Diversos

Artigo: Quando os políticos querem atrapalhar a democracia – por Thiago Medeiros

Democracia em risco, democracia em perigo, como as democracias morrem. Falas como essas são assustadoras em relação às expectativas que se tem com este modelo de organização política que já conta com mais de dois séculos – isto se formos considerar a república norte-americana como um marco na recuperação do evento de curta duração que foi a democracia em Atenas, no século V a.C.

A realidade é que temos a impressão que as turbulências parecem caminhar juntas com a democracia (assim como as crises parecem perseguir o capitalismo), e muito dificilmente poderíamos supor que isto não viesse a ocorrer. As primeiras tentativas de estabelecimento do princípio democrático de governo já distribuíam evidências da dificuldade de acordo em relação às demandas, os radicalismos, as aspirações e vontades insatisfeitas principalmente daqueles que são governados. Aceitar que haja uma distribuição igualitária de bom senso e equilíbrio não é exatamente uma coisa fácil.

O tema está posto na mesa, aparece com amplitude exagerada na mídia e mobiliza países em várias partes do mundo. Para alguns, o EUA se livrou desse “perigo” ao eleger Biden como presidente, por lá tudo se acalmou. Para alguns, o Brasil está ocupando um lugar de destaque neste quesito. Vários pesquisadores defendem que o foco era sondar a satisfação com a democracia e a profundidade da crença nos valores democráticos. A insatisfação à Democracia segundo pesquisa publicada pelo Pew Research Center (2020), é atribuída ao modo como a democracia tem funcionado, mas, em especial, ela tem a ver com a frustração com as elites políticas. A pesquisa foi realizada com amostras de entrevistas pessoal e também via telefone.

Vamos focar no Brasil…

A pesquisa da Pew Research Center, ressalta que apenas 36% dos brasileiros aceitam os partidos de oposição, enquanto a média global é de 54%. Esta é a maior discrepância do Brasil com relação à média global e por isso vale ser avaliada. Este desgosto em relação aos partidos de oposição pode dizer respeito a um entendimento de que a oposição opera de modo contundente na direção de apresentar somente os lados negativos? A sensação pode ser a que não existe uma oposição construtiva no País. Aquele que não está no poder joga no time de quanto pior melhor. De fato, gera-se muita confusão se esse negativismo estaria ligado à um alerta para melhorar alguma coisa ou se é pura demagogia, em momentos como este de Pandemia o alerta precisa ficar ainda maior.

Um grande estudioso da política brasileira, o professor de Harvard, Scott Mainwaring avalia que “a democracia brasileira sofre alguns riscos, não de uma quebra, mas de um processo lento de pequenas degradações”. Antes de tudo, vale ressaltar que para o professor, os riscos são inerentes às ideologias, podem ser de esquerda ou direita, que estejam exercendo o poder.

O populismo pode ser considerado como a principal ameaça à democracia na atualidade. “O populismo impõe a ideia de que o líder representa a nação, de modo que quem é contra ele é inimigo do povo. Essa ideologia iliberal não entende que a oposição é legítima, democrática”, explica Scott. Para alguns, Bolsonaro introduz um populismo à direita na América Latina, e para defesa dessa tese se considera a definição que populistas governam como se estivessem em uma eterna campanha eleitoral, propondo políticas públicas inconsistentes e financeiramente insustentáveis. Desse ponto de vista, Bolsonaro é uma referência de populismo, principalmente no que toca à economia. Porém, o grande perigo ao usar este termo de referência é uma comparação desproporcional com outros populismo que vemos na própria América Latina, como exemplo na Venezuela. Veremos se essa tese se sustenta na condução da aprovação do orçamento de 2021.

Temos sinalizações que nossa Democracia pode estar sofrendo danos, porém longe do que hoje principalmente a grande mídia tem pregado, a utilização do termo Golpe tem uma exacerbação contundente por parte da oposição, mas sem fatos concretos para sustentá-los, essa narrativa tem principalmente se sustentado em distorções da realidade. Fiquemos em alerta, pois principalmente esta mega polarização política será incapaz de produzir bons frutos para nossa nação, a nossa Democracia não dormirá tranquila, enquanto vivermos num clima de ataques políticos, que se refletem numa guerra eleitoral constante.

Thiago Medeiros, Publicitário e Sociólogo

Opinião dos leitores

  1. Parabéns Thiago Medeiros! A realidade foi desnudada nesse brilhante artigo! Infelizmente, no Brasil de hoje, as eleições Gerais de 2018 ainda não terminaram. O inconformismo foi transformado em luta pelo poder. Para esses inconformados, é muito difícil aceitar o que alguns Ministros da Equipe de Governo estão fazendo, apesar da Pandemia que já se arrasta a mais de um ano. Água no Nordeste e Infraestrutura pelo Brasil afora! Apenas para citar esses dois pontos, que até a oposição, se fosse construtiva, aplaudiria em pé! Aplicar os recursos brasileiros, em prol do desenvolvimento do País e sem Corrupção, o POVO BRASILEIRO AGRADECE!

  2. Acredito que diante da reflexão vejo que no Brasil a oposição é sempre do quanto pior melhor.

  3. “O populismo impõe a ideia de que o líder representa a nação, de modo que quem é contra ele é inimigo do povo. Essa ideologia iliberal não entende que a oposição é legítima, democrática”. Para mim, esse trecho resume o artigo .
    Isso ocorreu com os seguidores de Lula e está acontecendo agora com os seguidores de Bolsonaro.

  4. Esse texto demonstra umas das técnicas mais complexas da escrita: escrever muito e não conseguir dizer porra nenhuma! Parabéns ao autor!

  5. Parabéns Thiago Medeiros, seus textos são leves, verdadeiros, simples, objetivos e lúcidos.

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Polícia

Delegado: Dr. Jairinho ligou para políticos para ‘acelerar burocracia’ no IML

Foto: Renan Olaz

Após a morte do menino Henry Borel, de 4 anos, em 8 de março, o vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (Solidariedade), ligou para o governador em exercício do Rio de Janeiro, Claudio Castro (PSC) e para outras pessoas do meio político.

Dr. Jairinho e a mãe do menino, Monique Medeiros, foram presos temporariamente por 30 dias pela Polícia Civil nesta quinta-feira (8).

O objetivo das ligações no dia do crime, segundo o delegado Henrique Damasceno, responsável pelo caso, era “se garantir” e acelerar burocracias no Instituto Médico Legal (IML) da cidade.

Segundo o delegado, Jairinho queria que a tese de que a criança “passou mal, morreu e vamos enterrar logo” fosse confirmada.

Castro admitiu que recebeu uma ligação de Dr. Jairinho logo após a morte do enteado.

Em nota enviada pelo governo do estado, Castro afirmou que “limitou-se a explicar ao vereador que o assunto seria tratado pela delegacia responsável pelo inquérito e encerrou a ligação”.

Afastamento do cargo

Com a prisão preventiva, Dr. Jairinho teve sua remuneração como vereador imediatamente suspensa e ficará formalmente afastado do mandato a partir do 31º dia, de cordo com o artigo 14 do Regimento Interno da Câmara.

Ainda na tarde desta quinta-feira (8), o Conselho de Ética da casa se reunirá para discutir a situação do político, que é membro do órgão colegiado, incluindo seu afastamento imediato do cargo.

Além disso, o Solidariedade afirmou que o politico já foi afastado do partido até a conclusão das investigações.

“Aguardamos junto às autoridades competentes a apuração dos fatos com o processo de investigação e uma posição final da Justiça”, disse o Solidariedade, em nota.

CNN Brasil

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Política

Bolsonaro lidera corrida eleitoral de 2022 em todos os cenários, mostra pesquisa

Foto 1: Jacqueline Lisboa/AGIF/ Fotos 2,3,4 3 5: Reprodução

Levantamento foi realizado entre os dias 18 e 21 de julho e ouviu 2.030 pessoas em 188 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

O governo Jair Bolsonaro passou nos últimos três meses por uma tempestade política perfeita. À crise inaugurada pela pandemia do novo coronavírus, menosprezada pelo presidente desde o início, somaram-se a conturbada demissão de seu ministro mais popular, Sergio Moro, duas trocas no Ministério da Saúde, a abertura de um inquérito para apurar interferência política na Polícia Federal, a divulgação em vídeo de uma escabrosa reunião de seu gabinete, o cerco a bolsonaristas radicais em duas investigações do Supremo, a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), em uma casa do advogado de Bolsonaro, o diagnóstico de Covid-19 do chefe do Executivo e o saldo nefasto de mais de 80 000 mortos pela doença. Mesmo em meio a dificuldades sérias, que poderiam estraçalhar a popularidade de inúmeros políticos, Bolsonaro segue firme, mostrando mais uma vez que é um fenômeno político. Se a disputa presidencial fosse hoje, ele seria reeleito.

Essa é uma das principais conclusões de um levantamento exclusivo realizado pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 18 e 21 de julho. Mesmo sendo um mandatário controverso à frente de um país dividido em relação ao seu governo, Bolsonaro lidera todos os cenários de primeiro turno — com porcentuais que vão de 27,5% a 30,7% — e derrotaria os seis potenciais adversários em um segundo round da corrida ao Planalto em 2022: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-­prefeito Fernando Haddad (PT), o ex-­governador Ciro Gomes (PDT), o ex-­ministro Sergio Moro, o governador paulista João Doria (PSDB) e o apresentador Luciano Huck. Um feito impressionante, considerando-se que, segundo a mesma pesquisa, 48,1% dos brasileiros desaprovam a sua gestão (eram 51,7% no fim de abril) e 38% consideram ruim ou péssimo o seu trabalho (eram 39,4%). Comparada a um levantamento anterior da Paraná Pesquisas, de três meses atrás, a aprovação oscilou positivamente de 44% para 47,1%, enquanto o contingente que considera seu mandato ótimo ou bom foi de 31,8% para 34,3%, variação acima da margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

A eleição de 2022 ainda está distante, mas chama atenção a capacidade de resistência do presidente. Os constantes solavancos políticos e as lambanças em série na condução da pandemia não colaram nele a ponto de erodirem a sua mais fiel base de apoio, de cerca de 30% dos eleitores — número que é considerado até por adversários como freio a um processo de impeachment (há dezenas deles nas mãos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia). Na visão de especialistas, Bolsonaro conseguiu escapar à lógica de que sucumbiria às crises por dois motivos: o auxílio emergencial, que amenizou efeitos econômicos da pandemia em uma população indiferente às confusões de Brasília, e a atitude mais comedida do presidente nos últimos tempos, especialmente após a escalada de tensão com o Supremo. Seu filho e senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) disse ao jornal O Globo, na quarta-feira 22, que a “postura de distensionamento” será permanente. “Desde que percebeu que o conflito com o STF era perigoso, o presidente recuou, ficou quieto, parou de dar declarações bombásticas. Para uma parte dos eleitores que o apoiam, mas eram críticos ao desempenho, a postura de Bolsonaro paz e amor ajuda a melhorar a avaliação”, diz o cientista político José Álvaro Moisés, da USP. “Bolsonaro volta a subir principalmente com o auxílio de 600 reais, que passou a chegar a mais gente. Com o fator bolso, a crise política fica menor. Lula, na época do mensalão, era um herói, porque o bolso estava cheio”, avalia Murilo Hidalgo, diretor do Paraná Pesquisas. Com os bolsonaristas já cativos, o governo busca justamente o “fator bolso” e a expansão de programas sociais para diversificar a sua base eleitoral. A pesquisa mostra que melhoraram os índices de avaliação no Nordeste, uma cidadela petista e lulista. Os nordestinos ainda são os brasileiros menos afeitos ao presidente, porém os que desaprovam o governo caíram de 66,1% para 56,8% entre abril e julho e os que aprovam subiram de 30,3% para 39,4%.

Pela perspectiva atual, fica difícil imaginar uma força que possa rivalizar com o presidente. A desaprovação ao seu governo, no entanto, faz supor que exista espaço para um projeto alternativo, menos radical e mais equilibrado. Entre os possíveis nomes de centro-­direita, quem aparece melhor hoje é alguém que estava colado ao presidente até recentemente, o ex-ministro Sergio Moro. Nas disputas de segundo turno, depois do inelegível Lula, Moro é quem mais se aproxima de Bolsonaro (44,7% contra 35%). Nas de primeiro turno, ele termina em segundo lugar, quando o candidato do PT é Fernando Haddad e em terceiro, mas não longe, quando é incluído o nome de Lula (veja os quadros). Visto como um ícone na batalha anticorrupção, Moro apresenta potencial de crescimento numa faixa hoje ocupada por Bolsonaro, mas que pode ser conquistada se as revelações do caso Fabrício Queiroz tisnarem de vez a imagem do presidente em relação ao cuidado com o dinheiro público. Essa ameaça de Moro já entrou no radar do bolsonarismo nas redes sociais e em manifestações de rua, que o elegeram como novo integrante do hall de “traidores da pátria”. O ponto negativo de Moro como alternativa a Bolsonaro é que, em razão de sua atuação como juiz, marcadamente contra Lula e o PT, ele dificilmente vai aglutinar apoios da esquerda. Outro dado dificultador é que ninguém sabe ao certo quais são as posições econômicas defendidas pelo ex-ministro.

Depois de derrubar a economia do país e assaltar o estado brasileiro, o velho oponente ideológico ainda tem um eleitorado cativo (Paulo Maluf também tinha, mesmo depois de comprovadas todas as denúncias de corrupção contra o ex-prefeito de São Paulo). Embora tenha sido condenado e preso na Lava-Ja­to e esteja inelegível pela Lei da Ficha Limpa, Lula tem ainda um forte recall entre os eleitores desse espectro. O petista chega a ter ampla vantagem sobre o presidente entre nordestinos (34,1% a 18,7%) e eleitores que estudaram até o ensino fundamental (31,5% a 21%). Na verdade, a fidelidade das pessoas ao petista se assemelha, de certa forma, à dos bolsonaristas mais ferrenhos. Há um quê de identificação e simpatia pessoal, elementos mais emocionais do que racionais. “Lula é uma liderança com raiz social muito importante, criou o Bolsa Família, fortaleceu universidades. Foi contestado pela corrupção, mas não eliminou esse apoio”, diz José Álvaro Moisés, da USP. Embora o piso eleitoral da esquerda seja respeitável, seu teto é baixo. Ninguém desse campo político demonstra capacidade de bater o presidente num eventual segundo turno. Tanto Lula quanto Haddad, oponente de 2018, são derrotados por Bolsonaro nas simulações de embates diretos — o capitão, aliás, ganha de seus rivais, não só os petistas, em todos os recortes de gênero, idade e escolaridade, à exceção da preferência por Lula entre os que estudaram até o ensino fundamental. “No segundo turno, onde estão os 48% que desaprovam Bolsonaro? Não tem ainda um candidato para catalisar essa desaprovação”, analisa o cientista político Antonio Lavareda.

Aos que gostariam de ver um candidato de Centro no Planalto em 2022, o levantamento do Paraná Pesquisas não traz boas novidades. Os dois principais nomes desse grupo, João Doria e Luciano Huck, tiveram desempenho pífio na pesquisa. Mesmo sem o nome de Moro no cenário, Doria alcança apenas 4,6% das intenções de voto. Nessa mesma simulação, Huck, que já beirou os 12%, cravou apenas 8,3%. No caso do apresentador da Globo, é até compreensível esse encolhimento. Embora faça lives em suas redes, algumas delas mostrando os camarins de sua atração na emissora, Huck não exerceu nenhum papel fundamental no combate à pandemia — nem poderia. Era natural que caísse (há pessoas de seu entorno que garantem que ele nem está assim tão empolgado para concorrer em 2022). Doria, por outro lado, merecia um reconhecimento maior do eleitorado. Sua atuação no combate ao coronavírus pode não ser perfeita, mas foi a melhor possível entre os governadores. Os números talvez mostrem que a estratégia do presidente de jogar a crise sanitária no colo de governadores e prefeitos aparentemente deu certo até agora, com a irresponsabilidade não se traduzindo em impopularidade.

O ex-governador de Minas, Magalhães Pinto, cunhou uma frase que define à perfeição esse momento da disputa de 2022: “Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou”. Tudo pode, é claro, mudar até lá — e mesmo antes disso. Existem no horizonte de Bolsonaro ao menos duas questões que podem comprometer o seu projeto de reeleição: o desfecho imprevisível do caso Queiroz e a perspectiva de tormenta econômica no rescaldo da pandemia (está previsto um tombo de quase 6% do PIB), agravada pelo auxílio emergencial, que, em tese, vai até setembro. Mas é inegável que o capitão segue firme no páreo até agora, com uma inabalável resistência e, a rigor, nenhum adversário à altura.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Homi, e olhe que não respondi a essa pesquisa, senão a diferença para os adversários seria ainda maior! ?????✅

    Atura ou surta! ???????

  2. Calma, gado bravo: a relação do Capetão Cloroquina com "Veja" não é nova. Foi nas páginas do semanário da Abril que ele desfilou pela primeira vez seu talento de "articulista traíra". Sim, Veja foi concebida em 1968 exatamente para combater os abusos e crimes da ditadura militar.
    Acolhedora do contraditório, a revista estampava em sua edição de 3 de setembro de 1986 o artigo intitulado "O salário está baixo", no qual o Capetão conclamava a caserna a se insurgir contra o próprio Exército que lhe provia salário, casa, comida e alguma dignidade.

  3. Decreto 171/2020:
    Decreto que as pesquisas eleitorais não mereciam a nossa confiança até ontem. A partir de hoje elas são confiáveis, principalmente as da Veja.
    Talkey?

  4. O que essa cambada de fisiológicos deve fazer é mudar o discurso, um bando de grasnadores ressentidos que ao longo de décadas esnobam o povo, agora se depara com um político profissional limitadíssimo que fala uma linguagem desprovida de hipocrisia e que se encaixa como luva no pensamento de grande parte da população brasileira. Está provado que a arrogância da esquerda juntamente com aquilo que se chama centro corrompido não pensam no Brasil, mas nos interesses corrompidos e corruptores. É melhor virá o disco. Caso contrário, sofrerão uma derrota humilhante. Além de que há uma imprensa venal que não pensa no Brasil. Vão dançar feio.

  5. o mais interessante nestas pesquisas, é colocarem o nome de Lula como candidato, quando todos sabem que ele, jamais será candidato, nem a vereador. A lei da Ficha Limpa, ficha que alias, ele não tem, o proibi de qualquer tentativa.

  6. Aí sim. Agora a Veja é confiável. Só acho que se a ema estivesse nessa pesquisa ganhava de lavada

  7. A pesquisa nao mostra que ha uma aceitacao razoavel de bolsonaro com menos de 30%, e sim uma grande rejeicao aos demais nomes com mais de 50% no segundo turno. Nao ha nomes novos, o povo vota por eliminacao. Cloroquina nao afasta apenas as emas.. afasta tb os politicos que ja sao de carteirinha negativados.

  8. A corrida será longa,vamos ver o desenrolar do tempo,depois os debates,tudo é precipitado.Lula não vai se candidatar.
    Aposto na dupla Mantega e Moro.

  9. Quero só ver o que o gado vai dizer. Quando as pesquisas apontavam a reprovação alta do governo, a pesquisa era fake e agora gado, a pesquisa é fake ou não? #ForaBozoEPTralhas

  10. Pelo que estou vendo ele pode até lançar Queiroz para prefeito do Rio com o Ronnie Lessa de vice que o povo apoia. Bolsonaro cresceu bastante nas pesquisas depois que se aliou a Roberto Jefferson e ao centrão do mensalão.

  11. Depois que as pesquisas apontavam Dilma eleita Senadora /MG disparada e nem se quer foi eleita, eu agora viro a tabela ao contrário….kkkkkkkkkk
    Pense num negócio desacreditado!!!!!

    1. O mito ta estourado.
      Kkkkkkkk
      Vai de andrade ou lambreta??
      Dois derrotados.

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Diversos

Por que políticos usam um aeroporto clandestino em Brasília? Reportagem detalha

O Antagonista destaca:

Caro leitor,

Veja, por favor, as fotos exibidas logo abaixo.

As imagens mostram o deputado Fernando Bezerra Filho (DEM-PE) e o senador Jaques Wagner (PT-BA), respectivamente, momentos antes do embarque e instantes depois do desembarque em jatinhos em uma pista clandestina nos arredores de Brasília:

Fonte: Crusoé

Você leu certo: o deputado e o senador usam uma pista ilegal para chegar a Brasília e para deixar a capital federal.

E a prática não é exclusiva desses parlamentares.

O aeroporto ilegal virou moda entre os poderosos de Brasília.

(Lembrete: Brasília possui um aeroporto comercial em plena operação…)

Voando em jatinhos a partir dali, eles escapam das eventuais vaias em filas de embarque dos aeroportos comerciais e também em voos de carreira.

Escapam também de qualquer fiscalização.

O repórter Renato Alves acompanhou o movimento na pista durante semanas e agora conta tudo o que descobriu:

A história da “Pista pirata” parece bem brasileira.

Representantes do povo usam uma pista ilegal e, assim, conseguem escapar da cobrança de seus eleitores.

Dali, partem em jatinhos avaliados entre 8 e 20 milhões de reais.

Algumas aeronaves são propriedades dos próprios políticos; outras pertencem a empresários amigos.

Leia a seguir dois trechos da reportagem.

O primeiro descreve o local da pista ilegal, a 35 quilômetros do Congresso…

Para quem quer discrição, o aeroporto clandestino é perfeito. Também por isso, virou moda. Políticos e empresários têm recorrido cada vez mais às facilidades do terminal pirata. Sem pagar taxas aeroportuárias ou se submeter ao olhar de fiscais da Receita ou mesmo a simples aparelhos de raios-x, tripulantes e passageiros levam e trazem o que querem. A única portaria, com um vigilante particular (e desarmado), serve só para anotar as placas dos carros que entram e saem. Nenhum deles é revistado…

…o segundo apresenta alguns dos poderosos usuários do aeroporto ilegal:

Donos e funcionários de alguns desses hangares contaram a Crusoé ter como clientes fiéis o deputado federal Aécio Neves, do PSDB de Minas, o ex-ministro Gilberto Kassab, do PSD de São Paulo, e o também ex-ministro Edison Lobão, do MDB maranhense. Aécio e Kassab voam em jatos de amigos. Já a família Lobão tem dois aviões próprios, um Twin Commander com dez assentos e um Piper, com seis. Antes de ser preso, o ex-ministro e ex-deputado Geddel Vieira Lima, aquele do bunker de 51 milhões de reais descoberto pela Polícia Federal em Salvador, era frequentador assíduo do aeródromo ilegal…

A reportagem mostra muito mais.

Detalhes dos embarques e desembarques e até o uso de dinheiro público ali.

Tudo fruto do trabalho investigativo do repórter Renato Alves.

Você pode mergulhar nessa história agora mesmo.

E saber como os políticos graúdos estão usando seu dinheiro.

Matéria na íntegra aqui.

O Antagonista com Crusoé

Opinião dos leitores

  1. Já passou da hora de fechar esse aeroporto clandestino, será que o ministro,da justiça, e Bolsonaro, não sabem, vamos botar a boca no trombone

  2. Pelas informações dadas acredito eu ser o Aeródromo Botelho que fica há 22km em linha reta do Congresso Nacional e 33km indo pela estrada. Mas não consigo ver nada de ilegal, mesmo porque não se trata de uma pista clandestina, mas de um aeroporto que funciona regularmente. E qualquer pessoa que se tornasse pública preferiria um lugar onde tivesse mais privacidade a outro onde as pessoas pudessem atentar contra sua integridade.

  3. Aeroporto / BOTELHOICAO: SIQE / Privado Localização BRASÍLIA – DF
    Coordenadas 15 56 14S/47 43 38 W — Elevação: 1036m
    Distância do Centro: 27,85Km
    Distância da Capital: 27,85Km —- Operação: VFR Diurno
    Pistas
    Cabeceiras Dimensões Superfície Resistência/PNC
    14/32 1750x30m Cascalho 2500Kg/0.50MPaInformações do AeroportoPRIV UTC-3 1036 (3399)
    14 – (1750 x 30 GRVL 2500Kg/0.50MPa) – 32
    RMK – (*) a. DEP da RWY 32 curva a esquerda com rumo SW restrito 4500FT.
    b. DEP da RWY 14 manter a proa com restrições de 4500FT.
    c. Tráfego em aproximação para o AD deverão entrar pelo setor SW.Imagem de satélite

    VFR Chart of SIQE —- IFR Chart of SIQE
    Hangares disponíveis:
    Não há hangares cadastrados para esse aeroporto.
    Serviços:
    Não há serviços cadastrados para esse aeroporto.

    **********************************************************************
    Bom, estas informações estão no Google. acabei de baixar, copiar e colei aqui 05/10/2019 16:50 Hs.

    Que existe existe, agora se a notícia é verdadeira ai é para preocupa, pois o trafego aéreo é controlado;
    O controle de tráfego aéreo (pt-BR) ou controlo de tráfego aéreo (pt), (Air Traffic Control, ou ATCO, em inglês) é um serviço prestado por controladores, em terra, que acompanham, orientam e monitoram o percurso de aeronaves (geralmente, aviões e helicópteros) no ar e no solo, para garantir um fluxo de tráfego seguro, ordenado e expedito. Os controladores de tráfego aéreo fornecem indicações e autorizações de voo, de acordo com as características operacionais das aeronaves e as condições de tráfego em determinado momento. Essas autorizações podem incidir sobre a rota, altitude e/ou velocidade propostas pelo operador da aeronave, para determinado voo, devendo os pilotos avaliar e/ou cumprir as instruções/autorizações recebidas.
    Na minha inocência neste assunto, eu diria que isto seria impossível de acontecer sem o devido controle de tráfego, principalmente tão próximo de um aeroporto Internacional ( JK ).

    Dai, como sabemos que eles são legisladores deles mesmo, isto pode realmente estar acontecendo… quer fazer um teste… Compre um jatinho, sai do seu " quintal e tente voar uma hora no espaço brasileiro próximo a Brasilia… tenho a mais plena certeza que será intercepitado por algum caça… ah!!! tenha certeza disto.

    Fritando os ovos… isto deve ser "Legal mesmo"… uma vergonha.

    Meu Presidente, que ainda creio… faça alguma coisa….

    artigo 142

    fui… e fui puto!!!!!!!!!!

  4. Presidente é hora de agir. Mandar fazer levantamento aéreo em todo território nacional, é simples, estes aeroportos devem ficar bem perto do centro onde trabalham ou próximo, esses caras querem tudo rápido. obrigado

  5. Isto é inacreditável, não posso acreditar que é Ilegal, com o trânsito aéreo que temos na Capital do Nosso País, a Aeronáutica e o controle do trafico aéreo é impossível que a inteligência do nosso país, PF não saiba disto!!!!!!!

    E se realmente isto existe, daí a vaca foi pro brejo mesmo. Me recuso a acreditar nisto
    Isto tem que chegar ao conhecimento do nosso presidente, pois tenho certeza que ele não sabe disto. Pois a única esperança que temos e com este homem… Se ele sabia disto, aí já era… Somos realmente idiotas, mais ainda há uma esperança,… Prender todos que usam e administram este aeroporto.

  6. Gostaria de uma resposta simples…. esse aeródromo esta ilegal ou existe algum tipo de ilegalidade nestas atividades? se não, fazer o quê? vamos ater se entre eles tem corruptos, provar e destitui-los, pois assim acaba a fonte de recursos e estes jatinho vão desaparecer, simples assim.

    1. Pelo título da matéria, já se vê que a própria existência configura ilegalidade.

  7. Todas as pessoas que viajam mesmo em voos nacionais são obrigados a passar por todo a burocracia e declarar tudo que está levando inclusive valores em dinheiro ou corre o risco de perder, ser apreendido pela Receita Federal ou Policia Federal. já os políticos não passam por nada disso, quem deveria dar o exemplo são os piores, os políticos usam aeroporto clandestino em Brasília para levar pessoas e mercadorias sem nenhum tipo de fiscalização. quem usa aeroporto clandestino é porque está transportando ilicitamente dinheiro, ouro ou drogas. Este aeroporto clandestino tem que ser destruído e seus usuários presos. Se um coitado faminto roubar um pacote de biscoito em um supermercado vai preso e os políticos estão roubando milhões e ninguém vai preso. o povão tem que ir para a porta da casa dos políticos para manifestar que está contra seus atos.

  8. E lastimável, um reporter noticia um absurdo dessa importância e entre os vários comentários de repúdio encontramos alguém que insinua que o presidente faz parte do esquema! Com certeza a esquerda é muito forte. Vamos ser patriota, valorisar nossos direitos!!!

  9. Onde fica este aeroporto? Eporque já não foi interditado? É Particular? E isso é permitido? E como fica o Contrôle do Trafego aéreo? E como fica a Segurança do País!

  10. Coisas a divulgar: Como foi construída a pista? Com dinheiro público? A quem pertence? Quem opera? Qual o endereço?
    Pretendo visitá-lá quando for a Brasília, pode virar atração turística!

  11. Sou da extrema direita, odeio a CORRUPÇÃO,a esquerdalha e os BANDIDOS do STF,mas o aeroporto em pauta não é CLANDESTINO E AS MARCAS DOS AVIÕES ESTÃO ERRADAS.
    Façam as matérias com apoio de quem conhece o ramo,para não falar bobagem!!!

  12. Eh necessário uma fiscalização dos órgãos reguladores, comprovada a ilegalidade, o fechamento e punição dos responsáveis.
    Já imaginaram pista clandestina em Brasília, pensei que só existisse na Amazônia para tráfico e atividades criminosas.

  13. BG
    E a aeronáutica o que tem a dizer sobre essas IRREGULARIDADES???. nas barbas do poder central. Este Brasil não é para principiantes.

  14. A única prisão pra esses CANALHAS é ter que usarem esse aeroporto clandestino, porquê se utilizassem o de Brasília, certamente, uma hora seriam linchados.

  15. Esse país não tem jeito, nem a vontade de alguns irá mudar, acabou, não tem jeito ,judiciário políticos e o povo de otários, Bolsonaro foi engolido pelo sistema.

    1. Eu acho que passou a fazer parte do sistema . Não sejamos ingênuos.

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Política

Procissão de São Sebastião em Natal atrai políticos e pré-candidatos

robinsonA procissão de São Sebastião é uma das mais tradicionais de Natal. A caminhada solene em homenagem ao santo sempre atrai milhares de fieis e, entre eles políticos. Esse ano, ano eleitoral, não foi diferente. O blog acompanhou a procissão na tarde de hoje pelas ruas do Alecrim e conferiu a presença de alguns deles.

O governador Robinson Faria se fez presente acompanhado da mulher e secretária Julianne Faria (Assistência Social). Com mandato, também presentes o senador José Agripino Maia, os deputados federais Felipe Maia e Rafael Motta, o estadual Hermano Morais e os vereadores Júlia Arruda, Franklin Capistrano e Joanilson de Paula Rego.

Entre os pré-candidatos a prefeito de Natal, o blog observou apenas a presença do suplente de deputado Luiz Gomes. Presentes também os ex-vereadores Assis Oliveira e Ney Lopes Júnior, que estão com grandes chances de retornar ao Parlamento natalense.

A procissão reuniu até políticos de cidades vizinhas como o vereador Ricardo Gurgel, presidente da Câmara Municipal de Parnamirim e pré-candidato a prefeito do município. Esses foram os que o blog viu. Outros podem ter ido também.

IMG_3552(1) Procissão São Sebastião 03rafaelmotta

 

Opinião dos leitores

  1. Enquanto o governador caminhava aí cheio de seguranças e puxa saco os pilastras matarão Anã Carolina e os presos se preperavam para mais uma figurinha, tão rotineira neste governo fraco, de Robson Farias..

  2. Manda o governador ir tonar conta da seguranca do estado em vez de fazer charme em momento religioso . Pelo menos tenham respeito. Ele tava só ? Ou com seus seguranças? Deveria tb se arriscar pra sentir medo na propria pele.

  3. Enquanto nosso Governador caminhava atrás de eleitores e puxa-sacos, os detentos de alcaçus estavam cavando um túnel à luz do dia para fugirem nesta quinta-feira pela manhã.

  4. Já que o Governador da Segurança é tão religioso, deveria ir hoje ao enterro da universitária assassinada.

  5. Os coxinhas que foram a procissão devem ter ficado irados porque a maioria estava tudo vestido de vermelho. Parecia uma manifestação do pt. Achei lindo. Tudo vermelho…..

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Política

Enquanto a oposição critica alta de impostos, base fala em “travessia difícil”

Parlamentares ouvidos pelo G1 após o anúncio de corte de gastos e alta de tributos, com a volta da CPMF, divergiram sobre a eficácia das medidas, destinadas a cumprir uma meta de superávit primário de 0,7% no ano que vem.

Veja abaixo o que disseram parlamentares oposicionistas e da base aliada:

Aécio Neves (PSDB-MG), senador e presidente do PSDB
“É preciso que fique claro que os cortes anunciados hoje pelo governo federal – e que atingem inclusive programas sociais – são consequência da irresponsabilidade com que esse mesmo governo agiu nos últimos anos. Há medidas de redução de custeio, mas, infelizmente, como já era esperado, o maior “esforço fiscal” vem do aumento de impostos em plena recessão. […] Um governo que está há mais de 12 anos no poder novamente recorre a um ajuste baseado preponderantemente em aumento de impostos sobre a população brasileira, que já paga uma das mais elevadas cargas tributárias do mundo.”

Cássio Cunha Lima (PB), líder do PSDB no Senado
“O caminho de ajuste via aumento de carga tributária é muito mal visto pela sociedade e pelo Congresso. Teremos que conhecer mais de perto as propostas e se há um fundo de credibilidade do governo para pôr em prática essas propostas. Teremos que ouvir todos os setores da sociedade, mas o ambiente no Congresso é contrário ao aumento de cargas tributárias. As chances de aprovação de mais carga tributária, como a volta da CPMF, são bastante limitadas no Congresso.”

Jandira Feghali (RJ), líder do PCdoB na Câmara
“Vamos analisar as medidas. Mas a questão da CPMF acho absolutamente justa. Não vejo que 0,2% seja um problema que possa prejudicar alguém. Quanto às outras medidas, acompanhei o anúncio parcialmente e vamos ter que analisá-las. Eu acho que essa travessia é difícil. Com o nível de polarização da oposição, sempre dificulta [a aprovação de impostos no Congresso, como a CPMF], mas acho que a gente tem que trabalhar para ter os votos. Não vai ser simples, não será como nadar de braçada.”

José Agripino (RN), senador e presidente nacional do DEM
“As medidas comunicadas não aumentaram em nada a credibilidade do governo. Quem esperava corte no número de ministérios ou diminuição no número de cargos comissionados e viu aumento de IOF e ameaça de volta da CPMF, só pode ter ficado ainda mais indignado. Ainda não entenderam que para merecer apoio às propostas de aumento de receitas precisam se creditar com corte nas despesas. E isto o governo do PT insiste em não fazer. Para equilíbrio das contas só com aumento de impostos, não contarão conosco. Aí é querer acabar de parar o país.”

José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara
“Está todo mundo surpreso, andei conversando com alguns parlamentares e líderes, todos estão surpresos pela grandiosidade dos cortes e ousadia da presidente. Estou absolutamente confiante de que iremos aprovar [as medidas], porque o Congresso tem responsabilidade […] Não são medidas amargas, são medidas razoáveis, consistentes e que, certamente, precisam passar por profundo diálogo com o Congresso, com a sociedade e com investidores. Espero contar com o apoio daqueles que criaram a CPMF no passado, com [alíquota de] 0,38% porque estamos recriando com a alíquota na metade [0,2%].”

Lindbergh Farias (PT-RJ), senador
“A reação do PT e dos movimentos sociais a esse ajuste será muito maior que ao primeiro. Cortar investimento é criminoso […] O governo erra. Com esses cortes, estamos aprofundando a recessão econômica. […] Teríamos outras alternativas, como a tributação de lucros e dividendos. O governo poderia arrecadar até R$ 50 bilhões. Quem vai pagar pelo ajuste são funcionários públicos. A CPMF não é a grande questão. […] A política do [Joaquim] Levy e do governo é cada vez mais um samba de uma nota só. Ajuste, ajuste, ajuste. Vai ter muita resistência [no Congresso Nacional] em vários pontos.”

Mendonça Filho (PE), líder do DEM na Câmara
“Eu acho que esse anúncio de cortes de gastos é pífio diante do tamanho da crise, do rombo fiscal. Ele não resolve a crise, não corta na carne e afeta diretamente a população. O governo não reduz ministérios, não faz um gesto no sentido de reduzir os cargos comissionados substancialmente. O aumento de impostos é sempre o mais fácil, mas nós do DEM vamos rechaçar o aumento de imposto. Vamos lançar, ainda nesta semana, a campanha ‘Basta de imposto’. Não dá para jogar na conta da população o ajuste econômico. Pode ter certeza de que o governo não conseguirá aprovar no Congresso o aumento de imposto e a volta da CPMF.”

Randolfe Rodrigues (AP), líder do PSOL no Senado
“Eu, particularmente, vou defender isto: sobre aumento de imposto, farei luta incessante contra. Tem outros tipos de corte de gastos que o governo tinha que ter. E tinha que começar a cobrar imposto dos mais ricos. Foram anunciadas medidas contra a classe média.”

Ronaldo Caiado (DEM-GO), senador e líder do DEM no Senado
“O governo não precisa recriar a CPMF para falar em cortes de gastos. O governo prefere centrar no aumento da carga tributária em vez de cortar em sua estrutura. É brincar com a inteligência do brasileiro. Dilma faz um jogo de cena, não faz um corte significativo de ministérios nem cargos de apadrinhados e ainda resolve repassar a conta do desastre de seu governo para o brasileiro. Vamos fazer uma ampla frente ao lado da população contra aumento de carga tributária. O Congresso não vai referendar esse ataque.”

Rose de Freitas (PMDB-ES), senadora e presidente da Comissão Mista de Orçamento
“Se o governo tivesse tomado essas decisões antes, não teríamos perdido o grau de investimento. […] A primeira coisa que tenho em mente é que já estávamos amargurados com a falta de decisão com o governo. O rebaixamento da nossa nota não foi só em função do orçamento deficitário, mas também pela falta de decisão política. […] Por mais amargo que tenha sido [o anúncio], ainda bem que temos uma decisão sobre a qual vamos nos debruçar e discutir. Eu estou, por um lado, um pouco aliviada, por saber que governo teve a coragem de decidir. Tem mais a ser feito? Está correto? Ainda vamos discutir.”

Sílvio Costa (PSC-PE), vice-líder do governo na Câmara
“A oposição não tem credenciais, não tem moral para criticar a volta da CPMF porque foram eles que criaram a CPMF quando tinham responsabilidade com o país. Ninguém quer pagar mais imposto, mas chega um momento que é inevitável. Eu espero que este Congresso tenha um choque de responsabilidade pública e aprove as medidas anunciadas.”

Vanessa Grazziotin (AM), líder do PCdoB no Senado
“Vejo os cortes para os servidores públicos com muita preocupação, pois veja o que acontece com o serviço público: o abono-permanência é para que os servidores deixem de se aposentar. Se você tira esse abono, os servidores vão se aposentar. Será que o governo já fez o cálculo do impacto dessa medida? Quanto ao aumento da carga tributária, acho importante o governo sugerir medidas que vão ser debatidas no Congresso, muita coisa deve mudar no Congresso. É uma imposição que está sendo feita ao governo pelo mercado. Diante dessa imposição, temos que ver qual o caminho que menos impacte no crescimento da nossa economia, impacte menos nos investimentos, menos na inflação e que impacte menos nos trabalhadores que ganham de cinco a oito salários mínimos, que são os mais penalizados com essa crise.”3

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Diversos

Pelé pede que responsáveis pela corrupção não sejam confundidos: 'Os jogadores e a seleção não têm culpa'

2011110804929Maior jogador de futebol de todos os tempos, Pelé pediu, nesta quinta-feira, que a população brasileira não confunda os responsáveis pelos recentes casos de corrupção na política brasileira. Para ele, a Copa do Mundo que começa no dia 12 de junho é uma oportunidade para o Brasil se inserir com mais destaque no cenário internacional.

— Os jogadores e a seleção não têm culpa dos casos de corrupção. Durante a Copa das Confederações, no ano passado, aconteceu uma série de manifestações, mas tudo se acalmou um pouco depois do título, porque o futebol é uma das alegrias do povo brasileiro. Não podemos confundir responsabilidades.

O pedido aconteceu na loja da Apple do shopping Village Mall, na Barra, durante o lançamento do filme “Pelé eterno” para o iTunes. O documentário estará disponível no aplicativo a partir do próximo dia 24.

Copa do Mundo

Pelé está confiante no bom desempenho dos comandados de Felipão no mundial, mas não esconde que tem preferência por um adversário em uma possível decisão. O Rei quer revanche.

— Primeiramente, eu quero que o Brasil esteja na final, seja contra quem for. Mas, se eu tivesse a chance divina de escolher um adversário, ele seria o Uruguai, por causa da final de 1950 — afirma Pelé, sem esquecer a derrota por 2 a 1 naquele 16 de julho.

Em 1950, Pelé tinha 9 anos, mas ele ainda guarda lembranças do maior trauma da história do futebol brasileiro.

— Eu estava em casa, e meu pai, que também foi jogador, estava chorando após a derrota. Eu não sabia bem o que fazer, e disse a ele para relaxar, que um dia eu ainda daria um título mundial a ele. E foi o que aconteceu em 1958, na Suécia — relembra.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. “Se o capitalismo é assim tão maravilhoso, porque minha vida é uma merda?”. Acho que a pergunta é: se o comunismo é tão fantástico, porque as pessoas fogem DE Cuba e não PARA Cuba?
    O PT tem dois pilares sob os quais se mantém: os que se dão bem com uma boquinha sempre alargada em "comissões" e os otários que acreditam na pureza do partido e sustentam os do primeiro grupo no degrau de cima.

  2. ANTES DE FALAREM DO NOSSO GOVERNO DO PT, LAVE A SUA BOCA NOSSO PARTIDO MERECE RESPEITO FOI QUEM MUDOU NOSSO PAIS,POR DEZ ANOS E VAI FAZER MUITO MAIS TUCANADAS SAFADAS.

  3. Pelé definitivamente foi um dos maiores jogadores de futebol do mundo, isso é indiscutível, mas quando a matéria é política e povo ele é um desastre completo.
    Realmente os jogadores, 22 mais a comissão técnica e outro goleiro reserva, não têm culpa da corrupção, mas isso não quer dizer que não se possa mais protestar porque esses 22 vão jogar.
    Assistir jogo de futebol e 22 ganhando títulos não mata a fome do povo e tão pouco faz com que tenham equipamentos, infra-estrutura e médicos em hospitais.
    22 em campo não muda a realidade dos políticos terem se beneficiado diariamente das verbas pagas as construtoras através de propinas.
    Boa sorte a seleção Brasileira, mas digo… mais sorte para nós, cidadãos brasileiros.

  4. Lendo os comentários dos senhores Rabelo e Eric, verifico que "parecem" sérios, mas são na verdade, verdadeiras verborreias, uma falácia política mesmo, dessas que alimentam ingenuidades pouco afeitas a uma análise mais criteriosa acerca das sutilezas da história e das complexidades do poder.
    O Filósofo Pablo Capistrano afirma que: rupturas na ordem democrática só se justificam quando servem para implantar uma radicalização maior da própria democracia. Quando nascem com um conteúdo moralista e reacionário, destinado a combater abstrações como “os corruptos” ou “a bandidagem” e defender medidas retoricas vazias como “colocar ordem na casa”; escondem na verdade uma pulsão autoritária recalcada, que traz as marcas de regimes de força que se sucederam de modo miseravelmente constante na história nacional.
    O que está por trás do delírio da “ameaça vermelha” é um recurso mistificador bastante usado pelos liberais para contornar a terrível pergunta que todo mundo nesse mundão de meu deus alguma vez já se fez: “Se o capitalismo é assim tão maravilhoso, porque minha vida é uma merda?”.
    A melhor maneira de negar o fracasso de um sistema é dizer que ele não existe ou que está ameaçado por forças que o sabotam. Esse é o recurso usado pelos liberais ao afirmar que o capitalismo real não é o capitalismo utópico do livre mercado justamente porque a “ameaça vermelha” sabota o projeto liberal. Curiosamente esse era o mesmo argumento usado pelos stalinistas para justificar os Gulags: “não conseguimos implantar ainda o comunismo como prometemos porque a ameaça pequeno burguesa está sabotando nosso projeto, por isso precisamos de um regime de força”.
    Encontrar inimigos, internos ou externos, que sirvam como recurso retórico para desviar a percepção das pessoas acerca dos fracassos das próprias utopias é uma estratégia velha, usada pela esquerda e pela direita.
    Por isso, amigo velho, fique esperto, pra depois não ser surpreendido na curva da esquina. Pois, agora é a hora de mostrar de que lado você samba.

    1. É…e o PT LIXO não é nadinha né? Coitado desses Tolos do PT.
      OBS: Nem moro mais nesse PAIS lixo do brasil, Olho apenas as noticias e mostro aos meus filhos a MERDA de lugar que o pai deles veio,para que eles NUNCA tenham vontade de ir ao brasil. PT é o MAIOR partido LADRAO da historia Luciano PTralha. Boa sorte com esse partido que apenas levou um pais que ja era ruim para o fundo do poço.

    2. Não precisa se revoltar…o PT vai ter que comer muita farinha para chegar ao nível do DEM/Tucanos, estatisticamente os partidos mais corruptos do país disparado. Pesquise, nao vai doer. Pelo comentário, parecer ser um capachinho de gringo….Vai o seguinte, esquece o Brasill e vai lavar prato pra gringo, e calado.

    3. Luciano, tenho pena de patetas fanaticos pelo PT como você é, mas que seja, só para você chorar por que deve ganhar uma bolsa esmola do governo,eu tenho 2 empresas de estacionamento aqui em Lisboa (sabe onde fica?) ganho por semana, mas do que você provavelmente vai ganhar na sua vida ai no Brasil. Aprenda a ser uma pessoa melhor, MUDE essa ideia de "quem fala mal do PT é DEM/TUCANO" saiba de uma coisa "moleque" pq é isso que vc é, aqui o prefeito ganha apenas 5mil euros, o salario minimo é em media de 1mil euros, igualzinho no seu pais ne? ACORDA alienado do PT, teu partido e QUALQUER outro SAO LIXO!!!!!apenas isso LIXO.

    4. Mas os que estão cumprindo pena são os do PT. Nem para roubar esses petralhas são competentes.

    5. TEM GENTE QUE É CEGA DO CEREBRO E NÃO DOS OIOS, CITOU OS PARTIDOS POLITICOS CORRUPTOS E NÃO FALOU DO 1º LUGAR pt.
      vamos ser justos para melhorar essa nação.

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Diversos

Juiz que já condenou traficantes e políticos leva tiro na cabeça no Piauí

 Um juiz que já condenou traficantes de drogas e políticos em Pernambuco levou um tiro na cabeça, no domingo (4), em Bocaina, cidade a cerca de 300 km de Teresina, no Piauí. Edilson Rodrigues de Moura foi socorrido e levado ao Hospital de Teresina, capital do Estado, onde a bala foi retirada.

De acordo com a unidade de saúde, o estado de saúde dele é estável. Segundo a polícia, Moura foi resgatado cosciente e disse que não viu quem atirou. A polícia investiga se as condenações têm relação com o crime.

A vítima é natural de Bocaina, mas trabalhava no Tribunal do Júri de Petrolina, em Pernambuco.

R7

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Diversos

FOTOS: Políticos participam do bloco Baiacu na Vara

O fotógrafo Márlio Forte registrou a folia do Bloco Baiacu Na Vara nesta quarta-feira (5), na Redinha, e que ainda contou com a presença de políticos. Confira abaixo:

baiacu-337 baiacu-357 baiacu-350Fotos: Márlio Forte via Panorama Político – Anna Ruth Dantas – Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. este povo gosta de carnaval ou é ano de eleição, deveriam fazer como Herriquinho passar o carnaval em hotel de luxo em Miami…….

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Política

Lula: “Quando se acredita, pobre não é problema para nenhum país ou governante”

“Quando se acredita, pobre não é problema para nenhum país ou governante”. Foi o que declarou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o encerramento do 2ª Fórum Mundial de Desenvolvimento Econômico Local, em Foz do Iguaçu, no Paraná, nesta sexta-feira. No discurso Lula, fez um resumo dos dez anos de governo petista e ressaltou a aposta como uma das soluções para a guerra contra a pobreza.

– Se o poder público, ao invés de ficar inventando a roda, tiver mais humildade e ouvir a sua população, os anseios locais, vai saber implementar ações verdadeiras de desenvolvimento econômico local – comentou ao sugerir que só começou a vencer as eleições que disputou quando passou a ouvir o povo.

Sobre as eleições de 2014, o ex-presidente procurou evitar declarações diretas sobre quem concorrerá à Presidência pelo PT, mas disse que caso falasse e isso fosse entendido como campanha antecipada poderia ser mais uma vez multado e “não teria dinheiro para apoiar as campanhas de Dilma (para a reeleição) e de Gleisi (Hoffmann) – para o governo do Paraná.

Lula afirmou já ter sido multado quatro vezes por esse motivo.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Ele está certo. Pobre não é problema. O problema é a corrupção, onde o partido dele, lidera de longe, o Rankin dos partidos mais corruptos do país. Eita partidozinho pra ter ladrão, cabra de peia, que merece por muitos anos, puxar uma boa cadeia. A lata do lixo da História do Brasil, em momento oportuno, já espera com ansiedade, guardar para sempre em suas dependências, o lixo moral representado pela Biografia desde cidadão chamado Lula da Silva. Quando o povo se cansar de ser enganado pelo PT e seus cúmplices pelas suas vigarices, a verdade um dia aparecerá.

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Diversos

Mais de 2 mil políticos são flagrados recebendo o Bolsa Família

O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) flagrou, por meio de um levantamento, 2.168 políticos eleitos que teriam recebido dinheiro do Bolsa Família, do governo federal.  De acordo com a pasta, o motivo do cruzamento de dados foi “garantir a qualidade das informações cadastrais e, consequentemente, a focalização do Bolsa Família”. Para isso, foi feito o cruzamento da folha de pagamento do programa de transferência de renda com a base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Um decreto de 2004, proíbe qualquer político eleito e empossado de receber os benefícios do Bolsa Família. Quem foi flagrado neste ato, teve o benefício bloqueado em fevereiro de 2013. Após o bloqueio, o ministério enviou às prefeituras um questionário com perguntas relativas à situação dos políticos identificados.

A lei que versa sobre o tema diz que “será obrigado a efetuar o ressarcimento da importância recebida o beneficiário que dolosamente tenha prestado informações falsas ou utilizado qualquer outro meio ilícito, a fim de indevidamente ingressar ou se manter como beneficiário do Programa Bolsa Família”.

Como o bloqueio do pagamento do Bolsa Família dos 2.168 beneficiários que foram confirmados como políticos eleitos ocorreu no mês de fevereiro de 2013, o único pagamento recebido foi em janeiro deste ano.

Terra

Opinião dos leitores

  1. POLITICO BOM É ESSES AÍ , APROVEITA TUDO. DIANTE DE MONTANTES MAIORES ROUBAR O BOLSA FAMILIA, É FIXINHA.KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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Diversos

Há mais políticos investigados em esquema de fundos de previdência, afirma modelo

 Luciane Hoepers, a “pastinha” mais famosa da quadrilha acusada de lavagem de dinheiro e desvio de recursos de fundos de pensão municipais, nega irregularidades no trabalho que ela e suas colegas faziam e afirma que há mais políticos sendo investigados pela Polícia Federal.

13273617“Existem muitos políticos investigados. Com o tempo, se tiver que ter esclarecimentos, vou fazer, e os envolvidos vão fazer. Não há necessidade de citar agora”, diz a loira de olhos verdes, 33 anos e 1,75 m de altura, em entrevista à Folha.

Luciane não gosta de ser chamada de pastinha, como foram classificadas pela PF as meninas que procuravam prefeitos e gestores de fundos de previdência municipais, levando em pastas propostas de aplicações arriscadas e de rendimento duvidoso.

Ela se define como uma “captadora de clientes”, que oferecia propostas de melhoria da administração dos recursos previdenciários: “Tudo foi feito na legalidade. O trabalho era correto, lícito, de instruir para que eles [prefeitos] tivessem melhor rentabilidade e diversificação nos fundos de previdência”.

O esquema foi desbaratado há duas semanas, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Miqueias. Segundo a PF, o esquema tinha influência no mundo político e era comandado por um doleiro e um policial aposentado.

Se os negócios oferecidos pelas pastinhas fossem fechados, cada uma ganhava uma porcentagem sobre o valor do contrato: “Quando fechava um [negócio] se ganhava uma corretagem sim, admito. De forma idônea”.

Luciane afirma que é credenciada pela CVM (órgão que fiscaliza o mercado financeiro) e formada em administração. Natural de Joinville (SC), ela diz que foi para Brasília reconstruir a vida depois de uma separação traumática do casamento.

Investigadores creem que algumas das mulheres envolvidas no esquema eram prostitutas. Luciane nega: “Qual o problema com uma mulher bonita [trabalhar] no mercado financeiro? Não é por [ser bonita] que precisa dar”.

Segundo ela, a operação da PF foi um “circo”. Luciane ficou presa por cinco dias, três deles no presídio feminino do Distrito Federal: “Foi um trauma. É um canil aquilo”.

Folha

Opinião dos leitores

  1. Os políticos ja tem vontade de roubar por natureza, imaginem com uma galega dessa aliciando, eles empenham ate a mãe!!!

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Finanças

Aumento para deputados chega às Câmaras no ano que vem

O ano de 2013 nem chegou e todo mundo já está de olho no aumento.  O Supremo Tribunal Federal (STF), já anunciou que quer aumento de 7,12% a partir de janeiro de 2013. Reajuste também devem ter deputados, senadores, ministros de Estado e presidente da República. O aumento também repercute nos salário de prefeitos e vereadores  que serão eleitos em outubro. Vamos ver quanto vai ser destinado para os trabalhadores.

Confira na reportagem:

O reajuste aplicado aos subsídios dos deputados, senadores, ministros de Estado e presidente da República, em dezembro de 2010, vai repercutir a partir de janeiro do ano que vem nos salários dos prefeitos e vereadores que serão eleitos em outubro. Isso porque aumentos salariais para os vereadores só podem ser aprovados no final de uma legislatura, valendo para a próxima. Quando tomam posse, eles aprovam o novo salário do prefeito. Essa é a “grande pegada” para as prefeituras em 2013, alerta o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski.

Por conta desse reajuste e do crescimento médio anual das despesas dos legislativos municipais em cerca de 10%, os gastos com os vereadores devem pular de R$ 9,5 bilhões em 2011 para cerca de R$ 15 bilhões em 2013. A estimativa é que, tendo como parâmetro os salários dos deputados estaduais — que, por sua vez, têm como base o que ganham os federais —, os vereadores poderão reajustar seus vencimentos em até 60%.

Média de gastos chega a 3,5%

O presidente da CNM considera altos os custos das câmaras, mas aponta como culpados maiores a Câmara dos Deputados e as assembleias.

— A maioria das câmaras está ajudando os municípios e gastando abaixo do permitido. Mas esses gastos vão aumentar muito ano que vem por causa da decisão dos deputados e senadores de elevarem seus salários para o teto — diz Ziulkoski, referindo-se ao “efeito cascata”. — O parâmetro para os novos vereadores é o salário do deputado, o que pode significar aumento de até 60%, mas vai depender do orçamento de cada município. Uns vão dar 20%, outros, 30%. Quem critica vereador tem que ver, primeiro, o que fez o deputado em Brasília.

As prefeituras podem gastar de 3,5% a 7% de suas receitas tributárias próprias — as transferidas do exercício anterior — com os legislativos municipais, dependendo do número de habitantes. Segundo estudo da CNM, em média, os municípios gastaram em 2011 3,5% de suas receitas, contra 3,8% em 2010. E há os que gastam o teto. Mas nem sempre a prestação de contas é tão clara.

Sobre essa questão da transparência e da fiscalização, Ziulkoski diz que legislação no Brasil, para isso, não falta:

— O que falta é o cidadão cobrar mais. Tem que haver uma mudança de cultura, ele tem que exigir novos padrões de comportamento dos políticos. Acho que 99% não sabem o que acontece na política.

 

 

Fonte: O Globo

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Jornalismo

Eleições 2012: Quase metade dos candidatos concorre fora do estado natal

Quase metade dos candidatos a prefeito nas capitais brasileiras não nasceram no Estado onde concorrem – há de tudo: gaúchos em São Paulo, candidato jovem paulista tentando sua primeira eleição em outro estado, e dois estrangeiros: um paraguaio e um chileno. Em pelo menos três capitais, os “forasteiros” são a maioria na disputa. O levantamento foi realizado com base nas informações preliminares do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que ainda não divulgou as informações de Belém (PA), Florianópolis (SC) e Maceió (AL).

Segundo o TSE, em Palmas (TO) não haveria nenhum candidato nascido no Estado concorrendo à prefeitura. Adail Pereira (PSDC) é natural de Ponte Alta do Tocantins, cidade goiana, segundo o TSE. Já a Confederação Nacional dos Munícipios afirma que a cidade faz parte de Tocantins. Sendo assim, o democrata-cristão é o único a concorrer no mesmo estado que nasceu. Aberlado Gomes Ferreira (Psol), é de Alto Parnaíba (MA), mesmo Estado do candidato do PRB, Dr. Luciano. Marcelo Lelis (PV) e Luana Ribeiro (PR) são de Goiás. Carlos Amastha (PP) nasceu fora do País: na Colômbia. Do Paraná, o representante é Fábio Ribeiro (PTdoB).

Em Cuiabá (MT), dois conterrâneos concorrem com um paranaense (Adolfo Grassi, do PPL), um mineiro (Carlos Brito, do PSD) e dois goianos (Ludio Frank do PT e Mauro Mendes, do PSB). Natural de Anápolis, Mendes tenta a prefeitura de Cuiabá desde 2008 e encabeça a lista dos candidatos mais ricos nas capitais.

Em Porto Velho (RO), a situação se repete: são nove postulantes – apenas quatro são de Rondônia. Os outros candidatos são do Mato Grosso do Sul (Aloizio Vidal, do Psol), de Minas Gerais (José Augusto, do PMDB), do Mato Grosso (Lindomar Garçom, do PV) e do Rio de Janeiro (Mauro Nazif, do PSB). Com 25 anos, a vereadora Mariana Carvalho (PSDB) disputa sua primeira eleição majoritária na capital de Rondônia, distante do estado onde nasceu: São Paulo.

Em um cenário com seis candidatos, Natal (RN) tem três potiguares (Rogério Simonetti do PSDB, Hermano Morais do PMDB e Roberto Lopes PCB) contra um mineiro (Fernando Mineiro do PT) e dois cariocas: o professor Robério (Psol) e Carlos Eduardo Alves (PDT) que, embora faça parte do clã Alves, conhecida família na região, nasceu na capital fluminense.

Em Boa Vista (RR), a disputa também está dividida: dois candidatos da capital concorrem contra Mecias de Jesus (PRB), de Graça Aranha (MA), e Maria Teresa (PMDB), de São Manuel (SP). O mesmo acontece em Vitória (ES), são três capixabas contra três “estrangeiros”: o carioca Edson Ribeiro (PSDC), e dois mineiros: Iriny Lopes (PT) e Montalvani de Sousa Lima (PRTB).

As outras capitais seguem a tendência de ter a maioria dos candidatos do próprio Estado. Em Campo Grande (MS), a maioria é sul-mato-grossense, mas a disputa é acirrada com três paulistas: professor Sidney (Psol), Suél Ferranti (PSTU) e Edson Giroto (PMDB).

Em São Paulo, dois gaúchos estão na disputa: Ana Luíza (PSTU) e José Maria Eymael (PSDC). Há ainda um mineiro de Mutum, Levy Fidelix (PRTB), e um paranaense de Porecatu, Paulinho da Força (PDT) – a maioria deles concorre na capital paulista há anos. No Rio, entre cariocas, existem um mineiro (Cyro Garcia) e um sergipano (Otavio Leite do PSDB). Um estrangeiro bem carioca está na lista: Rodrigo Maia (DEM) nasceu no Chile. Paulistas e cariocas também estão na disputa de Salvador (BA) – são os únicos “estrangeiros” no meio da maioria baiana.

Em Manaus, há dois catarinas (Vanessa Grazziotin do PCdoB e Henrique Oliveira do PR) e um pernambucano: Jeronimo Maranhão (PMN). Em Rio Branco, há um paulista (Marcus Alexandre do PT). Tião Bocalom, político conhecido no Acre, não é do Estado, mas sim de Bela Vista do Paraíso, cidade paranaense.

Em Recife (PE), o único intruso é o petista Humberto Costa, que é de São Paulo. Assim como em Porto Alegre: Wambert di Lorenzo (PSDB) vem da Paraíba. O que não chega a acontecer em Belo Horizonte (MG) e João Pessoa (PB): nessas capitais todos são mineiros e paraibanos, respectivamente.

Fonte: Terra

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Política

Os “gênios” políticos

O Blog reproduz excelente artigo do Jornalista Laurence Bittencourt no seu blog Espaço Livre no Nominuto.com. Atualíssimo…

O que mais espanta diante do acordo entre o PT e o PP em São Paulo, ou seja, entre Lula e Maluf com direitos a abraços e afagos, em que a ética foi mais uma vez e vergonhosamente rasgada, não é o silencio dos petistas seja por vergonha, horror, reprovação, ou mesmo vá lá, para alguns, cinismo, o que mais espanta é ouvir comentários aqui mesmo em nosso Estado de que com esse acordo Lula mais uma vez mostra-se “um gênio político”.

Em nosso país ser “gênio politico” é não ter o menor compromisso com a ética, com a cidadania, com a coletividade e sim pensar no ganho politico. É isso que eles chamam de “avanço”. E ainda acusam os americanos de egoístas.

Ser “gênio” politico em nosso país é o mesmo que ser contraventor politico. Ser “gênio” politico em nosso país é infringir a lei, é burlar a lei, é “dar a volta por cima” mesmo diante da condenação penal e dos escândalos comprovados em relação aos recursos chamados de públicos.

Aqui no “pequenino” Rio Grande do Norte há uma penca de “gênios” políticos quase todos os dias saudados de alguma forma em nossa mídia. Basta acompanharmos os “acordos” oportunísticos entre “esquerda” e “direita” seja na capital, nas chamadas cidades médias e nas cidades pequenas do interior do Estado.

Ser “gênio” politico mesmo sendo mau caráter comprovado e contumaz é ser aplaudido e reverenciado diante da “lei”, diante dos escândalos.

No Brasil ser contraventor, transgressor diante da ética e da lei é ser aplaudido como “pragmático”. Ainda mais quando são “reeleitos”.

O fato de sermos o que somos enquanto “nação” e acompanharmos os “crimes” diários nos hospitais públicos, nas ruas com a falta de segurança, se explicam devidamente por essas posturas.

Só no Brasil ser “gênio” politico é ser um contraventor. Somos o país dos “gênios” políticos. E a vida, com os seus crimes diários, essa continua lá fora.

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