Política

Editorial BlogdoBG – #ForaMicarla

Há quem não concorde com os frutos do movimento #foramicarla. É defender o indefensável. Negar o inegável. O coletivo de estudantes e organizações sociais, mais aqueles do que essas, escreveram história ao contrariar a lógica de que a sociedade fica avessa aos desmandos administrativos.
Vale ponderar muitos pontos. Por hora a incerteza se a rodada de negociações promovida pela OAB se concretiza. Se sim, o #foramicarla terá conquistado a maior parte das reivindicações do protesto. Terá conseguido reconduzir e ampliar uma CEI – a dos contratos da Prefeitura – e ser ouvida em audiência pública. Uma vitória que denota muito mais acerto do que erros. Sim, esses também houve. Pelas particularidades, trataremos deles mais adiante.
Lembremos ainda que Edivan Martins (PV) sinalizou que não atenderá às reivindicações dos manifestantes até que deixem a Casa. Eles se negam. Não confiam em Martins – têm motivos para isso, mais na frente detalho – e temem que, ao sair, se antecipe o recesso da CMN, previsto para amanhã e adeus CEI e audiência pública. E pensar que essa briga toda surgiu quando alguém tuitou o primeiro #foramicarla.
A receita foi a seguinte: junte uma eclosão de greves na esfera estadual e que atinge diretamente o funcionamento da capital do estado; some com abusos praticados nos aluguéis e adicione a reprovação latente de uma administração perdida entre trocas de secretários e ações positivas esporádicas. Acrescente o fermento da avidez dos ânimos e crie uma hashtag no Twitter. Nasceu o #foramicarla.
Não é preciso muito para entender a lógica do movimento. Nasceu lá, entranhado nas milhões de mensagens que são todos os dias geradas no Twitter. Não passava de mera chacota à prefeita Micarla de Sousa (PV), até que sobreveio a insustentabilidade. Indignados, estudantes marcaram um primeiro protesto, em meados de maio, num dos principais cruzamentos da capital.
Outros três sucederam-se ao primeiro. Um culminou em acampamento na Câmara Municipal como modo de pressionar por uma CEI isenta, qual seja, relatoria ou presidência sob a responsabilidade da oposição. Conseguiram. O acampamento Primavera Sem Borboleta bate em retirada da sede do Legislativo na tarde de hoje.
O FERMENTO
Nos ingrendientes do #foramicarla, a imprensa, sem dúvida, foi o fermento. Não me cabe avaliação editorial. Cada veículo tem sua diretriz, alianhada ou não com a Prefeitura do Natal.
No princípio foi unânime a cobertura pelo factual, algo inédito até então na cidade, com exceção de um jornal aqui, um site ali, uma TV acolá, que aprofundaram mais a cobertura e seguem esse estilo até aqui.
Aí vieram as partidarizações. Blogs nem se comenta. Mesmo hospedados em sites de jornais, em tese e tão somente em tese, isentos, trasmistiam ou antipatia ou solidariedade ao movimento. Aí entram os erros. A imprensa provocou e os manifestantes, que resistiram a tanto, caíram na esparramela das publicações que lhes foram contrárias.
O resultado foi repórter sendo convidado a se retirar da Câmara ou manifestantes fazendo críticas contumazes a jornalistas e empresas de notícias. Um lamentável equívoco. Quem tanto pediu liberdade incorreu no erro de cercear a alheia, por mais mal intencionada que fosse a pauta.
A PIMENTA
Também a imprensa foi palco para uma cobertura demasiada declaratória. Se interessava ouvir a oposição lá vinha um “Fulano diz”, se o objeto de polêmica era ouvir a situação “beltrano discorda”. E assim seguia.
No episódio das camisinhas e maconha plantadas, de um lado tinha-se cobertura jornalística adjvetivando de vândalos os manifestantes; por outro, notícias deixavam subtender que tudo fora armado para desmoralizar o #foramicarla.
Correndo por fora, o Twitter, que já tinha se partidarizado, promoveu um hiato geral e a coisa foi baixando de nível entre alguns manifestantes. Xingamentos partiam de todos os lados. Argumentos reacionários idem, sempre acompanhados de um link rementendo “à verdade” noticiada por determinado veículo. Foi assim. É assim. Será assim sempre.
OS ARGONAUTAS
Entre tanta intempestuosidade, equilíbrio foi arma de ousado. E assim o foram a OAB-RN, o Conselho Estadual de Direitos Humanos e o juiz federal Ivan Lira. Os três, que nada tinham de protagonistas, saem como fiadores da ordem.
Os estudantes não recorreram à violência, ressalvado o lamentável episódio da depredação de um outdoor e algumas pichações, mas é humano o instinto de sobrevivência e, por mais que afirmassem, duvido muito de que não revidariam caso a polícia os tirassem a força da CMN. Seria uma barbárie com débitos para todos os lados.
Foi o intermédio dos envolvidos anteriormente que evitou um cataclismo. Ontem mesmo, quando se saudou com flores a polícia ter abortado a invasão e mais tarde sobreveio a má notícia, que as forças policiais enfim removeriam os participantes, foram os argonautas, mais uma vez, que apelaram ao bom senso. Deu certo. Todos saem fortalecidos e referência e respeito no âmbito da sociedade potiguar.
FICOU MUITO FEIO….
Já não se pode falar o mesmo do presidente da Câmara, Edivan Martins. Na tentativa de fazer um giro, fez um giral. Extinguiu a CEI dos Aluguéis e deu um prazo para os manifestantes deixaram o pátio da CMN. Isso na sexta-feira passada. Liminar garantiu a segurança do grupo. Perdeu o primeiro round. Duas noites antes, tinha dado garantias de que não extinguiria a CEI até a realização de uma audiência pública.
Mas o vexame maior veio no domingo, ao subscrever parecer jurídico elaborado pela Procuradoria Geral do Município, o que transmitiu uma clara submissão do Legislativo ao Executivo. Nada foi mais vexaminoso. Conseguiu novo prazo no TJ, para ontem: os manifestantes deveriam deixar o prédio até o meio dia. Os argonautas declinaram sua ideia. Mais um tombo de Edivan.
Acuado, se viu obrigado de conceder – ou prometer – tudo que podia ontem: instauração de nova CEI etc etc etc. Edivan sai com saldo negativo. De mérito mesmo, o bom senso por não ter apelado à força policial.
DESFECHO?
Muitas vezes na vida é preciso recuar para avançar. Nessa perspectiva, os manifestantes largaram a instransigência típica no início e avançaram para reivindicações que deram certo. Infelizmente querem banalizar o movimento. Ao que me consta programam um #forarosalba para os próximos dias. Não vale a pena.
De todo o modo ficam a lição: foi-se o tempo que não existia redes socias na internet e descalabros administrativos eram enfiados garganta abaixo no cidadão. Os levantes em Natal e no resto do País provam que o troco não vem apenas nas urnas. Quem elege governantes tem o direito de cobrar a fatura antes do prazo. Pensem nisso.

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Mundo

Advogado da Trump Media rebate fala de Lula no debate e classifica como “recado mafioso”

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Uma declaração dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate da TV Band repercutiu internacionalmente e gerou dura reação do advogado americano Martin De Luca, que atua na defesa de empresas ligadas ao grupo Trump Media & Technology Group e à plataforma Rumble.

No confronto de domingo (18), Lula afirmou que as investigações envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL) poderiam avançar logo após o término do segundo turno, condicionando o andamento das apurações ao resultado das urnas.

De Luca reagiu publicamente e contestou a retórica petista. O jurista apontou que o mandato de Flávio no Senado Federal vai até 2027 independentemente do desfecho eleitoral e lembrou que procedimentos investigativos devem seguir rigorosamente critérios legais e técnicos, sem interferência ou conveniência do Palácio do Planalto.

Em tom irônico e incisivo, o advogado criticou o uso da maquina pública e da Justiça para perseguir opositores: “Entendemos. Prenda seus oponentes se não conseguir vencê-los nas urnas. Prenda os filhos deles também, por via das dúvidas”. De Luca acrescentou ainda que declarações do gênero soam para o mercado e a comunidade internacional como um verdadeiro “recado mafioso”.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

[VÍDEO] Economista detona fake news petista sobre Bolsa Família e Flávio desmente corte no programa


Após a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) veicular acusações de que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) pretendia “acabar com o Bolsa Família em dois anos”, o senador do PL e analistas econômicos foram a público para rebater a desinformação.

Em declaração gravada nesta segunda-feira (19), Flávio Bolsonaro negou categoricamente as alegações da chapa adversária e explicou o real funcionamento da proposta elaborada por sua coordenadora econômica, Daniella Marques.

Durante o programa Os Pingos nos Is, o economista Bruno Musa criticou a insistência de parte da imprensa e da oposição em alimentar boatos eleitorais sem checar os fatos.

” Está extremamente cansativo as pessoas adultas continuarem caindo na mesma mentira de que vai acabar o Bolsa Família (…). É infantil, é patético”, afirmou o economista.

Musa reforçou que o plano de governo é público e de fácil acesso para qualquer eleitor e criticou a cobertura midiática tendenciosa.

“Ficou muito claro o que ele falou: mesmo depois de conseguir emprego, você continua com o Bolsa Família por dois anos. A leitura é muito simples “, concluiu.

 

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Brasil

TAPETÃO ELEITORAL: Campanha de Lula pede cassação da chapa de Flávio por suposto favorecimento da Meta

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A campanha do presidente Lula (PT) decidiu acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a cassação da chapa de Flávio Bolsonaro (PL), sob a alegação de que a Meta teria favorecido o senador por meio de seus algoritmos e prejudicado a divulgação de conteúdos petistas.

Segundo a Folha, a ação aponta supostas falhas na distribuição de anúncios, recomendações de perfis e canais ligados a Flávio e diferenças de alcance entre as contas dos dois candidatos. A campanha alega abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social.

O caso ocorre após decisões liminares do ministro Marco Bellizze determinarem que a Meta assegure tratamento isonômico aos candidatos e corrija problemas nas contas de anúncios de Lula. A campanha petista também pede acesso a informações sobre o funcionamento dos algoritmos e a mensagens internas da empresa.

A Meta nega favorecer candidatos ou interferir no processo eleitoral.

Com informações da Folha de São Paulo

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Brasil

QG de Lula espalha fake sobre Bolsa Família, mas esconde que Flávio dobra prazo de proteção ao trabalhador

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Na tentativa de criar pânico eleitoral na reta final do segundo turno, a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a distorcer declarações da coordenadora econômica de Flávio Bolsonaro (PL), Daniella Marques, acusando o adversário de planejar “cortes” no Bolsa Família.

Nesta segunda-feira (19), o porta-voz do QG petista, senador Camilo Santana (PT), foi a público atacar a proposta de revisão de gastos. Camilo usou a fala de Daniella para alimentar a narrativa de que o programa social estaria sob ameaça.

A realidade das propostas, no entanto, desmente o discurso místico do PT. A medida desenhada pela equipe de Flávio Bolsonaro estabelece uma regra de transição de 2 anos para quem conseguir um emprego formal ou abrir o próprio negócio. Na prática, trata-se de um modelo de mais proteção ao beneficiário, que mantém o auxílio por até 24 meses enquanto busca a independência financeira — com retorno automático ao programa caso o empreendimento ou emprego não dê certo.

Enquanto o modelo atual mantido pelo governo Lula oferece proteção por apenas 1 ano, a proposta de Flávio estende essa garantia pelo dobro do tempo (2 anos) e desburocratiza a volta ao benefício.

 

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Política

Oposição reúne assinaturas para CPMI sobre Lulinha e Roberta Luchsinger

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A oposição já reuniu 83 assinaturas para criar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), e a empresária Roberta Luchsinger. A iniciativa é da deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT), com apoio da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

O mínimo necessário para a instalação da comissão é de 198 assinaturas, sendo 171 de deputados federais e 27 de senadores.

A mobilização ganhou força após entrevista de Luchsinger à CNN, no sábado (17), quando a empresária afirmou que pretende negociar uma delação premiada e acusou Lula de proteger o próprio filho. A Polícia Federal investiga Luchsinger e Lulinha desde julho por suspeitas de favorecimento de empresas em órgãos do governo federal.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

[VÍDEO] JOGADA: Lula anuncia ida ao TSE para entregar autorização de quebra de sigilos bancário e telefônico dele e da família


O presidente Lula (PT) afirmou que pretende entregar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento autorizando a quebra de seus sigilos bancário e telefônico e os de familiares. A declaração foi feita após o confronto com Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate da TV Bandeirantes, no domingo (18).

Em agenda de campanha no Rio Grande do Sul, Lula chamou o adversário de “miliciano” e acusou a família Bolsonaro de corrupção. O presidente desafiou Flávio a autorizar a abertura de suas contas bancárias e de sigilos telefônicos, incluindo os de familiares e empresas.

A proposta, segundo Lula, é que os documentos sejam entregues à Justiça para avaliação antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

Vorcaro aponta Kassab como destinatário de comissões por investimentos de fundos públicos no Master

Arte Metrópoles

Em tentativa de delação premiada, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República que Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, seria o destinatário final de parte das comissões pagas pelo Banco Master por captações de recursos de fundos previdenciários municipais e estaduais.

Segundo o relato, Kassab teria se comprometido a incentivar administrações ligadas ao PSD a investir nos produtos financeiros do banco em troca de comissões. Vorcaro afirmou que os pagamentos eram feitos em espécie a consultores e agentes públicos. Kassab negou as acusações, classificando o relato como “absolutamente fantasioso”.

De acordo com dados citados na reportagem do Metrópoles, regimes próprios de previdência de 21 estados e municípios investiram R$ 1,88 bilhão em letras financeiras do Master entre 2023 e 2024. O maior aporte foi do Rio de Janeiro, com R$ 970 milhões.

As letras financeiras não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que expõe os investidores a riscos em caso de liquidação da instituição financeira.

Com informações do Metrópoles 

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Judiciário

PGR não vê improbidade de Mendonça apontada por Moraes e recomenda ao STF fim da representação

Reprodução

A Procuradoria-Geral da República (PGR) concluiu não haver elementos suficientes para caracterizar abuso de autoridade nas ações do ministro André Mendonça na condução dos casos Banco Master e INSS. Em parecer encaminhado ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o órgão se manifestou contra o prosseguimento da representação apresentada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Moraes havia acusado o colega de possível improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento a grupos políticos. Para sustentar as acusações, apresentou relatórios de inteligência que, segundo a PGR, não possuem valor probatório.

O órgão também ressaltou que eventuais crimes de responsabilidade envolvendo ministros do STF são competência do Senado Federal. Ao final, recomendou que a representação não prossiga, observando que cabe ao plenário do Supremo decidir sobre a autorização de investigações contra integrantes da Corte.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

A CASA DA TURMA: Ministro da educação frequentava mansão de Lulinha e Luchsinger no Lago Sul

Reprodução

O Ministro da Educação, Leonardo Barchini, frequentava a casa da lobista Roberta Luchsinger, em Brasília, segundo mensagens extraídas do celular dela e divulgadas pelo Metrópoles. As conversas registram convites para almoços e churrascos no imóvel localizado no Lago Sul, onde também se reuniam Roberta e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula.

Em setembro de 2024, quando ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Educação, Barchini teve um almoço combinado na residência da lobista. Uma assessora perguntou se o encontro com “Léo” estava confirmado, e Roberta respondeu que sim, acrescentando que seria realizado na própria casa.

As mensagens também mostram que, em 1º de janeiro de 2025, Roberta convidou Barchini e sua mulher, Alessandra, para um churrasco no imóvel. A residência, situada na QI 26 do Lago Sul, tinha aluguel anual de R$ 560 mil, segundo a reportagem. O local também foi usado por Roberta e Lulinha para encontros em Brasília, incluindo o Réveillon de 2024 para 2025.

Nesta segunda-feira (19), Roberta publicou uma mensagem nas redes sociais questionando autoridades que, segundo ela, frequentavam sua casa e agora demonstram receio de admitir a proximidade. “Não consigo entender por que algumas pessoas, entre elas ministros, assessores e secretários, demonstram tanto receio de admitir que frequentavam semanalmente minha casa em Brasília”, declarou.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

[VÍDEO] General Girão tentou manter ato pacífico, mas apoiadores da esquerda não respeitaram e manifestação acabou em violência


O deputado federal General Girão tentou manter a manifestação de apoiadores de Flávio Bolsonaro pacífica na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mas, segundo as imagens recebidas pelo Blog do BG, os apoiadores da esquerda não respeitaram e invadiram o ato, partindo para a violência.

Durante sua fala, Girão pediu respeito à liberdade de manifestação e ressaltou que o espaço público pertence a todos os grupos políticos. “Esse ambiente aqui é tanto da direita quanto da esquerda. Vocês não podem se apossar dele”, afirmou.

O parlamentar também destacou que a democracia pressupõe o direito de defender posições diferentes. Apesar do apelo, a pancadaria se instaurou na universidade.

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