A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) tomou uma medida radical há cerca de uma semana: decidiu cortar a energia do Presídio de Alcaçuz. E a medida já trouxe resultados. Nada de mais grave é registrado na unidade desde então.
Pelo que o blog foi informado, com a medida adotada, os bandidos não tem energia para recarregar os celulares, não tem energia para ligar os ventiladores nos túneis que estavam acostumados a cavar para ligar os ventiladores nos túneis que estavam acostumados a abrir.
Resultado disso? Sem ocorrências de maior gravidade desde então. A medida é um sinal de que, quando se joga duro contra criminosos, os resultados aparecem.
A definição dos novos ministros da Justiça e da futura Segurança Pública virou um problema para o presidente Lula. Os principais nomes indicados têm apoio político, mas também enfrentam resistência dentro do próprio governo. As informações são da coluna do jornalista Igor Gadelha, no Metrópoles.
O ex-ministro Tarso Genro chegou a ser sugerido, mas não agradou ao presidente. Já o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, é próximo de Lula, porém encontra oposição na Casa Civil, comandada por Rui Costa.
Outro cotado, Vinícius Marques de Carvalho, atual ministro da CGU, não tem apoio da ala jurídica do governo para assumir a Justiça.
Novo Ministério da Segurança Pública
A disputa pela nova pasta também é acirrada. O Conselho de Secretários Estaduais tenta emplacar Chico Lucas, secretário do Piauí. Já Wellington César, ex-secretário da Presidência, é defendido por Rui Costa. Sem consenso, Lula ainda não definiu os nomes para os dois ministérios.
O dia 19 de janeiro marcará um momento histórico para Caiçara do Rio do Vento. Na data da emancipação política, a gestão da prefeita Ceiça Lisboa realiza a entrega de um pacote expressivo de obras e ações, consolidando avanços nas áreas de infraestrutura, saúde, mobilidade e modernização administrativa.
Entre as entregas está a recuperação das estradas vicinais da Serra da Gameleira, garantindo melhores condições de acesso, segurança e mobilidade para moradores da zona rural e para o escoamento da produção local. A região também recebe a urbanização da entrada da Serra da Gameleira, valorizando o principal acesso à comunidade e fortalecendo a identidade local.
Outro avanço importante é a implantação da iluminação pública em LED, que amplia a segurança, gera economia e promove a modernização dos espaços urbanos.
Na área da saúde e da gestão pública, a Prefeitura entrega quatro novos veículos para a frota municipal, sendo duas ambulâncias, que reforçam o atendimento à população, e dois veículos administrativos, que garantem mais eficiência aos serviços públicos.
O pacote inclui ainda a recuperação e modernização da sede da Prefeitura, proporcionando melhores condições de trabalho aos servidores e mais qualidade no atendimento ao cidadão.
“Nossa missão é cuidar das pessoas e fazer a cidade avançar. Entregar obras no dia da emancipação simboliza respeito à história e responsabilidade com o futuro do nosso município”, destacou a prefeita Ceiça Lisboa.
Aposentados e pensionistas do Governo do Estado estão revoltados na manhã deste sábado (10) e não param de enviar mensagens ao BLOGDOBG, afirmando que até o momento não receberam o 13º salário, prometido pelo governo Fátima para sexta-feira, 9 de janeiro.
É atraso por cima de atraso. O governo estadual não consegue cumprir prazos e nem promessas.
Sindicatos já estão organizando protesto próxima segunda-feira (12), em frente à Governadoria para cobrar o recebimento do 13º salário.
Pelo menos 61 pessoas foram presas na Nicarágua por comemorarem ou demonstrar apoio à captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro nas redes sociais, informou nesta sexta-feira (9) o grupo de direitos humanos Monitoreo Azul y Blanco.
Maduro foi detido por forças dos Estados Unidos em Caracas no último sábado (3) e levado a Nova York para ser julgado por acusações de tráfico de drogas e outros crimes.
Segundo a ONG, as detenções ocorreram de forma arbitrária e sem ordem judicial, baseadas apenas em publicações online, comemorações privadas ou recusa em divulgar a propaganda oficial.
As prisões foram registradas em pelo menos oito departamentos do país, incluindo Managua, Matagalpa, Chontales, Jinotega, Chinandega, Estelí, Granada e Masaya, além das regiões do Caribe Norte e Sul.
Do total, 49 continuam detidos sem informações sobre sua situação legal, nove foram liberados após a prisão e três permanecem temporariamente retidos.
A organização denunciou que a repressão constitui violação dos direitos humanos e fez apelo à comunidade internacional para atenção ao caso.
Uma campanha difamatória contra o Banco Central (BC), após a liquidação do Banco Master, expôs uma rede de agências de marketing, influenciadores e políticos envolvidos na defesa da instituição nas redes sociais.
O caso veio à tona após o vereador Rony Gabriel (PL-RS) revelar que recebeu uma proposta chamada “Projeto DV” — iniciais de Daniel Vorcaro, dono do banco — para publicar conteúdos favoráveis ao Master.
Segundo a Febraban, autoridades e instituições ligadas à liquidação sofreram ataques coordenados no fim de 2025. O contato com o gabinete do vereador foi feito por André Salvador, sócio da Unltd Network Brazil, que ofereceu um contrato com cláusula de sigilo e multa de R$ 800 mil por quebra de confidencialidade.
Outra influenciadora, Juliana Moreira Leite, também recebeu proposta semelhante por meio de Júnior Favoreto, ligado à agência Portal Group. Um comunicador de São Paulo aceitou o pagamento, mas depois devolveu o dinheiro.
O repasse financeiro partiu da Miranda Comunicação, empresa de Thiago Miranda, ex-CEO do Grupo LeoDias. O jornalista Léo Dias negou qualquer envolvimento com o caso.
Mensagens enviadas aos influenciadores incluíam vídeos-modelo de perfis como Carol Dias, Paulo Cardoso, Marcelo Rennó, André Dias e o perfil Alfinetei, que publicaram críticas à liquidação do Master e levantaram suspeitas sobre a atuação do BC.
As postagens foram feitas no mesmo período, com discurso semelhante, questionando a “rapidez” da liquidação — processo que durou mais de cinco meses — e sem identificação de publicidade.
Apesar das semelhanças, os influenciadores negam articulação conjunta. A maioria deles não atua no mercado financeiro e produz conteúdo voltado a entretenimento.
Agências citadas
Portal Group
Sócia: Maria Isabel Barreiros Favoreto. Júnior Favoreto, filho da dona da agência, fez contato com Juliana Moreira Leite e um influenciador de São Paulo, segundo matéria do g1.
Unltd Network Brazil
Sócios: Gabriel Silva, Anderson Nunes da Rosa e André Silva Salvador. Este último fez contato com um assessor do vereador Rony Miranda (PL-RS), oferecendo o contrato de confidencialidade do Projeto DV.
Miranda Comunicação
Sócio: Thiago Miranda Silva. O comprovante de transação entre Júnior Favoreto e um influenciador anônimo de São Paulo mostra que o dinheiro saiu da conta de Thiago Miranda, dono da Miranda Comunicação. Ele é um dos sócios de uma empresa do jornalista e empresário Léo Dias, que nega relação com o caso.
Perfis que publicaram conteúdo pró-Banco Master
Alfinetei (25,3 milhões de seguidores)
Carol Dias (7,4 milhões de seguidores no Instagram)
A saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça e Segurança Pública foi oficializada em edição extra do Diário Oficial da União desta sexta-feira (9).
O secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto assumiu o comando da pasta de forma interina, até que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defina o novo ministro.
Entre os nomes cotados está Wellington César Lima e Silva, jurista com boa relação com Lula e com a ala baiana do governo. Ele já chefiou o ministério em 2016, no governo Dilma Rousseff, e atualmente era secretário de Assuntos Jurídicos da Casa Civil.
Outro nome lembrado é o do ministro da Educação, Camilo Santana, um dos principais quadros do PT e aliado próximo do presidente. Ele se reuniu com Lula na quinta-feira (8), mas o conteúdo do encontro não foi divulgado.
Lewandowski entregou a carta de demissão ao presidente na quinta-feira (8), antes da cerimônia dos atos de 8 de Janeiro. No documento, afirmou que deixa o cargo por motivos pessoais e familiares. Ele estava à frente da pasta desde fevereiro de 2024, após se aposentar do STF.
O influencer e vereador de Erechim (RS) Rony Gabriel afirmou ao programa ‘Estúdio i’, no canal GloboNews, que o responsável pela agência que o contactou com uma proposta milionária para descredibilizar o Banco Central e defender o Banco Master nas redes sociais “disse claramente” que “era de interesse de Daniel Vorcaro”.
Rony afirmou que recusou o negócio e que nem chegou a perguntar o valor que receberia. “Me falaram que tinham um valor disponível para isso. Não cheguei a ouvir nem a perguntar o valor, mas deixaram claro que era uma proposta milionária“.
Segundo Rony, a procura foi feita pelas redes sociais e depois pelo WhatsApp através de um assessor. A proposta previa um contrato com cláusula de confidencialidade de R$ 800 mil em caso de quebra do acordo.
O parlamentar afirmou que chegou a receber modelo de vídeos feitos por outros influenciadores com o roteiro que deveria ser adotado na publicação.
Após a denúncia, a Polícia Federal informou que vai abrir um inquérito para investigar se influenciadores foram contratados para gravar conteúdos contra o BC e a favor do Master.
Ao Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa de Daniel Vorcaro afirmou que nega qualquer participação em práticas de disseminação de desinformação contra o Banco Central. No documento, os advogados solicitam a abertura de uma investigação para apurar a propagação do que classificam como fake news e crimes contra a honra.
O Brasil concedeu o status de refugiado a 164 mil pessoas entre 2019 e 2024, segundo dados do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare). Deste total, 148 mil são venezuelanos, o que representa cerca de 90% dos reconhecimentos no período.
O predomínio dos venezuelanos nas estatísticas migratórias é uma tendência constante: em 2020, 96% dos refugiados reconhecidos eram do país vizinho; em 2023, o percentual chegou a 97%.
O número de venezuelanos residentes no Brasil também cresceu muito nas últimas décadas, passando de cerca de 2,8 mil em 2010 para mais de 271 mil em 2022, de acordo com o último censo do IBGE.
Para obter refúgio no país, o solicitante deve comprovar medo de perseguição por motivos como raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opinião política, ou ter deixado seu país por grave e generalizada violação de direitos humanos, conforme previsto na Lei de Refúgio.
O Conare, vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, analisa os pedidos, conduz entrevistas e decide sobre a concessão do status. Somente os casos deferidos entram nas estatísticas oficiais de refugiados reconhecidos.
O avanço da crise na Venezuela e eventos recentes têm levado o governo brasileiro a monitorar um possível aumento no fluxo migratório, especialmente pela fronteira de Roraima, principal porta de entrada.
Em entrevista exclusiva ao New York Times na última quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que seu poder como comandante-em-chefe é limitado apenas por sua “própria moralidade”, ignorando o direito internacional e outros mecanismos de controle sobre sua capacidade de usar a força militar para atacar, invadir ou coagir nações ao redor do mundo.
Questionado sobre a existência de algum limite para seus poderes globais, Trump disse:
— Sim, há uma coisa. Minha própria moralidade. Minha própria mente. É a única coisa que pode me impedir — declarou o presidente. — Não preciso do direito internacional. Não quero ferir ninguém.
Quando pressionado sobre se seu governo precisava obedecer ao direito internacional, Trump disse: “Sim”. Mas deixou claro que ele seria o árbitro quando tais restrições se aplicassem aos Estados Unidos.
— Depende da sua definição de direito internacional — disse ele.
A avaliação de Trump sobre sua própria liberdade de usar qualquer instrumento de poder militar, econômico ou político para consolidar a supremacia americana foi o reconhecimento mais direto até o momento de sua visão de mundo. Em sua essência, está o conceito de que em vez de leis, tratados e convenções, a força nacional deve ser o fator decisivo quando as potências colidem.
Ele reconheceu algumas limitações internas, mesmo enquanto perseguia uma estratégia maximalista de punir instituições de que não gosta, exigir retribuição contra oponentes políticos e mobilizar a Guarda Nacional para cidades, apesar das objeções de autoridades estaduais e locais.
Planos para a América Latina
Ele deixou claro que usa sua reputação de imprevisibilidade e sua disposição para recorrer rapidamente à ação militar, muitas vezes a serviço da coerção de outras nações. Durante a entrevista ao Times, ele recebeu um longo telefonema do presidente Gustavo Petro, da Colômbia, que estava claramente preocupado após repetidas ameaças de que Trump estaria considerando um ataque ao país semelhante ao sofrido pela Venezuela.
— Bem, estamos em perigo — disse Petro em uma entrevista ao NYT pouco antes da ligação. — Porque a ameaça é real. Foi feita por Trump.
A ligação entre os dois líderes, cujo conteúdo não foi divulgado oficialmente, foi um exemplo de diplomacia coercitiva em ação. E ocorreu poucas horas depois de Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio, terem retirado os Estados Unidos de dezenas de organizações internacionais destinadas a fomentar a cooperação multinacional.
A definição dos novos comandos do Ministério da Justiça e do futuro Ministério da Segurança Pública se transformou em mais um foco de tensão no governo Lula. Embora existam vários nomes colocados à mesa, quase todos enfrentam resistências internas, seja por disputas entre alas do governo, seja por objeções diretas do próprio presidente.
A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Entre os cotados, o ex-ministro Tarso Genro chegou a ser apresentado a Lula, mas não empolgou o petista, segundo interlocutores do Planalto. Já o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, é homem de confiança do presidente e conta com sua simpatia, mas encontra forte resistência dentro da Casa Civil, comandada por Rui Costa.
Outro nome que gera divisão é o do atual ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius Marques de Carvalho, citado como possível substituto de Ricardo Lewandowski na Justiça. Apesar da proximidade com o governo, ele não agrada à ala jurídica do Planalto, que vê sua indicação com ressalvas.
Para o futuro Ministério da Segurança Pública, a disputa é ainda mais acirrada. O Conselho de Secretários Estaduais da área tenta emplacar Chico Lucas, secretário no Piauí, enquanto Rui Costa defende Wellington César, ex-secretário de Assuntos Jurídicos da Presidência. O impasse mantém Lula pressionado e sem consenso à vista.
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