjão Berranteiro disse:

    Eu como bom PATRIOTA ñ estou preocupado nem com o preço do feijão muito menos com o do arroz. Tenho histórico de atleta e cultivo bons hábitos. Agora se preço do CAPIM estivesse aumentado, ai realmente eu estaria preocupado. Rumen vazio ñ para em pé.

    • Jk disse:

      Nem capim tem mais pro gado e jumentos comerem. O Fogo acabou com tudo!

    • Luciano disse:

      Vc não reclamou da inflação de 11% de Dilma mais quer fazer drama da inflação de 2,5% de Bolsonaro, isso após meses de deflação na pandemia, seja honesto e pare de fake news.

    • Manoel disse:

      Pois é Luciano Gado
      Era 11% com o povo consumindo. Hoje temos a maior inflação para um mêsem 17% sem ninguém com dinheiro pra nada.
      Sópra te recordar. Com Dilma o dólar era 2,70, a gasolina 2,90, o kg de arroz 2 reais, feijao 3 reais e o capim sobrava.

    • Antônio Soares disse:

      Mané voltou, junto com entregador de pizza e cabeça cheia de chifre, dava um trio certinho, defendendo a quadrilha dos PTralhas e de LULADRAO. Kkkk

55% dos brasileiros não teriam R$ 200 para uma emergência, aponta PoderData

Para algumas pessoas, R$ 200 pode ser pouco, mas em uma emergência a quantia pode fazer uma enorme diferença. No entanto, seriam poucos os brasileiros que teriam o dinheiro disponível em casos de necessidade. Pesquisa pelo PoderData revela que apenas 40% dos entrevistados teriam a quantia em mãos. A maior parte, 55%, disse que não teria R$ 200 reais em casos de emergências e outros 5% não souberam responder.

Para o Diretor de Planejamento Financeiro de uma rede de associados com gestão fiduciário, Valter Police, os resultados são preocupantes. “Uma boa parte pode ser explicada pela situação atual que a gente vive pela pandemia, mas se prestarmos atenção estes dados não são novos ou a situação que eles mostram não é inédita. Esses dados reforçam que a gente precisa ter uma mudança de cultura no Brasil, a gente precisa entender que não vai existir um salvador da pátria no futuro e salvar a gente.”

Jovem Pan

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anderson disse:

    Eu não tenho 20, quem dirá um lobo guará.

  2. Pixuleco disse:

    Bora tumar uma?
    Aparece 100, 200, 300, ….

  3. Neto disse:

    Mas tem para beber e se fazer de rico no fim de semana… O brasileiro é um ser ímpar!

EFEITO PANDEMIA: 40% dos brasileiros vão evitar beijar desconhecidos no carnaval, aponta pesquisa feita em Salvador, Rio, Recife e mais

Foto: Carla Carniel / Estadão

A pandemia do novo coronavírus teve diversos efeitos no Brasil, e um deles foi a possibilidade de adiar uma das maiores festas do País em 2021: o carnaval. Ainda sem uma data concreta para a liberação de uma vacina e com a necessidade de distanciamento social, não se sabe exatamente como ocorrerá o carnaval no próximo ano.

Para entender de que forma a pandemia mudou os hábitos da população pensando em um evento repleto de contato físico e aglomeração, foi realizada uma pesquisa com moradores das cidades de Salvador, Rio de Janeiro, Recife, Olinda, São Paulo e Belo Horizonte, conhecidas pelas celebrações no feriado do carnaval.

Dos mil entrevistados, todos entre 18 e 45 anos, 60% pretendem mudar o comportamento nas festas do feriado, mesmo se uma vacina já estiver em circulação. Além disso, 67% são a favor do cancelamento do carnaval 2021, e 31% afirmaram que só participarão da folia se uma vacina já estiver disponível.

Pensando no comportamento do público nas celebrações, 68% dos entrevistados disseram que estão mais exigentes com as condições de higiene nos eventos, e 49% darão preferência para festas menores, com 38% pretendendo evitar os tradicionais blocos de carnaval e aglomerações.

Ainda sobre as mudanças de hábito, 40% dos entrevistados afirmaram que pretendem evitar carinhos e beijos de desconhecidos. Já sobre o adiamento do carnaval, já anunciado em São Paulo, no Rio de Janeiro e possível em outros Estados, 50% disseram que não pretendem comemorar, mesmo em uma nova data.

A pesquisa foi encomendada pela agência de marketing Estalo, que trabalha há mais de dez anos com carnaval de rua, e realizada pela empresa Mindminers entre 4 e 10 de agosto.

E-mais Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maria disse:

    Enquanto não estiverem bêbados.

  2. Comedor disse:

    Eu vou comer carne mijada em casa, para não correr riscos. Tem muito boçal por aí que, se o cara olhar sem querer para a mulher dele, vem prá cima a tasca bufete no cara. Tô fora.

  3. Jose disse:

    Não se surpreendam se no Carnaval a realidade for diferente… A maioria vai estar se beijando e se abraçando… Povo de memória curta por conveniência… no Carnaval poucos vão estar pensando ou dando importância ao vírus da pior Pandemia dos últimos tempos.

  4. Beto Dal disse:

    Nesta pesquisa incluíram os que vão estar bêbados?!

  5. Jefferson Silva disse:

    kkkkkkkkkk Duvido!!!!!! Pesquisa FAKE.

  6. Paulo disse:

    Para mim está muito difícil isso.
    Mesmo sem carnaval, onde chego, há muitas gatas querendo me beijar.
    Especialmente nos barzinhos top da cidade.
    Devido à pandemia tenho evitado.
    Ou exijo que faça um PC R antes…

  7. Pixuleco disse:

    Será? Kkkkk.

Covid-19: Nove em cada dez pacientes apresentam sintomas depois de se recuperar, aponta estudo; fadiga, efeitos psicológicos e mais

Foto: Ajeng Dinar Ulfiana / Reuters

Nove em cada dez pacientes que contraíram o novo coronavírus relatam ter experimentado sintomas depois de se recuperar da doença. Fadiga, perda de olfato ou paladar e efeitos psicológicos são alguns deles. As informações são de um estudo preliminar realizado na Coreia do Sul e divulgado nesta terça-feira (29).

Em uma pesquisa on-line com 965 pacientes recuperados da infecção viral, 879 deles, o equivalente a 91,1%, responderam que estavam sofrendo pelo menos um efeito da doença, afirmou Kwon Jun-wook, autoridade da Agência de Prevenção e Controle de Doenças da Coreia (KDCA).

A fadiga foi o sintoma mais comum, registrado em 26,2% dos participantes da pesquisa, seguido pela dificuldade de concentração, que se manifestou em 24,6% das pessoas. Outras reações incluíram sintomas psicológicos ou mentais e de perda do paladar ou olfato.

O pesquisador Kim Shin-woo, professor de Medicina Interna da Escola de Medicina da Universidade Nacional Kyungpook, em Daegu, buscou relatos de 5.762 pacientes recuperados na Coreia do Sul. Ao todo, 16,7% deles participaram da pesquisa on-line. O pesquisador afirmou que publicará em breve o estudo com uma análise mais detalhada sobre o tema.

Durante entrevista coletiva, Kwon Jun-wook informou que a Coreia do Sul também está conduzindo para o próximo ano um estudo com cerca de 16 organizações médicas sobre complicações potenciais da doença por meio de uma análise detalhada envolvendo tomografias em pacientes recuperados.

Na segunda-feira (28), o país registrou 38 novas infecções, elevando a contagem nacional para 23.699 casos, e 407 mortes.

Na mesma data, o número de mortes globais pela Covid-19 chegou a 1 milhão, nove meses após a irrupção da doença na China. No total, o novo coronavírus infectou mais de 33,2 milhões de pessoas no mundo, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins (EUA).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em número de mortes e casos, com aproximadamente 205 mil óbitos. Em seguida está o Brasil, com cerca de 142 mil mortes, e depois Índia (95,5 mil), México (76,4 mil) e Reino Unido (42 mil).

O Globo

Revista IstoÉ aponta favoritismo para reeleição de Álvaro Dias em Natal

Foto: Reprodução

Álvaro Dias (PSDB) é um dos prefeitos em melhores condições para serem reeleitos em todo o Nordeste. A conclusão está publicada na mais recente edição da revista IstoÉ e é feita pelo cientista Antônio Lavareda, baseada em análise de pesquisas (registradas na Justiça Eleitoral) que mostram as intenções de votos de candidatos a prefeitos em todas as capitais do país.

Lavareda avalia que, mesmo no atual cenário de crise econômica e polarização ideológica, prefeitos em atual mandato conseguiram se destacar com ações de combate e prevenção à Covid-19. Álvaro se insere nesse contexto.

De acordo com os números publicados na revista Isto É, o prefeito Álvaro Dias (PSDB) lidera com ampla folga, tendo 34% da preferência dos natalenses. O prefeito está muito à frente do segundo colocado, o deputado estadual Kelps Lima (SDD), que registra um índice de 5%, e do terceiro, o também deputado Hermano Morais (PSB), que possui 3% das citações.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jório disse:

    Ô previsão difícil de fazer!
    Depois de uma pesquisa que mostrou ele com mais que o dobro de todos os demais candidatos.
    Mas é muito fraco. Subiu por causa do covid

  2. Jeam disse:

    Infelizmente Natal parou no tempo! Bairros gigantes como o Planalto com grandes ruas totalmente no abandono! A passagem do antigo forno do lixo sobre a linha férrea envergonha qualquer gestor público de caráter. Na entrada de Natal uma milionária fonte iluminada abandonada que milhões foram para o ralo..as obras da Copa pelo km6 parece coisa do pakistao..horríveis e abandonadas..paradas de ônibus destruídas, ruas esburacadas, lixos acumulados em muitos terrenos e canteiros da periferia..Natal parece que nem as maquiagens das saudosas Marilene Dantas e Villma tem mais..Parou no tempo!! Infelizmente!

    • Barba disse:

      Vdd brow, eu ando os 4 cantos de natal, da zona norte a zona sul. Quem só anda em Petrópolis e na ponta negra, não sabe como são as ruas do Planalto,Felipe camarão, cidade nova, bom pastor, quintas. Esse pessoal que só anda na Campos Sales, Rodrigues Alves, Hermes da Fonseca, areia preta, via costeira, engenheiro Roberto Freire. Com ctz não conhece a natal esburacada!
      Não conhece a natal medieval, cheio de estradas carroçaveis e quando tem calçamento ainda é bom. Apesar de ser colonial ainda. Infelizmente não é de hoje que natal é maquiada, as oligarquia que se revezam no poder sempre fizeram isso!
      Apenas um desabafo de um UberPotiguar.

    • Ricardo disse:

      A moda agora é só capinar o canteiro central. (ajardinamento não existe há anos) e deixar o mato nas calçadas.

  3. Jorge disse:

    Olhem só os três primeiros lugares? Estamos todos pebados!!!

  4. João Querubino disse:

    Ótimo gestor. Mudou a paisagem da cidade. Merece nosso apoio.

Economia brasileira cresceu 2,4% em julho, aponta monitor do PIB FGV

A economia brasileira registrou alta de 2,4% em julho na comparação com o mês anterior, segundo dados do Monitor do PIB-FGV, divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (16). Frente ao mesmo mês de 2019, no entanto, o resultado é uma queda de 6,1%.

Segundo a FGV, nos três meses encerrados em julho, houve uma queda de 4% ante os três meses anteriores. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, o PIB teve queda de 8,9%.

“A economia segue em trajetória de crescimento no mês de julho. Após ter em abril o seu pior momento econômico, reflexo da pandemia de Covid-19, é possível enxergar considerável melhora em todas as atividades econômicas”, afirma em nota Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV.

Ele ressalta, no entanto, que o país “segue com cenário de alta incerteza e com o nível de atividade em patamar ainda muito baixo e se recuperando muito lentamente”.

Principais resultados

O Monitor do PIB apontou que no trimestre encerrado em julho, em comparação com o mesmo período de 2019:

O consumo das famílias caiu 10,1%, com retração de 12,5% no consumo de serviços

Os investimentos (formação bruta de capital fixo) tiveram queda de 7,8%, com recuo de 18,1% em máquinas e equipamentos

A exportação teve alta de 4,9%; enquanto a importação encolheu 20%

Perspectivas e projeções para 2020

O indicador da FGV ficou melhor que o apontado pelo Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), do Banco Central (BC), que apontou uma alta de 2,15% no mês.

O mercado financeiro estimou, na segunda-feira, uma retração de 5,11% para a economia brasileira neste ano

Na terça-feira (15), o governo brasileiro manteve a expectativa de queda de 4,7% para o PIB de 2020

O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 9,1% em 2020.

G1

Mesmo com grave crise econômica com pandemia, Brasil fecha 11 mil vagas formais em junho e surpreende o mercado, aponta Caged

Foto: CNN Brasil

Em junho, o Brasil fechou 10.984 vagas formais, com carteira de trabalho assinada. O número surpreendeu analistas de mercado, que apontavam para o fechamento de mais de 150 mil vagas em decorrência da grave crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Os dados foram divulgados pela secretaria especial de Previdência e Trabalho nesta terça-feira (28) e fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Tanto a equipe econômica do Itaú Unibanco como a do Bradesco esperavam um fechamento líquido (vagas abertas menos vagas fechadas) de 160 mil empregos no mês passado.

Mas, apesar do saldo negativo melhor que as projeções do mercado, o resultado foi o pior para esse mês do ano desde 2016.

O saldo de junho foi resultado da contratação de 895.460 trabalhadores com carteira assinada e da demissão de outros 906.444 pessoas.

Os deligamentos do mês passado recuaram 16% em relação a maio. Já as admissões avançaram 24%. Na comparação com o mês de abril, que foi o pior momento em termos de admissões na crise atual, junho registrou uma melhora de de 43% nas vagas abertas e redução de 41% nas demissões.

No primeiro semestre, o país perdeu 1.198.363 postos de trabalho, resultado de 6,718 milhões de contratações e de 7,917 milhões de demissões desde o início do ano.

No mês anterior, o número de empregos formais fechados no Brasil havia somado 331.901. O número foi o pior para os meses de maio em toda a série histórica do Caged.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gibira disse:

    Assim o Mito ganha no primeiro turno.

Mutação pode ter tornado o novo coronavírus mais vulnerável às vacinas, aponta estudo

Imagem de microscópico mostra o novo coronavírus, responsável pela doença chamada Covid-19 — Foto: NIAID-RML/AP

A mesma mutação genética que tornou o novo coronavírus mais infeccioso também pode fazer que ele se torne mais vulnerável às vacinas, aponta trabalho de pesquisadores norte-americanos. O grupo liderado pelo cientista Drew Weissman, da Universidade de Pensilvânia, apontou em um estudo publicado na sexta-feira (24) que a chave deste processo está na mutação nomeada D614G.

Esta mutação específica aumentou o número de espinhos, ou “spikes” do coronavírus Sars-Cov-2. As estruturas são formadas pela proteína S. Estes espinhos permitem ao vírus se conectar às células das mucosas e infectá-las, para começar a sua duplicação.

Os cientistas ressaltam, no entanto, que essa mutação não será um problema para as ao menos cinco vacinas para o Sars-Cov-2 em estágio final de teste. Isso porque é justamente para combater este espinho que elas estão sendo desenvolvidas.

As vacinas são preparadas para induzir a formação de anticorpos neutralizantes que atacam a proteína S. Com mais espinhos, vai haver mais espaço para os antígenos da vacina atuarem na defesa e para poder, assim, neutralizar a ação do vírus, afirmam os pesquisadores em um artigo que ainda não foi revisado por pares (pré-print) e que foi publicado na plataforma MedRXiv.

Metodologia: ‘falso vírus’

Para entender como uma possível vacina responderia a esta mutação, os cientistas usaram ratos, macacos e humanos. Primeiro aplicaram em alguns dos indivíduos um soro com anticorpos. Depois, colocaram no corpo deles um vírus modificado para conter apenas a proteína S do Sars-Cov-2, o que não expôs nem as cobaias nem os voluntários a riscos da Covid.

Eles perceberam que, nos indivíduos que receberam o soro, a mutação D614G teve mais dificuldade de acoplar o vírus na célula que seria invadida. Isso indica, segundo o estudo, que a linhagem do novo coronavírus que se tornou dominante deve ser mais suscetível a bloqueio dos anticorpos induzido pelas vacinas atualmente em desenvolvimento.

Vacina de Oxford

Uma das candidatas a imunização da Covid, a vacina que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford usa a chamada tecnologia vetor-adenovírus, que, como o nome sugere, usa um adenovírus como vetor para levar o coronavírus modificado para dentro de uma célula humana.

Esse adenovírus é geneticamente modificado para impedir sua replicação e, assim, que ele infecte uma célula humana. Adenovírus costumam causar resfriados.

No lugar dos genes removidos é inserida uma sequência de DNA com o código da proteína S do coronavírus Sars-Cov-2. Essa sequência faz o corpo humano entender, equivocadamente, que está infectado, o que gera a resposta imunológica.

Os cientistas de Oxford já tinham vetores adenovírus em estoque. Eles trabalham há anos com essa tecnologia para produzir vacinas. O que tiveram de fazer foi adaptá-la para o Sars-Cov-2 e adicionar a sua proteína spike para gerar a resposta imunológica desejada.

G1

Nervos sensoriais bloqueiam a progressão do câncer, aponta estudo com colaboração da UFRN

Foto: Ilustrativa

Nervos sensoriais podem ter papel fundamental no comportamento de tumores e ser alvo de futuros tratamentos que bloqueiem a progressão do câncer. É o que demonstra pesquisa brasileira responsável por comprovar que o sistema nervoso inibe o crescimento de células malignas do melanoma. O estudo, realizado na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) com colaboradores do Instituto do Cérebro (ICe) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Universidade de São Paulo (USP) e Columbia University de Nova York, está na edição de 21 de julho do “Journal of Cellular and Molecular Medicine”.

Os pesquisadores realizaram transplantes de células de câncer em camundongos transgênicos com nervos sensoriais demarcados com fluorescência vermelha para detectar a presença das fibras do sistema nervoso no microambiente tumoral. Em seguida, eles avaliaram o efeito de eliminar os nervos dos camundongos, tanto genética como farmacologicamente, no desenvolvimento e progressão do tumor. Os tumores de camundongos sem nervos sensoriais apresentaram modificações do seu comportamento, com aumento da vascularização e do tamanho. Como o crescimento in vivo das células tumorais foi acelerado após a eliminação genética e farmacológica desses nervos, o estudo indica que os nervos sensoriais neutralizam a progressão do melanoma.

Genes de bancos de dados das amostras de biópsias de câncer de humanos com melanoma também foram utilizados na análise do estudo. Essa etapa revelou que o aumento da expressão de genes presentes em nervos sensoriais nos tumores foi associado a melhores resultados clínicos nestes pacientes.

Apesar de iniciais, as descobertas trazem contribuições que podem se tornar relevantes para o tratamento dos diversos tipos de câncer. “Isso abre as portas para uma possibilidade futura de tratamento que pode agir justamente no papel desses nervos no microambiente tumoral. Imagine controlar um tumor de dentro, de forma que ele promova a própria extinção? Descobrimos que os nervos sensoriais podem bloquear a progressão do melanoma, impedindo seu crescimento”, afirma o pesquisador Alexander Birbrair, pesquisador da UFMG e coordenador do estudo. O estudo pode servir de base para o desenvolvimento de métodos e tratamentos menos invasivos de combate às células tumorais.

Nervos sensoriais infiltrando o microambiente do melanoma (imagem no alto); animais com inervação intacta nos quais é possível identificar vasos sanguíneos (abaixo, ao centro); nervos retirados antes da inoculação das células tumorais geraram tumores maiores (imagem acima à esquerda); nervos retirados após a inoculação das células geraram tumores menores do que o controle (imagem acima, à direita)

Os resultados do estudo jogam luz sobre a importância da preservação dos nervos sensoriais em indivíduos acometidos pelo câncer. A mortalidade da doença aumentou durante a pandemia da Covid-19, devido à queda nos diagnósticos e no atendimento de pacientes em tratamento. “Sabemos que vários tratamentos quimioterápicos, que são muito tóxicos aos pacientes, podem, além de tentar matar as células malignas, afetar os nervos sensoriais. Se estes tratamentos estão matando os nervos sensoriais, baseado nos nossos dados iniciais, isso pode não ser bom para a progressão do tumor nestes pacientes, esperando-se uma piora clínica”, explica Alexander.

Por serem resultados iniciais, Alexander e seu grupo não têm como prever se o uso de uma droga ou outro mecanismo capaz de modular as inervações sensoriais poderia ser utilizada como terapia em humanos. O grupo pretende continuar a pesquisa focando-se em estabelecer a cronologia da importância dos nervos sensoriais em diferentes estágios da progressão tumoral. Além disso, eles estão investigando mais detalhes sobre os mecanismos celulares e moleculares envolvidos na regulação dos tumores pelo sistema nervoso e pretendem focar, também, em outros tipos de câncer. A pesquisa recebe financiamento do Instituto Serrapilheira, apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicos (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

UFRN