Política

Bolsonaro lidera corrida eleitoral de 2022 em todos os cenários, mostra pesquisa

Foto 1: Jacqueline Lisboa/AGIF/ Fotos 2,3,4 3 5: Reprodução

Levantamento foi realizado entre os dias 18 e 21 de julho e ouviu 2.030 pessoas em 188 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

O governo Jair Bolsonaro passou nos últimos três meses por uma tempestade política perfeita. À crise inaugurada pela pandemia do novo coronavírus, menosprezada pelo presidente desde o início, somaram-se a conturbada demissão de seu ministro mais popular, Sergio Moro, duas trocas no Ministério da Saúde, a abertura de um inquérito para apurar interferência política na Polícia Federal, a divulgação em vídeo de uma escabrosa reunião de seu gabinete, o cerco a bolsonaristas radicais em duas investigações do Supremo, a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), em uma casa do advogado de Bolsonaro, o diagnóstico de Covid-19 do chefe do Executivo e o saldo nefasto de mais de 80 000 mortos pela doença. Mesmo em meio a dificuldades sérias, que poderiam estraçalhar a popularidade de inúmeros políticos, Bolsonaro segue firme, mostrando mais uma vez que é um fenômeno político. Se a disputa presidencial fosse hoje, ele seria reeleito.

Essa é uma das principais conclusões de um levantamento exclusivo realizado pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 18 e 21 de julho. Mesmo sendo um mandatário controverso à frente de um país dividido em relação ao seu governo, Bolsonaro lidera todos os cenários de primeiro turno — com porcentuais que vão de 27,5% a 30,7% — e derrotaria os seis potenciais adversários em um segundo round da corrida ao Planalto em 2022: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-­prefeito Fernando Haddad (PT), o ex-­governador Ciro Gomes (PDT), o ex-­ministro Sergio Moro, o governador paulista João Doria (PSDB) e o apresentador Luciano Huck. Um feito impressionante, considerando-se que, segundo a mesma pesquisa, 48,1% dos brasileiros desaprovam a sua gestão (eram 51,7% no fim de abril) e 38% consideram ruim ou péssimo o seu trabalho (eram 39,4%). Comparada a um levantamento anterior da Paraná Pesquisas, de três meses atrás, a aprovação oscilou positivamente de 44% para 47,1%, enquanto o contingente que considera seu mandato ótimo ou bom foi de 31,8% para 34,3%, variação acima da margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

A eleição de 2022 ainda está distante, mas chama atenção a capacidade de resistência do presidente. Os constantes solavancos políticos e as lambanças em série na condução da pandemia não colaram nele a ponto de erodirem a sua mais fiel base de apoio, de cerca de 30% dos eleitores — número que é considerado até por adversários como freio a um processo de impeachment (há dezenas deles nas mãos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia). Na visão de especialistas, Bolsonaro conseguiu escapar à lógica de que sucumbiria às crises por dois motivos: o auxílio emergencial, que amenizou efeitos econômicos da pandemia em uma população indiferente às confusões de Brasília, e a atitude mais comedida do presidente nos últimos tempos, especialmente após a escalada de tensão com o Supremo. Seu filho e senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) disse ao jornal O Globo, na quarta-feira 22, que a “postura de distensionamento” será permanente. “Desde que percebeu que o conflito com o STF era perigoso, o presidente recuou, ficou quieto, parou de dar declarações bombásticas. Para uma parte dos eleitores que o apoiam, mas eram críticos ao desempenho, a postura de Bolsonaro paz e amor ajuda a melhorar a avaliação”, diz o cientista político José Álvaro Moisés, da USP. “Bolsonaro volta a subir principalmente com o auxílio de 600 reais, que passou a chegar a mais gente. Com o fator bolso, a crise política fica menor. Lula, na época do mensalão, era um herói, porque o bolso estava cheio”, avalia Murilo Hidalgo, diretor do Paraná Pesquisas. Com os bolsonaristas já cativos, o governo busca justamente o “fator bolso” e a expansão de programas sociais para diversificar a sua base eleitoral. A pesquisa mostra que melhoraram os índices de avaliação no Nordeste, uma cidadela petista e lulista. Os nordestinos ainda são os brasileiros menos afeitos ao presidente, porém os que desaprovam o governo caíram de 66,1% para 56,8% entre abril e julho e os que aprovam subiram de 30,3% para 39,4%.

Pela perspectiva atual, fica difícil imaginar uma força que possa rivalizar com o presidente. A desaprovação ao seu governo, no entanto, faz supor que exista espaço para um projeto alternativo, menos radical e mais equilibrado. Entre os possíveis nomes de centro-­direita, quem aparece melhor hoje é alguém que estava colado ao presidente até recentemente, o ex-ministro Sergio Moro. Nas disputas de segundo turno, depois do inelegível Lula, Moro é quem mais se aproxima de Bolsonaro (44,7% contra 35%). Nas de primeiro turno, ele termina em segundo lugar, quando o candidato do PT é Fernando Haddad e em terceiro, mas não longe, quando é incluído o nome de Lula (veja os quadros). Visto como um ícone na batalha anticorrupção, Moro apresenta potencial de crescimento numa faixa hoje ocupada por Bolsonaro, mas que pode ser conquistada se as revelações do caso Fabrício Queiroz tisnarem de vez a imagem do presidente em relação ao cuidado com o dinheiro público. Essa ameaça de Moro já entrou no radar do bolsonarismo nas redes sociais e em manifestações de rua, que o elegeram como novo integrante do hall de “traidores da pátria”. O ponto negativo de Moro como alternativa a Bolsonaro é que, em razão de sua atuação como juiz, marcadamente contra Lula e o PT, ele dificilmente vai aglutinar apoios da esquerda. Outro dado dificultador é que ninguém sabe ao certo quais são as posições econômicas defendidas pelo ex-ministro.

Depois de derrubar a economia do país e assaltar o estado brasileiro, o velho oponente ideológico ainda tem um eleitorado cativo (Paulo Maluf também tinha, mesmo depois de comprovadas todas as denúncias de corrupção contra o ex-prefeito de São Paulo). Embora tenha sido condenado e preso na Lava-Ja­to e esteja inelegível pela Lei da Ficha Limpa, Lula tem ainda um forte recall entre os eleitores desse espectro. O petista chega a ter ampla vantagem sobre o presidente entre nordestinos (34,1% a 18,7%) e eleitores que estudaram até o ensino fundamental (31,5% a 21%). Na verdade, a fidelidade das pessoas ao petista se assemelha, de certa forma, à dos bolsonaristas mais ferrenhos. Há um quê de identificação e simpatia pessoal, elementos mais emocionais do que racionais. “Lula é uma liderança com raiz social muito importante, criou o Bolsa Família, fortaleceu universidades. Foi contestado pela corrupção, mas não eliminou esse apoio”, diz José Álvaro Moisés, da USP. Embora o piso eleitoral da esquerda seja respeitável, seu teto é baixo. Ninguém desse campo político demonstra capacidade de bater o presidente num eventual segundo turno. Tanto Lula quanto Haddad, oponente de 2018, são derrotados por Bolsonaro nas simulações de embates diretos — o capitão, aliás, ganha de seus rivais, não só os petistas, em todos os recortes de gênero, idade e escolaridade, à exceção da preferência por Lula entre os que estudaram até o ensino fundamental. “No segundo turno, onde estão os 48% que desaprovam Bolsonaro? Não tem ainda um candidato para catalisar essa desaprovação”, analisa o cientista político Antonio Lavareda.

Aos que gostariam de ver um candidato de Centro no Planalto em 2022, o levantamento do Paraná Pesquisas não traz boas novidades. Os dois principais nomes desse grupo, João Doria e Luciano Huck, tiveram desempenho pífio na pesquisa. Mesmo sem o nome de Moro no cenário, Doria alcança apenas 4,6% das intenções de voto. Nessa mesma simulação, Huck, que já beirou os 12%, cravou apenas 8,3%. No caso do apresentador da Globo, é até compreensível esse encolhimento. Embora faça lives em suas redes, algumas delas mostrando os camarins de sua atração na emissora, Huck não exerceu nenhum papel fundamental no combate à pandemia — nem poderia. Era natural que caísse (há pessoas de seu entorno que garantem que ele nem está assim tão empolgado para concorrer em 2022). Doria, por outro lado, merecia um reconhecimento maior do eleitorado. Sua atuação no combate ao coronavírus pode não ser perfeita, mas foi a melhor possível entre os governadores. Os números talvez mostrem que a estratégia do presidente de jogar a crise sanitária no colo de governadores e prefeitos aparentemente deu certo até agora, com a irresponsabilidade não se traduzindo em impopularidade.

O ex-governador de Minas, Magalhães Pinto, cunhou uma frase que define à perfeição esse momento da disputa de 2022: “Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou”. Tudo pode, é claro, mudar até lá — e mesmo antes disso. Existem no horizonte de Bolsonaro ao menos duas questões que podem comprometer o seu projeto de reeleição: o desfecho imprevisível do caso Queiroz e a perspectiva de tormenta econômica no rescaldo da pandemia (está previsto um tombo de quase 6% do PIB), agravada pelo auxílio emergencial, que, em tese, vai até setembro. Mas é inegável que o capitão segue firme no páreo até agora, com uma inabalável resistência e, a rigor, nenhum adversário à altura.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Homi, e olhe que não respondi a essa pesquisa, senão a diferença para os adversários seria ainda maior! ?????✅

    Atura ou surta! ???????

  2. Calma, gado bravo: a relação do Capetão Cloroquina com "Veja" não é nova. Foi nas páginas do semanário da Abril que ele desfilou pela primeira vez seu talento de "articulista traíra". Sim, Veja foi concebida em 1968 exatamente para combater os abusos e crimes da ditadura militar.
    Acolhedora do contraditório, a revista estampava em sua edição de 3 de setembro de 1986 o artigo intitulado "O salário está baixo", no qual o Capetão conclamava a caserna a se insurgir contra o próprio Exército que lhe provia salário, casa, comida e alguma dignidade.

  3. Decreto 171/2020:
    Decreto que as pesquisas eleitorais não mereciam a nossa confiança até ontem. A partir de hoje elas são confiáveis, principalmente as da Veja.
    Talkey?

  4. O que essa cambada de fisiológicos deve fazer é mudar o discurso, um bando de grasnadores ressentidos que ao longo de décadas esnobam o povo, agora se depara com um político profissional limitadíssimo que fala uma linguagem desprovida de hipocrisia e que se encaixa como luva no pensamento de grande parte da população brasileira. Está provado que a arrogância da esquerda juntamente com aquilo que se chama centro corrompido não pensam no Brasil, mas nos interesses corrompidos e corruptores. É melhor virá o disco. Caso contrário, sofrerão uma derrota humilhante. Além de que há uma imprensa venal que não pensa no Brasil. Vão dançar feio.

  5. o mais interessante nestas pesquisas, é colocarem o nome de Lula como candidato, quando todos sabem que ele, jamais será candidato, nem a vereador. A lei da Ficha Limpa, ficha que alias, ele não tem, o proibi de qualquer tentativa.

  6. Aí sim. Agora a Veja é confiável. Só acho que se a ema estivesse nessa pesquisa ganhava de lavada

  7. A pesquisa nao mostra que ha uma aceitacao razoavel de bolsonaro com menos de 30%, e sim uma grande rejeicao aos demais nomes com mais de 50% no segundo turno. Nao ha nomes novos, o povo vota por eliminacao. Cloroquina nao afasta apenas as emas.. afasta tb os politicos que ja sao de carteirinha negativados.

  8. A corrida será longa,vamos ver o desenrolar do tempo,depois os debates,tudo é precipitado.Lula não vai se candidatar.
    Aposto na dupla Mantega e Moro.

  9. Quero só ver o que o gado vai dizer. Quando as pesquisas apontavam a reprovação alta do governo, a pesquisa era fake e agora gado, a pesquisa é fake ou não? #ForaBozoEPTralhas

  10. Pelo que estou vendo ele pode até lançar Queiroz para prefeito do Rio com o Ronnie Lessa de vice que o povo apoia. Bolsonaro cresceu bastante nas pesquisas depois que se aliou a Roberto Jefferson e ao centrão do mensalão.

  11. Depois que as pesquisas apontavam Dilma eleita Senadora /MG disparada e nem se quer foi eleita, eu agora viro a tabela ao contrário….kkkkkkkkkk
    Pense num negócio desacreditado!!!!!

    1. O mito ta estourado.
      Kkkkkkkk
      Vai de andrade ou lambreta??
      Dois derrotados.

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Política

MALANDRAGEM: Lula inventa regra e diz que só vai em debate da Globo com abertura de sigilos de Flávio

Foto: Manoella Mello

Após o revés no primeiro debate do segundo turno e vendo o avanço consistente de Flávio Bolsonaro (PL) na reta final da disputa, o presidente Lula (PT) apareceu com mais uma apelação. Em ato de campanha realizado em Juazeiro (BA) nesta terça-feira (20), o petista afirmou que só comparecerá ao debate na TV Globo caso Flávio apresente um documento autorizando a quebra de seus sigilos.

“Se ele apresentar um documento autorizando a quebrar o sigilo, vai ter debate, porque senão ele não pode ir ao debate, porque o presidente da República não pode debater com ladrão”, disparou Lula.

A insistência do presidente ocorre em meio as investigações da Polícia Federal que cercam o seu próprio núcleo familiar — a começar pelos inquéritos que miram seu  filho, Lulinha.

Com informações do Poder 360

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Economia

Com Flávio na liderança em pesquisa, Bolsa fecha próxima de recorde

Reprodução

O Ibovespa fechou esta terça-feira (20) em alta de 1,57%, aos 208.296 pontos, próximo do recorde histórico de 209.066 pontos, registrado em 9 de outubro. A valorização ocorreu em meio à divulgação de pesquisas eleitorais sobre o segundo turno da disputa presidencial, com Flávio Bolsonaro na frente com 52% dos votos válidos.

Durante o pregão, o dólar recuou 0,58%, encerrando o dia cotado a R$ 5,0188.

A movimentação da Bolsa ocorre a cinco dias da eleição, em um cenário de atenção dos investidores às perspectivas para a economia brasileira.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

[VÍDEO] TIME FORTE: Flávio recebe apoio de grandes nomes do sertanejo e diz que vai arrumar o país e resgatar a economia


O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) se reuniu nesta terça-feira (20), em Goiânia, com mais de 30 grandes artistas da música sertaneja. O presidenciável participou de um encontro articulado pelo senador Wilder Morais (PL) para consolidar apoio a sua candidatura neste segundo turno.

Entre os pesos-pesados da música que marcaram presença e declararam apoio ao parlamentar estavam nomes como Gusttavo Lima, Zezé Di Camargo, Jorge (da dupla com Mateus) e Marrone (com Bruno), além de artistas como Felipe Araújo, Rodolffo, Jader, Hugo e Murilo Huff.

Flávio apontou os principais gargalos deixados pela gestão do atual Governo Petista de Lula: a escalada da violência, a carga brutal de impostos e o sufocamento financeiro das famílias brasileiras.

O candidato do PL reforçou que o foco do seu mandato será devolver o otimismo ao cidadão, garantindo que o setor produtivo volte a respirar.

Com informações do Metrópoles 

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Judiciário

Juiz Henrique Baltazar é promovido ao cargo de Desembargador do TJRN

Foto: Magnus Nascimento

Foi publicada nesta terça-feira (20) a Portaria nº 1530/2026, assinada pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), desembargador Ibanez Monteiro, que promove o magistrado Henrique Baltazar Vilar dos Santos ao cargo de Desembargador do TJRN.

A promoção ocorreu pelo critério de antiguidade. Henrique Baltazar, que vinha atuando como titular da 1ª Vara Regional de Execuções Penais, assume a vaga aberta com a aposentadoria do desembargador Vivaldo Otávio Pinheiro.

Reconhecido no meio jurídico por sua atuação firme, justa e de destaque frente ao sistema prisional e às execuções penais do Estado, o novo desembargador passa a compor a mais alta Corte de Justiça do Rio Grande do Norte.

 

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Geral

MPF investiga violência da esquerda contra ato de apoiadores de Flávio na UFRN

Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) abriu procedimento para investigar intimidação, violência e tentativa de censura nas Instituições Federais no Rio Grande do Norte. O estopim para a intervenção do MPF ocorreu nesta segunda-feira (19), quando um ato pacificamente organizado por estudantes e apoiadores da direita no campus central da UFRN acabou em pancadaria. Manifestantes e militantes ligados à esquerda invadiram o local, rasgaram cartazes, arrancaram faixas e partiram para a truculência.

Diante do ataque, que resultou em depredação do patrimônio público e agressões físicas, o MPF enviou ofícios com pedidos formais de informação à UFRN, à Ufersa e ao IFRN. As reitorias terão que explicar detalhadamente as providências de segurança adotadas e esclarecer se tentaram omissão frente à sanha censora da militância.

A apuração, conduzida pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC), mira ainda ocorrências na Ufersa em Mossoró e no IFRN em Apodi. A ivestigação foi encaminhada também para a Procuradoria Regional Eleitoral e para o Núcleo Criminal do MPF, para identificação e punição severa dos infratores nas esferas eleitoral e criminal.

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Brasil

PF pede mais tempo para investigar Lulinha por corrupção e tráfico de influência

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A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal mais tempo para avançar em investigações contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O filho do presidente é alvo de inquéritos mantidos sob sigilo que apuram suspeitas de corrupção e tráfico de influência em órgãos do governo federal.

Entre as medidas solicitadas pelos investigadores estão a devassa nas viagens nacionais e internacionais de Lulinha, o levantamento de quem pagou suas passagens, além da checagem de agendas públicas e movimentações financeiras. A PF quer entender a fundo a relação do filho de Lula com a lobista Roberta Luchsinger.

As apurações miram a intermediação de negócios no Ministério da Saúde — no setor de cannabis medicinal — e facilidades para empresas de tecnologia no Ministério do Desenvolvimento Social.

Os advogados de Lulinha reagiram acusando a corporação de promover “pesca probatória” para tentar arranjar provas onde supostamente não haveria nada.

Com informações do UOL

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Geral

DISQUE STF: Lula liga para Ministros do Supremo, ataca presidente do TSE e admite surpresa com liderança de Flávio

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem mantido conversas por telefone com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta reta final de segundo turno. Aconselhado a evitar encontros presenciais para conter desgastes, o petista usou as chamadas para criticar a atuação do ministro Kassio Nunes Marques no TSE, alegando que decisões da Corte estariam favorecendo a campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

Segundo informações de bastidores reveladas pelo jornal O Globo, o presidente confidenciou a interlocutores no STF que estava bastante confiante na vitória e demonstrou surpresa com o fato de Flávio ter chegado ao segundo turno na liderança das pesquisas e da votação inicial.

Do outro lado da linha, integrantes do STF aproveitaram para tecer duras críticas à desorganização da gestão governamental. Os magistrados apontaram falhas graves na condução do Ministério da Justiça e cobraram postura do Palácio do Planalto pela falta de apoio e proteção ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Com informações de O Globo

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Brasil

TOMA LÁ, DÁ CÁ: Empresário beneficiado com contrato na Petrobras dá cargo de conselheiro a Lulinha

Reprodução

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula, foi indicado como conselheiro de uma ONG ambiental criada pelo empresário Léo Slezynger, da petroquímica Unigel. A nomeação ocorreu após articulações da lobista Roberta Luchsinger, que se apresentava como sócia de Lulinha, segundo informações reveladas pela colunista Malu Gaspar, de O Globo.

As mensagens obtidas pela coluna mostram que Luchsinger incentivou a criação de um fundo para captar recursos destinados ao Fundo Amazônia, após o anúncio, em 2023, de que os Estados Unidos buscariam aportar US$ 500 milhões na iniciativa. Em uma das conversas, a lobista chamou a proposta de “toma lá, dá cá”.

O caso ganha relevância porque a Unigel havia sido beneficiada por um contrato com a Petrobras para o processamento de gás natural, posteriormente anulado após decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que considerou o acordo prejudicial à estatal.

Do valor anunciado pelos Estados Unidos, US$ 100 milhões foram aprovados pelo Congresso americano e efetivamente repassados ao Fundo Amazônia.

Com informações do Metrópoles

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Geral

EDUCAÇÃO SEM FRONTEIRAS: Ação solidária da OXE by Aerotur leva alunos da rede pública a aula de campo gratuita em Natal

Alunos de uma escola técnica de São Gonçalo do Amarante, RN, tiveram hoje (19) a oportunidade de aprendizado em um City Tour histórico em Natal, oferecido pela Oxe by Aerotur e seus parceiros.

A OXE, empresa potiguar do grupo Aerotur e que está presente em 11 estados do Brasil, destaca que essa parceria com a rede pública de ensino busca igualar as oportunidades de aulas em campo para quem busca o aprender.

“Desde 2024, quando fundamos a OXE, criamos em conjunto a ideia desse programa de ação social, pois sabíamos que também tínhamos a responsabilidade de pensar no coletivo. Já foram mais de 10 instituições abraçadas pelo programa”, destaca Henrique Sodré filho, diretor de operações da OXE.

Para complementar o programa, também são disponibilizadas aulas de campo gratuitas para alunos bolsistas em escolas privadas que estão com a OXE.

Para nós é um prazer imenso estar com quem quer aprender. Não existe nada melhor do que a educação de qualidade para que todos tenham um futuro próspero. Esse é o recado do time OXE by Aerotur.

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Política

Flávio anuncia “Vira Pix” para devolver parte dos gastos dos brasileiros

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A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) anunciou nesta terça-feira (20) o “Vira Pix”, proposta que prevê devolver parte do dinheiro gasto pelos brasileiros em pagamentos como contas de luz, prestações e taxas. A iniciativa foi apresentada por Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha, e prevê parceria com a Caixa Econômica Federal.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Daniella afirmou que a ideia é fazer com que parte dos valores pagos pelos consumidores volte diretamente para o bolso da população. A proposta busca ampliar os benefícios financeiros para os brasileiros, com alcance anunciado para toda a população

Com informações do Metrópoles

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