Diversos

Bebida que rouba mercado da cerveja nos EUA cresce no Brasil

Foto: Divulgação/Coca-Cola

Dos mesmos criadores daquele livro piegas motivacional chamado Quem mexeu no meu queijo?, que fez sucesso no início dos anos 2000, surge um novo questionamento existencial: Quem está roubando espaço da cerveja nos freezers de bebidas alcoólicas americanos, britânicos e de outros países?

A resposta curta é Hard Seltzer, uma água com gás alcoólica saborizada. Para se ter uma ideia, segundo levantamento do instituto de pesquisa YouGov, as três principais marcas da nova bebida chegaram a vender mais que os seis principais rótulos de cerveja durante alguns meses de 2020 nos Estados Unidos, principalmente no calor.

Mas o fenômeno por trás disso, teoricamente embasado em um estilo de vida mais saudável, é algo mais complexo. A Hard Seltzer vem ganhando tração há cerca de meia década graças aos millenials, geração nascida entre meados dos anos 80 e o fim dos anos 90.

Tudo começou anos antes, com jovens buscando um estilo de vida mais saudável que as gerações anteriores e se atentando para a necessidade de beber mais água. O próximo passo foi substituir refrigerantes e sucos por água com gás (chamada de seltzer por lá), que naturalmente ganhou versões saborizadas.

Aí foi questão de tempo até surgirem experimentações alcoólicas pela mão dos americanos, colocando o termo hard (ou spiked) no rótulo para identificar a presença de álcool. A Bon & Viv (hoje da AB Inbev), de 2013, foi a primeira, seguida de White Claw e Truly, de 2016, hoje líderes de mercado.

Com menos de 100 calorias e quantidade inferior a 2 gramas de açúcar por lata, o produto é vendido pelas marcas como leve, refrescante e até mais saudável que outras opções do segmento. Sem esquecer, é claro, de dar barato, contando com teor alcoólico de cerca de 5%.

Tá, boa história. E os números? A consultoria Nielsen divulgou dados de janeiro a outubro de 2020 que mostram que o mercado de Hard Seltzers movimentou US$ 3,2 bi nos EUA durante o período, um crescimento de 188% em relação ao ano anterior e o quarto seguido com avanço de três dígitos.

Com isso, as grandes marcas do setor cresceram o olho para a nova oportunidade. Hoje, rótulos como Corona e Budweiser (também da AB Inbev), possuem suas versões do produto. E a multinacional de bebidas com DNA brasileiro gostou tanto do mercado que lançou mais uma Hard Seltzer em dezembro.

Trata-se da Cacti, feita em parceria com o trapper Travis Scott. Com uma legião de fãs fiéis, o artista consegue ótimos resultados emprestando sua marca para grandes companhias. A coisa está tão escalada que ele teve até menu próprio no McDonalds americano (como se fosse um prato no brasileiríssimo Paris 6), mas isso é assunto para outra pauta.

No Brasil

Essa onda gasosa começa a ganhar força no Brasil agora, com o despertar de outro gigante. Lembra que a Coca-Cola anunciou no ano passado que estava cortando metade do seu portfólio de bebidas para focar em novos negócios? Pois é, te dou uma chance para adivinhar qual produto se tornou a prioridade da marca.

Batizado de Topo Chico (uma marca de água com gás tradicional no México), o novo rótulo foi lançado em setembro invertendo a lógica do mercado: nada de Estados Unidos e Reino Unido, praças com marcas já estabelecidas, puxando a fila. Brasil e México, dois países com consumo gigantesco de cerveja e sem grande penetração de Seltzers, foram os escolhidos.

“Estamos sempre observando os movimentos das pessoas, o que elas estão buscando. Há estimativas de que as Hard Seltzers vão tomar 10% do que já foi ocupado pelas cervejas nos EUA, e acreditamos que no Brasil possa ser parecido”, diz Renato Shiratsu, diretor da Coca-Cola Brasil.

A bebida, disponível nos sabores morango, abacaxi e limão e vendida por cerca de R$ 5 cada lata de 310 ml, é produzida em fábrica terceirizada no interior de São Paulo e está ganhando o país aos poucos. Shiratsu afirma, no entanto, que o engajamento do público consumidor e das varejistas tem sido positivo.

E, se existe mercado tradicional, é certo que há marcas investindo na produção do produto em menor escala, de forma artesanal. É o caso da cervejaria carioca Three Monkeys, que lançou sua Hard Seltzer Hintz no ano passado buscando amealhar uma nova segmentação de público.

“Não acho que vão substituir as cervejas. As especiais continuam sendo únicas, com perfil sensorial, malte, lúpulo”, diz Léo Gil, sócio-fundador da Three Monkeys Beer. “O que o pessoal quer é uma bebida leve, refrescante, que dá para tomar no Carnaval ou depois de uma corrida na praia.”

Com produção de 5 mil litros por mês, a Hintz está disponível nos sabores citrus, frutos silvestres, tropical (abacaxi, coco, maracujá) e fresh (limão, melancia e gengibre). O preço sugerido é de cerca de R$ 10. Gil conta que a ideia é baixar o valor para popularizar a marca.

Outros exemplos de fabricação brasileira em menor escala vêm das marcas Lambe Lambe e Joví.

Perfil de sabor

Mas se muito pode ser dito sobre o potencial mercadológico do segmento, o perfil de sabor é algo menos desenvolvido, pelo menos até então. “É uma bebida leve, em que você não sente o sabor do álcool mas consegue ficar alto mesmo assim”, resume Rodrigo Capote, dono da Kombucharia, em São Paulo.

Responsável pela primeira kombucha alcoólica do Brasil, que dá muito mais trabalho para fazer, também disponibilizou a Hard Seltzer em uma das torneiras do seu bar, com sabor de limão e maracujá. Capote conta que a receita leva dois dias para fazer e tem feito sucesso no verão por conta da sua refrescância.

O processo consiste basicamente em diluir o álcool destilado de cana de açúcar em água, adicionar os sabores desejados e forçar a carbonatação do líquido, para ficar gasoso. Também dá pra fazer uma gambiarra em casa juntando vodka, extratos de fruta, ácido cítrico e água com gás.

A reportagem provou todas as bebidas citadas na matéria e disponíveis no mercado nacional. Não é uma bebida com alma marcante, mas cumpre sua promessa: desliza pela goela sem deixar grande retrogosto. É refrescante e fácil (até demais) de beber em grandes quantidades.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

    1. Deve ser que recebe um ' strap on'…. Não pesquise…. Teje avisado.

  1. Mais saudável que agua, lúpulo, malte e levedura?
    Danam corante, adoçante e mais uns antes e dizem ser mais saudável. Duvido.
    Fico com uma pale ale mesmo. Obrigado.

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Geral

Lula cita Hitler e diz querer acabar com racismo em estado de predominância direitista

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta 6ª feira (26.jun.2026) que não é possível “permitir que prevaleça em Santa Catarina o racismo”. Em um discurso inflamado, o chefe do Executivo ainda declarou que não se pode permitir “essa ideia da hegemonia branca sobre o restante do país”.

Lula também citou o ditador nazista Adolf Hitler (1889–1945) ao falar sobre o tema em visita às obras de embarcações de apoio offshore contratadas pela Petrobras no estaleiro Detroit Brasil, em Itajaí (SC).

“Está chegando o momento de a onça beber água. Vocês não podem permitir que prevaleça em Santa Catarina o racismo. Não podem permitir. Não podem permitir que aqui em Santa Catarina as pessoas sejam tomadas pela síndrome de grandeza, porque esse Estado é muito rico, não é pobre. A gente tem o Estado brasileiro, e todo mundo tem que ser tratado igual. Todo mundo. Não tem [porque] um cara que é branco é melhor do que o que é negro, o cara que é nordestino é pior do que o do Sul do país. Que história que é essa? A gente não aceita. Hitler tentou fazer isso e acabou do jeito que acabou”.

O petista também disse não preterir Santa Catarina por divergências políticas: “Eu não jogo rasteiro. Eu vim aqui porque esse é um Estado brasileiro. Santa Catarina é um Estado de gente trabalhadora, de gente de bem. A gente não pode ficar magoado com um resultado de uma eleição. A gente tem que gostar de quem vota e de quem não vota”.

As declarações foram dadas ao criticar o governador catarinense, Jorginho Mello (PL), por não comparecer a eventos do governo federal. Segundo o petista, o chefe do Executivo estadual não fechou parcerias com a União por “divergências políticas”.

“Qual é o tamanho da cabeça desse cidadão, qual a qualidade da massa encefálica que ele tem na cabeça? É de se pesquisar”, declarou.

Mello é aliado do pré-candidato do PL à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro, principal adversário de Lula nas eleições de 2026. O presidente chamou a ausência de “falta de respeito”.

Com informações do Poder 360

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Política

Vereadora defende cassar vereador do PT ligado ao PCC

Foto: Reprodução

A vereadora paulistana Amanda Vettorazzo (União) entrou em campo após a deflagração da Operação Última Parada, realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo, e protocolou uma representação na Corregedoria da Câmara Municipal de São Paulo contra o vereador Senival Moura (PT).

A parlamentar pede a abertura de um procedimento para investigar possível quebra de decoro parlamentar diante das apurações que indicam um suposto esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) envolvendo a empresa de ônibus Transunião.

A operação levou à prisão temporária de Senival Moura e determinou o bloqueio de bens e o afastamento de dirigentes da concessionária investigada.

Segundo o Ministério Público e a Polícia Civil, há suspeitas de que a empresa tenha sido utilizada para ocultar recursos ligados à organização criminosa. As investigações ainda estão em andamento e não há condenação definitiva contra o vereador.

Para Amanda, a gravidade das suspeitas exige uma resposta institucional da Câmara, independentemente do resultado da investigação criminal. Segundo ela, cabe ao Legislativo avaliar se os fatos investigados são compatíveis com a permanência de um parlamentar no exercício do mandato.

“A operação explicita o quão enraizado está o crime organizado em todos os âmbitos da sociedade. Independentemente do desfecho da investigação criminal, a Câmara Municipal tem o dever de fazer sua parte e apurar, por meio da Corregedoria, se um vereador investigado por fatos dessa gravidade reúne condições de continuar exercendo seu mandato”, afirmou.

 

Diário do Poder

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Mundo

Homem faz vaquinha para aumentar pênis de 1 polegada: “Seu apoio significaria muito”

Foto: Reprodução

Michael Phillips, da Carolina do Norte (EUA), tem um pênis com pouco menos de uma polegada (cerca de 3 cm), o que o enquadra dentro dos critérios de uma condição médica rara conhecida como micropênis. Por causa disso, ele decidiu criar uma vaquinha on-line para custear uma cirurgia de aumento do órgão.

No anúncio da vaquinha, ele afirma precisar de US$ 22 mil (cerca de R$ 114 mil) para o procedimento de aumento peniano. Até o momento da reportagem, o rapaz conseguiu arrecadar US$ 9,2 mil (aproximadamente R$ 47,8 mil).

Segundo Michael, ter o pênis considerado um dos menores do mundo tem sido motivo de constrangimento diário, afetando sua autoconfiança e até dificultando a micção (ato de urinar).

“Trabalhei muito para economizar o máximo possível para custear a cirurgia e as injeções que podem ajudar a aumentar a circunferência e me permitir usar o banheiro com mais frequência. No entanto, ainda preciso de apoio adicional para cobrir o custo total do procedimento”, contou ao Daily Star.

De acordo com o norte-americano, embora o procedimento não cure seu micropênis, ele faria uma diferença significativa na sua vida. “Vai me ajudar a evitar o uso de fraldas geriátricas e a recuperar um pouco da normalidade e do conforto.”

A cirurgia envolve a injeção de um preenchimento dérmico semipermanente na região íntima. Michael Phillips espera que a operação melhore sua autoestima e qualidade de vida.

“Seu apoio significaria muito para mim e me ajudaria a dar um grande passo em direção a uma vida com mais dignidade e independência. Agradeço sua gentileza e por considerar uma doação para minha campanha de arrecadação de fundos”, escreveu na página do GoFundMe.

Metrópoles

 

 

 

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Economia

DEMISSÕES À VISTA? Fim da escala 6×1 será “avassalador” para shoppings, diz Abrasce

Foto: Ilustração

O impacto causado pelo fim da escala de trabalho 6×1, PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que tramita no Congresso, será “avassalador” para o setor representado pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), segundo disse o presidente da associação, Glauco Humai, ao CNN Money nesta sexta-feira (26), durante evento em São Paulo.

A notícia é da CNN Brasil. As perdas estimadas pela associação estão na casa dos R$ 15 bilhões já no primeiro ano de vigência, caso a proposta entre em vigor. Humai projeta um cenário de demissões, fechamento de negócios e “centenas de milhares de pessoas migrando para a informalidade”.

Segundo o executivo, como o segmento depende de mão de obra intensiva, a mudança forçará as empresas a repensarem completamente o atual modelo de operação dos empreendimentos, o que afetará diretamente os custos trabalhistas e o ritmo de contratações.

A crítica da entidade se concentra no rito político e na velocidade da tramitação em Brasília. “Nós não necessariamente discordamos do fato da alteração da escala 6×1, é uma evolução necessária que tem que ser discutida, mas no momento adequado e na forma adequada”, pondera Humai.

“Questionamos hoje muito mais a forma como está sendo implementada, sem discussão, sem estudo, sem tempo, em ano eleitoral. Ou seja, a forma está muito complexa. O mérito a gente discute num segundo momento.”

Estudos econômicos do setor mostram que o impacto global para o ecossistema de shoppings e do varejo pode ser ainda mais profundo no longo prazo. Projeções da associação indicam uma retração potencial no faturamento anual do setor, o que faria as vendas recuarem.

O temor das lideranças do setor é que o custo adicional gerado pela PEC funcione como um “meteoro” econômico para os lojistas, provocando uma crise pior e mais difícil de superar do que o período de restrições da pandemia de Covid-19.

A maior vulnerabilidade está na ponta dos pequenos comerciantes, segundo a associação. Do total de 115 mil lojistas que operam em shoppings pelo Brasil, cerca de 60% são operações de pequeno porte, que contam com estruturas enxutas de apenas quatro ou cinco funcionários.

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Geral

Prefeitura supera marca de 520 quilômetros de rede de drenagem limpa em Natal

Foto: Marcelo Furtado

A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), ultrapassou a marca de 520 quilômetros de rede de drenagem limpa em toda a capital. O serviço, realizado diariamente em todas as regiões da cidade, integra as ações permanentes de manutenção preventiva do sistema e contribui para reduzir os riscos de alagamentos e minimizar os impactos das chuvas.

A operação conta atualmente com sete caminhões equipados com sistema de hidrojato e sucção, além de uma equipe especializada em mapeamento robótico das galerias. A tecnologia permite identificar obstruções, danos estruturais e ligações clandestinas de esgoto, tornando as intervenções mais rápidas e precisas.

Como resultado do trabalho, já foram retiradas cerca de 57 mil toneladas de resíduos da rede de drenagem. As equipes também realizaram a limpeza de 5.755 bocas de lobo e 953 poços de visita, além de identificarem aproximadamente 273 ligações clandestinas de esgoto, que comprometem o funcionamento adequado do sistema.

A secretária municipal de Infraestrutura, Shirley Cavalcanti, destacou a importância da manutenção contínua para garantir o desempenho da rede de drenagem. “Esse é um trabalho permanente, realizado de forma preventiva e com o apoio da tecnologia, que permite manter a rede funcionando de maneira mais eficiente. Com isso, reduzimos obstruções, melhoramos o escoamento das águas pluviais e oferecemos mais segurança para a população, especialmente nos períodos de chuva”, afirmou.

Segundo a Seinfra, os serviços de limpeza e inspeção continuam sendo executados de forma permanente em todas as regiões de Natal, como parte das ações de manutenção da infraestrutura urbana e prevenção de alagamentos.

 

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Geral

[VÍDEO] Segurança de Janja agride deputada do PT durante evento em Natal

Foto: Reprodução

A visita da primeira-dama Janja da Silva a Natal, nesta sexta-feira (26), terminou com um episódio de tensão. Segundo informação divulgada pelo jornalista Dinarte Assunção, no Jornal das 6, a deputada estadual Divaneide Basílio (PT) teria sido agredida por um segurança da primeira-dama durante o evento “Mulheres do Time de Lula pelo Fim da Violência”, realizado na Arena das Dunas. Veja no vídeo abaixo:

De acordo com o relato, a parlamentar precisou receber atendimento da equipe médica da Arena das Dunas e, posteriormente, foi encaminhada ao Hospital do Coração. Até o momento, Divaneide não se pronunciou sobre o caso e não há informação sobre registro de boletim de ocorrência.

Após o episódio, o Setorial de Direitos Humanos do PT divulgou em grupos de WhatsApp do PT uma nota de solidariedade à deputada.

Leia a nota na íntegra:

“O Setorial de Direitos Humanos manifesta a sua solidariedade à deputada estadual Divaneide Basílio diante da violência sofrida durante o evento das Mulheres com Janja, realizado na Arena das Dunas, em Natal.

É inadmissível que, em um espaço construído para fortalecer a participação política das mulheres, a democracia e a organização popular, uma parlamentar seja tratada com truculência pela segurança.

A segurança de qualquer atividade pública deve existir para proteger as pessoas, garantir o bom funcionamento do ambiente e preservar a integridade de quem participa, jamais ser instrumento de intimidação, agressividade, constrangimento ou abuso de poder.”

Com informações do Portal 96 FM

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Brasil

Padre revela que fez noiva desistir de casar: “Abri o olho da iludida”

Foto: Reprodução

O padre Chrystian Shankar, que soma mais de 5 milhões de seguidores nas redes sociais, viralizou com mais um sermão nesta sexta-feira (26/6), ao relatar aos fiéis que um conselho fez com que uma noiva cancelasse o casamento. Antes da cerimônia, conforme ela confessou ao sacerdote, o noivo teria entregue uma lista de 13 exigências à companheira. As informações são do Metrópoles.

“Tem uma família aqui de Divinópolis (MG) que prefere ver o Diabo do que me ver. Eles falam que eu acabei com o casamento da filha deles. Uai, gente, não acabei com nada não. Eu abri o olho da iludida”, disparou à congregação.

Durante as orientações espirituais para preparar os futuros cônjuges para a união, a noiva teria confessado que estava receosa, pois havia recebido uma lista feita pelo futuro marido de coisas que ela deveria mudar em si mesma para oficializar o relacionamento.

“Eram treze itens [na lista dele]. Aí eu perguntei quantos itens tinha na lista dela. E ela respondeu: ‘ele falou que não precisa mudar em nada’”, continuou o padre Chrystian Shankar.

A atitude do rapaz chocou o sacerdote. “Minha filha, abra o olho enquanto há tempo. Está claro que não vai dar certo. Eu já conversei com seu noivo. Eu notei o que ele é soberbo; ele se acha e, na cabeça dele, você é menos que ele. Ele acha que está fazendo um favor em se casar com você“, alertou à noiva.

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Brasil

Homem é preso após confessar ao ChatGPT plano para matar o filho e atacar escolas

Foto: Divulgação

Mensagens enviadas a um chatbot de inteligência artificial se tornaram a principal evidência contra um agricultor de 36 anos, preso no Espírito Santo por planejar o assassinato do próprio filho, de 8 anos. O homem, que não teve o nome divulgado pela polícia, foi detido na zona rural de São Gabriel da Palha, no Noroeste do estado, às vésperas da data em que o crime estaria programado para acontecer.

As próprias conversas do suspeito com o ChatGPT, ferramenta a empresa americana OpenAI, expuseram o plano. A OpenAI repassou os dados ao FBI, que em 16 de junho comunicou as autoridades brasileiras. O Ministério da Justiça recebeu as informações e as encaminhou à Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) do Espírito Santo, que deflagrou a operação de prisão três dias depois.

Segundo relatado pela polícia em coletiva de imprensa realizada na quinta-feira (25/6), o suspeito usava o ChatGPT como uma espécie de confidente. A motivação declarada nas conversas era financeira: o homem queria se livrar do pagamento de pensão alimentícia à ex-companheira.

O plano, no entanto, não se limitava à criança. O homem também registrou ao chatbot a intenção de realizar atentados contra escolas, igrejas e autoridades públicas, com o objetivo de provocar o maior número de vítimas possível.

A cadeia que levou à prisão partiu da própria infraestrutura digital usada pelo suspeito. A OpenAI identificou as conversas e forneceu os dados ao FBI, que acionou o Ministério da Justiça brasileiro em 16 de junho. A informação desceu pela cadeia institucional até a DRCC, que em três dias obteve mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão e coordenou a detenção com apoio da Delegacia de Polícia de São Gabriel da Palha.

Nas mensagens, em que “abria a mente” para a IA, o suspeito afirmou estar na posse de uma arma, corda e cianeto, composto químico altamente tóxico utilizado principalmente na mineração e em processos industriais. O homem também afirmava ter feito contato com o pistoleiro para poder se encarregar do homicídio do filho de 8 anos.

O agricultor foi abordado quando saía de casa para trabalhar, em 19 de junho, dia anterior ao planejado para o assassinato, conforme divulgado pela polícia. Ele nega qualquer intenção de matar o filho ou cometer outras ações criminosas. O telefone dele foi apreendido e deve ser periciado em tentativa de identificar quem seria o pistoleiro mencionado pelo suspeito.

O suspeito foi autuado com base em três tipificações: ameaças, tentativa de homicídio e incitação ao crime. O indiciamento formal, porém, ainda não ocorreu. A investigação segue aberta enquanto os materiais apreendidos na busca e apreensão passam por análise pericial.

O Tempo

 

 

 

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Política

Evento com Janja reforça preferência do “Time de Lula” por Samanda e amplia distância de Rafael Motta

Foto: Divulgação

O evento com a primeira-dama Janja da Silva, realizado na noite de quinta-feira (25) na Arena das Dunas, deixou uma mensagem política difícil de esconder. Apesar de a agenda ter sido voltada para as mulheres, o ato acabou reforçando que, na disputa pelo Senado, o chamado “Time de Lula” tem uma preferência muito nítida pela pré-candidatura da vereadora Samanda Alves, enquanto o ex-deputado federal Rafael Motta é tratado com indiferença por ser visto como o “estranho no ninho”.

A presidente estadual do PDT, Márcia Maia, justificou a ausência de Rafael Motta alegando que ele estava com um problema de saúde. Nas redes sociais, ele comentou que “a presença da primeira-dama Janja Silva em Natal, ao lado do Time de Lula, fortalece um debate urgente e necessário: o enfrentamento à violência contra as mulheres e ao feminicídio.”

Ainda assim, o gesto político ficou evidente. Samanda dividiu o protagonismo com Janja e a governadora Fátima Bezerra durante todo o evento, enquanto Rafael passou completamente ao largo da programação. A foto das três juntas no palco, junto com outras lideranças petistas, só reforça essa percepção.

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Geral

Tornozeleira de Bolsonaro apresentou falha no dia do jogo do Brasil

Foto: Reprodução

A tornozeleira eletrônica que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usa em prisão domiciliar apresentou falha momentos antes da partida entre Brasil e Haiti pela Copa do Mundo de Futebol, realizada no dia 19 de junho.

Segundo relatório semanal apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as atividades de Bolsonaro, a central de monitoramento emitiu alerta de perda de sinal da tornozeleira eletrônica às 18h57.

De imediato, a equipe técnica orientou que Bolsonaro se deslocasse para a área externa da residência, localizada em Brasília, até o reconhecimento do sinal.

Às 20h04, cerca de 1h30 antes do jogo do Brasil, a equipe do Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (Cime) chegou ao local. Dois policiais foram responsáveis pela análise.

Os profissionais identificaram que a estrutura do dispositivo estava intacta: com led’s acesos e com sinalização em cadência normal. Bolsonaro também atendeu prontamente ao pedido de deslocamento feito pela equipe.

Houve uma perda de sinal, que foi restaurada rapidamente. Com a conexão retomada, os profissionais do Cime recuperaram todos os dados captados durante o período de instabilidade. Baixaram as movimentações de Bolsonaro e enviaram à Central de Monitoração, sem prejuízos à medida.

Como o equipamento estava funcionando dentro dos padrões esperados, não houve necessidade de troca da tornozeleira.

Metrópoles

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