Presídio que irá receber Lula abriga Nardoni, Gil Rugai e Cravinhos

Reprodução Google Maps

O juiz Paulo Eduardo de Almeida Sorci, da Justiça de São Paulo, determinou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpra pena no presídio de Tremembé, a 133 km da capital paulista. Dessa forma, Lula estará na mesma unidade que presos que cometeram crimes de repercussão nacional, como Alexandre Nardoni, Cristian Cravinhos e Gil Rugai.

A decisão do magistrado ocorre horas após a decisão de transferência de Lula da carceragem da PF (Polícia Federal) em Curitiba para São Paulo, assinada pela juíza substituta Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, na manhã desta quarta-feira (7).

O PT (Partido dos Trabalhadores) e a defesa de Lula disseram, por sua vez, que a transferência é mais um ato de perseguição e que irá recorrer da decisão, alegando que a transição pode não ser necessária caso o STF (Supremo Tribunal Federal) acate o pedido da defesa que pede a suspeição do ex-juiz Sergio Moro, o que indicaria que ele não agiu de forma imparcial no processo do tríplex no Guarujá, em que o ex-presidente foi condenado. Caso isso ocorra, o processo é anulado, e Lula é colocado em liberdade.

Enquanto o recurso que será impetrado pela defesa de Lula não tenha efeito, conheça, a seguir, alguns dos detentos que estão alocados na Penitenciária de Tremembé II, de nome oficial Dr. José Augusto Salgado.

O ex-policial militar Mizael Bispo dos Santos foi condenado, em 2013, a 20 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato da ex-namorada, a advogada Mércia Nakashima, em maio de 2010.

O motoboy Lindemberg Alves, de 25 anos, foi condenado a 98 anos e 10 meses de prisão por matar a ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, e por outros 11 crimes, ocorridos em outubro de 2008.

Alexander Nardoni foi sentenciado a 30 anos e dois meses de prisão por matar a filha Isabela, na época com cinco anos e jogada do 6° andar do prédio onde morava. Em abril deste ano, a Justiça concedeu a Nardoni a progressão de pena para o regime semiaberto.

Cristian Cravinhos foi condenado a 38 anos e seis meses de prisão pela morte do casal Marisia e Manfred von Richthofen, em 2002, em São Paulo. Ele, seu irmão Daniel e a namorada Suzane von Richthofen, filha do casal, planejaram e executaram o assassinato do casal na casa da família.

O ex-seminarista Gil Rugai foi condenado a 33 anos e nove meses de prisão pelo assassinato do pai e da madrasta, em Perdizes, na zona oeste de São Paulo, em 28 de março de 2004.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arnaldo de Castro disse:

    Nós só iremos entender direito o que está acontecendo no Brasil com o distanciamento do tempo. Por enquanto é só desfile de ódio cego.

    • Ceará-Mundão disse:

      Perdão, meu caro, mas o que falta entender? A fantástica roubalheira que vem ocorrendo desde o chamado mensalão, com a condenação de muita gente "graúda" não lhe parece suficiente? E a difícil situação por que passa o nosso país, incluindo estados e municípios, onde nada funciona a contento, também não lhe sugere nada? E o que dizer do apoio dos governos do PT a incontáveis ditaduras "amigas", inclusive lhes custeando com o nosso suado dinheiro, enquanto o nosso Brasil continua com tantas carências, isso também não lhe diz nada? Creio que seu problema não se resolverá apenas com"distanciamento".

  2. nasto disse:

    Além de mofar na cadeia deviam exigir a devolução de todo dinheiro roubado. LADRÃO

  3. JOAO MARIA disse:

    ESTA TRANSFERÊNCIA GEROU DESEMPREGO, A ONDE VÃO COLOCAR O PESSOAL DO ACAMPAMENTO QUE RECEBIA 50 TODO DIA????

  4. Gustavo disse:

    O lugar dele é junto aos piores e mais nefastos bandidos.

  5. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Coloca esse vagabundo dentro dessa cela e atire a chave FORA , esse bosta doou milhões de dólares para países de DITADURA

    • Zumbido disse:

      O ódio ė proprio dad pessoas quem não tem qualquer tipo de respeito pelo set humamo.

  6. Manoel disse:

    Ow meu Deus! Tô morrendo de pena dos demais presos lá: vão ter agora a companhia de um bandido que roubou bilhões de reais de todos…

Traficante que tentou escapar de presídio vestido de mulher é encontrado morto em cela no Rio

Clauvino da Silva, em destaque, tentou deixar o presídio de Bangu 3 com uma máscara de silicone — Foto: Montagem sobre foto de Divulgação/Seap

O preso que tentou fugir do Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, vestido de mulher foi encontrado morto, na manhã desta terça-feira (6), em sua cela no presídio de segurança máxima Bangu 1.

Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), Clauvino da Silva, de 42 anos, conhecido como Baixinho, teria se enforcado com um lençol.

O corpo de bombeiros foi chamado, e será realizado o registro de ocorrência. Também será instaurada uma sindicância para apurar os fatos. A Seap informou que todas as celas de Bangu 1 são individuais.

Tentativa de fuga

Na semana passada, Clauvino tentou sair pela porta da frente vestido de mulher. Segundo a Seap, o preso iria deixar a sua filha dentro da cadeia e vestiu a roupa dela para tentar a fuga.

Os inspetores penitenciários perceberam a atitude suspeita e interromperam o plano de fuga. O traficante, a sua filha e mais sete visitantes foram encaminhados à delegacia. Entre eles, estava uma grávida. Os agentes suspeitam que a máscara e os óculos entraram no presídio com ela, já que gestantes não são revistadas.

Clauvino estava condenado a 73 anos e 10 meses de prisão e tinha outra fuga em seu histórico no sistema penitenciário. Em fevereiro de 2013, Baixinho estava entre os 31 presos que fugiram do Instituto Penal Vicente Piragibe, em Gericinó. Na ocasião, ele conseguiu deixar a unidade pelo esgoto.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. TALES disse:

    Ótima notícia, o FDP ia deixar sua filha dentro do presídio, já está conversando com o Cão.

Pergunta às vítimas deles, diz Bolsonaro sobre mortos em presídio

Ao sair do Palácio da Alvorada, na manhã desta terça-feira(30), Jair Bolsonaro disse que só comentaria sobre a mortes de 57 pessoas no presídio de Altamira depois que as vítimas dos presos se manifestassem.

“Pergunta para as vítimas dos que morreram lá o que eles acham.”

O massacre é o maior ocorrido em um presídio desde o de Carandiru, em 1992, quando 111 internos foram assassinados.

O Antagonista e Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Parabéns presidente!!! Assassino, estuprador, ladrão, corrupto, hacker, é pra se FXDXEX!!!!!! Chega de colocá-los no lugar de vítimas, essa era já passou!!!!! Se fosse pra nos preocuparmos com esses meliantes teríamos eleito o Andrad…

Rebelião deixa 52 mortos no presídio de Altamira, sudoeste do Pará

Detentos do Centro de Recuperação Regional de Altamira, no sudoeste do Pará, fizeram uma rebelião por cerca de cinco horas na manhã desta segunda-feira (29). De acordo com a Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe), 52 detentos foram mortos, sendo 16 deles decapitados e o restante asfixiado. Dois agentes penitenciários, que chegaram a ficar reféns, foram liberados.

Uma briga entre organizações criminosas provocou a rebelião. Segundo a Susipe, internos do bloco A, onde estão custodiados presos de uma organização criminal, invadiram o anexo onde estão internos de um grupo rival. A Superintendência ainda não identificou os grupos.

Posteriormente, a sala foi trancada e os presos atearam fogo no local. A fumaça invadiu o anexo e alguns detentos morreram por asfixia, de acordo com a Susipe. A ação começou às 7h e terminou por volta das 12h.

Uma cúpula da Segurança Pública do Pará viaja para Altamira, para acompanhar o caso, na tarde desta segunda. A unidade prisional tem capacidade para 200 detentos, mas era ocupado por 311 presos.

Esse é o segundo maior massacre em presídios de 2019. Em maio, 55 presos foram mortos sob custódia do estado no Amazonas.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Turci disse:

    Massacre ou Favor? Massacre seria se fossem inocentes. Os bandidos matadores de colegas fizeram grande Favor à sociedade.

FOTO: Celular do tamanho de uma tampa de caneta é apreendido em presídio

Foto: Reprodução

gentes penitenciários apreenderam, nesta segunda-feira, um aparelho de telefone celular do tamanho da tampa de uma caneta. A apreensão foi feita durante uma inspeção geral na Penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, na Baixada Fluminense(RJ).

De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), o celular estava escondido no interior de uma cela da unidade penal. Além disso, a revista feita por 200 agentes, em parceria com a 3ª Promotoria de Justiça de Execução Penal do Ministério Público do Rio, encontrou outros 88 celulares, um roteador, seis chips, oito relógios e pouco mais de R$ 1,5 mil .

Os agentes apreenderam ainda 90 gramas de cocaína e 700 gramas de maconha.

O Globo

Marcola e outros líderes do PCC são transferidos para presídio em Brasília

Inaugurada em outubro de 2018, Penitenciária Federal de Brasília é de segurança máxima (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Quatro líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foram transferidos, hoje (22), da Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, para a Penitenciária Federal de Brasília, perto do Presídio da Papuda. Além de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, integram o grupo Cláudio Barbará da Silva, Patrik Wellinton Salomão, e Pedro Luiz da Silva Moraes, o Chacal.

Inaugurada em outubro de 2018, a Penitenciária Federal de Brasília é uma das cinco unidades de segurança máxima federais destinadas a isolar presos condenados e provisórios sujeitos ao Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), líderes de organizações criminosas e réus colaboradores presos ou delatores premiados que correm risco de vida no sistema estadual.

Os presos foram trazidos de Porto Velho para a capital federal em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). Toda a operação foi acompanhada por agentes e viaturas da Polícia Federal (PF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), além de batedores e helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a transferência é parte dos protocolos de segurança pública que preveem, entre outras medidas, a alternância de abrigo dos detentos de alta periculosidade ou integrantes de organizações criminosas.

Assim como em Porto Velho, policiais da Força Nacional de Segurança Pública reforçarão a proteção do perímetro da penitenciária federal.

Considerado o principal líder do PCC, Marcola tinha sido levado para Porto Velho no dia 13 de fevereiro, quando 22 presos – apontados como líderes da organização criminosa – foram transferidos do presídio de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, para penitenciárias federais.

Criminosos queriam resgatar Marcola

Na ocasião, promotores do Ministério Público de São Paulo afirmaram que a organização planejava tentar resgatar Marcola. “Os alvos da ação já teriam gasto dezenas de milhões de dólares nesse plano, investindo fortemente em logística, compra de veículos blindados, aeronaves, material bélico, armamento de guerra e treinamento de pessoal”, afirmaram os promotores ao pedir à Justiça que autorizasse a transferência dos detentos para o sistema federal.

Presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), Edvandir Felix de Paiva disse a jornalistas – logo após sair de reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, – que a transferência de líderes de organizações criminosas é uma prática comum, empregada para garantir o isolamento e, assim, tentar quebrar a cadeia de comando das facções em todo o país.

“Temos que ter condições de isolar os presos e retomar [o controle das] penitenciárias. Este é um dos caminhos vitais para combatermos as facções criminosas e a violência no país”, disse Paiva, destacando que o emprego das forças de segurança durante toda a movimentação visa a “evitar qualquer sobressalto”.

“A movimentação destes líderes de facções criminosas é necessária para isolá-los. Vir para Brasília, onde há um presídio de segurança máxima, é absolutamente natural. Não vejo nenhum prejuízo para a população do Distrito Federal. O presídio é novo – chamaram mais servidores – e terá condições de receber os presos com tranquilidade”, finalizou Paiva.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silva disse:

    E o dinheiro público, vai sendo jogado fora!!
    Daqui a uns dias, mandam ele novamente p Mossoró!

  2. J. C. PEREIRA disse:

    Observo como desinformação em relação a os últimos acontecimentos principalmente políticos ocorridos nos últimos meses no Brasil os medíocres relatos e que são os atributos de alguns abestalhados crônicos e antagônicos rancorosos que só sabem falar mau do LULA e PT. São analfabetos políticos fazem mal a sim próprio, esses elementos são inconsequentes sem consciências não se sustentam suas declarações só tem uma finalidade a difamação, são cruéis e semeadores do ódio. Eles só tem como corruptos o PT, não enxergam as milícias que estão dando as cartas e entregando nosso patrimônio, doze aeroportos do Brasil, incluindo os de Recife, João Pessoa, Maceió, Aracaju, Campina Grande, Juazeiro CE os demais na região Norte e Centro Oeste, foram doados por 2,35 bilhões para se ter uma ideia esses mesmos aeroportos receberam 9,5 bilhões de investimentos do governo federal antes da copa. Hoje foi leiloado os portos de Cabedêlo -PB e Vitória -ES por 340 milhões. E só PT E LULA são ladões

  3. Lularápio disse:

    LULA QUER TER A MAIOR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DO BRASIL. LULA É O CHAPO O CHEFE DA ORCRIM.

  4. Cigano Lulu disse:

    Marcola agora vai proferir suas "palestras" em Brasília?
    Isto é o que se pode chamar de "injustiça com Lula"!
    Só falta agora esse invejoso também querer ciar o Instituto Marcola.

COM SANDÁLIAS DA HUMILDADE(FOTO): Governador do RJ Pezão é flagrado participando do hasteamento da bandeira em presídio

Reprodução: TV Globo

O governador Luiz Fernando Pezão, preso desde o dia 29 de novembro no Batalhão Especial Prisional, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, participou mais uma vez na rotina militar do presídio. Ele foi flagrado, por cinegrafista em helicóptero da Rede Globo, durante o hasteamento da Bandeira Nacional, que acontece toda sexta-feira às 8h. Ele também é obrigado a ficar em forma durante a apresentação militar.

Pezão também tem que ajudar nos trabalhos do presídio, como contribuir com a manutenção de uma horta que existe no local. A rotina no presídio também inclui direito a banho de sol e a atividades físicas durante as manhãs.

Em relação às refeições, ele deve almoçar e jantar no “rancho”, o refeitório do presídio militar. O cardápio será o mesmo que qualquer preso come e oferecido pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap). Ele também terá que cortar o cabelo e fazer a barba, conforme padrão militar.

O governador está em uma sala do Estado Maior sem grades e com apenas uma porta. Contrastando com o luxo do Palácio Laranjeiras, no local existem somente uma cama e um vaso sanitário. Na ala onde o político ficará existem várias câmeras de segurança e outros preso em outras salas.

Operação Boca de Lobo

Pezão foi preso no dia 29 de novembro durante da operação Boca de Lobo, nova fase da Operação Lava Jato deflagrada pela Polícia Federal. A ação investigou a quadrilha que roubou os cofres do estado. O governador recebeu voz de prisão no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governo do estado, quando tomava café da manhã.

As investigações indicam que Pezão recebeu mais de R$ 25 milhões em propina entre os anos de 2007 e 2014, período em que foi secretário de Obras e vice-governador de Sérgio Cabral. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, destacou na petição em que pediu a prisão do governador do Rio e mais oito pessoas ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que ele substituiu Cabral no esquema criminoso e tinha operadores financeiros próprios.

O Dia

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pato Amarelo disse:

    PeléPezão, kkkkkkkkkkkkkk

CORREÇÃO – O GLOBO: Justiça ainda analisa volta de Adriana Ancelmo para o presídio

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) vai decidir na tarde desta quarta-feira se a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo permanece em prisão domiciliar ou se volta para o presídio. Diferentemente do que o GLOBO publicou, a corte ainda não julgou o recurso apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF). Apenas deliberou sobre o modelo de recurso, que foi aceito.

(CORREÇÃO: Ao contrário do que o GLOBO publicou às 14h21m, o TRF-2 não decretou a volta de Adriana Ancelmo à prisão. A informação foi corrigida às 14h47.)

O benefício concedido a Adriana foi questionado pelo Ministério Público Federal (MPF). Em recurso apresentado ao TRF-2, os procuradores sustentaram que, em casa, a ex-primeira-dama pode continuar praticando os crimes pelos quais ela responde na Operação Calicute, como lavagem de dinheiro. No ano passado, antes de a prisão ser decretada, agentes da Polícia Federal encontraram joias sem nota fiscal e R$ 53 mil em espécie em uma busca e apreensão no apartamento dela, no Leblon, Zona Sul do Rio.

“Esse fato, por si só, evidencia que Adriana e sua organização estão, no momento, ocultando e movimentando valores de forma a impedir sua apreensão, o que demonstra, extreme de dúvidas, a necessidade da custódia cautelar para garantia da ordem pública”, escreveram os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato no Rio.

Na sessão do TRF-2, a procuradora regional da República Silvana Battini reforçou a posição.

— Adriana Ancelmo foi presa porque sua liberdade colocava e coloca em risco ordem pública e instrução criminal do processo. Era muito mais que esposa do ex-governador Sérgio Cabral, era sua cúmplice. Usou de sua atividade profissional para auxiliar organização criminosa chefiada por seu marido no desvio e ocultação de bens desviados do erário estadual. Está presa porque ajudou e ajuda a esconder dinheiro auferido ilicitamente pela organização criminosa.

O advogado Luiz Guilherme Vieira, um dos defensores de Adriana, sustentou a necessidade da presença da ex-primeira-dama junto aos filhos menores.

— Essas duas crianças (filhos de Adriana) estão há cinco meses com a família esfacelada. Existem irmãos maiores que nunca moraram com essas crianças, foram morar diante desta fatalidade. As regras impostas para a domiciliar são das mais rígidas que conheço da Lava-Jato. Ela não tem nenhum contato com o mundo externo. Foi feita uma perícia de empresa de engenharia, corroborada pela Polícia Federal, que lá esteve duas ou três vezes.

Ao proferir o voto, o desembargador Paulo Espírito Santo afirmou que a decisão de Bretas que concedeu a prisão domiciliar para Adriana é “ilegítima e ilegal”. De acordo com o desembargador, o juiz não poderia conceder a medida cautelar, já que a prisão preventiva já havia sido confirmada pelo próprio TRF-2.

— Como poderia existir uma decisão do juiz de primeiro grau (Bretas) se a decisão era nossa? A decisão saiu do âmbito dele e veio para o Tribunal. Poderia ser o STJ, num habeas corpus (concedendo a prisão domiciliar). Mas não ele. Essa ilegitimidade e ilegalidade… É ilegitima, a decisão dele. É excelente juiz, correto, trabalhador, mas cadê o fato novo? É ilegítima, é ilegal. Não era dele, a decisão. Era do Tribunal — criticou.

De acordo com o MPF, a lavagem de dinheiro é cometida, “usualmente”, por meio de telefone e internet. A decisão judicial estabelece que Adriana não pode ter linha telefônica fixa, telefones celulares e acesso à internet em casa, mas os procuradores consideram que a medida é de “difícil fiscalização”. Agentes da Polícia Federal já estiveram ao menos duas vezes no apartamento fazendo vistorias e não identificaram descumprimento ao que foi estabelecido.

Em dezembro, os mesmos desembargadores haviam negado um pedido de habeas corpus formulado pela defesa de Adriana. Os advogados pediam a liberdade ou alguma medida cautelar alternativa, como a prisão domiciliar. A prisão preventiva foi mantida por dois votos a um — os desembargadores Abel Gomes, relator, e Paulo Espírito Santo negaram o habeas corpus, enquanto o desembargador Ivan Athié se posicionou a favor da prisão domiciliar.

Presa preventivamente em dezembro, uma semana depois do marido, o ex-governador Sérgio Cabral, Adriana ganhou o direito de ficar em casa em março. Em uma audiência da Operação Calicute, o juiz Marcelo Bretas autorizou que ela deixasse o Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste. A decisão foi tomada de ofício, ou seja, sem que houvesse um pedido formal da defesa. O magistrado se baseou em um um artigo do Código de Processo Penal que estabelece que o juiz “poderá” conceder a prisão domiciliar para presas preventivas que têm filhos menores de 12 anos, caso de Adriana, mãe de uma criança de 11 anos.

FATOR PROCESSUAL

O MPF recorreu ao TRF-2 e, em decisão liminar, o desembargador Abel Gomes suspendeu a decisão de Bretas. A defesa de Adriana foi ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), e a ministra Maria Thereza de Assis Moura restabeleceu a decisão da primeira instância. A ministra não analisou o teor do despacho de Bretas, mas considerou que o Ministério Público, quando acionou a segunda instância, usou um instrumento jurídico inadequado — um mandado de segurança. O fator processual, então, fez com que a decisão do TRF-2 fosse anulada.

No recurso, o MPF argumentou ainda que não houve alteração na situação de Adriana que justificasse a prisão domiciliar. Segundo os procuradores depoimentos colhidos ao longo da fase de instrução do processo reforçam os crimes cometidos pela ex-primeira-dama.

“Temos então que ausentes novos elementos fáticos a alterar a realidade que determinou a edição do decreto de prisão preventiva e sua confirmação em sede de habeas corpus, não é o caso de se revogar a medida cautelar anteriormente deferida. Na verdade, as causas que embasaram a prisão preventiva de Adriana não só permanecem íntegras, como ganharam robustez com toda a prova produzida com a oitiva das testemunhas arroladas na denúncia”.

O Globo

 

 

Depois de cortar energia, Alcaçuz passa semana sem ocorrências

Alcaçuz_DivulgaçãoA Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) tomou uma medida radical há cerca de uma semana: decidiu cortar a energia do Presídio de Alcaçuz. E a medida já trouxe resultados. Nada de mais grave é registrado na unidade desde então.

Pelo que o blog foi informado, com a medida adotada, os bandidos não tem energia para recarregar os celulares, não tem energia para ligar os ventiladores nos túneis que estavam acostumados a cavar para ligar os ventiladores nos túneis que estavam acostumados a abrir.

Resultado disso? Sem ocorrências de maior gravidade desde então. A medida é um sinal de que, quando se joga duro contra criminosos, os resultados aparecem.

Juiz transfere presos de Andrade Gutierrez e Odebrecht para presídio

O juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, determinou nesta sexta-feira (24) a transferência dos executivos da Andrade Gutierrez e da Odebrecht da carceragem da Polícia Federal para um presídio comum, o Complexo Médico Penal, em Pinhais, no Paraná.

Esse presídio já tem uma ala específica que tem recebido os presos da Operação Lava Jato, separados dos presos comuns. A decisão de Moro foi em resposta a um pedido da Polícia Federal.

Com isso, serão transferidos para o presídio os presidentes das empreiteiras, Marcelo Odebrecht e Otávio Azevedo, além dos funcionários e ex-funcionários Alexandrino de Alencar, César Ramos Rocha, Elton Negrão de Azevedo Júnior, João Antônio Bernardi Filho, Márcio Faria da Silva e Rogério Santos de Araújo.

A transferência deve ocorrer a partir do sábado (25). Todos eles estão presos preventivamente desde 19 de junho, sob suspeita de envolvimento com o esquema de corrupção na Petrobras.

“De fato, a carceragem da Polícia Federal, apesar de suas relativas boas condições, não comporta, por seu espaço reduzido, a manutenção de número significativo de presos”, escreveu Moro no despacho.

Folha Press

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. J.Ribeiro disse:

    Eu fico com à pulga por trás da orelha e até desconfiado que os politicos – Senadores e Deputados – citados anteriormente pelos os delatores da Lavajato, ainda não tenham sidos convocados para prestarem esclarecimentos públicos acerca dos seus nomes nos escândalos da Petrobras.

  2. Josenilson disse:

    Taí Amaro, você tem razão. Cadê os valentes da Odebrecht que disseram que se seus diretores fossem presos, derrubavam a república? Perderam a coragem? O que é que tá havendo? Esse monte de homens, altos empresários, de ontem e de hoje, vão para cadeia e aceitam a situação pacificamente? Aí tem coisa estranha. Das duas, uma, ou sabem que logo, logo vão está soltos, comprovando que nossa justiça é frágil e leva a impunidade ou existe um plano b de soltura rápida. Não dá para acreditar que pessoas influentes, milionárias e cortejadas estejam calados diante de tudo que vem acontecendo. Aí tem!

  3. Amaro disse:

    Muito bem, continuem calados, deixando os chefões dos esquemas livre e vocês na cadeia.
    Isso mesmo, calados, vão pagar pelos crimes seus e dos outros. Não falem nada, calados.

ALERTA: Detentos enviam do presídio ordem de estupro nas ruas de São Luís

O estupro de mulheres e irmãs de detentos dentro do complexo prisional de Pedrinhas, no Maranhão, denunciado por presos, não se restringe ao interior da unidade.

Segundo denúncia recebida ontem pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), mulheres são violentadas em São Luís por ordens enviadas de dentro do presídio.

As vítimas são principalmente mulheres do interior do Estado que viajam à capital para visitar o marido e parentes em Pedrinhas, de acordo com o vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, Rafael Silva.

A ordem é dada, conforme a denúncia, por líderes de facções, possivelmente por meio de celulares que entram escondidos na unidade.

Na semana passada, uma rebelião no local terminou com quatro mortos, sendo três deles decapitados.

Após a rebelião, a prisão foi visitada por uma comitiva do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), promotores e advogados.

Na visita, de 10 a 20 detentos relataram que mulheres de presos ameaçados eram estupradas nas visitas ao presídio, disse o juiz do CNJ Douglas de Melo Martins, coordenador do grupo que fiscaliza penitenciárias.

MORTES

Só neste ano, 59 presos morreram em Pedrinhas. Vivem no complexo cerca de 2.500 homens, em um espaço projetado para 1.700, segundo o CNJ e a OAB.

Metade ainda não foi julgada. Boa parte é réu primário e acusado de crimes mais brandos, que poderiam responder o processo fora do presídio, segundo Martins.

Detidos por não pagar pensão ou por porte ilegal de arma, por exemplo, estão junto de presos mais perigosos.

Duas facções dominam Pedrinhas: o Bonde dos 40, de criminosos de São Luís e dos demais municípios da ilha, e o Primeiro Comando do Maranhão, do interior.

A governadora Roseana Sarney (PMDB) pediu mais prazo ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para responder sobre as críticas ao sistema penitenciário. A data final é dia 6 de janeiro.

O grupo, porém, não pôde acessar todo o complexo.

O governo maranhense disse, em nota, que vai apurar as denúncias. Afirmou ainda que tomou “medidas saneadoras”, como troca de comando das polícias Civil e Militar e da administração penitenciária.

Segundo o governo, o sistema ganhará reforço de sete novos presídios e outros dois estão sendo feitos com recursos federais. A nota não informa prazos.

Folha

Levantamento do CNJ: RN tem presídio "queijo suíço" e ignora dados de presos, destaca UOL

vista-de-cela-de-presidio-visitado-pelo-cnj-conselho-nacional-de-justica-no-rio-grande-no-norte-1382556035831_615x470O Estado do Rio Grande do Norte não tem controle sobre os dados do sistema prisional, sem informações básicas como nome, idade e possível condenação. Essa é uma das conclusões do relatório final do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) do mutirão carcerário realizado no Estado em abril e maio.

Segundo o relatório, o Estado não tem controle de informações como data de nascimento dos presos ou se eles são condenados ou provisórios. Além disso, desde 2011, foram registradas 105 fugas, com mais de 425 detentos voltando as ruas.

Descontrole

O CNJ afirma que a “falta de controle” do Estado ao sistema prisional “impressiona”.

“As unidades também não possuem controles básicos dos presos, como saber informar quantos são provisórios ou condenados, ou mesmo dividir os que já possuem condenação e estão na unidade respondendo a outro processo ou aguardando possível regressão de regime por descumprimento do semiaberto. Também não se tem controle sequer da quantidade de vagas na unidade”, apontou o relatório.

Segundo os dados, 404 presos não tinha sequer o registro da data de nascimento. Outros 656 estavam com as datas erradas. “A falta de planejamento é tamanha que sequer possuem qualificação mínima, com nome completo, nome da mãe e data de nascimento”, disse.

Fugas

Além da falta de controle, as unidades sofrem com as constantes fugas, causadas principalmente pela falta de estrutura das unidades. Desde 2011, conforme o relatório, foram 105 fugas, com 425 presos deixando unidades irregularmente. Somente em 2012 fora 50 fugas –média de quase uma por semana–, as quais 235 presos escaparam.

O maior problema está no presídio do Alcaçuz, o maior de Natal, onde as fugas são constantes. O local possui tantos túneis cavados para tentativa de fugas que o CNJ vê risco de estrutural do local atualmente.

“Construída sobre dunas, a penitenciária mais parece um “queijo suíço” tendo em vista os inúmeros tuneis cavados pelos presos para fuga. Há partes da unidade que inclusive corre risco de desabar em razão dos vários tuneis que a cortam pelo subsolo”, aponta os relatores.

O Centro de Detenção Provisória Feminino de Parnamirim, na região metropolitana de Natal, é outro improvisado. Segundo o relatório, o local que abriga preso hoje “era uma cozinha industrial que foi adaptada para servir como unidade prisional.”

“As presas ficam amontoadas em galpões improvisados. O esgoto é um grande problema pois transborda e corre a céu aberto tanto dentro da unidade como fora, pela calçada e rua em torno da mesma”, diz.

Por conta de problemas, o CNJ pede também o fechamento Centro de Detenção Provisória da Ribeira. “Esta unidade sequer deveria estar em funcionamento. Pelo que consegui informalmente apurar, o prédio data da década de 60 e não foi construído para este fim. Foi doado pelo antigo dono já tendo passado por outras finalidades. Assemelha-se a uma masmorra posto que escura, úmida e sem ventilação. Não há qualquer segurança e as fugas são frequentes e aterrorizam a vizinhança”, apontou.

O relatório diz que há presos em delegacias. “Situação totalmente irregular, posto que as delegacias não possuem as mínimas condições de abrigar presos. Não há sequer fornecimento de alimentação.”
 
Resposta

Em nota enviada ao UOL, a Secretaria de Estado da Justiça (Sejuc) disse que todas as unidades realizam o cadastro dos presos quando chegam à unidade.

A pasta disse ainda que está investindo em melhorias nas unidades prisionais, com instalação de concertinas, câmeras de vigilância, compra de armamentos e convocação de novos agentes penitenciários.

A Sejuc ainda disse que, na sexta-feira (18), quando recebeu o relatório do CNJ, o secretário de Justiça, Júlio César de Queiroz, apresentou um plano que prevê investimentos na ordem de R$ 24,5 milhões, com recursos do Ministério da Justiça e contrapartida do Governo.

O secretário disse que será construída uma cadeia pública em Ceará-Mirim e haverá a ampliação do Complexo Penal Estadual Agrícola em Mossoró.

“Além destas duas obras, estão sob responsabilidade exclusiva do Estado outras cinco obras de reforma, manutenção e ampliação de unidades já existentes, o que gerará um total de aproximadamente 1,8 mil vagas no sistema penitenciário norte-riograndense. Paralelamente a estas obras previstas, a Sejuc também tem feito manutenções em outras unidades de pequeno porte”, assegurou a pasta.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. zé Ninguém disse:

    ISSO É UM ABSURDO!
    Esses INOCENTES deveriam estar é trabalhando duro numa penitenciária rural para pagar as despesas de sua estadia com comida, água, luz e milhares de servidores encarregados de "cuidar" dos mesmos.
    DESUMANOS são e como tais estão sendo tratados. Situação que se agrava impedindo qualquer possibilidade de recuperação e ressocialização dos referidos mal feitores.
    Não é necessário tratá-los com pão de ló, pois não merecem, mas com dignidade, vez que ainda são humanos e a Tortura é um crime maior que nos tornaria pior do que eles.

Presos que planejavam crimes no Paraná são transferidos para presídio federal em Mossoró

 

Foi enterrado nesta quarta feira (20) o corpo do segundo agente penitenciário morto em Curitiba em apenas uma semana. A tensão no sistema carcerário no Paraná fez com que 38 presos fossem transferidos para Rondônia e Rio Grande do Norte.

“Nós identificamos alguns internos que estavam mais ativos no sentido de promover ações fora dos estabelecimentos penais, e espelhando o que aconteceu em alguns estados, resolvemos nos antecipar”, afirma Cid Vasques, secretário de Segurança Pública do Paraná.

Os agentes foram mortos a tiros em casa. Na terça houve protestos em frente à Colônia Penal Agrícola, onde estão alojados 1,1 mil presos.

Os 38 presos estavam sendo monitorados ha cerca de um mês. Os serviços de inteligência da Polícia Federal e da Secretaria de Segurança Pública identificaram que eles planejavam realizar ações fora dos presídios, por isso eles foram transferidos para outros estados.

Algemados, os presos embarcaram em aviões da Força Aérea Brasileira divididos em dois grupos. A partir de agora, 18 vão cumprir a pena no Presídio de Segurança Máxima de Porto Velho e os outros 20, em Mossoró.

A Secretaria de Segurança Pública não descarta novas transferências e investiga se esses 38 presos têm relação com a morte dos agentes penitenciários.

Bom Dia Brasil

Justiça interdita Núcleo de Custódia da Polícia Civil

O Juiz Cícero Martins de Macedo Filho, da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal, deferiu pedido de liminar do Ministério Público Estadual determinando a interdição do Núcleo de Custódia da Polícia Civil, localizado na avenida Paraíba, em Cidade da Esperança, determinando que o Estado, no prazo de 30 dias, providencie a remoção de todos os presos do local, encaminhando-os para as unidades prisionais do sistema penitenciário estadual.

Em sua Decisão, o Magistrado determina também que a Delegacia Geral de Polícia Civil (DEGEPOL) não ceda outros prédios da estrutura da Polícia Civil em qualquer parte do Estado para o funcionamento de unidades prisionais, devendo o Estado providenciar, no prazo de um ano, a devolução à Polícia Civil, em perfeitas condições de uso, dos prédios transformados em Centros de Detenção Provisória. Em caso de absoluta impossibilidade o Juiz decidiu que as delegacias que foram desalojadas sejam reinstaladas em prédios com as mesmas capacidades, dimensões e características.

O Juiz Cícero Macedo também determinou que a DEGEPOL não proceda a renovação do contrato de fornecimento de alimentação de presos, muito menos celebre novos aditivos a partir do fim do mesmo, previsto para 31 de dezembro deste ano de 2012, passando a responsabilidade de alimentação de todos os presos que ainda, eventualmente, estiverem custodiados em delegacias de polícia da capital e do interior para a Secretaria Estadual de Interior, Justiça e Cidadania.

Em caso de descumprimento de sua Decisão o Magistrado fixou multa diária ao ente público no valor de R$ 20 mil por dia, com ciência da determinação ao Secretário Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (SESED) e de Justiça e Cidadania (SEJUC), bem como ao Coordenador de Administração Penitenciária.

Documentações:

Confira a Decisão.

Confira a Ação.

Agentes penitenciários impedem fuga e controlam rebelião em Alcaçuz

Uma princípio de rebelião foi registrado hoje no presídio de Alcaçuz. A informação foi repassada pelo Sindicato dos Agentes e Servidores Penitenciários (Sindasp).

De acordo com o Sindicato, a rebelião foi iniciada no Pavilhão 01 de Alcaçuz, depois que os agentes penitenciários de plantão impediram uma fuga no pavilhão, que é o mais lotado da unidade.

Com a fuga abortada, os presos reagiram iniciando um motim, mas o tumulto foi controlado pelo Grupo de Operações Especiais (GOE).

Reeducandas do Projeto Transforme-se apresentam trabalhos no Agosto da Alegria

Reeducandas do Projeto ‘Transforme-se’ participam do Circuito Feiras do Agosto da Alegria. O estande do projeto Transforme-se expõe trabalhos feitos por 84 presidiárias artesãs que cumprem pena no Pavilhão Feminino do Complexo Penal Dr. João Chaves. São trabalhos de bordado livre, bordado de pedrarias, confecções de bolsas e de acessórios, e bijuterias. A exposição ocorre até domingo (2), das 9 às 21h, na Praça André de Albuquerque, em Natal.

Criado em abril de 2005, o projeto “Transforme-se” tem como slogan “Sonhar, acreditar e criar”, e busca a recuperação e a ressocialização de suas participantes através do fortalecimento da auto-estima, da capacitação em cursos de artesanato, da geração de renda, do empreendedorismo, e da remissão de pena.

Desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc) em parceria com a Faculdade Maurício de Nassau e o Banco do Brasil. O Instituto Natal executa o projeto com patrocínio da Cosern e do Governo do Estado do RN através da Lei de Incentivo à Cultura Câmara Cascudo.