Bolsonaro diz que está descartado aumento de imposto sobre cerveja, cigarro e itens com açúcar

Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (24) que está descartado aumento de imposto sobre cerveja, cigarro e itens com açúcar.

“Paulo Guedes, desculpa, você é meu ministro, te sigo 99%, mas aumento de imposto para cerveja não”, afirmou Bolsonaro ao desembarcar em Nova Délhi, na Índia.

A mudança na tributação foi aventada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (23).

Guedes está em Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial. Lá, em entrevista à GloboNews, o ministro afirmou que o governo avalia uma cobrança de tributos sobre cigarros, álcool e produtos com açúcar numa eventual proposta de reforma tributária a ser apresentada pela equipe econômica.

De acordo com ele, o sistema tributário de vários países prevê a cobrança do “imposto do pecado” para diminuir o consumo de cigarros, álcool e produtos com açúcar.

“Não tem nada definido, tem um grupo fazendo a reforma tributária. Fala-se de tributos e impostos e existe esse conceito de tributar coisas que fazem mal para a saúde”, disse Guedes.

Porém, Bolsonaro disse nesta sexta ser contra a proposta. “Não tem como aumentar, não consegue mais aumentar a carga tributária no Brasil. Todo mundo consome algo de açúcar todo dia, não da pra aumentar”, complementou o presidente.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    É óbvio
    Quem tem interesse de tumultuar é quem perdeu as eleições.
    Esses partidos vivem disso até quando estavam no poder não rram diferentes.

  2. Nildo disse:

    Aiiiimm tem gente enganando o povo…
    Quando Bolsonaro decretou o fim do DPVAT quem foi a justiça pedir que o imposto continuasse? O PSOL o maior puxadinho do PT.
    Só lembrando a "turma do quando pior melhor" pra eles:
    Menor taxa de juros do cheque especial;
    Geração que 640 mil novos empregos;
    Deixou em ZERO alíquota para importação de equipamento médico;
    Sancionada lei da liberdade econômica;
    Governo ZERA imposto de IMPORTAÇÃO de 532 produtos;
    Extinção 27 mil cargos federais sem servidor ocupando que servia como cabide de emprego;
    Vem muito mais por aí… aguardemmmmm.
    A vocês resta a mentira, a falácia e o desespero em ver um governo fazendo pelo povo.

  3. Carlos Medeiros disse:

    Quem tá de kaô nessa história?..alguém tá blefando, né ?

  4. Nando disse:

    Tudo combinado: vc levanta a bola e eu chuto a Gol. Cri uma babozeiras no imposto que proíbo. …entenderam otarios? Sem pré jogando pra arquibancada.

  5. Anderson disse:

    Muitos crimes e contravenções estão associadas ao consumo do álcool. Deveria ser taxado parte para a saúde (doenças relacionadas) e segurança (crimes relacionados).

Homem morre em BH com sintomas de intoxicação por cerveja

Foto: Reprodução / Instagram

Um homem morreu em Belo Horizonte-MG com sintomas da doença que pode ter sido provocada por intoxicação pela cerveja Belorizontina, da Backer.

A informação foi confirmada pela Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (15). De acordo a corporação, esta é a segunda morte possivelmente provocada pela chamada síndrome nefroneural, que causa insuficiência renal e alterações neurológicas.

R7

Terceiro lote da cerveja Belorizontina está contaminado com dietilenoglicol, diz polícia

Cervejas da Backer à venda em mercado: produto é investigado pela polícia como causador de síndrome nefroneural Foto: O Tempo / FOTO : Cristiane Mattos / O Tempo

A Polícia Civil de Minas Gerais anunciou na manhã desta segunda-feira que um terceiro lote da cerveja Belorizontina está contaminado com o dietilenoglicol, material que pode ser usado no processo de refrigeração industrial. Além disso, outro material, o monoetilenoglicol, teria sido encontrado em amostras do produto.

O novo lote contaminado é o L2 1354. Até o momento, as investigações apontavam para apenas dois (L1 1348 e L2 1348), disponibilizados desde novembro em Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal e Espírito Santo.

O superintendente de polícia técnico-científica da Polícia Civil Mineira, Thales Bittencourt, explicou durante a coletiva que existe uma “grande variação do que seria uma dose letal”, que pode ser de 0,0014 mg/ kg até 0,0017 mg/kg. Isso significaria, na prática, que a quantidade letal para um homem de 70 kg pode ser de 1g a 12g.

Em uma vistoria na fábrica da cervejaria Backer, produtora da Belorizontina, a Polícia Civil encontrou resíduos de dietilenoglicol, também conhecido como éter de glicol, em uma máquina que atuaria no resfriamento das bebidas.

O solvente, considerado tóxico, causou insuficiência renal grave e alterações neurológicas em 11 pessoas que teriam consumido a bebida. Um dos pacientes morreu na última terça-feira, em Juiz de Fora. A enfermidade tem sido tratada como “síndrome nefroneural” pelas autoridades.

Ainda segundo a corporação, o laudo definitivo deve ser concluído “nos próximos dias”. A cervejaria Backer, que produz a Belorizontina, nega usar o dietilenoglicol em qualquer etapa do processo de produlção de suas cervejas.

No fim de semana, os investigadores afirmaram que nenhuma hipótese está descartada, incluindo a de sabotagem por um ex-funcionário.

Até o momento, todas as vítimas identificadas pelo governo compraram a cerveja no bairro de Buritis, em Belo Horizonte. No entanto, os lotes contaminados também foram vendidos em outros bairros da cidade e de Nova Lima, cidade da Região Metropolitana da capital que faz divisa com Buritis. Em BH, também foram encontradas unidades no bairro Cidade Nova e no Centro, todas na mesma rede de supermercados.

Todas as unidades estão sendo recolhidas em pontos de entrega na capital mineira. A Backer e o Procon mineiro se disponibilizaram a buscar unidades dos lotes nas residências dos consumidores.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    Isso tem que ser muito bem investigado e apurado.
    Ato terrorista e criminoso

  2. Rômulo© disse:

    Hoje em dia não dá nem para tomar uma cerveja em paz, que você pode ser envenenado!

FOTOS: Fisco Estadual faz terceira apreensão de carga irregular de cerveja em menos de 30 dias; mercadoria avaliada em R$ 195 mil sairia de Natal em direção a Campina Grande (PB)

Fotos: Divulgação/SET-RN

Auditores fiscais da Secretaria Estaduais de Tributação (SET-RN) interceptaram e apreenderam, na madrugada dessa quinta-feira (15), uma carga de cerveja transportada sem documentos fiscais. A carreta foi abordada na BR-101, na altura de São José de Mipibu, e transportava quase 7 mil pacotes, contendo cada um 12 latas da bebida. A mercadoria avaliada em R$ 195 mil sairia de Natal em direção a Campina Grande (PB) e estaria sonegando um valor superior R$ 52,8 mil referentes ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

Essa é a terceira carga irregular de cervejas apreendidas nas fiscalizações de rotina dos auditores da SET em menos de 30 dias. No dia 22 de julho, o Fisco Estadual apreendeu o mesmo tipo de mercadoria na RN-160, no município de Santo Antônio do Salto da Onça, e novamente no dia 25 fez outra apreensão de cervejas na mesma rodovia, sempre por volta das 22h.

Com essa terceira interceptação, a quantidade de cervejas retidas em menos de um mês soma mais de 271 mil latas de cervejas, que estavam sendo transportadas sem pagamento de tributos. O valor dessa carga está orçado em cerca de R$ 586 mil e pelo menos R$ 158 mil deixariam de entrar para os cofres públicos do estado devido à sonegação. As mercadorias ficaram retidas no depósito da SET. A multa equivale a 30% do valor total da carga.

Além da fiscalização de rotina, a Secretaria de Tributação tem realizado operações de fiscalização de trânsito em conjunto com outros órgãos para combater a sonegação fiscal, que, pelas estimativas da SET, totaliza a 39% do que o estado arrecada todos os meses. Devido à intensificação dessas operações, as apreensões de mercadorias no primeiro semestre do ano cresceram 53% em comparação com o primeiro semestre de 2018. Isso equivale a um valor total próximo a R$ 12 milhões em seis meses.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Assis porto disse:

    Poder fazer concurso para ser suditor vc sabia banco paga mal

  2. Chico disse:

    Não paga o salário de 5 auditor fiscal kkkk pode morrer de trabalhar para arrecadar, mas pagar essa folha não consegue nunca.

    • Anti-Político de Estimação disse:

      O problema da situação fiscal , tanto do Estado do RN quanto da Prefeitura de Natal, foram os desmandos de DÉCADAS, em que famílias de políticos profissionais se revesavam no poder, criando esse fosso sem fim que vemos hoje nas contas públicas.
      É uma pena que o brasileiro tenha uma memória tão curta .

  3. Verdadeiro disse:

    Esse são verdadeiros responsáveis pelo recorde de arrecadação

  4. Assis porto disse:

    Parabéns guerreiros ja colocarão mais 160 milhões a mais só esse ano

    • Rogério disse:

      40 mil por mês pra fazer isso, sei não, acho que é muito dinheiro. Pagando 3 salários, dava pra pagar 13 rapazote e não passava nada. Rsrsrs

    • Julia disse:

      O quê?? Um auditor ganha mais que o presidente da República? Vc tá brincando.

O FUTURO CHEGOU: Depois de emagrecer comendo chocolate, esse manual te ensina a perder barriga sem abrir mão da cerveja

No início do mês, divulgamos que um estudo inédito realizado por cientistas alemães concluiu que comer chocolate pode ajudar a reduzir o perímetro abdominal.

Mas calma lá, hein. Não é para ir na irresponsabilidade. Houve controle e regras para tanto.

Bem como há controle e regras para o manual a seguir, que aborda outra delícia do brasileiro, a cerveja.

Um compilado do Bem Estar, do canal GNT, entregou as dicas com base na opinião de profissionais. O BlogdoBG destaca algumas para o leitor.

1) O problema não é a cerveja, mas os excessos que a acompanham. Vá cortando a gordura dos petiscos.

via GIPHY

 

 

2) Retirar acompanhamentos gordurosos é o primeiro passo. O segundo é reforçar os treinos.

via GIPHY

 

3) Não caia na tentação dos destilados porque também são muito calóricos. Se for trocar a cerveja, que seja por vinho branco ou tinto, saquê ou gim.

via GIPHY

 

 

 

Cerveja, motel, combustível e até a depilação. Veja o que ficou mais caro em 2015

dazjqt5u4_60plng01ku_fileSeu salário não rende como antes? A principal vilã da redução do seu poder de compra é a inflação, que encerrou 2015 em 10,67%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Porém, trata-se de uma média e, se você pegar os aumentos por bens e serviços, você vai notar que o aumento foi muito mais salgado. Sua cervejinha do fim de semana, o ônibus que você pega no dia a dia, o chocolate para acabar com o estresse e até o motel subiram acima de inflação. Dá uma olhada nas próximas fotos clicando AQUI

R7

[VÍDEO] Após polêmica, cerveja retira vídeo promocional de garotas atraindo homens pra Oktoberfest

A cervejaria Schin, da Brasil Kirin, deciciu retirar do ar o vídeo promocional de um concurso para levar um cliente e mais três amigos para a edição de 2015 da Oktoberfest, festa que tradicionalmente ocorre todo ano, em outubro, em Blumenau (SC). O motivo foi a má repercussão da peça publicitária.

Tachada de machista e apelativa por muitos internautas, o comercial foi acusado de mostrar uma imagem estereotipada da cidade, usando as mulheres como os principais atrativos da festa. No vídeo publicado no último dia 14, belas mulheres aparecem em diversas situações comuns no cotidiano, sempre em trajes sensuais.

Em uma das postagens contra o comercial da cervejaria, uma cliente diz que a propaganda tinha transferido o que é difícil de aguentar todos os dias em uma “propaganda sexista da pior estirpe”. Outra postagem, de um homem, sugere uma campanha de boicote aos produtos da Schin com a hashtag #BlumenauDizNãoaSchin.

Procurada pelo iG, a Brasil Kirin disse que não tem a intenção de discriminar ou ofender qualquer indivíduo ou região/cidade, e que por isso decidiu retirar o vídeo de circulação de todas as suas plataformas.

“Reforçamos o nosso respeito a cidade de Blumenau e ao estado de Santa Catarina, informando que a Brasil Kirin conduz seus negócios com retidão, ética, integridade e respeito pela dignidade de todos os seus públicos e, portanto, não concorda com qualquer tipo de discriminação”, diz trecho da nota enviada pela assessoria de imprensa da empresa.
Fonte: G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carvalho disse:

    Enquanto se preocupam com bobagem, os menores continuam matando e estuprando e a criminalidade cresce exponencialmente, assim como a corrupção.

  2. Édson disse:

    Sinceramente não achei nada demais….

Cerveja: Importadores e fabricantes preveem aumento de 20% no preço da bebida

cervejaria-badebrown-denis-ferreira-netto-2Está em vigor desde a semana passada o novo sistema de imposto federal sobre a cerveja. Mudou tudo, são muitos detalhes (veja lá embaixo), mas o que importa é: o imposto aumentou. Em alguns casos, aumentou 1.000%. Resultado, a cerveja vai ficar mais cara. Importadores e fabricantes estimam que para o consumidor final o preço vai subir, em média, 20%.

Fora este lado prático, há outro grave nó nessa história.

É a primeira vez que a lei que rege o imposto estabelece uma diferença entre cerveja convencional e cerveja especial. Finalmente coisas diferentes são tratadas como diferentes. Mas, infelizmente, a distinção, como foi feita, é ruim para nós, bebedores.

Para a Receita Federal, a partir de agora, cerveja especial é aquela feita com pelo menos 75% de malte de cevada. Ou seja, ficam de fora as cervejas de trigo e as cervejas radicalmente experimentais – justo a parte mais legal da explosão de pequenas cervejarias.

A maior parte das chamadas cervejas de trigo – weizens, weisses e witbiers – não tem direito a desconto. Não interessa em que escala sejam produzidas nem qual a intenção do uso de outra matéria-prima.

Dois exemplos: a Tânger, witbier com casca de tangerina, da paulistana Júpiter, não é cerveja especial – leva mais de 25% de malte de trigo. A recém-lançada Branca de Brett, da também paulistana Serra das Três Pontas, é uma american wheat – cerveja de trigo à moda americana, com bastante lúpulo – fermentada com brettanomyces. É uma delícia, mas para a Receita Federal não é especial: tem 71% de malte de cevada.

Mas vamos além, porque o problema não é só esse. Uma das coisas mais vibrantes da chamada Revolução Cervejeira é a criatividade dos cervejeiros, que ficam o tempo todo testando os limites. Tudo o que esse cenário não precisa é de uma lei determinando quanto por cento disso ou daquilo faz a cerveja ser especial.

Na semana passada, a curitibana Way levou ao festival Copenhagen Beer Fest, na Dinamarca, sua Cider IPA, uma cerveja experimental feita com 45% de malte de cevada e 55% de maçã. Para a Receita Federal, nada especial.

Criar regra sobre a receita é um corte seco na experimentação, uma das armas mais potentes das novas cervejarias – que vêm, a duras penas, inventando um novo mercado e uma nova cultura de tomar cerveja.

Quem vai querer abrir mão de 20% de desconto nos impostos federais, ainda mais num cenário em que tudo aumentou de preço? É bom lembrar que a matéria prima das cervejas especiais é quase toda importada, comprada em dólar, que aumentou 30% nos últimos 12 meses. Quem sai perdendo? Nós, bebedores, que vamos pagar mais caro e ainda por cima ver a ousadia de novos cervejeiros tolhida por uma tolice.

Volume. Bom, criatividade engavetada, vamos ao porquê de fazer uma definição. A lei dá desconto no Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para quem produz cerveja especial. São duas faixas de desconto: até 5 milhões de litros por ano, 20% de desconto. Entre 5 e 10 milhões de litros por ano, 10% de abatimento – ainda não está claro se o cálculo do volume vai permitir, por exemplo, que uma megacervejaria que produza um pouco de cerveja especial tenha esse desconto.

A maior parte das chamadas artesanais está bem abaixo desses volumes. A Colorado produz menos de 2 milhões de litros. A Bamberg, menos de 1 milhão. A Way, menos de 500 mil.

Quanto é, quanto vai ser

Prepare-se, beber cerveja boa vai ficar mais caro. A média estimada pelo setor é de 20% de aumento para o consumidor. Os preços ao lado são projeções feitas pelos produtores. Fique de olho na variação de preço entre lojas.ad

Veja mais em: http://blogs.estadao.com.br/paladar/mais-cara-ja-e-ruim-mais-careta-e-pessimo/

Blog Paladar – Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucas disse:

    Ninguém vai bater panelas? Não vai ter manifestação?

CIENTISTAS AFIRMAM: Cerveja não dá a famosa "barriguinha" e ainda reduz riscos de doenças; entenda

42nruzzs33_55namf32un_fileDurante o 7º Simpósio Europeu de Cerveja e Saúde que aconteceu em Bruxelas, na Bélgica, alguns cientistas europeus desenvolveram um estudo afirmando que a ingestão moderada de cerveja é benéfica a saúde.

Isto deve-se a alguns ingredientes que estão contidos na bebida como água, malte de cevada, leveduras de cerveja e lúpulo, além de alguns cereais que estão fazem parte da composição de cervejas específicas.

A cerveja também tem ação anti-inflamatória e anti-oxidante, além de reduzir o risco de doenças cardiovasculares, na pressão arterial e resistência a insulina devido aos compostos polifenóicos.

Além não ser maléfica a saúde, a cerveja também não é a causadora da famosa “barriguinha” quando consumida, também, com moderação.

1gxetw5oda_5opgmgll47_fileA gordura abdominal é causada, nada mais, nada menos, do que pela alta ingestão de alimentos calóricos e com alta concentração de gorduras.

Além de auxiliar na saúde, os polifenóis tem relação com o acúmulo de gordura abdominal.

Se consumidos em menos de 48 g, os polifenóis não interferem no aumento da circunferência. Em 330 ml de cerveja, a concentração de polifenóis é de 92 mg.

Entretanto, a cerveja não é a única bebida que não causa aumento da circunferência. O consumo moderado de qualquer tipo de bebida alcoólica não é responsável pelo ganho de peso.

Com informações do R7

Se a moda pega…Eventos convocam protestos contra preço surreal de cerveja no RJ

IsoporzacoReclamar já não basta. Para driblar os preços surreais da cerveja no Rio e em Niterói – que chegam a R$ 10 na praia -, grupos de amigos vêm se organizando pelas redes sociais para marcar os “isoporzaços”. Pela definição de algumas convocações, seria um “evento etílico-político contra a ganância dos bares”. Com o lema “Queremos Heineken a R$ 3!”, os organizadores do “isoporzaço” na Praça São Salvador, em Laranjeiras, pedem para os participantes levarem a sua própria bebida. Marcado para a próxima quinta-feira, dia 30, o evento já tinha quase mil pessoas confirmadas até a tarde desta terça-feira.

– Confirmei e convidei vários outros amigos que moram nas redondezas. Frequento a praça e acho abusivos os aumentos sazonais que rolam – diz a publicitária Luciana Cruz. – Acho válido esse tipo de posicionamento. É um jeito de expressar a nossa indignação de maneira leve e humorada, bem ao estilo carioca.

A indignação e o bom humor não ficam restritos aos bairros da Zona Sul. Na sexta-feira, é a vez de os tijucanos irem à Praça Vanhargen de isopor e bolsa térmica para boicotar os bares da região e “beber muito mais barato”.

– A galera tem sentido a alta por conta da chegada da Copa – diz o designer Cristiano Zoucas, lembrando que não é só pela cerveja mais barata. – O isoporzinho acaba com o limite da mesa, onde começa uma e termina outra. O barato vai ser beber com gente nova, apesar de ter começado como um protesto.

Mas Cristiano acredita que essa onda não dure muito tempo.

– É ótimo na primeira, legal na segunda, na terceira a gente fala: “Vamos para um bar?” – brinca. – Até porque a galera vai precisar ir ao banheiro e em alguma hora vai apelar para o bar.

Para evitar que a manifestação seja furada por idas aos banheiros de bares, os organizadores do evento na Praça São Salvador estão tentando colocar banheiros químicos na praça no dia do isoporzaço. Ainda não se sabe se será instalado pela prefeitura ou alugado pelo grupo, que orçou cada cabine a R$ 3.500.

Na sexta, os isoporzaços acontecem na Praia do Leme, às 19h, e na Praça Saiqui, em Vila Valqueire, às 21h. Em Niterói, dois eventos estão marcados para o sábado, às 20h. Um na Praça Getúlio Vargas, em Icaraí, e o outro no Jardim Icaraí.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Não seria mais inteligente parar de beber!!!

    • Pedro Chacon disse:

      Exatamente, chará. "Não seria melhor parar de beber!!!" Usando as afirmações que as exclamações indicam. Melhor continuar bebendo mesmo.

Cerveja brasileira possui 45% de milho

Uma noticia que talvez muitos já ate saibam, mas infelizmente somos enganados todos os dias pela indústria cervejeira, um caso serio, pois estamos bebemos cerveja de MILHO!

Hoje uma das bebidas mais amadas pelos brasileiros, a cerveja, que geralmente é produzida com malte de cevada e que em algumas receitas é possível o uso de cereais, mas a indústria cervejeira brasileira esta usando na composição da cerveja simplesmente 45% de milho!E você não esta lendo errado não, são 45% de milho na sua, na minha, enfim, na nossa cerveja de cada dia, é como se bebêssemos cerveja de milho! E para piorar a situação do consumidor cervejeiro, todo esse milho é permitido por lei -VAI BRASIL!, #SQN-.

Uma pesquisa da USP e da Unicamp mostra que Cervejas Brasileira possuem 45% de milho em sua composição, isso é o máximo permitido pelo governo, ainda bem pois poderia ser pior, mas as indústrias querem que o Governo aprove que seja permitido 50% e não mais 45%. Já estava ruim, agora só pode piorar! E tudo isso porque o brasileiro esta sendo “mão de vaca” ate na produção da cerveja, pois o malte que é importando, com isso, sendo mais caro, eles utilizam o milho ou arroz que são bem mais baratos que a cevada.
cerva-ruim
A Ambev, fabricante das marcas Caracu, Antarctica, Brahma, Bohemia e Skol, jura que “falsificar a cerveja com milho é: “controlar a quantidade de malte de cevada é necessário para obter cerveja com características adaptadas ao paladar do consumidor brasileiro: leve, refrescante e de corpo suave”.

Mesmo usando essa desculpinha de “leve, refrescante e de corpo suave” a gente sabe eles fazem isso por ter uma alternativa mais barata e que o consumidor nem irá desconfiar, já que a legislação não exige que as empresas declarem nos rótulos a composição exata das cervejas que produzem. Somente proíbem que os outros cereais não passem de 45%.

Felizmente, ainda existem marcas de cerveja no Brasil que respeitam o paladar do consumidor e abrem mão de usar os 45% de milho.
cervaboaEtílicos.com

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Uotefok disse:

    O fato de usar milho em si não é o problema. Nesse sentido eu não veria nada drasticamente ruim, até porque outros países com notória tradição cervejeira, como Inglaterra e República Checa, mas, em especial a Bélgica, produzem excelente cerveja com outros ingredientes que não os quatro principais – água, malte de cevada, lúpulo e levedura. O problema está em ocultar isso do consumidor. O que o cervejeiro faz é transformar o amido do malte em açúcar e álcool e o mesmo ocorreria com o amido do milho, do arroz e do outro scheiss. A região onde é hoje a Alemanha apenas proibiu o uso de outros cereais para fabricar cerveja para que os agricultores não passassem a produzir exclusivamente cevada, negligenciando a produção de alimentação.

  2. Sérgio Câmara disse:

    Conta uma novidade…

    • cristian disse:

      UMA VERDADE CLARA QUE DEVEMOS SABER É UM CRIME NÃO TERMOS AS INFORMAÇÕES DE INGREDIENTES VEJAS OS COMEDIANTES DE QUINTA CATEGORIA FAZENDO PROPAGANDINHA DE CERVEJA ESSA INDÚSTRIA É AINDA UM MAL A SER COMBATIDO!

Produção brasileira de cerveja tem a primeira queda em quatro anos

cerveja-volumeDepois de dois anos consecutivos em alta, a ressaca econômica mundial parece enfim ter chegado ao setor cervejeiro brasileiro. A produção de cervejas no país fechou 2013 com queda de 2%, de acordo com o Sistema de Controle de Bebidas (Sicobe) da Receita Federal. É o primeiro recuo na produção anual registrada pelo sistema, que começou a ser instalado em 2009 e passou a contabilizar os dados nacionais consolidados no ano seguinte.

De 2010 para 2011, houve avanço de 3,37%, de 12,84 bilhões de litros para 13,27 bilhões de litros, respectivamente. Em 2012, as cervejarias registradas no Sicobe, que segundo a Receita representam 99,7% do total, produziram 13,74 bilhões de litros, aumento de 3,54% em relação ao ano anterior. No ano passado, o volume caiu para 13,46 bilhões de litros; foram 280 milhões de litros a menos, o equivalente a cerca de seis chopes para cada brasileiro maior de idade.

As garrafas retornáveis de vidro (geralmente, de 600ml), geralmente vendidas em bares, padarias e supermercados, continuaram dominando a producao, com 7,44 bilhões de litros, mais de metade do total. Este tipo de embalagem, no entanto, apresentou a maior queda, de 6,43% em relação aos 7,95 bilhões de litros de 2012. É o nível mais baixo de producao de garrafas retornáveis de vidro captado pelo Sicobe nos seus quatro anos de atividade.

Preferidas nas boates e casas noturnas em geral e alguns restaurantes, as cervejas em garrafas de vidro descartável (como as long necks) caíram 4,1%, de 462,2 milhões em 2012 para 443,3 milhões de litros no ano passado. Na comparacao de 2012 com 2011, quando a producao alcancou um pico de 538 milhões de litros, também houve retração, de 14,1%. Nestes ambientes, pesquisas apontam que as cervejas estão sendo trocadas por bebidas como as “ice”, à base de vodka, com teor alcoólico semelhante ao da cerveja (5%), mas de sabor adocicado mais aceito pelo público jovem.

Em alta mesmo, só as latas de alumínio, que representam apenas 3% do volume total. A alta é fortemente influenciada pela aceitação, entre o público, das latas de 473 ml das cervejarias de massa. Equivalente a um pint americano, o modelo de embalagem logo se transformou no popular “latão” dos ambulantes nas praias. Por ser reciclável, é favorecido também devido ao apelo ambiental.

Ainda assim, a produção de cerveja em lata mostra sinais de desaceleração. No seu nível mais elevado na ainda curta série histórica do Sicobe, subiu para 5,58 bilhões de litros em 2013, 4,74% a mais que os 5,32 bilhões do ano anterior. O crescimento foi menor que os 7,36% de 2012 sobre 2011 (4,96 bilhões de litros) e os 6,46% de 2011 sobre 2010 (4,65 bilhões).

Renda pressionada pela inflação influencia setor

O resultado confirma a retração apontada pela pesquisa de desempenho da indústria feita pelo IBGE. O preco é um dos principais fatores de pressão no desempenho das cervejarias. As altas acumuladas dos preços da cerveja entre janeiro e novembro, tanto a consumida no domicílio (8,93%) quanto fora (9,67%), estão acima da média dos produtos (4,9%), também segundo os dados mais recentes do IPCA, a inflação oficial, relativos a novembro.

A indústria tenta conter os impactos do peso extra no bolso dos consumidores. A Ambev anunciou no começo de dezembro, que manterá os preços das cervejas de 300ml, 600ml e 1 litro congelados até o fim do carnaval deste ano, que cairá em março. Os varejistas que aderiram à campanha receberam da empresa – que concentra cerca de 70% do mercado brasileiro, de acordo com a consultoria Nielsen – o selo “Verão sem aumento”.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jean-Paul Prates disse:

    Lei Seca explica. Também, não se pode crescer sempre. Em escala bem maior, a indústria do cigarro (que competia de igual para igual com a de bebidas, tanto no consumo quanto na distribuição) hoje não chega a 10% do que era.

FOTO: Denúncia de goleiro e meia ex-ABC e América acusa árbitro de beber cerveja antes de jogo no Campeonato Brasileiro

8cb63b4e-8466-4706-b8fb-063c03e19e67_arbitroA crítica do Botafogo-PB contra a arbitragem da última partida diante do Central, quando a equipe foi derrotada por 3 a 1 com dois gols anulados e um jogador expulso, ganhou um capítulo delicado. Os jogadores do Belo acusaram o árbitro Célio Amorim, de Santa Catarina, de ingerir bebida alcoólica antes da partida.

O goleiro Remerson e o meia Fábio Neves(ex-ABC e América) replicaram nas redes sociais uma foto onde aparece todo o trio de arbitragem (composto pelos auxiliares José Roberto Larroyde e Helton Nunes), sentado em um restaurante com uma garrafa de cerveja na mesa.

Célio Amorim nega que tenha consumido a bebida antes da partida e afirma que a garrafa estava na mesa quando o trio sentou.

A principal reclamação do Belo é que durante a partida o árbitro anulou dois gols que seriam legais e expulsou o zagueiro André Lima na derrota contra o Cental no primeiro jogo das oitavas de final da Série D do Campeonato Brasileiro.

Yahoo Esportes

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. anderson disse:

    Realmente, não tem copo na mesa, logo não se pode beber sem copos.

Foto de menina de 4 anos tomando cerveja causa polêmica na internet

foto-de-menina-de-4-anos-tomando-cerveja-causa-polemica-na-internetUma menina de quatro anos foi vista tomando bebida alcoólica em uma foto publicada na internet no último domingo (25). Os pais da criança estão sendo investigados pelo incidente.

A foto publicada no Instagram gerou polêmica entre os usuários da rede. A menina ingeria a cerveja alemã Heineken.

Os policiais da Flórida abriram uma investigação e localizaram os pais da garotinha. Eles afirmaram que a filha bebia apenas água, e que a imagem foi postada como brincadeira. Os policiais afirmaram que não têm provas o suficiente para prosseguir com as acusações.

TecTudo

Filho do humorista ‘Trapalhão’ Mussum lança cerveja em homenagem ao pai

Biritis

 Quem viu Mussum (1941-1994) em ação não esquece. E quem não tem idade para isso também sempre se depara com ele por aí, popular até hoje, em vídeos que registram sua época no grupo “Os Trapalhões”, camisetas, memes… Quase sempre, as imagens brincam com o jeito de o personagem falar, como as de Obamis, Fátima Bernardis, Steve Jobis, Dilma Rousseffis, Bee Geesis… Mas agora, além do famoso “is”, o destaque vai para outra característica de Mussum, aquela que ele chamava de “mé”: um dos filhos do humorista vai lançar, dia 19, uma cerveja artesanal em homenagem ao pai, que leva o nome de Biritis. Um dos pontos de venda será a quadra da Mangueira, escola de Mussum. Sandro Gomes, que herdou do pai o apreço pela bebida, pretende difundir as chamadas cervejas especiais: a Biritis vai custar R$ 20 (600ml).

— Ele ia adorar. — diz Sandro, que conta que Mussum, em família, controlava o quanto o filho, que era muito jovem, podia beber. — Agora não ia faltar Biritis lá em casa.

O Globo

“Ser pago para beber cerveja é um sonho tornado realidade”, diz escolhido pela Guinness de Portugal

photo_6-2Escolhido entre mais de 10 mil candidatos de todo o mundo, o lisboeta Bernardo Andrade Rodrigues ocupa desde o início do mês o cargo de profissional de cerveja da Guinness em Portugal. Bernardo, de 39 anos, participou da campanha lançada pela cervejaria em março e foi contratado por seis meses, com um salário de 1.500 euros por mês (cerca de R$ 4.500). Formado em economia, com mestrado em tecnologia e em ciências gastronômicas e cursos de ator e roteiro, Bernardo atribui à sua experiência acadêmica e paixão pela gastronomia o fato de ter sido selecionado pela cervejaria — e ao seu gosto por tomar cerveja, é claro.

— Beber e fazer cerveja são duas das minhas atividades preferidas — conta Rodrigues, que também é dono de um restaurante nos arredores de Lisboa, em entrevista por e-mail ao Boa Chance. — Além disso, tenho competências a nível da gastronomia, de fazer cerveja, da escrita e de vídeo, skills que acabam por ser essenciais para o desenvolvimento da profissão.

No início de julho, Rodrigues embarcou para sua primeira experiência profissional: uma viagem á fábrica da Guinness, na Irlanda, para receber formação para exercer o cargo, que, entre suas atribuições, exige a degustação da cerveja, visitar bares e relatar as experiências nas redes sociais. Rotina, que apesar de divertida, não é tão fácil, segundo o lisboeta:

— A minha rotina não é nada fácil. Ser Profissional da Cerveja é, ao contrário do que as pessoas pensam, um trabalho muito exigente. As pessoas não imaginam o esforço e concentração que são necessários para manter o copo equilibrado cada vez que bebo um chope perfeito. Visto o meu uniforme de Profissional da Cerveja com orgulho e encaro o almoço com o maior profissionalismo que se pode exigir, porque este é o momento em que bebo a primeira pint do dia — brinca Rodrigues, que lista a parte séria do trabalho. — Durante a tarde ocupo a minha agenda com workshops sobre a Guinness nos diversos irish pubs de Portugal. Ensino a tirar o pint perfeito e inclusivamente dou alguns exemplos criativos de como o fazer. Outra das minhas tarefas passa por partilhar os valores da marca, como a amizade, e dar a conhecer algumas curiosidades nas redes sociais.

Ele diz que os amigos e familiares ficaram com um sentimento de “inveja saudável” quando souberam que ele havia sido o escolhido para o cargo, mas que a maioria das pessoas se surpreende quando ele conta que é pago para ser um profissional da cerveja.

— Para beber cerveja não é preciso ser profissional, é apenas preciso gostar. Por isso é normal que tenha de fazer mais do que isso. Mas não vou negar que é uma grande parte do meu trabalho e que ser pago para o fazer é um sonho tornado realidade.

O contrato com a Guinness acaba no fim do ano, mas Rodrigueso não está preocupado com o que vai acontecer depois disso.

— Não penso muito no futuro para ser sincero. Gosto de estar focado no que estou a viver no momento e por agora estou a adorar ser Profissional da Cerveja. Gostarmos do que fazemos é certamente o mais importante e é o que vou continuar a fazer quando esta etapa terminar.

O Globo