Portugal cogita enviar pacientes com Covid-19 para outros países

Foto: Patricia de Melo Moreira/AFP

Perto do limite depois de semanas de crescimento constante no número de hospitalizados pela Covid-19, o governo de Portugal agora cogita pedir ajuda internacional e enviar pacientes infectados a hospitais de outros países. A revelação foi feita pela ministra da Saúde, Marta Temido, em uma entrevista à rede pública RTP na noite de segunda-feira 26.

Segundo Temido, “o governo português está acionando todos os mecanismos que dispõe, principalmente no quadro internacional, para garantir que dê a melhor assistência”.

Questionada pela entrevistadora se o Executivo planeja pedir “ajuda internacional, ajuda europeia, para enviar pacientes” a outros países, a ministra respondeu que Portugal, por sua posição no extremo ocidente da Europa, possui dificuldades geográficas. Mesmo assim, a possibilidade está sendo estudada.

“Estamos em um extremo da península e, assim, com maiores dificuldades geográficas. Mas, de qualquer forma, há mecanismos e formas de obter auxílio e de ajustar formas de colaboração, e naturalmente estamos as cogitando”, disse.

A ministra também destacou que é preciso levar em consideração que “toda a situação europeia é preocupante”.

A última semana foi a pior no país desde o começo da pandemia, com o recorde diário de 275 óbitos mortos registrados no último domingo. O número de casos registrados girou em torno de 14.000 por dia.

Antes mesmo de superar a marca , Portugal já apresentava mais de 80 mil infecções na última semana, o que o coloca em primeiro lugar no mundo em número de novos casos em relação à sua população, superado apenas pelo enclave britânico de Gibraltar, de acordo com os dados coletados pela AFP das autoridades nacionais.

O crescimento rápido no número de infecções colocou os hospitais à beira de um colapso. Com cerca de dez milhões de habitantes, Portugal soma, ao todo, 643.113 casos positivos, incluindo 10.721 mortes.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junior Fonseca disse:

    Na época da copa do mundo o nosso querido Ronaldo, fenômeno disse a célebre frase: " não se faz copa do mundo com hospitais " se essa frase fosse dita por Bolsonaro, imagina !!!!

  2. Natalense disse:

    O Brasil é gigante! Se o presidente tivesse feito o mínimo, acreditado na ciência, talvez seria nós que estivéssemos ajudando o mundo, como foi feito com os remédios para tratar pacientes com HIV. Somos referência neste tratamento. Temos o SUS, com todas suas falhas funcionando.
    A culpa, de fato é do presidente da república, ele escolheu um general sem experiência para juntos administrarem a maior crise do nosso século. Que sirva de lição. Vamos escolher melhor nossos políticos. Chega de aventureiros.
    Nesse momento de crise o que nos resta é o mínimo, seguir com processo de impedimento e pedir a Deus que ilumine nossos profissionais de saúde no combate a Covid-19.

  3. Brasil disse:

    A culpa também é de BOLSONARO?

    • Queiroz disse:

      Calma, Brasil. Tome um Rivotril.
      Parece que está rolando um trauma na sua cabecinha inocente.

    • ZéGado disse:

      O que for de desgraça, é culpa do miliciano sim.

    • Ze mane disse:

      Quem é bolsanaro?

    • Chico 200 disse:

      Amigo todo brasileiro sabe que a culpa disso tudo aqui não é do Bolsonaro. Inclusive, se o PT ainda tivesse no poder já tinha morrido o triplo de pessoas. Basta ver o caso dos cinco milhões dos respiradores. Agora, sem argumentos pra desestabilizar o governo, a petralhada doida pra voltar ao poder, fica inventando narrativas. Mas todos sabem que têm países muito piores do que o Brasil. E se o Brasil fosse governado pela esquerda, já tinha afundado de vez.

OMS recomenda anticoagulantes em baixa dosagem para pacientes com Covid-19

Foto: REUTERS – 6.fev.2020/Denis Balibouse

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou uma nova diretriz nesta terça-feira (26) para o tratamento de pacientes com Covid-19, incluindo aqueles que apresentam sintomas persistentes após a recuperação, e disse que aconselha o uso de anticoagulantes em baixas doses para prevenir coágulos sanguíneos.

“As outras coisas novas nas orientações são que os pacientes com Covid-19 em casa devem ter o uso de oximetria de pulso, que é a medição dos níveis de oxigênio, para que você possa identificar se a saúde está se deteriorando e seria melhor receber cuidados hospitalares”, disse a porta-voz da OMS Margaret Harris em uma entrevista coletiva na ONU, em Genebra.

A OMS aconselhou os médicos a colocarem os pacientes acordados em decúbito ventral (posição de bruços) para melhorar o fluxo de oxigênio, disse a porta-voz.

“Também recomendamos, sugerimos o uso de anticoagulantes em baixas doses para prevenir a formação de coágulos sanguíneos nas veias. Sugerimos o uso de doses mais baixas em vez de doses mais altas porque doses mais altas podem levar a outros problemas”, disse Harris.

A porta-voz afirmou ainda que uma equipe de especialistas independentes liderada pela OMS, atualmente na cidade chinesa de Wuhan, onde os primeiros casos do novo coronavírus em humanos foram detectados em dezembro de 2019, deve deixar a quarentena nos próximos dois dias para continuar seu trabalho sobre as origens do vírus.

Ela se recusou a comentar os relatos de atrasos na disponibilização de vacinas na União Europeia (UE), disse que não tinha dados específicos e que a prioridade da OMS era que os profissionais de saúde de todos os países fossem vacinados nos primeiros 100 dias do ano.

A AstraZeneca, que desenvolveu seu imunizante com a Universidade de Oxford, disse à UE na sexta-feira que não poderia cumprir as metas de fornecimento acordadas até o final de março.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Romero Cezar da Câmara disse:

    OMS sugere uso de oxímetro para pacientes com Covid que estejam em casa
    Doentes precisam ter acompanhamento médico. Entidade atualizou as diretrizes de cuidado para pessoas com a doença; também há recomendação de usar anticoagulantes em pacientes internados, em baixa dose, como forma de evitar trombose. Organização irá nomear o quadro hoje conhecido por 'Covid longa'.
    Por G1. Essa eu vi na Globo. Acredita!!!

  2. Leandro disse:

    Essa notícia você
    Não vai ver na globo

COLAPSO: Rondônia também vai transferir pacientes com covid-19 para outros Estados

O governador de Rondônia, Coronel Marcos Rocha, afirmou na noite de sábado (23) que o Ministério da Saúde teria aceitado dar suporte para a transferência de pacientes com covid-19 para outras partes do País. O Estado está com hospitais lotados e enfrenta falta de leitos e médicos suficientes para atender ao agravamento da pandemia do novo coronavírus.

Neste domingo, 24, em coletiva de imprensa, ele afirmou ainda que há a possibilidade de o governo federal enviar médicos e equipamentos para o Estado para reduzir a necessidade de transferências. “Nossos leitos estão totalmente ocupados com rondonienses e com brasileiros”, declarou no sábado, em transmissão ao vivo em redes sociais, ao se referir também ao atendimento de pacientes vindos do sul e da capital do Amazonas após o agravamento da crise sanitária no Estado vizinho.

Segundo Rocha, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assentiu no sábado em transferir os pacientes que estão na fila por um leito de internação. “E outros tantos quanto forem necessários para outros hospitais federais existentes aqui, no nosso País. E assim será feito. Nós mandamos o documento e todo o trabalho está sendo desenvolvido para que isso aconteça.”

O governador destacou, ainda, que entrou em contato com o comandante militar da Amazônia, general Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira, que teria colocado aeronaves à disposição para fazer a condução dos pacientes.

Além disso, ele pediu a médicos para se disponibilizarem a trabalhar em Rondônia. “Temos todo o pessoal necessário, mas tem uma profissão que faz grande falta no nosso Estado, que são os profissionais médicos”, disse. “Faço um apelo aqui ao senhor doutor e à senhora doutora que fizeram o curso de Medicina, que, por favor, venha ajudar aos rondonienses”.

Rocha também destacou que o Estado registrou óbitos por covid-19 em faixas etárias, classes sociais e gêneros diversos e pediu à população para adotar medidas para evitar o contágio, como o distanciamento social. “Não podemos permitir que essa doença se amplie. Então, rondoniense, senhor, senhora, jovem, vamos neste momento mantermos a união no sentido de não disseminarmos esse vírus maldito que tem dilacerado famílias.”

Rondônia tem 2.097 óbitos e 116.133 casos confirmados do novo coronavírus. Até a noite de sábado, 23, havia um total de 543 internados. Entre sexta-feira, 22, e sábado, foram registradas 12 mortes pela doença. O Estado tem 977 leitos, entre hospitais públicos, privados e filantrópicos.

Também no sábado, em coletiva de imprensa, o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), declarou que a cidade enfrenta um rápido agravamento da pandemia da covid-19 e enfrenta falta de leitos para atender a todos os paciente. “Hoje o sistema de saúde de Porto Velho está em colapso”, afirmou em coletiva de imprensa.

“Qualquer um aqui presente, se precisar de leito de internação, provavelmente não vai conseguir ser internado e, dependendo da gravidade, poderá sim vir a óbito”, alertou. “Hoje, todo mundo está acompanhando o que está acontecendo em Manaus. Estamos muito perto de viver aqui, na nossa cidade, de Porto Velho, e no nosso estado de Rondônia, uma tragédia humanitária.”

R7
OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lunguinha disse:

    O que Rondônia e Amazonas têm em comum?
    Resposta: governadores bolsonaristas.

  2. Gildo disse:

    Governo de araque

    • Ciço disse:

      Também acho!!
      Esse aí o do Amazonas e a do RN, pense num povo que de longe sabe aplicar recursos.
      Aqui a gente sabe pra onde vai o dinheiro, mas esses aí so a população de lá sabe.
      Do PSDB ja são dois perfeitos.
      Poderiam ter tomado umas aulas com o colega aqui de Natal.

    • Paulo disse:

      Falou o zumbi de Maduro e Lula!
      Vários países estão com problemas.
      Inclusive o rico estado da Califórnia onde pacientes com menor chance de sobreviver nem são levados aos hospitais para poupar oxigênio.
      Para o esquerdista, kim Jong um é o melhor presidente do mundo.
      Esquerdistas são abutres.
      Tentam se dar bem com a pandemia.
      Quantas pessoas morreram no RN por falta de UTI?
      🤔

NÃO PROCEDE: Hospital do Coração esclarece que nem pontos de oxigênio e nem UTIs estão 100% ocupados

A direção do Hospital do Coração entrou em contato com este veículo de comunicação nesta sexta-feira(15) para informar que não procede que faltam pontos de oxigênio no hospital, ou que faltam UTis ou leitos para covid.

A direção informa que a procura está grande, mas, que nesse momento, o hospital trabalha dentro da normalidade, e com leitos disponíveis para covid e outras enfermidades, como também possui pontos de oxigênio disponíveis, sem necessidade de preocupação extrema para o momento.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PABLO disse:

    ESSE POVO É DOIDO PRA DERRUBAR O PRESIDENTE KKK O POVO PRA GOSTAR DE LADRÃO.

  2. Calígula disse:

    Deve ser um jumento esquerdista espalhando pânico em troca de um mói de milho podre.

Com falta de oxigênio em Manaus, pacientes de Covid-19 serão transferidos para o RN e outros estados

(Foto: Diego Peres/Secom)

A crise de oxigênio nos hospitais do Amazonas se agravou e a entrega do produto foi paralisada. O apoio logístico feito pelo Ministério da Saúde também foi paralisado e novos cilindros não chegaram mais a Manaus. Pacientes acometidos pela Covid-19 serão transferidos para outros estados. As informações são do secretário de Sáude do estado, Marcellus Campêlo, que não informou quando novos cilindros devem chegar.

“Ontem (quarta-feira, 13) fomos comunicados do colapso do plano logístico com relação a algumas entregas que estavam sendo feitas no Amazonas, que causará uma interrupção do plano por algumas horas”, disse o secretário, na manhã desta quinta-feira, 14.

O secretário Franco Duarte, do Ministério da Saúde, informou que cinco estados devem receber pacientes de Manaus: Goiás, Piauí, Maranhão, Brasília e Rio Grande do Norte. “O paciente do Amazonas que subir na aeronave vai ter toda a segurança e assistência, cobertura até de assistentes psicossociais para que não haja falha nenhuma, todos voltados para o paciente e que chegue no destino com toda segurança e acolhimento que paciente tem que ter”, disse.

Os pacientes transferidos devem estar na fase “moderada” da Covid-19. “São pacientes que ainda continuam dependentes de oxigênio mas que tenham toda segurança para serem transportados”, disse.

O índice de consumo diário de oxigênio no estado é de 76 mil metros cúbicos, a produção diária da empresa responsável, White Martins, é de 28 mil metros cúbicos. O aumento do consumo se deu nos últimos dez dias e é duas vezes maior do que em abril e maio de 2020, meses de pico da pandemia no último ano.

O transporte dos cilindros estava sendo feito pela Força Aérea Brasileira desde a quinta-feira, 7, quando o secretário de saúde foi informado de que a empresa White Martins estava passando por dificuldades para entregar o produto.

O acordo do governo federal com a empresa era de que a aeronave C-130 faria o transporte dos recipientes entre Guarulhos e Manaus. Franco Duarte informou, nesta manhã, que a aeronave está em manutenção e que deve retornar para fazer o trajeto assim que liberada. O secretário não informou se este é o motivo da paralisação dos envios.

O governador Wilson Lima informou que entrou na justiça contra a empresa White Martins. “Pra garantir que ela abasteça em quantidade suficiente a rede hospitalar pra atender nossos irmãos”, disse.

Amazonas Atual

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Descalabro total. O PR e o ministro da saúde são dois genocidas.

  2. Justo disse:

    Justamente, da mesma forma o seu caso, Izaac, de adorar o maior ladrão, pilantra e canalha deste país, o LULAdrão.

  3. Direita Honesta disse:

    Inicialmente, serão apenas 10 pessoas infectadas que serão atendidas no Hospital Universitário Onofre Lopes, ligado ao Ministério da Saúde. Não há qualquer participação do Estado do RN, antes que algum desavisado resolva elogiar esse governo petista inepto e incompetente.

  4. Pixuleco disse:

    Os irmãos amazonenses serão muito bem recebidos no RN . Vem para cá porque tem estrutura e planejamento , a governadora Fátima age como estadista e Brasileira do bem . O TONHO DA LUA está perdido junto com o “estrategista” que deixa teste de COVID vencer . Vão ajudar aos nossos irmãos do Amazonas .

  5. Assis disse:

    Presente de Bozo para RN

  6. João disse:

    Mande cloroquina pra lá Bolsonaro. 50 comprimido para cada doente e todos ficarão curados. Coloca o gado para levar os fardos de cloroquina nas costa daqui até Manaus.

  7. CIDADAO55 disse:

    Se tá faltando oxigênio em Manaus, situado na Amazônia, "pulmão" do planeta Terra, o que vai ser dos demais pacientes mundo à fora?!

  8. Pedro junior disse:

    Rapaz. Pelo que entendi, Vai trazer pessoas confirmadas com o vírus para circular no RN.
    Sei nao. Vai faltar leitos para os moradores do RN por causa da responsabilidade do governo do Amazonas.

  9. Roberto disse:

    Manda pro Maranhão terra do outro lá do consórcio NE. Falando nisso onde anda os 5 milhões.

    • Francisco de Assis disse:

      Falso cristão idólatra de falso Messias só deseja o mal ao próximo. Seu nome já está gravado no mármore do inferno.

  10. Santos disse:

    Tem alguns "cristãos" ficam indignados com a possibilidade de acolher os irmãos necessitados.

    • Gustavo mafra disse:

      Tudo bem. Só um detalhe, acolha os irmãos de outro estado e que Deus o livre que o seu irmao de sangue, tio, primo não precise de um leito aqui no estado pois vai está lotado com os irmão de fora.

  11. Nando disse:

    O discurso do ódio é a marca dos imbecís. Não existe solidariedade, só ódio.

    • Gustavo mafra disse:

      Então não reclame quando os hospitais do RN estiver com 100% de ocupação e algum parente seu não puder ficar internado.
      Aí não fique com ódio.
      Fique feliz.

  12. Luciana Morais Gama disse:

    O nosso RN sempre é contemplado com coisas ruins. Depois do Presídio Federal de Mossoró… o aeroporto de São Gonçalo… Falta de políticos que pensem mais no Estado e menos neles e agregados.
    Basta de Alves, Maia, Rosado e PT. Só depende de nós!

    • Anti-Politico de Estimação disse:

      Leia a matéria com mais atenção e exercite sua interpretação de texto, sem a viseira política.

    • Richard disse:

      Concordo com você Luciana. Se fosse coisa boa ia pro Ceará ou pra Pernambuco. Somos fudidos mesmo.

    • Kemps disse:

      Esses governantes são uma piada de mal gosto.
      Como é que pode um absurdo desses??
      Agora vam empurrar o problema pro governo federal resolver, porque o Amazonas não tem um governador.
      De tabela chega até nós.
      Porque não transfere pro Maranhão e Ceará??
      Vai faltar oxigênio por lá??
      E se faltar aqui, onde o governo e fraco e inoperante?
      A governadora daqui, viver escondida, só na propaganda milionária e fake.
      Isso é uma vergonha.
      Isso é uma vergonha.
      Isso é uma vergonha!!!!!

    • Maria disse:

      Tenho impressão que seria mais fácil levar o oxigênio, mesmo que viesse do Japão, transportar doentes? Foi ideia de girico.

    • Izaac disse:

      É Kemps, se vc soubesse ler, ou interpretar, veria que na materia diz que o problema foi causado tb por falta de manutenção de uma aeronave da FAB, que impediu a logística por parte do ministerio da saude, cujo ministro é "especialista" em logiatica. Mas enfim, continue adorando o seu Messias pois tem casos q sao incuráveis

DE ANÔNIMOS AO PRESIDENTE: Vazamento de senhas do Ministério da Saúde expõe informações de pacientes suspeitos ou confirmados para Covid-19; ao menos 16 milhões

Informações pessoais de pacientes com diagnósticos suspeitos ou confirmados de Covid-19 ficaram disponíveis na internet por quase um mês depois que senhas do Ministério da Saúde foram publicadas em uma plataforma aberta, segundo o jornal “O Estado de S. Paulo” em uma reportagem publicada nesta quinta-feira (26).

As senhas permitiam acesso a dados como CPF, endereço, telefone e doenças pré-existentes de pelo menos 16 milhões de pessoas em todo o país, segundo o jornal (veja detalhes mais abaixo).

Os dados foram publicados por um funcionário do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, em um site de compartilhamento de códigos de programação usado por programadores e cientistas de dados, também de acordo com o “O Estado de S. Paulo”.

Em nota divulgada na quarta-feira (25), o hospital disse que “tomou conhecimento” de que “um colaborador que presta serviços ao Ministério da Saúde teria arquivado informações de acesso a determinados sistemas sem a proteção adequada” (veja íntegra do texto ao final da reportagem).

Em comunicado, o Ministério da Saúde afirmou que o Einstein estava adotando medidas para “um possível vazamento de arquivos contendo login e senha para acesso das informações” por meio de um mecanismo de busca de dados aberto chamado Elastic Search.

Ainda de acordo com a pasta, o hospital informou que “uma planilha foi equivocadamente publicada em uma plataforma de hospedagem de código-fonte”. (Veja íntegra do texto ao final da reportagem).

Nem o Einstein, nem o Ministério da Saúde confirmaram o número de pacientes cujas informações podem ter ficado expostas após a publicação das senhas.

Senhas e planilha

De acordo com o “O Estado de S. Paulo”, com as senhas publicadas, era possível acessar registros relacionados à Covid-19 em dois sistemas do governo federal: um com notificações de casos suspeitos e confirmados da doença e outro com as internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

A SRAG pode ser causada por vários vírus respiratórios, mas, neste ano, quase 98% dos casos no Brasil têm o vírus da Covid-19 como causa, segundo dados da Fiocruz. Os dados das internações por SRAG têm sido usados para estimar com mais precisão o número de casos de Covid no país – que são subnotificados por causa da pouca testagem.

O jornal disse que recebeu uma denúncia com o link para página onde as senhas estavam disponíveis. Segundo a reportagem, a planilha com os dados foi publicada em 28 de outubro.

Na nota de quarta-feira (25), o Einstein disse que as informações “foram removidas e o fato comunicado ao Ministério da Saúde, para que fossem tomadas as medidas para assegurar a proteção das referidas informações”.

O Ministério da Saúde informou que o Departamento de Informática do SUS (DataSUS) “revogou imediatamente todos os acessos dos logins e das senhas que estavam contidos na referida planilha”.

Ainda de acordo com a Saúde, os bancos de dados “não são de fácil acesso, uma vez que apenas login e senha não são suficientes para se chegar às informações contidas nos bancos de dados – e sim um conjunto de fatores técnicos”.

Dados de membros do governo

A reportagem afirma que o presidente Jair Bolsonaro e ao menos outros 7 ministros foram afetados pelo vazamento – incluindo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello; o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni; e a ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

Também tiveram os dados expostos o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e outros 16 governadores, além dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), de acordo com o jornal.

Ainda segundo a reportagem, “tanto pacientes da rede pública quanto da privada tiveram seus dados expostos”, porque a notificação de casos suspeitos e confirmados de Covid é obrigatória a todos os hospitais.

Nota do Hospital Albert Einstein (25/11):

“Prezados Senhores,

O Einstein tomou conhecimento na tarde de hoje que um colaborador que presta serviços ao Ministério da Saúde teria arquivado informações de acesso a determinados sistemas sem a proteção adequada.

Imediatamente estas informações foram removidas e o fato comunicado ao Ministério da Saúde, para que fossem tomadas as medidas para assegurar a proteção das referidas informações.

O Einstein reitera seu compromisso com a segurança das informações e a proteção de dados, bem como que tomará as medidas administrativas cabíveis.

Atenciosamente,

Edson Amaro Jr.

Superintendente de Ciência de Dados e Analytics da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira

Albert Einstein”

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PEDRO VERDADEIRO. disse:

    Tem como petista aloprados e burro vai ter que traduzir, fácil de resolver é do procurar Pixuleco e Touro sentado, o muuuuuuuu eu traduzi, adeus Nove dedos, a o emprego está voltando e os ladrões estão na cadeia, PT nunca mais…..kkkkkk, muita coisa para um mugido.

  2. PEDRO VERDADEIRO. disse:

    Mané, afora é assim kkkkkkkk, ohm i ohm i ohm i ohm i ohm i ohm i ohm, ohm ohm ohm ohmmmmmmm.

  3. Moisés de Almeida Filho disse:

    Se tivesse usado o mesmo aplicativo da urnas eletrônicas, as informações estariam em segredo e seriam invioláveis.
    Não usa o mesmo sistema das urnas, a acontece isso.
    Por sinal, qual a razão desse sistema inviolável e impenetrável das urnas eletrônicas não ser adotado pela CIA, Inteligência Russa, pelos japoneses, indianos e todas as outras potências mundiais em informática?
    As urnas são a maior revolução no mundo da informação, será mesmo?
    Quem é mesmo que defende as urnas?

Monitoramento respiratório: Tecnologia desenvolvida na UFRN auxilia na recuperação de pacientes

Foto: Reprodução/UFRN

Um novo equipamento foi desenvolvido por cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em associação com pesquisadores do Politécnico de Milão na Itália, para ser utilizado na avaliação e no monitoramento de parâmetros respiratórios em pacientes que estejam usando ventilação mecânica invasiva (VMI) e a não invasiva (VNI), situações comuns em pessoas com insuficiência respiratória aguda, casos de pneumonia e covid-19, dentre outras enfermidades.

Objeto de pedido de patenteamento pela Universidade, o dispositivo foi desenhado com tecnologias de última geração relacionadas a medida de variáveis respiratórias diretas que possibilitarão a tomada de decisão clínica em diferentes situações durante suporte ventilatório. Coordenador da pesquisa que resultou na nova invenção, Guilherme Augusto de Freitas Fregonezi pontuou que, atualmente, os aparelhos disponíveis são capazes de fazer avaliações limitadas o que dificulta a tomada de decisão.

“A aplicação dessa tecnologia é variada, considerando espaços físicos e condições clínicas. Ela pode ser utilizada em diferentes ambientes do sistema de saúde onde haja indivíduos em suporte ventilatório”, descreveu Guilherme Fregonezi. Com aplicação clínica e para pesquisa, a patente é vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (RENORBIO) e foi depositada sob a denominação Dispositivo para avaliação e monitoramento respiratório.

Desenvolvido nos laboratórios PneumoCardioVascular e no Neuroengenharia, o dispositivo permite o monitoramento de respiração espontânea. Foto: Cícero Oliveira.

Além disso, a técnica da ventilação mecânica é utilizada amplamente em diferentes situações, como no pós-operatório de cirurgias com anestesia geral, em pacientes com necessidade de controle dos gases sanguíneos e nos casos de disfunção de outros sistemas ou órgãos. Contudo, a técnica pode induzir diversas complicações, razão pela qual é importante diminuir o tempo e restabelecer a ventilação espontânea tão logo seja possível. E é aqui que apresenta-se um dos outros diferenciais do equipamento: o potencial para identificação de probabilidade de sucesso ou fracasso do desmame.

“Em muitos procedimentos de monitoramento respiratório, é crucial o conhecimento de parâmetros importantes da respiração. Os principais usos do equipamento depositado são o monotonamente de parâmetros respiratórios utilizados para determinar tomadas de decisão durante o suporte ventilatório, de forma presencial ou remota. Um exemplo disso se dá durante o Desmame da Ventilação Mecânica Invasiva, que é um procedimento que exige uma avaliação minuciosa para a eleição dos pacientes aptos a realizar o desmame do ventilador”, ressaltou Fregonezi, também professor do Departamento de Fisioterapia.

Também vinculado ao Grupo de Pesquisa de Avaliação, Inovação e Intervenção em Fisioterapia Respiratória e Cardiovascular, o docente frisou que o novo dispositivo, ao utilizar parâmetros respiratórios na determinação da avaliação, diferencia-se de como ocorre atualmente, onde avaliações são clínicas e subjetivas, utilizando parâmetros isolados para a seleção dos pacientes candidatos ao desmame ventilatório. O grupo de autores do invento inclui ainda os cientistas Saint-Clair Gomes Bernardes Neto, Íllia Nadinne Dantas Florentino Lima, Andrea Aliverti, George Carlos do Nascimento e Vanessa Regiane Resqueti.

Fregonezzi destaca que essa tecnologia pode utilizada em diferentes ambientes do sistema de saúde onde haja indivíduos em suporte ventilatório. Foto: Cícero Oliveira.

Para o diretor da Agência de Inovação (AGIR), Daniel de Lima Pontes, este depósito de pedido de patente é um exemplo de criação de produtos e processos que ajudam no desenvolvimento econômico do país. “É também uma espécie de utilização dos resultados encontrados nas pesquisas científicas que geram produtos que atendem a demanda de um setor tão importante como o da saúde. Na UFRN, temos uma vitrine tecnológica com quase 300 pedidos de patente que podem ser fruto de parcerias público-privadas, por exemplo, na qual os investidores podem ter vários benefícios ao associar-se à Universidade, como o know-how e a expertise que nós detemos em vários âmbitos”, afirmou Daniel Pontes.

Os pedidos de patentes e as concessões já realizadas podem ser acessadas através do endereço www.agir.ufrn.br, mesmo local em que os interessados obtêm informações a respeito do processo de licenciamento. O diretor da AGIR esclareceu que, mesmo durante a pandemia, a Agência está realizando atendimento e dando andamento aos depósitos de pedido de patente, via e-mail da Agência de Inovação (AGIR), [email protected]

Com UFRN

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    A cápsula Vanessa ninguém fala…

  2. Paulo disse:

    Cura da covid, inventar equipamento que identifique a presença do vírus no ar e em superfície. Instantaneamente, aparelho de ar condicionado que filtre o ar em shoppings, lojas, supermercados, elevadores.
    Nada disso é pesquisado.

    • Paulo disse:

      Se na entrada de supermercados, shoppings, bancos, aeroportos houvesse uma espécie de bafômetro para identificar a presença do corona vírus no ar, com resultado instantâneo, a pessoa seria chamada para fazer um teste swab, o local seria descontaminado, e a probabilidade de transmitir o vírus seria mínima.
      Mas ninguém pesquisa isso.
      Onde estão os cientistas?
      Estamos na maior crise do mundo.
      E os cientistas de braços cruzados.
      Não há iniciativa nenhuma.
      Daqui a 10 anos, depois de várias descobertas, os cientistas vários artigos citando descobertas para as quais não contribuíram em nada e baterao no peito dizendo sou cientista, sou ciência.
      Ciência que não colabora de forma rápida para resolver os grandes problemas do mundo tem pouca utilidade.
      Não adianta descobertas daqui a 2, 5, 10 anos.
      Cientistas, se mexam.
      Muitos são pagos com recursos públicos mas não estão fazendo nada para reduzir os impactos da covid.
      Já imaginou parar a doença sem parar a economia?

Covid-19: Nove em cada dez pacientes apresentam sintomas depois de se recuperar, aponta estudo; fadiga, efeitos psicológicos e mais

Foto: Ajeng Dinar Ulfiana / Reuters

Nove em cada dez pacientes que contraíram o novo coronavírus relatam ter experimentado sintomas depois de se recuperar da doença. Fadiga, perda de olfato ou paladar e efeitos psicológicos são alguns deles. As informações são de um estudo preliminar realizado na Coreia do Sul e divulgado nesta terça-feira (29).

Em uma pesquisa on-line com 965 pacientes recuperados da infecção viral, 879 deles, o equivalente a 91,1%, responderam que estavam sofrendo pelo menos um efeito da doença, afirmou Kwon Jun-wook, autoridade da Agência de Prevenção e Controle de Doenças da Coreia (KDCA).

A fadiga foi o sintoma mais comum, registrado em 26,2% dos participantes da pesquisa, seguido pela dificuldade de concentração, que se manifestou em 24,6% das pessoas. Outras reações incluíram sintomas psicológicos ou mentais e de perda do paladar ou olfato.

O pesquisador Kim Shin-woo, professor de Medicina Interna da Escola de Medicina da Universidade Nacional Kyungpook, em Daegu, buscou relatos de 5.762 pacientes recuperados na Coreia do Sul. Ao todo, 16,7% deles participaram da pesquisa on-line. O pesquisador afirmou que publicará em breve o estudo com uma análise mais detalhada sobre o tema.

Durante entrevista coletiva, Kwon Jun-wook informou que a Coreia do Sul também está conduzindo para o próximo ano um estudo com cerca de 16 organizações médicas sobre complicações potenciais da doença por meio de uma análise detalhada envolvendo tomografias em pacientes recuperados.

Na segunda-feira (28), o país registrou 38 novas infecções, elevando a contagem nacional para 23.699 casos, e 407 mortes.

Na mesma data, o número de mortes globais pela Covid-19 chegou a 1 milhão, nove meses após a irrupção da doença na China. No total, o novo coronavírus infectou mais de 33,2 milhões de pessoas no mundo, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins (EUA).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em número de mortes e casos, com aproximadamente 205 mil óbitos. Em seguida está o Brasil, com cerca de 142 mil mortes, e depois Índia (95,5 mil), México (76,4 mil) e Reino Unido (42 mil).

O Globo

Bolsonaro com coronavírus: médico explica que pacientes podem apresentar teste positivo por até cinco semanas

Foto: UESLEI MARCELINO/Reuters/17.7.2020

Jair Bolsonaro anunciou nessa quarta-feira, após realizar um novo exame, que continua infectado pelo coronavírus. O presidente informou no dia 7 de julho que estava com a Covid-19. Desde então, participa de agendas apenas por meio de videoconferência. Na semana passada, Bolsonaro disse que havia feito um novo teste e que o resultado seguia positivo. Ao UOL, o médico infectologista dos Hospital das Clínicas de USP (Universidade de São Paulo) explicou que esse longo tempo de infecção pode causar surpresa, mas o exame não significa que Bolsonaro ainda está doente: “Uma minoria dos pacientes apresenta esse teste positivo até cinco semanas depois do diagnóstico inicial, mas isso não significa que o vírus está ativo ou que a pessoa ainda o transmita”.

Nessa quarta-feira, em nota, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República afirmou que Bolsonaro “segue em boa evolução de saúde, sendo acompanhado pela equipe médica da presidência”. O presidente fez o novo exame na terça-feira, mas o resultado só foi divulgado na manhã desta quarta.

Entre os auxiliares do presidente, a expectativa era de que o resultado fosse negativo e que ele pudesse voltar a despachar no Palácio do Planalto ainda nesta semana. Bolsonaro também disse que iria viajar para o Piauí na próxima sexta-feira. Agora, o presidente deve permanecer isolado no Alvorada.

Bolsonaro planejava uma série de viagens semanais pelo Brasil para quando deixasse a quarentena forçada. Além do Piauí, estão no radar municípios na Bahia, em São Paulo e no Mato Grosso. A ideia das viagens é passar uma imagem para a população de que o governo segue trabalhando.

A Presidência previa viagens para este próximo fim de semana às cidades de Campo Alegre de Loures (BA), para inaugurar a adutora que capta água do Rio São Francisco, e São Raimundo Nonato (PI), onde Bolsonaro iria visitar o Museu do Homem Americano ao lado do senador e presidente do PP Ciro Nogueira (PI).

Extra – O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan. disse:

    Fique tranquilo mito, que em 2022, mandetta e moro , vai botar pra lascar. Aguarde carta.viu.

  2. Didi disse:

    FICA TRANQUILO MITO!
    O TIME MINISTROS ESTÃO FAZENDO UM GRANDE TRABALHO.
    TANTO É VERDADE QUE O SR.
    TÁ ESTOURADO NAS PESQUISAS NO BRASIL INTEIRO.
    kkkkkkkkkk
    Kkkkkkkkk
    Chupa petralhas.

  3. Observando. disse:

    Talvez a dosagem de cloroquina não seja a suficiente. Aumentar. Converse com seu médico.

  4. Patriota disse:

    Esse aí bem que poderia ficar dando positivo por mais um ano e meio. Ajudaria muito o país.

Uso de radiação nos pulmões de pacientes com Covid-19 pode acelerar recuperação, diz estudo

Imagem criada pela Nexu Science Communication em conjunto com o Trinity College, em Dublin, mostra um modelo estruturalmente representativo de um betacoronavírus, que é o tipo de vírus vinculado ao COVID-19, mais conhecido como coronavírus vinculado ao surto atual. — Foto: NEXU Science Communication/via REUTERS

Uma pequena dose de radiação aplicada nos pulmões de pacientes com pneumonia causada pela Covid-19 pode ajudá-los a se recuperar mais rapidamente, mostra estudo feito com um grupo pequeno de pacientes divulgado na terça-feira (13). A revisão por pares dessa pesquisa, procedimento usual na ciência para a publicação de artigos, ainda deverá ocorrer.

Médicos da Emory University de Atlanta, nos Estados Unidos, trataram 10 pacientes de novo coronavírus com radiação nos pulmões. Os dados foram comparados com os resultados de 10 outros pacientes de idade similar e que receberam os cuidados usuais, sem radiação.

Imagem mostra as armadilhas extracelulares de neutrófilos nos pulmões. Pesquisadores querem descobrir se o mesmo mecanismo é ativado em casos de Covid-19 e, assim, desenvolver tratamento para a doença. — Foto: EGEBLAD LAB/CSHL

Com radiação, o tempo médio para uma melhora significativa foi de três dias. Enquanto isso, no outro grupo, a recuperação durou 12 dias.

Outros efeitos em potencial incluem menor média de tempo para a alta hospitalar (12 dias com radiação, 20 dias sem) e um risco mais baixo de precisar de ventilação mecânica (10% com radiação, 40% sem).

Observações e esperanças

Porém, essas diferenças são muito pequenas para descartar a hipótese de que houve “sorte” nos resultados, alertam pesquisadores. Com isso, ainda é cedo para afirmar que esse tipo de tratamento é eficaz contra as complicações da Covid-19.

O grupo que recebeu radiação era “um pouco mais velho, um pouco mais doente e tinham os pulmões um pouco mais danificados. Mas mesmo assim nós vimos um sinal forte de eficácia”, disse à Reuters o médico Mohammad Khan, um dos autores.

Khan notou que, no grupo que recebeu doses de radiação, o uso de medicamentos foi interrompido antes e depois do tratamento para que os resultados refletissem somente a radiação.

“Radioterapia pode reduzir a inflamação dos pulmões de pacientes de Covid-19 e reduzir as citocinas que causam essas inflamações”, afirmou Khan. Citocinas são proteínas fabricadas pelo sistema imune.

Os resultados dos primeiros cinco pacientes foram aceitos para publicação na revista “Cancer”. O resultado com todos os 10 foram publicados na terça no repositório medRxiv — ainda não houve a revisão por pares. Os pesquisadores lançaram um ensaio randomizado e controlado do tratamento e esperam incluir outros centros médicos.

G1, com Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Chico da Burra disse:

    Ficará bom do corona e vai adquirir um câncer depois!!! Se correr o bicho pega se ficar o bicho come!!! Melhor tentar a ivermectina mesmo!!!

    • ricardo disse:

      kkkkk…primeira coisa que pensei também, mas é válido o tratamento na iminência da morte, desta forma agradeço e muito aos médicos que lançaram mais essa alternativa, palmas

Autópsias de pacientes com Covid-19 revelam coágulos em diferentes órgãos; evidências apontam para a coagulação extrema como complicação

Foto:fstop123/Getty Images

Autópsias de pacientes que morreram com Covid-19 estão revelando mais detalhes sobre como o vírus se comporta em nosso corpo, incluindo alguns mecanismos que intrigam os médicos. Recentemente, um estudo americano publicado na revista The Lancet mostrou que vítimas fatais de Covid-19 apresentam coágulos sanguíneos em “quase todos os órgãos”, o que pode gerar uma série de outros sintomas e complicações possivelmente fatais.

Coágulos são pequenas estruturas sólidas formadas por componentes do sangue que surgem naturalmente como parte do processo de cicatrização, “tampando” ferimentos nos vasos sanguíneos e estacando sangramentos. No entanto, esses coágulos também podem acabar entupindo veias e prejudicando a circulação – é o que chamamos de trombose. No caso da Covid-19, esse quadro pode gerar uma série de complicações diferentes dependendo do órgão que atinge, como derrames cerebrais, embolia pulmonar, paradas cardíacas, insuficiência pulmonar e outros.

Não é novidade que a Covid-19 causa coagulação excessiva em pacientes. Em países que enfrentaram o vírus cedo, como China e Itália, muitos médicos já haviam observado a presença de coágulos em casos graves, especialmente nos pulmões. Pesquisadores brasileiros foram uns dos primeiros a detectar o quadro trombótico em autópsias. Uma série crescente de evidências só confirma que a doença também tem uma faceta hematológica importante. Agora, o novo estudo, feito por pesquisadores do hospital universitário da Universidade de New York, mostrou que o problema pode ser ainda maior do que se imagina.

No artigo, os pesquisadores descreveram as descobertas de sete autópsias feitas em pacientes com Covid-19. Todas elas possuíam vários coágulos pelo corpo, e o que chamou atenção foi o fato de que eles afetavam vários órgãos para além do pulmão, como coração, rins, fígado e até em ossos. Além disso, os coágulos também foram encontrados em grande quantidade em vasos sanguíneos menores, ao contrário de outras observações, que focaram em veias e artérias maiores.

Em entrevista à CNN, a patologista Amy Rapkiewicz, autora principal do estudo, disse que os resultados foram “dramáticos”. “Ainda que esperávamos encontrar [coágulos] nos pulmões, acabamos encontrando-os em quase todos os órgãos analisados na autópsias”, relatou a médica. No estudo, a equipe escreve que as descobertas sugerem que a trombose tem um papel importante no quadro da doença ainda em seus estágios iniciais.

É possível que esse processo de coagulação possa ajudar a explicar, pelo menos em partes, alguns sintomas menos comuns da Covid-19. No início da pandemia, acreditava-se que a doença se manifestasse como um tipo de pneumonia, mas agora sabemos que, apesar dos danos ao sistema respiratório serem os principais, outros órgãos podem ser afetados seriamente. Problemas neurológicos e cardíacos, por exemplo, podem aparecer.

Mesmo sintomas leves podem ser explicados por esse mecanismo – é o caso dos “dedos de covid“, um sinal da doença que se manifesta como regiões do corpo (geralmente os dedos) com um tom roxo ou avermelhado por conta da obstrução dos vasos sanguíneos causada por coágulos. Além disso, os coágulos também podem explicar poque nem todos os pacientes que têm os pulmões seriamente comprometidos sentem falta de ar.

O novo estudo, assim como outros anteriores, também chama a atenção para um outro fator: o de trombose em pacientes que já se recuperaram da Covid-19, ou que sequer tiveram sintomas respiratórios. Relatos de pacientes que apresentaram coágulos muito depois de se infectarem com o vírus sugere que o problema pode se manifestar a longo prazo, e que é necessário um acompanhamento melhor dessas pessoas.

Ainda não se sabe exatamente como a Covid-19 resulta em coagulação extrema, mas uma das hipóteses é a resposta imunológica do corpo influencia no surgimento de trombos. É bem estabelecido que, em casos mais graves de Covid-19, o sistema imunológico acaba atacando os tecidos infectados com muita agressividade para tentar se livrar do vírus, destruindo no processo também as células saudáveis – e gerando um quadro inflamatório que, apesar de ter a intenção de destruir o SARS-CoV-2, acaba fazendo muito mal para o paciente. No processo de reconstrução desses tecidos, o corpo pode gerar uma quantidade muito grande de coágulos (afinal, eles têm a função de cicatrização), o que também acabam fazendo mais mal do que bem e entope vasos sanguíneos.

Está cada vez mais claro que a coagulação sanguínea é uma faceta importante do vírus e que pode agravar casos e gerar sintomas possivelmente fatais. Isso nos leva a pergunta: o que podemos fazer? Apesar da Covid-19 ser uma doença nova, os coágulos são inimigos antigos da medicina, e a humanidade já inventou diversos tratamentos contra eles. Faz sentido pensar, então, que utilizar anticoagulantes pode ser uma arma eficaz contra a Covid-19.

Equipes médicas pelo mundo estão estudando essa alternativa, inclusive no Brasil. Por aqui, o assunto chamou atenção da pneumologista Elnara Negri, pesquisadora da Universidade de São Paulo e médica do Hospital Sírio-Libanês e do Hospital das Clínicas. Ainda em abril, ela e outros pesquisadores publicaram um artigo descrevendo a presença de microtrombos nos pulmões de pacientes com Covid-19. Negri começou então a testar o anticoagulante heparina em pacientes graves do Hospital Sírio-Libanês. Os primeiros resultados mostraram que os casos tratados dessa maneira se recuperam entre 10 e 14 dias de internação, enquanto outros casos graves de Covid-19 precisam de, em média, 28 dias no respirador.

O uso de anticoagulantes, no entanto, deve ser feito com cuidado e somente com prescrição médica, já que pode ter efeitos colaterais graves, como hemorragia. Ainda não há uma pesquisa com amostragem robusta e controlado que comprove que as substâncias de fato conseguem evitar que coágulos se formem em casos graves. A equipe brasileira está fazendo estudos amplos, controlados e randomizados com a heparina, em parceria com a Universidade de Toronto e Universidade de Amsterdã.

Em documento publicado no último dia 10 na revista científica Clinical and Applied Thrombosis/Hemostasis, especialistas brasileiros e estrangeiros dão orientações a respeito do tratamento para trombose em pacientes com Covid-19. O texto afirma que, embora se saiba cada vez mais que a coagulação sanguínea é um fator importante na Covid-19, ainda há muito que não sabemos, como por exemplo os detalhes que levam a formação de trombos. O documento afirma que os médicos devem agir de acordo com as evidências presentes até então, e, em casos de dúvida, devem realizar experimentos controlados antes de tomar decisões para o tratamento. Além disso, o texto diz que cerca de 40 estudos do tipo pelo mundo estão avaliando a eficácia de se utilizar anticoagulantes no tratamento da Covid-19.

Super Interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silvio disse:

    Verdade. Não seria fácil se auto examinar sendo um defunto…rs

  2. Gianpaolo Di Mazzi disse:

    Por isso, é importante ministrar fármacos para combater e evitar trombones e coágulos

  3. CIDADAO55 disse:

    BG sei que o título da matéria não é seu.
    Sei também que está de forma clara e entendível pra todos, cumprindo seu papel de informar. Mas, o termo autópsia não é o mais adequado tecnicamemte.
    O mais apropriado é o termo necrópsia (ou necropsia) que significa exame cadavérico.
    Forte abraço!

FOTOS: Prefeitura de Parnamirim inaugura 10 leitos de UTI para pacientes com Covid-19

FOTOS: ASCOM – Ana Amaral e Ney Douglas

“Estamos fechando um ciclo”. Foi com essa frase que o Prefeito de Parnamirim, Rosano Taveira, entregou na manhã dessa segunda-feira (6), os primeiros 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) disponíveis para a população do município. O espaço foi inaugurado no Hospital Maternidade Divino Amor e será de uso exclusivo de pacientes que contraíram a COVID-19. A equipe, que conta com 62 novos profissionais, já está pronta para a chegada dos pacientes no período da tarde.

O espaço será utilizado para os pacientes regulados, ou seja, aqueles que já estão internados no Hospital Márcio Marinho, Hospital de Campanha ou na UPA de Nova Esperança e apresentaram necessidade de transferência em razão de algum agravamento no quadro de saúde. Os novos leitos foram equipados com aparelhagem nova e moderna. Todos possuem respiradores, cardioversores, hemodiálise, monitores cardíacos e bombas de infusão, além dos básicos.

Durante a cerimônia de entrega, a Secretária de Saúde, Terezinha Rêgo, frisou que Parnamirim tem passado por essa crise com muito compromisso e responsabilidade, apesar dos grandes desafios. De acordo com o último boletim epidemiológico, o município registrou 84 mortes e 744 pessoas curadas, números que mostram que a gestão tem priorizado a vida.

O Prefeito enfatizou que os resultados se somam às diversas ações, tanto de conscientização como de investimento na área. Disse, ainda, que não medirá esforços para conseguir o apoio do governo federal para o município e afirmou que a estrutura da UTI, orçada em R$ 1,80 milhão está pronta e não deixa a desejar para nenhum hospital privado.

A UTI recebeu o nome do médico Solon Pereira Lopes Ferreira, paraibano de 61 anos que faleceu de COVID-19 em 06 de maio. Solon era formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e conhecido por seus colegas como o médico do povo. Na oportunidade da inauguração, foi feita uma breve homenagem ao médico, referência tanto em Natal como em Parnamirim.

Taveira fez questão de parabenizar toda a equipe de saúde do município e frisou que este avanço seria impossível sem o comprometimento destes profissionais. O prefeito relembrou de todo e empenho e esforço dedicados à ampliação de toda a rede de saúde, desde o início da pandemia, para que Parnamirim pudesse atender e cuidar de seus moradores, a exemplo da UPA de Nova Esperança, que aumentou sua capacidade de 18 para 26 leitos, a abertura do Hospital de Campanha com 44 leitos e a ampliação da estrutura do Centro de Atendimento Suzete Cavalcanti.

Vale ressaltar que a estrutura tem mais espaço e está sendo preparada para funcionar com 20 leitos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Osmando disse:

    Em Macaiba os 10 leitos prometidos pela governadora até agora nada, só promessa

  2. Josias disse:

    Parabéns PREFEITO.
    Essas dez unidades, ajuda a salvar vidas, o que não pode de jeito nenhum é comprar respiradores Super faturados e ENEXISTENTES.
    Fátima, tá escondida na moita e acabando com o RN.
    Infelizmente é a verdade.
    Lamentável!

  3. Chicó disse:

    É assim que se faz ! A governadora podia pedir umas dicas aos prefeitos de Natal e Parnamirim !!!

    • PAULO disse:

      Tá de sacanagem 10 leitos depois de 4 meses de pandemia e depois que o sufoco aparentemente passou…

Hemonorte participa de pesquisa para uso do plasma em pacientes com Covid-19

O Instituto de Medicina Tropical da UFRN (IMT) e o Hemonorte receberam recentemente aprovação do Comitê Nacional de Ética e Pesquisa para o projeto que vai avaliar o uso do plasma de pacientes curados da Covid 19 em pessoas que estão com quadro grave da doença.

A seleção dos doadores e receptores será realizada pelo IMT, ficando o Hemonorte responsável pela coleta do plasma através de um procedimento especial chamado aférese.

Os dados obtidos com essa pesquisa vão ajudar o Ministério da Saúde e a Anvisa a consolidar ou aprovar o uso do plasma terapêutico como ferramenta de tratamento para o Coronavírus.

De acordo com o diretor geral do Hemonorte, Rodrigo Villar, “esse tipo de terapia já foi usada em outras epidemias como a H1N1, Ebola e a SARS, com resultados positivos”.

Além disso, o Ministério da Saúde aprovou recentemente o uso do plasma fora da pesquisa clínica. O Hemonorte vai receber a doação de sangue de doadores com mais de 30 dias de recuperação dos sintomas e disponibilizar o plasma para os casos que os médicos achem necessário.

As bolsas de plasma convalescente serão armazenadas de forma especial e enviados às unidades de saúde que estão tratando pacientes com Covid-19.

Hospital Albert Einstein proíbe médicos de receitar cloroquina para pacientes com covid-19

Foto: Getty Images / iStockphoto

Em comunicado ao corpo médico, o Hospital Albert Einstein proibiu a prescrição de cloroquina para o tratamento da covid-19 – doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). O medicamento era receitado por médicos do hospital em modo “off label” – quando é usado para tratar uma indicação não prevista em sua bula.

Essa prescrição era feita de acordo com o julgamento do médico para cada paciente. Com a mudança, a cloroquina não pode mais estar em receitas para diagnosticados com covid-19. O remédio é usado no tratamento de outras doenças, como malária e amebíase hepática, além do controle de lúpus e artrite reumatoide.

No fim de maio, uma pesquisa da Universidade de Harvard publicada na revista científica “The Lancet” chegou a conclusão de que os diferentes usos da cloroquina não apresentam benefícios no tratamento da covid-19. O estudo foi feito em larga escala, com mais de 96 mil pessoas internadas com a doença.

Metro Jornal

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    E o dinheiro que governo gastou para que o Exército produzisse um grande estoque Hidroxicloroquina? Quem vai pagar?

  2. Wellngton disse:

    Fico pensando na classe econômica que procura o Albert Einstein, para quem tem muito dinheiro há outras opções, outros medicamentos, outros métodos…….

  3. Aparecida disse:

    Fácil de entender, não se interna os pacientes no início dos sintomas (fase de replicação viral) se interna os pacientes na fase inflamatória (quando o paciente complica); se tivessem tomado a hidroxicloroquina no início dos sintomas provavelmente não teriam precisado ser internados.

  4. André Fortes disse:

    Quem vai ser responsabilizado pelo estoque que o exército produziu em vão?

  5. Ricardo lúcido disse:

    O BOZO , votei nele e me arrependo , rei da CLORIQUINA e previsor da terapêutica do “ E DAÍ”, vai ficar uma fera , o que danado ele vai fazer com tanta CLORIQUINA ? Mandou fazer aqui é recebeu uma TOROMBADA de CLORIQUINA do amigo TRUMP . Será possível um negócio desse ? Até uma música já estava adaptada . CLOROQUINA , CLOROQUINA , CLORIQUINA meu amor , eu sei que que o BOZO eu quero tomar tú . TITICO TRÁS O PINICO !

  6. Arthur disse:

    Difícil achar quem ainda acredita nessa Cloroquina, até o remédio pra piolho tem mais efeito comprovado. Enquanto isso o Exército tem estoque de Cloroquina pra 18 anos.

    • Ricardo disse:

      Recentemente saiu um manifesto de mais de quatro mil médicos recomendando o uso da cloriquina (em associação) para pacientes em ESTÁGIOS INICIAIS da doença.

  7. Fico na duvida disse:

    As vezes fico sem entender esse tipo de atitude, 3 pessoas da minha família já contraíram a covid, todas foram curadas usando estes medicamentos como cloroquina e hidroxicloroquina, dois são do grupo de risco, um com diabetes e outra idosa, não tiveram complicações e os sintomas desapareceram em menos de 5 dias, queria saber qual o interesse em impedir isso.

  8. Minion alienado disse:

    Boicotem o hospital, são comunistas!

  9. Flávio Martinez disse:

    Isso é normal. À medida que as pesquisas vão evoluindo, novos fármacos vão aparecendo. Hoje, existem antivirais (como o Remdesinvir) e os corticoides. Após 3 meses de pandemia, estão surgindo medicamentos mais eficazes do que aqueles do início. Porém, não se pode politizar o uso de remédios

    • Tom França disse:

      Já foi provado, que os que estão sendo liberados pela Anvisa, são os mais caros do mercado. Política ou máfia dos fármacos. Escolham!

Tosse pode persistir por até seis semanas nos pacientes de covid-19

Foto: Flickr/Donna Sergi

Nos casos mais leves de covid-19, a tosse pode levar até duas semanas para desaparecer, já nos casos mais severos, de três a seis semanas, segundo o infectologista Marcos Cyrillo, da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia).

O sintoma é um dos primeiros a aparecer e um dos últimos a sumir na covid-19. Isso acontece, pois, as células do trato respiratório possuem muitos receptores a que o vírus consegue se ligar, explica o médico.

“Quando o vírus gruda na célula, ele causa uma inflamação ali, além disso, o corpo vai produzir uma série de substâncias para combater esse corpo estranho que também gera uma inflamação e, em consequência, a tosse.”

A tosse causada pela covid-19 pode ser tanto seca quanto com catarro. O médico explica que a inflamação gerada pelo vírus pode favorecer a proliferação de bactérias que já vivem normalmente no corpo, o que gera a produção de muco.

“Tosse com catarro amarelo é, normalmente, pneumonia bacteriana. Mas você pode ter uma infecção pelo coronavírus que tem tosse com muco, inicialmente branco e depois amarelo também.”

Segundo Cyrillo, a tosse pode persistir mesmo após a eliminação do vírus do corpo. “É como quando você pega gripe, passa uns 10 dias e você ainda está com tosse. Isso acontece porque a inflamação gerada pelo vírus pode continuar, mesmo depois que ele foi combatido.”

O médico orienta que, diante de uma tosse crônica, é necessário procurar orientação médica. Ele aponta que beber bastante água, fazer exercícios respiratórios, dormir e se alimentar bem e fazer atividades como caminhada pode ajudar na recuperação.

“São coisas que vão melhorar a expansão do pulmão e a tosse. A água, ajuda na fluidez do muco. Se ele está mais fluido, é mais fácil expelir e aí se tosse menos.”

R7

Hospital da Unimed adota novas medidas de segurança para familiares e pacientes

Foto: Divulgação

Por causa da Pandemia do novo coronavírus o Hospital Unimed suspendeu as visitas aos pacientes com quadro confirmado de COVID-19. O boletim médico é repassado, por telefone, aos familiares, uma única vez ao dia, entre 11h e 15h. É importante que o paciente tenha materiais de higiene pessoal.

Ao paciente hospitalizado na UTI não é permitido o acesso de quaisquer outros objetos além dos solicitados pela equipe. Celulares, tablets, roupas e acessórios devem ficar com os familiares. Ao receber alta da Terapia Intensiva, o paciente será encaminhado ao apartamento ou enfermaria onde passará a ter direito a somente um acompanhante, desde que este não seja do grupo de risco (portador de doenças crônicas, gestante ou idoso).

As medidas visam a preservação da saúde de todos gerando o menor risco possível de disseminação do novo coronavírus.