Política

Dilma mais uma vez deixa claro. PT é uma coisa, governo é outra. Obrigado senhor

O Estado de S.Paulo

O “controle social” da mídia desejado pelo PT, agora disfarçado sob a pele de cordeiro da “democratização” das comunicações, é assunto encerrado no governo, graças à postura firme da presidente Dilma Rousseff, que já em seu discurso de posse sinalizou uma reviravolta de 180 graus na senda ameaçadora da liberdade de imprensa pela qual havia enveredado o governo anterior.

Embora o presidente do PT tenha apresentado como resultado do 4.º Congresso do partido “uma resolução política de fôlego que traça perspectivas para o PT e para o nosso governo nos próximos anos”, o Palácio do Planalto deixou claro que não é bem assim. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, foi categórico em entrevista à repórter Vera Rosa, do Estado: “É importante separar a posição do partido da posição do governo. O PT tem suas posições e o governo tem um programa”. Mais claro, impossível.

Logo após o encerramento do congresso petista, fontes do Palácio do Planalto empenharam-se em confirmar aquilo que os dirigentes do PT fingiam não saber: Dilma Rousseff não quer nem ouvir falar de projetos que sugiram o controle – censura, em português claro – da imprensa. Ela tem reiterado que o único controle que admite é o controle remoto da televisão.

Isso significa, concretamente, que o projeto do marco regulatório das comunicações apresentado com estardalhaço pelo governo Lula, depois da realização de uma festiva Conferência Nacional de Comunicação em 2010, está sendo revisto pelo Ministério das Comunicações. Garantem fontes do Planalto que Paulo Bernardo recebeu recomendação expressa da chefe de governo para tomar cuidado com as “cascas de banana”, os contrabandos antidemocráticos inseridos no projeto pelos radicais que desfrutavam da simpatia e da proteção do ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência Franklin Martins, um dos principais ideólogos do “controle social” da mídia.

Uma das preocupações do governo em relação à necessária modernização do marco regulatório das comunicações – questão que nada tem a ver com “controle social” da mídia – é acabar com a deliberada confusão que os petistas promovem entre as duas coisas.

Por essa razão Dilma transferiu a responsabilidade de cuidar do assunto da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, onde o projeto tinha um tratamento marcadamente político, para o Ministério das Comunicações, onde agora são as questões técnicas que ganham prioridade, embora muitas delas tenham conotações políticas, como, por exemplo, a questão da propriedade cruzada dos meios de comunicação.

“Estamos fazendo a revisão do texto”, esclareceu Paulo Bernardo, “e a ideia é discutir com outros ministros. Acho que, antes de mandar ao Congresso, devemos submetê-lo (o texto) à consulta pública para deixar, entre aspas, o pau quebrar. Fazer o projeto de afogadilho pode nos levar a erros e aí a discussão ficará ainda mais apaixonada.”

Louvável a intenção do ministro. Afinal, a “ampla discussão pública” do assunto propalada no governo Lula, quando houve, foi limitada pelo dirigismo ideológico. E a missão do ministro Paulo Bernardo é retirar do anteprojeto os seus vícios ideológicos. Por exemplo, assinalou ele, havia um ponto que colocava a liberdade de imprensa na linha de tiro. Tratava-se da criação de duas agências setoriais: “Uma para as telecomunicações e outra para fazer a regulação, por exemplo, do conteúdo de produção nacional. (…) Estamos achando dificuldade em separar as funções. A tendência, agora, é que seja uma única agência. Mas o projeto não trata de jornal nem revista ou internet. Trata de TV e rádio. O marco regulatório diz respeito à comunicação eletrônica”. Agora, está claro.

A manifestação do ministro merece apenas um reparo importante. “Assim como a mídia pode criticar o PT, o PT pode criticar a mídia”, afirmou – o que é, certamente, um direito líquido e certo das partes. Mas o PT, convenhamos, não faz críticas. Vai muito além. O PT faz claras ameaças à mídia. Menos mal que a presidente Dilma Rousseff sabe separar “a posição do partido da posição do governo”.

Opinião dos leitores

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[VÍDEO] BAIXARIA: Debate da Band termina em gritaria e tumulto entre apoiadores de Lula e Flávio

O debate presidencial da Band entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) terminou neste domingo (18) em clima de baixaria, com uma disputa de gritos entre apoiadores dos dois candidatos na plateia.

Enquanto os apoiadores do presidente entoavam “olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”, os de Flávio respondiam com gritos de “mito, mito, mito”.

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DEBATE NA BAND: Jornalista Vera Magalhães destaca tom enfático de Flávio ao defender combate às facções criminosas

Foto: Reprodução

A jornalista Vera Magalhães, colunista de O Globo, comentou a participação de Flávio Bolsonaro (PL) no debate presidencial da Band, realizado na noite deste domingo (18), contra o presidente Lula (PT).

Vera destacou que Flávio afirmou que pretende classificar as facções criminosas como grupos narcoterroristas, caso seja eleito presidente da República.

Segundo a jornalista, o candidato adotou um tom enfático, semelhante ao utilizado na propaganda eleitoral, com falas treinadas e olhar direcionado à câmera.

Com informações de O Globo

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[VÍDEO] DEBATE NA BAND: Lula defende saidinha de presos para visitar familiares

O presidente Lula (PT) defendeu a saída temporária de presos, conhecida como “saidinha”, durante o debate presidencial realizado pela Band na noite deste domingo (18). Segundo ele, detentos que apresentam “comportamento decente” e estão “se recuperando” devem ter o direito de visitar suas famílias.

Em 2024, o Congresso Nacional aprovou uma lei que restringiu o benefício. Lula vetou o trecho que proibia a saída temporária para visitas familiares, mas o veto foi derrubado por deputados e senadores.

Com a mudança na legislação, a saída temporária ficou restrita a presos do regime semiaberto que atendam aos requisitos legais para frequentar cursos educacionais ou de formação profissional.

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DEBATE NA BAND: Flávio promete guerra ao narcoterrorismo e leis mais duras contra criminosos


O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) prometeu declarar “guerra ao narcoterrorismo” e endurecer as leis contra criminosos, caso seja eleito. A declaração ocorreu durante o debate presidencial da Band, na noite deste domingo (18).

Flávio criticou a política de segurança pública do governo Lula (PT) e acusou o presidente de adotar medidas que favorecem a soltura de criminosos.

“No governo do Flávio Bolsonaro não vai ter ninguém passando a mão na cabeça de bandido como tem no atual governo, que faz uma política de desencarceramento, que coloca nas ruas marginais perigosos alegando que não tem vagas no sistema penitenciário”, afirmou.

O candidato também prometeu ampliar o enfrentamento à criminalidade pelas forças policiais. “Eu vou dedicar cada dia do meu mandato como presidente da República para devolver as ruas para vocês para que possam andar em paz”, declarou.

 

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LUTO NA MPB: Morre Benito di Paula aos 84 anos em São Paulo

Foto: Reprodução

O cantor, compositor e pianista Benito di Paula morreu neste domingo (18), aos 84 anos, em São Paulo. O artista estava internado no Hospital 9 de Julho e enfrentava um câncer havia cerca de um ano. A doença foi a causa da morte.

Um dos nomes conhecidos da música popular brasileira, Benito di Paula construiu uma carreira marcada pela mistura do samba com elementos românticos e pelo uso do piano em suas apresentações.

Ao longo de décadas, conquistou diferentes gerações com seu estilo de interpretação e composições que se tornaram parte do repertório da música brasileira.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento.

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[VÍDEO] DEBATE NA BAND: Flávio diz que implantar programa para conectar trabalhadores a vagas de emprego pelo celular


Durante o debate presidencial realizado pela Band na noite deste domingo (18), Flávio Bolsonaro (PL) prometeu criar um programa de mobilidade social para conectar trabalhadores a oportunidades de emprego por meio do celular.

Segundo o candidato, a proposta prevê integrar o governo aos setores de recursos humanos das empresas, permitindo que os brasileiros consultem vagas disponíveis perto de casa, de acordo com sua profissão e qualificação.

Flávio também afirmou que pretende tratar a internet como infraestrutura e ampliar a conectividade em escolas, hospitais e aldeias indígenas.

“Eu vou fazer o maior programa de mobilidade social da história desse Brasil”, declarou.

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[VÍDEO] DEBATE NA BAND: “Lula se preocupa mais com direitos dos bandidos do que das vítimas”, diz Flávio


Durante o debate presidencial realizado pela Band na noite deste domingo (18), Flávio Bolsonaro (PL) criticou o presidente Lula (PT) ao abordar a segurança pública.

“Lula se preocupa mais com direitos dos bandidos do que das vítimas”, afirmou Flávio durante o confronto entre os candidatos à Presidência da República.

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[VÍDEO] DEBATE NA BAND: Flávio fala em cortar gastos com Janja e Lula o chama de “malandro carioca”


Durante o debate da Band, na noite deste domingo (18), Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) trocaram acusações ao discutir cortes de gastos públicos. O presidente questionou o adversário sobre onde faria o chamado “tesouraço”.

Flávio respondeu que seria nas “costas” de Lula e acrescentou: “Nos seus privilégios. Nas suas viagens com a Janja. R$ 7 milhões que você já gastou com a Janja”.

Lula negou a acusação e chamou Flávio de “mentiroso contumaz”. “É o malandro carioca, que finge que não finge e mente descaradamente”, afirmou o presidente.

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[VÍDEO] DEBATE NA BAND: Flávio critica preços altos e promete devolver poder de compra aos brasileiros

Durante o debate presidencial realizado pela Band na noite deste domingo (18), Flávio Bolsonaro criticou o aumento dos preços dos alimentos e afirmou que os R$ 600 do Bolsa Família já não são suficientes para encher o carrinho de compras, como, segundo ele, acontecia no governo de Jair Bolsonaro.

Flávio também prometeu melhorar o poder de compra dos brasileiros, combater o endividamento e ampliar a segurança da população. “Eu quero que você tenha a capacidade de sair da sua dívida que esse governo te colocou”, declarou.

“É assim que eu vou governar, levando prosperidade para o trabalhador brasileiro”, completou.

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[VÍDEO] DEBATE NA BAND: Flávio pergunta “cadê o Lulinha?” e Lula diz que Luchsinger é “problema da PF”


Durante o debate presidencial realizado pela Band na noite deste domingo (18), Flávio Bolsonaro questionou o presidente Lula sobre o paradeiro de seu filho, conhecido como Lulinha. Na resposta, Lula afirmou que Luchsinger é “problema da Polícia

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